sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Barriguita





Com profundas tradições nórdicas, a técnica de criar o molde em gesso da barriga de grávida chega agora ao nosso país, pela mão da Barriguita, uma empresa inovadora, que utiliza apenas materiais naturais.


Para a decoração do molde, um portfolio de desenhos infantis, criados por Manuela Coutinho, artista plástica portuense, que desta forma dá o seu contributo ao projecto.
Seja no atelier, em Leça da Palmeira, ou em sua própria casa, pois a “escultora” efectua deslocações a todo o país, não deixe de viver esta experiência única.

Mais informações em www.barriguita.com.pt


A Barriguita oferece aos leitores do blog o desconto de 10%.

Para tal, apenas bastará se identificar como leitores do blog "Planeamento de uma Gravidez". Prazo da campanha de descontos: 18 de Outubro a 18 de Novembro.

Estudo: bebês diferenciam canções alegres de tristes


«Portal Terra
SÃO PAULO - Bebês com cinco meses de idade são capazes de distinguir músicas alegres, como a famosa "Ode to Joy" ("Hino à Alegria", na tradução em inglês) da 9ª sinfonia de Beethoven, das músicas tristes, informa um estudo publicado no site científico Live Science. Os resultados da pesquisa estão na última edição do jornal Infant Behavior and Development.
Para sugerir que os bebês possuem essa percepção, os pesquisadores americanos criaram um teste musical com os pequenos, fazendo com que escutassem músicas de Beethoven e outras com tons mais compassados.

Quando os cientistas liberavam a canção triste, paravam-na e em seguida reiniciavam-na, os recém-nascidos adotavam uma postura facial emocionalmente neutra.

No entanto, quando "Ode to Joy" era tocada os bebês apresentavam um considerável interesse, fitando os olhos por alguns segundos. Já com crianças de 9 meses, os cientistas identificaram que o resultado era exatamente o oposto e elas fixavam os olhos ao escutar as canções tristes.

Segundo o psicólogo Ross Flom, professor da Brigham Young University e autor do artigo, a pesquisa é um outro exemplo de como os bebês elaboram o sentido do mundo muito antes de começar a falar.

- Uma das primeiras coisas que os recém-nascidos compreendem é a emoção e para eles a melodia é a mensagem, afirmou.
O que torna uma canção feliz?
A professora de música Susan Kenney, que não participou do estudo, analisou os resultados do ponto de vista musical, indicando algumas diferenças técnicas entre as músicas felizes e tristes que os bebês ouviram.

- Nas canções alegres, encontramos frases curtas em uma cadência de ritmos mais rápida do que nas outras canções, além de terem uma orientação melodica para cima, explicou.

No caso das canções tristes, a melodia se caracteriza por uma batida lenta e longa.
- É algo fascinante um bebê entender essas diferenças, finalizou. »

Fonte:JB On line
Link:http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/10/11/e111022598.html

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

LEITE MATERNO DEVE SER ALIMENTO ÚNICO ATÉ OS SEIS MESES


«O leite materno é o melhor alimento para o bebê. A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que os bebês recebam o leite ma­terno até, pelo menos, dois anos de idade e ele deve ser o único alimento até, pelo menos, os seis primeiros meses de vida.

A Pesquisa Nacional de Demo­grafia e Saúde (PNDS), divulga­da no início de julho de 2008, re­velou que 43% das crianças são amamentadas na primeira hora de vida no Brasil, 99% são ama­mentadas no primeiro dia de vida e 40% das crianças menores de seis meses recebem exclusiva­mente o aleitamento materno.

Especialistas alertam que o ideal é que os bebês, logo após o nasci­mento, sejam colocados em con­tato com a mãe o quanto antes, sem o mínimo de intervenções.

Atos como pesar e medir de­vem ser feitos depois. Mama­deiras e chupetas devem ser evitadas por oferecer risco de contaminação do leite e tam­bém por desestimular o corpo da mãe a produzir mais leite.

O aleitamento na primeira hora de vida é extremamente impor­tante. O colostro (leite ainda em formação, mas rico em anticor­pos) é responsável pela imu­nização da criança e aumenta a capacidade de proteção con­tra infecções, principal causa da mortalidade de recém-nascidos.

Depois disso, a primeira mama­da também estimula a produção do leite materno e agiliza a li­beração do hormônio ocitocina, que induz as contrações do útero e evita hemorragias pós-parto.»
Fonte:Folhaes
Link:http://www.folhaes.com.br/folhaes/noticias.asp?nID=14818

Saúde: Hospital do Barlavento Algarvio certificado como "Amigos dos Bebés"


«O Hospital do Barlavento Algarvio, em Portimão, recebeu ontem das mãos da ministra da Saúde, Ana Jorge, o certificado de “Hospital Amigos dos Bebés”, uma distinção da UNICEF já atribuída ao Hospital Garcia d´Orta e Maternidade Bissaya Barreto.
“Já temos três hospitais 'Amigos dos Bebés', mas precisamos continuar este trabalho de promoção do aleitamento materno em Portugal”, afirmou a ministra da Saúde na Conferência da UNICEF/Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés, que assinala a “Semana do Aleitamento Materno”, com o tema “Apoio às Mães no Sucesso da Amamentação”.


Para Ana Jorge, seria “excelente” que todos os hospitais onde “há e nascem crianças” fossem “Amigos dos Bebés”, o que significava que “todos eles desenvolveriam uma política de promoção de aleitamento materno”. “Esse é o grande objectivo, como acontece nos países que são grandes indicadores de saúde, como a Suécia e a Noruega - países de primeiro mundo - em que a percentagem de hospitais 'Amigos dos Bebés' é grande”, afirmou Ana Jorge à agência Lusa, à margem do congresso. O presidente da UNICEF Portugal, Manuel Pina, adiantou que a tarefa de certificar os hospitais Amigos dos Bebés está agora mais facilitada, porque já existe uma “carteira de avaliadores nacionais” e já não é preciso recorrer a especialistas internacionais. "Até agora, ao segundo HAB [Maternidade Bissaya Barreto], nós tivemos de recorrer a uma técnica internacional de reconhecimento.

Neste momento já há uma carteira de formadores e vai ser relativamente mais fácil e menos dispendioso fazer a certificação”, sustentou. O certificado "Hospital Amigo dos Bebés (HAB)" foi criado no início da década de 90 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Para o receberem, os hospitais têm de cumprir 10 medidas, nomeadamente ter uma política de promoção de aleitamento materno e dar formação à equipa. A Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés quer estender a iniciativa “Amigos dos Bebés” aos centros de saúde e universidades. “Queremos sensibilizar as autoridades de saúde a dar-nos todos os apoios possíveis”, sublinhou o presidente da UNICEF, lembrando as “vantagens económicas do aleitamento”. A enfermeira Teresa Félix, da Comissão Nacional, acrescentou que faz “todo o sentido” os centros de saúde e as universidades ligadas à saúde estarem envolvidos nesta dinâmica, como acontece noutros países, para um melhor apoio e acompanhamento das mulheres grávidas.

Presente no congresso, o presidente do conselho directivo da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, Rui Lourenço, sublinhou que existem conselheiros de aleitamento materno e “cantinhos de amamentação” em dez centros de saúde e nos dois hospitais da região. A ARS/Norte também tem apostado na promoção do aleitamento materno, tendo desde Abril de 2007 iniciado a formação de profissionais nesta área, abrangendo já cerca de 250 especialistas, entre os quais médicos e enfermeiros, segundo a médica Maria Constantina Silva.


Para promover o aleitamento materno foi lançada uma campanha global destinada a informar e incentivar ao apoio da comunidade ao aleitamento materno. Um site na Internet (www.cantinhodaamamentacao.com ) e um fórum de discussão são alguns dos suportes disponíveis para informar e criar “uma comunidade de verdadeiros apoiantes da amamentação”.

A enfermeira Marília Pereira, especialista em Saúde Materna e Obstetrícia e consultora de aleitamento materno, disse que “para que a amamentação seja bem sucedida e duradoura é necessário que a família, os profissionais de saúde e a comunidade apoiem a mãe que amamenta, protejam e promovam o aleitamento materno”. “O aleitamento materno é o único alimento completo e ideal para o bebé até ao sexto mês de vida”, sublinhou a enfermeira.»

Fonte:Jornal do Algarve
Link:http://www.jornaldoalgarve.pt/artigos.aspx?id=8673

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Cientistas criam teste de sangue que detecta Síndrome de Down


«Cientistas afirmam ter desenvolvido um exame pré-natal que detecta a Síndrome de Down bem mais seguro e menos invasivo do que os testes habituais.

O teste mais convencional em uso, o da amniocentese, que consiste no uso de uma agulha para retirar líquido do útero, pode causar abortos e danos ao feto.

Com o novo teste, cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
conseguiram identificar, com sucesso, vários casos de síndrome de Down, segundo um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

O teste consiste em uma análise genética de uma amostra do sangue da mãe. Ele pode detectar a presença de cópias extras do cromossomo 21.

