«Cirurgia praticada no hospital Queen Charlotte de Londres
O hospital Queen Charlotte, em Londres, adoptou o que chama de "cesarianas naturais" para tornar este tipo de cirurgia menos traumática para mães e bebés. O procedimento permite que os pais vejam a criança sair da barriga da mãe, como acontece no parto normal.
Nas cesarianas tradicionais, a mãe só vê a parte de cima de seu corpo. Por trás de uma cortina de protecção, o bebé é retirado rapidamente depois de feito o corte. Na “cesariana natural” praticada no hospital, mãe e pai podem assistir ao nascimento do seu filho, um minuto após colocar a cabeça fora da barriga da mãe.
Os médicos demoram, em situações simples, apenas três minutos para completar a intervenção. Depois de nascer, o bebé é imediatamente colocado nos braços da mãe. Segundo os especialistas, o procedimento ameniza a experiência traumática de uma cirurgia invasiva como a cesariana. Em declarações à BBC, a directoria do Queen Charlotte refere que a "cesariana natural" tem vindo a tornar-se um procedimento estabelecido no hospital.
ALERT Life Sciences Computing, S.A.»
Fonte:Médicos na internet
Link:http://www.mni.pt/destaques/cod=10187&cor=azul&MNI=0471ea156f4a2928de61ab751c099b1e
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Cesariana natural” ameniza experiência traumática para mãe e bebé
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12/28/2007 02:31:00 da tarde
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Vacinação e práticas higiénicas durante o parto previnem tétano
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12/28/2007 09:19:00 da manhã
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
NOVO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO
Este novo curso inclui o método psicoprofilático, realizado pelas Enfermeiras Obstetras desta instituição, que tem como objectivo diminuir a tensão e o medo da grávida/casal, reduzir a dor no parto e prevenir a depressão pós parto. Com este método pretende-se uma mudança de comportamento da grávida/casal para que participem activamente durante o trabalho de parto e o parto.
Durante o curso a grávida/casal irão adquirir diversos conhecimentos não só sobre a gravidez e o momento do parto, mas também sobre técnicas de posicionamento, relaxamento e amamentação, noções básicas de alimentação e os cuidados prestados ao seu bebé, capacitando os futuros pais para o seu novo papel.
O curso é ministrado por uma equipa multidisciplinar constituída por Fisioterapeutas com Pós Graduação em Saúde Materno Infantil e Enfermeiras Especialistas em Saúde Materna e Obstetrícia do HNSR. Colaboram, ainda, com esta equipa uma Nutricionista e uma Dietista; um Enfermeiro de Saúde Mental e Psiquiatria; Médicos Internos da Especialidade de Obstetrícia; e um Higienista Oral do Centro de Saúde do Barreiro – Extensão do Lavradio.
As grávidas interessadas deverão inscrever-se até às 20 semanas de gestação no Serviço de Medicina Física e de Reabilitação ou na Urgência Obstétrica e Ginecológica do HNSR. O novo curso teve início no corrente mês de Dezembro.
Fonte: Gabinete de Imprensa do HNSR, EPE»
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12/12/2007 09:29:00 da manhã
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Hospitais aderem a parto natural
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12/04/2007 09:53:00 da manhã
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
No Hospital do Barreiro
Este novo curso inclui o método psicoprofilático, realizado pelas Enfermeiras Obstetras desta Instituição, que tem como objectivo diminuir a tensão e o medo da grávida/casal, reduzir a dor no parto e prevenir a depressão pós parto. Com este método pretende-se uma mudança de comportamento da grávida/casal para que participemactivamente durante o trabalho de parto e o parto.
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12/03/2007 10:05:00 da manhã
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Parto de cócoras rende prêmio a grupo do Caism
"Foi uma surpresa muito agradável. É uma forma de dar à comunidade o conhecimento sobre o método de resiliência utilizado para a preparação para o casal grávido e para estimular um parto mais natural, com pouca ou nenhuma intervenção médica", disse Sabatino.O grupo vem desenvolvendo esse trabalho no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) desde a década de 80 e é, segundo Sabatino, o único local do País a aplicar esse método de resiliência para facilitar o parto natural de cócoras.
