quarta-feira, 14 de maio de 2008

Exposição a infecções maternas aumenta risco de epilepsia


«A exposição a certas infecções maternas no útero aumenta as chances de epilepsia na infância, de acordo com a análise de dados de um estudo dinamarquês. Entre as infecções citadas estavam a cistite (inflamação de bexiga), pielonefrite (inflamação dos rins e do trato urinário superior), e candidíase.
O estudo, publicado na edição de maio do jornal Pediatrics, envolveu 90.619 crianças nascidas entre setembro de 1997 e junho de 2003 e foram acompanhadas até dezembro de 2005.
O pesquisador chefe Dr. Yuelian Sun, da Universidade de Aarhus na Dinamarca, e seus colegas identificaram 646 crianças diagnosticadas com epilepsia durante os até oito anos de acompanhamento.
Informações sobre infecções maternas foram obtidas via entrevistas telefônicas durante a gravidez. Das condições maternas avaliadas, cistite, pielonefrite, diarréia, tosses durando mais de uma semana e candidíase estavam todos ligados à epilepsia.
Os riscos relativos foram de 1.23 para diarréia a 2.56 para candidíase em crianças prematuras (a candidíase não aumentou o risco em crianças não prematuras). Exposição pré-natal à tosse aumentou o risco de epilepsia apenas durante o primeiro ano de vida.
Por contraste, herpes genital, verrugas venéreas e herpes não aumentaram significativamente as chances de epilepsia, disseram os cientistas.
Eles dizem que estudos de longo prazo baseados em marcadores biológicos válidos de infecção ajudariam a esclarecer a associação entre infecções maternas e risco de epilepsia.
As informações são da Agência Reuters»

Fonte:Gazeta do Sul
Lonk:http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_ultimas.php&intIdUltimaNoticia=58871

terça-feira, 13 de maio de 2008

Gravidez improvável está ligada às emoções


«Após anos de tratamentos de fertilização para tentarem engravidar, várias mulheres têm conseguido gerar filhos naturalmente.
Após muitos anos de tratamentos de fertilização para tentarem engravidar, várias mulheres têm conseguido gerar filhos naturalmente.

Um estudo acompanhou 5.962 casais que estavam na lista de espera para fazer FIV (fertilização in vitro) e constatou que 9 por cento dos casais engravidaram espontaneamente num período de 12 meses.

"Quem dá a vida é Deus e quem a tira é Deus também. Tenho tido casos [de casais inférteis] tão esdrúxulos que engravidam e casos tão claros de que medicina vai resolver e não resolve, que cada vez mais acredito nisso", afirmou o ginecologista Artur Dzik, director do Serviço de Esterilidade Conjugal do Hospital Pérola Byington.

Outra explicação é a relação entre as emoções e os hormonas.

"O sistema emocional está do lado do sistema hormonal, recebe as descargas das hormonas," disse o especialista.

Além disso, o bem-estar, a harmonia e a calma são as referências de um bom território para procriar. »

Fonte:TVNET
Link: http://www.tvnet.pt/noticias/detalhes.php?id=27526

A depressão pós-parto também pode atingir os homens


«A depressão pós-parto também pode afetar os homens e têm ainda mais efeitos negativos do que a depressão materna em alguns aspectos do desenvolvimento da criança, segundo estudo apresentado no encontro anual da Associação Americana de Psiquiatria. Os pesquisadores revisaram dados de mais de 5 mil casais com bebês de 9 meses. E descobriram que um a cada dez novos papais apresentavam depressão pós-parto de moderada a severa.

Os resultados foram surpreendentes, pois, segundo os autores, de 3% a 5% dos homens na população em geral apresentam depressão, com esse número subindo para 10% entre os novos pais. Os autores destacam que a depressão dos pais afeta a interação com os filhos. E a análise mostrou que apenas o comportamento dos homens afetava o desenvolvimento do filho em 24 meses, especialmente em relação à quantidade de palavras usadas pela criança.(...)»

Fonte:Folhaes Online
Link:http://www.folhaes.com.br/folhaes/noticias.asp?nID=12665

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Grávida? A pensar engravidar? - Sábado,17 de Maio 14h30m



Vai ocorrer um encontro informal de grávidas na zona do Porto, aparece. Eu vou ... (onde é que já ouvi isto)

Se puderem apareçam com uma t-shirt branca.

No seguimento da Semana do Parto Respeitado, vai ocorrer um encontro informal no Parque das Varas, em Leça do Balio, no parque ao lado do Mosteiro do Balio (e da Unicer).

Este evento tem o apoio da Bionascimento.

A ideia é trocar experiências e tirar dúvidas, nesse encontro vão estar 3 profissionais da saúde, uma do Hospital de São João, outra do Centro de Saúde e outra da Maternidade.

Uma boa forma de passar uma tarde de sábado, passear pelo parque das varas (ao lado do Mosteiro do Balio)

Quem vem do Porto:

Segue pela Via Norte em direcção à Maia, sai na saida que diz Leça do Balio, vai em direcção ao Mosteiro/Junta de Freguesia e estaciona nessa zona. E depois dirige-se ao parque.

(...) dicas para quem quer ser mamãe


«Ginecologista fala sobre alimentação, exercícios físicos e exames médicos.
Cuidados especiais ao volante e no trabalho são fundamentais na gravidez.

Alguns cuidados especiais são fundamentais na hora de planejar a gestação. Para auxiliar as mamães de primeira viagem nesse período tão importante, o G1 conversou com a médica Denise Coimbra, ginecologista especialista em Reprodução Humana, sobre quais os exames necessários na gravidez, além de cuidados com alimentação e exercícios físicos.

Segundo Denise, o primeiro passo assim que se descobre que está grávida é procurar seu médico. As visitas do pré-natal costumam ser mensais até o sétimo mês de gestação, passam a ser quinzenais no oitavo mês e semanais no decorrer do nono mês de gravidez.

Exames médicos

Para começar o pré-natal, alguns exames laboratoriais são obrigatórios:
-Anemia;
-Diabetes;
-Sífilis;
-Toxoplasmose;
-HIV;
-Tipagem sangüínea e fator RH;
-Rubéola;
-Urina;
-Protoparasitológico.

Na 11ª semana de gestação, a futura mamãe já pode fazer seu primeiro ultra-som. Para o médico, segundo explica Denise, esse exame é importante porque acerta a idade gestacional e define se a gravidez é única ou gêmeos. Esse ultra-som é também importante para detectar alguma má-formação, como a síndrome de Down, por exemplo.

Entre a 29ª e 30ª semana de gravidez, a recomendação é repetir todos os exames que podem evitar a transmissão para o bebê de vírus como o HIV (vírus da Aids), HTLV tipos I e II (associados à leucemia, linfoma e alterações neurológicas) e os vírus da hepatite B (HBV) e C (HCV).

Na 31ª semana, um novo ultra-som pode ser solicitado para avaliação do crescimento fetal, determinação do peso estimado, e outras avaliações necessárias aos médicos.

Exercícios Físicos

Até a 9ª semana, a gestante não deve fazer nenhuma atividade física. O recomendado, segundo Denise, depois desse período, é fazer caminhadas, alongamentos e ioga até perto do parto. Uma atividade com bons resultados é a hidroginástica, mas só a partir do quarto mês de gravidez.

Cuidados com o convênio médico

Desde quando souber que está grávida e começar o pré-natal, a gestante deve se inteirar sobre a cobertura do seu plano de saúde. A partir do sexto mês de gravidez, o ideal é que a futura mamãe comece a visitar as maternidades que estão em seu plano e decidir com seu médico qual poderá atendê-la melhor.

Segundo Denise, a escolha do médico que irá acompanhar a mulher no parto deve ser da própria gestante. “É importante que o médico que acompanhe o pré-natal e cuide da saúde pós-parto seja um profissional de confiança. Para a gestante que só pode usar os médicos do convênio, é bom pedir indicação de amigas e parentes”, afirma.

Alimentação

Para Denise, comer mais vezes ao dia e em menor quantidade é fundamental durante a gravidez. “A gestante deve evitar seguir dietas da moda, e não ligar para 'segredinhos' de amigas, sogra, mãe e comadres. Um dos maiores perigos é que muitas gestantes cortam o carboidrato para não engordar, sem saber que o carboidrato e a gordura são importantes para a formação do feto e para a mãe durante toda a gestação”, explica.

Até a 9ª semana, ainda de acordo com Denise, a grávida tem muitos enjôos. A indicação é comer melhor pela manhã. Isso ajuda a minimizar o enjôo matinal e a rejeição pelo café-da-manhã. “Além disso, durante toda a gestação, a grávida deve usar a moderação e o bom senso para se alimentar e seguir orientação profissional de uma nutricionista”, diz.

Cuidados especiais

Segundo Denise, a gestante pode sentir muito sono e estar mais distraída durante o período de gestação, por isso é muito importante ter cuidado no volante em trajetos longos. “Ela também deve evitar ambientes com muito fumo, como boates. Deve-se tomar cuidado com o uso de saltos altos e roupas apertadas, que limitem a respiração e incomodem os movimentos”, afirma.

E quando o assunto é a hora ideal para deixar o trabalho, a ginecologista afirma que cada caso é um caso. “A maioria das grávidas pára no fim do oitavo mês, desde que a gestação seja tranqüila e saudável. A regra é estar bem física e psicologicamente para desempenhar suas atividades no trabalho. Não tenha vergonha de pedir moderação nas rotinas e fazer pausas a cada duas horas para se alimentar e caminhar um pouco”, diz.»

Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL451403-5598,00-G+DA+DICAS+PARA+QUEM+QUER+SER+MAMAE.html

Ficar grávida pode deixar os seus cabelos mais bonitos


«Já ouviu por aí que o cabelo de grávida cai muito? E que fica oleoso? Já reparou que as gestantes que costumavam tingir os fios param de fazer retoques e ficam com centímetros de raiz? Parece uma regra: mulher grávida abre mão do cuidado com o cabelo. Dizem que tudo faz mal, mas será que é assim mesmo? Contrariando o mito de que cabelo de grávida não pode receber cuidados, o tricologista Valcinir Bedin afirma que é durante a gestação que o cabelo atinge seu auge. "A gravidez é um período muito bom para os cabelos porque os hormônios femininos estão aumentados em relação ao hormônios masculinos, que são os responsáveis pela queda de cabelos e pela oleosidade dos fios", diz o dermatologista.

Até a crença de que não se pode tingir os cabelos durante a gestação é incorreta. Segundo o especialista, no passado as tinturas eram feitas com metais pesados, como o chumbo, o que fazia com que os médicos proibissem as tinturas. "Hoje isso não ocorre mais e as tinturas podem ser usadas, mas tem que haver o cuidado com os processos alérgicos, uma vez que o couro cabeludo é muito vascularizado e pode responder com alergia ao contato com a tintura. Do ponto de vista puramente médico não há problemas em se utilizar nenhuma tintura autorizada pelo Ministério da Saúde", diz Bedin.

