
«Mulheres que fumam no mês anterior a engravidar ou durante o primeiro trimestre da gravidez podem ser mais susceptíveis a ter bebês com doenças cardíacas (cardiopatias) congênitas.
As cardiopatias congênitas são o tipo mais comum de defeitos estruturais ao nascimento, que afetam de oito a 10 de cada 1.000 bebês recém-nascidos nos Estados Unidos. Investigadores da Universidade do Arkansas realizaram entrevistas com 7.000 mulheres que tiveram bebês entre 1997 e 2002. O grupo incluiu cerca de 3.100 mães de recém-nascidos com cardiopatias congênitas. As outras mães tiveram bebês sem defeitos ou outras malformações congênitas.
As mulheres foram questionadas sobre seus hábitos fumar durante um período de quatro meses, a partir do mês antes da gravidez e que terminou após os três primeiros meses da gestação. 19% delas relataram fumar durante esse período.
Comparadas com mães de bebês saudáveis, as mães de bebês com defeitos do septo interatrial (uma comunicação anormal entre as câmaras direita e esquerda do coração), foram 44% mais propensas a informar um tabagismo de até 14 cigarros por dia; tinham 50% mais probabilidade serem tabagistas moderadas (15-24 cigarros por dia); e eram duas vezes mais prováveis de relatar tabagismo intenso (pelo menos 25 cigarros por dia).
Segundo os autores, é inegável que as mulheres que fumam durante a gravidez põem a si e aos seus bebês recém-nascidos sob risco de ter outros problemas de saúde.
Fonte: Pediatrics.»
Fonte:Imirante
Link:http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=161452
terça-feira, 22 de abril de 2008
Fumar antes da gravidez pode prejudicar o coração do bebê
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4/22/2008 02:40:00 da tarde
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Cinta com bluetooth vai detectar movimentos do feto

«Investigadores da Universidade da Beira Interior estão a desenvolver o protótipo de uma cinta para grávidas que regista os movimentos do feto, disse esta quinta-feira à Agência Lusa, Sérgio Lebres, um dos docentes envolvidos no projecto.
O projecto está a ser desenvolvido em conjunto com o serviço de obstetrícia do Hospital da Covilhã e empresas de electrónica de aplicação específica instaladas no Taguspark, em Oeiras.
«O tecido da cinta vai integrar circuitos electrónicos que registam diversos dados, como as movimentações do feto, batimentos cardíacos e que pode ligar um alarme se houver algo errado», explicou Sérgio Lebres.
Os dados serão gravados num cartão de memória e poderão ser descarregados e enviados por correio electrónico para um médico. Poderão também ser acedidos remotamente, uma vez que a cinta vai dispor de conectividade Bluetooth para integração em redes.
«O produto poderá ser especialmente útil no final da gravidez, em que é obrigatória a realização de exames semanais, embora se saiba que isso nem sempre acontece, especialmente nas zonas do interior do país», adiantou o docente.
A cinta surge como uma solução de telemedicina para rastreio pré-natal, «que permite ao mesmo tempo que a mãe faça as actividades normais do dia-a-dia».
A cinta para grávidas é o projecto mais emblemático entre o vestuário inteligente desenvolvido por quatro investigadores de diferentes áreas e departamentos da Universidade da Beira Interior.»
Fonte:Diário IOL
Link:http://diario.iol.pt/tecnologia/gravida-gravidez-cinta-universidade-da-beira-interior-vestuario-inteligente-feto/941546-4069.html
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Paulo Pires
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4/22/2008 09:31:00 da manhã
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segunda-feira, 21 de abril de 2008
Fertilidade: especialista esclarece dúvidas sobre as dificuldades para ter filhos

«A área da reprodução humana oferece diversas opções para o tratamento de casais que encontram dificuldades para gerar seu bebê. Mesmo com as novas possibilidades que surgem diariamente, ainda existem muitas dúvidas e crendices sobre o tema fertilidade. Essas incertezas impedem muitos casais de realizarem o sonho terem um filho. O ginecologista e diretor do Centro de Reprodução Humana Curitiba, Dr. Ricardo Beck, esclarece alguns mitos sobre o assunto.
Um casal sadio tem 100% de chance de engravidar em um mês?
Mito. A chance de um casal “engravidar”, sem uso de método anticoncepcional e mantendo relações freqüentes é de 20 a 25% por ciclo, ou seja, de quatro casais, apenas um obtém gestação.
A culpa da infertilidade dos casais é das mulheres?
Mito. A dificuldade de engravidar pode ser tanto no homem quanto na mulher, com 50% de probabilidade de problemas para cada um. Vale ressaltar que um diagnóstico negativo não significa a impossibilidade de se ter filho, mas a necessidade de buscar ajuda especializada.
A capacidade reprodutiva diminui com o passar do tempo?
Verdade. A partir dos 30 anos a capacidade reprodutiva das mulheres começa a diminuir. As estatísticas são: até 35 anos reduz de 15 a 20%; entre 35 e 39 anos a redução é de 25 a 50% e de 40 a 45 anos, a capacidade reprodutiva cai de 50 a 95%. Os homens também apresentam uma redução natural pelo envelhecimento, principalmente a partir dos 40 anos.
A alimentação interfere na capacidade reprodutiva?
Mito. Apesar de vários estudos serem desenvolvidos nessa área, nenhum chegou a confirmar a relação entre alimentação e a fertilidade.
Homens que passam muito tempo sentados, como taxistas e caminhoneiros, têm maiores possibilidades de ter problemas de fertilidade?
Verdade. A bolsa escrotal deve ter uma temperatura menor que a do corpo (varia de 36,5 a 37 graus), pois os testículos funcionam melhor em torno de 36 graus. O indivíduo que fica a maior parte do tempo sentado eleva a temperatura dos testículos, comprometendo, portanto, a produção de esperma. O mesmo acontece com os homens que praticam sauna com freqüência, banhos de imersão e que utilizam roupas íntimas muito apertadas. Os homens obesos também podem ter problemas de fertilidade: apresentam uma temperatura testicular maior, pois diminui a ventilação nessa região.
Todas as pessoas que se submetem à quimioterapia ficam estéreis?
Mito. Depende da intensidade do tratamento. Entretanto, antes de fazer a quimioterapia, é indicado que o paciente, que deseja ter filhos futuramente, recorra às técnicas de congelamento de espermatozóides, óvulos ou embriões.
Mulheres que usaram anticoncepcionais durante longos períodos acabam tendo problemas para engravidar?
Mito. O tempo de utilização de anticoncepcionais hormonais orais não deve ser fator de influência severa, eles funcionam como protetores de doenças, até mesmo alguns tipos de câncer. O que pode ocorrer é uma demora maior do retorno da fertilidade que depende da dosagem hormonal do medicamento.
A obesidade interfere na fertilidade?
Verdade. Além de ser um fator de risco para diversos males, como doenças do coração, dores e outros problemas, a obesidade interfere também na fertilidade. As mulheres obesas estão mais suscetíveis a não ovular por alterações hormonais.
Todas as mulheres que fazem tratamento para engravidar acabam tendo gêmeos?
Mito. Apesar de conhecermos histórias de mulheres que tiveram dois, três ou mais bebês quando recorreram a técnicas como fertilização in-vitro, a realidade é que nem sempre elas geram mais de uma criança. Na fertilização in-vitro são injetados mais embriões e, por isso, pode ocorrer casos de gêmeos ou mais. Todo esse procedimento é explicado aos pais.
A mulher só fica grávida quando mantém relações durante o período fértil. No restante do mês, não há possibilidade?
Verdade. A questão é saber quando é o período fértil, pois é variável, principalmente nas mulheres que apresentam ciclos irregulares. Para ter certeza sobre o período fértil, mesmo quando o ciclo é irregular, é necessário buscar orientação do médico.
O uso contínuo de drogas causa infertilidade?
Verdade. Toda droga, mesmo as mais difundidas, como cafeína e nicotina, tem efeito nocivo para a fertilidade, tanto para o homem quanto para a mulher. É importante lembrar também que esse uso é muito nocivo para o feto se utilizado pela gestante.
expressathais@terra.com.br»
Fonte:Paranashop
Link:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_notas.php?id=19354
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4/21/2008 09:46:00 da manhã
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O que fazer com a obesidade infantil?

«Os alimentos saudáveis e as brincadeiras ao ar livre foram deixados de lado e as crianças agora preferem o computador, o vídeo game e o fast-food. Essas mudanças de hábitos colaboram para a obesidade infantil. Segundo os dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), no Brasil, cerca de 15% das crianças são obesas. “Os pais devem estar mais atentos ao ganho excessivo de peso dos filhos na infância. É nessa fase que ocorre o aumento do número de células de gordura, que dirá como será o indivíduo na vida adulta”, orienta a médica nutróloga, Beatriz Manzochi, que trata a obesidade infantil.
A especialista, que também é coordenadora técnica do Baby SIN – Sistema Inteligente de Nutrição para bebês e crianças até 4 anos, explica que os períodos críticos para o surgimento da obesidade progressiva são os 12 primeiros meses de vida, a fase pré-escolar e a puberdade. “A obesidade progressiva está associada à hiperplasia das células de gordura (aumento do número dessas células) nessas fases. Na idade adulta, a obesidade ocorre pelo aumento do tamanho das células de gordura”, esclarece a nutróloga.
Os cuidados para evitar que uma criança fique obesa começam cedo, no início da amamentação. “O aleitamento materno tem papel fundamental para evitar a obesidade na criança e pode ser substituído por fórmulas lácteas adequadas para a idade quando houver necessidade”, afirma a Dra. Beatriz. No primeiro ano de vida são indicados alimentos complementares (são incluídos na alimentação do bebê logo após o período exclusivo do leite materno, como frutas e legumes, seguidos de caldos de carne e frango). “Os pais devem escolher corretamente os alimentos e evitar a utilização de mingaus e farinhas no primeiro ano de vida do bebê e sempre que a criança estiver acima do seu peso ideal”, detalha a médica.
Uma rotina alimentar saudável da família, limitando fast-foods, lanches e guloseimas também ajudam a evitar a obesidade. “Os pais não devem usar a comida como recompensa, prêmio ou barganha e devem promover atividades para impedir o sedentarismo das crianças”, salienta Dra. Beatriz.
Na escola
É importante a participação da escola no processo de educação nutricional e também observar o que as crianças levam para o lanche. “Alimentos mais ‘fáceis’ como salgadinhos, refrigerantes ou doces não são uma boa opção”, observa a nutróloga.
Estar acima do peso pode também criar conflitos indesejáveis na escola. “As crianças gordinhas geralmente são vítimas de apelidos maldosos ou discriminatórios especialmente pelos colegas na escola. Essas crianças têm dificuldades em algumas brincadeiras e acabam sendo deixados de lado pelos amigos. Isso a torna retraída ou tenta chamar a atenção e acaba sendo ‘o gordinho legal’”, lamenta a nutróloga.
A família tem papel fundamental para perceber se a criança está ganhando peso e se tornando obesa. “O primeiro sinal é a perda muito rápida das roupas e também um interesse incomum por comer”, alerta a médica.
O tratamento da obesidade infantil é indicado para crianças até 12 anos. “É essencial o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar e que a criança passe por uma reeducação e não uma dieta com restrições alimentares rigorosas, pois é ineficiente. A reeducação alimentar familiar é o que traz resultados efetivos na regularização do peso da criança”, ensina.
Para saber se a criança está com sobrepeso, a especialista recomenda que os pais procurem o pediatra em um primeiro momento. Em seguida, o endocrinologista pode fazer uma avaliação e verificar se há algum problema glandular. Descartada essa suspeita, o tratamento segue para profissionais da área de nutrição, médico nutrólogo e nutricionista, que serão responsáveis por elaborar uma correta rotina alimentar e mudanças necessárias para a perda de peso. “A criança continuará crescendo e novos hábitos serão importantes para que ela receba os nutrientes essenciais para um crescimento saudável”, salienta. Ela complementa que pode ser necessário o acompanhamento de um psicólogo especialista em crianças para identificar se há alguma causa emocional que está levando essa criança a comer errado.
O papel dos pais
Os pais podem ajudar no tratamento tendo atitudes positivas. “Ao invés de dizer: ‘não coma isto’, eles devem dizer: ‘vamos comer uma salada de frutas’. Os pais não devem afirmar que o filho está gordo e sim incentivá-lo a cuidar do seu corpo para ter saúde”, explica.
A conscientização dos pais é fundamental. Segundo a médica, quanto mais tarde o início de tratamento, maiores as chances de a criança ser obesa na vida adulta. Isso poderá significar problemas de hipertensão, colesterol alto, diabetes não insulino-dependente (antes exclusiva de adultos), doenças osteoarticulares por sobrecarga em articulações em desenvolvimento, doenças de pele e respiratórias. “O principal objetivo do tratamento é aprender a comer hoje para poder comer adequadamente na vida adulta e ter uma boa saúde”, ressalta.
expressathais@terra.com.br»
Fonte:Paranashop
Link:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_notas.php?id=19343
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4/21/2008 09:38:00 da manhã
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Clima influencia na gravidez

