terça-feira, 8 de abril de 2008

Amniocentese: Versão Simplificada


«Definição: Amniocentese é um exame realizado para verificar a saúde do bebê durante a gravidez. O bebê cresce no útero, numa bolsa de água especial chamada saco anmiótico. O fluido neste saco é testado para checar diferentes tipos de problemas.

Quando é feito o exame?

Quando a amniocentese é usada para checar problemas genéticos, é realizada entre as 15 e as 18 semanas de gravidez.

Faça o exame se:

- Tiver mais de 35 anos. - Outros exames pré-natais mostraram que pode haver um problema. - Já teve um recém-nascido com defeito na medula espinhal ou cérebro, ou um problema genético. - Você ou o pai do bebê tiverem histórico de problemas genéticos. - Teve três ou mais abortos.

Este exame pode também ser realizado posteriormente se o bebê precisar de nascer antes por alguma razão para que se veja como os pulmões do bebê funcionarão após o nascimento e pode ser usado para encontrar uma infecção no seu líquido amniótico.

Qual deve ser a preparação para a amniocentese?

Beba muita água antes do exame ser realizado para ter a bexiga cheia.

O que acontece durante o exame?

O médico limpará o abdómen e provavelmente anestesiará a pele. Uma agulha longa é colocada através do abdómen e dentro do útero causando algum desconforto. O médico usará uma ecografia para auxiliar a guiar a agulha para longe do bebê e onde a maioria do fluido está, retirando-o para o mandar ao laboratório.

O que acontece posteriormente?

Você e o bebê serão examinados durante um tempo. Então poderá ir para casa e descansar por 24 horas.

Quanto tempo leva para que se saiba os resultados do exame?

- Se o bebê for examinado por problemas genéticos, poderá levar de 1 a 3 semanas. - Se os pulmões do bebê forem examinados, poderá saber os resultados em 1 ou 2 dias.

Quais as vantagens do exame?

Poderá avaliar: - Problemas genéticos do bebê, como o Síndrome de Down. - Defeitos do nascimento como a espinha bífida. - Infecção do líquido amniótico. - Como os pulmões do bebê irão trabalhar.

Quais são as desvantagens de realização do exame?

Apenas 1 em 100 mulheres têm algum problema. Porém é importante conhecer o que pode acontecer. Amniocentese pode causar:

O que pode ser observado após o teste?

Procure ajuda médica se:

- Começar a ter contrações ou cólicas intensas. (É normal ter alguma cólica por um curto tempo).

- Houver sangramento ou qualquer saída de líquido pela vagina que flui sem parar. (É normal ter uma pequena mancha ou gotejamento primeiramente).

- Tiver febre.

- Tiver qualquer mudança que a preocupe.

- Tiver perguntas sobre o exame ou os seus resultados.

- Quiser marcar outra consulta.

Fonte: Artémis»

Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.pt/action/2/cnt_id/735/

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Infertilidade é um problema de saúde pública. O que os casais podem esperar da nova lei da PMA?


«Joana Borges
Data: 2008-04-07

No âmbito do Dia Mundial da Saúde, que se assinala a 07 de Abril, sendo este um dia para alertar o público sobre os principais problemas de saúde pública, é importante relembrar um em especial, com o qual cerca de 500 mil casais portugueses travam uma dura luta hoje em dia: a Infertilidade.


Estima-se que cada 1 em 7 casais tenha problemas de fertilidade, e que por ano surjam 10.000 novos casais com dificuldades em conceber. Além de todo o desgaste emocional a que esta doença conduz, o esforço financeiro exigido é, nalguns casos, insustentável para a média dos salários auferidos no nosso país, ascendendo aos 5.000 Euros por ciclo de tratamento, quando as probabilidades de se conseguir uma gravidez rondam os 30%.

Com a regulamentação da lei da Procriação Medicamente Assistida publicada em Fevereiro de 2008, algumas mudanças irão ocorrer, nomeadamente as regras de funcionamento, auditoria, inspecção e fiscalização dos centros de Procriação Medicamente Assistida (PMA), a formação das equipas, e protecção de dados pessoais, no entanto continuam a surgir muitas dúvidas e questões relativamente à sua implementação e execução, já que se trata de uma lei que vem colmatar um vazio legal que dura há mais de 20 anos.

Também, pela primeira vez, foram anunciadas para o Orçamento de Estado de 2008, medidas de apoio à natalidade que incluíam financiamento à PMA, mas até à data não foi apresentada a calendarização, nem os termos para a aplicação concreta destas medidas.

Cláudia Vieira, presidente da Associação Portuguesa de Infertilidade considera positiva a regulamentação da Lei, mas considera preocupante este atraso e falta de informação na execução do financiamento à PMA, uma vez que muitos casais estão a adiar os seus projectos de vida na expectativa de serem ajudados pelo SNS no tratamento da sua saúde reprodutiva. Também considera inquietante que as companhias de seguro não reconheçam a Infertilidade como doença.

O tratamento da infertilidade é uma questão de crescente impacto demográfico. Numa altura em que a diminuição da natalidade e a inversão da pirâmide etária constituem preocupações políticas eminentes, é fundamental um maior apoio aos casais inférteis.

A infertilidade é a incapacidade de um casal conceber após um ano de vida sexual contínua sem métodos contraceptivos. A infertilidade é um problema exclusivamente da mulher em 40% dos casos e do homem em 30% dos casos, no entanto, na maioria das vezes a infertilidade advém de problemas de ambos os parceiros ou a causa não é conhecida.

Fonte: Best News®»

Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1837/

Novo projecto para “mamãs e papás” algarvios


«O auditório da Biblioteca Municipal de Faro recebeu, na tarde de ontem, dia 3, a apresentação de um novo projecto da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, «Uma Janela Aberta à Família». Esta iniciativa está direccionada a todos os pais algarvios e conta ser um processo contínuo de acompanhamento aos pais, à criança e a toda a educação desta, desde o seu nascimento até aos 18 anos de idade.

Na iniciativa só se podem inscrever aqueles que vão ser pais ou que já o são em tempo recente, pois, por exemplo, os pais de uma criança de cinco anos não o podem, apesar de terem a possibilidade de verem esclarecidas todas as suas dúvidas por parte dos especialistas que estão envolvidos neste projecto.

O primeiro passo desta iniciativa é entregar na obstetrícia dos hospitais uma brochura onde é explicado o desenvolvimento do bebé até aos seis meses, como lidar com o bebé nesta primeira etapa, constando nesse folheto também os contactos (correio, e-mail e site) para qualquer dúvida.

O vogal do conselho directivo da ARS, especialista em psicologia da saúde, Eusébio Pacheco, começou por referir que este projecto pretende ajudar os pais a educar os filhos, formando e informando, para que haja uma sensibilidade mais cuidada na educação e uma atitude preventiva da parte dos pais. O especialista disse que esta vai ser uma grande oportunidade das famílias poderem aprender.

António Pina, coordenador do projecto, salientou que as crianças são o futuro e que por isso têm de crescer de forma saudável. Tem existido uma grande preocupação em criar novas formas de educar dentro da escola, mas a verdade é que antes está a família e pouco tem sido feito em relação a esta primeira e principal etapa da educação, como referiu o mesmo.

Todas as profissões necessitam de formação e o facto de se ser pai e mãe não é excepção, apesar de nada ter sido feito até agora com esse fim. Neste sentido este é um projecto raro como mencionou António Pina, que disse também não ter conhecimento de mais nenhum projecto desta simplicidade e envergadura em todo o País. Só há pouco tempo o Instituto da Droga e da Toxicodependência do Algarve (IDT) realizou um curso de formação para famílias.

Sendo um projecto em construção e muito recente, apesar de já estar em terreno, como referiu Helena Coelho, psicóloga clínica do IDT, encontra-se aberto a qualquer colaboração de todos os interessados.

Sobre as iniciativas que estão definidas para este primeiro acompanhamento, António Pina frisou que neste início de projecto há uma focalização para os primeiros meses, como já referido, admitindo que existem melhorias a fazer e até mesmo inovações.

Fonte do hospital de Faro disse que existem iniciativas continuadas nesta instituição que visam ajudar os pais, quer dentro das instalações, quer fora. Uma das iniciativas é um trabalho que tem sido feito com os pais dos bebés prematuros, uma inter-ajuda entre estes pais que partilham experiência e conhecimentos, mantendo o contacto. Este mesmo serviço é prestado para qualquer outra mãe que assim queira ou solicite, mas segundo fonte do hospital de Faro existem muitas mães que não pedem ajuda e nem colocam qualquer questão, o que não facilita a ajuda que se quer muitas vezes prestar.

Este projecto conta com o apoio da Universidade do Algarve, do Hospital Central de Faro, do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, o IDT do Algarve e da ARS do Algarve, sendo que estes dois últimos fazem parte da coordenação.

Carla de Sá»

Fonte:Região Sul
Link:http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=82722

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Massagem para Grávidas


«Um dos momentos mais especiais na Vida de uma Mulher é, sem dúvida, estar grávida. Esta é uma altura em que não é preciso motivos para celebrar ou se sentir a pessoa mais especial do Mundo. Afinal, gerar o fruto do seu amor é, por Si só, motivo mais que suficiente para estar Feliz.

A Estética aliou-se a esta ideia de beleza e bem-estar tão especiais e criou novos tratamentos para as futuras mamãs, durante o estado de graça, que apesar de especial traz um rol de incómodos a nível da pele e da circulação sanguínea.

A época do ano que traz mais incómodos é durante a estação do Verão. A gravidez faz parecer o Verão ainda mais quente, mas existem tratamentos que a vão ajudar a ultrapassar estes pequenos problemas e a torná-la ainda mais bonita.

Quaisquer tratamentos ou massagens a uma grávida só deverão ser efectuados no 2º e 3º trimestre, que vai desde a semana 12 até à semana 40 de gestação, momento em que, teoricamente, a gravidez chega ao fim.

Nesta última parte as preocupações começam a centrar-se em questões que até este momento pareciam sem importância, como por exemplo, o corpo, todas as alterações a que sofre durante a gravidez.

Pensando no seu bem-estar, surgiu um tratamento re-equilibrante e drenante para reactivar a circulação e a linha, hidratando e reafirmando a pele.

Durante este período, as pernas e os pés ficam inchados na maioria das mulheres (principalmente no terceiro trimestre). Devido ao excepcional tamanho que adquiriu, o útero comprime os vasos sanguíneos que transportam o sangue das pernas para o coração, provocando os típicos edemas por acumulação de líquido nas pernas.

Ao deitar-se, o líquido retido nas pernas tende a distribuir-se por todo o corpo, por isso é normal que quando se levante tenha as mãos e o rosto inchados.