Outro benefício que a gestação traz para a mulher é o aumento no ritmo de crescimento dos fios e a maior duração da fase anógena dos fios, o que faz parecer que a mulher ganha quantidade de fios. "O problema é que, após aproximadamente quatro meses do parto, tudo volta ao normal e os cabelos que ficaram mais tempo na cabeça caem, dando uma sensação maior de queda, chamada de eflúvio telógeno", diz.

A queda maior do que o normal pode ser indício de falta de nutrientes. A gestante deve falar com o médico e procurar um nutricionista para equilibrar a dieta e evitar sobrepeso.

Fonte: terra»

Fonte:O Pantaneiro
Link:http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=71187

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Pós-parto sem dor


«Pós-parto sem dor
O pós-parto é tranquilo se a nova mamãe segue alguns cuidados
São noves meses de muitas mudanças externas e internas. É o corpo, no entanto, quem mais sente a responsabilidade de gerar uma criança. Os seios incham, o útero dilata, a barriga cresce, as costas ficam sobrecarregadas...

Só para se ter uma idéia do impacto da gravidez sobre o corpo feminino, saiba que o útero pode levar até 60 dias depois do parto para voltar ao seu tamanho normal depois de aumentado cerca de 50 vezes ao longo da gestação.

Todas essas mudanças, claro, podem gerar um pouco de desconforto após o nascimento do bebê. Surgem algumas dores - absolutamente normais no processo - que podem, e devem, ser amenizadas a partir de atitudes relativamente simples.

Uma boa recuperação do parto passa, sobretudo, pelo repouso da nova mãe, que deve evitar esforços intensos, se alimentar corretamente, beber muito líquido e seguir todas as orientações médicas. Lembrando que você pode tomar analgésicos e antiinflamatórios para minimizar o desconforto apenas com o aval do médico.

Veja agora como amenizar as dores mais comuns que aparecem no pós-parto e entenda porque elas acontecem.

Parto normal

Para facilitar a saída do bebê e evitar danos nos tecidos vaginais da mãe, os médicos costumam fazer um pequeno corte no períneo (músculo entre a vagina e o ânus) da mulher. Para minimizar desconforto e edemas, você pode fazer compressas de gelo no local e deve higienizar a região com sabão neutro e água sempre após usar o banheiro.

Cesárea

Como várias camadas do abdômen são cortadas para permitir a retirada do bebê, os pontos são inevitáveis e doloridos. Para diminuir o incômodo, não faça nada muito intenso e nem segure peso nos primeiros dias. O melhor é ficar de repouso e limpar a cicatriz duas vezes por dia. A cicatrização leva até seis semanas.

Cólicas

Depois de uma cesárea, o intestino pára de funcionar por até 24 horas e as cólicas provocadas por gases em excesso na região do abdômen são freqüentes. Isso acontece porque a anestesia peridural paralisa a musculatura do intestino, que se distende pela ausência de contração e faz com que os gases se acumulem. O ideal é que a mãe evite falar nas primeiras horas depois do parto, diminuindo a ingestão de ar. Nos primeiros dias, é aconselhável ainda evitar massas e consumir muitas fibras e bastante líquido.

Cabeça

É comum ter crises de enxaqueca no pós-parto. Elas acontecem em função das anestesias peridural e raquidiana. Algumas mulheres também sentem náuseas, provocadas pelos analgésicos administrados na cirurgia. Tudo isso tende a desaparecer em pouco tempo, especialmente se a você ingerir bastante líquido (ele ajuda a limpar o organismo, expulsando os medicamentos pela urina).

Coluna

As dores nas costas acontecem porque, com a gravidez, a mulher projeta a barriga para frente e os ombros para trás. Isso acarreta a hiperlordose (aumento da curva na região lombar), que tende a desaparecer depois do parto. Se a mãe não tomar alguns cuidados, a dor pode voltar depois do nascimento da criança. O ideal é que você mantenha sempre as costas retas e amamente o bebê de forma segura (sustentando a criança em uma almofada e mantendo costas e braços bem apoiados na poltrona). Alongamento, caminhada, relaxamento, acupuntura, pilates e hidroginástica são boas opções para amenizar as dores e devem ser feitos sob orientação médica.

Mamas

O aleitamento pode provocar dor nos primeiros dias. As rachaduras nos bicos dos seios podem ser contornadas com produtos que amenizam as fissuras e com o ato de passar o próprio leite na região (o leite possui agentes antibacterianos que protegem o local). Quando a produção de leite é maior do que a necessidade da criança, dores nas mamas também podem surgir. Para reverter o quadro, elimine o excesso de leite regularmente com o uso de bomba ou com massagens suaves, que podem ser feitas no banho.

Texto: Vanessa Cusumano»
Fonte:E-LINDA
Link:http://www.elinda.com.br/index.php?id=614

Neonatologia: Banco de leite humano já desperta interesse entre especialistas portugueses


«Lisboa, 08 Mai (Lusa) -- A criação de um banco de leite humano para alimentar sobretudo bebés prematuros tem gerado "algum interesse em hospitais portugueses", informou hoje a presidente da secção de neonatologia da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

O tema foi abordado durante o primeiro dia das Jornadas Nacionais de Neonatologia, a decorrerem até sábado, em Viseu.

Em declarações à Agência Lusa, Teresa Tomé referiu que, apesar de ainda não terem ocorrido quaisquer diligências junto do Ministério da Saúde, o interesse de criar bancos de leite humano é já notado entre os especialistas portugueses.

"As pessoas já tiveram alguma formação e na reunião de hoje percebeu-se o interesse. Mas a discussão está apenas entre os especialistas", disse a médica, acrescentando que um dos pontos de debate é a avaliação do investimento feito e os benefícios conseguidos.

A doação de leite para um banco colectivo é prática corrente em países como o Brasil e Espanha e os principais destinatários são bebés de risco, nomeadamente prematuros e os que têm problemas digestivos ou ao nível do intestino.

"O leite materno é melhor tolerado pelo intestino do prematuro e previne o aparecimento de certas doenças", precisou.

O processo de recolha, que passa pelo "altruísmo das mulheres para ajudar outras crianças que não os seus filhos", inicia-se pela selecção das doadoras.

De fora do processo ficam mulheres com certas doenças, fumadoras e com comportamentos de risco, sendo o leite recolhido rastreado para detecção de infecções.

Depois passa por um processo de congelamento, pasteurização para ser novamente congelado e finalmente armazenado.

No ano passado, o Brasil, cuja rede de leite humano envolve um total de 220 locais, registou mais de 85 mil doadoras, 114 mil receptoras e aproximadamente 113,8 mil litros de leite recolhido e 84 mil litros de leite distribuído.

Em discussão em Viseu também estarão as estatísticas sobre os bebés prematuros de muito baixo peso, que nascem antes das 32 semanas e com um peso inferior a 1,5 quilos e que podem sofrer sequelas físicas.

Segundo Teresa Tomé, o registo nacional mostrou um aumento recente de cerca de 0,5 por cento de prematuros, pelo que o Plano Nacional de Saúde até 2010 consagra o objectivo de reduzir a prematuridade.

Na base destes números estão vários factores como a maternidade em idades mais avançadas e o recurso a técnicas de Procriação Medicamente Assistida que aumenta a hipótese de gravidez de gémeos, o que, por seu lado, é um factor de risco para a prematuridade e baixo peso.

PL.

Lusa/Fim»

Fonte:Noticias Sapo
Link:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/4160a640191310bea39790.html

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Cientistas investigam «relógio biológico» da mulher


«Um artigo publicado (...) pela revista científica "Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism (JCEM) diz ser possível prever a idade da menopausa na mulher. A conclusão é de um estudo conduzido por dois investigadores do Centro Médico da Universidade de Utrecht, nos Países Baixos, que revela que os níveis da hormona AMH presentes no organismo estão relacionados com o inicio da menopausa e permitem determinar idade reprodutiva da mulher.

Segundo o estudo, os níveis de AMH no sangue reflectem o número de pequenos folículos presentes nos ovários. Este "stock" de folículos é condição da reprodução uma vez que assegura as ovulações mensais. É a degradação deste "stock" que conduz à menopausa, que normalmente ocorre entres os 40 e os 60 anos.»

Fonte:Ciencia Hoje
Link:http://www.cienciahoje.pt/26139

Europa cada vez mais velha


«Mais de 54 milhões de europeus vivem sozinhos e dois em cada três lares não têm nenhuma criança. Estas são as principais conclusões de um relatório sobre a evolução da Família na Europa em 2008, apresentado esta quarta-feira no Parlamento Europeu.


De acordo com o documento, elaborado por uma equipa composta por psicólogos, demografos, sexólogos e peritos em conciliação entre trabalho e família, a Europa é um continente velho “imerso num Inverno demográfico” com a natalidade em crise.
O estudo, desenvolvido pelo Instituto de Política Familiar, concluiu que o número de maiores de 65 anos já superou em mais de seis milhões os jovens com menos de 14 anos. Por outro lado, cada vez nascem menos crianças, registando uma queda de um milhão em comparação com o ano de 1980.
Dois em cada três lares europeus não têm nenhuma criança e apenas 17 por cento têm dois ou mais filhos. A Eslováquia, Polónia, Roménia e Alemanha são os países que mais sofrem com a baixa natalidade.

Uma das causas para este problema é idade cada vez mais tardia das mulheres que têm filhos, quase com 30 anos.
Em 27 anos, a Europa perdeu mais de 20 milhões de jovens, enquanto o grupo de maiores de 65 anos aumentou 23 milhões. A Bulgária e a Alemanha são os países com menor proporção de jovens. No outro extremo está a Irlanda, que apresenta o maior número de jovens.
Mais de 54 milhões de europeus vivem sozinhos. Na Alemanha, Dinamarca, Finlândia e Suécia são os países com menos pessoas por lar.»

Fonte: Correio da Manha
Link: http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=8483EDFD-D5EB-432B-AD68-80229AE95D57

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Jovem quer abrir núcleo de apoio às perdas gestativas - Aveiro


«Projecto - Aveiro poderá contar em breve com um espaço de auxílio a mulheres que perderam os filhos antes de os terem nos braços

Texto de Pedro José Barros

Acontece mais vezes do que se julga e vem quase sempre acompanhada com o estigma da culpa. A perda de um filho ainda na fase gestativa é uma notícia que nenhum casal gosta de ouvir. Ao choque inicial, segue-se por vezes uma dolorosa caminhada em silêncio, feita de incompreensões e atropelos. Cláudia Novo (...), uma advogada de Oiã a trabalhar em Aveiro, quer estender a mão e fundar na cidade um núcleo de apoio a pessoas que passem pelo problema. O AVEIRO foi conhecer o projecto.