«Para quem está querendo engravidar, é bom saber que temperaturas muito altas ou muito baixas, diminuem as chances de engravidar...
A temperatura ambiental tem sido apontada como um dos fatores que influenciam a reprodução humana. Isso é o que mostra um estudo da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos. Ou seja, se as temperaturas são muito altas ou muito baixas, menores são as chances de engravidar.
A produção adequada dos gametas depende da integridade dos testículos e dos ovários, que são inibidos ou estimulados por hormônios e outras substâncias, que atingem esses órgãos pela corrente sanguínea. A temperatura ideal do corpo para a produção de óvulos gira em torno dos 36 graus. Já os espermatozóides necessitam de temperaturas dentre 33 e 34 graus. Se há variações, pode haver alteração no fluxo de substâncias para ovários e testículos.
As frentes frias, no entanto, não são motivos de preocupação. Por exemplo, quem passa férias em locais com temperaturas menores do que cinco graus ou maior do que 35 graus não precisa se preocupar. Especialistas, no entanto, devem ser contatados em casos de dificuldades para engravidar em pessoas que moram em lugares cujas temperaturas são altas ou baixas o ano inteiro.
Equipe Bem Star»
Fonte:Bem Star
Link:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&type=5&url_id=3029
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4/18/2008 09:48:00 da manhã
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Sete clínicos por equipa para 6 mil partos

«RODRIGO CABRITA-ARQUIVO DN
"Temos sete médicos por equipa de urgência para fazer seis mil partos por ano", avançou ao DN Jorge Branco, presidente do Conselho de Administração da Maternidade Alfredo da Costa (MAC). O cenário traçado pelo médico é de grande preocupação e não afecta apenas a maior maternidade do País. A falta de elementos para formar equipas de urgência é "comum às maternidades em Lisboa", assegura.
Jorge Branco reconhece o aumento da carência de médicos para as urgências, numa maternidade "que faz praticamente cem consultas por dia". A difícil gestão das equipas ainda "não teve repercussão até agora no desenvolvimento do trabalho, porque os médicos têm aceitado fazer horas extraordinárias", reconhece.
A grande preocupação está a aproximar-se com a chegada da época de férias, período em que as equipas de sete elementos irão sofrer um corte. "O pior é que as esquipas já estão cansadas porque têm de-senvolvido um esforço muito grande. Há- -de chegar uma altura em que passam a não aguentar", presume.
Uma das consequências para os médicos da MAC é semelhante à traçada por outros hospitais citados no texto em cima. Os turnos avolumam-se e o tempo de trabalho vai expandindo. A dimensão dos turnos? "São de 24 horas. Não temos pessoas suficientes para fazer turnos de doze como antes. Isso seria a situação desejável, mas não é possível", lamenta Jorge Branco.
Muitos médicos atingiram a idade de aposentação ou deixam de fazer urgências. Aos 50 anos, um médico pode deixar de fazer urgência nocturna e, aos 55, fica oficialmente dispensado de fazer urgência. "Muitos dos nossos médicos atingiram a idade de aposentação. Este ano já perdemos um chefe de equipa e calculo que vão sair mais quatro pessoas. E é preciso lembrar que todos estes médicos levam consigo uma grande experiência", acrescenta.
A saída para os privados, já muito referida, também levou alguns profissionais da maternidade lisboeta. "Os internos recém--formados e que acabaram há um mês, eram quatro: dois saíram e dois apenas ficaram a tempo parcial." Estes médicos optaram por trabalhar no sector privado, tal como outros médicos desta instituição.
Solução encontrada até às férias
Para o administrador da unidade, esta "sangria" merece toda a atenção "ou vai haver problemas mais graves. Não sei como o podemos fazer, mas temos de encontrar uma fórmula para criar estabilidade. Isso terá de ser feito num curto espaço de tempo, até à época de férias", conclui.|- D.M.»
Fonte:Diário de Notícias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/04/17/centrais/sete_clinicos_equipa_para_6_partos.html
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4/18/2008 09:39:00 da manhã
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
Perigo químico no plástico de garrafas e biberões

«O bisfenol A (BPA) pode provocar problemas hormonais e ser perigoso para a saúde, mesmo perante uma exposição baixa, conclui um estudo do programa nacional de toxicologia dos Estados Unidos, divulgado esta semana. Trata-se de um produto químico utilizado no fabrico de garrafas, biberões e CD que tem provocado controvérsia entre os que defendem a sua proibição e os que minimizam os seus efeitos.
O relatório preliminar do National Toxicology Program (NTP) tem por base uma experiência com 500 ratos que foram alimentados ou injectados com doses baixas de bisfenol A. O químico provocou alterações de comportamento, puberdade precoce, problemas no aparelho urinário e tumores (cancro da próstata e da mama). Os ambientalistas saudaram estes resultados por confirmarem as suas preocupações e pedem para o BPA ser considerado um produto tóxico, enquanto os industriais do sector salientam que estas não são as conclusões definitivas.
A equipa que está a desenvolver o estudo salienta que, embora ainda não sejam definitivos, "os dados não podem ser ignorados" e exige a continuidade do trabalho nesta área.
"O que fizemos foi alertar para os problemas que detectámos. Não podemos garantir que não ocorra com os seres humanos", disse ao The Washington Post Mike Shelby, do National Institute of Environmental Health Sciences, que supervisiona a investigação. O bisfenol é um composto tão comum que foi detectado na urina de 93% da população com mais de seis anos dos EUA. "Está em toda a parte", disse Shelby, salientando que "os possíveis riscos para a saúde podem vir do contacto com a comida ou a bebida, já que está presente em garrafas e embalagens de plástico". Acrescentou que, em princípio, a sua utilização em aparelhos como iPods não será perigosa.
(...)
Um dos estudos recentes baseou--se na recolha de amostras de biberões e chegou a conclusões idênticas às do NTP. O trabalho "Biberões Tóxicos", publicado em 2007 pelo Environment California Research and Policy Center, revelou que mesmo em pequenas quantidades, o bisfenol A pode provocar doenças como o cancro da mama, a obesidade, o aumento da próstata, os diabetes, a hiperactividade, as alterações do sistema imunitário, a infertilidade e a puberdade precoce.
(...)»
Fonte:Diário de Noticias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/04/17/sociedade/perigo_quimico_plastico_garrafas_e_b.html
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4/17/2008 01:48:00 da tarde
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Nacer Cidadão (FAQ)/Lista de Unidades de Saúde aderentes

