
« Confusão com sintomas de outros problemas respiratórios e reticência em admitir a doença são principais entraves para o controle adequado
Que mãe nunca acordou no meio da noite para zelar pelo sono de seu pimpolho e se deparou com um chiado no peito? Imediatamente, a dúvida: será que é asma? Logo o temor de ver seu filho lutar contra uma doença crônica que, sem controle adequado, impacta na qualidade de vida, invade seus pensamentos. Mas não há motivo para alarde, embora seja uma doença complexa, a asma pode ser controlada.
O chiado no peito é um sintoma freqüente em lactentes e crianças pequenas. Segundo estimativas, cerca de 50% das crianças nessa faixa etária apresentará, em algum momento, pelo menos um episódio de sibilância. Contudo, nem sempre o chiado no peito é indicativo de asma, pois pode estar relacionado a outras doenças respiratórias.
A semelhança com os sintomas de outros problemas respiratórios é o primeiro desafio para o diagnóstico. "O importante é saber que há asmas genuínas em uma parcela significativa de bebês e crianças pequenas", alerta o alergista e pediatra do Hospital de La Fe de Valencia (Espanha), Antonio Nieto, ressaltando a complexidade da doença e a necessidade de individualização do tratamento. O médico, que recentemente esteve no Brasil para uma série de palestras sobre a asma em lactentes, é um dos maiores especialistas no assunto.
"A asma é a doença crônica mais comum na infância", complementa o alergologista e imunologista pediátrico, professor titular do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp/EPM), Dirceu Solé. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta em média 10% das crianças em todo o mundo.
Há três grupos definidos de pacientes infantis asmáticos. Os chiadores transitórios apresentam sibilância apenas nos primeiros anos de vida, geralmente associados a infecções virais. Os chiadores persistentes iniciam as crises no primeiro ano e mantêm os sintomas pelo menos até a idade escolar. Já os tardios apresentam chiado em geral após os três primeiros anos de vida, sendo que o sintoma pode estar relacionado a episódios virais agudos.
A asma só pode ser confirmada se a sibilância for recorrente e estiver associada a níveis elevados de IgE específica a determinados alérgenos. A IgE é imunoglobulina responsável pela reação alérgica. "No entanto, para não assustar as mães alguns profissionais usam eufemismos como sibilância e bronquite, prejudicando a adesão ao tratamento e a compreensão da gravidade do problema", esclarece Nieto.
O controle da doença com medicamentos é outro desafio. A asma na infância é diferente da forma adulta e exige uma abordagem especial. Os pulmões das crianças ainda estão em desenvolvimento, seu sistema imunológico ainda é imaturos e suas vias aéreas são menores e ficam obstruídas com maior facilidade.
Para ilustrar a complexidade da doença, Nieto recorre à imagem de um cubo mágico, em que cada quadradinho é resultado da interação de um fator desencadeante - alérgenos, clima, alimentação, exercício, entre outros - com o genótipo (conjunto de genes) de cada paciente. "As características de cada criança devem ser avaliadas individualmente e em cada momento particular para definir a melhor abordagem terapêutica" esclarece. "Não existe tratamento único", complementa Solé.
De acordo com estimativas, apenas 8% das crianças seguem o tratamento com corticóides inalatórios após um ano por causa da dificuldade de administração - os pequenos rejeitam as máscaras de inalação. "Uma alternativa são os antagonistas de leucotrieno. O montelucaste de sódio, por exemplo, está aprovado para bebês a partir de seis meses e pode ser administrado misturado à alimentação", exemplifica Nieto.[14]
O fundamental é identificar corretamente o paciente asmático e iniciar o tratamento o quanto antes para manter a qualidade de vida e evitar o agravamento da doença e complicações como o déficit de função pulmonar. "A asma é uma doença inflamatória crônica dos brônquios, portanto, quanto mais cedo for tratada melhor para o paciente e sua família", completa Solé.
Asma, um problema de saúde pública
A prevalência da asma vem aumentando significativamente nos últimos dez anos. De acordo a OMS, cerca de 100 a 150 milhões de pessoas são vítimas da doença em todo o mundo. No Brasil, calcula-se que aproximadamente 10% da população sofram de asma.
A asma é uma doença inflamatória em que as vias aéreas se contraem, dificultando a respiração. Os sintomas, que podem ser extremamente desconfortáveis para os pacientes e para os que estão ao seu lado, incluem tosse, chiado, aperto no peito e dificuldades de respiração.
Sabe-se que a asma é uma resposta a determinados fatores desencadeantes existentes no ambiente, tais como pólen, cigarro, mudanças climáticas, determinadas infecções virais e exercício. Esses fatores desencadeantes variam de uma pessoa para outra, mas a resposta é semelhante. Nas pessoas asmáticas, as paredes das vias aéreas se tornam cronicamente inflamadas e, na presença de um fator desencadeante, os músculos ao redor das vias aéreas se contraem e as vias aéreas também se estreitam, dificultando a respiração. »
Fonte:Segs
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12475&Itemid=157
terça-feira, 16 de setembro de 2008
O DESAFIO DE DIAGNOSTICAR E TRATAR A ASMA EM BEBÊS
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Paulo Pires
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9/16/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Bebé
A realidade da depressão pós-parto
No plano ideal, a maternidade é uma condição sublime, de perpetuação da espécie, de realização pessoal e de desenvolvimento dos laços afetivos. Mas esse é o ideal, o que não quer dizer que seja regra geral, principalmente quando se têm dados estatísticos segundo os quais cerca de 15% das mulheres são acometidas da depressão pós-parto (DPP).
"Trata-se de um quadro clínico severo e agudo que pode começar na primeira semana após o parto e perdurar até dois anos", explica a psicóloga e psicoterapeuta Vera Iaconelli, mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP).
Incapacidade de cuidar e desinteresse pelo bebê são apenas dois dos sintomas da DPP que prejudicam não apenas a mãe, mas também o filho. Por conta da pressão social segundo a qual a mulher deveria estar com um sorriso nos lábios e "lambendo a cria" depois do parto, muitas mães relutam em admitir para a família ou mesmo para o pai da criança que estão precisando de ajuda. Isso dificulta o diagnóstico precoce e, em conseqüência, o tratamento do problema.
Alguns fatores de risco demonstram correlação com a DPP: mulheres que sofrem de tensão pré-menstrual (TPM), sintomas depressivos durante a gestação, histórico de transtornos afetivos, primeira gestação, carência social e dificuldades na gestação são alguns dos que estão em estudo.
"O acompanhamento do período que engloba gravidez, parto e pós-parto é uma forma de evitar, atenuar ou reduzir a duração da DDP", diz Vera Iaconelli, ressaltando a importância do diagnóstico precoce.
Além dos visíveis problemas para a saúde da mãe, a depressão pós-parto é fator de risco para a saúde mental do bebê e, portanto, requer a atenção de médicos, pacientes e familiares.»
Fonte:Circuito Mato Grosso
Link:http://www.circuitomt.com.br/home/materia/3395
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9/16/2008 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Maternidade - Portugal é dos que menos dá incentivos
Num total de 21 países, Portugal está no fim da tabela de incentivos à maternidade quando são comparadas as duas formas de apoio, tempo e dinheiro. O estudo teve como base as políticas estatais de 21 países, 16 europeus e ainda os Estados Unidos, Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia. França e Espanha estão no topo da tabela como os países que mais incentivam os casais com renumeração acima da média. Quando o estudo se debruça apenas no tempo dado aos pais para se dedicarem aos filhos e põe de parte a questão monetária, Portugal já fica no meio da tabela com 24 semanas de licença de maternidade. À frente, por exemplo, da Holanda com 16 semanas e de Inglaterra com 12 semanas. Mas muito atrás da Suécia que tem 47 semanas de licença e que ganha o título do país mais generoso deste estudo. Também na Noruega, com 44 semanas, e a Alemanha, com 42 semanas, as licenças têm uma duração acima da média. No entanto, a realidade portuguesa está prestes a mudar com a recente aprovação do novo Código de Trabalho. A partir de 2009 a licença remunerada a cem por cento passa de 4 para 5 meses. Quem optar por tirar seis meses de licença tem direito a 83% do salário bruto. A licença pode estender-se a um ano, com os últimos seis meses a serem gozados entre o pai e a mãe. Período durante o qual recebem apenas 25% do vencimento bruto.» Fonte:TVI Link:http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=988108
«Um estudo realizado nos Estados Unidos compara 21 países e conclui que é na Suécia que compensa ser mãe.
Portugal é dos países que menos incentivos dá à maternidade, no que diz respeito a tempo e dinheiro. É o que prova um estudo realizado nos Estados Unidos que compara 21 países e que conclui que é na Suécia que compensa ser mãe.
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9/15/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Fertilidade, Gravidez, Noticias, Planeamento Financeiro
Exercício pode ajudar a diminuir depressão durante e após a gravidez

«Investigadores norte-americanos sugerem que as mulheres que praticam exercício e que são mais positivas, relativamente às alterações nas suas formas devido à gravidez, ficam menos deprimidas tanto durante como após a gravidez.
A principal investigadora, Danielle Symons Downs, da Universidade Estatal da Pennsylvania, e colegas avaliaram 230 mulheres na Pennsylvania durante a gravidez e o período pós-parto acerca dos seus sintomas de depressão, hábitos de exercício e sentimentos sobre o peso, aparência e outros aspectos da imagem corporal.
De acordo com Downs, o estudo corrobora os benefícios psicológicos do exercício para melhorar a imagem corporal e diminuir os sintomas depressivos. As descobertas foram publicadas na edição de Agosto da "Annals of Behavioral Medicine".
Como era esperado, e em conformidade com investigações anteriores, as mulheres que experimentaram sintomas depressivos no início da gravidez tenderam a relatar depressão numa fase mais avançada da gravidez e após o parto.
A novidade são as descobertas acerca do papel da imagem corporal e do comportamento perante o exercício em relação aos sintomas depressivos na gravidez e pós-parto. As mulheres que praticavam mais exercício físico antes da gravidez tiveram uma maior satisfação corporal durante o segundo e terceiro trimestres e menos sintomas depressivos no segundo trimestre.
Isabel Marques»
Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=6113
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9/15/2008 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Sohappy
So Happy é uma linha de decoração e acessórios criada a pensar não apenas nos mais pequenos mas também nos adolescentes e naqueles que guardam dentro de si uma eterna criança.No espaço So Happy encontras uma infinidade de soluções para a decoração de interiores. Tudo pensado ao pormenor para oferecer conforto, funcionalidade e organização com muita cor e alegria e personalidade.
Com assinatura da artista plástica HSo Happy é uma linha de decoração e acessórios criada a pensar não apenas nos mais pequenos mas também nos adolescentes e naqueles que guardam dentro de si uma eterna criança.

