
«A chegada do primeiro filho é motivo de alegria e ansiedade para os pais e familiares da criança. Afinal de contas, será o primogênito e provavelmente o mais bajulado da casa. Mimos à parte, a necessidade do planejamento financeiro é essencial para tentar equilibrar o orçamento doméstico após a chegada do novo membro da família e, assim, evitar surpresas desnecessárias. Investir em uma caderneta de poupança e cortar gastos desnecessários estão entre as atitudes mais sensatas na opinião dos entrevistados.
Segundo o economista Wagner Ismanhoto, a palavra planejar torna-se indispensável no dicionário de qualquer casal que pretende ter um filho. Para ele, o nascimento é algo maravilhoso, porém, as eventuais dificuldades financeiras que acompanham uma gravidez fazem a situação piorar. “O bom senso manda que se tenha uma condição financeira mínima para dar um atendimento adequado a essa criança”, ressalta.
O planejamento deve ter início após o casamento. De acordo com Ismanhoto, a economia deve começar a partir do momento em que o casal decide ter um filho. Se isso ocorrer após três anos, é viável que se reserve uma parte do orçamento para ser aplicado exclusivamente após o nascimento da criança. Vale lembrar que os primeiros gastos têm início logo após detectada a gravidez, a partir de exames preliminares e de acompanhamento médico.
Para economizar, ele recomenda o corte imediato de gastos a princípio desnecessários, como assinatura de revistas, serviços de Internet e televisão a cabo. “A partir do momento que, mesmo fazendo um planejamento não se consegue fechar as contas, isso é normal. Planejar não significa necessariamente colocar as contas em equilíbrio. É uma questão de ajuste no orçamento familiar”.
A prioridade do novo orçamento são produtos e atendimento básicos que toda criança necessita, independentemente de algum tipo de reserva que tenha sido feita, como consultas médicas, gastos com farmácia, fraldas e alimentação. Para se ter uma idéia, das sete vacinas que são necessárias no primeiro ano de vida, duas são aplicadas apenas em estabelecimentos particulares ao custo de aproximadamente R$ 400,00.
“Esses são considerados os gastos mínimos que uma criança tem no início da vida”. O economista afirma que indicar a porcentagem que o casal deve reservar do salário para o filho é variável de acordo, por exemplo, com a condição social da família.
E para quem acredita que esta é a fase mais dispendiosa da vida, o economista faz um alerta. “Dizem que a fase das fraldas é a mais barata. Depois disso tem a escola, os materiais escolares e muitos outros gastos.”
Investimento
O economista Saulo Batistela de Lima também afirma que é difícil destinar um valor exato do orçamento doméstico para o bebê, uma vez que a quantia é proporcional ao padrão de vida do casal. Ele também recomenda que os casais façam uma reserva de, no mínimo, nove meses - tempo que dura a gestação.
“Se forem depositados R$ 250,00 (por mês) durante este período, com a chegada do filho o valor será de R$ 2.250,00, o que dará para cobrir alguns custos iniciais”. Ele afirma que a economia mensal deve oscilar entre 15% e 20% dos rendimentos do casal.
A professora Keila Cristina Armando de Moraes deu à luz seu primeiro filho há um mês. Ela afirma que, quando decidiu ter a criança, não tomou atitudes como abrir uma conta poupança, porém, foi se planejando financeiramente para investir em seu filho.
Ela possui convênio médico e, no momento, as despesas com alimentação são mínimas em razão do período de amamentação. Com o tradicional chá de bebê, ganhou muitos pacotes de fraldas. O único gasto atualmente é em relação a roupas. “Ele está crescendo muito rápido e as roupas de nenê são caras”. Para solucionar o problema, ela irá gastar entre R$ 80,00 e R$ 100,00 mensais com esses produtos.»
Fonte:JCNet
Link:http://www.jcnet.com.br/editorias/detalhe_economia.php?codigo=125480
terça-feira, 11 de março de 2008
Poupança pode aliviar a chegada do primeiro filho
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3/11/2008 09:35:00 da manhã
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segunda-feira, 10 de março de 2008
Aspirina pode ser uma aliada de quem quer engravidar

«A aspirina é um analgésico e anti-inflamatório tradicional. O ativo do medicamento é o ácido acetilsalicílico, ele deixa o sangue mais fino, o que significa que não acontece a formação de coágulos. Há uma melhora na irrigação de todos os órgãos, inclusive no útero e na placenta.
A melhora de irrigação sanguínea vai trazer benefícios para quem tem problemas de coração e ajudar a prevenir o derrame cerebral. Além disso, essa irrigação vai dar uma mãozinha para quem está querendo engravidar e para quem fez a fertilização in vitro, impedindo coágulos nos pequenos vasos do útero e da placenta.
A doutora Silvana Chedid, especialista em reprodução humana, da Clínica Silvana Chedid Medicina Reprodutiva, acrescentou, “Com isso a fixação do embrião no útero fica mais assegurada. Isso faz com que a gravidez se mantenha”.
Aspirina Infantil
Para ser usada nesses casos, a indicada é a aspirina infantil, que tem a dosagem baixa, de 100ml, e por isso mesmo aumenta a circulação na medida certa para a gestante.
O doutor José Bento de Souza, ginecologista e obstetra, da Clínica José Bento de Souza, disse que a aspirina deve ser administrada somente no começo da gravidez, “A mulher pode tomar a aspirina infantil no início da gestação, ou antes de engravidar, e funciona muito bem. No final da gravidez é perigoso, porque pode aumentar demais a circulação sanguínea”.
Lembre-se de que, o uso de aspirina ou qualquer outro medicamento, ainda mais durante a gravidez, deve ser feito somente com orientação médica. Este procedimento está contra indicado para quem tem alergia ao medicamento, ou problemas no estômago, por exemplo. Auto medicação em qualquer caso é sempre muito perigoso.»
Fonte:Badauê
Link:http://www.badaueonline.com.br/2008/3/6/Pagina27928.htm
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3/10/2008 02:17:00 da tarde
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Saúde: Um em cada três partos realizados em 2006 foi cesariana
«Lisboa, 07 Mar (Lusa) - Um em cada três partos realizados em 2006 em Portugal foi por cesariana, valor hoje considerado um "problema de saúde pública" pelo médico Vicente Pinto, que defendeu como solução "tratar como natural o que é natural".
Numa discussão sobre riscos do aumento do número de cesarianas nos países em desenvolvimento, no âmbito do 20º Congresso Europeu de Ginecologia e Obstetrícia, o especialista português lembrou que a meta do Plano Nacional de Saúde é fixar em 24,8 por cento a taxa de cesarianas em 2010.
Na Europa, o número médio de cesarianas é de 19 por cento.
"Em Portugal, as cesarianas são um problema de saúde pública que está a aumentar e é um procedimento que não beneficia a mãe nem o bebé. Em 2001, o número era de 29,7 por cento, em 2004 de 33 por cento, em 2005 de quase 35 e em 2006 de 33,5 por cento", apontou, no congresso que termina sábado, em Lisboa.
A redução que se registou entre 2005 e 2006 foi "um bom sinal", defendeu Vicente Pinto, mas "não foi suficiente e há mais a fazer".
Para justificar os números ainda elevados, o antigo director da Maternidade Alfredo da Costa (MAC) referiu à Lusa os pedidos da mulher - por temer complicações no parto vaginal ou consequências na vida sexual posterior - e o adiamento cada vez mais comum do momento da maternidade.
"Por motivos profissionais ou falta de reais recursos financeiros, as mulheres têm filhos cada vez mais tarde e a elasticidade do seu corpo é obviamente diferente aos 20 do que depois dos 30 anos", precisou.
No entanto, o clínico lembrou que uma cesariana é uma operação, que acarreta riscos idênticos a qualquer intervenção cirúrgica, um internamento mais prolongado e inúmeros problemas médicos.
Para contrariar o crescente número de cesarianas - em 2005 representavam 39 por cento dos partos na região Norte e 35 por cento em Lisboa - a MAC introduziu algumas medidas, nomeadamente não fazer induções de parto sem indicação médica.
Vicente Pinto defende que o acompanhamento de uma enfermeira-parteira por parturiante, como acontece na Finlândia, "quase resolvia todos os problemas".
"Há que fazer natural o que o é, e o parto é algo natural", resumiu Vicente Pinto, lembrando que a Finlândia tinha em 2004 o melhor valor de cesarianas na Europa dos 15 (16,4 por cento).
Frisou ainda que depois de uma cesariana é possível fazer um parto vaginal, desmistificando a ideia que "depois de uma cesariana, segue-se outra".
Na conferência de hoje, o especialista dinamarquês Weber apresentou técnicas alternativas à cesariana, designadamente para África, a fim de se evitarem novas infecções VIH/SIDA por eventual necessidade de transfusão de sangue.»
Fonte:RTP
Link:http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=331489&visual=26
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3/10/2008 09:19:00 da manhã
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sexta-feira, 7 de março de 2008
Espaço Saúde oferece consultas no Dia Internacional da Mulher
«COIMBRA
Os Espaços Saúde e Fertilidade, em Coimbra, vão promover um conjunto de iniciativas abertas à comunidade, amanhã, Dia Internacional da Mulher.
Consultas gratuitas e um fórum de debate sobre temas relacionados com a saúde feminina constituem os pontos principais do programa acessível a qualquer pessoa.
Ao longo de todo o dia, o corpo clínico do Espaço Saúde vai estar à completa disposição do público que queira visitar aquelas instalações situadas na rua do Brasil (340 r/ch). Todas as pessoas interessadas podem, ainda, sob marcação, obter uma consulta gratuita para aquela data, com qualquer dos especialistas que ali trabalham nas áreas da Ginecologia, Obstetrícia, Cardiologia, avaliação de fecundidade e de fertilidade masculina (espermograma) e Psicologia Clínica.
As marcações podem ser feitas para o telefone 239 781 030 ou por e-mail: geral@espacofertilidade.pt.
O Espaço Saúde organiza ainda, no mesmo dia, entre as 10H00 e as 12H00, um fórum dedicado aos problemas de saúde da mulher, em que será dado particular destaque aos cuidados preventivos de foro ginecológico, às doenças cardiovasculares e à osteoporose.
Os Espaços Saúde e Fertilidade assumem um conceito diferente de serviços na área da saúde da mulher. A promoção da saúde da mulher em todas as fases da sua vida é um aspecto importante, assim como o estudo e tratamento de situações de esterilidade, nas suas vertentes feminina e masculina, de forma integrada e num único local, proporcionando aos seus utentes um atendimento personalizado, num ambiente acolhedor e no menor tempo possível.
A directora científica deste Espaço, Teresa Almeida Santos, reforçou no início de Janeiro a oferta do Espaço Saúde ao abrir duas consultas novas: Cardiologia e Endocrinologia. A equipa desenvolve assim uma abordagem médica integrada e alargada, colmatando necessidades frequentemente sentidas pelas
mulheres e permitindo às pacientes desfrutar de uma série de benefícios que vão desde a comodidade à eficiência e rapidez dos serviços propostos.
A medicina de reprodução é uma outra vertente do trabalho desenvolvido pelo Espaço, sendo uma área principalmente dirigida aos casais estéreis ou inférteis. O Espaço Fertilidade disponibiliza contudo, além dos serviços associados ao acompanhamento da gravidez e ao estudo e tratamento de situações de esterilidade, um conjunto de ofertas complementares, como o curso de preparação ao parto e sessões de preparação para a gravidez e parentalidade.
No Espaço Fertilidade é possível realizar ecografias ginecológicas ou obstétricas, nomeadamente ecografias em três dimensões, por médicos dotados de grande experiência. Ali funciona, ainda, um curso de preparação para o parto destinado a todas as grávidas que desejem conhecer melhor os seus mecanismos. Daí, que as grávidas que o pretendam podem preparar-se para este momento único das suas vidas, diminuindo a ansiedade e os “medos” que surgem ao longo da gravidez.
“Conversas com os pais” é um espaço de preparação para a gravidez e parentalidade, que funciona sob a orientação da equipa de Psicologia Clínica e é destinado a futuros pais ou a casais a quem se levantam questões ou dúvidas após o nascimento de um bebé.»
Fonte:Diário as Beiras
Link:http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=56588&ed=07032008
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3/07/2008 02:34:00 da tarde
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Fraldas poderão ser recicladas