A Síndrome de Down é causada quando a pessoa possui uma cópia extra do cromossomo – condição genética conhecida como trissomia do 21.

De acordo com os cientistas, se um feto possui três cópias do cromossomo, ao invés de apenas as duas normais, haverá também um aumento na quantidade de cromossomos 21 no sangue da mãe, já que o DNA consegue atravessar a placenta do bebê para o corpo da mãe.

Segundo a pesquisa, o exame de sangue desenvolvido em Stanford é capaz de identificar e contar os fragmentos de DNA e é sensível o bastante para detectar até um pequeno aumento no número de cromossomos 21.

Pesquisa

Para realizar o estudo, os cientistas testaram o exame em 18 mulheres grávidas e identificaram com sucesso nove casos de Síndrome de Down entre as participantes e dois casos de outras anomalias genéticas conhecidas como aneuploidias, definidas por uma perda ou ganho de material genético.

Stephen Quake, que coordenou o estudo, afirma que será necessário repetir os exames em um número maior de mulheres.

Ele explica que está confiante de que o novo exame de sangue poderá ser usado de forma rotineira em hospitais dentro de alguns anos.

Um dos modos mais comuns para diagnosticar se um bebê possui ou não a Síndrome de Down é a amniocentese, um método invasivo que consiste em introduzir uma agulha no útero para retirada de um líquido para análise genética.

Segundo informações do Royal College de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha, cerca de uma em cada 100 mulheres que realiza o teste acaba perdendo o bebê como resultado da prática invasiva.

Quake esclarece que "o exame não-invasivo será muito mais seguro que as práticas atuais".

Para Lyn Chitty, especialista em genética e medicina fetal da University College, em Londres, o exame é um "desenvolvimento interessante para a prática de métodos menos invasivos e mais seguros para detectar a Síndrome de Down".

Segundo ela, outros cientistas estão estudando marcas genéticas diferentes no sangue para detectar a Síndrome. No entanto, Chitty esclarece que esses testes, ao contrário do teste de DNA, não funcionam em todas as mulheres.

Carol Boys, diretora da Associação da Síndrome de Down, disse que não há dúvidas que métodos não-invasivos serão introduzidos nos próximos anos.

"É muito importante que os pais tenham informações precisas sobre a Síndrome antes que tomem a decisão de interromper ou não a gravidez", disse.

"Não consideramos a Síndrome de Down como uma razão para se terminar a gravidez, mas reconhecemos que criar uma criança com a Síndrome não é certo para todas as pessoas", afirmou.

"Quanto mais informados os pais estão, melhor posicionados eles estarão para tomar a decisão correta para sua família", conclui Boys.»

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081007_sindromedownnovoexame_np.shtml

Nasceu bebé geneticamente seleccionado para salvar irmão


«Os médicos utilizaram uma técnica que permite certificar a saúde do embrião antes de o transferir para o útero materno

Nasceu em Espanha o primeiro bebé geneticamente seleccionado para curar o irmão que sofre de uma anemia muito grave – Beta Talassemia Maior. Javier, assim se chama o recém-nascido, é a última esperança para a cura de Andrés, de 6 anos.

Andrés sofre da mais grave forma de anemia congénita e a sua vida tem estado dependente, até agora, de constantes transfusões de sangue que originam a acumulação de ferro no coração. Uma situação que, na maioria dos casos, leva à morte.

Para tratar a Beta Talassemia Maior é necessário realizar um transplante de medula com elevados níveis de compatibilidade.

Durante o nascimento do bebé os médicos envolvidos no procedimento recolheram o sangue do cordão umbilical para nas próximas semanas realizar o transplante de medula óssea.

As probabilidades de tratamento do jovem Andrés são elevadas.

Onde entra a necessidade de modificação genética?

Uma vez que se trata de uma doença hereditária, era necessário ter a certeza que o bebé que ia nascer não sofria do mesmo problema.

Depois de aprovado pela Comissão Nacional de Reprodução Assistida espanhola, os médicos utilizaram uma técnica que permite certificar a saúde do embrião antes de o transferir para o útero materno.

O método não só permitiu a concepção de um bebé sem a enfermidade como também um dador totalmente compatível com o doente.

Trata-se do primeiro caso realizado integralmente em Espanha.

Tanto os médicos como os pais estão esperançados que a segunda parte do processo vai correr bem e que Andrés vai superar este momento.

Alexandre Brito, RTP»

Fonte: RTP
Link:http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=367983&visual=26&tema=2

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Banco de leite na Alfredo da Costa - Primeiro espaço do género em Portugal


« O primeiro banco de leite materno do país vai nascer na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, segundo anunciou esta semana a ministra da Saúde, Ana Jorge.

As palavras de Ana Jorge surgiram à margem da Conferência da UNICEF/Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés, que marcou o arranque da «Semana do aleitamento materno».

Os hospitais com taxas elevadas de bebés prematuros poderão ser os próximos a acolher nas suas instalações este tipo de serviço, salienta a Lusa.

O risco de doenças transmissíveis determinou o fim dos bancos de leite que foram, em tempos, uma realidade no país, permitindo doações de mulheres que tenham excesso de leite.

O objectivo primordial destes espaços passa por suprimir a carência de leite em bebés cujas mães não tenham leite ou não possam dá-lo, como acontece em casos de infectadas com VIH/sida, tuberculose ou hepatites.

Os bancos de leite poderão fazer toda a diferença pois, através de técnicas actuais de tratamento de leite materno, é possível manter as suas qualidades.»

Fonte:Fábrica de conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=d3d9446802a44259755d38e6d163e820&id=c58793b86a933a02ff4fd2c804a79ae0

Vacina contra o cancro do colo útero disponível no fim do mês


«A vacinação gratuita de adolescentes contra o papiloma vírus humano vai iniciar-se apenas no fim do mês. A calendarização foi revelada hoje ao Expresso pelo director-geral da Saúde, Francisco George.
Vera Lúcia Arreigoso

A administração gratuita da vacina contra o papiloma vírus humano - agente do cancro do colo do útero - só será iniciada no fim do mês. A previsão foi revelada hoje ao Expresso pelo próprio director-geral da Saúde, Francisco George, que no próximo dia 15 vai reunir-se com todos os coordenadores regionais para ultimar a estratégia de dispensa da mais recente vacina do Plano Nacional de Vacinação.

"Os centros de saúde vão decidir qual é a melhor estratégia, utilizando também os serviços de saúde escolar. Onde existir menor cobertura poderão ser enviados postais às jovens adolescentes, aliás, como já está previsto no Plano Nacional de Vacinação", explicou o responsável. Segundo Francisco George, "a abordagem será mista, mas a administração da vacina terá de ser no centro de saúde".

Ainda este ano, está prevista a vacinação das raparigas nascidas em 1995 e no próximo ano das jovens que nasceram em 1996. Em 2010 será a vez das adolescentes com data de nascimento em 1997, mas haverá um extra: entre 2009 e 2011 deverão ser vacinadas as jovens então com 17 anos.

A vacina escolhida é produzida pela Sanofi Pasteur e garante protecção para outras doenças genitais, como condilomas e verrugas. O processo de selecção foi conturbado e a confirmação oficial do concorrente vencedor só deverá acontecer no início do próxima semana, quando estará terminado o prazo legal de contestação, entretanto, prolongado até à próxima sexta-feira "por razões processuais e administrativas", disse ao Expresso fonte da Administração Central do Sistema de Saúde, que liderou o concurso.»

Fonte:Expresso
Link:http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/418570

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Chocolate na gravidez x felicidade do bebê


«Durante a gestação você precisa controlar sua dieta, para a sua saúde e a do bebê. E se soubesse que o consumo de chocolate poderia garantir a felicidade do seu filho? Um estudo realizado na Universidade de Helsinki, na Finlândia, sugere que as grávidas que comem o doce durante os nove meses podem ter crianças mais felizes. Os pesquisadores acreditam que os elementos químicos encontrado no doce podem chegar à criança durante a gestação.

A pesquisa foi realizada com 300 mulheres antes e depois do parto. Elas foram questionadas sobre seu nível de estresse e quantidade de chocolate consumida na gestação. Após seis meses, foi feito um novo teste para saber o comportamento das crianças. O resultado do estudo mostrou que as mulheres que comeram chocolate durante a gravidez têm filhos mais sorridentes, ativos, alegres e sem medo de enfrentar novas situações.

Para Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista do Hospital Sírio-Libanês, a serotonina ativada pelos componentes do chocolate não atravessam a placenta. “Acho difícil o bebê ser mais feliz porque a mãe comeu chocolate na gestação. O doce pode deixar a mulher mais feliz, mas não a criança que está ainda na barriga ", diz.