As costas são outra zona que sofre imensa pressão, à medida que a barriga vai crescendo.

Este tratamento, à medida que nutre a pele (para evitar estrias), causa também um bem-estar, uma vez que se trata de uma massagem específica para grávidas com aplicação de produtos para o mesmo efeito.


Passo-a-Passo da massagem

1º Dá-se as boas-vindas à cliente, com um óleo essencial (neste caso apenas 1 gota).

2º Aplica-se o creme nas costas e faz-se a massagem.

3º Termina-se com a massagem drenante nos pés.»

Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1136/

Bebés prematuros: Alimentação adequada para os bebés com pressa de nascer


«Cláudia Pinto
Data: 2008-04-04

Nascer antes da data programada é motivo de grande euforia, mas, não raro, de alguma inquietação por parte dos pais. Muitos não sabem como agir nem que tipo de alimentação dar ao seu bebé. O Jornal do Centro de Saúde foi saber quais as necessidades nutricionais e o tipo de alimentação mais adequada para os bebés que nascem antes do tempo.

Chama-se bebé prematuro a todo aquele que nasce antes das 37 semanas, não cumprindo por isso o tempo previsto na barriga da mãe. Surgem assim diferentes graus de prematuridade. Os bebés que nascem antes das 32 semanas têm um peso normalmente inferior aos que nasceram com 37 semanas.

Um bebé prematuro demora mais tempo a desenvolver-se a nível dos intestinos e do sistema nervoso. “Quanto menor for o número de semanas, maior o número de complicações que podem surgir, sobretudo relacionados com a nutrição”, afirma a Dr.ª Teresa Tomé, Presidente da secção de neonatologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP).

Para um bebé prematuro, é muito complicado mamar ou ingerir o leite. “Estes bebés ainda não têm capacidade de chupar e de deglutir. A coordenação de sucção e deglutição é mais tardia”, afirma a pediatra. Apesar dos bebés prematuros nascerem fora do tempo estipulado, podem ser crianças perfeitamente saudáveis, não devendo os pais entrar em pânico com esta situação mas sentirem-se parte do processo de recuperação e crescimento dos mesmos.

Tipos de alimentação mais frequentes

Os recém-nascidos prematuros necessitam de mais nutrientes do que os de termo. “Estes bebés têm de manter o ritmo de crescimento que tinham na vida intra-uterina”, explica Teresa Tomé. Inicialmente, numa primeira fase de internamento do bebé, “a nutrição faz-se por via intra-venosa".

A isto chama-se alimentação parentérica, direccionada para a circulação. Em simultâneo, pode optar-se pela alimentação entérica, onde se acrescenta um pequeno volume de leite, de forma a estimular o intestino do bebé. “Na alimentação entérica, é idealmente preferido o leite materno”. Como os bebés não podem ir ao seio mamar, “a mãe extrai o leite, coloca no biberão e dá-se ao bebé através de uma sonda”.

O leite materno é um verdadeiro seguro de saúde

“Tanto para os bebés prematuros como para os bebés de termo, o leite materno é o ideal”, afirma a pediatra. São conhecidos vários suportes ao aleitamento materno, quer nos centros de saúde, quer em ambiente hospitalar.

“O leite materno ultrapassa as vantagens nutricionais, dado que é extremamente importante do ponto de vista psicológico. Há evidência científica que indica que o leite materno diminui mais tarde a ocorrência da obesidade e das doenças comuns, como por exemplo, a diabetes e a hipertensão”, explica Presidente da secção de neonatologia da SPP. Não é pois de estranhar que haja quem afirme que o leite materno é um verdadeiro seguro de saúde.

A alimentação através do leite materno permite ainda estimular o contacto físico entre as mães e os seus filhos. “Uma vez que o bebé está internado, o leite materno vai fazer com que as mães se sintam uma parte útil do crescimento do bebé enquanto está internado”, explica Teresa Tomé. A mãe transmite, assim, factores biológicos que constituem enormes defesas para o bebé.

A partir das duas semanas, “o bebé começa a tomar um suplemento de ferro e um suplemento vitamínico. Por vezes, é também necessário suplementar o leite materno com um reforço nutricional. Normalmente, há uns produtos intitulados fortificantes do leite materno que vão reforçar a composição desse leite, no que respeita à aquisição de vitaminas e proteínas, de forma a garantir um melhor crescimento”, fundamenta Teresa Tomé.

Ainda não são conhecidas as necessidades ideais para o bebé crescer. Por outro lado, sabe-se que “o bebé tem de crescer bem, através de boas escolhas nutricionais”. Actualmente, a Organização Mundial de Saúde preconiza o aleitamento materno em exclusivo, até aos seis meses, se possível. “Defende ainda a manutenção do aleitamento materno, não exclusivamente, até aos dois anos”, conclui a pediatra.

Fonte: Jornal do Centro de Saúde»

Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1831/

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Petição contra restrição do parto sem dor aguarda resposta


«Hospital de Santo André recorre à epidural no período diurno

Os subscritores da petição para a realização de partos sem dor, com recurso à epidural no Hospital de Santo André, em Leiria, continuam a aguardar a resposta ao abaixo-assinado entregue à administração.

Recorde-se que a administração da unidade hospitalar restringiu no início do ano a anestesia epidural a alguns partos considerados excepcionais, situação que gerou o descontentamento de dezenas de grávidas e das suas famílias.

A medida levou a que começasse a circular pela cidade de Leiria e na Internet um abaixo-assinado contra esta decisão da administração do Hospital de Santo André, tendo como principal objectivo o recuo.

O hospital justificou a restrição da utilização da epidural devido à ausência de dois médicos anestesistas, o que veio diminuir a capacidade de resposta da unidade hospitalar nesta matéria.

Fonte da administração hospitalar adiantou ao Diário As Beiras que a injecção que permite o parto sem dor regressou à unidade hospitalar durante o período diurno, entre as 8h00 e as 20h00.»

Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=5dc7d784b58e8aaf3459cd039f4cdc99

A Amamentação e a Odontologia

«O aleitamento materno é constantemente incentivado por ser o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, por ter ação imunizante, presente no colostro, protegendo-as de diversas doenças. Crianças aleitadas no peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo, diminuindo a probabilidade de câncer de mama e depressão pós-parto. Porém, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança.

Quando a criança mama no peito, não está só sendo alimentada, mas também fazendo um exercício físico importante para desenvolvimento ósseo e muscular da boca e face. Ao nascer, o bebê tem a mandíbula muito pequena, desproporcional à maxila superior, e esta crescerá com o estímulo da sucção do peito; toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos. Mamar no peito não é fácil, por isso, tanta transpiração. Esse exercício é o responsável inicial pelo crescimento harmonioso da face e dentição.

Usando mamadeira, esse exercício e quase inexistente, e a preferência do bebê pela mamadeira vem pela facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição do bebê durante a mamada deve ser a mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos.

Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação aprende-se respirar corretamente pelo nariz, evitando tonsilites, pneumonias, entre outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecam ficando mais expostos à cáries e as gengivas podem ficar inflamadas e os maxilares tendem a sofrer deformações, assim como a mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e de estômago.

Quando a mamadeira tornar-se uma companheira para a criança, ela se habitua a uma dieta mole e adocicada. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que um dos fatores que os habituou a essa dieta foi o uso prolongado da mamadeira. Convém lembrar que atrelada à mamadeira vem a chupeta e que qualquer uma das duas afetam o posicionamento dos dentes trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração.

Drª. Ana Melissa De Lucia Jamar
Odontologia Estética – Prótese Dental e Buco-Maxilo-Facial - Clínica Geral

Dr. Vicente Peres Infante
Cirurgia e Traumatologia Buco-
Maxilo-Facial - Ortodontia
Implantodontia»


Fonte:Paulinianews
Link:http://www.paulinianews.com.br/?pg=noticia&id=6132

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Almodôvar quer aumentar natalidade com subsídio de 750 €


«Os casais de Almodôvar que «derem à luz» um filho vão receber um subsídio de 750 euros, graças a um programa do município para aumentar a natalidade naquele concelho alentejano.

«Queremos incentivar o nascimento de mais crianças para aumentar os índices de natalidade no concelho», explicou hoje à agência Lusa o presidente do município, António Sebastião.

A baixa natalidade, justificou, «é uma das consequências do envelhecimento e da baixa densidade da população, um dos problemas do concelho e que é urgente contrariar».

Dos 8.145 habitantes do concelho de Almodôvar, 26,4 por cento (2.154) têm 65 ou mais anos e apenas 11,4 por cento (936) são crianças com menos de 14 anos, segundo dados do Diagnóstico Social do concelho, elaborado pelo conselho local de acção social, em 2006.

Para aumentar a natalidade, António Sebastião explicou que a autarquia «vai incentivar os casais a ter filhos, dando-lhes um incentivo financeiro».

Diário Digital / Lusa»

Fonte:Diário Digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=325124

Médicos divergem sobre a cesariana


«Katherine Funke, do A Tarde

Numa cesariana, os bebês nascem em dez a 15 minutos. O prazo de recuperação pós-operatório pode durar dois a três meses. O trabalho de parto normal, por sua vez, pode demorar 20 horas e, como não é cirurgia, a recuperação é mais rápida.

Para a mulher sem indicações médicas para cesariana, existe alguma vantagem em se optar pelo procedimento, em vez de realizar o parto normal? E será que existem contra-indicações? Do ponto de vista da saúde, o assunto é polêmico até mesmo entre obstetras, ginecologistas, psicoterapeutas e outros profissionais que estudam a questão.

Uma das correntes de opinião a respeito divulga que a cesariana é mais vantajosa sob o aspecto fisiológico dos aparelhos genital e urinário feminino. O parto normal geraria a necessidade de se cortar o períneo para abrir espaço ao bebê e poderia incorrer em rupturas na região entre a vagina e o ânus, que poderiam causar incontinência urinária. “Ao incentivar o parto normal, o SUS economiza de um lado, mas gastará de outro, para pagar as cirurgias reparatórias”, argumenta o obstetra Henrique Amorim.

Seu colega Pedro Melo, no entanto, tem opinião oposta. “Se o parto for bem assistido, com esvaziamento da bexiga e do reto, o risco de ocorrer isso é mínimo”.

A psicoterapeuta e filósofa Adriana Tanese Nogueira, mestre pela PUC/SP com pesquisa sobre o tema, diz que o parto cirúrgico desestimula o aleitamento materno e mantém “mulheres submissas e alienadas de sua força, capacidade e auto-estima”. Adriana preside a ONG Amigas do Parto. Pela internet, a ONG promove cursos e tira dúvidas.