«O Governo está a estudar um sistema de reciclagem nacional de fraldas descartáveis, já que todos os dias são depositadas toneladas destes resíduos em aterros, onde podem resistir 500 anos.
Apenas nos distritos de Lisboa e Porto as fraldas são queimadas, juntamente com o lixo doméstico. No resto do país, não existe qualquer solução para este tipo de resíduos.
O Ministério do Ambiente está a estudar a possibilidade de instalação de unidades de reciclagem, estando prevista a conclusão do relatório sobre viabilidade financeira e económica para o final deste semestre.»
Fonte:Correio da Manhã
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=280175&idselect=21&idCanal=21&p=200
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3/07/2008 09:28:00 da manhã
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quinta-feira, 6 de março de 2008
Fraldas de pano começam a substituir as descartáveis

«As fraldas de pano começam a tomar o lugar das descartáveis, incluindo em Portugal onde pais preocupados com o ambiente recusam enviar para aterro um resíduo que demora 500 anos a deteriorar-se e cuja reciclagem não está autorizada.
As novas fraldas de pano têm um design semelhante às descartáveis, fecham-se com velcro, botões ou uma mola de plástico macio composta por três pontos de fixação e vendem-se apenas na Internet.
"Há três anos, quando nasceu a minha filha mais velha, deparei-me com a dificuldade de arranjar fraldas de pano em Portugal. Comecei a encomendar do estrangeiro e decidi então pedir mais quantidades e disponibilizar esses produtos num site", contou à agência Lusa Lia Nogueira, que se dedica em part-time a este negócio que regista cerca de 30 encomendas por mês.
Embora mais caras do que as fraldas descartáveis, as fraldas de pano acabam por sair mais baratas, defende Lia Nogueira: "Lavam-se na máquina a uma temperatura normal e misturadas com a outra roupa, e estão prontas a usar novamente. Além da vantagem de não estragarem o ambiente".
A www.ecobebes.com, de Lia Nogueira, e a www.naturkinda.com são os únicos locais nacionais nos quais as fraldas amigas do ambiente estão à venda, assim como outros produtos ecológicos destinados aos bebés.
Uma fralda de pano custa entre três e 12 euros, e pode ser coberta por uma capa de malha ou de plástico (que custa perto de 13 euros) que protege a roupa da criança de ficar suja ou molhada.
As linguetas, tecidos turcos absorventes que têm a forma de um penso higiénico e servem para aumentar a eficácia das fraldas, estão também à venda naqueles sites a menos de um euro cada, assim como rolos de papel protector que se coloca por cima da lingueta para separar as fezes e que, depois de usado, deve ser deitado na sanita.
À venda, embora esgotado, encontra-se a "fralda tudo em um", considerada mais prática por não necessitar de capa protectora e por já incluir a lingueta, sendo recomendada nos sites para saídas, creches ou amas.
Nos Estados Unidos o uso das fraldas de pano é bastante mais comum do que em Portugal, onde poucas pessoas compram estes produtos por razões ambientais.
Em Inglaterra, onde existe reciclagem das fraldas descartáveis, o consumo de fraldas de pano continua a aumentar, o que é visível na abertura de lavandarias especializadas neste segmento de mercado e que vão a casa dos clientes buscar as fraldas de pano sujas e voltam a entregá-las já limpas e passadas a ferro.
Os últimos estudos internacionais indicam que um bebé usa, nos seus primeiros anos de vida, quase cinco mil fraldas, o que equivale a uma tonelada.
Os resíduos da fralda, onde o pior para o ambiente é o plástico, demoram cerca de 500 anos a deteriorar-se num aterro, razão por que é muitas vezes considerado um dos piores resíduos domésticos.»
Fonte:Açoriano Oriental
Link:http://acorianooriental.sapo.pt/noticias/view/117247
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3/06/2008 10:11:00 da manhã
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Portuguesas são das mais sensibilizadas para o cancro do colo do útero na Europa

« 04-Mar-2008
Na próxima quinta-feira, dia 6 de Março, especialistas internacionais e nacionais debatem a situação actual e as perspectivas futuras do cancro do colo do útero no contexto mundial, no âmbito do 20º Congresso Europeu de Obstetrícia e Ginecologia, pelas 11h00, no Hotel Pestana Palace, em Lisboa.
O encontro servirá também para abordar e comentar os mais recentes dados que referem que 89 por cento as mulheres portuguesas (mães de jovens entre os 9 e os 17 anos) estão sensibilizadas para o tema do cancro do colo do útero. Apenas a Bélgica surge à frente de Portugal com 94 por cento. Quando inquiridas as próprias jovens, dos 18 aos 25 anos, o resultado é semelhante. De acordo com o estudo, 80 por cento das portuguesas afirma que se encontram sensibilizadas para a problemática, logo atrás da Áustria com 85 por cento.
Portugal é o país europeu com maior incidência de cancro do colo do útero e onde morre uma mulher por dia devido a esta patologia. Felizmente esta doença pode ser prevenida através de rastreio para as mulheres com mais de 25 anos e vacinação para as mulheres entre os 9 e 26 anos de idade.
Marcam presença na conferência diversos opinion leaders internacionais, nomeadamente: Javier Cortes-Bordoy (Coordenador do Grupo de Vacinação do HPV em Espanha); Elmar Joura (Departamento de Obstetrícia e Ginecologia na Universidade Médica de Viena); Margaret Stanley (Departamento de Patologia na Universidade de Cambridge no Reino Unido).
Na Europa, são anualmente diagnosticados cerca de 33.500 cancros do colo do útero e 15 mil mulheres morrem em consequência da doença por ano (o equivalente a 40 mulheres por dia e duas mulheres por hora) 3. Em Portugal, morre uma mulher por dia e três novos casos são diagnosticados.»
Fonte: CiênciaPT
Link:http://www.cienciapt.info/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=39647&Itemid=1
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3/06/2008 09:16:00 da manhã
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quarta-feira, 5 de março de 2008
Cheques para aumentar natalidade

«Foram ontem entregues os primeiros três vales de compras a outros tantos casais que residem na freguesia de Landim, no concelho de Vila Nova de Famalicão. Em comum têm o facto de terem sido pais este ano.
Trata-se de uma iniciativa protocolada entre a junta de freguesia e o hipermercado E. Leclerc, com o objectivo de incentivar a natalidade. Haverá mais seis casais abrangidos nos próximos tempos por este projecto.
O vale só pode ser usado em compras no hipermercado que comparticipa o cheque em 200 euros, sendo o restante atribuído pela junta local.
Actualmente, a freguesia tem 3500 habitantes e os autarcas estão apostados em tentar inverter a queda da natalidade, através deste protocolo, tendo em conta que entre 2000 e 2005 nasceram menos 15 crianças na freguesia. Mas apenas no último ano o decréscimo de nascimentos em relação a 2006 se cifrou em cinco bebés.
A junta de freguesia espera pelo menos um ‘miniboom’ da natalidade, até porque a freguesia está dotada de condições para o crescimento dos mais pequenos. Dispõe mesmo de um jardim-de-infância que tem a valência de creche.»
Fonte: Correio da Manha
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=279990&idselect=10&idCanal=10&p=200
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3/05/2008 02:08:00 da tarde
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Grã-Bretanha registra recorde de gravidez acima dos 40 anos

«O número de mulheres grávidas acima dos 40 anos na Grã-Bretanha aumentou em 6% entre 2005 e 2006 e atingiu um recorde nacional, indica uma pesquisa divulgada pelo Escritório Nacional de Estatísticas.
Em 2006, 25,4 mil mulheres com mais de 40 engravidaram, uma média de 12,2 para cada mil mulheres, seguindo uma tendência que já vinha sendo apontada nos anos anteriores.
O recorde até então era de 23,6 mil mulheres grávidas em 2005, 11,5 para cada mil mulheres.
Durante o mesmo período, no entanto, o número de adolescentes grávidas diminuiu de 41,4 para 40,7 em cada mil jovens entre 15 e 17 anos.
Fertilidade
A maior taxa de gravidez ficou entre as mulheres entre 25 e 29 anos. Neste grupo, o número de mulheres grávidas foi de 129 em cada mil.
O levantamento indica ainda o número de mulheres que engravidaram no ano de 2006 foi de 866.800 – um aumento de 3% com relação a 2005.
De acordo com o especialista em reprodução do Centro de Medicina Reprodutiva de Coventry, Robert Kennedy, há duas possíveis razões para o aumento no número de casos de gravidez acima dos 40 anos.
"A tendência social das britânicas é de retardar a gravidez para dar conta da vida profissional e da carreira", afirmou Kennedy à BBC Brasil.
Segundo ele, os tratamentos para infertilidade também podem ter influenciado o aumento.
"A concepção assistida está tratando mulheres acima dos 40 anos que em outras circunstâncias não poderiam engravidar e certamente essa prática tem melhorado com os anos", disse Kennedy.
Adolescentes
No caso das adolescentes, o governo britânico pretende continuar sua campanha para reduzir em 50% o número de concepções até 2010.
De acordo com a Juliet Hillier, da ONG Brook, que trabalha com saúde sexual de adolescentes, a tendência é que a taxa de jovens grávidas continue a diminuir.
“Precisamos de quatro metas em todo o país para contribuir com a diminuição no número de adolescentes grávidas: atendimento clínico de qualidade e de fácil alcance, educação sexual nas escolas e a determinação de autoridades locais”, afirmou. »
Fonte:BBC
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/03/080303_gbgravidezquarenta_np.shtml
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3/05/2008 09:34:00 da manhã
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terça-feira, 4 de março de 2008
Gestantes devem estar com a bagagem preparada para a chegada do bebê