Sempre se interessou pela temática da maternidade. O início da carreira na advocacia trouxe-lhe muitos processos envolvendo menores e a sua ligação às crianças cresceu. Depois de algum trabalho de pesquisa, descobriu a Associação Projecto Artémis, uma entidade sem fins lucrativos com sede em Braga que surgiu da "da necessidade de diminuir a falta de informação técnica e apoio emocional de mulheres que perderam filhos por aborto espontâneo, bem como quebrar o pacto de silêncio resultante de todo o processo de luto". Da vontade de gerar esperança.

Cláudia entrou para a Artémis e pretende agora dar um passo em frente. "São situações emocionalmente muito complicadas e realidades mais comuns do que se pensa. Infelizmente, em Aveiro não se fala muito nisso. Há muita vergonha e sentimentos de culpa das mães pelo que aconteceu", confirma.

Núcleo com vários departamentos

Perante uma perda gestativa, é preciso que as pessoas saibam da necessidade de "não tentar minimizar" o sofrimento e de "fazer o luto e chorar, para que a mãe sinta que aquele filho era importante para toda a gente", realça.

A jovem é a representante da Artémis no distrito e está empenhada na criação de um espaço preferencialmente no Hospital Infante D. Pedro, para "conversar, trocar experiências e fornecer ajuda especializada". O núcleo deverá ter um departamento jurídico, um de psicologia e outro dirigido ao acompanhamento clínico com pessoal especializado.

Por isso, Cláudia Novo apela a pessoas "com alguma disponibilidade" para colaborarem no projecto, já que sozinha não pode fazer muito. "Não é preciso muito tempo, é preciso vontade".

Efeméride

Outra das ambições da Artémis é a criação de uma efeméride, o Dia Nacional para a Sensibilização da Perda Gestativa, a ser comemorado a 15 de Outubro, com o intuito de "chamar a atenção para a problemática da perda gestativa", conseguindo que seja "reconhecida por todos como um problema real".

Com esta iniciativa pretende-se também "honrar e celebrar a luta árdua que milhares de portuguesas enfrentam para dar à luz o seu filho" e "quebrar o tabu envolto na ignorância e desconhecimento de um problema diário".

Consulta pré-concepcional é vital

Sara Neto, do serviço de obstetrícia do Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, explica que as perdas gestativas se dividem em dois grandes grupos: as perdas precoces (abortos espontâneos durante o primeiro trimestre) e a morte fetal tardia (depois das 20 semanas).

A "maior parte" das ocorrências registadas no Infante D. Pedro são, na verdade, perdas ultra-precoces, que acontecem até às cinco/oito semanas. As mortes fetais tardias "não ultrapassam" a dezena por ano.

Embora não haja maneira de evitar a maioria das perdas, a ida a uma consulta pré-concepcional é vital para rastrear "as doenças que podem comprometer a gravidez".

Exemplo da importância desta consulta é o facto de que desde que a obstetrícia iniciou a articulação com o serviço de infecciosas, em 12 casos de mães seropositivas apenas se registou "um" caso de transmissão do vírus para o filho. E isto porque a senhora "não seguiu" todas as indicações clínicas. A consulta é também importante para diabéticas e epilépticas, já que estes dois grupos "estão muitos sujeitos a abortos espontâneos".

As perdas são "muito difíceis" de gerir, reconhece Sara Neto. O que os médicos podem fazer é proporcionar "o maior conforto possível" e tentar "encontrar uma causa" para o que aconteceu, destrinçada na autópsia.

À pergunta "O que é que eu fiz?" da mãe segue-se muitas vezes a pergunta "Que mais poderia ter feito?" do médico. Os médicos também sentem a "frustração" do insucesso.

Como no caso de uma senhora que "perdeu por três vezes o filho entre as 32 e 34 semanas" e só à quarta vez, por meio de uma cesariana, se conseguiu, recorda Sara Neto.

Perdas podem ter consequências "devastadoras"


Do ponto de vista da psicologia, o problema das perdas gestativas assume também especial relevo. A psicóloga Sónia Coelho explica que estas situações conduzem frequentemente a estados depressivos, podendo degenerar em patologias graves.

Sónia Coelho trabalha em Aveiro e já acompanhou vários casos de mães e pais que sofreram as consequências de perdas gestativas.

Nalguns casos, a procura de ajuda é consequência directa da perda. Todavia, a ida à psicóloga acontece por vezes não no imediato mas algum tempo depois do aborto espontâneo. Nestas situações, a perda "raramente surge como motivo do pedido de consulta", sendo valorada na feitura da história clínica.

A responsável explica que as perdas gestativas "conduzem frequentemente a estados depressivos" e podem originar patologias como uma "depressão mais prolongada no tempo", o que é bem diferente de uma simples reacção imediata ao que aconteceu.

Entre as razões que podem influenciar o aparecimento da patologia inscrevem-se: "o tempo de gestação, aquando da perda; o facto de ser a primeira gravidez; a existência de outras perdas prévias; um passado de dificuldade em engravidar; a história pregressa da pessoa; a existência de patologias psiquiátricas / psicológicas prévias à gravidez; a existência de suporte emocional nos outros significativos; a forma como a gravidez é encarada, individual e socialmente e o momento da perda, considerando o ciclo de vida do casal".

Depressões mascaradas

Na avaliação da estratégia a seguir para ajudar as pessoas (que deve ser conduzida por técnicos de saúde mental) aplica-se a velha máxima do ‘cada caso é um caso’.

Embora todos os casos sejam difíceis de digerir, Sónia Coelho constata que as perdas mais avançadas (por exemplo durante o quinto mês de gestação) "tendem a ser na sua grande maioria devastadoras, acarretando um sofrimento atroz e a necessidade de acompanhamento psicológico".

E é preciso não subvalorizar as depressões mascaradas, situações em que tudo indica, no meio envolvente, que os pais estão a conseguir ultrapassar o problema, quando o que se passa é "algo consideravelmente mais grave como, por exemplo, uma forte negação do ocorrido".

"Não raras vezes, uma nova gravidez ainda vem mascarar mais a situação. Nestas situações, o aparecimento da patologia, para além de ser protelado, surge como as dívidas no banco: com ‘juros e correcção monetária’", contextualiza.

Da frustração à agressividade


Sónia Coelho acrescenta que à perda gestativa "surge associada a culpa geradora de sofrimento psicológico intenso, em todas as suas nuances, e ainda a agressividade", que pode desencadear "irritabilidade extrema" e até a "ideação e tentativa suicida". Mas também pode concentrar-se no interior da pessoa, "incapaz de lidar com ela".

O aparecimento de associações de apoio vem dar novo alento à saúde mental, ainda vista como um "parente pobre, comparativamente com a saúde física ou as patologias de componente orgânica".

De todo modo, para que a mais-valia associativa surta realmente efeito, esta ajuda "deve ser orientada por técnicos de saúde mental experientes e competentes, capazes de delinear e implementar estratégias de intervenção terapêuticas sérias e eficazes", considera a psicóloga.

Conselhos úteis

- Realizar uma consulta pré-concepcional

- Deixar de fumar e beber

- Não consumir drogas

- Fazer uma alimentação "saudável"

- Os medicamentos têm de ser sempre aconselhados pelos médicos

Algumas causas de perdas gestativas

Abortos precoces


- Anomalias cromossomáticas e de implantação do ovo

Morte fetal tardia


- Insuficiência da placenta; infecções silenciosas e patologias fetais (sobretudo ao nível cardíaco e do sistema nervoso)»

Fonte:O Aveiro
Link:http://www.oaveiro.pt/?lop=conteudo&op=70c639df5e30bdee440e4cdf599fec2b&id=56ac9c76e0abcb1c69c370705e45993f

Estudo: Ato de mamar ‘estimula’ a inteligência


«Estudo

06 de Maio de 2008

As campanhas de amamentação crescem a cada dia em todo o planeta. A ciência já comprovou dezenas de vezes os inúmeros benefícios desse processo para mãe e bebê. Nesta semana, pesquisadores canadenses divulgaram um novo estudo com o qual sugerem que crianças amamentadas quando bebês são mais inteligentes. Os cientistas, da Universidade de Montreal, acompanharam 14.000 crianças nascidas em 31 maternidades de Belarus, do nascimento até os 6 anos e meio.

Ao atingirem essa idade, elas foram submetidas a testes de inteligência. De acordo com os testes, as que haviam sido alimentadas exclusivamente com o leite materno marcaram 7,5 pontos a mais nas provas de inteligência verbal e 5,9 pontos a mais na pontuação geral. As crianças que receberam só o leite materno também tiveram melhor desempenho em leitura, escrita e capacidade para solucionar equações matemáticas do que as que tomaram leite industrializado.

A pesquisa, publicada na revista especializada Archives of General Psychiatry, não consegue chegar a uma conclusão, no entanto, sobre a real eficácia do leite humano no desenvolvimento intelectual das crianças. O leite materno contém ácidos essenciais para a imunidade e um composto químico similar à insulina que estimula o crescimento.

Ainda assim, há margem no estudo para os que afirmam ser o contato mãe-bebê mais importante que o próprio alimento. "Não está claro se os efeitos cognitivos observados se devem a algum composto do leito materno e estão relacionados às interações físicas e sociais inerentes ao ato de amamentar", disse um dos pesquisadores, de acordo com a rede BBC.»

Fonte:Veja.com
Link:http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1&textCode=140729&date=currentDate

terça-feira, 6 de maio de 2008

Portuguesas grávidas que fumam não largam o vício


«Apesar dos malefícios do tabaco para o feto, cerca de 30% das fumadoras nem sequer tentam parar e as restantes têm taxas de recaída muito elevadas

Cerca de 30% das mulheres portuguesas que fumam continuam a fazê-lo depois de engravidar.Uma prática que,entre muitas outras consequências nefastas para a saúde do bebé, aumenta em 40% o risco de nados mortos.

O alerta é do médico José Belo Vieira que,no âmbito do Dia da Mãe, falou ao Meia Hora sobre a importância da cessação tabágica na saúde da mãe e do feto.

De acordo com o especialista, estima-se que cerca de 70% das grávidas fumadoras tentem, nesta fase, deixar o vício ou reduzir o número de cigarros consumidos. No entanto,“as taxas de recaída são muito elevadas: 25% antes do parto, 50% nos quatro meses após o parto, 70% a 90% um ano depois”, explica. A razão, segundo José Vieira,está na “falta de uma acompanhamento técnico adequado em que se trabalhem aspectos específicos da prevenção da recaída”.