Além disso, é preciso ficar atenta com a quantidade de calorias consumidas na gravidez. Segundo Carla Gonzáles Rossini, nutricionista do Hospital Santa Catarina, a grávida pode consumir no máximo 30 gramas de chocolate (1 barra pequena) por dia, se tiver uma gestação tranqüila. Mais que essa quantidade, a mulher pode comprometer a saúde do bebê por causa da gordura. Já, se a mulher tiver diabetes gestacional, ela deve evitar o doce.

Carla Conde, Revista Crescer »

Fonte:Imirante
Link:http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=178537

Natalidade: saiba quais os novos incentivos


«São cada vez mais as autarquias e juntas de freguesia, em Portugal, que atribuem apoios financeiros à natalidade, criando incentivos para o aumento da população, informa a Lusa.

A Câmara de Boticas vai atribuir 500 euros por cada nascimento registado no concelho, uma medida que entra em vigor em Janeiro de 2009, mas com efeitos retroactivos ao início deste ano.

Para receber o apoio, as mães têm que ser residentes e recenseadas no concelho de Boticas há mais de um ano. As candidaturas devem ser apresentadas no serviço de atendimento do município até 60 dias úteis contados da data de nascimento da criança.

Objectivo é «estabilizar a população», cada vez mais envelhecida

Também no distrito de Vila Real, a Câmara de Murça atribuiu um apoio financeiro de 750 euros às crianças que nasçam no concelho, uma medida que foi implementada depois de, em 2002, a autarquia ter instituído um subsídio de dois mil euros dirigido aos casais que se casem e ali se fixem.

«O nosso objectivo é, pelo menos, estabilizar a população. Os resultados no ano passado mostram-nos que valeu a pena. Se foi pelo incentivo, ou não, é difícil de avaliar», salientou João Teixeira, presidente da Câmara de Murça.

Em 2007, também as juntas de freguesia de Arroios, concelho de Vila Real, e Provezende, concelho de Sabrosa, anunciaram um apoio financeiro de 250 euros aos bebés lá nascidos.

Maior incentivo é de Lamas de Olo

Este ano, a Junta de Freguesia de Lamas de Olo, também no concelho de Vila Real, anunciou um apoio financeiro de 1000 euros a todos os bebés que nasçam na localidade, o maior incentivo atribuído à natalidade por uma autarquia em Portugal.

Segundo o presidente desta autarquia, Domingos Fernandes, será também atribuído um subsídio mensal de 100 euros às crianças, até que façam os 10 anos, para ajudar as famílias com a sua alimentação.

A Câmara de Vimioso, no distrito de Bragança, foi a primeira em Portugal a anunciar um apoio financeiro de 500 euros aos bebés que nasçam no concelho. Em seis anos, a autarquia atribuiu 75 mil euros a cerca de 150 crianças naquelas condições.»

Fonte: Iol
Link:http://diario.iol.pt/sociedade/natalidade-nascimentos-incentivos-tras-os-montes-bebes/999811-4071.html

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Um pouco de mim ... Eis o meu filhote.

Grávidas têm transportes para consultas médicas


«Para tal, o director do Centro de Saúde, Dr. José Gonçalves, solicitou apoio para as deslocações ao Município de Murça.
O presidente da Câmara Municipal, João Teixeira, autorizou a deslocação de uma viatura e motorista para transporte de um grupo de sete grávidas que participaram nesta experiência piloto.
Com esta actividade a Câmara de Murça pretende apoiar as mulheres que pretendam vir a ser mães, com o objectivo de incentivar o crescimento da natalidade. Já existia a atribuição de um apoio financeiro de 750 euros por cada nascimento, mas a autarquia resolveu agora proporcionar mais um apoio que não apenas monetário.
As grávidas que participaram nesta experiência mostraram-se satisfeitas com a iniciativa.»

Fonte:Imprensa Regional
Link:http://www.imprensaregional.com.pt/jornal_terra_quente/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czozOiIzNjkiO3M6OToiaWRfc2VjY2FvIjtOO30=

Depressão pós-parto leva à interrupção precoce do aleitamento materno, indica pesquisa


«Da Redação*
Uma pesquisa feita na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) indica que crianças de mães com sintomas de depressão pós-parto apresentam risco 80% maior de interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo.

A pesquisa apontou ainda que no primeiro mês de vida a interrupção precoce de aleitamento materno foi cerca de 60% mais alta entre as crianças que moravam em condições ambientais insatisfatórias. O estudo foi publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, editada pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz.

Entretanto, de acordo com Maria Helena Hasselmann, professora do Instituto de Nutrição da Uerj e uma das autoras do artigo, a suspeição de depressão pós-parto foi mais determinante na interrupção da amamentação do que as variáveis socioeconômicas.

De acordo com a pesquisadora, a depressão pós-parto pode representar não somente os perfis psicológico-emocionais maternos, mas também aspectos relacionados a dificuldades em amamentar. Hasselmann explica que a depressão pós-parto pode causar sentimentos de baixa auto-estima, o que faz com que a mãe perca a confiança em seu papel materno e deixe de perceber os benefícios da amamentação.

O estudo analisou variáveis demográficas, socioeconômicas, maternas (como número de consultas pré-natais) e condições de nascimento, entre outras. Participaram 429 crianças recém-nascidas no período de junho de 2005 a dezembro de 2006 em Unidades Básicas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Segundo a pesquisadora, os resultados evidenciam a importância da saúde mental materna para o sucesso do aleitamento materno exclusivo.

*Com informações da Agência Fapesp»

Fonte:Ciência e Saúde
Link:http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2008/10/01/ult4477u1014.jhtm

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Amamentar reduz risco de câncer de mama, diz estudo


«Mães que amamentam seus filhos por um total de um ano reduzem em quase 5% os riscos de desenvolver câncer de mama, sugere uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha.

O estudo foi conduzido por pesquisadores da World Cancer Research Fund, uma organização de pesquisa sobre a doença. Eles fizeram uma revisão de quatro estudos sobre amamentação e concluíram que amamentar por pelo menos um ano reduz os riscos de desenvolver esse tipo de câncer em 4,8%.

De acordo com a pesquisa, os 12 meses de amamentação não precisam ser contínuos - amamentar dois bebês durante seis meses, por exemplo, teria o mesmo efeito na saúde das mães.

"Queremos levar adiante a mensagem de que amamentar é algo positivo que as mulheres podem fazer para reduzir o risco de câncer de mama", disse Rachel Thompson, que coordenou o estudo.

"Reduzir o risco em 5% pode não parecer muito, mas quanto mais tempo uma mulher amamentar, mais irá reduzir esse risco", afirmou Thompson.

Benefícios

Segundo os pesquisadores, a amamentação diminui os níveis de alguns hormônios relacionados ao câncer no sangue das mães.

Além disso, depois do período de aleitamento, o corpo elimina quaisquer células que podem ter o DNA danificado nas mamas, o que também contribui para uma diminuição no risco de desenvolver a doença.

O estudo ressalta ainda que os efeitos da amamentação não ocorrem apenas no corpo das mães, mas estendem-se para a saúde dos bebês.

A revisão das pesquisas sobre o aleitamento materno indica que bebês que foram amamentados são menos propensos a consumir muitas calorias ou proteínas em excesso e se tornarem obesos.

O excesso de gordura no corpo aumenta o risco de pelo menos seis tipos de câncer – nos rins, pancreático, no esôfago, de mama no período pós-menopausa, endometrial e nos intestinos.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que amamentar pode diminuir os riscos de desenvolver outros problemas de saúde nas mães, como artrite e a diabetes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que mães alimentem seus filhos exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade e continuem a oferecê-lo junto a outros alimentos até os dois anos de idade.

Os pesquisadores da World Cancer Research Fund recomendam a mesma prática.

"Porque as provas de que amamentar reduz os riscos de desenvolver câncer de mama são tão convincentes, recomendamos que as mulheres amamentem seus filhos durante seis meses e depois continuem com uma dieta complementar", afirmou Thompson.»

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/09/080929_amamentarcancer_np.shtml

Aleitamento materno com “unhas e dentes”


«"Evoluir para a excelência no apoio materno", assim se intitula a campanha de promoção para a amamentação do recém-nascido que está a ser realizada por um grupo do Hospital Central do Funchal e que decorre esta semana. Na quinta e na sexta-feira, dias 9 e 10 de Outubro, a grávidas e mães daquela unidade hospitalar assim como a população em geral vão ser sensibilizadas para o problema.