No espaço So Happy encontras uma infinidade de soluções para a decoração de interiores. Tudo pensado ao pormenor para oferecer conforto, funcionalidade e organização com muita cor e alegria e personalidade.
Com assinatura da artista plástica Helô Ferreira, a So Happy propõe desde a concepção do projecto de decoração até a execução de mobiliário sob medida. Para completar a decoração, os acessórios são criados em exclusividade, a pensar no bem estar dos pequeninos, com muita imaginação.

Vem descobrir um universo de coisas felizes na So Happy!!
elô Ferreira, a So Happy propõe desde a concepção do projecto de decoração até a execução de mobiliário sob medida. Para completar a decoração, os acessórios são criados em exclusividade, a pensar no bem estar dos pequeninos, com muita imaginação.
Vem descobrir um universo de coisas felizes na So Happy!!
A So Happy oferece aos leitores do blog os seguintes descontos:
- 10% em Pinturas em Parede
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Site: www.sohappy.eu
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9/12/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Patrocinadores
Um quarto dos bebés são gémeos - Tratamentos para a infertilidade trazem mais riscos

«Portugal tem mais 35 por cento de gémeos do que há 20 anos em virtude de tratamentos para a infertilidade, noticia o jornal Público. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, em 1990 nasceram cerca de dois mil gémeos, mas nos últimos cinco anos as gravidezes gemelares tem quase chegado às três mil por ano.
«Um quarto das crianças nascem de Procriação Medicamente Assistida», revela Silva Carvalho, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução.
Apesar deste aumento poder ser visto como uma possibilidade de combate à quebra de natalidade, especialistas contactados pelo jornal dizem-se preocupados com a situação porque os partos trazem riscos acrescidos.
De acordo com o especialista, a prematuridade e o baixo peso à nascença são os grandes factores de risco para estas crianças. No caso das mães, os problemas passam pelo aumento do risco de aborto, da anemia e da diabetes gestacional.»
Fonte:Diário IOL
Link:http://diario.iol.pt/sociedade/infertilidade-gemeos-natalidade-gravidez/988520-4071.html
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9/12/2008 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Odivelas Parque promove sessões de yoga para bebés
O ciclo contará com três intervenções: DançArte/Ária da Música, Lua Cheia e Babyoga Portugal.
DançArte/Ária da Música vão trazer o espectáculo «Googuées – Dança e Música para bebés», com interacção de luz, som e movimento. A sessão vai decorrer dias 13 e 14 de Setembro, às 11:00 e às 12:00, sendo dirigida a bebés com até 36 meses.
Lua Cheia vai levar os bebés «À procura do ó-ó perdido», de Pascal Sanvic, que conta a história de um bebé a quem roubaram o seu «ó-ó». O espectáculo decorrerá nos dias 20 e 21 de Setembro, às 11:00, para bebés e crianças dos 12 meses até aos 6 anos. »
Fonte:Diário Digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=348339
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9/11/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Eventos
Pediatras usam acupuntura para acalmar bebês

«Técnica é usada para aliviar sintomas da sinusite em adolescentes.
Cristais, sementes de mostarda e metal podem substituir agulhas.
Do G1, com informações do MGTV
(...)
A técnica nasceu na China há quase 5 mil anos. Reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1995, a acupuntura estimula pontos definidos da pele com a inserção de agulhas.
No Brasil, a forma mais comum de utilização da acupuntura também é com agulhas, mas como nem todos resistem à dor, as agulhas foram substituídas por cristais, sementes de mostarda e metal.
A pediatra Cristiane Lopes decidiu se especializar na técnica e aplicar a acupuntura em pequenos pacientes. Problemas como intestino preso, cólicas ou dores de cabeça são tratados com a técnica oriental. “Tudo que envolve um distúrbio no funcionamento normal do organismo da criança pode ser tratado com acupuntura”, diz.
O processo é simples e indolor. Sementes de mostarda e metal são colocados em locais específicos e ficam ali por pelo menos um mês. De acordo com os especialistas, o resultado do estímulo é percebido tanto em recém-nascidos quando em pré-adolescentes, como é o caso de Augusto Campos.
Com queixas de rinite, sinusite e obesidade infantil, a mãe de Augusto, a auxiliar administrativa Karina Campos, decidiu recorrer a outros métodos além dos remédios. O menino emagreceu dez quilos e não sofre mais de crises alérgicas.
“Com criança é muito complicado a gente fazer um tratamento, mas foi surpreendente o resultado”, afirma. “De noite às vezes esfriava e eu tinha que ficar respirando pela boca. Agora é tudo normal, eu só respiro pelo nariz”, diz o menino. »
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL750214-5598,00-PEDIATRAS+USAM+ACUPUNTURA+PARA+ACALMAR+BEBES.html
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9/11/2008 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Aleitamento na primeira hora de vida reduz mortalidade

«PAULO DE ARAUJO
da Folha de S.Paulo
Apesar de pouco difundida, a amamentação já na primeira hora de vida traz uma série de benefícios para a mãe e para o bebê no período neonatal --que vai desde o nascimento até o 28º dia de vida.
Veja o especial Mães e Filhos
Por exemplo, a primeira imunização, por meio do colostro --leite ainda em formação, mas rico em anticorpos--, é recebida com mais imediatismo pelo organismo, o que aumenta a proteção do bebê contra infecções, a principal causa de mortalidade nos recém-nascidos.
Em segundo lugar, a mamada da criança estimula bastante a produção de leite materno e agiliza a liberação do hormônio ocitocina, cuja ação induz as contrações do útero e ajuda a evitar hemorragias no pós-parto. O efeito é tão mais eficaz quanto mais cedo o bebê começar a mamar, pois a sucção nos primeiros momentos de vida é mais vigorosa.
Também é desejável que o contato pele a pele entre mãe e filho aconteça rapidamente. "Isso transmite calor e conforto ao bebê, além de reforçar os vínculos afetivos", esclarece a presidente do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Valdenise Tuma Calil.
No Brasil, não há estatísticas atuais sobre a amamentação na primeira hora de vida. Segundo o diretor do departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, Adson França, porém, essa não é uma praxe, como deveria ser.
Se colocada na rotina, a prática pode reduzir significativamente a mortalidade de recém-nascidos. Uma pesquisa realizada em Gana, na África, com 10.948 recém-nascidos entre 2003 e 2004 mostrou que a amamentação na primeira hora pode reduzir em 22% o risco de morte no primeiro mês de vida, o período de neonatal.
"Por isso, nós damos uma grande ênfase a isso. Começamos um trabalho de qualificação de agentes comunitários para que o aleitamento materno entre na rotina", diz França.
O mais rápido possível
O ideal é que, após o nascimento, o bebê seja colocado junto à mãe o quanto antes, com o mínimo de intervenções possível, explica a médica pediatra e professora da Unifesp e da Unisa, Lélia Gouvêa. "O pediatra faz um exame geral, seca o bebê com delicadeza e, em minutos, devolve-o à mãe."
O Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, preconiza o imediatismo. A instituição mantém o programa "Sentindo a Luz". Logo ao nascer, o bebê já será colocado para mamar. A idéia é que o pai ajude a mãe na tarefa, amparando o recém-nascido, já que a mulher, provavelmente, ainda estará com soro no braço.
"Numa cesárea, por exemplo, enquanto o cirurgião costura a parturiente, o bebê já estará mamando. No parto normal, funcionará da mesma forma", explica Alberto d'Auria, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, em São Paulo.
Colaborou CLÁUDIA COLLUCCI »
Fonte:Folha on line
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u415989.shtml
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9/10/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Amamentação, Noticias
Estudo sueco - Idade do pai pode aumentar o risco de doença bipolar nos filhos

«Crianças cujos progenitores tenham idades mais avançadas têm maior probabilidade de vir a ter doença bipolar. Os investigadores dizem que o problema está nas mutações do esperma do pai.
Paula Cosme Pinto*
Os filhos de homens com idades mais avançadas correm maior risco de vir a desenvolver doença bipolar. Esta conclusão foi retirada de um vasto estudo sobre a ligação entre doenças mentais e a idades dos progenitores, publicado na edição de Setembro da revista científica Archives Of General Psychiatry.
Segundo a pesquisa do Karolinska Institutet, embora no passado se tenha ligado a esquizofrenia e o autismo à idade dos pais, no caso da doença bipolar eram praticamente inexistentes factores de risco ligados a esta condição. Contudo, os cientistas revelam agora que o esperma de homens mais velhos tem mais probabilidades de sofrer mutações que podem originar distúrbios nos seus filhos, sendo no entanto o risco de doença bipolar muito baixo. A idade das mães não parece ter qualquer ligação e a explicação do estudo é simples: à medida que os homens envelhecem os seus espermatozóides são duplicados sucessivamente, acumulando novas mutações como resultado de erros de cópia do ADN. Já as mulheres nascem com o seu suprimento completo de óvulos, que passaram apenas por 23 duplicações, número que não muda conforme elas envelhecem o que faz com que os erros de cópia no ADN não aumentem com a idade.
Risco cresce a partir dos 55
Para esta investigação a equipa de Estocolmo analisou os registos nacionais de nascimentos na Suécia de mais de 80 mil pessoas, incluindo 13.428 doentes bipolares. O risco de desenvolvimento da doença começou a aumentar quando os pais tinham 40 anos, mas foi apenas a partir dos 55 que o número começou a crescer significativamente. Segundo as conclusões do estudo, crianças nascidas de progenitores destas idades tinham mais 37 por cento de possibilidades de desenvolver doença bipolar.
Caracterizada por mudanças extremas de humor, com episódios de euforia e criatividade elevada, seguidos de baixa auto-estima e depressão, "a doença bipolar é uma condição cruel que traz alto risco de suicídio", relembra o estudo.»
Fonte:Expresso
Link:http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/398931
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Paulo Pires
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9/10/2008 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
Massagem Infantil - Dica