Além dos conhecidos malefícios que o tabaco traz para a saúde da mulher, o feto também sofre por causa do fumo.
Os atrasos no crescimento, os partos pré-termo, o baixo peso ao nascer e a morte perinatal, entre outros (ver caixa), são algumas das consequências para as quais os filhos de grávidas fumadoras têm maior predisposição.
Dependentes.

Além disso, acrescenta o médico responsável pela consulta de cessação tabágica do Centro de Saúde de Odivelas, “os filhos de mães que fumam mais de 20 cigarros por dia têm maior risco para a dependência de nicotina ao longo da vida e podem sofrer sintomas de privação da nicotina ao nascer”.

Quanto à ideia de que deixar de fumar durante a gravidez é um factor de stress para a mulher que pode ser mais prejudicial para o feto do que continuar a fumar, José Vieira garante tratar-se de um mito que urge desmistificar. “O tabaco não é nenhum ansio lítico”, sublinha. Por isso, o médico defende que quanto mais cedo as portuguesas deixarem de fumar, melhor.“Há benefícios de saúde para o feto mesmo que a paragem se dê na fase final da gravidez”, diz.

MAIOR RISCO
face às não-fumadoras
• Aborto
• Morte neonatal nas
primeiras 4 semanas
• Malformações fetais
• Morte súbita
• Pior função pulmonar
• Asma nos primeiros
sete anos de vida»

Fonte: Jornal Meia Hora
Noticia indicada por Moya Zinha

Extensão do colo do útero associado a risco de ser submetida a Cesariana


«Estudo da University of Cambridge

Um estudo britânico realizado junto de 27 mil grávidas concluiu que quanto maior for a extensão do colo do útero, mais provável será a necessidade de uma grávida realizar uma Cesariana para poder dar à luz.

O estudo, no qual participaram oito hospitais da região de Londres, concluiu que a taxa de cesariana é de 25,7% em mulheres com colo do útero com comprimentos entre 40 e 67 milímetros, 21,7% no caso em que o colo do útero tem entre 36 e 39 milímetros, 18,4% nas que têm o colo do útero entre 31 e 35 milímetros e ainda de 16% nas mulheres com colo do útero com uma extensão entre 16 e 30 milímetros. O comprimento do colo do útero foi medido nas 22ª, 23ª e 24ª semanas de gestação.

Segundo o líder da investigação, Gordon Smith, da University of Cambridge, Reino Unido, em declarações à imprensa internacional, “estas descobertas sugerem que a extensão do colo do útero a meio da gravidez é um indicador importante da possível necessidade de Cesariana na altura do parto”.

Estudos anteriores já tinham demonstrado que ter um colo do útero pequeno, por seu lado, estava relacionado a um maior risco de parto prematuro.

ALERT Life Sciences Computing, S.A. »

Fonte:Saúde na Net
Link:http://www.mni.pt/destaques/?cod=10580&cor=azul&MNI=dae74fe98fcc08fb2908427f30105c30

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Subsídio de Maternidade, Paternidade e Adopção


«Pagamento Mensal

A atribuição de Subsídios de Maternidade, Paternidade e Adopção procura compensar a perda de remuneração que resulta da não prestação de trabalho.

Considerando o valor social desta protecção e o facto dos tempos de processamento destas prestações serem, actualmente, inferiores a um mês, deixou de se justificar o pagamento de uma só vez.

Agora o pagamento passa a ser efectuado mensalmente e em função do período do impedimento para o trabalho.

A alteração da forma de pagamento abrange também o subsídio de gravidez das profissionais de espectáculos.»

Fonte:Segurança Social

Abono de família vai ter aumentos superiores à inflação prevista para 2008


«Prestação actualizada entre 2,5 e 4 por cento
Abono de família vai ter aumentos superiores à inflação prevista para 2008
02.05.2008 - 11h22 Lusa

O abono de família para crianças e jovens vai ter este ano aumentos acima da inflação de 2,1 por cento prevista para 2008, segundo uma portaria publicada hoje em Diário da República, que actualiza esta prestação entre 2,5 e 4 por cento. Para o escalão mais baixo de rendimentos (iguais ou inferiores a 203,7 euros mensais), o aumento será de 4 por cento, situando a prestação mensal para as crianças até um ano nos 135,84 euros e para as maiores de 12 meses em 33,96 euros.

No segundo escalão (rendimentos maiores que 203,7 euros e iguais ou inferiores a 407,21 euros mensais) a actualização será de 3,5 por cento e no terceiro (rendimentos maiores que 407,41 euros e iguais ou inferiores a 610,5 euros) de 3 por cento. O aumento de 2,5 por cento é aplicado no quarto escalão (rendimentos maiores que 610,5 euros e iguais ou inferiores a 1017,5 euros) e no quinto (rendimentos maiores que 1017,5 euros e iguais ou inferiores a 2035 euros). Para as famílias com rendimentos do quinto escalão a prestação mensal para uma criança até um ano será de 33,09 euros enquanto as maiores de um ano receberão 11,03 euros.

A portaria dos ministérios das Finanças e do Trabalho e da Solidariedade Social define, ainda, os aumentos do abono de família pré-natal, pago mensalmente às grávidas a partir da 12ª semana de gestação que, no caso do primeiro escalão de rendimentos, passa de 130,62 euros para 135,84 euros. No escalão máximo, o abono sobe dos 32,28 euros mensais para 33,09.

O diploma hoje publicado em Diário da República consagra ainda aumentos para os apoios para os segundos e terceiros filhos. Nas famílias com dois filhos a prestação será de 33,96 euros no escalão mais baixo e 11,03 euros no escalão mais alto, enquanto nos agregados com mais de dois filhos o abono no escalão mais baixo será de 67,92 euros e no mais alto de 22,06 euros.

As prestações por deficiência, que acrescem ao abono de família, e os subsídios mensal vitalício e por assistência a terceira pessoa sobem também 4 por cento. No caso das prestações por deficiência, a prestação oscila entre os 57,80 e os 112,69 euros conforme a criança ou jovem seja menor de 14 anos ou tenha entre 18 e 24 anos.

O subsídio mensal vitalício será em 2008 de 171,78 euros e a prestação por assistência a terceira pessoa de 85,88 euros. A portaria, que define ainda um montante de 208,85 para subsídio de funeral, produz efeitos desde 01 de Janeiro.»

Fonte:Público
Link:http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1327495

quinta-feira, 1 de maio de 2008

ESSV realiza jornadas de saúde materna

«O tema «Olhares sobre a Prática Obstétrica em Tempos de Mudança» vão estar em debate nas jornadas promovidas pela Escola Superior de Saúde de Viseu (ESSV), que decorrem entre os dias 8 e 9 de Maio.

A iniciativa vai contar com a presença de vários profissionais que exercem a sua actividade profissional na área da saúde materna.

«Cuidar em Continuidade» é o tema de abertura destas jornadas, que vai abordar a vigilância da grávida nas USF e o papel do enfermeiro especialistas no parto.

No segundo dia, a «Amamentação» e a «Maternidade na Adolescência» vão estar em análise, como informa o Jornal do Centro.

As jornadas de saúde terminam com um testemunho de Zita Costa, que fará referência ao papel da mãe no dia-a-dia.»

Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=cc110f98732ffc2994e972abd7f60486

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Cancro da mama aumenta 20% em dez anos


«Os estilos de vida, em que se enquadram o consumo de tabaco ou o sedentarismo, a toma da pílula e o aumento da esperança de vida são algumas razões que estão a justificar o aumento da incidência do cancro da mama entre as portuguesas. Um aumento que os especialistas em oncologia afirmam rondar os 20% nos últimos dez anos (mais 600 casos por cada ano).

O diagnóstico é aterrador e tem atingido mulheres famosas como Simone de Oliveira ou Fernanda Serrano, que segunda-feira assumiu publicamente sofrer de cancro da mama. Este cancro é o mais fatal entre as mulheres , apesar de ser um dos que tem maior taxa de sobrevivência, "acima de 70%, 80%", diz Jorge Espírito Santo, presidente do colégio de oncologia da Ordem dos Médicos. "Conseguimos detectar o cancro mais cedo e tratá-lo melhor. Apesar de ainda não termos rastreios organizados, as mulheres estão cada vez mais informadas."

Segundo o relatório Global Cancer Facts & Figures, foram diagnosticados 1,3 milhões de novos casos da doença em 2007. O cancro acabou por ser fatal para 464 854 mulheres. Em Portugal, não há dados consistentes, mas Vítor Veloso, presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro, calcula que haja "4000 novos casos por ano e 1700 mortes anuais.

Jorge Espírito Santo refere que a doença afecta cada vez mais portuguesas, tendo "aumentado cerca de 20% em apenas dez anos", uma percentagem que Vítor Veloso corrobora. "Há muitas razões para isso, como o envelhecimento, a entrada em menopausa, o consumo de tabaco e até os elevados níveis de estrogénios relacionados com a toma da pílula. Hoje, sabe-se que 30% a 40% das mulheres a tomam", sublinha Jorge Espírito Santo.

A alimentação, sedentarismo, consumo de álcool ou o excesso de peso são outros factores de risco. E são estes, os que se enquadram nos estilos de vida, que Vítor Veloso considera responsáveis por "70% dos cancros da mama. O papel da história familiar ou da hereditariedade é muito reduzido", assegura. "As mulheres têm uma responsabilidade muito grande devido aos seus hábitos", frisa. Estes factores estão também na origem do aparecimento da doença em mulheres cada vez mais jovens. No entanto, a detecção precoce dos carcinomas também justifica o facto, diz Jorge Espírito Santo, acrescentando que o diagnóstico é mais comum entre os 40 e os 60.

Factores característicos da modernidade, como a pílula, a gravidez tardia ou a terapêutica hormonal de substituição (na menopausa) parecem ter um elevado peso na determinação da doença. A amamentação, pelo contrário, é um factor de protecção.

Rastreio nacional em dois anos

Se é verdade que uma em cada 12 mulheres irá desenvolver um cancro da mama, é preciso lembrar que a sobrevivência é cada vez maior e que são cada vez mais os casos em que o diagnóstico é feito precocemente: "Detectamos cada vez mais casos em estádios iniciais - cerca de 50% do total - o que é promissor. Quando houver um rastreio populacional bem implantado, poderemos reduzir a mortalidade em 30%, diz Vítor Veloso. Os benefícios dos rastreios não serão totalmente visíveis antes de um prazo de dez anos. Agora, apenas a região Centro tem um programa enraizado. Vítor Veloso, espera que, "em dois anos, o programa esteja implementado a Norte e Sul. "A Liga ficará responsável pelo programa a Norte."»

Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/2008/04/30/sociedade/cancro_mama_aumenta_20_dez_anos.html

Sexualidade na gestação e puerpério


«Há ouitras maneiras de se chegar ao orgasmo
Redação Bem Paraná

A sexualidade ativa não precisaria ser interrompida em nenhum momento da gravidez e do puerpério, visto que não é apenas com a penetração que se atinge o orgasmo. Há várias maneiras de se obter prazer e cada parceiro pode usar de criatividade e jogos de sedução para que se mantenha viva esta chama tão importante na vida conjugal e tão benéfica nesta fase.

Por conter aspectos inconscientes, a alteração do desejo sexual de um parceiro nem sempre é compreendida pelo outro e, muitas vezes, é captada como uma dificuldade de ordem pessoal, tornando a relação mais vulnerável e o vínculo conjugal ameaçado. Outras disfunções sexuais poderão vir à tona neste período. Poderíamos destacar: a dificuldade em atingir o orgasmo por parte da mulher, alterações no tempo da ejaculação e na qualidade da ereção para o homem.

Assim, o significado de tais alterações é percebido pelo homem e pela mulher de maneiras diferentes.

Para o homem, pode ser a confirmação de sua exclusão na relação mãe-bebê e pode causar-lhe profunda mágoa e grande irritação.
Consequentemente, isso provocará um maior afastamento de sua parceira, num momento em que ela está mais necessitada de sua presença física e emocional.

Para a mulher, pode ser a confirmação de que não é mais atraente, fazendo-a sentir-se menos sedutora, muitas vezes reclamando que o parceiro está desinteressado pela gravidez e pelo bebê.

É, portanto, de suma importância, o diálogo entre os dois, sem mágoas e ressentimentos, assim que as dificuldades conjugais comecem a surgir, para que não se acentuem.

Mais uma vez há de se falar da importância do acompanhamento de um profissional especializado, no sentido de ajudar a tornar conscientes os aspectos dos sentimentos mais íntimos do casal. Restabelecendo a segurança e fortalecendo o vínculo do relacionamento amoroso, para que possam acolher o bebê em um ambiente de harmonia.»

Fonte:Bemparana
Link:http://www.bemparana.com.br/index.php?n=65802&t=sexualidade-na-gestacao-e-puerperio

terça-feira, 29 de abril de 2008

Saúde: Hormona pode determinar o relógio biológico da mulher


«Lisboa, 29 Abr (Lusa) - Uma equipa de médicos holandeses descobriu uma relação entre os níveis da hormona anti mülleriana (HMA) e o sangue, durante a menopausa, o que vai permitir conhecer com exactidão o relógio biológico da mulher.

Esta é a conclusão de um estudo realizado por investigadores do Centro Médico da Universidade de Utrecht, na Holanda, que vai ser publicado, em Junho, no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Embora os dados do estudo ainda devam ser confirmados, esta descoberta vai permitir às mulheres conhecer a sua idade reprodutiva e planear as suas gravidezes, afirmou Jeroen van Disseldorp, co-autor do estudo realizado, realizado em parceria com Frank Broekmans.

"Acreditamos que agora será possível prever a idade reprodutiva da mulher a nível mundial", declarou Van Disseldorp, adiantando que a margem de erro é de cerca de seis meses, sendo o teste uma simples análise ao sangue.

Actualmente, a idade cronológica é a base para a determinação da idade fértil da mulher, estimando-se que a menopausa possa ocorrer entra os 40 e os 60 anos.

Segundo o estudo, os níveis de HMA no sangue reflectem o número de pequenos folículos nos ovários, que permitem a reprodução mediante a ovulação mensal. O esgotamento desses folículos desencadeia a menopausa.

"Os casais atrasam frequentemente a gravidez até depois dos 30 anos, mesmo quando a variação da idade da menopausa e a correspondente variação na fertilidade natural signifique que algumas mulheres possam ser estéreis aos 30 anos, adiantaram Van Disseldorp e Broekmans.

Os investigadores mediram os níveis de HMA em 144 mulheres saudáveis em idade fértil e utilizaram os dados para calcular a média dessa hormona em função da idade.

Esta descoberta foi utilizada para estimar a distribuição da idade da menopausa numa amostra de 3.384 mulheres, entre os 50 e os 70 anos, o que permitiu aos investigadores desenvolver um modelo baseado nos níveis de HMA e na idade para prever o momento da menopausa em cada mulher.

Van Disseldorp afirmou que os resultados deste estudo devem ser confirmados por investigações posteriores, embora reconheça que a única maneira de determinar a sua exactidão seja analisar hoje os níveis de HMA em mulheres entre os 25 e os 35 anos e esperar que entrem na menopausa para confirmar o estudo agora realizado.

MAC

Lusa/Fim.»

Fonte:Rtp 1
Link:http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=342693&visual=26

Chocolate faz bem às grávidas


«WASHINGTON (AFP) — Comer chocolate amargo diariamente é saudável para a gravidez e protege de possíveis complicações ligadas à hipertensão, destaca um estudo americano.

Ao consumir um chocolate de boa qualidade, a grávida corre 69% menos risco de desenvolver uma pré-eclampsia, uma complicação associada à hipertensão arterial que afeta cerca de 8% das mulheres durante a gravidez, revela a doutora Elizabeth Triche, da Universidade de Yale.

O estudo, que envolveu 2.291 mulheres entre 1996 e 2000, será publicado na revista Epidemiologia de maio.

Os pesquisadores concluíram que a theobromina, uma substância particularmente presente no chocolate amargo, tem ação diurética, vasodilatadora e é benéfica para o coração. O chocolate tem ainda magnésio, bom contra a hipertensão, e flavonóides, que são um potente antioxidante.

"Avaliar a quantidade de chocolate que uma paciente afirma consumir é muito difícil, já que a presença do cacao varia muito em razão dos diferentes tipos, mas o chocolate amargo é o melhor", diz a doutora Triche, destacando que quanto mais açúcar e gordura o produto apresentar, "menos theobromina" terá.

A presença da theobromina no chocolate pode variar de 0,15% a 0,46%.

Segundo a doutora Triche, uma boa "barra de chocolate por dia" é eficiente na redução do risco da pré-eclampsia".»

Fonte:AFP
Link:http://afp.google.com/article/ALeqM5jtkQgpbi99FOEqPgzxqcsI9gkCzA

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Penafiel já é a terceira maternidade


«ROBERTO BESSA MOREIRA, Paredes
Encerramento de maternidades explica aumento
A Maternidade do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) transformou-se na maior da região Norte e numa das maiores do país. Em Penafiel, nascem, em média 284 bebés por mês, mais de nove por dia. Feitas as contas, em 2007, no Vale do Sousa e Baixo Tâmega nasceram 3197 crianças, mais 524 do que no ano anterior. Para fazer face a este aumento, a administração do hospital está a promover uma colaboração mais estreita com os centros de saúde locais e com os pais, no sentido de preparar, cada vez mais cedo.

O fecho da Maternidade do Hospital S. Gonçalo de Amarante, e a consequente transferência das parturientes deste concelho e dos limítrofes para Penafiel, motivou um aumento do nascimento de bebés no CHTS. No entanto, este não foi o único factor a contribuir para que em 2007 nascessem mais 524 crianças do que em 2006. O reforço da capacidade técnica fez com que menos grávidas de risco fossem transferidas para outras unidades de saúde, nomeadamente para o S. João.

Tendo em conta os dados dos últimos três meses do ano passado, na Maternidade do CHTS nascem, em média, 284 bebés por mês, o que faz com haja mais de nove partos por dia. Estes números colocam o CHTS à frente da Maternidade Júlio Dinis, do Hospital S. João, ambos do Porto, do Hospital de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia ou do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos. Com esta média de nascimentos, a Maternidade de Penafiel é mesmo uma das maiores do país, ultrapassada apenas pelas grandes unidades nacionais Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, e o Hospital Garcia da Horta, em Almada.

Com sete salas de parto, quatro salas de expectantes, uma sala de urgência para cesariana e uma outra para cesarianas normais, o CHTS tem 17 médicos adstritos à Maternidade, apoiados por mais três clínicos contratados somente para o serviço de Urgência. "Daqui a algum tempo vamos ter de fazer uma adaptação de recursos humanos", antevê José Cabral, director do serviço.

Susana Ferreira, natural de Paredes e a preparar-se para dar à luz o seu segundo filho, confirma que as condições são hoje melhores. Há dez anos, quando teve o primeiro filho, "estava numa sala do antigo Hospital de Paredes com mais quatro mães e agora tenho muito mais privacidade", destaca. Susana Ferreira foi uma das grávidas que beneficiou das visitas organizadas à Maternidade que o CHTS, em colaboração com os centros de saúde locais, tem fomentado às segundas e quartas-feiras de cada semana.

Nestes encontros, futuras mães e pais, assim como familiares mais próximos, ficam a conhecer a sala do parto e são informadas de todo o processo que culminará com o nascimento da criança. "Temos um vídeo que mostra como é o parto e que ajuda de alguma maneira a que a mãe e o pai saibam o que vão encontrar", afirma a enfermeira-chefe Luísa Cardeal. Este esforço parece dar frutos: "Vou para o parto com mais calma e mais preparada do que na primeira vez", sublinha Susana Ferreira.

A cooperação entre a Maternidade de Penafiel e os centros de saúde não se fica pelas visitas organizadas, estendendo-se a reuniões semanais em que são programadas consultas de pré-parto e preparados os partos da semana seguinte. Mas o objectivo é ir ainda mais longe. Desde Abril, os centros de saúde podem entrar no sistema informático e marcar exames de imagiologia para as suas utentes. O centro de saúde das Termas de S. Vicente é o primeiro a beneficiar deste serviço.»

Fonte:Diário de Noticias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/04/28/sociedade/penafiel_e_a_terceira_maternidade.html

Dieta influencia sexo do recém-nascido


«Ian Sample
Mais calorias: tendência é ter menino

As mulheres têm mais probabilidade de gerar meninos se mantiverem uma dieta rica em calorias antes da concepção, concluiu uma equipe de cientistas. É a primeira evidência clara de que os hábitos alimentares da mãe antes de engravidar podem influir no sexo do filho.

A descoberta aponta para uma maneira natural de as mulheres aumentarem, mesmo que ligeiramente, suas chances de ter um menino ou uma menina, regulando o consumo de alimentos como bananas e cereais.

Cientistas das universidades de Exeter e Oxford, na Inglaterra, interrogaram 740 mulheres que engravidaram pela primeira vez sobre seus hábitos alimentares um ano antes da concepção. Foram, depois, divididas em grupos, de baixa, média e alta caloria. Os pesquisadores concluíram que 56% das mulheres do grupo habituado a consumir muita caloria deram à luz meninos, em comparação com 45% das mulheres do grupo de baixa caloria.