O Hospital Central do Funchal (HCF) está a realizar a sua primeira semana nacional da amamentação, a qual decorre, desde ontem e até ao dia 10 de Outubro. Os dias com mais actividades são, no entanto, nas próximas quinta e sexta-feira.
"Evoluir para a excelência no apoio materno", assim se intitula esta iniciativa que, segundo a enfermeira Elisa Castro, tem como objectivo o de difundir não só os benefícios do aleitamento, mas também a importância do apoio da família, da comunidade, das entidades empregadoras e do Governo para o bem-estar da mãe da criança.
Elisa Castro é um dos nove elementos do grupo promotor do aleitamento materno do Hospital Central do Funchal. Nele, entarão especialistas da Unidade de Cuidados Intensivos Neo-natais, do serviço de Puérperas e do Serviço de Pediatria.
Este grupo vai estar, na quinta e na sexta-feira, dias 9 e 10, no hall do Hospital Central do Funchal, onde fará a entrega de informação em suporte papel, a oferta de pequenas lembranças a mães e a exposição de objectos de apoio à amamentação.
Elisa Castro e Rosa Gouveia, que aceitaram falar ao JM sobre esta iniciativa, asseguram que há cada vez mais mães dispostas a amamentar os seus filhos. Ainda assim, conforme adiantaram, ainda há muitas que alegam questões profissionais ou questões físicas (como o mamilo raso) para não amamentarem as suas crianças.
Elisa Castro lembra que, dados os meios existentes, no sentido de ajudar todas as mães a amamentarem as suas crianças, «só não o faz quem não quer».
Na informação que este grupo promotor do aleitamento vai fornecer nos contactos com as mães do HCF e público em geral, vai ser destacado o facto de ser importante que seja colocado o recém-nascido ao peito da mãe logo na primeira meia hora de vida.


Como "amigo do bebé"
HCF quer acreditação

O Hospital Central do Funchal quer receber a acreditação de "Hospital Amigo dos Bebés". Como tal, tudo tem vindo a fazer no sentido de cumprir a política de promoção de aleitamento materno.
Assim, e conforme nos dizem Elisa Castro e Rosa Gouveia, aquele estabelecimento hospitarl está a realizar formação no sentido de fazer com que os profissionais incentivem as mães a amamentarem as suas crianças. Por outro lado, mesmo que a mãe esteja separada do seu bebé por quaisquer razões, o aleitamento continua a ser estimulado, excepto se houver outra indicação da parte do médico. A unidade hospitalar realiza ainda iniciativas que vão no sentido de encorajar as mães para continuarem a amamentação pelo menos durante os primeiros seis meses de vida da criança.
O Hospital Central do Funchal distribuiu ainda um guia de acolhimento. Por tudo isto, aquela unidade hospitalar espera vir a ser acreditada como Hospital Amigo do Bebé e vir a juntar-se a pelo menos outras duas já existentes.»

Fonte:Jornal da Madeira
Link:http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=106365&sdata=2008-10-07

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

CE propõe alargamento do prazo de licença de maternidade


«A Comissão Europeia (CE) propôs, esta sexta-feira, o alargamento da duração mínima da licença de maternidade em toda a União Europeia (UE), passando das actuais 14 semanas para 18.

O objectivo desta medida é melhorar a vida familiar e profissional das mulheres e aumentar a taxa de emprego feminino. A medida permitirá ainda, segundo Bruxelas, um impacto positivo no estado de saúde da mãe, bem como um melhor regresso ao trabalho, uma vez que nessa altura o filho já será maior.

A CE explica que o facto de o filho ser maior quando a mãe regressar ao trabalho permitirá que esta recorra menos vezes à dispensa ao trabalho, o que se traduzirá também no benefício para a entidade patronal, noticia ao Diário Digital.

A CE pretende que as mulheres estejam de licença de maternidade a receber o salário completo. Todavia, há que ressalvar que esta disposição não é obrigatória, sendo que os Estados-Membros podem estabelecer outros limites, desde que não fiquem abaixo do montante atribuído em caso de doença.

De referir que, em Portugal, actualmente, as mulheres gozam de 16 semanas, enquanto que, por exemplo na Alemanha, a licença é de 14 semanas e na República Checa é de 28.»

Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=0c8010b42ce9c0896292f9a00871cf6d

Menstruação no pós-parto: mitos e verdades


A hemorragia que ocorre após o parto é menstruação - Falso

No pós-parto o sangue é expelido pelo útero e não pelo endométrio, como ocorre na menstruação. A hemorragia é consequência da involução do útero.

"A retirada da placenta e das membranas do saco gestacional deixa expostos os vasos, antes responsáveis pela oxigenação e nutrição do feto. Por isso ocorre a hemorragia" completa o ginecologista Cláudio Emílio.

A essa substância sanguinolenta dá-se o nome de lóquios.

É normal sangrar muito no pós-parto - Verdadeiro

"Nos primeiros dias o fluxo é maior que o da menstruação. Mas deve diminuir e clarear com o passar dos dias, nunca aumentar" explica o ginecologista e obstetra Gabriel de Souza Pinto.

Em casos de mioma e gravidez múltipla ou de gémeos, a hemorragia é maior, porque o útero demora mais para voltar ao tamanho normal.

"Ferimentos na vagina ou no colo do útero e alteração de coagulação do sangue também causam um escape maior de sangue."

Outro problema que faz aumentar o fluxo de sangue é a atonia, ou seja, a flacidez do útero (que é um músculo) quando não consegue contrair-se. Se a hemorragia for excessiva, acompanhada de febre e mal-estar, procure o médico.

O tipo de parto influencia o volume da hemorragia - Depende

Após o parto, normal ou de cesariana, a hemorragia será a mesma, a não ser que haja complicações. Já no momento do nascimento, é diferente: na cesariana, o fluxo é maior por se tratar de uma cirurgia.

"A mulher pode perder 1 litro de sangue durante este procedimento, enquanto num parto vaginal a perda é de 500 ml."

As cólicas são comuns nesta fase - Verdadeiro

Logo após o parto, é possível sentir contracções na região central e baixa da barriga. Isto porque o útero se contrai naturalmente para prevenir a hemorragia e voltar ao tamanho pré-gestacional.

"Ele involui para voltar ao normal e a amamentação também facilita a contracção" diz Cláudio Bonduki.

A hemorragia dura 40 dias - Depende

A secreção genital geralmente é expelida de 30 a 45 dias, variando de uma mulher para outra. No início, apresenta coloração vermelha, intensa e vai clareando aos poucos, ficando rosada e depois amarelada, até se tornar transparente.

Mau cheiro é sinal de infecção - Verdadeiro

Como o sangue é metabolizado, terá um leve odor que nunca deverá ser fétido. Se o cheiro for forte e desagradável, acompanhado de outro sintoma, como febre ou dores abdominais, converse com o seu médico.

Ficar em repouso reduz a hemorragia - Falso

A hemorragia não depende de ficar parada ou movimentar-se. Só é recomendável o repouso para quem teve alguma complicação durante ou após o parto.

"Da mesma forma, os exercícios físicos não provocam hemorragia para além do normal" comenta o ginecologista Cláudio Bonduki.

Não devem ser usados tampões no pós-parto - Verdadeiro

Quando a menstruação voltar ao normal, evite os tampões para não correr risco de infecções.

"Como o útero está aberto, deixar sangue retido por muito tempo propicia o aparecimento de problemas" alerta Gabriel de Souza Pinto.

O melhor é usar pensos higiénicos, que devem ser trocados com frequência. Redobre os cuidados com a higiene íntima. Lave-se de cada vez que for à casa de banho.

Enquanto estiver a amamentar, não há menstruação - Depende

Em geral a menstruação não ocorre nos primeiros quatro meses da amamentação - só deve voltar depois desse período e até ao sétimo mês. A frequência de aleitamento influencia neste processo.

"Se a mãe é um 'relógio' e amamenta a cada três horas (inclusive à noite), inibe a ovulação, pois estimula a proteína que impede a libertação do óvulo", explica Gabriel Lowndes.

"Sem o óvulo, não há menstruação. A ausência da menstruação, quando a mulher está a amamentar é comum. Isto ocorre porque o aleitamento está ligado ao sistema nervoso e à produção de hormonas."

"Uma das duas substâncias fabricadas pela hipófise para produzir o leite - a ocitocina - provoca também a contracção do útero, o que geralmente resulta em cólicas menstruais. A outra - a prolactina - faz a mulher não menstruar."

E se não menstruar, não engravido - Depende

Alguns médicos afirmam que no período da amamentação as hipóteses de uma mulher engravidar são mínimas.

"A prolactina, produzida pelo organismo para a formação do leite, acaba por impedir o ciclo menstrual e a libertação do óvulo para ser fecundado" explica Marcos Ymayo.

Outros especialistas aconselham as mães a fazer a amamentação à risca para não ter perigo nenhum de engravidar.

"Se o intervalo entre as mamadas for muito grande, entre 8 e 9 horas, as hipóteses de engravidar aumentam" alerta Gabriel Lowndes.

"Oito entre dez mulheres que amamentam não têm menstruação, o que não significa que não tenham ovulação" avisa José Bento de Souza.

Para não correr risco algum, mais vale adoptar um método contraceptivo. Os anticonceptivos à base de progesterona ajudam a bloquear a ovulação, mantêm o útero sem sangrar e são os mais indicados nessa fase. O preservativo é outra opção.

Os exercícios para o períneo (manobras de Kiegel) auxiliam a estancar o sangue - Falso

Esses movimentos beneficiam a musculatura do períneo (região entre a vagina e o ânus) e não têm acção directa sobre a musculatura uterina ou a hemorragia. Mesmo assim, o ginecologista Ymayo costuma recomendar esses exercícios no pré-natal e no pós-parto.