«Redação, com colaboradores [03-03-2008]
Chegou a hora, o bebê vai nascer e o que levar para o hospital? Os futuros-papais devem estar prevenidos, com suas malas prontas, evitando o estresse na hora de ir para a maternidade. “Se a gravidez estiver correndo bem, a mala que será levada para o hospital deve estar preparada, no mínimo, um mês antes da data prevista do nascimento. Se for uma gravidez de risco, a mala deve estar pronta com mais antecedência”, orienta a enfermeira obstetriz Simone Rocco, que ministra cursos para gestantes.
Tanto em parto normal quanto em cesárea, a gestante deve levar ao hospital tudo o que for útil e importante para ela, garantindo o seu conforto nesse momento de mudança pelo qual está passando. “Às vezes, a simples falta de um pijama pode causar um grande transtorno, pois a mamãe está num ambiente diferente, com visitas a toda hora, rotinas absolutamente novas com a chegada do bebê. Por isso, precisamos compreender que nada é exagero nessa hora”, comenta a enfermeira.
Todas as roupas que a mamãe usará no hospital devem ser confortáveis, sem transparência nem muitos laços ou rendas, e precisam facilitar a amamentação. “O ideal é que seja levado pelo menos um pijama, ou camisola, para cada dia de internamento”, frisa a especialista. A gestante deve providenciar também calcinhas pós-parto e sutiãs próprios para a amamentação e, se indicado pelo médico, uma cinta específica para o período após a cesárea.
O acompanhante tem um papel muito importante nesse período e também deve providenciar sua bagagem com roupas de dormir, produtos de higiene pessoal e, principalmente, a máquina fotográfica. “É ainda muito importante que essa pessoa seja alguém próximo, para que a mamãe não se desgaste orientando tudo em todas as ocasiões: o que fazer quando chegar visitas? E se o bebê precisar mamar e houver muitos curiosos no quarto? O ideal é que o acompanhante seja alguém com quem a gestante tenha bastante sintonia”, aconselha Simone.
Os cuidados mais simples podem evitar estresse desnecessário e é por isso que a bagagem deve ser arrumada com antecedência. “Uma dica simples, por exemplo, é levar uma nécessaire transparente para que o acompanhante ache com facilidade um prendedor de cabelo, uma pinça ou qualquer outro objeto que a mamãe precise”, sugere.
A primeira bagagem
O bebê que está chegando também precisa ter uma mala completa para os seus primeiros dias de vida. São necessárias duas mudas de roupa para cada dia de internamento, além de fraldas, lenços umedecidos, mantas e outros itens. “Muitas maternidades oferecem um enxoval básico para o período pós-parto e a gestante deve se informar sobre isto antes de separar as roupinhas, mas ainda sim se deve levar o enxoval necessário para o dia de alta”, observa Simone.
As necessidades do neném, entretanto, não são apenas as roupinhas. Os pais precisam se lembrar de levar um bebê-conforto para o transporte até em casa, um quebra-sol para o vidro do carro e uma sacola-toalete para ter o necessário à mão durante o trajeto. “E é importante que seja levado ao hospital o álcool em gel para higienizar as mãos de qualquer um que queira segurar o bebê”, salienta.
Lista completa de itens para o enxoval:
Para a mamãe:
- Camisolas ou pijamas que facilitem a amamentação, um para cada dia.
- Roupão longo ou curto
- Chinelo confortável e seguro
- Sutiã próprio para amamentação, um para cada dia
- Calcinhas pós-parto, pelo menos uma para cada dia
- Cinta pós-parto, de acordo com a indicação médica
- Prendedor de cabelos
- Produtos de higiene pessoal
- Cosméticos de uso habitual
- Absorventes íntimos
- Documentos de identificação pessoal
- Roupas confortáveis para a alta hospitalar
Para o papai ou acompanhante:
- Pijama ou roupa de dormir adequada para o ambiente hospitalar
- Roupão
- Chinelo confortável e seguro
- Documento de identificação pessoal
- Máquina fotográfica
Para o bebê:
- Dois kits de malha: touca, luva e meia
- Duas mudas de roupa para cada dia: tip-top, sapatinho macio, meia, body e calça
- Duas mantas, uma quente e outra mais fresca. Um cobertor, conforme o clima
- “Saquinho de dormir”
- Vira-manta, quatro unidades. Deve ser o dobro do número de mantas
- Um pacote de fraldas descartáveis. Caso a maternidade ofereça, levar o suficiente para o transporte até em casa
- Quatro fraldas de boca para cada dia de internação
- Lenços umedecidos e pomada preventiva de assaduras
- Álcool gel para as mãos de quem for segurar o bebê
- Sacola-toalete, para ter à mão o essencial no retorno para casa
- Quebra-sol para o carro
- Bebê-conforto para o transporte»
Fonte:Panashop
Link:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_notas.php?id=17873
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3/04/2008 03:16:00 da tarde
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Recolha de fraldas porta a porta em estudo

«Governo está a avaliar a forma de tratar este lixo tão danoso ao ambiente
As fraldas poderão vir a ser recolhidas porta a porta e depois enviadas para a reciclagem. O Ministério do Ambiente ainda está a estudar o melhor sistema de recolha e reciclagem destes resíduos que ficam 500 anos no ambiente. Mas a empresa que detém a tecnologia do processo diz ter capacidade para recolhê-las em casa das famílias ou junto dos sistemas de recolha de lixos domésticos.
"Podemos fazê-lo das duas maneiras. Desde que fique garantido que estes resíduos não vão parar aos aterros mas são reciclados. E que há uma entidade gestora a gerir esse sistema", disse ao DN Aura Carvalho, da Tecnoexpor, uma empresa que está há dois anos à espera de autorização do Governo para implementar a tecnologia em Portugal.
O Ministério do Ambiente está a estudar a viabilidade económica e financeira da montagem de uma fileira própria para estes resíduos, à semelhança do que existe para as embalagens ou os óleos. E promete ter uma resposta no final deste semestre. A dificuldade deste sistema prende-se com o facto de, actualmente, ainda não haver operadores no mercado a fazer este trabalho.
O que já parece certo é que, numa primeira fase, a recolha será feita junto de grandes produtores como as creches ou os hospitais. Quando o sistema for alargado, será possível retirar do lixo doméstico este material que detém restos orgânicos e plástico. A legislação comunitária obriga a evitar que os aterros recebam matéria orgânica e materiais com potencialidade de reciclagem.»
Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/2008/03/03/sociedade/recolha_fraldas_porta_a_porta_estudo.html
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3/04/2008 09:33:00 da manhã
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segunda-feira, 3 de março de 2008
Aposte mais nas atividades naturais e fuja do estresse

«Práticas como ioga, meditação e canto são aliadas da mulher moderna
Após conquistas no mercado de trabalho e na sociedade, a mulher moderna sofre as conseqüências de desempenhar vários papéis e, ainda, ser obrigada a manter a feminilidade.
Com isso, os níveis de estresse vivem no limite e os resultados são distúrbios hormonais, depressão, dificuldade para engravidar, pânico, tensão pré-menstrual, entre outros males.
Segundo Jovana Bigoti, professora de ioga, dança e práticas de integração psicofísicas, grande parte desses problemas pode ser evitada, amenizada ou até curada com técnicas milenares, simples e naturais. Ela cita, por exemplo, que 80% das indianas não têm sintomas da menopausa devido à pratica de ioga. “As posturas, além de equilibrar a secreção de hormônios, também são excelentes para controle do estresse.”
Jovana explica que aprender a respirar corretamente é o principal foco nas aulas de ioga, e, conseqüentemente, o organismo fica mais forte e menos suscetível à doenças. Porém, alerta que é preciso saber que ioga não é “fest food”.
“Seu objetivo é cuidar do ser humano de forma integral e promover mudanças profundas nos aspectos físicos, mentais, emocionais, sociais e espirituais. O resultado depende da prática disciplinada e da vontade de nos livrarmos das neuroses e doenças do mundo em que vivemos.” A psicóloga Patrícia Cuocolo, do Espaço Integração, diz que TPM, dificuldade de engravidar, doenças no útero, ovários e seios têm origens no fato da mulher ter se distanciado de sua natureza, “cíclica e sábia, em que sua capacidade de silenciar para ouvir a própria intuição e as mensagens de seu reino interior ficou para trás.”
Jovana Bigoti reforça que essa “interiorização” é resgatada pela ioga. “Equilibramos corpo e mente, aprendemos a lidar melhor com a energia que empregamos em nossas tarefas, com o outro e consigo mesmas.” Ela diz que meditação, canto e dançaterapia também são técnicas que atingem a raiz do problema do estresse, resgatam a conexão interna, descansam a mente do excesso de informações e promovem estado de concentração e alegria. Outra alternativa é o ioga-pilates – para as que querem entrar em forma e se equilibrar longe das academias.
Dicas anti-estresse
• Ao acordar, conecte a mente e o corpo com a consciência infinita. Existe um poder supremo dirigindo espetáculo do universo, se entregue ao curso natural da vida
• Faça sua higiene corporal completa, eliminando impurezas e despertando o corpo e a mente com um banho em água de preferência fria ou na temperatura ambiente.
• Pratique posturas de ioga ou atividade física que traga a máxima consciência corporal e respiratória
• Realize suas refeições na hora certa, controlando durante a semana alimentos que estimulem demais a mente e o corpo como café, açúcar e temperos fortes. Evite jantar muito tarde, pois pode prejudicar seu sono
• Trabalhe com ética e sinceridade. Cultive bons relacionamentos
• Faça abstinência das palavras. Pratique o silêncio por pelo menos 10 minutos ao dia, apenas contemplando o momento presente, sem julgar os pensamentos que chegar a sua mente
• Se possível faça uma prática de meditação coletiva. Os trabalhos em grupo fortalecem a disciplina e a vontade
• Faça auto-massagem ao final do dia, se possível com óleo vegetal de boa qualidade. Ajuda a equilibrar o fluxo da energia, desobstruindo pontos de tensão
• Pratique o que no yoga chamamos de savásana (postura do morto). Deite-se com as pernas e braços levemente afastados. Puxe o queixo na direção do peito relaxando a musculatura do rosto, boca, língua, pálpebras, testa e bochechas. Mantenha a mente observando apenas a respiração, suave e profunda, chamada de abdominal. Sinta sua barriga subir na inspiração e descer na expiração
• Pratique a respiração abdominal ou apenas respiração consciente pelo menos duas vezes ao dia. Com a prática você será capaz de realizá-la em momentos de grande estresse, controlando os impulsos destrutivos à saúde
• Cultive hobbis que lhe façam ter mais contato com a natureza e interiorização, como jardinagem e artesanato. Mulheres que praticam trabalhos manuais despertam a feminilidade, delicadeza e sensibilidade
Fonte: Jovana Bigoti, professora de ioga, dança e práticas de integração psicofísicas»
Fonte:Bom Dia Bauru
Link:http://www.bomdiabauru.com.br/index.asp?jbd=3&id=86&mat=118087
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3/03/2008 02:12:00 da tarde
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Projecto "Nascer Cidadão" em todo o país até final do ano