No decurso da vida do blog tenho tido oportunidade de conhecer pessoas interessantes e que sobressaem pela positiva, isto é pela dedicação e vontade que demonstram nos projectos que se envolvem.
Tive a oportunidade de conhecer a Tania, uma professora/instrutora de massagem infantil, mas o facto não seria noticia no blog se apenas fosse mais uma profissional na área. Sinto-me na obrigação de referenciar as boas escolhas feitas no decurso desta viagem (gravidez e nascimento do meu filho), pois agradeceria que me dessem este tipo de dicas quando ando à procura de alguma actividade em particular.
Além dos beneficios notórios e sobejamente conhecidos da massagem infantil (próximidade afectiva e emocional, criação de um elo forte com os nossos filhos, transmissão de segurança e conforto, bem estar fisico, ajuda no alivio das cólicas - esta foi muito importante -, ...), esta massagem trás mais contúdos do que os provenientes da massagem. Tania consegue inserir temas pertinentes e que facilmente fluem durante a massagem que trazem mais valias imediatos ou a curto prazo para os recentes pais. E a forma apaixonada como se dedica a esta prática, facilmente nos deixamos envolver e nos sentimos inseridos e contextualizados.
Tem um senão, ..., ela apenas trabalha no Porto, por isso se alguém estiver interessado não terei nenhum problema em facultar os locais onde ela "dá" a massagem infantil.
Paulo Pires
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9/09/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Editorial
Parto normal aumenta sensibilidade da mãe ao choro do bebê, diz estudo

«Pesquisa foi feita medindo ativação de áreas 'maternais' do cérebro.
Trabalho tem implicações para entender e até prever depressão pós-parto.
Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
Para ser mais exato, a resposta aumentada das mães de parto normal aparece em regiões do cérebro ligadas à regulação de emoções, motivação e comportamentos habituais. A conclusão faz algum sentido diante do aparente elo que existe entre o parto por cesariana e um risco aumentado de depressão pós-parto, verificado em mulheres, e também do cuidado diminuído com a cria presente em animais cujos filhotes não nascem por via vaginal.
Os conhecimentos atuais sobre o parto normal também indicam que ele ajuda a desenvolver os circuitos cerebrais ligados ao apego pelos recém-nascidos. Exemplo disso é a liberação periódica de oxitocina, o famoso "hormônio da confiança" (ou "hormônio do apego") durante o nascimento natural.
Menos ativas
"Queríamos saber quais áreas do cérebro ficariam menos ativas em mães que têm seus filhos por cesariana", diz James Swain, pesquisador do Centro de Estudos da Infância da Universidade Yale (EUA). "Nossos resultados apóiam a teoria de que variações nas condições de nascimento que alteram as experiências neurohormonais do parto podem diminuir a sensibilidade do cérebro materno humano no começo da fase pós-parto."
Outro detalhe importante: as mesmas áreas ligadas ao esforço do nascimento também influenciam o estado emocional da mãe. "Conforme mais e mais mães optam por ter filhos mais velhas, tendo, portanto, mais chances de passar por uma cesariana, esses resultados vão se tornando importantes. Podem, por exemplo, ajudar a identificar precocemente o risco de depressão pós-parto e atacar o problema", afirma Swain.»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL747057-5603,00-PARTO+NORMAL+AUMENTA+SENSIBILIDADE+DA+MAE+AO+CHORO+DO+BEBE+DIZ+ESTUDO.html
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Vila Franca de Xira - Maternidade reabre hoje

«Encerrada desde Julho para obras, a maternidade do Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, reabre esta segunda-feira.
AC»
Fonte:Rádio Renascença
Link:http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=259110
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9/08/2008 02:00:00 da tarde
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Após o parto, qual o melhor exercício?

«O bebê acabou de nascer e está mamando bastante, mas você está ansiosa para voltar à boa forma física. Qual a melhor atividade ou quanto tempo deve-se esperar para começar a rotina de exercícios são algumas dúvidas que surgem para quem acabou de dar à luz.
De acordo com o professor de Educação Física Fabiano Piassarollo, o ideal para o retorno às atividades é estar bem de saúde e ter liberação médica. O início da prática deve ser gradativo e com a orientação de um profissional. Confira algumas dicas do educador:
Os cuidados
Quando o parto foi de cesariana, geralmente os médicos recomendam que a mulher faça uma pausa de dois meses para retomar as atividades. Nestes casos, é preciso ter cuidado nos exercícios para o abdômen, pois as camadas deste músculo foram cortadas.
No parto normal a retomada é mais rápida, até duas semanas, mas cada caso depende da liberação do médico a individualidade e de como foi o parto e a gestação. A retomada será sempre mais fácil para mamães que mantiveram os exercícios durante a gravidez.
A roupa ideal
Sempre ao se exercitar procure utilizar uma roupa confortável, que permita amplitude de movimentos.
Atividades físicas mais indicadas
O retorno às atividades é influenciado pela forma como a gestante se comportou durante a gravidez. Caso ela tenha mantido as atividades, o retorno será bem mais fácil, devendo priorizar atividades que tenha afinidade. O ideal é trabalhar a força e resistência muscular (musculação, local, treinamento funcional, pilates), aliada com trabalho aeróbio (caminhada, corrida, natação), equilíbrio e alongamento. Exercícios com bola suíça (Fitball) serão excelentes para o fortalecimento do assoalho pélvico e dos músculos abdominais.
Uma atividade que agrega todas essas capacidades é o treinamento funcional. É possível estimular, inclusive, o exercício funcional com o bebê, em vez de utilizar pesos. Nestes casos, o bebê torna-se a sobrecarga, estimulando o contato entre a mãe e o filho.
Volta ao peso ideal
Para mamães que querem recuperar o peso rapidamente, cuidado para não exagerar na dose. Nas primeiras semanas após o parto a mãe começa a desinchar, perdendo a retenção líquida. É uma fase ótima para o exercício, pois o metabolismo da mamãe está acelerado, principalmente pela amamentação. De acordo com estudos, é possível gastar cerca de 500 calorias por dia somente amamentando. »
Fonte:ClickRBS
Link:http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt§ion=Blogs&post=99290&blog=477&coldir=1&topo=3994.dwt
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sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Reino Unido quer técnicas de reprodução assistida a usarem apenas um embrião - Para reduzir gravidezes múltiplas
As clínicas de fertilidade britânicas estão a ser aconselhadas a transferir apenas um embrião em técnicas de reprodução medicamente assistida aplicadas a mulheres com menos de 37 anos. A recomendação tem como objectivo reduzir o número de gravidezes múltiplas, mais elevado no reino Unido do que nos restantes países europeus.
Segundo o objectivo traçado pela Autoridade Britânica de Embriologia e Fertilização Humana, a medicina de reprodução britânica tem três anos para reduzir de 24 para 10 por cento as gravidezes múltiplas, dado, segundo a mesma autoridade, estas implicarem maiores riscos para a saúde da mulher e do bebé, causando mais nascimentos prematuros, mais abortos espontâneos e mais problemas de saúde ao longo da vida das crianças.
“Temos trabalhado para descobrir uma maneira de identificar as mulheres com maior probabilidade de ter uma gravidez múltipla”, disse Tony Rutherford, investigador na área da reprodução humana no Hospital Universitário de Leeds.
Desde 1978, quando a 25 de Julho nasceu Louise Brown, o primeiro bebé-proveta do mundo, já nasceram por técnicas de reprodução medicamente assistida 3,5 milhões de crianças. E o número tem tendência a aumentar uma vez que as mulheres protelam cada vez mais a decisão de ter o primeiro filho.
Esta polémica no Reino Unido vem depois de outros países europeus, como a Bélgica, já terem decidido que as técnicas devem apenas usar um embrião precisamente para reduzir as gravidezes múltiplas.
No Reino Unido, dos 11262 bebés nascidos em 2007 através de técnicas de reprodução assistida, 4 mil eram gémeos. E segundo os dados recolhidos 87 por cento das gravidezes múltiplas ocorreram em mulheres com menos de 37 anos.
Em Portugal, a lei que regula a reprodução medicamente assistida deixa ao critério do especialista, mediante o caso concreto, o número de embriões a transferir para o útero da mulher.»
Fonte:Público
Link:http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1341384
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9/05/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Fertilidade
Perfume na gravidez pode afetar fertilidade de bebês
Segundo os pesquisadores da Unidade de Reprodução Humana do Conselho de Pesquisa Médico, há uma janela crucial entre a oitava e a décima-segunda semanas de gestação que determina futuros problemas reprodutivos em meninos.
Os cientistas acreditam que a exposição a algumas das substâncias químicas encontradas em cosméticos durante este período pode afetar a produção de espermatozóides no futuro, mas eles afirmam que os resultados não são conclusivos.
O estudo, liderado por Richard Sharpe, será apresentado em um simpósio sobre reprodução humana nesta semana, em Edimburgo.
Câncer testicular
Durante experiências com camundongos, os médicos bloquearam a ação dos androgênios – substâncias que incluem os hormônios masculinos e promovem a masculinização – e confirmaram que os animais sofreram problemas de fertilidade.
Algumas das substâncias que podem bloquear esses hormônios são amplamente usadas na produção de cosméticos, tecidos para decoração e plásticos.
Segundo Sharpe, as substâncias também podem aumentar o risco de bebês do sexo masculino desenvolverem outros problemas reprodutivos na vida adulta, como câncer testicular.
Ele acrescentou ainda que as mulheres que estiveram planejando engravidar devem evitar o uso de cosméticos que poderiam ser absorvidos pelo corpo.
“Há vários componentes em perfumes que nós sabemos que, em alta concentração, têm potencial de provocar efeitos biológicos, então, para ser ultra-seguro, podemos dizer que, ao evitá-los, seu bebê não sofre risco”, disse Sharpe à BBC.
“Se você planeja engravidar, você deve mudar seu estilo de vida. Essas coisas de estilo de vida não significam necessariamente que você vai causar danos terríveis ao seu bebê, mas ao evitá-las, você terá um efeito positivo.”
“Não é porque temos provas de que esses componentes, categoricamente, causam danos aos bebês, é que estudos experimentais em animais que sugerem essa possibilidade”, explica Sharpe.
Mas o médico admite que as mulheres estão expostas a muitos desses componentes químicos por outras vias, já que eles estão presentes no ar e em tecidos, dentro de casa.»
Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/09/080901_perfumegravidez_ba.shtml
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9/05/2008 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Bancos aquecidos podem causar infertilidade