"Ajudam a restabelecer o períneo e a evitar a incontinência urinária" explica.

Não se pode lavar a cabeça enquanto houver hemorragia - Falso

Pelo contrário! A higiene é essencial, ainda mais porque a amamentação estimula a transpiração. Não só pode como deve lavar a cabeça enquanto está menstruada.

"Essa história vem do século XIX ou até antes, quando as mulheres ficavam muito cansadas, após um parto difícil em casa, e acabavam por cair na casa de banho e batiam com a cabeça. Sem falar do grande esfoço físico que era lavar aquelas imensas cabeleiras" comenta Ymayo.

A responsabilidade científica desta informação é do

Projecto Artemis
»

Fonte:Sapo Saúde
Link:http://saude.sapo.pt/artigos/bebe/ver.html?id=756779

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Antidepressivos podem diminuir fertilidade masculina


«Da Redação
Em São Paulo
Antidepressivos podem causar problemas de fertilidade em homens ao danificar o DNA dos espermatozóides, de acordo com estudo publicado na revista "New Scientist".

A equipe do pesquisador Peter Schlegel, do Centro Médico Cornell em Nova York, deu doses de inibidores seletivos da recaptação da serotonina (SSRI, em inglês), o tipo mais comum de antidepressivos, a 35 homens que tinham esperma saudável, durante cinco semanas. Quatro semanas após o tratamento, a qualidade dos espermatozóides foi medida novamente.

Superficialmente, o esperma parecia saudável, com muito sêmen e espermatozóides, com forma e mobilidade normais. Mas, um exame de DNA mostrou que a porcentagem de DNA fragmentado nas células passou de 13,8 para 30,3 na média.

Níveis como esse de dano no DNA têm sido relacionados a problemas com a viabilidade dos embriões. Poucos embriões conseguem ser formados e, os que são, têm menos chances de conseguirem se fixar no útero materno.

Os resultados da pesquisa serão apresentados em novembro, em um encontro da Sociedade Americana para Medicina Reprodutiva, em São Francisco, na Califórnia. »

Fonte:Ciência e saúde
Link:http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2008/09/24/ult4477u1004.jhtm

INFERTILIDADE - PRINCIPAIS CAUSAS


«A infertilidade pode ser definida como a incapacidade de obter gestação após 12 meses de relações sexuais sem o uso de qualquer método contraceptivo. Após este ano, recomenda-se que o casal procure atendimento médico para identificar se existe uma causa definida.Para as mulheres com mais de 35 anos que estão tentando engravidar, a investigação pode ser iniciada antes, já após seis meses de tentativa.

Estima-se que aproximadamente 15% dos casais irão investigar infertilidade. Mas, quais são as principais causas? O fator mais comum, que corresponde a 40% dos casos, são as alterações nas tubas uterinas, causadas geralmente por doenças inflamatórias ou endometriose. Logo a seguir, ocorrendo em 30% dos casos, vêm as alterações na qualidade e na quantidade dos espermatozóides. Os casos restantes de infertilidade estão relacionados a fatores hormonais, imunológicos ou não têm uma causa aparente.

A investigação das causas de infertilidade atualmente é realizada de forma muito rápida e simples, possibilitando que em aproximadamente um mês a maioria dos casais possa ter uma informação precisa de seu diagnóstico, o que irá facilitar as decisões acerca do melhor tratamento.»

Fonte:Clicrbs
Link:http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt§ion=Blogs&post=106476&blog=382&coldir=1&topo=3994.dwt

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Dieta rica em peixe pode prevenir eczema


«Antes dos nove meses, uma dieta rica em peixe pode diminuir a risco de as crianças virem a sofrer de dermatite atópica.

Um estudo científico publicado no "British Medical Journal" revela que crianças alimentadas com peixe desde tenra idade têm menos probabilidades de contraírem eczemas (dermatite atópica).

Apesar de só se manifestarem depois dos 4 meses, estas alergias da pele podem ser combatidas com uma dieta rica em peixe, antes dos nove meses.

Os cientistas sabem que a genética representa um papel preponderante no aparecimento de eczemas. Irmãos ou filhos cujas mães que sofrem de rinites alérgica ou alergias de pele, têm o dobro de probabilidades de desenvolverem um eczema.

Porém, os investigadores constataram que a introdução do peixe na alimentação dos bebés reduz o risco de contraírem dermatite atópica em 25% dos casos.

Curiosamente, o mesmo estudo adianta que ter um pássaro como animal de estimação durante o período de amamentação pode também ajudar a prevenir a doença.

A dermatite atópica causa uma inflamação da pele, eritema (vermelhidão), edemas, secreção na pele, crostas e descamação e manchas brancas.

Fonte: 20 Minutos»

Fonte:Ciberia
Link:http://ciberia.aeiou.pt/?st=10197

Duas novas creches vão abrir no concelho de Rio Maior


«O Concelho de Rio Maior vai brevemente passar a dispor de mais duas creches infantis, uma na cidade, no Bairro da Chainça, e outra na freguesia de Malaqueijo.

A implementação destas creches é prioritária para o alargamento da rede de equipamentos sociais, com o fim de responder às necessidades de muitas famílias residentes no concelho. Pretende-se criar uma alternativa para a guarda das crianças, garantindo o seu bem-estar e o desenvolvimento integral num clima de segurança afectiva e física.

A construção da creche no Bairro da Chainça tem como objectivo atrair a população mais jovem a estabelecer a sua residência no concelho. Relativamente à creche a implementar em Malaqueijo, o facto da sua localização geográfica beneficiar de um nó da auto-estrada A-15 e de ter como freguesias limítrofes, Azambujeira, São João da Ribeira e Arruda dos Pisões, a sua instalação acabará por abranger uma significativa área populacional.

As candidaturas foram recentemente aprovadas no âmbito Programa PARES - Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais, ao qual apenas se podem candidatar instituições particulares de solidariedade social (IPSS). O Centro Social e Paroquial de São João Baptista (com sede em São João da Ribeira), sendo uma instituição com intervenção social de comprovado interesse comunitário na área geográfica do Concelho de Rio Maior e possuindo o estatuto de IPSS, assumiu desde início disponibilidade para a apresentação das referidas candidaturas.

O investimento destes projectos é constituído por financiamento público no âmbito do Programa Pares e por financiamento suportado entre a Câmara Municipal e a entidade promotora, designadamente através de parcerias estabelecidas entre as instituições. A elaboração das candidaturas contou com o apoio técnico da autarquia riomaiorense, acrescentando-se ainda que os terrenos também foram cedidos pelo município.

As duas creches serão idênticas, ambas com capacidade para 33 crianças com idades entre os 3 meses e os 3 anos, durante o período diário correspondente ao trabalho dos pais. Os edifícios compreendem os seguintes espaços: átrio, berçário, zona de higienização, salas de actividades e de refeições, instalações sanitárias, cozinha e anexos, gabinetes, outros espaços de apoio e de ar livre.

O funcionamento destas estruturas sociais estará a cargo de recursos humanos como educadoras de infância, ajudantes de acção educativa, cozinheiras e auxiliares.

Os concursos para concretização das empreitadas já foram lançados, estando-se actualmente numa fase de análise de propostas.

Ana Elisa Sousa»

Fonte: Gazeta das Caldas
Link:http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=23360

sábado, 4 de outubro de 2008

Passatempo de Setembro (suplente)

Um dos vencedores do passatempo de Setembro "A criança e o Choro" ainda não respondeu a reclamar o prémio, pelo que se até hoje às 00:00 não reclamar o referido prémio, este será entregue ao primeiro suplente, que é:

1º Suplente: Joana Isabel Pereira - Carnaxide

Razão: Porque sendo uma Psicóloga Infantil irá ser preciosa essa informação, pelo que irei dar uma múltipla utilização ao livro: quer para uso pessoal, quer para trabalho directo com as crianças com as quais trabalho, quer ainda no fornecer de estratégias aos pais dessas crianças. Acho que a informação contida no livro é extremamente útil e poderá chegar desta forma a vários destinatários auxiliando-os a lidar melhor com a problemática do choro no desenvolvimento infantil.

Este suplente terá 48 horas, (sempre na eventualidade de o vencedor em falta não reclamar o seu prémio), para reclamar o prémio.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Gravidez versus Supermercado


«Por Silvana Chedid*

Um casal que passeia pelos corredores de um supermercado não imagina que na hora de passar no caixa pagará por produtos que podem ameaçar a concretização da vontade de ter filhos. A alimentação está diretamente associada não só a problemas de saúde como cardiopatias, diabetes etc., mas à infertilidade também. Além das carnes que levam hormônios para ficarem mais tenras, os alimentos que levam gordura trans na composição representam um verdadeiro perigo para a saúde, podendo retardar a gravidez.