« Regional | 2008-02-29 16:01
O Governo da República pretende alargar, até final do ano, a todos os hospitais públicos do país o projecto que permite o registo dos recém-nascidos na própria unidade de saúde, um serviço que entrou em funcionamento nos Açores.
No arranque do projecto "Nascer Cidadão" no Hospital de Ponta Delgada, o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, adiantou que mais de 28.800 crianças já foram registadas nos próprios hospitais e maternidades, desde a entrada em funcionamento, em Março de 2007, deste serviço.
O projecto "Nascer Cidadão" permite que os pais façam o registo do nome dos filhos recém-nascidos no local do nascimento, evitando deslocações às conservatórias do registo civil.
"Existem, actualmente, 20 hospitais públicos cujas maternidades têm em funcionamento o projecto e o objectivo é alargá-lo a todos os hospitais públicos do Continente até ao final do ano", disse o secretário de Estado da Saúde.
Segundo Manuel Pizarro, consegue-se assim que as 42 maternidades dos hospitais públicos permitam a realização do registo civil logo no momento do nascimento.
Além disso, vai ser disponibilizado, "a muito curto prazo", a possibilidade de, logo à nascença, serem atribuídos os números de Segurança Social, Cartão do Utente e, para quem o desejar, o número de identificação fiscal, acrescentou.
Também na cerimónia, o secretário de Estado da Justiça garantiu tratar-se de um projecto "simples, prático, que facilita a vida às pessoas e traz mais valias ", evitando desde logo deslocações às conservatórias.
Frisando tratar-se de um projecto jovem, que funciona de forma gratuita, João Tiago Silveira garantiu que o serviço já "é um sucesso" no país.
A percentagem dessas crianças que é registada através deste serviço "é de 73 por cento", o que demonstra uma utilização "bastante intensiva" do projecto, salientou o governante.
No arranque nos Açores do projecto, a secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz, evidenciou a particularidade de constituir também um instrumento de "ajuda", no sentido de permitir sinalizar eventuais situações de risco para intervenções na área da protecção social.
Para o vice-presidente do Governo Regional, Sérgio Ávila, com o alargamento do projecto aos três hospitais açorianos (Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta) "é dado mais um passo de modernidade, eficácia e de serviço público".
Lusa / AO online»
Fonte:Açoriano Oriental
Link:http://acorianooriental.sapo.pt/noticias/view/116405
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3/03/2008 09:24:00 da manhã
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Mais uma iniciativa de louvar

«Quando a filha de Carlos Pereira e Marta Veloso nasceu, o casal nem pensou que reunia as condições para receber o apoio que a Junta de Freguesia de Landim, concelho de Vila Nova de Famalicão decidiu atribuir como forma de alertar para a necessidade de contrariar a quebra da natalidade nesta localidade e no país.
Lara Filipa, com quatro meses de idade, não é fruto do incentivo à natalidade, mas o pai reconhece que "é uma boa iniciativa", até porque "para um jovem casal todas as ajudas são boas".
Carlos Pereira não sabe "até que ponto a medida da Junta de freguesia de Landim pode influenciar o aumento da natalidade", mas aponta que "é uma forma simbólica de ajudar".
Este jovem de 28 anos, residente em Landim já vai para 20 anos, trouxe a sua "cara-metade" para a freguesia e afirma que o apoio à natalidade até pode ajudar a fixar pessoas de fora.
Carlos Pereira já tinha lido uma notícia sobre o incentivo que a Junta de Landim começou a atribuir em Setembro do ano passado, mas só depois da filha ter nascido é que tomou consciência que podia aceder ao apoio, tornando-se um dos primeiros casais a beneficiar dele.
Os primeiros subsídios - em forma de vale de compras no valor de 250 euros - são entregues hoje.
Até ao momento, já foram beneficiados seis casais, avança o presidente da Junta de Freguesia de Landim, Carlos Ferreira, mas só três recebem hoje o vale do compras.
Para beneficiar deste apoio à natalidade, o casal tem de residir em Landim há mais de dois anos e estar recenseado na freguesia.
Ao que o “Correio do Minho” nasceram mais crianças na freguesia, mas a falta de recenseamento impede os pais de aceder ao apoio.
Entretanto, a Junta já alterou as condições e vai passar a exigir apenas o recenseado de um dos pais.
Cada nascimento premiado com 250 euros
Com uma população a rondar os 3500 habitantes, a Junta de Freguesia de Lan-dim decidiu "premiar" cada nascimento com 250 euros.
"Não é o dinheiro que vai fazer os casais ter mais ou menos filhos mas a população fica a saber que a junta apoia o aumento da população", sustentou Carlos Ferreira.
A medida é inédita no distrito de Braga.
Entre 2000 e 2006, houve menos 16 crianças nascidas em Landim, mas só de 2005 para 2006 o decréscimo foi de cinco crianças, aponta o autarca para quem os nú-meros, que seguem uma tendência nacional, "começam a ser preocupantes", até porque entende que "não há crescimento sem nascimentos".
Em 2007, foram baptizadas 33 crianças na freguesia, mais quatro que no ano anterior.
O presidente da Junta aponta a precariedade do emprego como um factor determinante para um casal decidir ter um filho, mas sublinha também a impor-tância da rede de equipamentos social. Em Landim, as famílias contam com jardim de infância, com a valência de creche, gerido pela Fábrica da Igreja.»
Fonte: Correio do Minho
Link:http://www.correiodominho.com/noticias.php?&IDTema=9&IDNoticia=31161
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2/29/2008 02:43:00 da tarde
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Onde pára a libido depois de nascer um filho?

«A falta de apetite sexual na mulher é muito frequente no período pós-parto, sendo um fenómeno muito comum no primeiro ano de vida do bebé. Não são lineares os motivos porque isso acontece mas decorrem, provavelmente, duma miscelânea de factores que estão associados à gravidez e ao parto.
O stress do nascimento
O nascimento de um filho é um acontecimento que interfere na dinâmica de qualquer relação amorosa, na medida em que tem um enorme impacto na vida quotidiana do casal.
Provavelmente, ninguém está completamente preparado para lidar com as pequenas e grandes interferências que lhe estão implícitas, sobretudo num primeiro filho. E ainda estão menos porque, na maioria dos casos, o filho era desejado.
E, desse modo, quase ninguém se prepara para os efeitos colaterais de stress que um acontecimento positivo pode ter.
Socorro, sou Mãe!
Vai exigir uma grande mobilização de tempo para cuidar do bebé e, pelo menos nos primeiros tempos, essa tarefa vai recair, no essencial, sobre a mulher. No tempo presente, é raro ter, de forma regular, a ajuda de familiares, nos cuidados que tem que prestar ao filho, completamente dependente da sua assistência.
Esta situação muitas vezes, provoca estados de fadiga física e psicológica, assim como perturbações do sono, sobretudo se o bebé também as tem, que diminuem claramente a disponibilidade para interagir sexualmente.
No plano biológico, a gravidez provoca desequilíbrios nas hormonas sexuais que podem interferir no desejo sexual e que só retornam ao equilíbrio, ao longo do ano que se segue ao parto.
Está ainda por esclarecer completamente esse papel, na medida em que a sua influência é variável de mulher para mulher, ou seja, nalgumas mulheres a interferência é clara, enquanto noutras não se regista qualquer alteração.
Para além do stress inerente ao ingresso do bebé na vida quotidiana do casal, as alterações hormonais e, possivelmente, na dinâmica dos neuro-mediadores cerebrais podem levar a mulher a sofrer de depressões variadas, quanto à sua expressão e intensidade.
Mesmo os estados depressivos mais ligeiros podem interferir negativamente no desejo sexual, sobretudo, como é o caso, se estiverem associados a outras tensões emocionais.
Falta de tempo
No domínio da dinâmica relacional, a relação é também alterada porque o bebé vem preencher uma parte do tempo que tinham um para o outro.
Se não tiverem atenção, a partilha de sentimentos e de emoções pode desaparecer completamente, uma vez que é substituída pelo conjunto de funcionalidades, derivadas da necessidade de cuidar do bebé.
Em paralelo, o facto de o homem não sofrer alterações significativas no desejo sexual também pode envolver problemas relacionais, sobretudo quando a mulher apresenta uma diminuição significativa na disponibilidade para interagir sexualmente.
Outras experiências de prazer, tantas vezes associadas ao prazer sexual, são igualmente relegadas para segundo plano. Acabam as saídas à noite, os fins-de-semana num local aprazível ou romântico, as idas ao cinema, ao teatro, aos concertos.
Mesmo as relações de amizade são perturbadas porque, mesmo que os encontros continuem a acontecer, são mais espaçados e menos agradáveis, porque uma parte do tempo acaba por ser gasto em torno dos cuidados do bebé.
É por isso que um casal, quando tem a felicidade de ter um filho, tem que se esforçar por encontrar soluções que lhes permitam limitar algumas das renúncias que o nascimento de um filho sempre implica.
Fonte: Saúde Semanário»
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2/29/2008 09:09:00 da manhã
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Mais de mil pessoas participaram no “Open Day”
«Lançada campanha “Traz Amigos”, que vai durar até ao dia 31 de Março.
Quase 1.200 pessoas aderiram ao “Open Day” promovido domingo nas piscinas municipais de Santa Maria da Feira, Lourosa e Fiães, experimentando as várias modalidades disponíveis, da natação à hidrobike, passando pelo surf, body board, cardio-fitness, massagens para bebés, pilates para grávidas, recuperação física pós-parto, musculação, body combat, entre muitas outras. As actividades de reabilitação não foram esquecidas, tendo havido demonstrações de aulas de hidroterapia, ginástica postural e Ai Chi.
Ao longo da manhã, o Centro de Saúde disponibilizou meios e três equipas de profissionais, que efectuaram avaliações de saúde gratuitas aos participantes. No período da tarde, foi a vez dos profissionais das piscinas avaliarem a condição física.
Entretanto, as piscinas municipais acabam de lançar a campanha “Traz Amigos”, que vai durar até ao dia 31 de Março. O utente que estiver activo e inscrito em classes ou no ginásio recebe, por cada novo utente que recomende e que se inscreva também em classes ou ginásio, um desconto de 10 por cento sobre a sua mensalidade, até Dezembro de 2008. Este desconto é mantido enquanto o utente que foi recomendado se mantiver activo. Com a recomendação de 10 amigos, o utente terá a mensalidade gratuita. Ao novo utente que se inscreva em classes será oferecido o valor da inscrição e da avaliação da condição física. »
Fonte:Terras da Feira
Link:http://terrasdafeira.pt/artigos.asp?action=art&id=8715&seccao=Local
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2/28/2008 02:25:00 da tarde
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Cérebro determina proteção a crianças

«Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, divulgaram um estudo que pode ajudar a entender o desejo que os seres humanos experimentam de proteger as crianças e cuidar delas – os chamados instintos paternal e maternal. Segundo os especialistas, a pesquisa pode ainda cooperar no tratamento da depressão pós-parto, que afeta cerca de 15% das mulheres e 3% dos homens em países desenvolvidos.
Segundo os especialistas, o impulso de proteção às crianças estaria ligada a uma área do cérebro conhecida como córtex orbitofrontal medial. Ela está localizada bem acima dos olhos, é ligada à região que trata do reconhecimento de rostos, além de ser peça-chave para o controle das emoções.
Perpetuação - Para medir o papel dessa região do cérebro nos instintos humanos, os cientistas avaliaram a atividade cerebral de voluntários. Sentados diante de um monitor, eles tinham que apertar um botão assim que a imagem de uma cruz projetada na tela mudava de cor. Entre essas imagens, eram exibidas rapidamente fotos de adultos e crianças desconhecidas dos voluntários.
O mapeamento cerebral instantâneo mostrou que não houve qualquer reação diante das imagens dos adultos. Porém, foi detectado grande estímulo cerebral quando os voluntários viam fotos das crianças.
“Acreditamos que a imediata resposta nos leva a tratar crianças de maneira especial”, avaliou Morten Kringelbach, neurocientista e um dos líderes da pesquisa, segundo a agência de notícias Reuters. “A resposta cerebral é tão rápida que temos quase absoluta certeza de que não há controle consciente sobre ela”.
Assim, conclui o cientista, o rosto de uma criança seria vital para a perpetuação da espécie humana. Isso porque, ao avistar um bebê, por exemplo, homens e mulheres se emocionam e tendem a oferecer proteção.
Depressão - A reação à imagem da crianças foi similar entre homens, mulheres e voluntários que não possuem filhos. Na avaliação do pesquisador, isso sugere que se trata de uma reação inata do ser humano.
Os estudiosos acreditam ainda que entender o mecanismo pode ajudar a prever ocorrências como a depressão pós-parto. O fenômeno ocorre quando, logo após o nascimento de um filho, pais e em geral mães dão pouco atenção à criança. “Essa qualidade inata não deve ser tão presente em pessoas que desenvolvem a depressão”, avalia Kringelbach.»
Fonte:Veja
Link:http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1&textCode=137485&date=currentDate
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2/28/2008 09:38:00 da manhã
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Portuguesas têm disponível teste ginecológico mais eficaz

«É amanhã apresentado um novo teste de detecção do Papilomavírus Humano (HPV), responsável pelo cancro do colo do útero, no laboratório do Genelab, no Biocant Park, em Cantanhede, pelas 15H00.
O Teste HPV, para além de detectar a presença do vírus no colo do útero, identifica o seu tipo com maior sensibilidade e mais cedo do que o método comum de rastreio – a citologia (conhecido como o papanicolau).
Em simultâneo, será também apresentado um inovador Painel de Testes que permitirá, pela primeira vez à mulher portuguesa, despistar com uma única colheita de amostra, várias Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s).
A apresentação será feita por Margarida Vieira, responsável científica do laboratório.»
Fonte: Ciencia PT
Link:http://www.cienciapt.info/pt/index.php?option=com_content&task=view&id=39601&Itemid=1
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2/27/2008 02:49:00 da tarde
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Alimentação e fertilidade: caminhos para a gravidez saudável

«A possibilidade do aumento de fertilidade desperta interesse e muita curiosidade, principalmente em quem deseja engravidar. Muitos dizem que a alimentação tem a ver como isso e pode, ou não, influir no assunto.
A nutricionista funcional, Daniela jobst, acredita que muitos alimentos podem sim beneficiar quem está na fase e, além disso, faz um alerta sobre os alimentos que também podem prejudicar que deseja engravidar nos próximos meses.
Ácido Fólico
Segundo Daniela, o ácido fólico (vitamina do complexo B) é muito importante para as mulheres que desejam ser mães. O suplemento é essencial para prevenir malformações no feto, principalmente nas primeiras semanas de gravidez. O ideal é iniciar o consumo reforçado da substância três meses antes de engravidar e mantê-lo até o terceiro mês de gestação.
Os candidatos a papai estão dispensados da ingestão do ácido, mas devem incluir na dieta as fontes naturais da vitamina, como brócolis e espinafre. Um estudo da Universidade da Califórnia mostrou que os homens com baixo nível desse nutriente no organismo possuem menos espermatozóides.
Vegetarianos
Já as futuras mamães e papais vegetarianos devem procurar um médico ou nutricionista para avaliar bem a situação. Pode haver a necessidade de compensar a carência de alguns nutrientes. Mulheres vegetarianas, por exemplo, costumam apresentar deficiência de zinco. Esse mineral é importante para a função reprodutiva e pode ser encontrado em ostras, carne vermelha, fígado de galinha e feijão.
Vitamina A
A deficiência desse nutriente, presente em alimentos como leite, ovos e fígado, pode diminuir a produção e a resistência dos espermatozóides, o que tem efeito direto nas chances de engravidar. Por outro lado, seu consumo precisa ser equilibrado, já que as doses elevadas podem ser tóxicas para o organismo.
Gorduras
Gordura de mais ou de menos abalam a saúde cardiovascular, o equilíbrio hormonal e a estrutura anatômica. A obesidade, por exemplo, altera os níveis de insulina liberados pelo pâncreas na mulher, o que desencadeia uma superprodução de hormônios masculinos pelos ovários e, por sua vez, a interrupção da liberação de óvulos.
"A alimentação inadequada nunca fará bem, portanto, cuidados com a nutrição não devem ser preocupação só no momento em que se deseja ter um filho, mas durante toda a vida", afirma Daniela Jobst, nutricionista funcional, que ainda deixa uma dica: "ovo de codorna, amendoim e outros conhecidos popularmente como alimentos afrodisíacos não aumentam a fertilidade, mas podem ajudar na libido, então uma salada com estes ingredientes pode não ser nada mal!".
Fonte: Maxpress »
Fonte:O Debate
Link:http://www.odebate.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=7681&Itemid=44
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2/27/2008 09:40:00 da manhã
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Gravidez » As incómodas manchas e estrias

«Data: 2008-02-16
A gravidez é, geralmente, assinalada por um momento de felicidade na mulher. No entanto, é preferível alertar para algumas mudanças que podem ocorrer no corpo, com o intuito de evitar surpresas menos agradáveis. Se, por um lado, o cabelo e a pele ficam mais bonitos, por influência das hormonas sexuais que estão mais elevadas nesta fase, por outro, e pela mesma influência (alteração hormonal), é comum o aparecimento de manchas e estrias.
As manchas ocorrem por uma hiperpigmentação da pele e, ao contrário das que se verificam após a exposição solar, têm origem devido à estimulação hormonal por estrogénios e progesterona, sendo também provocadas pela estimulação da hormona melanotrófica.
Geralmente surgem nos mamilos, na região vulvar, em toda a região genital e, por vezes, também nas axilas e na face anterior das coxas.
O cloasma gravídico (vulgarmente conhecido por pano) é a designação para as manchas que se formam na pele do rosto, sendo estas as mais comuns, afectando mais de metade das grávidas. Mais frequentes nas mulheres morenas, aparecem, normalmente, na face, maçãs do rosto e nariz, e costumam desaparecer alguns meses após o parto.
Estas manchas são acastanhadas e podem ter diferentes dimensões, implicando, deste modo, diferentes formas de tratamento. Aconselha-se, portanto, a consulta com um especialista, que poderá indicar a utilização de produtos, como cremes despigmentantes de noite e fortes protectores solares de dia, que ajudam a diminuir a intensidade das manchas.
Pele às riscas
Para além das manchas, as estrias são outro dos problemas com que as mulheres grávidas se deparam. 60% das estrias que aparecem durante a gravidez surgem, habitualmente, nos seios e nas regiões abdominal e umbilical.
Caracterizam-se por sulcos, uma espécie de riscas que marcam o corpo nas zonas que sofreram maiores alterações de volume. As suas extensões variam de um a vários centímetros e quando se manifestam são avermelhadas ou róseas, tornando-se depois, com a evolução, esbranquiçadas.
As estrias são lesões decorrentes da degeneração das fibras elásticas da pele (colagénio e elastina) que, quando sujeitas a uma pressão excessiva, rompem. A variação de volume do corpo ou a distensão não são as únicas causas. Nesta fase, o aumento da actividade adrenocortical e o aumento da produção de hormonas pelo córtex supra-renal são também responsáveis pelo seu aparecimento.
Neste sentido, as grávidas devem manter a hidratação da pele, recomendando-se, por vezes, a aplicação de cremes e loções hidratantes. Beber muita água, evitar engordar demais e rapidamente e praticar exercícios físicos regulares são outras indicações úteis para qualquer altura da vida.
Cuidados redobrados durante a gravidez
A preocupação da mulher grávida não se limita aos problemas da pele.
Há outros cuidados a ter e que estão mais relacionados com o seu organismo. As mudanças fisiológicas provocam alterações nutricionais que podem ter graves consequências, quer para a mãe, quer para o feto em desenvolvimento.
Não se pode esquecer que a mulher fornece do seu próprio corpo os nutrientes para o feto e, como tal, surge, por vezes, a necessidade de algum tipo de suplementação nutricional. Vitaminas e minerais, como a vitamina A, C e D, o complexo B, o ferro e o cálcio, são algumas das recomendações.
Relativamente ao ferro, por exemplo, sabe-se que a gravidez impõe solicitações acentuadas no sistema hematológico, no qual o ferro tem maior expressão. Se não existir uma adequada compensação, o risco de anemia é mais elevado, provocando, com maior frequência, partos prematuros ou o nascimento do bebé com baixo peso.
Por outro lado, o cálcio também é um elemento essencial, durante a gravidez, para o desenvolvimento do esqueleto fetal. Se a ingestão de cálcio for inadequada, pode ter como consequência a desmineralização do esqueleto materno.
Fonte: Medicina & Saúde»
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2/26/2008 12:12:00 da tarde
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Apelo à justiça pela maternidade
«Autarca de Chaves entregou providência cautelar para suspender encerramento
O presidente da Câmara de Chaves entregou esta manhã uma providência cautelar no Tribunal Administrativo de Mirandela. O objectivo é a reabertura do bloco de partos do hospital da cidade. O autarca entende que não foram cumpridas as contrapartidas prometidas para o encerramento da maternidade.
Manuela Carneiro
Jornalista
Fez-se acompanhar apenas por um jurista, mas João Baptista, presidente da câmara de Chaves não está só nesta causa.
As autarquias do Alto Tâmega e a população apoiaram a decisão de entregar uma providência cautelar no tribunal administrativo de Mirandela. A ideia é suspender o encerramento da maternidade de Chaves.
“Não foram cumpridos os pressupostos que estavam no despacho para o encerramento da Maternidade de Chaves. Quando se dizia que devia haver a melhoria das acessibilidades a Vila Real, essa melhoria apenas se consubstanciou na A24. Mesmo a A24, como aconteceu este ano por duas vezes, ficou interrompida ao trânsito, o que quer dizer que a unidade de Chaves tem que estar preparada e deve manter-se em actividade”, defendeu João Baptista.
Um parto na auto-estrada 24 e o facto da viatura médica de emergência (VMER) nem sempre estar operacional por falta de médicos são também argumentos que servem para reforçar as pretensões dos flavienses.
“Não podemos ter serviços de saúde que não primem pela qualidade e, neste caso, a qualidade implica efectivamente a proximidade às pessoas”, afirmou o autarca.
Agora que já entregou a providência cautelar, o presidente da Câmara de Chaves acredita que a justiça irá ser reposta.
Para João Baptista, só pode ser de uma maneira: com a reabertura do bloco de partos do hospital da cidade.»
Fonte:SIC
Link:http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20080225_Apelo+a+justica+pela+maternidade.htm?wbc_purpose=basi
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2/26/2008 09:45:00 da manhã
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Estudo Português, colabore. Universidade Católica.