COMO FUNCIONA – Como é uma cesariana? A TARDE acompanhou uma. A gestante deita na maca, tem os pêlos pubianos raspados, recebe soro na veia e anestesia para a área do abdômen. Para evitar que toquem o local da cirurgia por reflexo, os braços da mulher são abertos e fixados. “Tudo bem, mãe?”, pergunta uma enfermeira. “Tudo”, responde a gestante – e outros médicos já estão a cortar sua pele e repuxar a carne, com dedos e aparelhos, para abrir espaço entre os órgãos internos.

O útero é a sétima barreira a ser vencida. Os médicos rompem a bolsa de água e dela tiram o bebê. A criança nasce por entre a abertura sustentada pelas mãos firmes de um médico, enquanto outro puxa um corpinho mole e assustado para fora. Corta-se o cordão umbilical.

O neném recebe atenção de uma pediatra, enquanto os cirurgiões retiram a placenta e começam a costurar o útero, os músculos, a pele. Durante todo o tempo, as pernas da mulher, protegidas por panos, servem de “mesa” para as compressas, a placenta, tesouras e outros instrumentos cirúrgicos. A mãe fica acordada durante o procedimento.»

Fonte:A tarde
Link:http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=859136

terça-feira, 1 de abril de 2008

Uma história de vida ...


Ana Madragoa é uma mulher de força que apesar das adversidades encontradas na vida não desceu os braços. Acresce dizer que além de uma situação pessoal complicada, onde as adversidades eram mais do que as ajudas, onde a compreensão e amparo eram apenas miragens, não deixou que o desanimo a contagia-se e foi à luta. Uma lição de vida para todos nós.

E se pensarmos que a luta foi por um filho, só traz dignidade à sua atitude.

Após a sua opção, surgiram problemas com a gravidez, e quando o seu filho nasceu não mexia as pernas. Desempregada, mãe solteira, mas nada disto a fez parar de lutar pelo seu filho.

Chama-se Ana Madragoa, convido-os a ler a sua história com mais detalhe no seu site http://www.pinguimgroup.com/anamadragoa/ana_madragoa.php, ela é estilista e tem uma colecção de gorros e outras peças interessantes que vos convido a visitar no site referido.

Espero que este pequeno resumo da história da Ana Madragoa vos incite a visitar o site dela e além de conhecer a história toda possam adquirir uma das suas peças.

Paulo Pires

Saber como educar


«Joana Silva Santos| 2008-03-31

Porque ser mãe ou ser pai nem sempre é fácil a Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica do Porto apresenta o programa Aprender a Educar.

Dirigido a pais que reconhecem a necessidade de aprender e de reflectir mais sobre a vida dos filhos e sobre a educação que lhes pretendem dar o programa Aprender a Educar tem como objectivo apoiar os pais na tarefa de educar.

Desenvolvido pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa do Porto, o programa decorre entre Abril e Junho e apresenta diversos módulos, permitindo aos pais escolher aqueles em que gostariam de participar consoante as suas necessidades. Com a duração de duas horas, as sessões estão programadas para as sextas-feiras, a partir das 21h30, e cada módulo será dinamizado por um psicólogo

Este ano o programa arranca a 4 de Abril e o primeiro módulo é uma novidade. A primeira sessão é dedicada ao optimismo e lança desde logo um desafio para os pais já que educar para o optimismo implica que pais e mães se tornem mais optimistas. Dirigida por Fátima Perloiro, esta sessão vai mostrar quais são as características das pessoas optimistas e como é que se pode educar crianças e jovens para serem mais optimistas.

A 11 de Abril a sessão centra-se nos afectos e nas emoções. A promoção do desenvolvimento afectivo e emocional é condição essencial para o bem-estar e para a integração social de crianças e adolescentes, Pedro Dias terá como objectivo explicar como é que se pode promover o desenvolvimento afectivo no dia-a-dia e como podemos compreender melhor a expressão das emoções.

Porque crianças e jovens necessitam de regras e limites para crescer de forma adequada e saudável, no terceiro módulo, a 9 de Maio, Lurdes Veríssimo vai explicar aos pais quando e como devem aplicar regras, limites, castigos e recompensas.

Para 30 de Maio está agendada uma reedição do módulo "Socorro! Tenho um filho adolescente!". A entrada na adolescência é acompanhada por um conjunto de mudanças físicas, psicológicas e relacionais e existem riscos. Questões como ajudá-los a integrar a imagem corporal ou a prevenção de comportamentos de risco são algumas das dúvidas que serão abordadas por Maria Raul Lobo Xavier.

Já em Junho as questões serão outras. Como é que os pais podem ajudar os mais novos a gostarem e a acreditarem neles próprios? Como é que podem prepará-los para uma sociedade competitiva? Como prepará-los para enfrentar os medos? Estas e muitas outras questões serão abordadas por Lurdes Veríssimo, dia 6, numa sessão onde a auto-estima e a autoconfiança são vistas como bens preciosos e determinantes no desenvolvimento positivo das crianças.

O programa Aprender a Educar termina a 13 de Junho com uma sessão dedicada aos irmãos e a relações que se estabelecem entre eles já que estas são fundamentais para o seu desenvolvimento como pessoas e para a forma como se relacionam com os outros.

A participação de um módulo implica o pagamento de 20 euros e a participação em três ou mais sessões corresponde a 15 euros cada. No caso de ambos os pais participarem no mesmo módulo, será cobrada apenas uma inscrição.»

Fonte:Educare
Link:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=49BC646500073779E04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0

segunda-feira, 31 de março de 2008

Estudo liga parto pélvico de bebê a genes dos pais


«Alguns bebês chegam ao mundo com as nádegas na frente por predisposição genética herdada do pai ou da mãe, segundo um estudo de cientistas noruegueses.
Cerca de um em cada 20 bebês nasce nesta posição - a chamada apresentação pélvica do bebê -, que tem um risco maior de complicações no parto em comparação com o nascimento em que o bebê está em posição cefálica – quando a cabeça vem na frente.

O estudo, da Universidade de Bergen, na Noruega, publicada na revista especializada British Medical Journal, analisou dados de 387 mil bebês nascidos entre 1967 e 2004 e concluiu que um bebê filho de pai ou mãe que tenha nascido com apresentação pélvica tem o dobro de chances de nascer nesta posição.

Mas parteiras afirmam que os pais não devem se preocupar já que um em cada quatro bebês está na posição errada no meio da gravidez, mas apenas de 3% a 4% dos bebês não está em posição cefálica na hora do nascimento.

As razões precisas para o nascimento de um bebê nesta posição não são conhecidas, mas a anatomia da mãe, em particular o formato de seu útero, pode ter um importante papel nesse mecanismo.

O nascimento natural é o em que o bebê nasce com a cabeça saindo na frente, e depois o corpo, e outras posições aumentam os riscos de problemas respiratórios na hora do parto.

Por conta disso, muitas mulheres cujo bebê tem apresentação pélvica optam pela cesariana.

Genes

O estudo norueguês concluiu que o risco de apresentação pélvica passado ao bebê é idêntico tanto do pai como da mãe, no caso de ambos terem nascido desse mesmo jeito.

Mas outros especialistas afirmam que a relação não é tão clara assim. A bióloga Janet Hardy, especialista em saúde pública da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, afirma que poderia haver um fator separado, e não pré-determinado, que aumentaria o caso de apresentações pélvicas nessas famílias.

Segundo ela, “médicos devem continuar buscando informações durante os cuidados do pré-natal sobre a apresentação do pai e da mãe na hora de seus nascimentos e outros fatores de risco potenciais para a apresentação pélvica”.

Mervi Jokinem, do Royal College of Midwives, que forma parteiras na Grã-Bretanha, disse que as conclusões são “intrigantes”.

“Sempre tendemos a achar que as mães sabem como nasceram, e algumas parteiras perguntam aos pais também, apenas para registrar as informações na ficha da parturiente.”

“Mas no fim das contas, as mulheres não devem se preocupar muito sobre a possibilidade de uma apresentação pélvica, desde que ela esteja recebendo os cuidados adequados no pré-natal.”

Henry Annan, porta-voz do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, que forma obstetras e ginecologistas, disse que a apresentação pélvica praticamente dobra as chances de riscos de complicação para o bebê.

“Ter um bebê na apresentação pélvica aumenta os perigos, mas com cuidado apropriado, as chances são de que o bebê vai nascer saudável.”»

Fonte:BBC
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/03/080328_bebesposicaoparto_ba.shtml

Parto por cesariana está a gerar polémica no sector da saúde


«A ministra Ana Jorge está preocupada com a disparidade entre os números de cesarianas nos hospitais públicos e nos privados

A ministra da Saúde não aceita que sejam as grávidas a decidir a forma como dão à luz, numa altura em que se discute a liberdade de escolha entre o parto natural e a cesariana.

A Associação Portuguesa de Bioética defende que as mulheres devem poder escolher entre uma cesariana e um parto normal, no serviço nacional de saúde, tal como acontece no privado.

A ministra da Saúde, Ana Jorge, está preocupada com a disparidade entre os números de cesarianas nos hospitais públicos e nos privados.

A Associação Portuguesa de Bioética concorda e quer que as mulheres tenham liberdade de escolha no sector público tal como já acontece no privado, mas para quem pode pagar.

Equidade e justiça social são as bases de um parecer onde se põe em causa se a cesariana é mais cara que o parto normal.

O parecer foi enviado ao Ministério da Saúde mas, ao que tudo indica, não vai sair do papel. Ministra da saúde e Bastonário da Ordem dos Médicos não querem medicina a pedido.

A ministra promete agir se as auditorias mostrarem práticas abusivas na privada. A Ordem dos Médicos promete sanções para quem actuar de modo diferente nos dois sistemas.
RTP»

Fonte:RTP
Link:http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=336303&visual=26

sexta-feira, 28 de março de 2008

Nariz Limpinho vai às creches - Para ensinar os cuidados a ter com a obstrução nasal nos bebés


«O Programa Nariz Limpinho vai correr diversas creches do país, com o objectivo de ensinar aos pais quais os melhores cuidados a ter com a obstrução nasal, um problema que afecta milhares de crianças e adultos, e que tem especial gravidade nos primeiros meses de vida.

A iniciativa visa ajudar quem lida diariamente com bebés até aos 24 meses, para que entendam a melhor forma de lidar com este problema que gera mal-estar para o bebé que não consegue alimentar-se e dormir correctamente.

Assim, no âmbito do projecto agora anunciado, até ao final de Maio, uma fisioterapeuta vai às creches para explicar os procedimentos mais indicados para aliviar o bebé e ajudar os pais e educadores a lidar da melhor forma com a questão.