PS: Não sei se já existem novos hopitais (além destes), mas pelo menos dá para saber os que aderiram ao projecto e perceber a mecânica do sistema.
O que é o Nascer Cidadão?
o Nascer Cidadão tem três objectivos:
a) Permitir que o registo de nascimento das crianças se realize em unidades de saúde (hospitais e maternidades) logo após o seu nascimento e sem necessidade de deslocações às conservatórias;
b) Permitir que a inscrição das crianças na Segurança Social e no Serviço Nacional de Saúde se efectue logo após o seu nascimento;
c) Identificar situações de risco para as crianças.
Unidades de Saúde que têm:
- Maternidade de Júlio Diniz, no Porto;
- Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra;
- Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa;
- Hospital Garcia de Orta, em Almada; e
- Hospital Distrital de Faro.
- Hospital de São Marcos, em Braga;
- Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães;
- Hospitais Universitários de Coimbra;
- Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (Hospital São Francisco Xavier);
- Hospital de Santa Maria, em Lisboa;
- Hospital de são João no Porto;
- Hospital Padre Américo, em Penafiel.
Na 3.ª fase, que se iniciou em Setembro de 2007, através do Nascer Cidadão a criança passará a estar automaticamente inscrita na Segurança Social e no Serviço Nacional de Saúde. Neste período, e partir de 15/10/2007, outros hospitais e centros clínicos prestam já este serviço:
- Hospital Sousa Martins na Guarda;
- Hospital D. Estefânia em Lisboa;
- Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia;
- Unidade Local de Saúde de Matosinhos;
- Centro Hospitalar Alto Minho em Viana do Castelo;
- Hospital de Santo André em Leiria;
-Hospital de S. Sebastião Vila da Feira;
- Hospital Fernando da Fonseca em Amadora - Sintra.
De forma progressiva, o Nascer Cidadão será alargado aos restantes distritos do País e Regiões Autónomas.
Como é que o registo de nascimento de uma criança é efectuado nas unidades de saúde?
Com o Nascer Cidadão , passa a ser possível registar as crianças na unidade de saúde, logo após o seu nascimento, sem necessidade de deslocações às conservatórias.
Nas unidades de saúde estará um funcionário do registo civil com acesso directo à aplicação informática do registo civil que lavra imediatamente o registo de nascimento.
O registo civil do nascimento da criança é efectuado na unidade de saúde, imediatamente após a apresentação do pedido pelos pais.
O Nascer Cidadão significa que não tenho mais de ir à conservatória?
Se optar pelo registo da criança na unidade de saúde utilizando o Nascer Cidadão , não é necessária qualquer deslocação.
Que documentos são necessários para registar uma criança nas unidades de saúde?
Para registar a criança basta:
Escolher o nome da criança (no máximo dois nomes próprios e quatro apelidos, com excepção de estrangeiros que podem não estar sujeitos a esta limitação);
Escolher a naturalidade da criança. Tanto pode ser a freguesia do concelho da unidade de saúde (maternidade/hospital) como a freguesia do concelho da residência habitual da mãe.
Sempre que possível, devem ser apresentados os documentos de identificação dos pais.
E se a criança for estrangeira?
Se a criança for estrangeira, o seu nome será composto de acordo com a lei da sua nacionalidade. Os pais devem apresentar um documento emitido pela respectiva embaixada/consulado autorizando o nome.
Se um dos pais tiver nascido e residir em Portugal, a criança pode adquirir automaticamente a nacionalidade portuguesa. Basta apresentar documento comprovativo da residência e certidão de nascimento ou indicação da conservatória e ano do registo.
O registo da criança é imediato?
O registo da criança é realizado logo após o seu nascimento, através da utilização da aplicação informática do registo civil, que estará disponível nas unidades de saúde.
É imediatamente entregue aos pais um documento comprovativo da realização do registo de nascimento.
Horário:
Os funcionários dos serviços de registo estarão em permanência nas unidades de saúde, das 14 horas ás 20 horas, inclusive ao sábado.
Passa a ser obrigatório registar as crianças na maternidade ou no hospital?
Por enquanto, não é obrigatório registar as crianças nas maternidades ou nos hospitais, mas os pais são aconselhados a fazê-lo.
O registo civil de nascimento de crianças em território português é obrigatório e deve ser realizado nos 20 dias seguintes ao nascimento.
Se os pais das crianças não quiserem utilizar o Nascer Cidadão , devem deslocar-se à conservatória dentro dos 20 dias seguintes ao nascimento.
A grande vantagem do Nascer Cidadão é que permite evitar a deslocação à conservatória e oferecer um serviço mais rápido, mais cómodo e mais eficiente.
Custo do registo da criança no âmbito do projecto Nascer Cidadão?
O registo de nascimento é gratuito, não havendo lugar ao pagamento de qualquer montante.
Fonte:Portal da Justiça
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4/17/2008 09:32:00 da manhã
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
50.000 Visitas

Gostaria de deixar uma palavra de agradecimento a todos os que diariamente nos visitam, e fizeram deste espaço um cantinho de informação e de (re)conforto.
Eu e a minha mulher tentamos que este espaço, além da consumação de um projecto pessoal (a gravidez) tivesse uma vertente didáctica e informativa.
Vimos no blog uma forma de nos manter actualizados e informados. E achamos por bem compartilhar esta informação com pessoas que tivessem interesse na temática da gravidez.
Criamos o "Directório da gravidez", porque se achou que seria útil conseguir unir num só local vários links portugueses sobre esta temática. Tornando mais acessível a informação. Criamos os "Eventos" para reunir eventos dentro da mesma temática.
Este é um espaço que não considero nosso mas de todos os que nos acompanham... assim sendo, parabéns a todos por esta marca, este sinal de que este blog, apesar das dificuldades faz a diferença para muita gente.
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Paulo Pires
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4/16/2008 06:05:00 da tarde
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Marcadores: Editorial
Diabetes e infertilidade

«Quando não tratado, o diabetes desregula o controle hormonal da reprodução masculina e afeta o sistema nervoso autônomo, podendo levar a uma disfunção sexual e, conseqüentemente, à infertilidade. Estas constatações foram feitas pelo biólogo Davi Abeid Pontes em sua dissertação de mestrado apresentada no Instituto de Biologia (IB). A pesquisa, feita em ratos machos, descreve os mecanismos de ação que levam à associação da infertilidade com o quadro diabético. “Minha motivação para o estudo foi o alto índice de brasileiros com diabetes que não sabem que estão com a doença. Por isso, resolvi estudar as relações entre as patologias”, explica o biólogo, que foi orientado pela professora Wilma De Grava Kempinas.
Pontes destaca que os estudos sobre a relação entre o diabetes e a infertilidade não relacionavam os fatores hormonais, de ejaculação e problemas nos testículos e outros órgãos reprodutores, interligados entre si. Enquanto alguns estudos experimentais apontavam para um determinado fator, outros privilegiavam os distúrbios hormonais.
Neste sentido, a pesquisa abre pistas para várias investigações futuras das ligações entre os mecanismos. Essas pistas poderiam gerar, inclusive, propostas de terapêuticas para infertilidade oriunda de doenças como o diabetes e também àquelas relacionadas a distúrbios metabólicos.
O principal achado da pesquisa financiada pela Fapesp será publicado em revista científica e refere-se ao sintoma da degeneração gradual do sistema nervoso autônomo que ocorre com a insuficiência da insulina. Segundo Davi Pontes, este processo estaria ligado diretamente ao controle da ejaculação. Os testes feitos em dois grupos de animais, um considerado como controle e outro, contaminado com a doença, demonstraram a dificuldade dos ratos doentes na ejaculação. “Quando cruzamos os machos e fêmeas, fizemos as contagens de espermatozóides. No grupo controle, o volume estava normal, enquanto que nas fêmeas que cruzaram com os ratos diabéticos não constatamos nenhum espermatozóide. Isto significa que os machos não conseguiram ejacular”, argumenta.
Pela pesquisa, realizada na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), em Botucatu, o biólogo observou ainda que a reposição de testosterona – tratamento indicado em outros casos de infertilidade – não modificou o quadro de desregulação do sistema hormonal que controla a reprodução. Como o diabetes promove a diminuição da produção de testosterona, a idéia era que, ao proceder a reposição, haveria uma recuperação deste quadro hormonal, o que não ocorreu. Pelo contrário, em alguns casos, até piorou a condição do animal. Por outro lado, Pontes observou que a reposição exógena de hormônio melhorou o peso da próstata e da vesícula seminal, órgãos do sistema genitor masculino também degenerados no desenvolvimento do diabetes.
As técnicas utilizadas para os testes foram contagens de espermatozóides, dosagens hormonais, análises histológicas, análise do comportamento sexual e ensaios in vitro para avaliar o quanto o ducto deferente – órgão reprodutor masculino – contrai no processo de ejaculação.
(Fonte: Jornal da Unicamp)»
Fonte: Rádio Criciuma
Link:http://www.radiocriciuma.com.br/portal/mostraconteudo.php?id_colunista=13&id_conteudo=1401
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4/16/2008 02:18:00 da tarde
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Licença de Maternidade

Uma vez que foi solicitado por algumas pessoas aqui estão os links referentes à mecânica do subsidio de Maternidade:
Subsídio e Licença de Maternidade (Parte 1)
Subsídio e Licença de Maternidade (Parte 2)
Subsídio e Licença de Maternidade (Parte 3)
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4/16/2008 09:27:00 da manhã
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Marcadores: Planeamento Financeiro
terça-feira, 15 de abril de 2008
Projecto Cegonhas já está em funcionamento

«O Centro de Saúde de Oliveira de Azeméis, em parceria com a Escola Superior de Enfermagem da CVP de Oliveira de Azeméis, está a promover o 1º curso de preparação para o nascimento e para a parentalidade direccionado às grávidas acompanhadas na unidade de saúde oliveirense.
Vera Tavares
Cerca de uma dezena de grávidas do concelho oliveirense pode usufruir, desde a passada quinta-feira, de uma formação especializada para o nascimento do recém-nascido e cuidados a ter.
Esta iniciativa, desencadeada pelas profissionais de enfermagem do Centro de Saúde oliveirense, tem como parceiro a Escola Superior de Enfermagem da Cruz Vermelha Portuguesa de Oliveira de Azeméis (ESECVPOA) que cedeu à actividade as instalações e todo o equipamento informático e de apoio necessário.
Virgílio Pinho, director da unidade de saúde oliveirense, agradeceu a todas as grávidas por terem aderido a este projecto e, em simultâneo, à ESECVPOA pela parceria que aceitou fazer com este projecto. “Fico feliz por vos ver aqui, aproveitem e bebam da sabedoria destas técnicas. Esta parceria com a Escola de Enfermagem é a demonstração da ligação em cadeia constante”, sublinhou.
Fernanda Príncipe, vice-presidente da ESECVPOA, agradeceu também a parceria e o facto destas técnicas terem escolhido a Escola de Enfermagem como parceiros. “Estamos abertos a estas iniciativas e disponíveis para participar. Estas iniciativas ajudam, também, a divulgar a nossa escola à comunidade e a proporcionar-lhe a aproximação”, frisou Fernanda Príncipe.
Helena Oliveira, uma das grávidas acompanhadas pelo projecto, sublinhou ao Correio de Azeméis que “soube da iniciativa através do Centro de Saúde e aderi, de imediato, porque considero que é uma mais-valia. É o segundo filho mas o saber não ocupa lugar, há coisas muito diferentes de há nove anos para cá”.
Projecto Cegonhas
Esta formação inserida no projecto Cegonhas, desenvolvido pelas enfermeiras do Centro de Saúde oliveirense Daniela Chorão, Andreia Magina e Lúcia Ferreira, é uma iniciativa que visa abordar temas como: as características do desenvolvimento intra uterino, alterações corporais/desconfortos inerentes ao desenvolvimento da gravidez, alimentação saudável, higiene corporal e dentária, vantagem da amamentação, preparação do aleitamento artificial, fases e os sinais do trabalho de parto, características da depressão pós-parto, principais características do recém-nascido e cuidados a ter, cuidados a ter na realização da massagem ao bebé entre outros.»
Fonte:Correio de Azemeis
Link:http://www.correiodeazemeis.pt/?op=artigo&sec=6512bd43d9caa6e02c990b0a82652dca&subsec=&id=41e56f14c6c580912b67c91133643a54
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4/15/2008 03:00:00 da tarde
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Riscos de uma gravidez tardia