"Em medicina, resiliência é a capacidade que a pessoa tem de superar uma adversidade. E o parto natural é visto por muitos como adversidade", explicou o médico. Esse método ajuda os pais a se prepararem para o nascimento na posição de cócoras. São feitas aulas semanais e consultas com vários profissionais, como psicólogo, professor de ioga e obstetra, além de outros voluntários. "Eles trabalham os principais pilares da humanização, que são respeitar os processos fisiológicos, a participação multiprofissional e respeitar costumes individuais e regionais do casal", informou o médico.
O trabalho de pesquisa revelou que o parto na posição de cócoras apresenta vários benefícios em relação ao realizado na posição ginecológica. Bebês nascidos por esse método obtêm melhor resultado no teste de Apgar, que é feito em recém-nascidos para avaliar a sua saúde. Segundo o obstetra, na posição de litotomia (ou ginecológica) é o médico quem tem mais facilidade para fazer as manobras necessárias para o parto.
"A posição vertical (cócoras) é a mais indicada porque a criança conta com a ajuda da gravidade para percorrer o caminho (até sair do corpo da mãe)", exemplificou. Além disso, acrescentou o médico, a postura provoca uma perda sangüínea menor.Outro benefício é que, nesta posição, a mulher tem que fazer menos esforço. "Na outra, a mãe faz muito esforço e isso traz prejuízos tanto para a mãe quanto para a criança", disse Sabatino. O médico explicou que, na postura de cócoras, a bacia se abre com mais facilidade, favorecendo a saída do bebê.
"Aumenta em até 30% o espaço para a criança sair."A pesquisa mostrou ainda que, quando as mulheres estão deitadas, o útero e o peso do bebê comprimem os vasos sangüíneos (como a aorta e a veia cava), provocando falta de oxigênio. "Isso faz com que a circulação fique comprometida, inclusive a da placenta, e a criança sofre por isso", disse o coordenador do grupo. O grupo também oferece aulas a distância para profissionais dessa área.
Informações sobre o programa estão disponíveis no site www.extecamp.unicamp.br/parto_alternativo. Para agendar uma entrevista, os interessados devem ligar para (19) 32418873 e falar com a psicóloga Sílvia Nogueira Cordeiro.»
Fonte:Cosmo
Link:http://www.cosmo.com.br/cidades/campinas/integra.asp?id=213743
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11/29/2007 12:20:00 da tarde
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
Cesarianas assistidas elevam risco de infecções
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11/06/2007 02:13:00 da tarde
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Deixem os pais assistir ao nascimento dos filhos
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10/31/2007 09:19:00 da manhã
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
UM... DOIS... TRÊS... QUATRO!
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10/29/2007 09:37:00 da manhã
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Meio milhão de mulheres morre por ano do parto e da gravidez

«Os indicadores de mortalidade materna nos países em desenvolvimento pouco mudaram ao longo dos últimos 15 anos, revela um estudo publicado hoje na revista científica britânica "Lancet". Mais de meio milhão de mulheres morrem anualmente no planeta em decorrência de complicações na gravidez e no parto, sendo que cerca de 99 por cento dos óbitos têm lugar em países em desenvolvimento.
"De todos os indicadores de saúde, a mortalidade materna é aquele que revela o maior fosso entre as mulheres pobres e ricas, seja a comparação feita entre ou dentro dos países", afirma Thoraya Ahmed Obaid, responsável do Fundo das Nações Unidas para as Populações. Na sua opinião, é urgente promover "a ideia de que nenhuma mulher deveria morrer por dar à luz".
De acordo com a "Lancet", foram registadas em todo mundo quase 536 mil mortes durante (ou logo após) a gravidez no ano de 2005. A actual taxa de mortalidade materna é de 402 óbitos para cada cem mil nascimentos, quando em 1990 o rácio era de 425. A maior parte dos óbitos está concentrada na África subsariana (270.500, ou seja, cerca de metade do número global de mortes) e na Ásia (240.600, valor que corresponde a 45 por cento).
O estudo coordenado por Ken Hill, docente da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, mostra que a mortalidade materna caiu num ritmo inferior a um por cento ao ano entre 1990 e 2005. É incrivelmente pouco, avaliam os especialistas, para um planeta que há sete anos fixou metas ambiciosas para os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Até 2025, pretendia-se reduzir em 75 por cento os indicadores de 1990.