De salientar que a obstrução nasal pode atingir pessoas de todas as idades, mas é particularmente grave na primeira infância, numa altura em que a respiração ainda se faz maioritariamente pelo nariz e, os bebés, por passarem muito tempo deitados, são ainda particularmente susceptíveis.

Sem conseguir respirar correctamente pelo nariz, o bebé não consegue alimentar-se ou descansar nas melhores condições o que vai reflectir-se numa maior irritabilidade podendo até comprometer o seu correcto desenvolvimento.

A acção, promovida pela Novartis, chegará numa primeira fase à região da Grande Lisboa, estendendo-se a partir de Setembro ao Grande Porto, num total de cem sessões de esclarecimento.

Os organizadores deixam ainda alguns conselhos para prevenir a obstrução nasal do bebé, que passam por não manter o bebé deitado muitas horas seguidas, levantar ligeiramente a cabeceira do berço, não dar de mamar com o bebé completamente deitado, assim como não aquecer demasiado o quarto e evitar a exposição a ambientes fechados, sobrepovoados ou com fumo de tabaco.»

Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=d3d9446802a44259755d38e6d163e820&id=8525308261c2df1952e8f1ae3ba97ddf

MULHERES COM OVÁRIOS POLICÍSTICOS PODEM TER FERTILIDADE AFETADA


«Segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Stefanie Camargo

Alterações menstruais constantes devem ser alerta para as mulheres.
Mulheres que apresentam ovários policísticos produzem uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade.

O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado à ovulação. "A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação", explica o especialista em ginecologia e reprodução humana, Joji Ueno do portal Minha Vida (www.minhavida.com.br), maior comunidade on-line de saúde e bem estar.

De acordo com Joji, os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos são as alterações menstruais. "A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano", explica.

Segundo ele, outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pêlos no rosto, nos seios e na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente, que auxilia no agravamento da síndrome. Às vezes a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas, quando engorda, elas aparecem.

Geralmente, de acordo com os históricos clínicos, a síndrome se manifesta na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência os pêlos causam maior incômodo.

Depois, na idade do casamento, são preocupantes as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. "A síndrome assume maior ou menor relevância de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período", explica Ueno.

Hoje, com o avanço da tecnologia na medicina diagnóstica, a identificação da doença ficou mais fácil com o emprego do ultra-som. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque, realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. Em estado normal, o ovário tem, em média, 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, ou seja, o dobro do volume.

O tratamento é realizado de acordo com a fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. "Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome e, sim, tratamento dos sintomas", finaliza o especialista.
Fonte: Minha Vida.com.br»

Fonte:SEGS
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=4143&Itemid=1

quinta-feira, 27 de março de 2008

Cinco pijamas infantis contêm químicos perigosos para a pele


«Estudo da Deco avaliou pijamas escolhidos de forma aleatória com base em normas auto--regulatórias

Alexandra Marques

A Deco - Associação de Defesa do Consumidor detectou "substâncias perigosas", por poderem causar alergias, eczemas e irritação na pele, em cinco dos 15 pijamas infantis analisados. As marcas Billy Blue BG Folich, Chicco Chi by Night, Noddy Verbauet), Ruca (Fábrica de Tecidos Jacinto) e Prénatal Giants Club apresentaram ftalatos.

Esta substância plastificante encontra-se nos estampados e "estudos animais mostram que que pode prejudicar o fígado e os rins". O artigo publicado na "Teste Saúde" de Abril alerta ainda para o facto destes químicos serem "sobretudo perigosos em artigos de puericultura destinados a crinças pequenas, que os levam à boca por longos períodos."

No pijama Prénatal Giants Club foi ainda encontrado formaldeído, um composto orgânico "reconhecido como cancerígeno" para o ser humano e "o contacto directo com a pele, em especial das crianças, pode provocar irritação".

Sem propósito publicitário, mas com o intuito de sossegar os pais quanto às restantes dez marcas que passaram no exame, o JN faz questão de as mencionar.

São elas as da Disney Tigger (H&M); Red Code; Oysho Peanuts Snoopy; Piratas das Caraíbas (La Redoute); C&A Disney Pixar, Zara Super Homem; Graipe de Rêve (Fabio Lucci); Benetton Red Wood Mall; Petit Patapon Bed Time e Disney Minnie Dance. Por não haver uma lei reguladora para os têxteis infantis, a Deco avaliou o teor de químicos "com base na norma ÖKo-Tex Standard 100" e os ftalatos pela "directiva dos brinquedos e artigos de puericultura".

A Deco informou os respectivos fabricantes do resultado do estudo, mas segundo Fátima Ramos, apenas a Billy Blue reagiu, garantindo que a próxima colecção já não conterá a tal substância. A Prénatal respondeu que os seus pijamas "estavam dentro da lei".

Porque foi analisada a presença de corantes, formaldeído, ftalatos, benzeno e metais pesados e destas substâncias "apenas os corantes azóicos, que libertam compostos cancerígenos, têm limites definidos numa directiva".

"A escolha foi aleatória. Procurámos marcas representativas e fomos a grandes cadeias de distribuição e hipermercados", explicou a técnica, que adiantou ao JN estar este resultado "dentro da média europeia". Ou mesmo acima, uma vez que em Portugal não foram detectados corantes.

A quem compra roupa para crianças, Fátima Ramos aconselha a preferência pelo rótulo ecológico europeu ou Öko-Tex, como garantia de ausência de químicos nocivos e a lavagem obrigatória e prévia de qualquer peça têxtil (a elevadas temperaturas) "porque desta forma se elimina grande parte do risco.»

Fonte:Jornal de Notícias
Link:http://jn.sapo.pt/2008/03/27/sociedade_e_vida/cinco_pijamas_infantis_contem_quimic.html

Driblando as dores na coluna na gravidez


«Uma das maiores queixas das mulheres durante a gestação é a dor na coluna. Algo perfeitamente compreensível, já que a mulher grávida enfrenta uma série de transformações no corpo, principalmente grandes alterações hormonais.

As mudanças dos níveis de hormônios deixam os ligamentos do corpo da gestante mais elásticos e com maior mobilidade, tornando as articulações mais frouxas. Por isso, as articulações frouxas e em conjunto com aumento de peso podem ocasionar dores em quadris, joelhos, tornozelos e especialmente na coluna.

Estudos indicam que quase 80% das mulheres grávidas sentem dores na coluna, sobretudo na região lombar. Para piorar, ao sentir que a barriga e as mamas crescem, a mulher grávida adota uma postura errada.

Na tentativa de amenizar o peso, muitas mães colocam a barriga para frente e o quadril para trás, acentuando a lordose normal do corpo e piorando as dores nas costas.

As futuras mamães sedentárias são as mais propensas a terem dor nas costas devido ao não fortalecimento dos músculos, flácidos e sem força para suportar peso extra.

Atividades físicas nelas!- Como já não é novidade, a melhor solução para não sofrer tanto na coluna é a mulher começar a prática de exercícios físicos antes mesmo de engravidar, embora isso nem sempre seja possível, pois muitos bebês “aparecem” sem planejamento.

A realização de exercícios durante a gravidez, não exagerando no excesso de peso, e a adoção de postura correta durante o sentar, carregar peso e dormir, previnem as dores na coluna.

Ao sentar, a mulher deve manter a coluna ereta em uma cadeira confortável, não carregar objetos pesados e dividir nas duas mãos, dobrar o joelho e, não a coluna, ao pegar algo no chão e dormir de lado com um travesseiro entre as pernas são medidas importantes na prevenção de dores na coluna.

Lembre-se: faça exercícios recomendados por um profissional qualificado e especialista em gestantes. Atividades programadas por profissionais não capacitados podem ter efeito contrário. A hidroginástica e a caminhada são atividades recomendadas para as futuras mamães.

Quiropraxia - Existe ainda um tratamento alternativo chamado Quiropraxia, reconhecido pela Organização Mundial da Saúde. Ainda pouco conhecido no Brasil, a técnica pode evitar e tratar as dores na coluna da gestante.

“As técnicas de Quiropraxia visam ajustar corretamente o posicionamento ósseo para não haver dores nem lesões e ainda proporcionar o funcionamento correto do corpo e dos órgãos ao longo das mudanças durante a gravidez”, diz Luis Maestro, diretor de clinica de Quiropraxia e criador de um programa específico para gestantes – “Programa Mamãe sem Dores”.

O ideal é a prevenção das dores de coluna, mas ao aparecimento de qualquer dor durante a gestação, procure seu médico e peça orientações de como proceder sem causar mais danos à sua saúde e a do bebê.

Dicas

Evite ficar em pé durante muito tempo e saltos altos. Já não basta o peso extra agora com o bebê, é inadmissível que a mamãe se equilibre em salto alto.

Se trabalhar sentada, levante a cada meia hora e faça uma caminhada. Atividade física é fundamental para deixar os músculos preparados para enfrentar a gravidez. Mas não precisa virar atleta.

Eleve as pernas sempre que se sentir muito cansada. Facilita na circulação sanguínea.

Bruno Rodrigues»

Fonte: Guia do Bebé
Link:http://guiadobebe.uol.com.br/gestantes/dores_na_coluna.htm

quarta-feira, 26 de março de 2008

Banho do Recem Nascido



Nascimentos prematuros são ligados à mortalidade mais elevada na infância


«WASHINGTON (AFP) — Os prematuros têm um risco mais alto de mortalidade na infância e uma taxa de reprodução nítidamente mais fraca quando se tornam adultos que as pessoas nascidas em tempo normal, segundo um estudo publicado nesta terça-feira.

Pesquisadores da faculdade de medicina da Universidade de Duke (Carolina do Norte, sudeste) analisaram 1,16 milhão de nascimentos na Noruega de 1967 a 1988, e este grupo foi acompanhado até 2002.

Desde total, 60.354 nascimentos, ou seja, 5,2%, foram prematuros, ou seja, aconteceram até 37 semanas após a concepção.

A proporção de meninos prematuros foi mais elevada que a das meninas, com 5,6% contra 4,7%, destaca o estudo publicado pelo Journal of the American Medical Association (JAMA) na edição de 26 de março.

Segundo este estudo liderado por Geeta Swamy, da Universidade Duke, o grupo dos meninos nascidos entre 22 e 27 semanas tinha uma taxa de mortalidade de 1,33% entre 1 e 5 anos e de 1,1% entre 6 e 12 anos. Estes números representam respectivamente um risco 5,3 e 7 vezes mais elevado em comparação com crianças nascidas em tempo normal.