«É preciso avaliar os antecedentes da futura mãe. “Na gravidez, há um equilíbrio muito grande, porque é uma situação natural”, diz o obstetra Vicente Souto. Porém, a sociedade actual confronta-se com um número, cada vez maior, de mulheres que, objectiva e decididamente, querem engravidar em idades avançadas. Antes de uma tal decisão, importa procurar o médico e fazer o diagnóstico pré-natal.
Porque os casais e os indivíduos têm o direito fundamental de decidir livremente e com inteira responsabilidade sobre o número de filhos que querem ter, e também acerca do momento do seu nascimento, cada um tem os filhos na idade que tem e quando pode, comportando e assumindo eventuais riscos.
A “modernidade” de ser mãe aos 40 anos reforça o papel do médico e aproveita as vantagens dos avanços da medicina.
Há na verdade esta tendência actual e retirando-se peso a diversos receios próprios de uma gravidez mais tardia.
“A situação é um bocado diferente da que se verificava há alguns anos. Antigamente, a mulher que tinha filhos com idade mais avançada provinha, geralmente, das classes menos favorecidas; sobretudo, porque não fazia a prevenção nem se preocupava com o planeamento familiar”, observa o obstectra, constatando que, hoje, muitas mulheres pensam, antes de mais, em se realizarem profissionalmente para, então sim, se preocuparem com a maternidade.
“As coisas têm-se modificado”, assegurando-se que muitas dessas mulheres que engravidam aos 40 anos são “pessoas com uma situação económica diferente, porque já têm uma vida estabilizada”.
A gravidez é um estado natural.
Sendo a gravidez ou gestação um estado fisiológico particular - mas natural - no qual se encontra a mulher portadora de um óvulo fecundado, nas idades ditas férteis, “começam, igualmente, a aparecer os casos extremos daquelas senhoras que, na menopausa ou na pré-menopausa, também querem ter filhos”.
Nesse contexto, os especialistas chamam a atenção para um recente estudo estatístico norte-americano que aponta para a existência de uma centena de mulheres com idades próximas dos 60 anos e que quiseram ser mães, recorrendo à implantação de ovócitos. “Aqui, o problema é outro”, reconhecem os obstetras, adivinhando “problemas éticos complicados”. “Há o direito à reprodução, que toda a mulher tem.
Mas, depois, há que encontrar limites”, até para evitar dificuldades aos filhos perante o envelhecimento dos pais, que já têm menos oportunidade de planificarem o futuro.
A par das possibilidades tecnológicas e científicas que permitem a uma mulher com mais de 35 anos engravidar, não obstante o aumento das dificuldades de ovulação, acresce também o número de mulheres com idade mais avançada (40 e 50 anos) – para as quais a gravidez se torna progressiva e naturalmente impraticável, porque já iniciaram a perda dos folículos e apresentam falência ovárica – que pretendem ser mães. As soluções são as mais diversas. Tudo depende dos recursos (naturais, científicos, económicos...) e das balizas éticas, fundamentalmente quando se pede um óvulo emprestado e se paga aluguer por uma barriga.
Engravidar mais tarde.
Na verdade, “mesmo na menopausa, o útero está em condições de desenvolver uma gravidez”, sublinha Vicente Souto, dando ênfase às consequências disso.
“Há, efectivamente, muitos riscos acrescidos em relação à mulher”, repara o médico, a propósito de um conjunto de alterações fisiológicas e a nível do sistema circulatório. “Também se admite que os filhos dessas mulheres vão, provavelmente, ter problemas congénitos mais complicados”, acrescenta o especialista, registando que “em cada cinco gravidezes, nos Estados Unidos, há uma gravidez de uma mulher com mais de 35 anos”.
Ao considerar a faixa etária dos 40 anos, Vicente Souto diz ser acrescida a possibilidade de riscos, nomeadamente de anomalias cromossómicas. “Por exemplo, o risco de ter um filho com síndroma de Down (mongolismo ou trissomia 21) é tanto maior quanto mais velha for a mãe”, sublinha.
Embora este seja um domínio delicado - cabendo aos especialistas escolher as respostas mais adequadas, a fim de defender sobretudo as mães de sentimentos de culpabilidade e desconforto -, o médico acentua a importância do diagnóstico pré-natal, no sentido de detectar cromossomopatias ou alterações genéticas.
A par destas contingências, “uma mulher de 40 ou 42 anos está mais susceptível de apresentar diabetes e, entre outros, problemas circulatórios”. No entanto, “pelo facto de se tratar de uma mãe primíra ou de uma mulher multípara, sob o ponto de vista obstétrico, as coisas funcionam de maneira diferente”.
“É importante avaliar os antecedentes obstétricos de uma pessoa para poder fazer um juízo de valor sobre os riscos”, faz notar o anterior director clínico da Maternidade Bissaya Barreto, acrescentando que, se calhar, “a mulher mais velha até poderá ter um parto mais fácil, embora esteja mais sujeita a outros riscos, como os de hemorragias pós-parto”.
No que concerne às hipóteses de abortamento, a sua evolução depende, principalmente, da idade da gravidez. Todavia, a idade da gestante também tem a sua influência. Pois, as primíparas muito novas ou de idade avançada abortam mais vezes. “É evidente que uma mulher de 40 anos ou mais vê aumentados os riscos de prematuridade e de abortamento”.
Quando a futura grávida tem uma idade à volta dos 40 anos, “ela tem de ser esclarecida acerca da sua maior probabilidade de abortamento e de um parto prematuro”, sendo de ressalvar que, nesta faixa etária, “os riscos não são muito significativos”. “O problema coloca-se, sobretudo, a partir dos 45 anos; nessas condições, há uma subida percentual de riscos muito acentuada”, e de modo algum não há motivos para encontrar “razões para que, humanamente, desaconselhemos uma pessoa a ter um filho”. “Tem é de estar segura dos riscos que pode correr”.»
Fonte Médicos de Portugal
Link::http://www.medicosdeportugal.pt/action/2/cnt_id/460/
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4/15/2008 09:42:00 da manhã
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
Tratamento de infertilidade menos intensivo

«Resultados são melhores, dizem cientistas
Tratamentos de infertilidade menos intensivos podem resultar na obtenção de embriões de qualidade genética superior aos dos tratamentos convencionais e até em maior número de gravidezes bem sucedidas.
Esta é a conclusão surpreendente de um estudo realizado por médicos e investigadores da universidade holandesa de Utrecht, que poderá levar no futuro à adopção de tratamentos de infertilidade mais leves, que serão também mais económicos, já que não necessitam de tanta medicação hormonal.
Os tratamento hormonais convencionais na reprodução medicamente assistida são feitos na mulher para a obtenção de algo como 12 óvulos. Estes são depois inseminados artificialmente e os melhores são escolhidos para serem implantados no útero da mulher. A sequência feliz é uma gravidez de sucesso.
No estudo agora realizado, a equipa de Utrecht, coordenada pela embriologista Esther Baart, aplicou um tratamento hormonal menos intensivo a um grupo de cem mulheres, a fim de comparar os resultados com outro grupo, de igual número de mulheres, sujeito ao tratamento de estimulação convencional.
No grupo que recebeu o tratamento menos intensivo, obtiveram-se na mesma entre oito e 12 óvulos após a estimulação ovárica.
A grande vantagem deste tratamento alternativo, de acordo com a líder da equipa, citada pelo diário britânico The Guardian, é que as mulheres correm muito menor risco de desenvolver um problema potencialmente fatal, designado por síndrome de hiperestimulação ovárica.
Na análise dos embriões, obtidos por um e por outro método, a equipa de Baart descobriu, por outro lado, que o tratamento alternativo e menos intensivo permite obter menor número de embriões com problemas genéticos. O estudo mostrou que 73% dos embriões obtidos através do tratamento convencional tinham defeitos genéticos, enquanto nos embriões resultantes do tratamento alternativo essa taxa era de 55%. Os resultados foram apresentados ontem num encontro científico, em Londres.»
Fonte:Diário de Notícias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/04/11/ciencia/tratamento_infertilidade_menos_inten.html
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4/14/2008 12:22:00 da tarde
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Mães obesas tendem a ficar mais tempo internadas no período do parto

«Ao dar a luz a seus filhos, tipicamente as mães obesas grávidas permanecem no hospital por mais tempo que mulheres que não tem sobrepeso ou obesidade. A informação veio dos Centers for Disease Control and Preventio (CDC) e da Organização Kaiser Permanente Northwest, nos Estados Unidos, e se baseou na análise de 13.442 gestações de mulheres com 18 anos ou mais, entre os anos de 2000 a 2004.
Os dados incluíram o tempo de permanência hospitalar no período peri-parto, se o parto foi normal ou cesariana, se ocorreram alterações de saúde na gravidez, incluído diabetes de tipo 2, diabetes gestacional e hipertensão arterial. As mulheres foram ainda agrupadas de acordo com seu índice de massa corpórea (IMC) medido antes da gestação ou em suas fases bem iniciais.
Os resultados indicaram que o peso adicional esteve ligado a uma maior permanência hospitalar. Quando comparadas com mulheres de IMC normal, as mulheres obesas permaneceram meio dia a mais na internação; já as mulheres muito obesas permaneceram um dia adicional em regime de internação hospitalar. Os achados foram publicados na revista médica The New England Journal of Medicine.»
Fonte: Diário da Noticia
Link:http://www.diariodanoticia.com.br/not1.php?act=13&id=1902
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4/14/2008 09:49:00 da manhã
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
Hospital em sessão clínica

«O Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde organiza, no dia 19 de Abril, uma sessão clínica subordinada aos temas: "patologia renal na gravidez", "diagnóstico ecográfico renal fetal" e "uropatias malformativas de diagnóstico pré-natal".
Os trabalhos decorrem durante toda a manhã, no auditório municipal, e contam com a presença de vários especialistas na área como Jorge Braga, Célia Madalena, Alexandra Cadilhe, Lia Rodrigues, Helena Jardim e Vanessa Portugal.
A sessão, organizada pelos serviços de Obstetrícia/ginecologia e pediatria/neonatologia, destina-se a médicos e enfermeiros.»
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4/11/2008 02:11:00 da tarde
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Portugal tem 500 mil casais inférteis

«Considerado um dos maiores problemas de saúde pública, a infertilidade atinge um em cada sete casais portugueses. A doença leva a um desgaste emocional imenso e a um esforço financeiro acima da média salarial nacional.
Cada ciclo de tratamento custa 5 mil euros e as probabilidades de sucesso para uma gravidez são de 30%. Esta é a realidade por que passam cerca de 10 mil casais a cada ano, refere o portal Farmácia.
Apesar dos custos astronómicos e de se tratar de uma doença, o financiamento à Procriação Medicamente Assistida (PMA) ainda não está activo. A regulamentação da lei que permite ao Orçamento de Estado apoiar os casais que sofrem deste problema está a decorrer após 20 anos de ausência de lei.
Publicada em Fevereiro deste ano, a nova lei trará importantes alterações, além do financiamento, como nas regras de funcionamento, auditoria, inspecção e fiscalização dos PMA, assim como na protecção de dados pessoais e na formação de especialistas. No entanto, a sua execução concreta está atrasada.
Esta é uma realidade que merece a atenção de políticos, num quadro de cada vez menor natalidade e de inversão da pirâmide demográfica.»
Fonte: Fabrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=d3d9446802a44259755d38e6d163e820&id=dcc39dc5093073df7c7b503b113d8325
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4/11/2008 02:04:00 da tarde
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quinta-feira, 10 de abril de 2008
O milagre da vida