O epidemiologista-chefe da Escola de Medicina de Harvard, Walter Willet, diz no site www.transfreeamerica.org que a introdução dos hidrogenados na alimentação foi o maior desastre da história alimentícia nos EUA. Resultou numa epidemia de obesidade e em até 100 mil mortes prematuras por ano nos Estados Unidos. Em 2002, cientistas americanos empreenderam novo estudo. Queriam que ficasse claro o quanto de gordura hidrogenada uma pessoa poderia consumir por dia sem prejudicar a saúde. O resultado surpreendeu: zero.

A gordura hidrogenada engana muito o consumidor. Justamente porque deixa tudo mais crocante, mais apetitoso. Por outro lado, além de representar um risco enorme ao coração, pode duplicar os riscos de infertilidade.

A lista de alimentos que levam gordura trans em sua composição ainda é grande: biscoitos (principalmente os recheados e os waffer); salgadinhos; batata chips e frita (tanto as de pacote, como as de fast food); tortas e bolos (até mesmo os de caixinha); pães doces e folheados; sorvetes de massa (até mesmo os light); chocolate (os que levam "diet" no rótulo são mais nocivos) e achocolatados prontos; margarina; requeijão cremoso; pipoca de microondas; temperos prontos (tabletes ou em pó).

Além da gordura trans, alimentos ricos em colesterol, amido e açúcar também podem comprometer a fertilidade. Por isso, quem está planejando engravidar deve adotar uma dieta especial, banindo do cardápio até mesmo produtos que contenham conservantes, como os enlatados. Infelizmente, os casais ainda não fazem idéia de quão prejudiciais à saúde e aos planos de construir uma família esses alimentos são.

*Dra. Silvana Chedid, diretora da Clínica Chedid Grieco Medicina Reprodutiva e chefe do setor de Reprodução Humana do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo. »

Fonte:Yahoo Noticias
Link:http://br.noticias.yahoo.com/s/25092008/25/entretenimento-gravidez-versus-supermercado.html

Estudo liga suplementação de folato em gestantes ao risco de asma infantil


«(Bibliomed). Um estudo da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, sugere que mães com uma dieta rica em folato, nutriente importante para a prevenção de defeitos no nascimento, têm mais chances de terem filhos que sofrem de asma.

Em testes com ratos, os cientistas notaram que aquelas alimentadas com doadores de metil, como ácido fólico, tinham filhotes mais propensos a desenvolver a doença respiratória. Além disso, a suplementação de folato foi associada a uma maior gravidade da asma nos filhotes.

Os pesquisadores destacam, porém, que os resultados devem ser confirmados em testes clínicos com humanos antes de se mudar as recomendações sobre os suplementos de folato, importantes na redução do risco de malformação congênita e de condições como espinha bífida.

Fonte: Ivanhoe..»

Fonte:Boa Saúde
Link:http://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm?news_id=7794

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Prepare o seu corpo para gerar uma nova vida


«O companheiro ou marido também deve adotar alguns cuidados antes da concepção

Planejar a gravidez não é apenas uma questão de organização familiar ou financeira, mas uma medida fundamental para a prevenção de doenças, de problemas gestacionais, de más formações e a garantia da gestação de uma criança normal e saudável. “Preparar-se previamente para a concepção já é considerado um novo conceito de gravidez, que ganhou até um nome: gravidez de 12 meses ou em inglês one-year pregnancy - gravidez de um ano”, informa o ginecologista e obstetra, Aléssio Calil Mathias.

Na prática, essa preparação deve se dar três meses antes da concepção ou do início das tentativas para engravidar e requer a adoção de muitas medidas. "Uma delas é o exame clínico. Nas gestações seguidas de aborto deve se investigar fatores imunológicos e de coagulação, assim como outros. Cada caso deve ser investigado individualmente.

A consulta médica e os exames ainda devem revelar se a futura mamãe é diabética, hipertensa, se está imunizada contra a rubéola e a toxoplasmose. “Também é avaliada a condição nutricional da mulher. Ela não pode estar abaixo ou acima do peso ideal para encarar a gestação. Ainda deve-se considerar o seu grau de condicionamento físico - se é sedentária ou praticante de alguma atividade física - e se é fumante”, informa Aléssio Calil Mathias.

Suplementação vitamínica

Partindo do princípio de que o corpo da grávida é mais exigido durante os nove meses, é possível fazer a suplementação vitamínica e mineral durante a etapa de preparação da gravidez, ou seja, três meses antes da concepção.

Variedade é a palavra-chave que deve nortear a alimentação da mulher que está programando a gravidez. "No cardápio da futura mamãe não podem faltar carboidratos integrais, vegetais verde-escuros, leite e derivados e alimentos protéicos de origem animal, todos eles fontes de ácido fólico", informa o obstetra.

Para consumir todas as vitaminas e minerais necessários, a orientação é que a mulher coma os mais variados alimentos, alternando cores e sabores. Só assim terá uma gama maior de nutrientes todos os dias.

Tão importante quanto a boa alimentação é manter uma atividade física, sob orientação médica. Uma das vantagens de se preparar para a gravidez é que a mulher sedentária pode aproveitar o período que antecede a gestação para começar a se exercitar. E quando estiver esperando o bebê, a futura mamãe já estará condicionada fisicamente e poderá dar continuidade ao gênero de atividade física que está praticando, mas com moderação e acompanhada por um profissional.

O companheiro ou marido também deve adotar alguns cuidados antes da concepção. “O homem deve fazer uma investigação com o urologista para detectar as doenças sexualmente transmissíveis e aproveitar para cuidar da saúde. Este é um bom momento para abandonar maus hábitos como cigarro, álcool e drogas, que interferem na produção de espermatozóides de qualidade", observa o diretor da Clínica Gênesis.»

Fonte:O Povo
Link:http://www.opovo.com.br/saude/822083.html

Porto Bebé - 22 a 23 de Novembro


«Porto Bebé, um encontro para papás e mamãs...

O evento têm como objectivo principal juntar no mesmo espaço o maior número de grávidas e de casais com o desejo de serem pais, e terá lugar na Alfândega do Porto.

Pela mão da organização da Mep Ideias – Consultoria, Lda, a Porto Bebé vai contar com a união de dois conceitos diferentes, o de feira, geralmente de acesso à população em geral; e o de congresso, de acesso essencialmente a profissionais da área.

Deste modo, os objectivos da feira são satisfazer as necessidades dos visitantes com toda a informação necessária, desde alimentação, vestuário, segurança, conselhos médicos, jurídicos; proporcionar o acesso a conferências que irão abordar questões importantíssimas do foro científico e ainda a possibilidade de participarem em diversos workshops e concursos.»

Fonte:Guia da Cidade
Link:http://www.guiadacidade.pt/portugal/index.php?G=artigos.index&artid=18978&distritoid=13&li=agenda

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Fertilidade: Maioria das mulheres desconhece métodos inovadore - Mais contracepção


«Implante subcutâneo (sob a pele), anel vaginal e adesivo contraceptivo são três métodos anticoncepcionais que se encontram disponíveis no mercado nacional, alguns desde 2000, mas que ainda são bastante desconhecidos das mulheres. A pílula e o preservativo são os métodos mais conhecidos e usados.

Para divulgar os métodos contraceptivos inovadores e a saúde sexual e reprodutiva das pessoas com deficiência está a decorrer a 6ª Semana de Esclarecimento Contraceptivo, até domingo, uma iniciativa promovida pela Associação para o Planeamento Familiar (APF).

A ginecologista Maria José Alves, antiga presidente da APF, admite ao CM que ainda existe desconhecimento por parte das mulheres e alguma falta de informação dos profissionais de saúde. "A contracepção é difícil porque implica um ritual e aceitação dos efeitos secundários, que muitas vezes desaparecem com a continuidade, e ainda há mulheres mal aconselhadas."

Para esclarecer melhor as mulheres, salienta Maria José Alves, é preciso "formação contínua dos médicos de Clínica Geral e dos ginecologistas". Só com formação e informação contínuas, os clínicos podem indicar às mulheres qual o método que mais bem se adequa a cada, especialmente se têm alguma doença. As mulheres mais jovens são quem mais ‘convence’ o parceiro a usar o preservativo, por comparação com as mais velhas.

TRÊS MÉTODOS COM ALTO GRAU DE EFICÁCIA

O implante sob a pele é um método contraceptivo de longa duração: o efeito pode prolongar-se de três a cinco anos. É inserido no antebraço por um profissional. O grau de eficácia é muito elevado (99,8 por cento ou 0 a 0,07 gravidezes por ano em cada cem mulheres). Outro método alternativo é o anel vaginal. É colocado pela mulher e deve ser mantido durante três semanas, parando uma semana, período em que vai libertando estrogéneo e progestagéneo, hormonas que entram na corrente sanguínea e inibem a ovulação. O grau de eficácia é elevado (0,4 a 1,2 gravidezes por ano em cada cem mulheres). O terceiro método, o adesivo contraceptivo, tem um grau de eficácia próximo dos 98 por cento. É aplicado no braço, costas, abdómen ou na nádega uma vez por semana, durante três semanas.