«Os bancos com aquecimento têm vindo a tornar-se muito comuns, particularmente nos países de clima frio. Porem, e de acordo com um estudo publicado na revista Inglesa «New Scientist», a utilização excessiva dos bancos aquecidos poderá causar problemas de fertilidade nos homens.
Para analisar o impacto do aquecimento dos bancos na fertilidade masculina, os responsáveis pelo estudo, coordenado por Andreas Jung, da «University of Giessen», na Alemanha, analisaram a temperatura registadas nos testículos de 30 homens saudáveis que passaram 90 minutos sentados em bancos aquecidos e o mesmo período em bancos normais. Depois de uma hora, a temperatura média observada aumentou para 37,3 ºC e a máxima, observada em um dos participantes, foi de 39 ºC. Nos bancos sem aquecimento, a temperatura máxima registada foi de 36,7 graus.
Como comparação, a temperatura ideal dos testículos para a produção de espermatozóides é 1 ou 2 graus Celsius (ºC) inferior à temperatura média do corpo, que é cerca de 37ºC.
Mesmo assim não há motivos para alarme. De acordo com os especialistas, os resultados devem ser considerados apenas em casos extremos, principalmente por profissionais do volante como taxistas, por exemplo, que passam muito tempo sentados.»
Fonte: AutoPortal
Link:http://www.autoportal.iol.pt/noticia.php?id=986753&div_id=1660
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9/04/2008 02:00:00 da tarde
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Risco de fecho afecta sobretudo maternidades privadas do Norte

«Risco de fecho afecta sobretudo maternidades privadas do Norte
A maior parte das unidades do Norte do País não vão ter dimensão para responder às novas regras que o Ministério da Saúde vai impor. De acordo com Luís Graça, presidente do colégio da especialidade de ginecologia e obstetrícia da Ordem dos Médicos, "até há pouco tempo, nenhuma das unidades do Norte tinha os recursos humanos necessários. As unidades mais pequenas nem sequer têm enfermeiras parteiras escaladas", diz.
Na região Norte, encontram-se 17 das 25 unidades analisadas pela Entidade Reguladora da Saúde em 2006. Mas são três clínicas de Lisboa que fizeram 50% dos partos do sector privado. "Até há pouco tempo, nenhuma das unidades da região tinha um serviço semelhante a estes. Não há enfermeiras especializadas em obstetrícia e saúde materna", refere.
As novas regras, que integram um documento desenvolvido por um grupo de trabalho, que Luís Graça integrou, esperam agora aprovação do Ministério da Saúde, mas não impõem um número mínimo de partos. Entre elas está a obrigatoriedade de as unidades com urgência aberta ao exterior terem de ter uma equipa mínima de dois obstetras, duas enfermeiras, anestesista e pediatra 24 horas por dia. Se for uma urgência fechada, "em que um médico acompanha a grávida, é necessário estar uma enfermeira", diz o médico. Os restantes especialistas devem estar no máximo a 30 minutos de distância. Um serviço de sangue e laboratório de análises 24 horas por dia são outras necessidades. Rosário Côto, presidente da comissão de especialidade em saúde materna e obstétrica da Ordem dos Enfermeiros, acrescenta que as unidades com cuidados intensivos "têm de ter uma enfermeira especialista em pediatria".
Apesar de a maior parte das unidades não terem urgência aberta, ou apenas urgência geral, os custos que estas novas regras vão implicar podem ser difíceis de suportar. As unidades precisam de fazer "500 a 600 partos/ano para serem rentáveis". O estabelecimento de acordos ou fusões é uma das soluções que Luís Graça aponta.
Teófilo Leite, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada, admite que as regras vão induzir "a reorganização e a concentração, tal como já acontece em Lisboa. No entanto, a actividade dos privados está a aumentar", conclui.|»
Fonte:Diário de noticias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/08/25/sociedade/risco_fecho_afecta_sobretudo_materni.html
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9/04/2008 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Como ter noticias do Planeamento de uma Gravidez no Gmail
Boa tarde,
eis mais uma ferramenta para ter o blog "Planeamento de uma Gravidez" mais próximo, para os utilizadores do Gmail.
No Gmail, após fazer loguin, Ir a "Definições",
Fazer estes 3 passos:
- selecionar "web clips"
- colocar o visto
- inserir endereço "http://planeamento-gravidez.blogspot.com/" e carregar pesquisa
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9/03/2008 05:57:00 da tarde
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Bebês de 4 meses já captam sinais de emoção, diz estudo

«Um estudo realizado por pesquisadores britânicos sugere que bebês de quatro meses já são capazes de reconhecer expressões de emoção em adultos.
A equipe, do Centro Cerebral e Desenvolvimento Cognitivo da Universidade de Birkbeck, em Londres, descobriu que bebês conseguem captar os sinais não-verbais utilizados pelo ser humano para se comunicar, como sorriso e sobrancelhas levantadas.
Os especialistas utilizaram métodos de imagens para verificar se as regiões cerebrais implicadas nas percepções dos adultos de comunicação facial também eram ativadas nas crianças.
Nas imagens, um adulto olha fixamente para os bebês e em seguida levanta a sobrancelha e sorri.
Ao medir o nível de oxigênio no cérebro das crianças, os cientistas observaram a ativação das regiões temporal e pré-frontal do córtex, as mesmas que reagem em adultos quando confrontados com sinais não-verbais.
A pesquisa foi publicada na revista especializada Proceedings of The Royal Society, Biological Sciences.
Autismo
Segundo os especialistas, os resultados sustentam a tese de que os bebês nascem com os cérebros já preparados para interagir com outros seres humanos.
O co-autor do estudo, Tobias Grossman, disse que o próximo passo será analisar a importância deste aspecto no desenvolvimento das habilidades humanas de interação social.
"O principal objetivo do estudo é entender os mecanismos cerebrais que sustentam o desenvolvimento das relações sociais", disse Grossman.
"Mas espero que assim que entendermos melhor esses primeiros passos possamos usar este conhecimento para investigar o que pode dar errado nos casos de desordens do desenvolvimento neurológico."
Ainda para os pesquisadores, as técnicas aplicadas no estudo podem ser utilizadas no futuro para diagnosticar os primeiros sinais de autismo.
"Não garantimos que isso possa diagnosticar a doença, mas pode ser uma maneira eficiente de lançar o alerta", disse Mark Johnsnon, um dos autores do trabalho. »
Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080827_bebesemocao_fp.shtml
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9/03/2008 02:00:00 da tarde
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Bebês podem ir ao berçário a partir dos quatro meses, diz psicóloga

«ERIKA MORAIS
da Revista da Hora
Quando o fim das férias se aproxima, para muitas mães com crianças pequenas, o momento passa a ser de dúvida: "Será que já é hora de mandar meu filho pequeno para a escola?". Com esse questionamento, vêm outros, relacionados à melhor escola, ao período de adaptação da criança etc.
(...)
A má notícia, segundo especialistas, é que não há idade ideal. A hora certa vai depender da família e das suas necessidades e possibilidades econômicas.
"Até os quatro meses de vida, é fundamental que a criança fique com a mãe para ser amamentada. Se a mãe tiver condições de ficar em casa, até os seis meses seria o mais interessante. Depois disso, a criança já pode ir para a escola", afirma Maria Clotilde Barros Magaldi, psicóloga e diretora da Divisão de Creches da USP.
A boa notícia é que, para psicólogos, educadores e psicopedagogos com quem a Revista da Hora conversou, ir para a escola só traz benefícios à criança.
"A criança desenvolve capacidades psicomotoras e melhora seu potencial de concentração", afirma Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia. "Se ela fica tempo demais em casa, pode ser que fique horas em frente à TV, o que não é muito saudável."
Em relação ao tempo que as crianças devem permanecer nas creches, a dica da pedagoga Edimara Lima é que seja meio período ou que os pais procurem uma escola com horários mais flexíveis. É importante que a criança também possa acompanhar a rotina da casa. "Fazer uma das refeições com a família, por exemplo, é o ideal."
Algumas têm mais dificuldade para se adaptar à escola. Para Edimara, na maioria dos casos, a grande culpada pelos choros dos filhos é a mãe. "Elas ficam com um sentimento de culpa e acabam passando essa tensão para as crianças, mesmo que inconscientemente."
A professora Márcia Xavier, mãe das gêmeas Helena e Marina, 2 anos, conta que somente depois de um mês os choros diminuíram. "A escola tem um papel fundamental quando permite a permanência da mãe na sala de aula nas primeiras semanas", afirma.
Maria Clotilde lembra que é importante que os pais preparem a criança. "Levar os filhos para conhecer a escola antes é bom para que eles criem um vínculo", diz. »
Fonte:Folha on line
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u427030.shtml
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9/03/2008 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
E o prémio do bebé mais «mamão» vai para...