«VIDA DE GESTANTE A gravidez é um marco muito importante na vida de uma mulher. Depois de recebida a notícia, há que ter alguns cuidados que assegurem o perfeito desenvolvimento do bebé.
A gravidez divide-se em duas fases: a embrionária, que ocorre nas 10 primeiras semanas de amenorreia e que se conta a partir do primeiro dia da última menstruação, e a fase fetal, a partir da décima semana.
«No entanto, não acontece nada de particular que distinga estas 10 semanas como divisoras das duas fases», salienta o Dr. João Malta, ginecologista.
Em relação à vida intra-uterina e ao desenvolvimento do embrião, o especialista esclarece que as funções mais importantes do organismo se desenvolvem em primeiro lugar.
«Os sistemas nervoso central ou cardiovascular desenvolvem-se primeiro que o sistema digestivo, por exemplo, porque são essenciais à vida», comenta João Malta.
Os sistemas nervoso central e cardíaco formam-se muito cedo. Desde os 16 a 18 dias após a concepção, altura em que o embrião tem menos de dois milímetros, já são detectados batimentos no tubo cardíaco – coração ainda sem as quatro divisões: ventrículos e aurículas esquerdos e direitos. As células que originam os órgãos reprodutivos também estão presentes desde muito cedo, logo 15 dias após a concepção.
Vigiar a gravidez
As ecografias são exames a que as grávidas estão obrigatoriamente sujeitas. Quanto ao número, é muito variável de país para país, mas, em Portugal, realizam habitualmente três ecografias durante a gravidez. Estas destinam-se a identificar possíveis alterações no embrião ou no feto e a vigiar o seu desenvolvimento.
A primeira realiza-se por volta das 12 semanas de gestação e destina-se a determinar a idade real do bebé e a eventual existência de gémeos; a detectar patologias do trofoblasto, órgão a partir do qual se forma a placenta; e a identificar marcadores de risco genético. A primeira ecografia pode também identificar mal formações grosseiras, como a ausência do sistema nervoso central, bem como outras deficiências incompatíveis com a vida.
Entre a 20.ª e 22.ª semanas de gestação, procede-se à realização da segunda ecografia. Esta destina-se a verificar se os órgãos estão correctamente dispostos e a identificar malformações não visíveis aquando do primeiro exame.
Na fase final da gravidez, entre a 32.ª e a 34.ª semanas, constatam-se as condições do feto e da mãe para o parto.
«Verifica-se, por exemplo, se as medidas do feto se encontram perto da média ou se se trata de um bebé demasiado pequeno ou demasiado grande em relação à média e se necessita de cuidados extra, aquando do nascimento», esclarece João Malta. Avaliam-se também as condições da mulher para o parto, «se a grávida tem, por exemplo, a placenta precocemente envelhecida, como é comum nas grávidas fumadoras ou hipertensas».
Cuidados da grávida
Segundo o especialista, «a gestante deve aumentar até 12 kg, embora haja mulheres que têm uma gravidez normal engordando menos. Mais que 12 kg pode ser já prejudicial, tanto para ela como para o bebé».
Deve comer mais vezes por dia, em quantidades menores, ou seja, «a grávida deve comer oito, 10 vezes por dia, mas em pequenas quantidades», assegura o ginecologista.
Ao nível da higiene alimentar, João Malta considera que devem ter-se os mesmos cuidados que em qualquer outra situação:
«A gravidez não é uma doença, deve haver uma certa higiene alimentar, mas não diferente da praticada pelas mulheres que não estejam grávidas.»
A excepção tem a ver com patologias como a toxoplasmose.
Fonte: Medicina & Saúde®»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.pt/action/2/cnt_id/51/
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4/10/2008 02:45:00 da tarde
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Passos para uma gravidez bem sucedida

«Antes de engravidar: O ideal é que a mulher programe com antecedência a sua gravidez. Adquirir hábitos saudáveis, alimentar-se equilibradamente, evitar o tabaco e o álcool, reduz os possíveis riscos. E, sobretudo, ir antecipadamente ao médico permite prever, se se pertence ou não a um grupo de risco, e em caso afirmativo, tomar todas as medidas necessárias.
Mãe com que idade?
A maternidade é um sonho ansiado pela maioria das mulheres. Mas será que existe uma idade certa para ser mãe? Depois da primeira menstruação a mulher está apta fisiologicamente para ter um bebé, embora ainda não esteja totalmente pronta.
O período mais favorável para engravidar é entre os 20 e os 35 anos. A produção dos óvulos da mulher está em pleno e a mulher tem tempo de tomar medidas caso se registem problemas de infertilidade. Quanto mais nova a mulher, mais energia e disposição o seu corpo tem para atender às exigências da maternidade. No entanto, a idade traz também sabedoria e conhecimento. Ninguém precisa desistir da gravidez porque passou da faixa etária habitual. Com os avanços da medicina, é possível planear uma gravidez depois dos 35 anos, na qual os riscos podem ser controlados e superados. Mas é sabido que com o passar do tempo, a quantidade de óvulos e de espermatozóides diminui e aumentam os riscos do bebé ter algum tipo de malformação congénita.
Para que tudo corra o melhor possível
Para que possa estar atenta desde o primeiro momento e tomar as precauções necessárias, deve realizar algumas análises ainda antes da gravidez, como provas de toxoplasmose, rubéola, hepatite, sida, sífilis, análises de sangue e urina.
É necessária a vacina anti-rubéola?
Esta doença infecciosa é especialmente perigosa durante o primeiro trimestre da gestação. Pode acontecer que a análise demonstre que a mulher não possui anticorpos que a imunizem contra esta doença. Neste caso prescreve-se a vacina, mas a gravidez deve esperar, até que decorram três meses para que a vacina não prejudique o futuro bebé. Hoje em dia, a vacinação anti-rubéola é dada entre os 11 e os 14 anos de idade, o que faz com que praticamente todas as mulheres estejam imunizadas contra a rubéola.
Mas há outras situações a ter em conta. No caso da grávida ter diabetes, a gestação tem de ser mais acompanhada. No entanto, uma mulher diabética tem praticamente as mesmas possibilidades de que o seu filho nasça são se programar a sua gravidez, como qualquer outra que não tenha este problema.
Ácido Fólico
O ácido fólico é uma vitamina do complexo B cuja ingestão deve começar ainda no planeamento da gravidez. Ele garante a saúde da mãe e o desenvolvimento do bebé. O suplemento de ácido fólico três meses antes e nos três primeiros meses da gravidez é suficiente para reduzir até 95% problemas de má formação do tubo neural. O tubo neural funciona como o sistema nervoso primitivo do feto. É uma estrutura do embrião precursora do cérebro e da medula espinhal. O ácido fólico é encontrado em alimentos como brócolos, espinafre, gema de ovo, fígado, feijão, peixes, mas em quantidades insuficientes para as necessidades da mulher que deseja engravidar. O médico normalmente prescreve o uso de comprimidos que contenham a vitamina.
Quanto tempo para engravidar?
Normalmente a mulher que não utiliza métodos contraceptivos pode levar até 12 meses para engravidar, mas é uma situação que depende de caso para caso. Em princípio, para as mulheres que tomem a pílula, a gravidez pode acontecer assim que parar a toma. Os anticoncepcionais injectáveis (mensal ou trimestral) podem ter efeito cumulativo, por isso os ciclos regularizam-se num período de três a seis meses.»
Fonte: Medicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.pt/action/2/cnt_id/1189/
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4/10/2008 09:36:00 da manhã
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quarta-feira, 9 de abril de 2008
Novos Espaços

Nome do blog/site - Mamas, Bebés & Companhia
Nome da Autora - Ana Sofia
Objectivo/Essência da existência do blog/site - Um Blog de apoio aos Pais e Educadores que reune várias informações actualizadas sobre assuntos relacionados com Mamãs, Bebés, Papás e toda a Família.
Endereço - http://mamasbebesecompanhia.blogspot.com/
Mail - zenite76@gmail.com
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4/09/2008 10:25:00 da manhã
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Amêijoas podem afectar fertilidade humana

«Químicos lançados nas águas provocam alteração hormonal nos bivalves
Compostos químicos presentes em detergentes que são lançados em zonas costeiras através dos esgotos estão a provocar alterações hormonais nas amêijoas brancas que podem estar relacionados com problemas de infertilidade de quem as consome, informa a agência Lusa, que cita uma especialista da Universidade do Algarve.
Este fenómeno foi detectado pela primeira vez em Portugal no Rio Guadiana por uma equipa de investigadores do Grupo de Ecotoxicologia e Química Ambiental do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve.
De acordo com Maria João Bebianno, coordenadora do grupo, alguns compostos de detergentes ou medicamentos lançados pelos esgotos estão a alterar o funcionamento normal do sistema endócrino das amêijoas brancas. Entre Maio e Setembro as amêijoas distinguem-se por serem do sexo masculino ou feminino, mas fora desse intervalo de tempo tornam-se hermafroditas, este fenómeno denomina-se intersex. O que os investigadores estão a verificar é que os machos vão ganhando características femininas e passam a apresentar ovócitos no tecido testicular. Estas alterações sexuais também estão a acontecer em peixes, o que, segundo Maria João Bebiano, «ainda é mais preocupante».
Para além de poderem implicar falhar reprodutivas nas amêijoas brancas, estas alterações podem também afectar o funcionamento hormonal das pessoas que as ingerem. Segundo Maria João Bebiano, a amêijoa branca acumula componentes químicos que podem estar relacionados com alguns problemas de infertilidade ou diminuição de esperma em humanos.
Este problema poderia ser atenuado se as Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) estivessem preparadas para tratar estes compostos, mas «as ETAR não se adaptaram tecnologicamente ao que é lançado no ambiente e não tratam derivados de detergentes ou medicamentos rejeitados pelas pessoas, o que faz com que se produza um cocktail», declara a investigadora.
Depois do fenómeno ter sido detectado no Rio Guadiana, uma equipa de dez investigadores do CIMA está agora a fazer levantamentos noutros locais do Algarve, nomeadamente na Ria Formosa, nas zonas de Tavira e Faro.»
Fonte:Portugal Diário
Link:http://diario.iol.pt/ambiente/algarve-ciencia-ambiente-ameijoas/937468-4070.html
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4/09/2008 09:46:00 da manhã
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terça-feira, 8 de abril de 2008
Prevenção na gravidez é investir na vida