'Verificamos pela primeira vez que existe uma nítida associação entre a dieta da mãe e o sexo do seu filho', disse Fiona Mathews, bióloga da Universidade de Exeter, que conduziu a pesquisa. 'Parece que a mãe é capaz de influenciar na sobrevivência seja do esperma, seja do óvulo fertilizado, provavelmente antes mesmo de terem se implantado no útero.'

Quando os pesquisadores estudaram mais a fundo as dietas das mulheres, descobriram que alguns nutrientes eram chave para tal efeito. 'Conseguimos confirmar a velha história de que comer bananas, ingerindo assim uma alta dose de potássio, estava associada ao nascimento de um menino, o mesmo valendo para a ingestão de altas doses de sódio. Mas aquela velha história de beber muito leite para dar à luz uma menina parece não proceder. Na verdade, a probabilidade maior é de nascer um menino.'

O estudo, publicado esta semana na principal revista de pesquisa biológica da Royal Society, a Proceedings of the Royal Society, mostra que 59% das mulheres que costumam se alimentar de cereais diariamente, no café da manhã, podem dar à luz meninos, em comparação com 43% das mulheres que raramente, ou nunca, comem cereais.»

Fonte:O estado de S. Paulo
Link:http://txt.estado.com.br/editorias/2008/04/24/ger-1.93.7.20080424.13.1.xml

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Bebês saudáveis e mamães em forma


«Redação O Estado do Paraná [23/04/2008]

Recentes pesquisas já comprovaram que o excesso de peso durante a gravidez aumenta a probabilidade de as mulheres se tornarem obesas no futuro, caso não consigam emagrecer logo após o parto. Para as jovens mães, que se preocupam com a boa forma - sem deixar de lado a qualidade de vida do bebê - o Vigilantes do Peso elaborou o programa “Amamentando”, que promove o emagrecimento saudável, com perda de peso gradual.

Sem prejudicar a produção de leite nem comprometer a saúde da mãe e o bem-estar do seu filho, o programa ajuda a aumentar a ingestão de alimentos que auxiliam na produção do leite, na hidratação de todo o organismo e no processo de emagrecimento. Para seguir as orientações, as mulheres devem passar por uma avaliação com o próprio médico.

É necessário que as mamães tenham uma alimentação diária equilibrada. Fibras, proteínas, carboidratos e gorduras saudáveis, na quantidade ideal para nutrir-se e emagrecer, devem estar presente nas refeições. Confira algumas regras que vão ajudar as jovens mães a assegurar a saúde e o bem-estar do bebês, além de eliminar os quilos conquistados durante a gravidez.

> Escolher sempre os alimentos mais nutritivos como os integrais e as carnes magras para assegurar a contribuição de carboidratos e proteínas de boa qualidade;

> Tomar três copos de leite por dia para obter a proteína e o cálcio necessários;

> Consumir no mínimo oito porções de legumes e frutas por dia para obter as vitaminas e os minerais importantes;

> Consumir de duas a três porções de óleo saudável por dia para obter a vitamina E necessária;

> Beber no mínimo seis copos de água por dia para manter a pele hidratada, além de auxiliar na produção de leite;

> Evitar o consumo de alimentos gordurosos, picantes e salgados.»

Fonte:Paraná-Online
Link:http://www.parana-online.com.br/noticias/index.php?op=ver&id=343117&caderno=23

"Educar é dar bons exemplos” diz o psicólogo Eduardo de Sá


«O auditório da Universidade Católica recebeu no dia 4 de Abril o psicólogo e escritor Eduardo Sá para uma conversa sobre educação e psico-pedagogia, promovido pelo Gabinae e inserido no seu novo projecto “Escola de pais e avós”.

Numa sala com mais de 200 pessoas, o orador defendeu que o mais importante na forma como se educa é dar bons exemplos. Para este psicólogo, “os pais e professores educam com bons exemplos e não com bons conselhos”.

A tarefa de educar, que “não é difícil”, obedece a três regras: dar colo o mais possível, o que pode implicar ter de o pedir, definir um q.b. de autoridade e dar autonomia aos filhos, já que não se deve fazer por eles aquilo que são capazes de fazer sozinhos.

A autoridade é fulcral para o desenvolvimento das crianças, embora muitos pais tenham receio de dizer “não” com medo de as traumatizar. Eduardo Sá assegura que a ausência desta palavra “é derrapante, uma vez que as crianças começam por se sentir príncipes e rapidamente se tornam em tiranos”. Segundo este psicólogo, o receio dos pais em contrariar os filhos tem que ver com a forma autoritária como foram educados. No entanto, dizer que “não” tem de fazer parte da educação e fazê-lo não implica ter de explicar a negação até à exaustão “porque isso transparece para as crianças a sensação de dúvida e os miúdos sabem sempre o porquê de não poderem fazer algo, desde que tenham bons exemplos”.

No papel de educar uma criança os avós são fundamentais porque são eles que muitas vezes ficam com os pequenos enquanto os pais vão trabalhar. Apesar de se acreditar que “os avós estragam os netos”, Eduardo Sá não concorda com esta teoria, já que entre estas gerações estabelece-se uma organização que apenas parece inexistente quando os pais estão presentes, porque os filhos portam-se mal, para testarem a sua autoridade.

Eduardo Sá assegurou, inclusive, que “as birras são saudáveis”. O que o preocupa “são as crianças que tratam os pais com delicadeza porque isso significa que os temem”.

O psicólogo disse ainda que “devia ser proibido entrar nas universidades a quem nunca tirou uma negativa num teste pois todas as crianças precisam de ser confrontadas com problemas e ter decepções porque isso faz parte da vida”.

Numa conversa descontraída, o psicólogo criticou as regras de incentivo à natalidade quando as condições de vida não são iguais para todos e obrigam a que os bebés sejam colocados muito cedo em berçários. “Só aos três ou quatro anos, é que as crianças deviam ir para as creches pois até essa altura deveriam poder usufruir do espaço da família”, defendeu.


“As aulas de 90 minutos são um erro”

Na escola, as aulas de 90 minutos e as actividades de enriquecimento curricular vieram aumentar o tempo que os alunos passam fechados nos estabelecimentos escolares sem poderem brincar. Eduardo Sá lembrou o quanto esta realidade é prejudicial, já que “mais escola não significa melhor escola”, dando como exemplo alguns países onde as aulas começam de manhã e terminam à hora de almoço e os alunos têm melhores resultados.

“As aulas de 90 minutos são um erro, ninguém se consegue manter concentrado durante tanto tempo, muito menos uma criança”, referiu, criticando a hora tardia a que a os mais novos chegam a casa e ainda com trabalhos para fazer.

A política do Ministério da Educação leva na maioria das vezes a resultados escolares negativos, com consequências irreparáveis na vida das crianças. Perante esta situação, os pais devem incentivar os filhos, em vez de os castigarem, já que “as crianças são as primeiras a quererem ter boas notas. Se os vamos castigar só vamos conseguir que se assustem e que já vão para os testes com medo”, disse Eduardo Sá.

Também presente nesta sessão, o vereador da educação, Tinta Ferreira, criticou o governo por querer criar uma escola a tempo inteiro sem auxiliares de educação educativa, que são colocados pelo Ministério da Educação, e que obrigam as crianças a terem um tempo para brincar reduzido, já que não há vigilância nos recreios.

A terminar a sua intervenção Eduardo Sá lembrou as recentes declarações do Procurador Geral da República que admitia que havia crianças que iam com armas para as escolas criticando o facto deste não ter dito o que tencionava fazer quanto a esta situação. “O que está em causa são os pais. Estas crianças devem ser protegidas das suas famílias e não das escolas. Quando um pai dá uma arma a um filho deve ser inibido de estar com ele”, defendeu.

Reportando-se ao caso “Carolina Michaelis”, Eduardo Sá admitiu que os alunos possam ser insolentes com os professores, como forma de testar a sua autoridade e avaliar se são justos. No entanto, realçou que nunca a insolência deve ser confundida com falta de educação, uma vez que “um professor é um bem de primeira necessidade e deve ser tratado com respeito desde que se dê ao respeito”, disse, lembrando que se assim não for estamos a falar de jovens delinquentes que atentam contra o direito à educação dos outros.

Antes do debate final, em que o público pôde questionar Eduardo Sá sobre algumas problemáticas relacionadas com as crianças, o psicólogo lembrou que errar na educação de um filho faz parte e que “só as pessoas que erram podem aprender pois a sabedoria resulta da experiência da vida”.

A iniciativa terminou com uma sessão de autógrafos, em que a plateia pôde comprar e autografar alguns dos livros publicados pelo convidado da sessão, como “Más maneiras de sermos bons pais”, “A Vida não se aprende nos livros”, ou Tudo o que o Amor não é”.

Ana Elisa Sousa»

Fonte:Gazeta das Caldas
Link:http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=21496

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Proposta de revisão do Código do Trabalho



Fonte Imagem: SIC

«(...)
Nova licença de parentalidade

O Governo apresentou também aos parceiros sociais uma proposta de alargamento das licenças parentais com o objectivo de promover a conciliação da vida familiar com o trabalho.

Esta proposta foi apresentada na concertação social, juntamente com a proposta de revisão do Código do Trabalho, e vai substituir a licença de maternidade, paternidade e adopção.

Denominada de «licença de parentalidade inicial», esta nova modalidade prevê que o pai e a mãe possam dividir cinco meses de licença pagos a 100 por cento.

Esta licença partilhada pode ir até aos 6 meses e, neste caso, os progenitores recebem 83 por cento do seu vencimento.

Os pais podem ainda partilhar mais seis meses de licença durante a qual receberão 25 por cento do vencimento bruto.

Se esta nova licença alargada for requerida apenas por um progenitor só poderá durar 3 meses.

A proposta do Governo prevê ainda o aumento de 5 para 10 dias úteis de licença a gozar obrigatoriamente pelo pai na altura do nascimento do filho.

Foi ainda proposto que o trabalho a tempo parcial para acompanhamento de filhos menores seja registado como trabalho a tempo completo, para efeitos de prestações da segurança social.

Esta proposta, é segundo o ministro do Trabalho, «o último passo» no âmbito das políticas de incentivo a natalidade.

Segundo Vieira da Silva, que falou aos jornalistas numa sessão de esclarecimento informal sobre a revisão do Código de Trabalho, o alargamento da licença de parentalidade insere-se num objectivo de reforço da conciliação da vida familiar com o trabalho. (...)»