DEFICIENTES TÊM DIREITOS

Maria José Alves, ginecologista da Maternidade Alfredo da Costa, considera que as pessoas com deficiência, designadamente deficientes mentais, têm direito a expressar a sua sexualidade. Porém, a especialista faz uma ressalva: "As pessoas com deficiência têm direito à sua sexualidade e devem ter acesso aos métodos contraceptivos de acordo com as suas capacidades e limitações. No entanto, a família ou as pessoas que estão directamente relacionadas ou responsáveis por elas devem ser envolvidas na questão, até porque este assunto – a sexualidade – pode ser perturbador se não for devidamente esclarecido."

APONTAMENTOS

São os grupos maisjovens de mulheres queafirmam não estar suficientemente informadas sobreos métodos contraceptivos disponíveis.

É nas raparigas que predomina o esquecimento da pílula num maior número de ciclos.

O ginecologista é a pessoa mais referida para a opçãopela pílula ou DIU (Dispositivo Intra--Uterino). O preservativo é aconselhado maioritariamente pelas amigas.

Dores de cabeça, instabilidade no ciclo menstrual, náusease variação de humor, infecçãoou irritação são alguns efeitossecundários dos métodoscontraceptivos. Não há métodos isentos de efeitos secundários.

SAIBA MAIS

CONVERSA DE MULHERES

A maioria das mulheres fala sobre contraceptivos com o ginecologista e com amigas.

99,6 Por cento das inquiridas de um estudo das Sociedades Portuguesas de Ginecologia e Medicina da Reprodução conhece a pílula, mas só 70 por cento a usa.

70 por cento das inquiridas que usam a pílula esquece-se de tomar a pílula um a três ciclos por ano.

GRAVIDEZ SUSPEITA

Apesar de usarem a pílula, 37 das inquiridas suspeitou de gravidez.
Cristina Serra»

Fonte:Correio da Manha
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=1CC3E2C7-B901-45E4-822B-2CAC7B57E62B&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF

Bebê de mãe deprimida tem sono mais irregular, diz estudo



«Um estudo realizado por pesquisadores dos Estados Unidos indica que bebês de mães que apresentaram depressão têm maior possibilidade de terem distúrbios no sono.

A pesquisa da Universidade de Michigan analisou dois grupos de gestantes: um de mulheres que buscaram ajuda para tratar a depressão durante a gravidez e outro de grávidas que não tinham antecedentes da doença.

No último trimestre da gestação, cada uma das mães passou a usar um aparelho parecido com um relógio de pulso que podia medir o tempo de sono durante a noite, exposição à luz e padrões de atividade e descanso durante o dia. O mesmo dispositivo também foi colocado nos pulsos dos bebês pesquisados na segunda semana de vida.

A análise dos dados mostrou que os bebês nascidos de mães que tiveram depressão apresentavam pouca ou nenhuma evidência de padrões regulares de sono e vigília desde o nascimento, ao contrário dos filhos de mães que não eram deprimidas. Este padrão irregular persistiu pelo menos até os oito meses de vida, quando o estudo terminou.

Depressão no bebê

Toda mãe sabe que os primeiros seis meses de vida do bebê costumam ser de noites mal-dormidas, tanto para a criança quanto para os pais.

Apesar de isto ser uma característica comum à maioria dos recém-nascidos, o que a nova pesquisa aponta é que alguns bebês já nascem predispostos a apresentarem distúrbios maiores de sono.

O estudo diz que crianças nascidas de mães que tiveram depressão costumam cochilar mais durante o dia e ter mais dificuldades para dormir de noite.

Roseanne Armitage, uma das autoras da pesquisa, explica que estes padrões irregulares de sono aumentam muito os riscos de que o bebê também desenvolva depressão no futuro, apesar de eles não serem determinantes.

“Isto não quer dizer que filhos de mães deprimidas estejam condenados a sofrer com depressão ou que mães que não apresentaram o problema possam prestar menos atenção ao sono de seus filhos”, explica.

Armitage acredita que todos os pais, especialmente aqueles que têm histórico de depressão, devem prestar atenção à qualidade do sono de seus filhos desde o nascimento.

“Criar um cronograma regular de sono é incrivelmente importante”, diz a pesquisadora.

Treinamento

Segundo a pesquisadora, os cérebros e corpos das crianças devem ser treinados a entender que elas devem dormir quando está escuro e acordar quando está claro, o que ajuda a ajustar o relógio biológico dos bebês desde o início da vida.

“Ir para a cama na mesma hora e acordar sempre no mesmo horário estabelece rituais e ajuda as crianças a distinguirem entre o sono noturno e o sono diurno”, explica a pesquisadora.

A regularidade no sono também é importante para as mães. O período imediatamente posterior ao parto é especialmente propício a depressões, mesmo em mães que nunca haviam apresentado o problema.

Esta depressão pós-parto pode piorar com a falta de sono ou até mesmo ser causada por ela.»

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/09/080903_bebes_sono_depressao_cq.shtml

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Exercícios para postura podem diminuir as dores após a gravidez


«Nas primeiras semanas depois do nascimento do bebê, a postura da mulher merece atenção especial. Neste período, a musculatura da parte superior das costas e do abdome está enfraquecida. Assim, a tendência é acomodar as costas na posição errada, especialmente para carregar o bebê e amamentar.

O livro "Fique em Forma Depois da Gravidez", editado pela Publifolha, oferece exercícios simples para recuperar a forma física depois da gravidez. Saiba mais sobre o livro

Veja abaixo trecho do livro com a seqüência indicada para corrigir a postura. É uma série de exercícios simples que trabalham a postura de maneira que ela fique correta, diminuindo as dores e afastando o risco de lesões. Os movimentos são suaves e podem ser encaixados em pequenos intervalos livres de tempo.

POSTURA

A postura tem a ver com a maneira pela qual você sustenta o corpo. Na postura ideal, o esqueleto é submetido ao mínimo de esforço. A postura correta protege o corpo contra ferimentos, ao passo que a má postura pode resultar em mau jeito e entorses.

Pelve Neutra
Para manter a boa postura na posição neutra é preciso que a resistência das costas e do abdome seja a mesma.
Verifique sua postura num espelho.

1 Em pé, afaste as pernas, alinhando-as ao quadril. Deixe os joelhos ligeiramente flexionados e encontre a posição neutra da pelve: seu corpo não pode estar arqueado para a frente nem para trás. O cóccix deve ficar voltado para o chão.

2 Imagine-se empurrando o umbigo contra a coluna e prendendo-a com um alfinete. Após alguns segundos você sentirá os músculos cansados: isso indica que a execução do exercício está correta. Abra o peito, empurre os ombros para baixo e para trás e alongue o pescoço. Imagine uma corda presa no alto da cabeça, puxando-a na direção do teto. Mantenha-se ereta.

Posição Neutra
Este é o termo utilizado para descrever a curvatura natural da coluna. Nossa coluna tem três curvas: a cervical, no pescoço; a torácica, na altura do peito; e a lombar, na parte inferior das costas. Essas curvas funcionam como amortecedores e dão força às costas. Permanecendo em pé da forma correta, com a pelve na posição neutra, sustentamos a espinha com mais eficácia.

Agachamento de Balé (Plié)

Este movimento de aquecimento abre o peito, alonga os ombros e energiza. Ponha para tocar uma música animada e movimente-se no seu ritmo. Respire profundamente. Mantenha o fluxo do movimento - ele tem seu próprio impulso. Repita o exercício 10-20 vezes.

1 Em pé, flexione um pouco os joelhos; afaste bem os pés e cruze os braços.

2 Flexione os joelhos. Abra os braços paralelamente às coxas e abra o peito.

3 Gire os braços para cima e cruze-os no alto da cabeça, ao mesmo tempo em que estica as pernas e contrai os glúteos. Olhe para as suas mãos.

4 Inverta a ação: deixe os braços caírem enquanto flexiona as pernas; a seguir, estique as pernas. Termine com os braços girando na frente do tronco. »

Fonte:Folha on line
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u446172.shtml

Gripe: Imunize a mãe e protegerá o bebê


«As grávidas imunizadas com vacinas antigripe no último trimestre de gestação também protegem os seus bebês, diz o estudo da Escola de Saúde Pública Bloomberg da Universidade Johns Hopkins.

As injeções administradas a mais de um mês do parto deixariam os filhos imunizados em seus primeiros seis meses de vida, tempo em que os recém-nascidos não podem tomar as vacinas e que também é a faixa etária que mais sofre hospitalizações por causa de gripes.

A pesquisa, feita em Bangladesh, testou 340 grávidas e se descobriu que as vacinas reduziam o risco de gripe em 63% e o risco de doenças respiratórias como um todo em 29%. No grupo das mães vacinadas, apenas seis bebês contraíram gripe, enquanto no grupo das mães que receberam outra vacina foram registrados 16 casos.