«A gravidez é sempre uma altura de grandes emoções, mas deve igualmente ser uma época de preocupações, quer em relação à futura mãe, como relativamente ao bebé. É, indiscutivelmente, uma situação em que mais vale prevenir!
«A maioria das dietas que consumimos actualmente são deficientes em vitaminas e minerais e, por isso, precisamos de suplementos adequados para compensarmos essas deficiências. Esta situação assume uma particular importância nas mulheres grávidas, porque os bebés alimentam-se das suas mães, logo, elas têm de ter uma alimentação saudável e equilibrada», defende o Prof. Louis Gerald Keith, um dos maiores especialistas mundiais em gravidez.
Esta foi uma das principais ideias que o professor de Obstetrícia e Ginecologia deixou patente num colóquio, organizado pela Prisfar e pela Vitabiotics, onde se abordaram temas como «A Mulher, a Gravidez e a Menopausa».
«Normalmente existem problemas de nutrição nas grávidas, que podem acarretar consequências mais ou menos graves, não só para a mãe, como para o feto. As deficiências nutricionais atingem uma grande parte das grávidas, de tal modo que 9 em cada 10 desenvolvem anemias e há, igualmente, muitos casos de hemorragias, o que se traduz num sangramento excessivo no período pós-parto», alertou o especialista norte-americano.
A toma regular de um suplemento minerovitamínico, preferencialmente desde o momento em que a mulher começa a planear a sua gravidez até ao final da amamentação, atravessando todo o período de gestação, pode, e em muitos casos deve mesmo ser, uma opção a ser considerada seriamente pela futura mãe. A ingestão de alguns elementos essenciais, como ácido fólico, magnésio, ferro, cobre, zinco e iodo, entre outros, potenciará uma gravidez mais segura, bem como o saudável e harmonioso desenvolvimento do feto.
Segundo Louis G. Keith, «a própria UNICEF já assumiu, recentemente, que a multissuplementação é a opção mais adequada para prevenir o aparecimento de eventuais problemas de nutrição nas grávidas e nos recém-nascidos. Alguns estudos demonstram mesmo que, entre mães que tomaram suplementos e as que não tomaram, pode resultar um decréscimo de 22% no número de bebés com baixo peso à nascença (menos de 2,5 quilogramas)».
Os inúmeros benefícios da suplementação específica para a gravidez são evidentes e reflectem-se na saúde da mãe e do bebé.
Conselhos úteis a grávidas
• Deixar de fumar.
• Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.
• Reduzir consumo de bebidas com cafeína (café, chás e colas).
• Cozinhar bem carnes e ovos (evitar risco de salmonelas).
• Não beber leite não-pasteurizado.
• Alimentação equilibrada.
• Lavar bem frutas e hortaliças cruas antes de serem consumidas.
• Tirar radiografias só em caso de necessidade extrema.
• Informar o dentista da gravidez (devido à possibilidade de anestesias locais).
• Praticar exercício físico vigiado e adaptado à gravidez.
Louis Gerald Keith
Este investigador de 71 anos, com mais de 40 anos de exercício da Medicina, é professor de Obstetrícia e Ginecologia, bem como director de uma das secções da Escola Médica da Northwestern University, em Chicago (EUA). É igualmente consultor de várias instituições académicas e privadas em todo o Mundo, tendo já 25 livros publicados, 443 publicações científicas e vários prémios pelo seu trabalho no campo da Ciência. Por ser um gémeo monozigótico (idêntico), dedicou muito do seu trabalho ao estudo dos gémeos e dos problemas encontrados nas suas famílias.
Fonte: Medicina & Saúde»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.pt/action/2/cnt_id/1492/
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4/08/2008 02:40:00 da tarde
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Amniocentese: Versão Simplificada

«Definição: Amniocentese é um exame realizado para verificar a saúde do bebê durante a gravidez. O bebê cresce no útero, numa bolsa de água especial chamada saco anmiótico. O fluido neste saco é testado para checar diferentes tipos de problemas.
Quando é feito o exame?
Quando a amniocentese é usada para checar problemas genéticos, é realizada entre as 15 e as 18 semanas de gravidez.
Faça o exame se:
- Tiver mais de 35 anos. - Outros exames pré-natais mostraram que pode haver um problema. - Já teve um recém-nascido com defeito na medula espinhal ou cérebro, ou um problema genético. - Você ou o pai do bebê tiverem histórico de problemas genéticos. - Teve três ou mais abortos.
Este exame pode também ser realizado posteriormente se o bebê precisar de nascer antes por alguma razão para que se veja como os pulmões do bebê funcionarão após o nascimento e pode ser usado para encontrar uma infecção no seu líquido amniótico.
Qual deve ser a preparação para a amniocentese?
Beba muita água antes do exame ser realizado para ter a bexiga cheia.
O que acontece durante o exame?
O médico limpará o abdómen e provavelmente anestesiará a pele. Uma agulha longa é colocada através do abdómen e dentro do útero causando algum desconforto. O médico usará uma ecografia para auxiliar a guiar a agulha para longe do bebê e onde a maioria do fluido está, retirando-o para o mandar ao laboratório.
O que acontece posteriormente?
Você e o bebê serão examinados durante um tempo. Então poderá ir para casa e descansar por 24 horas.
Quanto tempo leva para que se saiba os resultados do exame?
- Se o bebê for examinado por problemas genéticos, poderá levar de 1 a 3 semanas. - Se os pulmões do bebê forem examinados, poderá saber os resultados em 1 ou 2 dias.
Quais as vantagens do exame?
Poderá avaliar: - Problemas genéticos do bebê, como o Síndrome de Down. - Defeitos do nascimento como a espinha bífida. - Infecção do líquido amniótico. - Como os pulmões do bebê irão trabalhar.
Quais são as desvantagens de realização do exame?
Apenas 1 em 100 mulheres têm algum problema. Porém é importante conhecer o que pode acontecer. Amniocentese pode causar:
O que pode ser observado após o teste?
Procure ajuda médica se:
- Começar a ter contrações ou cólicas intensas. (É normal ter alguma cólica por um curto tempo).
- Houver sangramento ou qualquer saída de líquido pela vagina que flui sem parar. (É normal ter uma pequena mancha ou gotejamento primeiramente).
- Tiver febre.
- Tiver qualquer mudança que a preocupe.
- Tiver perguntas sobre o exame ou os seus resultados.
- Quiser marcar outra consulta.
Fonte: Artémis»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.pt/action/2/cnt_id/735/
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4/08/2008 09:47:00 da manhã
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segunda-feira, 7 de abril de 2008
Infertilidade é um problema de saúde pública. O que os casais podem esperar da nova lei da PMA?

«Joana Borges
Data: 2008-04-07
No âmbito do Dia Mundial da Saúde, que se assinala a 07 de Abril, sendo este um dia para alertar o público sobre os principais problemas de saúde pública, é importante relembrar um em especial, com o qual cerca de 500 mil casais portugueses travam uma dura luta hoje em dia: a Infertilidade.
Estima-se que cada 1 em 7 casais tenha problemas de fertilidade, e que por ano surjam 10.000 novos casais com dificuldades em conceber. Além de todo o desgaste emocional a que esta doença conduz, o esforço financeiro exigido é, nalguns casos, insustentável para a média dos salários auferidos no nosso país, ascendendo aos 5.000 Euros por ciclo de tratamento, quando as probabilidades de se conseguir uma gravidez rondam os 30%.
Com a regulamentação da lei da Procriação Medicamente Assistida publicada em Fevereiro de 2008, algumas mudanças irão ocorrer, nomeadamente as regras de funcionamento, auditoria, inspecção e fiscalização dos centros de Procriação Medicamente Assistida (PMA), a formação das equipas, e protecção de dados pessoais, no entanto continuam a surgir muitas dúvidas e questões relativamente à sua implementação e execução, já que se trata de uma lei que vem colmatar um vazio legal que dura há mais de 20 anos.
Também, pela primeira vez, foram anunciadas para o Orçamento de Estado de 2008, medidas de apoio à natalidade que incluíam financiamento à PMA, mas até à data não foi apresentada a calendarização, nem os termos para a aplicação concreta destas medidas.
Cláudia Vieira, presidente da Associação Portuguesa de Infertilidade considera positiva a regulamentação da Lei, mas considera preocupante este atraso e falta de informação na execução do financiamento à PMA, uma vez que muitos casais estão a adiar os seus projectos de vida na expectativa de serem ajudados pelo SNS no tratamento da sua saúde reprodutiva. Também considera inquietante que as companhias de seguro não reconheçam a Infertilidade como doença.
O tratamento da infertilidade é uma questão de crescente impacto demográfico. Numa altura em que a diminuição da natalidade e a inversão da pirâmide etária constituem preocupações políticas eminentes, é fundamental um maior apoio aos casais inférteis.
A infertilidade é a incapacidade de um casal conceber após um ano de vida sexual contínua sem métodos contraceptivos. A infertilidade é um problema exclusivamente da mulher em 40% dos casos e do homem em 30% dos casos, no entanto, na maioria das vezes a infertilidade advém de problemas de ambos os parceiros ou a causa não é conhecida.
Fonte: Best News®»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1837/
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4/07/2008 02:26:00 da tarde
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Novo projecto para “mamãs e papás” algarvios