Para as meninas, a taxa de mortalidade no grupo das nascidas entre 22 e 27 semanas era de 1,71% entre 1 e 5 anos, ou seja, 9,7 vezes mais de riscos que as nascidas normalmente.

Nenhuma morte de menina prematura neste grupo foi registrada entre 6 e 12 anos.

No grupo dos nascimentos de 28 a 32 semanas, a taxa de mortalidade dos meninos entre 1 e 5 anos foi de 0,73% e de 0,37% entre 6 e 12 anos, ou seja, um risco respectivamente 2,5 vezes e 2,3 vezes maior que para os nascidos em tempo normal.

Para as meninas nascidas entre 28 e 32 semanas, o risco de mortalidade não aumentou significativamente, segundo o estudo.

Adultos, os homens e mulheres nascidos entre 22 e 27 semanas após a concepção tiveram uma taxa de reprodução de 13,9% e 25%, respectivamente.

Estes homens e mulheres tinham respectivamente 76% e 67% de probabilidade de não se reproduzirem, em comparação com adultos nascidos em tempo normal.

Para os nascidos entre 28 e 32 semanas, as taxas de reprodução eram de 38,6 e 59,2%, respectivamente.

Além disso, as mulheres nascidas prematuras correm mais risco de dar à luz crianças prematuras, segundo o estudo.»

Fonte:AFP
Link:http://afp.google.com/article/ALeqM5irCOM4r507Ua5vRb3o8GNwW4ICnA

terça-feira, 25 de março de 2008

Cigarro e fertilidade: uma relação arriscada


«Estudo publicado na revista Nature confirmou o que vários médicos já vinham alertando: as fumantes têm maior probabilidade de apresentar problemas de fertilidade do que o resto das mulheres.

De acordo com a pesquisa de um grupo de cientistas de Boston, partículas encontradas no tabaco os hidrocarburetos aromáticos policíclicos destroem os óvulos. Os cientistas baseiam-se em experiências realizadas em ratas que apresentaram queda de fertilidade ao serem expostas às substâncias nocivas encontradas no tabaco.

A poluição atmosférica também dificulta a gravidez, já que os combustíveis fósseis contaminam o ar com essas partículas que são encontradas no tabaco.»

Fonte:JM Online
Link:http://www.jmonline.com.br/?canais,3,08,443

Precisamos de muitos bebés


«Depois do alerta do INE que revelou taxas de natalidade baixíssimas, e traçou um cenário pessimista para 2050, a OCDE revela que Portugal é dos países que menos incentiva a natalidade. Medidas do Governo têm sido «desastradas»

Portugal é um dos 30 países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) que menos incentivam a natalidade. A conclusão é de um relatório divulgado pela OCDE, que tem em conta o impacto de variáveis como os impostos, contribuições para a Segurança Social e os subsídios do rendimento líquido das famílias.

Dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a taxa de natalidade atingiu, em 2006, os valores mais baixos de que há registo, sendo que nasceram menos 4.100 bebés em Portugal do que em 2005. Estas estatísticas levam o INE a traçar um cenário muito pessimista para 2050, apontando que Portugal terá perdido um quarto da população, passando para 7,5 milhões de pessoas.

Algumas autarquias já promovem várias medidas de apoio à natalidade e combate à desertificação. São os casos dos municípios de Alijó e de Mértola, que oferecem incentivos às famílias que tenham o segundo filho.

O Governo tem anunciado ultimamente algumas medidas na área da natalidade e das famílias, medidas essas que não têm agradado à Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN). «Finalmente temos um primeiro-ministro que olha para este problema, mas as medidas anunciadas têm sido desastradas», referiu Fernando Castro, presidente da organização, em declarações ao PortugalDiário.

A entrada em vigor da legislação que prevê quatro meses de subsídio para grávidas com rendimentos baixos é uma das políticas que merece o aplauso da APFN. No entanto, outras medidas têm sido aplicadas pelo Governo de Sócrates. Houve um reforço dos abonos de família para os agregados mais carenciados e, em 2008, as famílias com filhos até três anos vão poder beneficiar, na dedução do IRS, da duplicação da dedução específica. A confiança do Governo no sucesso destas medidas levou Sócrates a anunciar o aumento de 33 por cento da rede de creches na cobertura do território, até 2009.

Fernando Castro refere que o Governo «promove medidas natalistas e implementa anti-natalistas». O dirigente da APFN sustenta que tem de haver «uma promoção da conjugalidade» e crítica a penalização fiscal contra os casais. E dá um exemplo: «Não existe margem para baixar os impostos dos produtos para crianças e o IVA das cadeirinhas, mas baixaram o IVA dos ginásios».

Relatório da OCDE aponta as diferenças

Em 2007, um contribuinte solteiro que auferisse um rendimento correspondente a 67 por cento da média teria de entregar ao Estado 16,6 por cento do rendimento bruto. No caso do contribuinte ter dois filhos, entregaria ao Estado apenas 5,7 por cento do seu rendimento bruto. A diferença entre os dois valores é um incentivo público à natalidade. Existe uma diferença de 10,8 por cento, mas que, ainda assim, é considerado um valor muito baixo face aos outros países da organização internacional.»

Fonte: Portugal Diário
Link: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=926845&div_id=291

domingo, 23 de março de 2008

quinta-feira, 20 de março de 2008

Aumenta número de mulheres que têm filhos depois dos 40


«A gravidez de mulheres acima dos 40 anos não causa mais espanto. Atrizes famosas, muitas vezes bem acima dos 40, apresentam orgulhosas, seus bebês. “Hoje, é bastante comum sermos procurados por mulheres acima dos quarenta anos, que querem iniciar uma família, ou em busca do segundo ou terceiro filho”, conta o médico e especialista em reprodução assistida da Clínica SER, que fica no Hospital das Clínicas, em Niterói e funciona em parceria com a Clínica ORIGEN, Dr. Mauro Bellece.

Mais uma vez, as mudanças nos padrões sociais são a justificativa para o fato. “Não podemos negar que a inserção cada vez maior da mulher no mercado de trabalho trouxe mudanças expressivas na organização familiar”, ressalta Bellece. Como fator somam-se ainda outras alterações sociais significativas, como a maior dificuldade de estabilização financeira, a necessidade crescente de investimentos na educação para o crescimento profissional e a disseminação, na sociedade, de conceitos como liberdade e juventude.

“As pessoas querem aproveitar bem a vida antes de se fixarem e constituírem uma família”, diz o médico.
“A melhoria das técnicas de reprodução assistida também é um fator de destaque, melhorando cada vez mais os resultados e ‘ampliando’ a idade fértil da mulher. Assim, elas se sentem mais seguras para encarar uma gravidez depois dos 40 e mais confiantes no sucesso dos tratamentos”, explica.

O especialista lembra, porém, que os riscos não são nulos e que, quanto mais tarde a mulher optar por engravidar, maiores são as chances de gestações de risco ou alterações genéticas na criança, como a Síndrome de Down. Segundo Mauro Bellece, quando a mãe tem 20 anos, apenas um bebê em cada 1.500 tem Síndrome de Down.

Em filhos de mães de 35 anos, a ocorrência é seis vezes maior: uma criança a cada 250 nascimentos. "Aos 40 anos, a chance de se gerar de um filho com Síndrome de Down é de 1%. Já aos 45, as estatísticas chegam a 4%, ou seja, um filho a cada 25 nascimentos", explica o especialista. Hoje já existem exames, feitos na criança - ainda no útero da mãe - capazes de detectar alterações genéticas. Porém, não é possível corrigi-las. Por isso, as mulheres que desejam engravidar devem estar conscientes do risco. E, acima de tudo, fazer um bom pré-natal.

“Por mais que avancemos, sempre a idade será o pior fator prognóstico. Mesmo com todas as melhorias, não recomendamos o adiamento da gravidez para depois dos 35 anos“, ressalta.
Sobre infertilidade - A infertilidade é caracterizada pela ausência de gravidez após um ano de tentativa sem o uso de métodos contraceptivos. Cerca de 15% dos casais em idade fértil experimentam dificuldades para gerar filhos.

A infertilidade não é um problema exclusivo da mulher. Cerca de 40% das causas estão relacionadas a fatores femininos; 40% a fatores masculinos e os 20% restantes são causas mistas. Para a maioria dos casos, existe algum tipo de tratamento que torna a gravidez possível, podendo variar de uma simples orientação até a utilização de técnicas de reprodução assistida. Mas antes de pensar em infertilidade, o casal deve tentar engravidar durante um ano, principalmente quando a mulher tem menos de 35 anos de idade. Somente depois desse tempo, as investigações devem ser iniciadas.

Vários fatores podem comprometer a fertilidade. Dentre as principais causas da infertilidade feminina estão alteração nas trompas, fatores uterinos, fatores hormonais ou ovulatórios, endometriose e idade. As causas masculinas podem ser ausência ou baixa quantidade de espermatozóides, redução de motilidade, alteração de morfologia, entre outras. Em alguns casos, não se consegue determinar as causas da infertilidade em homens e mulheres. “Fazer o diagnóstico correto é uma etapa crucial na determinação do tratamento apropriado. Algumas causas de infertilidade podem ser tratadas com sucesso por meio de procedimentos e técnicas simples, como inseminação artificial, terapia hormonal e pequenas cirurgias”, diz o especialista.

Em casos mais complexos, ou quando os tratamentos simples não são bem sucedidos, as técnicas de reprodução assistida, realizadas em laboratório, são a alternativa mais indicada.
A Clínica SER, coordenada pelo médico Mauro Bellece da Silva, é parceira do Centro de Medicina Reprodutiva ORIGEN, referência mundial em reprodução assistida, com sedes em Minas Gerais e Rio de Janeiro. O SER está estabelecido no Hospital de Clínicas de Niterói. São utilizadas as mais altas tecnologias em reprodução assistida, garantindo assim um elevado percentual de sucesso nas taxas de gravidez.

A clínica surgiu com a incumbência de suprir a necessidade de prestação de serviços médicos nas áreas de diagnósticos e reprodução humana, agrupadas em uma área física única.»

Fonte:Revista Fator
Link:http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=33126

Pesquisa identifica proteínas capazes de facilitar a gravidez assistida


«Três proteínas estavam presentes em mulheres que levaram a gravidez adiante.
Estudo descobriu ainda uma proteína inibidora da gestação.
Uma pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo identificou proteínas capazes de facilitar a gravidez de mulheres que recorrem à fertilização assistida para ter filhos.

Atualmente, cerca de 100 mil mulheres no Brasil fazem tratamento para engravidar. O processo envolve várias tentativas e muitas frustrações. Mas descobertas feitas a partir de uma pesquisa com 52 pacientes podem tornar a reprodução assistida mais eficiente.