«O governo do Peru encontrou uma forma curiosa de estimular a amamentação dos recém-nascidos. Durante esta semana, diversas cidades deste país sul-americano realizam concursos para eleger o bebé capaz de mamar durante mais tempo, informa o site globo.com.
As competições para eleger os mais «mamões» fazem parte da semana da amamentação, organizada pelo Ministério da Saúde do Peru. Em algumas cidades, as mães estão a estimular os bebés para serem os melhores, uma vez que costumam ganhar prémios como enxovais e pacotes de fraldas descartáveis.
Para vencer, é preciso ter um bom apetite. Em Cerro de Pasco, por exemplo, a campeã foi a pequena Yasmín Valle Cosme, de cinco meses, que mamou durante cerca de seis minutos.»
Fonte:Diario iol
link:http://diario.iol.pt/acredite-se-quiser/mamar-peru-ministerio-da-saude-bebe-concurso-acredite-se-quiser/985165-4088.html
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9/02/2008 02:00:00 da tarde
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Lista de Vencedores do Passatempo de Agosto

Já sairam os resultados do Passatempo de Agosto consulte em http://livros-gravidez.blogspot.com/
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9/02/2008 11:25:00 da manhã
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Um quinto dos bebês começa a andar sem ter engatinhado

«JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo
Mesmo deixando que fiquem à vontade no chão, nem todos os bebês engatinham. E isso não deve alarmar os pais. Segundo o neuropediatra e chefe do departamento de neurologia infantil da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Luiz Celso Vilanova, cerca de 20% dos bebês pulam essa etapa naturalmente, sem danos ao desenvolvimento.
Ainda assim, o especialista diz que quanto mais contato com o solo, melhor será para o bebê. "A estimulação motora é um dos aspectos para um bom desenvolvimento. Ofereça também objetos de diversas texturas e sons diferentes", sugere.
Apoio
Evitar o andador é o conselho dos especialistas para os modelos tradicionais do aparelho, no qual a criança fica sentada. "É como oferecer muletas a um adulto", compara Maria Aurora Brandão, pediatra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Para ela, o aparelho tira a possibilidade de a criança usar o próprio corpo para se movimentar e pode obrigá-la a pular etapas.
O problema é acelerar o ritmo do bebê e forçá-lo a ficar em uma posição não-natural para a fase em que vive. Além disso, pode causar acidentes e propiciar um ritmo anormal de marcha. "Se o bebê for colocado no equipamento muito precocemente, terá de andar nas pontas dos pés, o que pode rá encurtar os músculos posteriores da perna e dificultar o andar ", acrescenta Anna Paula Costa, do HC.
Existe, entretanto, um modelo de andador que, de acordo com Costa, pode ajudar na fase dos primeiros passos --somente quando a criança já demonstrar firmeza para dá-los. Ela apoia as mãos na frente do aparelho, como se faz com um carrinho de supermercado, e o usa como um suporte. »
Fonte:Folha on line
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u420372.shtml
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9/02/2008 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Natalidade/Vila Real: Lamas de Olo dá mil euros a novos bebés nascidos na localidade

« Vila Real, 29 Ago (Lusa) - Os bebés que nasçam em Lamas de Olo, Vila Real, têm direito a um apoio financeiro de 1000 euros e a uma mensalidade de cem euros até aos 10 anos, numa iniciativa hoje anunciada que visa contribuir para o aumento da natalidade.
O apoio financeiro à natalidade, uma iniciativa já implementada por algumas freguesias de Trás-os-Montes e Alto Douro, procura criar incentivos para o aumento da população, cada vez mais envelhecida.
A Junta de Freguesia de Lamas de Olo disponibiliza, a partir deste ano, um apoio financeiro de 1000 euros a todos os bebés que nasçam na localidade.
Segundo o presidente da autarquia, Domingos Fernandes, será ainda atribuído um subsídio mensal de 100 euros às crianças até que façam os 10 anos, para ajudar as famílias com a alimentação das crianças.
Segundo o autarca o objectivo é estimular a fixação das pessoas na freguesia e contribuir para o aumento desta aldeia - tal como muitas outras em Trás-os-Montes e Alto Douro - muito afectada pela emigração e pelo abandono das actividades agrícolas.
Lamas de Olo, freguesia localizada em pleno Parque Natural do Alvão, possui apenas dez jovens, até aos doze anos, e uma população que ronda as 250 pessoas.
Domingos Fernandes referiu que já foram contempladas com este apoio duas crianças que nasceram este ano na localidade.
No distrito de Vila Real, a Câmara de Murça atribuiu um apoio financeiro de 750 euros às crianças que nasçam no concelho, uma medida que foi implementada depois de, em 2002, ter instituído um subsídio de dois mil euros dirigido aos casais que se casam e ali se fixem.
Em 2007, também as juntas de freguesia de Arroios, concelho de Vila Real, e Provezende, concelho de Sabrosa, anunciaram um apoio financeiro de 250 euros aos bebés lá nascidos.
A Câmara de Vimioso, no distrito de Bragança, foi a primeira em Portugal a anunciar um apoio financeiro de 500 euros aos bebés que nasçam no concelho.
Na Alemanha o apoio a cada nascimento pode chegar aos 25 mil euros.
A região do Alto Douro apresenta indicadores de fraco desenvolvimento económico - com uma população a empobrecer - expressos num poder de compra inferior ao da região Norte, e próximos dos 55 por cento do todo nacional, havendo mesmo concelhos em que não chegam a atingir os 40 por cento.
Desde a década de 60, a região do Alto Douro sofreu uma evolução demográfica negativa, sendo que, na década de 90, a perda populacional foi da ordem dos nove por cento.
Em 25 anos, o território perdeu 125 mil habitantes.
PLI.
Lusa/Fim»
Fonte:Noticias Sapo
Link:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/07431bfa33e273b7dcac71.html
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9/01/2008 02:00:00 da tarde
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Fumar durante a gravidez: nem pensar!

«Separamos os mais recentes estudos que mostram os males do fumo durante a gestação
Carla Conde
Nesta sexta (29), comemora-se o Dia Mundial de Combate ao Fumo. Não é preciso reforçar que fumar faz mal à saúde. Mas muitas pessoas ainda não sabem os problemas que podem causar na gravidez. De acordo com Carolina Ambrogini, ginecologista da Unifesp, o fumo na gestação pode trazer sérias conseqüências para a criança e para a mãe. "O bebê, com certeza, nascerá com baixo peso e, em alguns casos, ter morte súbita. E a mãe poderá desenvolver trombose e pressão alta", diz.
Selecionamos 4 recentes estudos que alertam sobre o fumo durante a gestação. Confira:
O fumo pode causar problemas no coração do bebê?
Um estudo da Universidade Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos, afirma que mulheres grávidas que fumaram 1 mês antes da gravidez até o fim do terceiro trimestre aumentam as chances de terem filhos com problemas no coração. A pesquisa foi feita com dois grupos. Um com 3.067 crianças com doença cardíaca e outro com 3.947 crianças sem problemas congênitos. Os resultados mostraram que defeitos no septo do coração – um orifício entre as membranas cardíacas esquerdas e direitas, que interrompe o fluxo de sangue e de oxigênio ao corpo – são mais freqüentes em filhos de mães fumantes. Segundo a pesquisa, esse é o problema mais comum entre as crianças nascidas com problemas cardíacos, levando à morte súbita.
Fumo e autismo
Um estudo realizado no Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, analisou mais de 2 mil crianças e descobriu que as mães que fumaram regularmente na gestação apresentaram mais chances de ter filhos autistas. Segundo a pesquisa, o autismo acontece porque o fumo desenvolve problemas no funcionamento do cérebro pela falta de oxigênio.
Depressão por causa do cigarro?
Na Universidade de Amsterdã, na Holanda, uma pesquisa afirma que filhos de mulheres fumantes têm grandes chances de desenvolver depressão. A pesquisa avaliou 396 crianças entre 5, 10, 11 e 18 anos de idade, e mães que fumaram 10 cigarros ou mais por dia durante a gestação. Os filhos de fumantes na gravidez apresentavam mais transtornos de comportamento, como depressão, ansiedade e agressividade.
O bebê pode ter morte súbita com a nicotina?
Na Universidade de Paris, na França, uma pesquisa afirmou que a nicotina transmitida pela mãe fumante ao feto pode causar a diminuição da eficiência dos reflexos respiratórios, aumentando o risco de morte súbita da criança. Segundo Claude Gaultier, um dos pesquisadores, a nicotina transmitida através do sangue bloqueia, de forma duradoura, o sistema que permite reagir em caso de diminuição de oxigênio.»
Fonte:Revista Crescer
Link:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI11436-10543,00-FUMAR+DURANTE+A+GRAVIDEZ+NEM+PENSAR.html
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9/01/2008 09:00:00 da manhã
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sábado, 30 de agosto de 2008
Passatempo de Setembro
Caros Leitores,
antes de mais gostaria de dizer que os vencedores do mês de Agosto brevemente terão os resultados, devido a uma excepcional aderência ao passatempo ainda não consegui ler todas as respostas ao passatempo. Obrigado a todos.
Aqui vai mais um passatempo, o passatempo do mês de Setembro
Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Setembro).
Este passatempo consiste no envio de uma frase com a razão pela qual deviam receber o presente livro, respostas aceites: as enviadas até dia 25 de Setembro.
A Editora Presença, oferece 1 exemplar da obra "A criança e o Choro" ás 5 "melhores justificações.
Regras
1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com:
Com o assunto: (nome do passatempo) /Mês (ex: Agosto)
- Colocar dados pessoais: (nome e localidade)
- Resposta ao passatempo
2 – Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados no novo espaço, e será colocado um post com a informação de que foram apurados os vencedores no "Planeamento de uma Gravidez"
3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio do livro - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.
4 - Depois será enviado o livro pela Editora Presença aos vencedores.
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8/30/2008 11:38:00 da tarde
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Grávidas de Vila Franca de Xira aumentam confusão na Alfredo da Costa