Fosso entre Europa e África
Há muitas formas não geográficas de medir a distância entre Europa e África. Um exemplo: por cada cem mil nascimentos anuais, morrem 900 africanas e nove europeias por complicações da gestação ou do parto.
A situação em países de língua portuguesa, como Angola e Moçambique, "é dramática", admite Nuno Montenegro, professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto e presidente da Comissão Nacional da Sub-especialidade de Medicina Materno-fetal. "Há relatos de mulheres a dar à luz numa maca, tendo outras mortas ao lado. Não há gente que chegue para acudi-las, existe uma enorme necessidade de quadros especializados e uma total falta de recursos", descreve Montenegro. O médico defende como aposta a qualificação de profissionais no terreno, evitando assim que os formados não regressem ao país de origem.
Os estudos publicados indicam caminhos de intervenção: nos locais onde há planeamento familiar, métodos contraceptivos e a realização de abortos nas circunstâncias clínicas adequadas, a mortalidade materna cai em média para um terço e a infantil reduz em 20 por cento.
A "Lancet" publica não só vários estudos sobre mortalidade materna, mas também um editorial sobre o tema. Vinte anos após o arranque do programa de cuidados materno-infantis da Organização Mundial de Saúde, a revista britânica sublinha que as mulheres não podem continuar a ser vistas "apenas como mães".»
Fonte:Público
Link:http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1307443&idCanal=10
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10/15/2007 09:21:00 da manhã
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quinta-feira, 20 de setembro de 2007
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Dentro da banheira para controlar melhor a dor no momento do parto
"As mulheres têm medo da dor, mas o que pretendemos mostrar é que o controlo pode ser feito de outras formas, para além da epidural", explica a enfermeira-parteira Elisa Santos, uma das responsáveis pelo trabalho de implementação do parto natural na unidade do Porto. É claro que, numa sociedade de consumo rápido em que a maioria das mulheres "não estará preparada para ser mãe", o parto pode ser um momento difícil. Mas o objectivo é "mostrar e proporcionar outros métodos de relaxamento". Um caminho que outros países europeus percorreram já.
O director do serviço de Obstetrícia do HSJ, Nuno Montenegro, salienta que a nova unidade terá vantagens imediatas na humanização do serviço: deixará de ser numa cave onde nunca há luz directa. Outro passo que está em negociação é criação de uma entrada directa do exterior para o bloco de partos, sem ter que passar pela urgência geral do hospital. Uma porta que, diz o responsável, "já existia em 1959" e foi depois desactivada. Uma medida que se explica porque "o primeiro impacto ao chegar ao hospital é crucial para a forma como as grávidas se sentem acolhidas". Claro que isso passa também "por um melhor treino dos profissionais de saúde que estão na linha da frente", que estão demasiado tempo atrás do computador e poucas vezes olham directamente para as utentes.
A humanização que tem vindo a ser implementada no HSJ passa também, diz Nuno Montenegro, por criar "normas de actuação em que a grávida opte por não ser medicalizada", seguindo o que são as recomendações da Organização Mundial de Saúde e a evidência científica "que está em actualização permanente". Actualmente, "estamos a repensar a tecnologia" e há que dar possibilidade à mulher "de optar". Mas sempre sem "pôr em causa a segurança e a saúde da mãe e do filho". Por enquanto, explica Elisa Santos, ainda são poucos os casos das mulheres que chegam ao hospital com informação e vontade de fazer um parto natural. Mas o hospital ainda não lançou ainda a sua estratégia de divulgação: assim que a nova unidade estiver pronta, será feita uma campanha de divulgação junto dos centros de saúde e será criada uma página na internet para informar, nomeadamente, sobre o que é isso do parto na água. Personalizar o atendimento passa também por disponibilizar o nome da enfermeira-parteira de cada turno mais vocacionada para o parto natural.
Mas é essencial, diz Elisa Santos, que as mulheres "estejam informadas sobre o parto e saibam o que querem". Humanizar é "retirar a parte da frieza das unidades, desconstruir as regras e as rotinas e tentar não desinserir a mulher do ambiente familiar". Mas não se pode "impor o parto natural" a nenhuma grávida: "Temos que respeitar o seu ritmo e vontade".»
Fonte: Diário de Noticias
Link: http://dn.sapo.pt/2007/08/16/sociedade/dentro_banheira_para_controlar_melho.html
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Paulo Pires
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9/03/2007 04:33:00 da tarde
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