Paulo Serafini, professor da faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, acompanhou mulheres de 24 a 42 anos que tentavam ter um bebê.

O foco da pesquisa foi o endométrio, tecido que reveste o útero. Em todas as mulheres que levaram a gravidez adiante, o médico identificou a presença de três proteínas: LIF, IGF-1 e PR.

Já as pacientes que não tiveram sucesso apresentaram uma quarta proteína estudada, a claudina-4, considerada um fator inibidor da gestação.

Os médicos acreditam que monitorando essas proteínas será possível determinar o melhor momento para a fertilização. “Nós poderemos, a partir dos resultados já obtidos, predizer se naquele momento a paciente tem condições de receber bem a célula-ovo e de ter uma evolução favorável da sua gravidez”, explica Edmundo Baracat, professor titular da USP e orientador da pesquisa.

Esta descoberta deverá poupar as pacientes de desgastes físico, emocional e financeiro.

Em clínicas particulares, a fertilização in vitro custa por volta de R$ 10 mil. O Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não cobre o tratamento. Hoje na rede pública, esse atendimento é prestado apenas em alguns hospitais estaduais e universitários, mas o orçamento é limitado. No Hospital das Clínicas, de São Paulo, cada mulher tem direito a três tentativas.

A costureira Fabiana Francisco está casada há dez anos. Há três, ela toma hormônios para engravidar. Agora, os médicos do HC vão tentar a reprodução assistida.

“Se essa paciente engravida na primeira vez, ela potencializa que duas outras pacientes usufruam desse benefício que o estado está proporcionando a paciente”, justifica Paulo Serafini, responsável pela pesquisa.

Fabiana está ansiosa: “Eles optaram por fazer inseminação, tomei a medicação e vou fazer agora. Não vejo a hora de chegar”. Ela completa: “vou ficar muito feliz, nossa, pulos de alegria”.»

Fonte:G1 Globo
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL355874-5603,00-PESQUISA+IDENTIFICA+PROTEINAS+CAPAZES+DE+FACILITAR+A+GRAVIDEZ+ASSISTIDA.html

quarta-feira, 19 de março de 2008

PAIS NÃO GOZAM LICENÇA DOS FILHOS


«Três em cada cinco homens não pedem os cinco dias úteis a que têm direito no primeiro mês após o nascimento do filho. A divisão da licença de maternidade ainda constitui uma raridade, apenas 413 homens partilham os 120 dias com a mulher. E os homens "donos de casa" representam somente 3200 cidadãos. Números que valem a pena recordar , hoje, quando se comemora o Dia do Pai.

Em 2005, só 42982 homens gozaram os cinco dias úteis a que têm direito pelo nascimento de um filho. E apenas 413 pais dividiram com as companheiras a licença de maternidade, um número que vai crescendo muito lentamente de ano para ano, registando 438 pedidos em 2006. Se pensarmos que nasceram 109 mil crianças no País, depressa se conclui que a maternidade/paternidade continua a ser mais vivida no feminino do que no masculino, apesar de toda a evolução da sociedade portuguesa. E a causa não está apenas entre os homens, já que, muitas vezes, são as próprias mulheres que não dão espaço aos companheiros para exercer os direitos da paternidade.

Um estudo recente publicado no livro Família e Género em Portugal e na Europa indica que os portugueses ainda são muito conservadores no que diz respeito à criação/educação dos filhos. Portugal ocupa "o lugar mais conservador de todos os países quando se trata das atitudes face ao impacto do emprego feminino nos cuidados à criança pequena e na vida familiar em geral (visto como muito negativo pela população portuguesa, quando comparada com as dos outros países), refere a socióloga Karin Wall, organizadora do estudo em conjunto com Lígia Amanso.

Os portugueses são muito modernos no que diz respeito à aceitação de transformações sociais como o divórcio, as uniões de facto, a divisão do trabalho pago, a igualdade de oportunidades entre sexos, mas revelam-se retrógradas quando se trata de decidir quem deve cuidar da criança, tarefa que dizem dever ser entregue à mulher. É o que revela o inquérito sobre as atitudes sociais publicado no livro e que é comprovado pelos dados estatísticos. Demonstram que ainda há muitos homens que se demitem das questões relacionadas com a maternidade e pelas mais variadas razões (ver textos ao lado).

Nasceram 109 399 bebés em Portugal em 2005, mais 101 do que em 2004 e mais 3950 do que o ano passado. E 60% dos homens nem sequer gozaram os cinco dias úteis a que tinham direito por lei, direito que só foi requerido por 42 982 trabalhadores , quase metade das trabalhadoras, 76 125. E não chega a 5% os que decidiram dividir a licença de maternidade com as companheiras, daí que os homens que o fazem continuem a ser notícia.

E homens que estejam em casa a cuidar dos filhos? "Se encontrar alguém, não é uma raridade, é um exotismo", diz a socióloga da família, Maria das Dores Guerreiro, acrescentando que isso não acontece apenas no território nacional. "Ficar em casa a cuidar dos filhos e a realizar tarefas domésticas ainda é encarado como um trabalho menor. Essa situação pode acontecer em determinada altura da vida, devido até a uma situação de desemprego, por exemplo, mas dificilmente será uma opção. Aliás, o Instituto Nacional de Estatística coloca os domésticos na população inactiva".

Em 2006, estavam registados 557 mil e 500 domésticos, sendo que apenas 3 200 são homens, percentagem que se tem mantido idêntica nos últimos anos.

Outro dado a ter em conta são as famílias monoparentais e que, segundo os Censos de 2001, representam 7% das famílias portuguesas. Entre estas, não chega a um por cento (0,9%) as que são constituídas por homens, uma proporção idêntica a outros países europeus, nomeadamente os países escandinavos.»

Fonte:Diário de Notícias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/03/19/centrais/pais_gozam_licenca_filhos.html

Petição para mais abono de família já com 100 assinaturas


«Mais de 100 pessoas já assinaram uma petição online para que sejam feitas alterações legislativas que permitam mais apoios as famílias monoparentais.
A petição é promovida por Ana Luísa Pinho, pioneira do projecto MONO (Associação de Famílias Monoparentais) e tem como objectivo atingir as quatro mil assinaturas para que o assunto seja levado a plenário no parlamento.

Entre várias outras medidas de apoio, a petição - que até hoje de manhã já tinha 111 assinaturas - defende o aumento do Abono de Família em 50 por cento por cada filho.
Na quarta-feira, o Conselho de Ministros aprovou um decreto-lei que introduziu uma majoração de 20 por cento ao montante do abono de família para crianças e jovens, no âmbito das famílias monoparentais.

Esta medida vai abranger cerca de 200 mil crianças e jovens beneficiários de abono de família e implica um aumento global do pagamento de abono a estas famílias de 15 milhões de euros por ano.

Na petição as famílias monoparentais pedem que essa majoração seja de 50 por cento e solicitam a capitação das contribuições para a Segurança Social de acordo com os rendimentos e despesas do agregado familiar e o acesso directo a subsídios de apoio social escolar e bolsas de estudo, com base numa fórmula de cálculo da capitação específica.

Os subscritores defendem ainda a possibilidade de alterar os elementos fornecidos a entidades de protecção social, em caso de desemprego, diminuição dos rendimentos ou aumento de despesas, diminuindo os riscos de pobreza e acedendo aos apoios existentes em função das necessidades imediatas e a bonificação dos créditos a habitação.

As famílias monoparentais querem ainda a possibilidade de o progenitor ou tutor que não exerce actividade assalariada receber apoio financeiro do Estado correspondente ao ordenado mínimo nacional e a aplicação efectiva de regimes de trabalho em part-time para quem tem os filhos à sua guarda, salvaguardando a autonomia do progenitor e garantindo o acompanhamento dos dependentes e o seu bem-estar.

Outra das medidas apresentadas na petição passa pela criação de um serviço de apoio aos agregados monoparentais, integrado no Sistema Nacional de Saúde e articulado com a Segurança Social, prestando serviços de mediação familiar, acompanhamento psicológico, de saúde em geral e de acção social assim como a isenção de taxas de justiça nos processos de regulação do poder paternal e de alteração desta regulação, com acompanhamento directo e fiscalização da Comissão de Protecção de Menores da comarca e do Procurador do Ministério Público.

Relativamente as pensões de alimentos, os subscritores da petição pedem que seja feita uma activação imediata dos fundos de garantia do Estado em caso de incumprimento do dever.
No documento, os subscritores referem que segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) as famílias monoparentais são as que estão em maior risco de pobreza e sem emprego fixo.

No topo dos agregados familiares em risco de pobreza estão as famílias compostas por um adulto e crianças dependentes, em segundo lugar os idosos a viver sós e em terceiro as famílias compostas por dois adultos com três ou mais crianças dependentes.

Diário Digital / Lusa »

Fonte:Diário Digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=323163&page=3

terça-feira, 18 de março de 2008

Incentivo à natalidade


«A Câmara de Torres Novas vai oferecer 1.250 euros a cada casal que tenha pelo menos um rebento, após um ano de residência no centro histórico da cidade.

O presidente António Rodrigues (PS) diz ser esta uma forma de prender jovens casais a um local que hoje está quase desertificado.

A oposição prefere chamar-lhe uma prova de fidelidade… Ou será fertilidade?»

Fonte:O Mirante
Link:http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=20830&idSeccao=485&Action=noticia

Projecto: 'Mais vale prevenir' Gulbenkian apoia mães adolescentes


«Joana tinha 16 anos quando engravidou. Decidiu ter o bebé e foi seguida na Maternidade Alfredo da Costa (MAC), ao abrigo do programa-piloto ‘Mais Vale Prevenir’, iniciado em 2004 numa parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian. Ricardo, o seu namorado, salienta: “No início ficámos desorientados, mas quisemos este filho.”

Depois de o Pedro nascer, Joana continuou a ser seguida. “Tenho tido imenso apoio de toda a equipa e da assistente social”, revelou a mãe adolescente, agora com 17 anos, ao CM.

Para Jorge Branco, director da MAC e presidente da Comissão de Saúde Neo-Materna, este projecto permite “a reintegração das jovens na escola, na família, no trabalho e, sobretudo, com elas próprias”.

Com uma equipa multidisciplinar, o programa aposta no planeamento familiar e apoia as adolescentes que chegam à MAC com um filho no ventre. “Nós acompanhamos as jovens o tempo que elas entenderem”, acrescentou Jorge Branco.

A MAC realiza cerca de 120 partos de mães adolescentes por ano. “A consulta para as jovens começou em 1989”, lembra ao CM Dória Nóbrega, criadora da consulta específica.