«As grávidas do concelho de Vila Franca de Xira que são encaminhadas para a maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, estão a sobrelotar o hospital da capital.
O aviso é do director clínico da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa. Se as urgências daquela unidade de saúde continuarem sobrecarregadas com pacientes de outros hospitais, o serviço vai colapsar e os médicos não poderão garantir a segurança das mulheres que ali se dirigirem.
Os números, diz o médico Abílio Lacerda, não podem ser mais claros. Às urgências da maternidade acorrem 33.000 mulheres por ano. Para que todas estas pacientes fossem atendidas nas melhores condições seria necessária a presença permanente de uma equipa de oito médicos. Mas, na Alfredo da Costa, “as urgências são asseguradas por sete ou mesmo seis profissionais”.
A situação já era “grave” quando, a 14 de Julho, encerrou a urgência de obstetrícia do Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira. A Alfredo da Costa passou a juntar à sua média de 16 partos diários mais dois ou três de mulheres oriundas daquela unidade, que apenas reabrirá, por motivo de obras, a 14 de Setembro. O encerramento inesperado da urgência de obstetrícia do São Francisco Xavier por alguns dias agravou a situação.
E há soluções para harmonizar a proporção médicos/pacientes? “Já fizemos tudo o que era possível”, explica aquele responsável. A maternidade contratou médicos externos, apelou à “boa-vontade” dos profissionais que, por força da idade, já não são obrigados a fazer urgências e ainda aos que estavam de férias. Todos acorreram, mas não basta. “Estamos completamente no limite. As empresas exteriores de prestação de serviços já não têm mais médicos para nós. Das sete pessoas escaladas para a urgência, uma ou duas são de fora. E os dois anestesistas de serviço, esses são geralmente do exterior”, conta.
O espaço de internamento afecto ao serviço de Obstetrícia/Ginecologia do Hospital de Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, encerrou em Julho por motivos de obras. A administração da unidade hospitalar justificou a decisão com “o risco de desmoronamento da cobertura do edifício do Hospital e o perigo eminente para a segurança dos utentes e profissionais”. Durante o período estimado para a realização da obra mantém-se toda a actividade de ambulatório programado (consultas, exames e técnicas).»
Fonte:Mirante on-line
Link:http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=354&id=46450&idSeccao=5214&Action=noticia
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8/29/2008 02:00:00 da tarde
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Filho sorrindo = prazer para mãe

«É muito bom ver o seu bebê sorrindo, certo? A sensação é de uma felicidade e um bem-estar indescritível. Isto todas as mães sabem! Agora não é apenas uma sensação, é científico. Segundo a matéria publicada no site Crescer, pesquisadores do Texas Children´s Hospital, nos Estados Unidos, descobriram que o sorriso do bebê provoca alterações no cérebro das mães associadas à recompensa e ao prazer. Não precisava de uma pesquisa para a gente saber disso, mas os resultados foram bem legais.
Para estudar essa relação, foram analisadas 28 mulheres americanas que eram mães pela primeira vez, com filhos entre 5 e 10 meses. Elas se submeteram a exames de ressonância magnética, para medir o fluxo sanguíneo no cérebro, enquanto viam fotos de seus filhos e de outras crianças.
O resultado mostrou que, quando as mães observaram o rosto de seu filho sorrindo, áreas do cérebro ligadas à recompensa ficavam acesas durante o exame, aumentando a produção da dopamina (neurotransmissor que estimula o sistema nervoso central, produzindo a adrenalina). Quando as mães viam imagens de seus filhos chorando ou de crianças desconhecidas, a reação do cérebro era menos significativa.
O objetivo do recente estudo, publicado no jornal Pediatrics, é explicar o forte vínculo da mãe com o bebê, a forma única como ela reage ao ver seu filho e o quanto a interação nos primeiros meses de vida é fundamental para o desenvolvimento da criança.
No Youtube foram postados vários vídeos de bebês sorrindo e dando gargalhadas. Vocês já assistiram? Mesmo não conhecendo os pequenos, dá uma sensação ótima na gente, de bem-estar, tranqüilidade e felicidade. Imagina quando são com os nossos?»
Fonte:ClickRBS
Link:http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt§ion=Blogs&post=97107&blog=117&coldir=1&topo=3994.dwt
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8/29/2008 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Mulheres grávidas precisam fazer atividades físicas, dizem especialistas

«Durante a gestação a mulher precisa de cuidados especiais como, alimentação que também são aplicados às atividades físicas. Ainda existe muita desinformação nesta área. Especialistas afirmam que para ter disposição tanto durante a gestação quanto na hora do parto é necessária uma boa alimentação e praticar exercícios físicos.
Para a pediatra Socorro Balby, a falta de orientação é um dos fatores que impedem as futuras mamães de praticar exercícios. “Muitas das minhas pacientes têm poucas informações sobre gravidez, parto, cuidados com o bebê. Então, sempre que posso as oriento”, disse a médica.
A empresária Helicejanny Rodrigues sabe da importância de uma boa alimentação aliada aos exercícios físicos, e conta a diferença dos resultados entre duas gestações. “Durante minha primeira gravidez fiz hidroginástica e caminhadas em dias alternados com muita moderação, além da alimentação balanceada. Quando fiquei grávida pela segunda vez, tive que ficar em repouso absoluto porque a gestação era de risco. A diferença foi que na primeira não tive inchaços nas pernas, minha respiração era ótima; enquanto que na segunda ficava cansada muito rápido, além de ter engordado”, relatou.
Muitas são as incertezas neste período tão ímpar na vida de toda uma família que espera alguém tão especial. Com uma equipe de pediatra, nutricionista, ginecologista, obstetra, fisioterapeuta, psicólogo e profissional de educação de física, a Academia Viva Água promove o curso “Bebê a Bá” para esclarecer estes e outros questionamentos.
No curso estão sendo abordados temas como: cuidados durante a gravidez, benefícios das atividades físicas para bebês e gestantes, psicologia, nutrição, desenvolvimento do bebê.
As palestras acontecem todos os sábados de agosto no auditório da academia, das 9h às 11h30, no Renascença.»
Fonte:Jornal Pequeno
Link:http://www.jornalpequeno.com.br/2008/8/28/Pagina85897.htm
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8/28/2008 05:40:00 da tarde
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Lisboa: Reorganização das unidades de saúde da capital Maternidade fecha

«Lisboa: Reorganização das unidades de saúde da capital
Maternidade fecha
É o fim da maior maternidade do País. A Alfredo da Costa, unidade-berço da maioria dos lisboetas, vai deixar de existir, transformando-se apenas num serviço de obstetrícia do futuro Hospital de Todos-os-Santos. 2012 é o ano previsto para a mudança, com a entrada em funcionamento do novo hospital em Chelas.
O futuro do edifício da Maternidade Alfredo da Costa (MAC) é ainda incerto, mas o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, António Branco, adianta que pode vir a albergar o Ministério da Saúde e os vários serviços tutelados espalhados pela cidade. Por enquanto, é apenas uma hipótese a trabalhar já que, ao contrário dos outros hospitais que vão ser absorvidos por Todos-os-Santos, as suas instalações no centro da cidade ainda não foram avaliadas.
Segundo os planos traçados pela tutela, em 2012, uma grávida de Lisboa terá três locais possíveis para ter filhos: Santa Maria, S. Francisco Xavier ou Todos-os-Santos (onde se vai situar a Estefânia e a MAC). "A MAC vai desaparecer por causa do planeamento dos serviços de saúde na cidade", explica António Branco.
O serviço de obstetrícia do gigante que nascerá em Chelas vai receber os casos mais complicados, que são agora atendidos na MAC, funcionando como unidade de segunda linha. E ainda as grávidas da área de residência daquela parte de Lisboa. As outras vão para os novos hospitais de Loures, Cascais e Vila Franca, que "vão absorver grande parte da clientela actual da maternidade", refere.
Mas, apesar de não estar nos planos de reorganização, a falta de médicos especialistas poderá obrigar as autoridades a encontrar entretanto uma solução de recurso. Nos próximos tempos os partos podem ter que ser concentrados em apenas duas maternidades: a MAC e Santa Maria. "A única hipótese é concentrar. O Ministério da Saúde não pode ter a funcionar serviços que são um risco para a grávida", diz António Branco.
OS NÚMEROS
PARTOS
A Maternidade Alfredo da Costa realiza, por ano, seis mil partos. É a maior do País em número de utentes. O serviço que está pensado para o Hospital de Todos-os-Santos terá um número um pouco inferior a este.
URGÊNCIAS
Em média, quase 33 mil mulheres recorrem por ano às Urgências de Obstetrícia/Ginecologia da Maternidade.
CAMAS
A lotação da MAC é de 150 camas para internamento das doentes.
RECURSOS
Em 2006, a unidade tinha 149 médicos e 255 enfermeiros nos quadros.
CONSULTAS
Por ano, a Maternidade Alfredo da Costa realiza mais de 60 mil consultas externas.
Rute Araújo»
Fonte: Correio da Manha
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=85D45B5C-6EE7-41CC-8A4E-0114832C0B3F&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF
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8/27/2008 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 26 de agosto de 2008
Álcool em excesso entre as mulheres afeta fertilidade