Fonte:Visão
Link:http://aeiou.visao.pt/Actualidade/Economia/Pages/ovegrnopropoerevisaodocodigodotrabalho.aspx

Cuidando dos seus olhos - Sob a Perspectiva Infantil


«Sob a Perspectiva Infantil

Bebês enxergam a mãe logo que nascem? Quanto mede o olho de um recém-nascido? Veja a resposta para essas e outras perguntas e entenda como se desenvolve a visão nas crianças

Se fosse possível saber de um recém nascido qual a primeira impressão que ele teve da mãe quando chegou ao mundo, certamente não seriam os olhos azuis ou os cabelos negros da progenitora. Poderia, sim, ser seu cheiro ou sua voz, mas nunca algo que se refira à visão. A razão é simples: o recém-nascido não enxerga com nitidez e não tem percepção das cores.

A visão é um dos sentidos mais importantes no crescimento físico e cognitivo da criança. O desenvolvimento motor e a capacidade de comunicação são prejudicados em crianças com deficiência visual porque os gestos e condutas sociais são aprendidos pelo feedback. Por causa disso, quanto antes forem detectadas condições oculares, melhores as chances de um tratamento bem-sucedido.

Uma das medidas adotadas em São Paulo e no Rio de Janeiro para auxiliar nesse sentido é o teste do reflexo vermelho, também conhecido como teste do olhinho, feito ainda na maternidade. Com o auxilio de um oftalmoscópio, o médico checa a possibilidade de doenças oculares, pela ausência ou assimetria do reflexo vermelho nos dois olhos.

Confira a seguir algumas informações que ajudam a entender o desenvolvimento ocular infantil e a tomar as medidas necessárias para manter a visão das crianças sempre em dia.

Quando começam os cuidados com a visão do bebê?
Desde a gravidez o acompanhamento pré-natal é imprescindível, principalmente mulheres que tiveram toxoplasmose ou rubéola durante a gravidez.

A questão genética também deve ser levada em conta, pois mães com idade avançada tem mais risco de ter filhos com problemas genéticos e, consequentemente, problemas oculares.

Como se desenvolve a visão das crianças?
O desenvolvimento da visão ocorre de forma acelerada logo nos primeiros seis meses de vida e avançam progressivamente ate a criança completar quatro anos. Entretanto, como a velocidade de crescimento varia, há crianças que conseguem enxergar o que um adulto enxerga muito antes dos quatro anos. Para comparação, vale mencionar que a visão de um adulto normal é de 20/20 (1.0), enquanto a de recém-nascido varia de 20/400 (0.05) a 20/600 (0.03).

E a questão das cores?
Quanto à visão de cores, ainda existe imaturidade cortical - o que significa que o córtex, área responsável pela visão, ainda não está completamente formado – e falta das células receptoras chamadas cones, responsáveis pela absorção das cores. No início, bebes enxergam apenas contrates de cor. Com o maior desenvolvimento dessas células, a criança já consegue distinguir cores. Aos quatro meses, já tem a visão de cores de um adulto.

Quais as doenças oculares mais comuns em crianças?
Condições como catarata, estrabismo, ambliopia, oclusões palpebrais e retinopatia podem surgir na infância. O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso no tratamento e pode evitar transtornos visuais, inclusive cegueira. Os primeiros seis meses de vida são fundamentais para o desenvolvimento visual. Bebês prematuros devem receber atenção especial. A retinopatia da prematuridade ocorre nos primeiros dois meses de vida. Se não tratada de maneira rápida e eficaz, pode ocorrer um comprometimento visual da origem central.

Quanto mede um olho de um recém-nascido?
Aproximadamente 16mm de diâmetro. Na idade adulta, essa medida chega a 24 mm. Esse aumento é acompanhado pelo crescimento da córnea, que se torna plana e menor convergente. Nos primeiros 18 meses o olho chega a atingir de 18mm à 20mm. Para efeitos de comparação, o aumento de 1mm melhora em 3 graus a correção de valor óptico.

Nos primeiros dias de vida, os bebes ainda não possuem os olhos alinhados, o que leva muitos pais a suspeitar de estrabismo.

Bebes enxergam com nitidez?
De início, eles vêem objetos que se encontram a uma pequena distancia, mas sem nitidez total.Isso acontece porque as estruturas cerebrais e retinianas relacionadas à visão e à movimentação dos olhos ainda não estão totalmente maduras. A nitidez melhora a partir de seis meses.

A visão dos pequenos
Recém-nascido: enxerga sem nitidez, apenas contrastes de cor.
Quatro meses: adquire visão de profundidade, o que permite que a criança pegue objetos próximos.
Sete meses: desenvolve maior sensibilidade ao contraste.
Três anos: já possui um sistema visual totalmente desenvolvido, mas que poderá ser moldado até os 8 ou 10 anos.»

Fonte:ITU
Link:http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=12150

terça-feira, 22 de abril de 2008

Fumar antes da gravidez pode prejudicar o coração do bebê


«Mulheres que fumam no mês anterior a engravidar ou durante o primeiro trimestre da gravidez podem ser mais susceptíveis a ter bebês com doenças cardíacas (cardiopatias) congênitas.

As cardiopatias congênitas são o tipo mais comum de defeitos estruturais ao nascimento, que afetam de oito a 10 de cada 1.000 bebês recém-nascidos nos Estados Unidos. Investigadores da Universidade do Arkansas realizaram entrevistas com 7.000 mulheres que tiveram bebês entre 1997 e 2002. O grupo incluiu cerca de 3.100 mães de recém-nascidos com cardiopatias congênitas. As outras mães tiveram bebês sem defeitos ou outras malformações congênitas.

As mulheres foram questionadas sobre seus hábitos fumar durante um período de quatro meses, a partir do mês antes da gravidez e que terminou após os três primeiros meses da gestação. 19% delas relataram fumar durante esse período.

Comparadas com mães de bebês saudáveis, as mães de bebês com defeitos do septo interatrial (uma comunicação anormal entre as câmaras direita e esquerda do coração), foram 44% mais propensas a informar um tabagismo de até 14 cigarros por dia; tinham 50% mais probabilidade serem tabagistas moderadas (15-24 cigarros por dia); e eram duas vezes mais prováveis de relatar tabagismo intenso (pelo menos 25 cigarros por dia).

Segundo os autores, é inegável que as mulheres que fumam durante a gravidez põem a si e aos seus bebês recém-nascidos sob risco de ter outros problemas de saúde.

Fonte: Pediatrics.»

Fonte:Imirante
Link:http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=161452

Cinta com bluetooth vai detectar movimentos do feto


«Investigadores da Universidade da Beira Interior estão a desenvolver o protótipo de uma cinta para grávidas que regista os movimentos do feto, disse esta quinta-feira à Agência Lusa, Sérgio Lebres, um dos docentes envolvidos no projecto.

O projecto está a ser desenvolvido em conjunto com o serviço de obstetrícia do Hospital da Covilhã e empresas de electrónica de aplicação específica instaladas no Taguspark, em Oeiras.

«O tecido da cinta vai integrar circuitos electrónicos que registam diversos dados, como as movimentações do feto, batimentos cardíacos e que pode ligar um alarme se houver algo errado», explicou Sérgio Lebres.

Os dados serão gravados num cartão de memória e poderão ser descarregados e enviados por correio electrónico para um médico. Poderão também ser acedidos remotamente, uma vez que a cinta vai dispor de conectividade Bluetooth para integração em redes.

«O produto poderá ser especialmente útil no final da gravidez, em que é obrigatória a realização de exames semanais, embora se saiba que isso nem sempre acontece, especialmente nas zonas do interior do país», adiantou o docente.

A cinta surge como uma solução de telemedicina para rastreio pré-natal, «que permite ao mesmo tempo que a mãe faça as actividades normais do dia-a-dia».

A cinta para grávidas é o projecto mais emblemático entre o vestuário inteligente desenvolvido por quatro investigadores de diferentes áreas e departamentos da Universidade da Beira Interior.»

Fonte:Diário IOL
Link:http://diario.iol.pt/tecnologia/gravida-gravidez-cinta-universidade-da-beira-interior-vestuario-inteligente-feto/941546-4069.html

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Fertilidade: especialista esclarece dúvidas sobre as dificuldades para ter filhos


«A área da reprodução humana oferece diversas opções para o tratamento de casais que encontram dificuldades para gerar seu bebê. Mesmo com as novas possibilidades que surgem diariamente, ainda existem muitas dúvidas e crendices sobre o tema fertilidade. Essas incertezas impedem muitos casais de realizarem o sonho terem um filho. O ginecologista e diretor do Centro de Reprodução Humana Curitiba, Dr. Ricardo Beck, esclarece alguns mitos sobre o assunto.


Um casal sadio tem 100% de chance de engravidar em um mês?

Mito. A chance de um casal “engravidar”, sem uso de método anticoncepcional e mantendo relações freqüentes é de 20 a 25% por ciclo, ou seja, de quatro casais, apenas um obtém gestação.


A culpa da infertilidade dos casais é das mulheres?

Mito. A dificuldade de engravidar pode ser tanto no homem quanto na mulher, com 50% de probabilidade de problemas para cada um. Vale ressaltar que um diagnóstico negativo não significa a impossibilidade de se ter filho, mas a necessidade de buscar ajuda especializada.


A capacidade reprodutiva diminui com o passar do tempo?

Verdade. A partir dos 30 anos a capacidade reprodutiva das mulheres começa a diminuir. As estatísticas são: até 35 anos reduz de 15 a 20%; entre 35 e 39 anos a redução é de 25 a 50% e de 40 a 45 anos, a capacidade reprodutiva cai de 50 a 95%. Os homens também apresentam uma redução natural pelo envelhecimento, principalmente a partir dos 40 anos.


A alimentação interfere na capacidade reprodutiva?

Mito. Apesar de vários estudos serem desenvolvidos nessa área, nenhum chegou a confirmar a relação entre alimentação e a fertilidade.


Homens que passam muito tempo sentados, como taxistas e caminhoneiros, têm maiores possibilidades de ter problemas de fertilidade?

Verdade. A bolsa escrotal deve ter uma temperatura menor que a do corpo (varia de 36,5 a 37 graus), pois os testículos funcionam melhor em torno de 36 graus. O indivíduo que fica a maior parte do tempo sentado eleva a temperatura dos testículos, comprometendo, portanto, a produção de esperma. O mesmo acontece com os homens que praticam sauna com freqüência, banhos de imersão e que utilizam roupas íntimas muito apertadas. Os homens obesos também podem ter problemas de fertilidade: apresentam uma temperatura testicular maior, pois diminui a ventilação nessa região.


Todas as pessoas que se submetem à quimioterapia ficam estéreis?

Mito. Depende da intensidade do tratamento. Entretanto, antes de fazer a quimioterapia, é indicado que o paciente, que deseja ter filhos futuramente, recorra às técnicas de congelamento de espermatozóides, óvulos ou embriões.