A Fundação Gulbenkian subsidiou o projecto de acompanhamento com 150 mil euros e quer apoiar outras maternidades.

DANIEL SAMPAIO CRITICA ATRASO NAS ESCOLAS

O psiquiatra e especialista em adolescentes Daniel Sampaio criticou ontem, durante a apresentação do programa ‘Mais Vale Prevenir’, os atrasos na aplicação da proposta que coordenou sobre Educação Sexual nas escolas, aprovada em Setembro pelo Ministério de Educação (ME). “Não percebo porque é que o ME ainda não andou para a frente quando está tudo pronto”, disse, recordando que estão previstas oito sessões anuais para alunos entre o 5.º e o 12.º ano.

A proposta inclui também sessões sobre temas como alimentação e exercício físico, álcool e drogas e a saúde mental.

“A gravidez na adolescência é muito importante. Precisamos urgentemente de Educação Sexual nas escolas e podíamos ir mais à frente”, acrescentou.

Confrontado com o motivo para algumas adolescentes engravidarem de propósito, o psiquiatra disse que “nas jovens com várias dificuldades uma gravidez pode ser algo positivo, pois simboliza o reencontro com a família”.»

Fonte:Correio da Manhã
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=281640&idselect=10&idCanal=10&p=200

segunda-feira, 17 de março de 2008

Fertilidade masculina 'é decidida no útero materno', diz estudo


«Os problemas de fertilidade masculina são determinados no útero materno, sugeriu pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia.
Distúrbios genitais comuns como baixa contagem de espermatozóides no esperma e câncer testicular podem estar ligados a níveis de hormônios nos primeiros estágios da gravidez, concluíram os pesquisadores depois de realizarem estudos com ratos de laboratório.

Descobriu-se que níveis de hormônios masculinos, tais como a testosterona, em um período crítico entre 8 e 12 semanas de gestação determina a futura saúde reprodutiva do feto.

Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of Clinical Investigation.

Problemas com o desenvolvimento reprodutivo tais como testículo retido que não desce adequadamente ao escroto (criptorquidismo) ou a abertura do trato urinário no lugar errado do pênis (hipospádias) são razoavelmente comuns em meninos pequenos.

Acredita-se que outros distúrbios, tais como baixa contagem de espermatozóides e câncer testicular, seguiriam pela mesma rota.

Medida crítica

Os pesquisadores descobriram ainda que os níveis de hormônios masculinos - andrógenos - no período de 8 a 12 semanas da gravidez está relacionado à distância entre a base do pênis e o ânus.

Esta medida pode ser um sistema antecipado de alerta para problemas reprodutivos futuros em bebês do sexo masculino, disseram os cientistas.

A chefe do estudo, Michelle Welsh, disse: "Nós sabemos de outros estudos que os andrógenos funcionam durante o desenvolvimento do feto para programar o trato reprodutivo."

"Mas nossa suposição é de que seria muito mais tarde na gravidez."

Welsh acrescentou que a medida entre o ânus e o órgão genital pode ser uma ferramenta útil.

"Digamos que um médico examine um homem de 30 anos com câncer testicular - anteriormente não haveria meios de ele saber a quais hormônios ele tinha sido exposto no útero."

"Nós sugeriríamos que esta medida, mesmo em um estágio mais tardio na vida, pode oferecer uma indicação da exposição a hormônios."

"Por exemplo, quanto menor a distância, menos confiantes podemos estar de que os hormônios agiram corretamente e na hora certa."»

Fonte:BBC
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/03/080317_fertilidadeutero.shtml

Da estética à saúde: acupuntura é aliada da mulher


«Só quem é mulher sabe como é a dor de uma cólica menstrual ou como é desconfortável ter um ciclo desregulado. Só as mulheres também podem ter o “privilégio” de enjoar ou ter dor nas costas decorrentes de uma gravidez. Isso sem contar os inúmeros problemas estéticos que as situações acima causam como acne, estrias, obesidade, por exemplo.

“A acupuntura apresenta-se como uma aliada à saúde da mulher, podendo ser utilizada como ferramenta estética e também para tratar e prevenir disfunções menstruais e problemas relacionados à gravidez”, explica dra. Magali Sefrian, fisioterapeuta acupunturista e diretora de Ensino, Pesquisa e Extensão do Grupo CBES.

Todo mês
A menstruação faz parte da vida fértil da mulher e todas precisam se acostumar com isso. Mas o que para algumas é apenas uma fase ruim do mês, para outras, é um verdadeiro caos: cólicas menstruais, TPM, sangramento excessivo ou anormal... “Todas essas situações podem ser tratadas com a acupuntura, pois atua no sistema endócrino, regularizando a função dos nossos hormônios”, informa a especialista.

A acupuntura pode também regularizar o ciclo menstrual e acabar com as cólicas. Uma antiga professora do Grupo CBES conta que, certo dia, uma de suas alunas foi avisar que não ficaria na aula devido à forte cólica que estava sentindo. A especialista propôs o tratamento da acupuntura e, com apenas um agulha, a dor desapareceu e a aluna pode assistir à aula.

Antes e depois do parto
Durante a gestação é bastante comum aparecerem dores nas costas, tensão muscular e, principalmente, enjôo. Como medicamentos são contra-indicados nesses nove meses, a gestante acaba sofrendo sem saber o que fazer. “A acupuntura é um tratamento eficaz para os problemas físicos relacionados à gravidez e também para alguns transtornos psicológicos como a ansiedade extrema e a insônia”, aponta dra. Magali.

No final da gestação, a aplicação das agulhas pode ser utilizada para induzir as contrações uterinas e acelerar o trabalho de parto, servindo também como analgésico. “Nos casos em que o bebê está sentado, a acupuntura ajuda a posicioná-lo para o nascimento e todo o tratamento não tem contra-indicações”, afirma a acupunturista.

No pós-parto, a técnica ajuda a recuperar o organismo e a melhorar o estado emocional da nova mamãe, tratando problemas como ansiedade, depressão pós-parto, ausência de leite, hemorragias, cólicas uterinas, lombalgias e inchaço na região abdominal. “O grande benefício da acupuntura é para o estado emocional da mãe, que fica muito abalada pelas variações hormonais da gravidez, afetando também o físico. Em contrapartida, mantendo-a calma favorecerá a produção e a descida de leite”, frisa.

A acupuntura também atua sobre a imunidade, ajudando a prevenir infecções; estimula a circulação, reduzindo o edema corporal; proporciona a contração uterina, estimulando o útero a voltar ao normal; e, também, beneficia a pele, colaborando no desaparecimento das manchar da gravidez.

Sempre bela
A estética é sempre preocupação das mulheres, não apenas no pós-parto. Acne, rugas, celulite são algumas das vilãs da beleza feminina e, até para elas, a acupuntura pode ser uma solução. “Com a técnica é possível tratar doenças de pele, prevenir o envelhecimento facial, diminuir a gordura localizada e a celulite”, exemplifica Dra. Magali, que ministra também o curso de Acupuntura Estética do Grupo CBES.

O princípio da acupuntura estética é o mesmo da acupuntura convencional: utilizar as agulhas em pontos específicos para estimular a produção de hormônios e outras substâncias. “No caso da acupuntura estética, a liberação de certas substâncias na corrente sangüínea aumenta a nutrição dos tendões, ligamentos e músculos, e colabora para a produção de novas fibras de colágeno, melhorando o tônus da pele”, explica a especialista.

Por causa dessa atuação no organismo, a acupuntura estética pode ser usada para tratar rugas, flacidez, gordura localizada, estrias, celulite, acne e algumas patologias da pele, e tem se tornado um tratamento procurado por todas as faixas etárias. “Muitas adolescentes usam a acupuntura para tratar aumento de peso ou acne, mulheres entre 25 e 40 anos tratam manchas de pele ocasionadas pela gravidez, mas a procura aumenta bastante pelas mulheres acima de 40 anos”, comenta dra. Magali.»

Fonte:Paranashop
Link:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_notas.php?id=17879

sexta-feira, 14 de março de 2008

Editora lança campanha da Páscoa para ajudar Pediatria do IPO de Lisboa e Porto


«Iniciativa decorre até 30 de Abril

Uma editora portuguesa lançou uma campanha de solidariedade para a época da Páscoa revertendo parte da receita das vendas de alguns livros a favor dos Serviços de Pediatria do Instituto de Português de Oncologia (IPO) de Lisboa e Porto.

A Campanha de Páscoa Solidária da Porto Editora decorre até 30 de Abril e, segundo a editora, visa apoiar uma instituição e ao mesmo tempo incentivar o gosto pelo livro e pela leitura, aliando à vertente cultural e educacional um carácter de intervenção social.

Por cada exemplar vendido, seja nos diferentes espaços comerciais ou pela Internet, um euro reverte a favor das pediatrias do IPO.

Segundo a editora, citada pela Lusa, os livros seleccionados para esta campanha são títulos infantis de grande procura. O Recruta, O Traficante e Segurança Máxima (Colecção Cherub), O Coelhinho Eduardo, Guia das Adolescentes, O Cesto da Páscoa, Surpresas de Páscoa e O Livro das Pequenas Bailarinas foram os livros seleccionados para esta campanha.

Paralelamente, a Porto Editora vai oferecer aos Serviços de Pediatria do Instituto de Português de Oncologia de Lisboa e Porto um conjunto de livros das colecções Cherub e Crónicas do Abismo.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.»

Fonte:Médicos na Internet
Link:http://www.mni.pt/destaques/?cod=10415&cor=azul&MNI=acdf837076bb41cdd0c9216083756bf9

“Noite da Grávida” no Dia Internacional da Mulher


«Mamma mia!

O desafio lançado pela Junta de Freguesia de Matosinhos juntou perto de 200 mães e respectivos companheiros numa discoteca.
Foi, sem dúvida, uma noite diferente aquela que cerca de 200 futuras mamãs viveram no último sábado, na discoteca Estado Novo.

A “Noite da Grávida” foi uma iniciativa da Junta de Freguesia de Matosinhos, cujo objectivo foi assinalar o Dia Internacional da Mulher.
Tal como o “Matosinhos Hoje” referiu na edição passada, o presidente da Junta, António Parada, quis prestar uma homenagem a todas as mulheres que, sendo mães, contribuem, para a continuidade do ser humano.

Para muitas mulheres, a experiência de dar à luz um filho já não é inédita, mas é vivida sempre com muita intensidade. De resto, muitas mães levaram mesmo as suas crianças ao Estado Novo. O ambiente foi, por isso, familiar. A própria música foi escolhida a pensar numa noite tranquila e relaxante.