«Se está no 3º trimestre da gravidez ou no 1º trimestre do pós-parto, colabore!
Este questionário pretende contribuir para o melhor conhecimento sobre aspectos de segurança alimentar durante a gravidez e realiza-se no âmbito de um Projecto de Investigação da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa. Visa recolher testemunhos sobre processo de divulgação e de aquisição de informações junto de mulheres que estejam entre o terceiro trimestre da gravidez e o primeiro trimestre do pós-parto.
As suas respostas serão da maior importância para o sucesso do estudo que, por ser de carácter estritamente académico, lhe garantirá o anonimato.
http://www.esb.ucp.pt/segalimentar/questionario01/
A sua colaboração é fundamental! Obrigada!»
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2/25/2008 11:16:00 da manhã
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Amamentação reduz chances de obesidade na infância, diz especialista

«Adriana Brendler, da Agência Brasil
O aleitamento materno é a primeira maneira de prevenir a obesidade, que na sua forma mais grave (obesidade mórbida) cresceu mais de 250% entre a população brasileira nas últimas quatro décadas. A informação é do nutricionista Fábio da Silva Gomes, da área de Alimentação e Nutrição do Instituto Nacional do Câncer (INCA), um dos responsáveis pela divulgação no Brasil de um relatório internacional no qual foram avaliados mais de 90 estudos realizados em várias partes do mundo sobre amamentação e fatores de risco ligados à obesidade.
O conjunto de estudos foi incluído entre outras sete mil pesquisas a respeito de nutrição, atividades físicas e prevenção de câncer, já que a obesidade está fortemente associadas a pelo menos seis tipos de tumores.
Segundo ele, até pouco tempo, a amamentação era recomendada por ajudar a proteger a criança contra infecções, no entanto, estudos recentes revelaram que o aleitamento materno também reduz as chances de obesidade na infância, e conseqüentemente, na idade adulta.
“Os estudos descobriram que entre as crianças que recebiam só o leite materno durante os seis primeiros meses de vida, a chance de se tornarem obesas durante a infância era muito menor. E isso é importante porque o excesso de peso durante a infância tende a se estender à idade adulta”, destacou o nutricionista.
Segundo ele, a mãe que amamenta até os seis meses está diminuindo a chance do seu filho se tornar uma criança e um adulto obeso, além de se proteger contra o câncer de mama. E alertou: “É comum vermos mães que têm boa condição financeira, mas trabalham muito e optam por não amamentar a criança, começando desde o início com uma alimentação com leite em pó, papinha. Isso pode provocar a obesidade que vai gerar um problema futuro para a criança “.
Crescimento - O aumento de 255% na obesidade mórbida entre a população brasileira, de 1975 a 2003, foi apontado por um estudo das Universidades de Brasília (UnB) e de São Paulo (USP) divulgado na semana passada. De acordo com pesquisa, a parcela de pessoas acima dos 20 anos com obesidade mórbida passou de 0,18% em 1975, para 0,33% em 1999 e para 0,64% em 2003.
De acordo com Gomes, outras descobertas científicas mostraram ainda que bebês nascidos abaixo do peso normal e crianças que não ganham o peso adequado durante a infância apresentam uma espécie de programação no organismo que favorece o aparecimento de doenças crônicas como a obesidade, hipertensão e diabetes.
Ele conta que os primeiros experimentos começaram com ratos que passavam por grandes restrições alimentares na infância e depois, quando tinham alimento à vontade, aumentavam muito mais de peso do que os outros com alimentação suficiente no primeiro período de vida. “É como se estivessem tentando recuperar algo que deixaram de consumir, uma espécie de compensação,” explicou. Fábio da Silva Gomes ressalta, porém, que crianças dentro do peso previsto ou acima dele podem estar mal nutridas, já que nem sempre a condição física mostra a realidade nutricional.
Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que dos 95,5 milhões de pessoas com 20 anos ou mais, 38,8 milhões tinham excesso de peso, dos quais 10,5 milhões eram obesos, e aproximadamente 6% deles eram obesos graves. A maior incidência da obesidade mórbida foi observada nas regiões sul e sudeste do país entre as mulheres, onde o percentual foi de 0,95% contra os 0,32% registrados entre os homens.»
Fonte:A Tarde
Link:http://www.atarde.com.br/brasil/noticia.jsf?id=842534
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Seu bebê sente tudo

«por LARISSA PURVINNI, MÃE DE CAROL E DUDA, E CÍNTIA MARCUCCI, FILHA DE MARIZA E EMILIANO 02 de fevereiro, 2007
É isso mesmo. Assim que a gente engravida, tem de tomar cuidado com o que faz porque o sujeito lá dentro saca tudo. Ao responder a estímulos como o som da sua voz e o balanço da barriga quando você dança, o cérebro dele já começa a formar conexões
Há vida inteligente dentro da barriga. Cada vez mais os estudiosos confirmam o que a gente sempre soube: os bebês são capazes de aprender ainda no útero. O que os cientistas chamam de inteligência depende das sinapses – ligações que se estabelecem entre os neurônios, as células do cérebro. Quanto mais estímulos, mais sinapses e maior a capacidade de aprendizado. Para que as tais sinapses se formem, é preciso que o bebê – e, agora confirma-se, o feto – seja exposto a estímulos externos. “Como estímulos do ambiente não acontecem apenas após o nascimento, podemos supor que haja formação de sinapses já dentro da barriga”, diz o neurologista Luiz Celso Vilanova, pai de Tatiana, Viviane, Rodrigo e Luiz Gustavo, chefe do setor de Neurologia Infantil da Unifesp.
A idéia de que o feto faz mais dentro da barriga do que apenas crescer e tomar forma, é mais velha que andar pra frente. Os egípcios já pensavam na vida intra-uterina, filósofos da Antigüidade falavam em inteligência fetal e é de Leonardo Da Vinci a frase “a mesma alma governa dois corpos”, sugerindo que o que a mãe faz e sente influencia na formação do bebê. Pesquisas sobre psiquismo fetal demonstram que as habilidades apresentadas pelos recém-nascidos começam a se desenvolver muito antes de nascerem.
Até a década de 1980, o útero era visto como uma caixa-forte, que isolava o feto do mundo. Acreditava-se que a seqüência e o ritmo do desenvolvimento eram determinados apenas por componentes biológicos e genéticos e o ambiente pouco interferia. Tudo isso caiu por terra com a evolução da ciência e coisas que agora nos parecem banais, como o ultra-som: já está comprovado que a partir da 20ª semana de gestação o bebê reage a estímulos auditivos. Traduzindo: é capaz de escutar e consegue reconhecer a voz da própria mãe entre as de outras mulheres. E essa capacidade não é biológica, não está inscrita nos genes. Ou seja, é aprendida.
Dizem até que é bom expor o bebê a sons de diversos idiomas, além da língua materna. Se nunca teve contato com francês, inglês, espanhol, vai-se perdendo a capacidade de distinguir os sons dessas línguas. Mas não vai pirar, hein? Não vale entrar na neura de ensinar mandarim para embrião. Socorro!
Música para fetos
Sem entrar na loucura de criar gênios, sempre é curioso acompanhar os estudos científicos. Experiência numa maternidade inglesa revelou que fetos de 5 meses acalmavam-se ao executar Vivaldi e Mozart e ficavam agitados com Beethoven, Brahms e rock. A prova de que gosto se adquire é que a esposa de um roqueiro tentou colocar músicas clássicas logo depois que o bebê nasceu, mas sua garotinha só dormia com as músicas do pai, que ela ouviu durante toda a sua vida intra-uterina. Ou seja: nem todo feto curte os clássicos.
O desenvolvimento sensorial segue uma seqüência: primeiro o tato, depois o olfato e o paladar, em seguida o equilíbrio, a audição e finalmente a visão. A audição é um dos sentidos mais estimulados. Embora os bebês prefiram a voz feminina, a de homens próximos também é reconhecida. Um pai cantava o hino do time durante a gravidez da mulher. Depois do nascimento, era só cantar “Salve o Corinthians...” que a criança se acalmava.
Outra evidência de que o bebê guarda memórias de antes de seu nascimento está no reconhecimento do leite materno. Uma das hipóteses é que ele tenha uma memória do odor ou que exista alguma semelhança entre o sabor do leite e o do líquido amniótico.
Pode parecer esquisito hoje, mas, há algumas décadas, os estímulos eram vistos até como nocivos. Os bebês prematuros eram deixados num quarto escuro, sem barulho, embrulhados como um charuto. Ao chegar ao sistema de ensino, essas crianças tinham dificuldades de aprendizado, claro. Também, não viam nem a luz do sol quando pequenos...
A explicação era muito simples: tudo culpa de ter nascido antes do tempo, óbivo. Só que, na época, cerca de 30 anos atrás, os prematuros tinham 1,5 kg. Hoje, bebês que nascem com muito menos, até 600 g, se dão muito melhor na escola depois, resultado de muita estimulação precoce e contato com os pais já na UTI neonatal. “Quando comparamos o comportamento dos bebês brasileiros ao dos bebês americanos, vemos que as crianças de lá são mais desenvolvidas aos 3, 4 ou 5 meses. Eu acredito que a estimulação recebida dentro do útero também faça diferença”, diz Vilanova. De novo, a dica é não achar que tem que comprar livros, fitas e DVDs sobre estimulação fetal. Conversar com bebê já é um estímulo e tanto.
Pelo útero também chegam ao feto todas as emoções e sentimentos da mãe. Sim, ele ainda em formação percebe se você está nervosa, agitada, feliz e tem seu desenvolvimento afetado. E naqueles nove meses nos quais ele vira gente, a única pessoa que também faz parte do seu mundo concreto é a mãe. Apesar dessa coisa toda parecer um pouco mística, há uma explicação palpável: os sentimentos provocam reações concretas no organismo da mãe, como alterações da respiração e dos batimentos cardíacos.
Com essas informações é possível imaginar que o bebê se sinta mais ou menos confortável, quando a mãe passa por momentos agradáveis ou desagradáveis. Claro que é impossível evitar o stress , a raiva e a tristeza durante longos nove meses. O importante é ser franca com o filho desde já. “Toda gestação é permeada pela ambivalência e é um grande engano pensar que o bebê não percebe. Ele está dentro da mãe e, mesmo que ela finja que está tudo bem, ele sabe que não é assim. Logo, temos que falar a verdade, expressar nossos sentimentos. A contenção é que faz mal”, diz a psicoterapeuta especializada em trabalhos com gestantes, bebês e pais Eliana Pommé, mãe de Luana, Naila e Petrus. O bebê já sabe tudo. E o que ele ainda não sabe, você pode ajudá-lo a aprender, sendo a melhor mãe que puder ser.
COMO O BEBÊ SE DESENVOLVE
3 semanas: seu bebê é ainda um pequeno pontinho, do tamanho de uma cabeça de alfinete e está em plena divisão celular.
6 semanas: o coração está batendo. O tubo neural, que se transformará no cérebro e na coluna, está formado. Ele já tem sensibilidade na sua “pele”.
10 semanas: já possui todos os órgãos. São criados 250 mil neurônios por minuto. O feto tem 3 centímetros. São notadas as sensações de frio e calor.
12 semanas: apresenta movimentos semelhantes à respiração. Especialistas concordam que até a semana seguinte ele não é capaz de sentir dor.
14 semanas: o feto responde a estímulos e, em 15 dias, será capaz de mexer os olhos. Tem 9 centímetros e 48 gramas.
20 semanas: ele começa a ouvir sons. As pálpebras estão formadas, mas os olhos ainda permanecem fechados. Já existe a reação a gostos diferentes.
22 semanas: o córtex cerebral está formado. Na semana seguinte, movimentos oculares indicam sonho.
26 semanas: o bebê pisca quando um foco de luz é colado à barriga da mãe. Pode sobreviver ao parto prematuro.
30 semanas: com quase 7 meses, o feto está maduro. Abre e fecha os olhos, chupa o dedo, chora e se mexe muito.
34 semanas: pulmões estão desenvolvidos e 8% do peso é gordura. O útero é pequeno para o bebê, que quase não se mexe.
40 semanas: final da gestação. Nessa fase, ele ganha até 30 gramas por dia e já está preparado para o nascimento, levando na bagagem tudo o que viveu dentro do útero.
...»
Fonte:Revista Pais & Filhos
Link:http://revistapaisefilhos.terra.com.br/htdocs/pf_index.php?id_pg=112&id_txt=640
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2/22/2008 10:27:00 da manhã
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Alterações dermatológicas e fisiológicas da gravidez