Mulheres que usaram anticoncepcionais durante longos períodos acabam tendo problemas para engravidar?

Mito. O tempo de utilização de anticoncepcionais hormonais orais não deve ser fator de influência severa, eles funcionam como protetores de doenças, até mesmo alguns tipos de câncer. O que pode ocorrer é uma demora maior do retorno da fertilidade que depende da dosagem hormonal do medicamento.


A obesidade interfere na fertilidade?

Verdade. Além de ser um fator de risco para diversos males, como doenças do coração, dores e outros problemas, a obesidade interfere também na fertilidade. As mulheres obesas estão mais suscetíveis a não ovular por alterações hormonais.


Todas as mulheres que fazem tratamento para engravidar acabam tendo gêmeos?

Mito. Apesar de conhecermos histórias de mulheres que tiveram dois, três ou mais bebês quando recorreram a técnicas como fertilização in-vitro, a realidade é que nem sempre elas geram mais de uma criança. Na fertilização in-vitro são injetados mais embriões e, por isso, pode ocorrer casos de gêmeos ou mais. Todo esse procedimento é explicado aos pais.


A mulher só fica grávida quando mantém relações durante o período fértil. No restante do mês, não há possibilidade?

Verdade. A questão é saber quando é o período fértil, pois é variável, principalmente nas mulheres que apresentam ciclos irregulares. Para ter certeza sobre o período fértil, mesmo quando o ciclo é irregular, é necessário buscar orientação do médico.


O uso contínuo de drogas causa infertilidade?

Verdade. Toda droga, mesmo as mais difundidas, como cafeína e nicotina, tem efeito nocivo para a fertilidade, tanto para o homem quanto para a mulher. É importante lembrar também que esse uso é muito nocivo para o feto se utilizado pela gestante.

expressathais@terra.com.br»

Fonte:Paranashop
Link:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_notas.php?id=19354

O que fazer com a obesidade infantil?



«Os alimentos saudáveis e as brincadeiras ao ar livre foram deixados de lado e as crianças agora preferem o computador, o vídeo game e o fast-food. Essas mudanças de hábitos colaboram para a obesidade infantil. Segundo os dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), no Brasil, cerca de 15% das crianças são obesas. “Os pais devem estar mais atentos ao ganho excessivo de peso dos filhos na infância. É nessa fase que ocorre o aumento do número de células de gordura, que dirá como será o indivíduo na vida adulta”, orienta a médica nutróloga, Beatriz Manzochi, que trata a obesidade infantil.

A especialista, que também é coordenadora técnica do Baby SIN – Sistema Inteligente de Nutrição para bebês e crianças até 4 anos, explica que os períodos críticos para o surgimento da obesidade progressiva são os 12 primeiros meses de vida, a fase pré-escolar e a puberdade. “A obesidade progressiva está associada à hiperplasia das células de gordura (aumento do número dessas células) nessas fases. Na idade adulta, a obesidade ocorre pelo aumento do tamanho das células de gordura”, esclarece a nutróloga.

Os cuidados para evitar que uma criança fique obesa começam cedo, no início da amamentação. “O aleitamento materno tem papel fundamental para evitar a obesidade na criança e pode ser substituído por fórmulas lácteas adequadas para a idade quando houver necessidade”, afirma a Dra. Beatriz. No primeiro ano de vida são indicados alimentos complementares (são incluídos na alimentação do bebê logo após o período exclusivo do leite materno, como frutas e legumes, seguidos de caldos de carne e frango). “Os pais devem escolher corretamente os alimentos e evitar a utilização de mingaus e farinhas no primeiro ano de vida do bebê e sempre que a criança estiver acima do seu peso ideal”, detalha a médica.

Uma rotina alimentar saudável da família, limitando fast-foods, lanches e guloseimas também ajudam a evitar a obesidade. “Os pais não devem usar a comida como recompensa, prêmio ou barganha e devem promover atividades para impedir o sedentarismo das crianças”, salienta Dra. Beatriz.

Na escola

É importante a participação da escola no processo de educação nutricional e também observar o que as crianças levam para o lanche. “Alimentos mais ‘fáceis’ como salgadinhos, refrigerantes ou doces não são uma boa opção”, observa a nutróloga.

Estar acima do peso pode também criar conflitos indesejáveis na escola. “As crianças gordinhas geralmente são vítimas de apelidos maldosos ou discriminatórios especialmente pelos colegas na escola. Essas crianças têm dificuldades em algumas brincadeiras e acabam sendo deixados de lado pelos amigos. Isso a torna retraída ou tenta chamar a atenção e acaba sendo ‘o gordinho legal’”, lamenta a nutróloga.

A família tem papel fundamental para perceber se a criança está ganhando peso e se tornando obesa. “O primeiro sinal é a perda muito rápida das roupas e também um interesse incomum por comer”, alerta a médica.

O tratamento da obesidade infantil é indicado para crianças até 12 anos. “É essencial o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar e que a criança passe por uma reeducação e não uma dieta com restrições alimentares rigorosas, pois é ineficiente. A reeducação alimentar familiar é o que traz resultados efetivos na regularização do peso da criança”, ensina.

Para saber se a criança está com sobrepeso, a especialista recomenda que os pais procurem o pediatra em um primeiro momento. Em seguida, o endocrinologista pode fazer uma avaliação e verificar se há algum problema glandular. Descartada essa suspeita, o tratamento segue para profissionais da área de nutrição, médico nutrólogo e nutricionista, que serão responsáveis por elaborar uma correta rotina alimentar e mudanças necessárias para a perda de peso. “A criança continuará crescendo e novos hábitos serão importantes para que ela receba os nutrientes essenciais para um crescimento saudável”, salienta. Ela complementa que pode ser necessário o acompanhamento de um psicólogo especialista em crianças para identificar se há alguma causa emocional que está levando essa criança a comer errado.

O papel dos pais

Os pais podem ajudar no tratamento tendo atitudes positivas. “Ao invés de dizer: ‘não coma isto’, eles devem dizer: ‘vamos comer uma salada de frutas’. Os pais não devem afirmar que o filho está gordo e sim incentivá-lo a cuidar do seu corpo para ter saúde”, explica.

A conscientização dos pais é fundamental. Segundo a médica, quanto mais tarde o início de tratamento, maiores as chances de a criança ser obesa na vida adulta. Isso poderá significar problemas de hipertensão, colesterol alto, diabetes não insulino-dependente (antes exclusiva de adultos), doenças osteoarticulares por sobrecarga em articulações em desenvolvimento, doenças de pele e respiratórias. “O principal objetivo do tratamento é aprender a comer hoje para poder comer adequadamente na vida adulta e ter uma boa saúde”, ressalta.

expressathais@terra.com.br»

Fonte:Paranashop
Link:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_notas.php?id=19343

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Clima influencia na gravidez


«Para quem está querendo engravidar, é bom saber que temperaturas muito altas ou muito baixas, diminuem as chances de engravidar...

A temperatura ambiental tem sido apontada como um dos fatores que influenciam a reprodução humana. Isso é o que mostra um estudo da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos. Ou seja, se as temperaturas são muito altas ou muito baixas, menores são as chances de engravidar.

A produção adequada dos gametas depende da integridade dos testículos e dos ovários, que são inibidos ou estimulados por hormônios e outras substâncias, que atingem esses órgãos pela corrente sanguínea. A temperatura ideal do corpo para a produção de óvulos gira em torno dos 36 graus. Já os espermatozóides necessitam de temperaturas dentre 33 e 34 graus. Se há variações, pode haver alteração no fluxo de substâncias para ovários e testículos.

As frentes frias, no entanto, não são motivos de preocupação. Por exemplo, quem passa férias em locais com temperaturas menores do que cinco graus ou maior do que 35 graus não precisa se preocupar. Especialistas, no entanto, devem ser contatados em casos de dificuldades para engravidar em pessoas que moram em lugares cujas temperaturas são altas ou baixas o ano inteiro.

Equipe Bem Star»

Fonte:Bem Star
Link:http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=corpoevida_mat&type=5&url_id=3029

Sete clínicos por equipa para 6 mil partos


«RODRIGO CABRITA-ARQUIVO DN

"Temos sete médicos por equipa de urgência para fazer seis mil partos por ano", avançou ao DN Jorge Branco, presidente do Conselho de Administração da Maternidade Alfredo da Costa (MAC). O cenário traçado pelo médico é de grande preocupação e não afecta apenas a maior maternidade do País. A falta de elementos para formar equipas de urgência é "comum às maternidades em Lisboa", assegura.

Jorge Branco reconhece o aumento da carência de médicos para as urgências, numa maternidade "que faz praticamente cem consultas por dia". A difícil gestão das equipas ainda "não teve repercussão até agora no desenvolvimento do trabalho, porque os médicos têm aceitado fazer horas extraordinárias", reconhece.

A grande preocupação está a aproximar-se com a chegada da época de férias, período em que as equipas de sete elementos irão sofrer um corte. "O pior é que as esquipas já estão cansadas porque têm de-senvolvido um esforço muito grande. Há- -de chegar uma altura em que passam a não aguentar", presume.

Uma das consequências para os médicos da MAC é semelhante à traçada por outros hospitais citados no texto em cima. Os turnos avolumam-se e o tempo de trabalho vai expandindo. A dimensão dos turnos? "São de 24 horas. Não temos pessoas suficientes para fazer turnos de doze como antes. Isso seria a situação desejável, mas não é possível", lamenta Jorge Branco.

Muitos médicos atingiram a idade de aposentação ou deixam de fazer urgências. Aos 50 anos, um médico pode deixar de fazer urgência nocturna e, aos 55, fica oficialmente dispensado de fazer urgência. "Muitos dos nossos médicos atingiram a idade de aposentação. Este ano já perdemos um chefe de equipa e calculo que vão sair mais quatro pessoas. E é preciso lembrar que todos estes médicos levam consigo uma grande experiência", acrescenta.

A saída para os privados, já muito referida, também levou alguns profissionais da maternidade lisboeta. "Os internos recém--formados e que acabaram há um mês, eram quatro: dois saíram e dois apenas ficaram a tempo parcial." Estes médicos optaram por trabalhar no sector privado, tal como outros médicos desta instituição.

Solução encontrada até às férias

Para o administrador da unidade, esta "sangria" merece toda a atenção "ou vai haver problemas mais graves. Não sei como o podemos fazer, mas temos de encontrar uma fórmula para criar estabilidade. Isso terá de ser feito num curto espaço de tempo, até à época de férias", conclui.|- D.M.»

Fonte:Diário de Notícias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/04/17/centrais/sete_clinicos_equipa_para_6_partos.html