«O aumento do consumo álcool entre as mulheres poderá ter efeitos nefastos nos níveis de fertilidade, segundo um estudo norte-americano que analisou grupos de gêmeos australianos. Quando são jovens, pode favorecer condutas sexuais de risco e gravidezes indesejadas. Mas a partir dos 24 anos a dependência dificulta a possibilidade de ter o primeiro filho.
"À medida que aumenta a idade o efeito fica mais marcado.
A partir dos 24 anos, a possibilidade de ter um primeiro filho cai 40% nas mulheres que bebem de forma exagerada, enquanto que a partir dos 30 essa possibilidade cai 73%", disse ao jornal chileno La Tercera a professora de Psiquiatria da Universidade de Washington, Mary Waldron, uma das autoras do estudo que sairá na edição de Novembro do revista Alcoholism: Clinical Experimental Research.
No estudo foram analisados dois grupos de gêmeos australianos nascidos entre 1893-1964 (3634 mulheres e 1880 homens) e 1964-1971 (3381 mulheres e 2748 homens). Os resultados revelaram problemas reprodutivos nas mulheres alcoólicas de ambos os grupos, tendo o efeito nos homens sido quase nulo. Talvez porque as mulheres atingem concentrações de álcool no sangue maiores que os homens, apesar de consumirem o mesmo.
Segundo a professora norte-americana, o álcool pode causar problemas reprodutivos como desordens menstruais, disfunção sexual e complicações na gravidez que resultam em abortos espontâneos.
"As jovens que bebem álcool têm que pensar nas conseqüências a longo prazo em termos de maternidade tardia", alertou Waldron. "As mulheres que já têm problemas de fertilidade não devem usar o álcool para lidar com o stress causado pelos problemas de reprodução, porque o álcool iria piorar a situação além de poder criar dependência", concluiu.
Autor: Seção Ciência
Fonte: Diário de Notícias»
Fonte:Maracaju News
Link:http://www.maracaju.news.com.br/geral/view.htm?id=106711&ca_id=15
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8/26/2008 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Fertilidade, Noticias
Alimentação: Metade das mães usou alimentos biológicos na alimentação dos filhos - estudo

«23 de Agosto de 2008, 07:30
Lisboa, 23 Ago (Lusa) - Cerca de metade das mães de crianças até aos cinco anos já utilizou produtos biológicos na alimentação dos filhos, revela um estudo realizado em Lisboa, no qual é salientando que estes alimentos são demasiado caros.
Segundo o estudo "Slow Food: terá um lugar ao Sol?", realizado no distrito de Lisboa por finalistas de Medicina da Universidade Nova, a utilização dos produtos biológicos "encontra-se já relativamente difundida", com 49,9 por cento das mães de crianças com idades entre um e cinco anos a afirmarem terem já utilizado produtos biológicos na alimentação dos filhos.
"No entanto, a utilização destes alimentos ainda não faz parte do quotidiano das mães, com cerca de um terço (36,5 por cento) a utilizar apenas muito de vez em quando" e apenas dez por cento a utilizarem todos os dias, salientam os autores.
Os alimentos biológicos mais consumidos são a fruta, cenoura, tomate, batata e ovos.
O estudo realça ainda que 55,7 por cento das inquiridas "tinham um nível elevado de conhecimento sobre alimentação biológica" e que 77,8 por cento das que não usavam actualmente este tipo de alimentos tinham a intenção de os usar no futuro.
Segundo este trabalho, 90 por cento das mães que já usaram alimentos biológicos fizeram-no devido aos "benefícios para a saúde" e 62,3 por cento consideram-nos mais saborosos.
As principais razões apontadas para a sua não utilização foram o preço elevado (64 por cento) e a difícil acessibilidade (37,5 por cento).
A agricultura biológica não usa pesticidas ou fertilizantes artificiais, antibióticos, hormonas de crescimento ou aditivos alimentares.
O estudo realça que apesar da existência de alguma controvérsia científica acerca dos benefícios da alimentação biológica, é consensual que "a procura do alimento biológico tem aumentado, apesar do seu preço elevado, considerando-se uma alimentação mais saudável, dados os efeitos adversos dos pesticidas dos alimentos convencionais, especialmente nas crianças".
Entre outras sugestões, os autores apresentam a necessidade de realização de mais estudos sobre as vantagens nutricionais deste tipo de alimentação, a avaliação das opiniões de profissionais de saúde sobre esta matéria e a "redução do IVA e subsídio da agricultura biológica, de forma a reduzir os preços".
A nutricionista pediátrica Diana Silva, da Sociedade Portuguesa de Ciências da Nutrição e Alimentação, disse à Agência Lusa que, mais do que o uso de produtos biológicos, é preciso uma boa diversificação alimentar no primeiro ano de vida e formar os pais em termos de educação alimentar, para que possam transmitir boas práticas às crianças.
"Se as pessoas tiverem dinheiro para comprar alimentos biológicos, não temos nada contra, porque de facto o valor nutricional e o sabor da comida será melhor, mas neste momento o que é mais importante para nós é ensinar as populações, principalmente a pediátrica, a fazer boas escolhas alimentares", disse, salientando verificar diariamente um deficiente consumo de fruta, sopas e legumes pelas crianças, assim como um elevado consumo de refrigerantes, doces, proteínas animais e, sobretudo, de alimentos pré-confeccionados, devido à falta de tempo das famílias.
A nutricionista salienta ainda que o facto de a alimentação de boa qualidade ser cara é um dos problemas apontados pelas famílias que atende nas consultas como um obstáculo a uma alimentação melhor.
O estudo "Slow Food: terá um lugar ao Sol?" baseou-se na análise das respostas de 521 mães a um questionário realizado em Maio último junto de centros de saúde, hospitais, escolas/creches, parques infantis e centros comerciais do distrito de Lisboa.
Foi realizado por A.M. Nogueira, A.M. Palha, C. Carvalho, F. Serra, M.I. Salva, P. Benzinho, alunos do 6º ano da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, tendo por regente Jorge Torgal, por coordenador José Luís Castanheira e por orientador o pediatra Mário Cordeiro.
RCS.
Lusa/Fim»
Fonte:Noticias Sapo
Link:http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/dfee80392b610f20d1f1fd.html
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8/26/2008 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Como lidar com a alergia ao leite

«Cecilia Minner*, Jornal do Brasil
FOZ DO IGUAÇU - A interrupção precoce do aleitamento materno ou o uso de fórmulas à base de leite como complemento da amamentação pode desencadear no bebê uma alergia à proteína do leite de vaca (APLV). Vômitos, cólicas e diarréia são sintomas da doença de difícil diagnóstico – não há exames específicos para detectá-la. O mal afeta 5% das crianças brasileiras, principalmente nos primeiros dois anos de vida. No entanto, as eficazes fórmulas especiais de leite são caras e inacessíveis por grande parte da população.
– Assim que meu filho nasceu, os médicos deram para ele o que chamo de “mamadeira assassina”, o leite de vaca, e isso desencadeou uma alergia alimentar terrível. Na primeira semana, ele teve até crise de asma. E só depois de quatro anos descobriram que era uma alergia. Até agora, aos 14 anos de idade, ele não pode ingerir nenhum derivado de leite de vaca – relata Teresa Elisabete Pavan, que decidiu estudar nutrição para entender a patologia do filho.
A APLV é responsável por 90% dos casos de alergia alimentar. Como o intestino e o sistema imunológico do bebê ainda são imaturos, o organismo reconhece a proteína do leite de vaca como um corpo estranho e produz anticorpos.
– A predisposição genética também é um fator dessa alergia – afirma Christophe Dupont, professor de pediatria da Universidade René Descartes Paris V. – Quando os pais são alérgicos o risco de desenvolver a APLV chega a 80%.
A reação alérgica provoca problemas gastrintestinais (diarréia, prisão de ventre, náuseas e vômitos), respiratórios (asma e rinite) e dermatológico (manchas vermelhas na pele, lesões nas dobras e coceiras).
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatra e a Organização Mundial de Saúde, o aleitamento materno deve ser exclusivo até os seis meses de idade, pois ajuda também a prevenir contra reações imunológicas. No entanto, há crianças que apresentam sintomas da alergia quando a mãe ingere leite de vaca ou seus derivados. A APLV pode manifestar-se imediatamente ou dias após a ingestão da substância.
– A mãe deve continuar a amamentar e fazer uma dieta de exclusão do leite de vaca e laticínios, assim como a criança – explica José Vicente Spolidoro, gastroenterologista e nutrólogo, durante o Congresso Mundial de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediatria, em Foz do Iguaçu.
Com a remissão dos sintomas, a partir do teste de exclusão – forma mais eficaz de diagnóstico – a APLV é confirmada. Caso contrário, a complicação é outra e deve-se tomar novas providências. A alergia pode ser descoberta também com exames de sangue e testes subcutâneos.
No entanto, é preciso estar atento e não confundir alergia ao leite de vaca com intolerância à lactose. Esta última é causada pela falta de enzima no intestino que digere o açúcar do leite, a lactose.
A tardia detecção da doença, muitas vezes confundida com outros problemas, pode levar o bebê à desnutrição, anemia (quando ocorre sangramento intestinal), além do risco de reação anafilática.
– A maior preocupação do médico deve ser com a questão nutricional, evitando que as perdas continuem pela inflamação intestinal. Quando diagnosticada a alergia, deve-se substituir o leite de vaca por uma fórmula alimentar infantil – complementa Spolidoro.
As chamadas fórmulas extensamente hidrolisadas são alimentos hipoalergênicos (baixa probabilidade provocar alergia) à base de proteínas quebradas em pequenas partículas. As fórmulas de aminoácidos livres também são bem indicadas.
No entanto, esses produtos são produzidas no exterior e chegam ao Brasil com um preço alto. A lata de 400 g de aminoácidos custa em torno de R$ 400. Uma criança necessita, em média, de 20 latas por mês.
– Um menino de quatro anos faleceu há pouco tempo por falta do alimento. É preciso que as empresas brasileiras façam pesquisas e produzam esses leites especiais – declara Teresa, que recebe a fórmula Neocape do município e atende gratuitamente casos de alergia alimentar na Santa Casa de Misericórdia.»
Fonte:JB on line
Link:http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/08/24/e240832007.html
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8/25/2008 02:00:00 da tarde
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Bebês surdos devem aprender língua dos sinais nos primeiros meses de vida