«Durante a gravidez, assiste-se a profundas alterações imunológicas, metabólicas, endócrinas e vasculares, que tornam a pele da grávida susceptível a transformações fisiológicas e patológicas.
Alterações da pigmentação
As alterações da pigmentação incluem a hiperpigmentação e o melasma. A hiperpigmentação é um fenómeno frequente, podendo ocorrer em cerca 90% das grávidas.
Observa-se especialmente uma acentuação das áreas já pigmentadas, como as aréolas mamárias, genitais, axilas e linha alba. Pode também condicionar a acentuação de nevos, efélides e cicatrizes.
O melasma ou cloasma (mascara da gravidez) é comum e afecta as áreas malares, centrofacial e mandibular. Este tipo de hiperpigmentação resulta dos depósitos aumentados de melanina na epiderme e/ou na derme. A luz ultravioleta e a luz visível podem agravar o melasma e mesmo induzir a sua perpetuação.
Na maioria dos casos, ocorre resolução no pós – parto podendo, contudo, verificar-se recorrência com a gravidez seguinte ou com o uso de contraceptivos orais.
Alterações das unhas e cabelo
Pode verificar-se hirsutismo, especialmente na face, braços, pernas e dorso, que normalmente regride nos seis meses após o parto.
Durante a gravidez, o período de anagénese do cabelo prolonga-se, e determina que, no pós-parto, um maior número de folículos pilosos entre em telogênese e assim se verifiquem queixas de aumento da queda de cabelo (deflúvio pós parto).
As unhas também podem sofrer alterações como estrias transversais, onicólise distal e hiperqueratose subungueal.
Alterações glandulares
Durante a gravidez, ocorre um aumento da função écrina e sebácea com diminuição da função apócrina, daí que ocorra maior propensão para o aumento da incidência de miliaria, hiperhidrose e eczema desidrótico.
O efeito da gravidez sobre a acne é imprevisível, mas é possível em algumas pacientes, verificar-se um agravamento no primeiro trimestre da gestação. Durante o período de gestação, as glândulas sebáceas da aréola aumentam e aparecem como pequenas pápulas castanhas denominadas de “glândulas de Montgomery”.
Alterações no tecido conjuntivo
As estrias gravídicas (striae gravidarum) desenvolvem-se na maioria das mulheres entre o sexto e o oitavo mês de gravidez, sendo os locais mais frequentes de aparecimento, o abdómen, zonas mamárias, coxas e área inguinal.
Alterações vasculares
As transformações vasculares resultam da distensão, instabilidade e proliferação dos vasos e tendem a regredir depois do parto. São frequentes, as telangiectasias, as veias varicosas, a instabilidade vasomotora (flushing facial, palidez, sensação de calor e frio, cútis marmorata das pernas), e eritema e edema gengival.
É importante que, quer o médico, quer a grávida saibam reconhecer estas alterações fisiológicas para que se evitem preocupações e tratamentos desnecessários.
Dra. Inês lobo
Médica Interna do Internato Complementar de Dermatologia
Hospital de Santo António - Porto
Fonte: Jornal do Centro de Saúde»
Link: Médicos de Portugal
Fonte:http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1736/
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2/22/2008 10:20:00 da manhã
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Gravidez e cigarro não combinam

«Muitas mulheres continuam com o vício durante a gestação...
Cigarro e gravidez não combinam. Mas mesmo sabendo que as substâncias tóxicas dele podem causar vários danos à saúde do bebê, muitas mulheres teimam em não largar o vício. O resultado são abortos espontâneos, nascimento de bebês pré-maturos, complicações durante o parto, sangramentos, má formação do feto e até mesmo cólicas para a criança.
Um das causas negativas do uso do cigarro para o desenvolvimento perfeito do feto está na diminuição do oxigênio que é entregue a ele. O oxigênio que deve passar da mãe para o filho, perde lugar para o monóxido de carbono que está na fumaça do cigarro. As sustâncias tóxicas do fumo prejudicam ainda a placenta – aumentando a liberação de catecolaminas que, por sua vez, diminuem o fluxo de sangue que chega ao bebê.
Sem contar que as impurezas do cigarro afetam diretamente o cérebro em formação, podendo ocasionar danos motores e de aprendizagem no futuro.
Como se não bastasse, outro comprometimento ao organismo do feto causado pela nicotina é o desenvolvimento dos pulmões. Quando a mãe está fumando um cigarro, o bebê pode ficar até 90 minutos sem realizar movimentos respiratórios. E, apesar de pesquisas revelarem que os efeitos nocivos do cigarro são maiores durante a segunda metade da gravidez, a idéia é aproveitar a gestação para dar um basta definitivo no cigarro.
Dessa maneira os benefícios são garantidos para mães e filhos.
Equipe Bem Star»
Fonte:Bemstar
Link:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&type=5&url_id=2949
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2/21/2008 02:23:00 da tarde
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Cuidados com higiene podem evitar muitos casos de diarréia

«A desidratação e as viroses são doenças comuns do período chuvoso, mas não são apenas as chuvas que aumentam a incidência dessas doenças. Uma das principais causas dessas enfermidades está no cuidado inadequado com os alimentos. O manuseio correto dos alimentos, a maneira como eles são acondicionados e atitudes básicas de higiene, como lavar as mãos sempre que usar o banheiro e antes de preparar alimentos são medidas simples que podem evitar diversas contaminações por bactérias, vírus ou parasitas.
Teresina está passando por um surto de diarréia. Já foram registrados 4.563 casos de janeiro até a semana passada e a incidência maior é em crianças de um a quatro anos. “As moscas não tomam banho antes de pousar nos alimentos, pratos, copos e talheres por isso é importante que a população lave bem frutas e verduras antes de ingeri-las e ter cuidado com alimentos preparados fora de casa”, disse a coordenadora de Ações Assistências da Fundação Municipal de Saúde, Amaríles Borba.
Amaríles ressalta que as mães devem estar atentas quando forem fazer a troca de fraldas dos bebês: “É importante que as mães lavem as mãos antes e depois de trocar a fralda do bebê. A fralda deve ser jogada em um saco plástico, que deve ser imediatamente fechado”. A coordenadora revela que a diarréia é uma doença contagiosa e que muitas pessoas desconhecem esse fato, podendo “pegar” a doença pelo contato com fezes e urina, por exemplo.
As mães desconhecem que a transmissão da infecção por diarréia pode acontecer numa simples troca de fraldas de um bebê na cama do casal, por exemplo. “Se na hora da troca da fralda de um bebê com diarréia ocorrer de sujar a colcha de cama de urina ou fezes, o simples contato com o local sujo pode transmitir a infecção, porque, ali ocorrerá uma reprodução de bactérias”, frisou Dra. Amaríles.
Borba alerta a população para as infecções que podem ser adquiridas através de alimentos contaminados: ”As intoxicações por alimentos são bastante comuns, mas o saneamento básico também é essencial para evitar doenças”. Bolos, tortas, carnes mal cozidas, sopas, caldos, massas, palmito em conserva, carne enlatada, saladas cruas, pescados a vácuo e água podem causar infecções e intoxicações alimentares. E a falta de um local apropriado para as necessidades fisiológicas também podem aumentar os riscos de infecção por diarréia.
Os sintomas como vômitos, diarréia e náuseas são evidências da doença e o cuidado básico é a ingestão de líquido para não levar o paciente à desidratação. “O doente deve beber bastante líquido em poucas quantidades, não fazer uso de medicamentos por conta própria e ficar atento em relação à urina, que quando estiver muito amarela e em pouca quantidade é sinal de que o corpo está desidratado”, alertou Dra. Amaríles. A diarréia não mata, o que mata são as complicações da doença, como a desidratação.»
Fonte:TV Canal 13
Link:http://www.tvcanal13.com.br/noticias/cuidados-com-higiene-podem-evitar-muitos-casos-de-diarreia-15234.asp
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2/21/2008 09:38:00 da manhã
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Danos a espermatozóide podem ser passados para filhos, diz estudo

«Defeitos nos espermatozóides causados pela exposição a toxinas presentes no meio ambiente podem ser passados para futuras gerações, segundo um estudo da Universidade de Idaho, apresentado nesta semana no encontro da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, em Boston, nos Estados Unidos.
Segundo os cientistas, os pais que bebem e fumam devem estar cientes de que eles estão, potencialmentem, não apenas prejudicando a si mesmos, mas também seus filhos.
De acordo com Matthew Anway, que liderou o estudo, a pesquisa demonstra que defeitos causados pelas toxinas nos genes permanecem na linha reprodutiva da família, afetando até quatro gerações.
O estudo sugere que a saúde do pai tem papel mais importante sobre a saúde das futuras gerações do que se pensava.
Pesticida
Para realizar a pesquisa, os cientistas injetaram um pesticida chamado vinclozolin - conhecido por prejudicar os hormônios - em embriões de ratos.
A substância química provocou alterações genéticas no espermatozóide dos machos, inclusive uma série de mudanças associadas à forma humana de câncer de próstata.
Os ratos expostos à substância apresentaram sinais de danos e crescimento exagerado da próstata, infertilidade e problemas de rim. Os efeitos perduraram por até quatro gerações seguidas.
Anway ressalta que a quantidade de pesticida usado no estudo foi maior do que qualquer humano poderia ser exposto. No entanto, de acordo com ele, a importância da pesquisa é demonstrar que um filho homem pode herdar os problemas dos genes do pai já que os genes alterados permanecem na linha reprodutiva.
A especialista em reprodução humana Cynthia Daniels, da Universidade Rutgers, em Nova Jérsei, afirmou que é preciso que os homens tomem cuidado.
Segundo ela, homens que bebem muito álcool apresentam taxas mais altas de defeitos no espermatozóide e a nicotina do tabaco também chega até o esperma, além do sangue.
"As substâncias que têm um impacto na reprodução normalmente também são cancerígenas. Se eu fosse homem, não beberia e nem fumaria se estivesse tentando ter um filho", afirmou Daniels.
Daniels afirma ainda que, historicamente, mulher sempre foi indicada como responsável pela saúde dos filhos.»
Fonte:BBC
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/02/080219_saudepaisemenfilho_np.shtml
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Paulo Pires
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2/20/2008 02:21:00 da tarde
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Peso ao nascer e pressão arterial estão interligados, diz estudo