A entrada foi gratuita, quer para as grávidas quer para os respectivos maridos ou acompanhantes. Desde as 21h30 até à meia-noite, foram muitas as surpresas num cenário devidamente decorado para o efeito. Dança do ventre para grávidas, um desfile de moda, tratamento de imagem pessoal, um workshop “clube do pano”, concursos para os pais mais rápidos a vestir ou a mudar as fraldas de “nenucos” foram algumas das iniciativas que atraíram gente, não só de Matosinhos como do Porto, Vila Nova de Gaia e até de Penafiel.

Os participantes não saíram de “mãos a abanar” e levaram vários prémios para casa como fraldas ou roupa.
Ao organizar a “Noite da Grávida”, a Junta de Freguesia de Freguesia associou-se a parceiros privados que tornaram possível a realização da “Noite da Grávida”: “Clínica Parque da Cidade” “Crioestaminal”, “MEP”, “Estado Novo”, Suzuki Maiauto”, “Clube do Pano”, “Kituki”, “Cenoura”, “Fátima Pinto de Abreu”, “Jorge Lima”, “Solinca”, “Intemporal”, “Alice Castro” e “RSN”.

O balanço não poderia ser mais positivo, nas palavras de António Parada. Aliás, para o autarca, a “Noite da Grávida” foi “uma noite diferente, um grande sucesso”.
Para o ano que vem, a Junta de Freguesia de Matosinhos quer celebrar novamente o Dia Internacional da Mulher, mas num outro formato, mantendo a originalidade habitual nos eventos organizados pela autarquia.
Por: Dulce Salvador»

Fonte:Matosinhos Hoje
Link:http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=353&id=17512&idSeccao=2883&Action=noticia

quinta-feira, 13 de março de 2008

Gravidez e maternidade deixam de agravar seguros


«A gravidez e a maternidade vão deixar de contar para agravar os custos dos prémios dos seguros, designadamente nos de saúde, a partir de Dezembro de 2009, segundo um diploma publicado esta quarta-feira em Diário da República.

De acordo com a legislação, que transpõe uma directiva europeia que proibe a discriminação em função do sexo no acesso aos serviços, "os custos relacionados com a gravidez e a maternidade não podem resultar numa diferenciação de prémios e prestações dos contratos de seguro e outros serviços financeiros".

Segundo Mónica Dias, especialista da associação de defesa dos consumidores DECO, a diferença de preços de seguros entre homens e mulheres faz-se sentir principalmente nos seguros de saúde, onde em regra pelo mesmo pacote de coberturas uma mulher paga mais do que um homem por causa da cobertura do parto.»

Fonte: Correio da Manha
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=281467&idselect=21&idCanal=21&p=200

Hospital de Viseu promove curso para grávidas

«O Hospital de Viseu promove desde o dia 11 de Fevereiro de 2008 uma acção de formação para o nascimento e pós-parto.

A enfermeira responsável pelo curso, Isabel Sampaio, esclareceu ao Jornal do Centro que esta acção de formação surgiu para colmatar a falta de informação sobre esta temática.

Isabel Monteiro acrescentou que os enfermeiros já estavam a preparar esta formação há muito tempo, mas como não existiam recursos humanos disponíveis foi sendo adiada.

A especialista indica que esta formação tem como principal objectivo possibilitar que os pais tenham uma parte activa que envolve o nascimento, de modo a que possam também estabelecer uma relação de proximidade entre a equipa da maternidade.

Práticas de respiração e relaxamento, o aleitamento materno e sessões teóricas e práticas sobre o cuidar do bebé vão ser os principais módulos a focar durante a formação.

A acção de formação contempla ainda sessões associadas às atitudes posturais da gravidez nas actividades do dia-a-dia e sessões de sensibilização para prevenção da incontinência urinária.

O curso decorre todas as segundas-feiras, terças-feiras e sextas-feiras, entre as 17h00 e as 18h00, no Ginásio do Serviço de Medicina Física e Reabilitação.

As grávidas podem também entrar em contacto às terças-feiras, por volta das 11h30, com a realidade de uma maternidade.

Numa primeira fase, podem participar as grávidas a partir das 28 semanas de gestação, que serão acompanhadas na consulta externa desta unidade hospitalar.»

Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=4aa6ee65ccaaa8371719b72dab6a1cb9

quarta-feira, 12 de março de 2008

Parto prematuro eleva risco de deficiência no bebê, diz estudo


«Pesquisa analisou 2.901 crianças nascidas prematuramente e 667 nascidas no tempo normal de uma gravidez

LONDRES - As probabilidades de crianças nascidas prematuramente adquirirem deficiências motoras e mentais aumentam à medida que o parto é realizado mais cedo, segundo um estudo publicado pela revista médica britânica The Lancet.

A pesquisa, feita pela Unidade de Pesquisas sobre Saúde Perinatal e Saúde da Mulher de Villejuif (França) e pela Universidade Pierre et Marie Curie, de Paris, analisou 2.901 crianças nascidas prematuramente - entre 24 e 32 semanas de gestação - e 667 nascidas após a 39ª e a 40ª semanas, tempo normal de uma gravidez.

Cinco anos depois, as crianças dos dois grupos foram submetidas a exames médicos e testes cognitivos, e os resultados mostraram que a incidência de deficiência era maior nas que nasceram prematuramente.
No grupo de crianças nascidas em um parto muito prematuro, 5% tinham alguma deficiência grave; 9%, deficiências moderadas e 25%, deficiências menos graves. Já no grupo de crianças que nasceram após o período de gestação normal, os porcentuais caíram para 0,3%, 3% e 8%, respectivamente.

O estudo também revela que as semanas de gestação antes de um parto são inversamente proporcionais ao porcentual de crianças que têm necessidades especiais de saúde em algum momento da infância.
Em relação às crianças com cinco anos de idade, 42% das nascidas entre 24 e 28 semanas de gestação precisaram de alguma ajuda especial de saúde, enquanto esse porcentual caiu para menos de 31% entre as crianças nascidas após a 29ª e a 32ª semanas. No caso das crianças nascidas após a 39ª e a 40ª semanas, o porcentual recua para 16%.

Segundo os cientistas, essa pesquisa chama a atenção para a necessidade e o custo da assistência especial de saúde que as famílias têm quando seus filhos nascem prematuramente.»

Fonte:Estadao
Link:http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid136119,0.htm

QUILOS A MAIS DIMINUEM FERTILIDADE FEMININA


«LISBOA, 7 MAR (ANSA) - Estudos recentes concluíram que mulheres com sobrepeso ou obesas têm mais dificuldades para ter filhos do que mulheres com peso normal.

De acordo com a pesquisa, 10kg a mais do que o recomendado já pioram a qualidade da ovulação e aumenta o risco de abortos espontâneos em até três vezes.
A obesidade é um dos temas discutidos durante o Congresso Europeu de Ginecologia e Obstetrícia que está acontecendo em Lisboa.

O diretor da Escola de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade de Milão, Piergiorgio Crosignani, declarou que o número de mulheres obesas ou com sobrepeso é "consistente e em crescimento, registrando um notável aumento de risco de esterilidade ligada ao peso".

"É um quadro que representa um sério perigo para a capacidade reprodutiva da população feminina", disse o especialista. (ANSA).»

Fonte:Ansa
Link:http://www.ansa.it/ansalatinabr/notizie/rubriche/variedades/20080307135234610536.html

terça-feira, 11 de março de 2008

Novos Eventos





1 - "Curso/WorkShop Pompoar! Só Para Mulheres!"
2 - "Workshop - Utilização do pano porta-bebés, posturas, posições, etc."

e muitos outros

Podem consultar os novos eventos em http://eventos-gravidez.blogspot.com/ ou carregando no menu em cima "EVENTOS".

AS MATERNIDADES NÃO DEVIAM CHEIRAR A ÉTER


«João Miguel Tavares
jornalista
jmtavares@dn.pt

O Guilherme nasceu há dez dias no Hospital de Santa Maria. É o meu terceiro filho. Graças a ele, fiquei a fazer parte de uma elite cada vez mais elitista: só uma em 20 famílias portuguesas tem três filhos ou mais. Portanto, a partir de agora, podem esperar textos sobre os escalões de IRS para famílias numerosas (uma infâmia), a escassez do Estado no ensino pré-escolar (uma vergonha) e a ausência de apoios à maternidade (um escândalo).

Sabem como é: cada um queixa-se onde lhe dói. Mas, no caldo político e social em que estamos mergulhados, a falta de atenção em relação às famílias é realmente extraordinária. E começa no dia um - o dia em que os nossos filhos nascem.

Não me interpretem mal. As maternidades de Lisboa estão cheias de médicos que sabem o que estão a fazer, o parto correu muito bem, o bebé nasceu fresquíssimo e dois dias depois a minha mulher já estava em casa. Só que toda a competência técnica revela, ao mesmo tempo, uma enorme escassez do factor H - aquele pingo de humanidade que faz a diferença entre o parto ser um obstáculo a ultrapassar ou uma experiência a recordar.

Em Portugal, é um obstáculo. Uma operação cirúrgica assim como se fosse uma apendicite. Aliás, desconfio que a única coisa que neste país distingue uma maternidade de um hospital é não se enviar para incineração aquilo que se extrai da barriga.

Juro que não sou picuinhas. Quando se chega ao terceiro filho já se exibem orgulhosamente as feridas de guerra. Mas continuo sem perceber porque é que os pais são tratados como um empecilho que é preciso aturar: assinam papéis para aceitarem ser escorraçados da sala de partos mesmo quando não chegam a entrar nela (não podem assistir às cesarianas); têm de ameaçar imolar-se à porta de entrada só para saberem se a mulher que desapareceu há duas horas já levou a epidural; são informados do nascimento via fax (a sério) uma hora depois de o bebé ter efectivamente nascido; só podem ir ter com a mãe e com o filho à enfermaria a partir da uma da tarde e são tratados como qualquer visita; enxotam-nos para fora do quarto sempre que uma enfermeira entra para medir a tensão, mudar o soro ou enfiar mais uma cama; e nem sequer ao refeitório têm autorização de acompanhar a mulher, com medo, sabe-se lá, que acabem a roubar a sopa das outras parturientes.

Tudo isto é um absurdo em pleno século XXI. Quando por toda a Europa se procura transformar o parto num acto íntimo e familiar, por cá as crianças continuam a nascer imersas em éter e num profissionalismo frio como a lâmina de um bisturi. O País não é grande coisa, é certo, mas ao menos podia receber os seus filhos com alguma alegria.»

Fonte:Diário de Notícias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/03/11/opiniao/as_maternidades_deviam_cheirar_a_ete.html