«O auditório da Biblioteca Municipal de Faro recebeu, na tarde de ontem, dia 3, a apresentação de um novo projecto da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, «Uma Janela Aberta à Família». Esta iniciativa está direccionada a todos os pais algarvios e conta ser um processo contínuo de acompanhamento aos pais, à criança e a toda a educação desta, desde o seu nascimento até aos 18 anos de idade.
Na iniciativa só se podem inscrever aqueles que vão ser pais ou que já o são em tempo recente, pois, por exemplo, os pais de uma criança de cinco anos não o podem, apesar de terem a possibilidade de verem esclarecidas todas as suas dúvidas por parte dos especialistas que estão envolvidos neste projecto.
O primeiro passo desta iniciativa é entregar na obstetrícia dos hospitais uma brochura onde é explicado o desenvolvimento do bebé até aos seis meses, como lidar com o bebé nesta primeira etapa, constando nesse folheto também os contactos (correio, e-mail e site) para qualquer dúvida.
O vogal do conselho directivo da ARS, especialista em psicologia da saúde, Eusébio Pacheco, começou por referir que este projecto pretende ajudar os pais a educar os filhos, formando e informando, para que haja uma sensibilidade mais cuidada na educação e uma atitude preventiva da parte dos pais. O especialista disse que esta vai ser uma grande oportunidade das famílias poderem aprender.
António Pina, coordenador do projecto, salientou que as crianças são o futuro e que por isso têm de crescer de forma saudável. Tem existido uma grande preocupação em criar novas formas de educar dentro da escola, mas a verdade é que antes está a família e pouco tem sido feito em relação a esta primeira e principal etapa da educação, como referiu o mesmo.
Todas as profissões necessitam de formação e o facto de se ser pai e mãe não é excepção, apesar de nada ter sido feito até agora com esse fim. Neste sentido este é um projecto raro como mencionou António Pina, que disse também não ter conhecimento de mais nenhum projecto desta simplicidade e envergadura em todo o País. Só há pouco tempo o Instituto da Droga e da Toxicodependência do Algarve (IDT) realizou um curso de formação para famílias.
Sendo um projecto em construção e muito recente, apesar de já estar em terreno, como referiu Helena Coelho, psicóloga clínica do IDT, encontra-se aberto a qualquer colaboração de todos os interessados.
Sobre as iniciativas que estão definidas para este primeiro acompanhamento, António Pina frisou que neste início de projecto há uma focalização para os primeiros meses, como já referido, admitindo que existem melhorias a fazer e até mesmo inovações.
Fonte do hospital de Faro disse que existem iniciativas continuadas nesta instituição que visam ajudar os pais, quer dentro das instalações, quer fora. Uma das iniciativas é um trabalho que tem sido feito com os pais dos bebés prematuros, uma inter-ajuda entre estes pais que partilham experiência e conhecimentos, mantendo o contacto. Este mesmo serviço é prestado para qualquer outra mãe que assim queira ou solicite, mas segundo fonte do hospital de Faro existem muitas mães que não pedem ajuda e nem colocam qualquer questão, o que não facilita a ajuda que se quer muitas vezes prestar.
Este projecto conta com o apoio da Universidade do Algarve, do Hospital Central de Faro, do Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, o IDT do Algarve e da ARS do Algarve, sendo que estes dois últimos fazem parte da coordenação.
Carla de Sá»
Fonte:Região Sul
Link:http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=82722
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4/07/2008 09:28:00 da manhã
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sexta-feira, 4 de abril de 2008
Massagem para Grávidas

«Um dos momentos mais especiais na Vida de uma Mulher é, sem dúvida, estar grávida. Esta é uma altura em que não é preciso motivos para celebrar ou se sentir a pessoa mais especial do Mundo. Afinal, gerar o fruto do seu amor é, por Si só, motivo mais que suficiente para estar Feliz.
A Estética aliou-se a esta ideia de beleza e bem-estar tão especiais e criou novos tratamentos para as futuras mamãs, durante o estado de graça, que apesar de especial traz um rol de incómodos a nível da pele e da circulação sanguínea.
A época do ano que traz mais incómodos é durante a estação do Verão. A gravidez faz parecer o Verão ainda mais quente, mas existem tratamentos que a vão ajudar a ultrapassar estes pequenos problemas e a torná-la ainda mais bonita.
Quaisquer tratamentos ou massagens a uma grávida só deverão ser efectuados no 2º e 3º trimestre, que vai desde a semana 12 até à semana 40 de gestação, momento em que, teoricamente, a gravidez chega ao fim.
Nesta última parte as preocupações começam a centrar-se em questões que até este momento pareciam sem importância, como por exemplo, o corpo, todas as alterações a que sofre durante a gravidez.
Pensando no seu bem-estar, surgiu um tratamento re-equilibrante e drenante para reactivar a circulação e a linha, hidratando e reafirmando a pele.
Durante este período, as pernas e os pés ficam inchados na maioria das mulheres (principalmente no terceiro trimestre). Devido ao excepcional tamanho que adquiriu, o útero comprime os vasos sanguíneos que transportam o sangue das pernas para o coração, provocando os típicos edemas por acumulação de líquido nas pernas.
Ao deitar-se, o líquido retido nas pernas tende a distribuir-se por todo o corpo, por isso é normal que quando se levante tenha as mãos e o rosto inchados.
As costas são outra zona que sofre imensa pressão, à medida que a barriga vai crescendo.
Este tratamento, à medida que nutre a pele (para evitar estrias), causa também um bem-estar, uma vez que se trata de uma massagem específica para grávidas com aplicação de produtos para o mesmo efeito.
Passo-a-Passo da massagem
1º Dá-se as boas-vindas à cliente, com um óleo essencial (neste caso apenas 1 gota).
2º Aplica-se o creme nas costas e faz-se a massagem.
3º Termina-se com a massagem drenante nos pés.»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1136/
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4/04/2008 02:35:00 da tarde
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Bebés prematuros: Alimentação adequada para os bebés com pressa de nascer

«Cláudia Pinto
Data: 2008-04-04
Nascer antes da data programada é motivo de grande euforia, mas, não raro, de alguma inquietação por parte dos pais. Muitos não sabem como agir nem que tipo de alimentação dar ao seu bebé. O Jornal do Centro de Saúde foi saber quais as necessidades nutricionais e o tipo de alimentação mais adequada para os bebés que nascem antes do tempo.
Chama-se bebé prematuro a todo aquele que nasce antes das 37 semanas, não cumprindo por isso o tempo previsto na barriga da mãe. Surgem assim diferentes graus de prematuridade. Os bebés que nascem antes das 32 semanas têm um peso normalmente inferior aos que nasceram com 37 semanas.
Um bebé prematuro demora mais tempo a desenvolver-se a nível dos intestinos e do sistema nervoso. “Quanto menor for o número de semanas, maior o número de complicações que podem surgir, sobretudo relacionados com a nutrição”, afirma a Dr.ª Teresa Tomé, Presidente da secção de neonatologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP).
Para um bebé prematuro, é muito complicado mamar ou ingerir o leite. “Estes bebés ainda não têm capacidade de chupar e de deglutir. A coordenação de sucção e deglutição é mais tardia”, afirma a pediatra. Apesar dos bebés prematuros nascerem fora do tempo estipulado, podem ser crianças perfeitamente saudáveis, não devendo os pais entrar em pânico com esta situação mas sentirem-se parte do processo de recuperação e crescimento dos mesmos.
Tipos de alimentação mais frequentes
Os recém-nascidos prematuros necessitam de mais nutrientes do que os de termo. “Estes bebés têm de manter o ritmo de crescimento que tinham na vida intra-uterina”, explica Teresa Tomé. Inicialmente, numa primeira fase de internamento do bebé, “a nutrição faz-se por via intra-venosa".
A isto chama-se alimentação parentérica, direccionada para a circulação. Em simultâneo, pode optar-se pela alimentação entérica, onde se acrescenta um pequeno volume de leite, de forma a estimular o intestino do bebé. “Na alimentação entérica, é idealmente preferido o leite materno”. Como os bebés não podem ir ao seio mamar, “a mãe extrai o leite, coloca no biberão e dá-se ao bebé através de uma sonda”.
O leite materno é um verdadeiro seguro de saúde
“Tanto para os bebés prematuros como para os bebés de termo, o leite materno é o ideal”, afirma a pediatra. São conhecidos vários suportes ao aleitamento materno, quer nos centros de saúde, quer em ambiente hospitalar.
“O leite materno ultrapassa as vantagens nutricionais, dado que é extremamente importante do ponto de vista psicológico. Há evidência científica que indica que o leite materno diminui mais tarde a ocorrência da obesidade e das doenças comuns, como por exemplo, a diabetes e a hipertensão”, explica Presidente da secção de neonatologia da SPP. Não é pois de estranhar que haja quem afirme que o leite materno é um verdadeiro seguro de saúde.
A alimentação através do leite materno permite ainda estimular o contacto físico entre as mães e os seus filhos. “Uma vez que o bebé está internado, o leite materno vai fazer com que as mães se sintam uma parte útil do crescimento do bebé enquanto está internado”, explica Teresa Tomé. A mãe transmite, assim, factores biológicos que constituem enormes defesas para o bebé.
A partir das duas semanas, “o bebé começa a tomar um suplemento de ferro e um suplemento vitamínico. Por vezes, é também necessário suplementar o leite materno com um reforço nutricional. Normalmente, há uns produtos intitulados fortificantes do leite materno que vão reforçar a composição desse leite, no que respeita à aquisição de vitaminas e proteínas, de forma a garantir um melhor crescimento”, fundamenta Teresa Tomé.
Ainda não são conhecidas as necessidades ideais para o bebé crescer. Por outro lado, sabe-se que “o bebé tem de crescer bem, através de boas escolhas nutricionais”. Actualmente, a Organização Mundial de Saúde preconiza o aleitamento materno em exclusivo, até aos seis meses, se possível. “Defende ainda a manutenção do aleitamento materno, não exclusivamente, até aos dois anos”, conclui a pediatra.
Fonte: Jornal do Centro de Saúde»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/1831/
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4/04/2008 09:37:00 da manhã
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quinta-feira, 3 de abril de 2008
Petição contra restrição do parto sem dor aguarda resposta