«Pais têm de interagir com brincadeiras e usar linguagem para socialização.
Atividades buscam desenvolver habilidades visuais da criança.
O maior desafio para quem trabalha com crianças surdas é acreditar nos bebês como diferentes e não como deficientes. É assim que pensa a fonoaudióloga escolar Sandra Refina Leite, que trabalha na Escola para Crianças Surdas (ECS) Rio Branco, em São Paulo. Para Sandra, a melhor maneira de potencializar a produtividade e o desenvolvimento dos bebês é ensinar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) desde os primeiros dias de vida. A fonoaudióloga participa nesta sexta-feira (22), em São Paulo, de um encontro que vai discutir a educação para surdos.
“Desde o momento em que os pais descobrem a surdez do bebê é importante procurar um especialista para que, além da própria criança poder aprender a língua dos sinais, eles também possam aprendê-la. É fundamental que a criança desenvolva habilidades visuais para se sentir incluída socialmente e quanto mais cedo ela iniciar o processo de educação, melhor”, diz. “Todos os nossos esforços são para que a criança aprenda da maneira mais natural possível”.
A especialista afirma que os pais não costumam aceitar a surdez do bebê em um primeiro momento. “Nossa sociedade não está preparada para a diferença, e isso se reflete também no comportamento dos pais dos bebês, que demoram um pouco a se acostumar. Ainda assim, o resultado vale muito a pena”, afirma Sandra. A fonoaudióloga diz que em seis meses de atividades o bebê já começa a reconhecer os sinais, mesmo que de maneira ainda não estruturada.
Em casa, é fundamental que os pais se comuniquem com o bebê por meio da linguagem de sinais. Sandra reafirma ainda a importância de brincar com a criança e contar histórias. “Aos pais cabe a tarefa de apresentar o mundo à criança, nomear pessoas e coisas, para que ela entenda a complexidade do mundo, e interagir sempre”, diz.
Surdez
O teste que identifica a surdez do bebê pode ser feito ainda na maternidade. As causas da deficiência podem ser muitas, mas as mais evidentes, segundo Sandra, são casos de meningite, rubéola e toxoplasmose da mãe durante a gravidez.
No processo educacional proposto pela ECS, o bebê participa de atividades educacionais até os 3 anos, para se familiarizar com a linguagem de sinais. A partir dos 3 anos, a criança é encaminhada para o ensino formal em uma turma formada apenas por surdos. Depois do quinto ano do ensino fundamental, a orientação é que o aluno seja encaminhado a uma escola tradicional, acompanhado de um intérprete.
“Propomos que o aluno fique em uma escola especial porque em todos os outros momentos do dia ele conviverá com pessoas ouvintes, dentro da própria família. A idéia não é isolar o aluno, mas ensiná-lo a agir como uma pessoa diferente, mas participante quando for exposto a qualquer situação com ouvintes”, afirma.
No próximo sábado (23) acontece, em São Paulo, o Congresso Internacional “Bilingüismo - Educação para Surdos: Práticas e Perspectivas”. O objetivo do encontro, que reúne profissionais de vários países, é propor e discutir temas relacionados à educação de surdos.»
Fonte: G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL732407-5598,00-BEBES+SURDOS+DEVEM+APRENDER+LINGUA+DOS+SINAIS+NOS+PRIMEIROS+MESES+DE+VIDA.html
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8/25/2008 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Consumo de mel pode fazer mal a bebês, afirma Anvisa

«ANGELA PINHO
da Folha de S.Paulo, em Brasília
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou recomendação para que adultos não dêem mel a crianças com menos de um ano. Ela se baseou em estudos que mostraram a presença da bactéria Clostridium botulinium, causadora do botulismo intestinal, em exemplares do produto.
Um dos trabalhos, realizado por pesquisadores da Unesp e publicado neste ano, analisou cem amostras de mel colhidas em 2002 e 2003 em mercados, feiras livres e camelôs de seis Estados --Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo. A bactéria foi encontrada em 7% delas.
A pesquisa examinou apenas o mel artesanal, mas, segundo Adriana Valim Ferreira Ragazani, uma das autoras, análises preliminares mostraram que o produto industrializado também tem o mesmo risco.
A pesquisadora afirma que o ideal é que crianças só comam mel a partir dos dois anos. Até essa idade, afirma, sua flora intestinal não está totalmente formada. Isso permite o alojamento da bactéria no seu sistema digestivo, o que pode causar a doença. Adultos tendem a eliminar a Clostridium botulinium transmitida pelo mel.
Em 2006, foram registrados cinco casos de botulismo. O Ministério da Saúde informou que ontem não teria tempo hábil para apurar se ocorreram em bebês e se a bactéria foi transmitida por mel.
Maria Cecília Martins Brito, da diretoria colegiada da Anvisa, diz que a agência não tem registros com essas características. Ela acredita, porém, que pode haver casos não diagnosticados ou em que o médico não faz elo entre a doença e o consumo do produto.
Brito ressalta que as evidências não são motivo para pânico. "É motivo para cuidado. Não precisamos ser submetidos a esse perigo." A recomendação tem caráter preventivo.
A autora do estudo da Unesp afirma que não é possível determinar com precisão a presença da bactéria no mel, mas duas hipóteses são: problemas na manipulação do produto ou na esterilização da embalagem.
A inspeção da qualidade do alimento é feita pelo Ministério da Agricultura. Questionada via assessoria de imprensa, a pasta, porém, diz que não analisa a presença da bactéria, pois não há regulamentação.
Ressaltando que não há razão para alarme, a diretora da Anvisa recomendou a mães de bebês que ingeriram mel que, por precaução, fiquem atentas a sintomas como prisão de ventre e dificuldade de sucção. O botulismo pode levar à morte, mas tem tratamento se diagnosticado a tempo. »
Fonte:Folha on line
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u435194.shtml
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8/21/2008 02:00:00 da tarde
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Pré-eclampsia é alto risco para as mães e os bebês

«A pré-eclampsia é uma doença que se caracteriza pelo aumento da pressão arterial nos últimos três meses da gestação, com perda de proteínas através da urina. O problema pode se tornar ainda mais grave quando não tratado adequadamente, evoluindo para a eclampsia e até mesmo levar a morte da mãe. Para falar sobre este mal que tanto assusta as mulheres, o médico João Valadares irá ministrar uma palestra na XVI Jornada Piauiense de Ginecologia e Obstetrícia, que acontece entre os dias 20 e 23 de agosto.
De acordo com Valadares, os fatores de risco mais importantes são hipertensão prévia, diabetes, ganho de peso elevado na gravidez, história familiar de pré-eclampsia e primeira gravidez. O médico ressalta que as mães com idade avançada, bem como as adolescentes, devem ficar atentas a qualquer indício da doença.
"A pré-eclampsia pode severamente restringir a circulação sanguínea para a placenta e o be-bê pode ser afetado. Várias medidas foram testadas para prevenir o aparecimento da pré-eclampsia, mas nenhum resultado foi considerado convincente. Para prevenir a doença é fundamental o início precoce do pré-natal e um acompanhamento adequado da gestação", explica o médico.
Segundo Valadares, o sulfato de magnésio, quando indicado, deve ser utilizado antes do parto e seu uso não traz efeitos deletérios para o bebê. O uso pode provocar ondas de calor no corpo da gestante no início de sua aplicação, mas este efeito desaparece em pouco tempo. Quando usado em dose muito alta, acima da recomendada para tratamento, pode provocar parada respiratória
Em sua palestra, o médico vai abordar o uso de sulfato de mag-nésio, que representa a medicação para a prevenção e tratamento de convulsões que ocorrem em pacientes com pré-eclampsia. "É uma droga bastante segura quando usada na gravidez. No entanto, sua utilização deve ser realizada em ambiente hospitalar por equipe médica e de enfermagem treinadas, e em local que possibilite uma vigilância contínua do bem estar materno.
Toda gestante que apresente elevação da pressão arterial deve procurar imediatamente um serviço de saúde para receber o tratamento e orientação adequados para seu caso", orienta.
Toda gravidez que aparece pré-eclampsia deve ser considerada como de alto risco. Nestas circunstâncias aumentam as chances de ocorrência de complicações como deslocamento prematuro da placenta, insuficiência cardíaca, edema agudo de pulmão e distúrbios de coagulação que aumentam em muito o risco de morte para a mãe e para o filho. "Por esta razão recomenda-se que toda gestante, principalmente aquelas com fatores de risco para pré-eclampsia, deve iniciar o pré-natal o mais precocemente possível e siga, rigorosamente, as recomendações de seu médico. Assim, é possível reduzir os riscos da doença e, conseqüentemente, os altos índices de mortalidade materna e perinatal a ela associados", afirmou Valadares.
Para o tratamento, é necessário repouso e observação constante do caso, nos casos leves podem ser acompanhados em regime de atendimento ambulatorial. Os casos graves devem ser internados. A interrupção da gravidez vai depender do bem estar da mãe e do filho.
Já no caso da eclampsia, a internação também é obrigatória, por que pode ocasionar convulsões. "A gestante deve ser tratada com sulfato de magnésio, ter sua pressão arterial controlada e a gravidez deve ser interrompida se as condições clínicas da mãe não estiverem estabilizadas. Este tratamento deve ser acompanhado por obstetra experiente e com serviços especializados em gestação de alto-risco" finalizou o médico.
Fonte: Com informações Diário do Povo Edição: Fábio Carvalho»
Fonte:180 Graus
Link:http://180graus.brasilportais.com.br/geral/pre-eclampsia-e-alto-risco-para-as-maes-e-os-bebes-37774.html
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