«Uma pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP indica que o peso dos bebês no momento do nascimento pode influir no futuro desenvolvimento de problemas de hipertensão (pressão alta). O estudo foi realizado pela professora Joilane Pereira Alves em seu mestrado, defendido em outubro do ano passado. Os resultados da pesquisa apontaram que, quanto menor o peso do recém-nascido, maior é a probabilidade de que sua pressão seja alta.
"Apesar dos resultados, ainda não se pode dizer que peso ao nascer seja determinante para a ocorrência de problemas de pressão", observa a pesquisadora. Segundo ela, mais estudos ainda são necessários pois existem muitos outros fatores a serem levados em consideração.
A pesquisa foi realizada com crianças que já haviam participado de um estudo anterior feito pela orientadora de Joilane no mestrado, a professora Patrícia Helen de Carvalho Rondó. “Inicialmente, no trabalho da minha orientadora, eram 890 crianças que tiveram dados coletados no período pré-natal (antes de nascer) e logo após o nascimento. Para o meu estudo, conseguimos localizar 745 delas, mas apenas 472 participaram das três fases da pesquisa”, conta. A idade dos avaliados atualmente está na faixa entre 5 e 8 anos.
Essas três fases consistiram basicamente numa pesquisa sócio-econômica, exames de sangue e antropométricos (que determinam a quantidade de gordura corporal) e, por fim, a medição de pressão arterial por meio de equipamentos de alta precisão. Segundo Joilane, para garantir a menor ocorrência de erros no processo, a coleta dos dados foi feita com pesquisadores especialmente treinados para o procedimento.
As alterações de pressão foram observadas apenas na pressão arterial sistólica. A pesquisadora explica: “Pressão arterial sistólica é a pressão ‘maior’. Por exemplo: quando falamos que alguém está com a pressão 12 por 8 o primeiro número se refere à sistólica”. Essa é a pressão “máxima”, medida no exato momento do batimento cardíaco, quando o sangue exerce mais força sobre os vasos sangüíneos.
Teoria da Programação Fetal
A idéia do estudo surgiu, segundo a pesquisadora, a partir da Teoria da Programação Fetal desenvolvida pelo epidemiologista inglês David Barker, na década de 80. Ele observou que regiões pobres, onde os bebês nasciam com peso baixo devido a escassez de comida, havia maior incidência de doenças cárdicas entre os adultos. “A idéia principal é a de que as doenças crônicas são biologicamente ‘gravadas’ no indivíduo no período pré-natal e nos primeiros meses de vida quando há condições adversas”, explica.
Segundo Joilane, discutir e testar hipóteses relacionadas a essa teoria é algo extremamente necessário dado o perfil de saúde da população brasileira. “Nas últimas décadas, a ocorrência de doenças crônicas não-transmissíveis tem aumentado em relação a doenças infecciosas e parasitárias”, afirma. Por isso, diz ela, é necessário identificar as causas desse tipo de doença para estabelecer políticas públicas eficientes na área de saúde.
Fonte: Agência USP de Notícias»
Fonte:O Serrano
Link:http://www.oserrano.com.br/viewlocais2.asp?id=2332
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2/20/2008 09:26:00 da manhã
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Câmara de Murça continua a tentar fixar jovens casais

«A Câmara de Murça entregou, recentemente, mais 39 mil euros, correspondentes à última tranche dos casais de 2005, à segunda de 2006 e a primeira de 2007. para além deste incentivo a autarquia murcense entregou pela primeira vez, cerca de 20 mil euros, referentes aos 26 nascimentos que requereram o incentivo.
João Luís Teixeira, Presidente da Câmara Municipal de Murça, acredita que desta forma é possível “desenvolver uma politica social, por parte da autarquia no que diz respeito ao apoio às famílias. Sabemos que pode ser uma gota de água no oceano, mas esperamos contribuir para minorar e incentivar à fixação, mas acima de tudo para ajudar as famílias nos primeiros dias de vida”.
O incentivo à natalidade também é uma das apostas da autarquia de Murça. “Quando hoje se fala muito no apoio à natalidade cá está Murça, este município pequeno, onde não há grandes montantes contributivos a ajudar da melhor forma possível um melhor estar das famílias”, argumenta João Luís Teixeira.
No entanto o apoio à fixação de jovens casais sofreu algumas alterações. O autarca explica que “o apoio à fixação de jovens casais que tenham rendimentos superiores a 1500 euros mensais foi reduzido. O que quer dizer que as famílias mais favorecidas não tem este apoio, sendo mais direccionado para aqueles que precisam. Nos nascimentos não há imposições, qualquer criança que nasça tem direito a este incentivo, desde que claro seja registado e residam no concelho de Murça”.
Há seis anos que a Câmara de Murça tem seguido esta política Social. Muito foram já os casais que receberam este apoio. O edil salienta que “de uma maneira geral a esposa instala-se o marido por norma, vai fazer uma temporada ao estrangeiro, mas regressa. A maioria dos dias do ano a família está aqui, no concelho de Murça, reunida”, conclui.
Marisa Alves »
Fonte: Imprensa Regional
Link:http://www.imprensaregional.com.pt/jornal_terra_quente/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czozOiIxMTIiO3M6OToiaWRfc2VjY2FvIjtOO30=
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2/19/2008 02:20:00 da tarde
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Novos Eventos

1 - "Rastreio - Lisboa"
2 - "Workshop Lisboa - Trabalho Parental Consciente"
3 - "WORKSHOP Lisboa - Nutrição Infantil e outros temas"
4 - "Workshop Lisboa - Babysigns Programme"
Podem consultar os novos eventos em http://eventos-gravidez.blogspot.com/ ou carregando no menu em cima "EVENTOS".
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2/19/2008 11:19:00 da manhã
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Estresse aumenta risco de câncer de útero, diz estudo

«O estresse pode aumentar o risco das mulheres desenvolverem câncer de útero sugere um estudo publicado na revista científica Annals of Behavioural Medicine.
Segundo os cientistas do Fox Chase Cancer Centre, nos Estados Unidos, os sistema imunológico de mulheres que sofrem de estresse apresentam dificuldades de combater o vírus que causa a maioria dos tipos de câncer cervical.
A maioria dos casos de câncer de colo do útero é provocada por uma infecção causada pelo vírus HPV, sexualmente transmissível.
Estudos anteriores já haviam mostrado que a resposta do sistema imunológico das mulheres pode determinar o agravamento da infecção em um câncer no colo do útero.
Pesquisa
Para realizar o estudo, os cientistas fizeram um questionário para 78 mulheres que apresentaram anormalidades nos exames de colo de útero com perguntas sobre a rotina diária de estresse no mês anterior ao exame.
O questionário também trazia perguntas sobre eventos importantes que poderiam contribuir para o estresse nas mulheres, como divórcios e outros incidentes.
Depois da análise, os cientistas mediram as reações do sistema imunológico das mulheres quando confrontado com o vírus HPV e compararam os resultados com os de 28 mulheres que haviam tido resultados normais nos exames de colo de útero.
Os resultados da pesquisa indicam que a reação do sistema imunológico das mulheres que tinham uma rotina diária de estresse era mais fraca do que nas mulheres que tinham uma vida mais tranqüila.
"As mulheres com alto nível de estresse têm uma resposta fraca ao HPV16. Isso significa que elas têm um risco maior de desenvolver câncer cervical porque o sistema imunológico não consegue combater os vírus que causam este tipo de câncer", afirma Carolyn Fang, que liderou o estudo.
Apesar dos resultados, o estudo não comprovou que o estresse pode ser a causa do câncer cervical. Os cientistas também admitem que, pela proporção do estudo, não é possível afirmar que o estresse prejudica o sistema imunológico ou é apenas um dos fatores para seu enfraquecimento.
Segundo um porta-voz da ONG Cancer Research UK, o estudo precisa de mais pesquisas para comprovar a relação do estresse com o câncer.
"Nós sabemos que um resposta eficaz do sistema imunológico contra certos tipos de HPV podem prevenir o câncer cervical - isso ajudou o desenvolvimento de vacinas contra este vírus", afirma.
"Este estudo pequeno não traz provas suficientes para comprovar que uma vida estressante pode suprimir as reações do sistema imunológico. É preciso que os cientistas realizem mais pesquisas para determinar esta relação", afirma o porta-voz.»
Fonte:BBC
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/02/080216_saudeestressecancer_np.shtml
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Paulo Pires
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2/19/2008 09:27:00 da manhã
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
UFP promove curso de Aconselhamento em Aleitamento Materno

«Começa hoje na Universidade Fernando Pessoa a terceira edição do curso "Aconselhamento em Aleitamento Materno da OMS/UNICEF".
Com este curso pretende-se promover e divulgar esta prática em Portugal, dotando os profissionais da área da saúde de competências específicas que lhes permitam intervir de um modo mais eficiente neste domínio, contribuindo para a criação de condições nas instituições onde trabalham para que estas venham a obter o título de "Hospital Amigo dos Bebés".
Dirigido essencialmente a profissionais da área da saúde, este Curso tem como principais objectivos aumentar o número de profissionais com competências na área do aconselhamento em aleitamento materno, clarificar conceitos internacionalmente definidos, identificar as diferentes fases do processo da amamentação, visando as boas práticas de actuação.
Pretende-se ainda com este iniciativa identificar obstáculos à implementação dum plano de protecção, promoção e suporte efectivos do AM em Portugal, planificar estratégias que vão de encontro à resolução dos problemas identificados e estimular o desenvolvimento de mecanismos de cooperação que promovam a continuidade na acção.
A OMS/UNICEF preconiza que até 2010, 50% dos bebés tenham sido exclusivamente amamentados até aos seis meses, e que paralelamente à alimentação adequada e segura, continuem a mamar até aos dois anos ou mais.
No Plano Nacional de Saúde o Aleitamento Materno é também uma das prioridades, uma vez que em Portugal alguns estudos sugerem que a amamentação exclusiva apresenta valores muito baixos. Para reverter esta situação a Direcção Geral de Saúde através do Comité Nacional para o AM tem em execução um plano nacional de formação.
Neste âmbito e dentro deste plano, realiza-se o 3º Curso Aconselhamento em Aleitamento Materno OMS/UNICEF que vai decorrer nos próximos dias 15, 16, 22 e 23 de Fevereiro e 1 de Março, nas instalações da Universidade Fernando Pessoa e na Maternidade Júlio Dinis.
A coordenação do curso é da responsabilidade da especialista em AM Adriana Pereira, docente da Faculdade de Ciências da Saúde da UFP, contando também o corpo docente com a colaboração de Cristina Godinho, pediatra na Maternidade Júlio Dinis, de Luísa Matos, enfermeira-chefe na mesma instituição, e de Ana Ribeiro, enfermeira responsável pelo serviço de Formação na Unidade Local de Saúde de Matosinhos. Todos os elementos têm formação pela OMS/UNICEF em aleitamento materno. »
Fonte:Universia
Link:http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=45294
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2/18/2008 12:20:00 da tarde
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