«Hospital de Santo André recorre à epidural no período diurno
Os subscritores da petição para a realização de partos sem dor, com recurso à epidural no Hospital de Santo André, em Leiria, continuam a aguardar a resposta ao abaixo-assinado entregue à administração.
Recorde-se que a administração da unidade hospitalar restringiu no início do ano a anestesia epidural a alguns partos considerados excepcionais, situação que gerou o descontentamento de dezenas de grávidas e das suas famílias.
A medida levou a que começasse a circular pela cidade de Leiria e na Internet um abaixo-assinado contra esta decisão da administração do Hospital de Santo André, tendo como principal objectivo o recuo.
O hospital justificou a restrição da utilização da epidural devido à ausência de dois médicos anestesistas, o que veio diminuir a capacidade de resposta da unidade hospitalar nesta matéria.
Fonte da administração hospitalar adiantou ao Diário As Beiras que a injecção que permite o parto sem dor regressou à unidade hospitalar durante o período diurno, entre as 8h00 e as 20h00.»
Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=5dc7d784b58e8aaf3459cd039f4cdc99
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4/03/2008 02:20:00 da tarde
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A Amamentação e a Odontologia
«O aleitamento materno é constantemente incentivado por ser o alimento mais completo e digestivo para crianças de até um ano de idade, por ter ação imunizante, presente no colostro, protegendo-as de diversas doenças. Crianças aleitadas no peito têm melhor desenvolvimento mental e maior equilíbrio emocional. A amamentação é gratificante para a mãe e interfere beneficamente na saúde da mulher, por exemplo, diminuindo a probabilidade de câncer de mama e depressão pós-parto. Porém, poucos sabem que a amamentação tem reflexos futuros na fala, respiração e dentição da criança.
Quando a criança mama no peito, não está só sendo alimentada, mas também fazendo um exercício físico importante para desenvolvimento ósseo e muscular da boca e face. Ao nascer, o bebê tem a mandíbula muito pequena, desproporcional à maxila superior, e esta crescerá com o estímulo da sucção do peito; toda a musculatura bucal é desenvolvida, músculos externos e internos, que, solicitados, desenvolvem os ossos. Mamar no peito não é fácil, por isso, tanta transpiração. Esse exercício é o responsável inicial pelo crescimento harmonioso da face e dentição.
Usando mamadeira, esse exercício e quase inexistente, e a preferência do bebê pela mamadeira vem pela facilidade com a qual ele ganha o leite, principalmente quando este flui por um furo generoso no bico. Para exercitar-se com maior eficiência, a posição do bebê durante a mamada deve ser a mais verticalizada, o que também facilita a deglutição do leite. A amamentação prepara a criança para a mastigação. Depois da amamentação, a mastigação correta continuará a tarefa de exercitar ossos e músculos.
Maxilares melhor desenvolvidos propiciarão um melhor alinhamento da dentição, diminuindo a necessidade futura do uso de aparelhos ortodônticos. Músculos firmes ajudarão na fala. Durante a amamentação aprende-se respirar corretamente pelo nariz, evitando tonsilites, pneumonias, entre outras doenças. Quando a criança respira pela boca, os dentes ressecam ficando mais expostos à cáries e as gengivas podem ficar inflamadas e os maxilares tendem a sofrer deformações, assim como a mastigação incorreta pode levar também a problemas de obesidade e de estômago.
Quando a mamadeira tornar-se uma companheira para a criança, ela se habitua a uma dieta mole e adocicada. Muitas mães reclamam que seus filhos, já crescidos, não mastigam corretamente e recusam verduras e frutas, apreciando apenas doces e iogurtes. Esquecem-se essas mães de que um dos fatores que os habituou a essa dieta foi o uso prolongado da mamadeira. Convém lembrar que atrelada à mamadeira vem a chupeta e que qualquer uma das duas afetam o posicionamento dos dentes trazendo também conseqüências danosas à fala e à respiração.
Drª. Ana Melissa De Lucia Jamar
Odontologia Estética – Prótese Dental e Buco-Maxilo-Facial - Clínica Geral
Dr. Vicente Peres Infante
Cirurgia e Traumatologia Buco-
Maxilo-Facial - Ortodontia
Implantodontia»
Fonte:Paulinianews
Link:http://www.paulinianews.com.br/?pg=noticia&id=6132
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4/03/2008 10:18:00 da manhã
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quarta-feira, 2 de abril de 2008
Almodôvar quer aumentar natalidade com subsídio de 750 €

«Os casais de Almodôvar que «derem à luz» um filho vão receber um subsídio de 750 euros, graças a um programa do município para aumentar a natalidade naquele concelho alentejano.
«Queremos incentivar o nascimento de mais crianças para aumentar os índices de natalidade no concelho», explicou hoje à agência Lusa o presidente do município, António Sebastião.
A baixa natalidade, justificou, «é uma das consequências do envelhecimento e da baixa densidade da população, um dos problemas do concelho e que é urgente contrariar».
Dos 8.145 habitantes do concelho de Almodôvar, 26,4 por cento (2.154) têm 65 ou mais anos e apenas 11,4 por cento (936) são crianças com menos de 14 anos, segundo dados do Diagnóstico Social do concelho, elaborado pelo conselho local de acção social, em 2006.
Para aumentar a natalidade, António Sebastião explicou que a autarquia «vai incentivar os casais a ter filhos, dando-lhes um incentivo financeiro».
Diário Digital / Lusa»
Fonte:Diário Digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=325124
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4/02/2008 02:36:00 da tarde
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Médicos divergem sobre a cesariana

«Katherine Funke, do A Tarde
Numa cesariana, os bebês nascem em dez a 15 minutos. O prazo de recuperação pós-operatório pode durar dois a três meses. O trabalho de parto normal, por sua vez, pode demorar 20 horas e, como não é cirurgia, a recuperação é mais rápida.
Para a mulher sem indicações médicas para cesariana, existe alguma vantagem em se optar pelo procedimento, em vez de realizar o parto normal? E será que existem contra-indicações? Do ponto de vista da saúde, o assunto é polêmico até mesmo entre obstetras, ginecologistas, psicoterapeutas e outros profissionais que estudam a questão.
Uma das correntes de opinião a respeito divulga que a cesariana é mais vantajosa sob o aspecto fisiológico dos aparelhos genital e urinário feminino. O parto normal geraria a necessidade de se cortar o períneo para abrir espaço ao bebê e poderia incorrer em rupturas na região entre a vagina e o ânus, que poderiam causar incontinência urinária. “Ao incentivar o parto normal, o SUS economiza de um lado, mas gastará de outro, para pagar as cirurgias reparatórias”, argumenta o obstetra Henrique Amorim.
Seu colega Pedro Melo, no entanto, tem opinião oposta. “Se o parto for bem assistido, com esvaziamento da bexiga e do reto, o risco de ocorrer isso é mínimo”.
A psicoterapeuta e filósofa Adriana Tanese Nogueira, mestre pela PUC/SP com pesquisa sobre o tema, diz que o parto cirúrgico desestimula o aleitamento materno e mantém “mulheres submissas e alienadas de sua força, capacidade e auto-estima”. Adriana preside a ONG Amigas do Parto. Pela internet, a ONG promove cursos e tira dúvidas.
COMO FUNCIONA – Como é uma cesariana? A TARDE acompanhou uma. A gestante deita na maca, tem os pêlos pubianos raspados, recebe soro na veia e anestesia para a área do abdômen. Para evitar que toquem o local da cirurgia por reflexo, os braços da mulher são abertos e fixados. “Tudo bem, mãe?”, pergunta uma enfermeira. “Tudo”, responde a gestante – e outros médicos já estão a cortar sua pele e repuxar a carne, com dedos e aparelhos, para abrir espaço entre os órgãos internos.
O útero é a sétima barreira a ser vencida. Os médicos rompem a bolsa de água e dela tiram o bebê. A criança nasce por entre a abertura sustentada pelas mãos firmes de um médico, enquanto outro puxa um corpinho mole e assustado para fora. Corta-se o cordão umbilical.
O neném recebe atenção de uma pediatra, enquanto os cirurgiões retiram a placenta e começam a costurar o útero, os músculos, a pele. Durante todo o tempo, as pernas da mulher, protegidas por panos, servem de “mesa” para as compressas, a placenta, tesouras e outros instrumentos cirúrgicos. A mãe fica acordada durante o procedimento.»
Fonte:A tarde
Link:http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=859136
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4/02/2008 09:33:00 da manhã
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terça-feira, 1 de abril de 2008
Uma história de vida ...

Ana Madragoa é uma mulher de força que apesar das adversidades encontradas na vida não desceu os braços. Acresce dizer que além de uma situação pessoal complicada, onde as adversidades eram mais do que as ajudas, onde a compreensão e amparo eram apenas miragens, não deixou que o desanimo a contagia-se e foi à luta. Uma lição de vida para todos nós.
E se pensarmos que a luta foi por um filho, só traz dignidade à sua atitude.
Após a sua opção, surgiram problemas com a gravidez, e quando o seu filho nasceu não mexia as pernas. Desempregada, mãe solteira, mas nada disto a fez parar de lutar pelo seu filho.
Chama-se Ana Madragoa, convido-os a ler a sua história com mais detalhe no seu site http://www.pinguimgroup.com/anamadragoa/ana_madragoa.php, ela é estilista e tem uma colecção de gorros e outras peças interessantes que vos convido a visitar no site referido.
Espero que este pequeno resumo da história da Ana Madragoa vos incite a visitar o site dela e além de conhecer a história toda possam adquirir uma das suas peças.
Paulo Pires
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4/01/2008 11:58:00 da manhã
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Saber como educar

«Joana Silva Santos| 2008-03-31
Porque ser mãe ou ser pai nem sempre é fácil a Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica do Porto apresenta o programa Aprender a Educar.
Dirigido a pais que reconhecem a necessidade de aprender e de reflectir mais sobre a vida dos filhos e sobre a educação que lhes pretendem dar o programa Aprender a Educar tem como objectivo apoiar os pais na tarefa de educar.
Desenvolvido pela Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa do Porto, o programa decorre entre Abril e Junho e apresenta diversos módulos, permitindo aos pais escolher aqueles em que gostariam de participar consoante as suas necessidades. Com a duração de duas horas, as sessões estão programadas para as sextas-feiras, a partir das 21h30, e cada módulo será dinamizado por um psicólogo
Este ano o programa arranca a 4 de Abril e o primeiro módulo é uma novidade. A primeira sessão é dedicada ao optimismo e lança desde logo um desafio para os pais já que educar para o optimismo implica que pais e mães se tornem mais optimistas. Dirigida por Fátima Perloiro, esta sessão vai mostrar quais são as características das pessoas optimistas e como é que se pode educar crianças e jovens para serem mais optimistas.
A 11 de Abril a sessão centra-se nos afectos e nas emoções. A promoção do desenvolvimento afectivo e emocional é condição essencial para o bem-estar e para a integração social de crianças e adolescentes, Pedro Dias terá como objectivo explicar como é que se pode promover o desenvolvimento afectivo no dia-a-dia e como podemos compreender melhor a expressão das emoções.
Porque crianças e jovens necessitam de regras e limites para crescer de forma adequada e saudável, no terceiro módulo, a 9 de Maio, Lurdes Veríssimo vai explicar aos pais quando e como devem aplicar regras, limites, castigos e recompensas.
Para 30 de Maio está agendada uma reedição do módulo "Socorro! Tenho um filho adolescente!". A entrada na adolescência é acompanhada por um conjunto de mudanças físicas, psicológicas e relacionais e existem riscos. Questões como ajudá-los a integrar a imagem corporal ou a prevenção de comportamentos de risco são algumas das dúvidas que serão abordadas por Maria Raul Lobo Xavier.
Já em Junho as questões serão outras. Como é que os pais podem ajudar os mais novos a gostarem e a acreditarem neles próprios? Como é que podem prepará-los para uma sociedade competitiva? Como prepará-los para enfrentar os medos? Estas e muitas outras questões serão abordadas por Lurdes Veríssimo, dia 6, numa sessão onde a auto-estima e a autoconfiança são vistas como bens preciosos e determinantes no desenvolvimento positivo das crianças.
O programa Aprender a Educar termina a 13 de Junho com uma sessão dedicada aos irmãos e a relações que se estabelecem entre eles já que estas são fundamentais para o seu desenvolvimento como pessoas e para a forma como se relacionam com os outros.
A participação de um módulo implica o pagamento de 20 euros e a participação em três ou mais sessões corresponde a 15 euros cada. No caso de ambos os pais participarem no mesmo módulo, será cobrada apenas uma inscrição.»
Fonte:Educare
Link:http://www.educare.pt/educare/Actualidade.Noticia.aspx?contentid=49BC646500073779E04400144F16FAAE&opsel=1&channelid=0
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4/01/2008 09:37:00 da manhã
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