Da redação do clicabrasilia.com.br, com agências»

Fonte:Clicabrasilia
Link:http://www.clicabrasilia.com.br/portal/noticia.php?IdNoticia=71317

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Estudo liga antibióticos na gravidez à paralisia cerebral do bebê


«Michelle Roberts
Da BBC News

Um estudo ligou um pequeno número de casos de paralisia cerebral em bebês ao uso de antibióticos por mães que entraram em trabalho de parto prematuro.

O estudo britânico detectou 35 casos de paralisia cerebral em 769 crianças de mães de parto prematuro que receberam antibióticos. Já em 735 filhos de mães que não receberam o medicamento, foram detectados 12 casos de paralisia cerebral – quase três vezes menos.

Especialistas afirmam que mulheres grávidas não devem se sentir preocupadas ao usar antibióticos para tratar infecções.

A pesquisa foi a mais ampla já feita no mundo sobre o impacto de antibióticos em mães que entram em trabalho de parto antes da hora. O objetivo do estudo era investigar se o uso de antibióticos – que podem ajudar a combater uma outra infecção – por mulheres com sintomas de trabalho de parto prematuro pode melhorar a saúde dos bebês.

Antibiótico necessário

Em 2001, a Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, detectou que o antibiótico eritromicina traz benefícios imediatos em mulheres com trabalho de parto prematuro (antes de 37 semanas de gestação), cujas bolsas de água romperam.

O medicamento retardou o começo do trabalho de parto e reduziu o risco de infecções e problemas respiratórios nos bebês.

Agora, a nova pesquisa tenta avaliar o impacto que o uso de antibióticos teve nas crianças sete anos depois do parto.

Inesperadamente, o estudo sugere que tanto a eritromicina como o antibiótico co-amoxiclav podem aumentar o risco de danos no desenvolvimento – como dificuldade de caminhar ou problemas – e triplicar a chance de paralisia cerebral, no caso das mães com trabalho de parto prematuro.

Os cientistas não têm explicação para essa ligação entre o uso de antibiótico e a paralisia cerebral.

"Nós suspeitamos que a infecção é um dos fatores (de risco), no caso de trabalhos de parto prematuro", disse o professor Peter Brocklehurst, da Universidade de Oxford.

"Antibióticos podem simplesmente suprimir os níveis de infecção para parar o trabalho de parto prematuro, mas o bebê continua em um ambiente hostil."

Infecções durante a gravidez ou infância são alguns dos fatores que provocam a paralisia cerebral infantil.

Em carta a médicos e parteiros, Liam Donaldson – a principal autoridade de saúde do governo britânico – disse que apesar do estudo, as mães não devem deixar de usar antibióticos quando necessário, já que os medicamentos podem salvar vidas em casos de infecções.

"Esses estudos não significam que antibióticos não são seguros para serem usados em gravidez. Mulheres grávidas com sinais de infecção devem ser tratadas imediatamente com antibióticos", afirmou em nota a Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, uma associação britânica de médicos.

O estudo foi publicado na revista científica The Lancet.»

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/09/080918_gravidez_dg.shtml

Pesquisadores desvendam mecanismo de doença que pode causar aborto


«Listeriose é contraída na ingestão de leite e alimentos crus contaminados.
Para especialista brasileiro, doença não é motivo de preocupação no país.

Gabriella Sandoval Do G1, em São Paulo

Pesquisadores franceses divulgaram esta semana um estudo no qual desvendam o mecanismo de duas proteínas que, juntas, podem ultrapassar a placenta, atingindo o feto. O resultado dessa invasão é uma doença infecciosa chamada listeriose que, em grávidas, pode causar partos prematuros e abortos espontâneos mesmo quando os antibióticos são administrados da forma correta.

No trabalho, divulgado na edição desta semana da revista “Nature”, os cientistas usaram camundongos a fim de decifrar o mecanismo molecular de cada uma das proteínas, descobrindo desta forma como se comportam.

Com os resultados publicados, eles apostam no desenvolvimento de moléculas inibidoras que possam ser usadas em terapias preventivas no futuro.

Raríssima

De acordo com o especialista em medicina fetal Thomaz Gollop, a listeriose, que já foi preocupante no Brasil nas décadas de 60 e 70, não é mais um problema de primeira ordem. Além de raríssima, a doença não faz mais parte, segundo ele, sequer da investigação em casos de abortos seguidos no país. “Na espécie humana essa doença já não tem a menor importância. Não é motivo de preocupação”, diz Gollop.


Entre as doenças infeccionas que merecem atenção pelas implicações sérias que podem causar durante a gestação, o especialista alerta sobre a toxoplasmose. O mal é transmitido por ovos de um protozoário que se instala nas fezes de gatos contaminados. Esses cistos poluem o ambiente e contaminam quem por lá circula, ainda que não haja contato direto. “Essa sim é uma doença preocupante no Brasil e que pode causar danos ao feto como má formação do sistema nervoso, infecções e problemas na retina, por exemplo”, explica.»

Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL763985-5603,00-PESQUISADORES+DESVENDAM+MECANISMO+DE+DOENCA+QUE+PODE+CAUSAR+ABORTO.html

domingo, 28 de setembro de 2008

Lista de Vencedores do Passatempo de Setembro





Já sairam os resultados do Passatempo de Setembro consulte em http://livros-gravidez.blogspot.com/

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Nova funcionalidade do Blog - Arquivo


Caros leitores,

eis uma novidade que me apraz dar-vos (embora ainda não completa) já me parece que pode ser uma ferramenta de relevante importância.

Foi acrescentada uma aba "Arquivo (Novo)" que nos transporta para os mais importantes grupos de posts sobre gravidez que já foram publicados aqui.

Um blog, normalmente peca porque só mostra os últimos posts, embora tenha mecanismos para ver o histórico, parecem-me que são pouco práticos. Uma vez que nos (mal) habituaram a ter tudo disponível apenas com um click, quando é necessário dar mais uns quantos clicks implica a perda de interesse na pesquisa.

Deixo aqui o meu contributo para o facilitismo de que também já sou viciado.

Concurso de Fotografia (Tema Amamentação)



«Entre 6 e 12 de Outubro iremos comemorar a Semana Mundial do Aleitamento Materno.

Este ano, no Centro de Saúde (O Cantinho da Amamentação do Centro de Saúde de Vila de Santo António) onde trabalho, vamos realizar ,entre outras actividades, um Concurso fotográfico sobre a amamentação.»


Participa.

Carregue nas fotos para ver melhor:



Nascem cada vez menos portugueses


«Relatório do Instituto Nacional de Estatística traça um panorama assustador: Portugal está em declínio

Em 2007, pela primeira vez nos últimos 90 anos, nasceram menos pessoas em Portugal do que aquelas que morreram.

A taxa de natalidade das mulheres portuguesas é das mais baixas da Europa e tem vindo a decrescer. No ano passado nasceram 102 mil crianças. E morreram 103 mil pessoas

Em Portugal continental, o local onde nasceram menos bebés foi o concelho de Alcoutim. Onde nasceram apenas cinco crianças. E na ilha açoriana do Corvo nasceram apenas três bebés.»

Fonte: Expresso
Link:http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/408215

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Cientistas declaram guerra contra cosméticos para bebês


«Médicos franceses questionam kits distribuídos em maternidades.
Associação diz que produtos têm forte controle de qualidade.

Da France Presse

Cientistas, médicos e diretores de centros de saúde franceses declaram guerra contra os "kits de recém-nascidos" distribuídos para as mães nas maternidades, considerando-os um verdadeiro "coquetel tóxico".

Estes estojos contêm diversos produtos, com cremes, gel de banho, água mineral, toalhinhas umedecidas perfumadas, etc.

"Temos grandes suspeitas com relação a muitos desses produtos", declarou à imprensa Olivier Toma, presidente do Comitê para o Desenvolvimento Durável em Saúde (C2DS) e diretor de hospital.

O químico especialista em tóxicos André Cicolella destacou, por sua vez, que esses produtos contêm cada vez mais conservantes, alguns dos quais interferem no sistema hormonal dos usuários.

Neles podem ser encontrados também o ácido EDTA (ácido etileno diaminotetracético), um estabilizador de produtos que pode ser reprotóxicos; bisfenol A, substância classificada como tóxica no Canadá; Fenoxietanol, que favorece a absorção de um produto pela pele e que pode ser perigoso para o sistema nervoso e para o sangue, e outras substâncias suspeitas de serem cancerígenas.

Finalmente, a água mineral incluída nesses kits pode conter nitratos em excesso, segundo o Comitê.

O oncologista Dominique Belpomme destacou que "doses muito baixas de perturbadores endócrinos podem incidir no surgimento de câncer de mama ou de próstata 30 anos mais tarde".

Em resposta, a Federação Francesa de Empresas de Beleza (FEBEA), afirmou que "os produtos cosméticos para crianças são controlados estritamente" e que, em caso de dúvida, a agência de segurança sanitária "ordena que sejam imediatamente retirados do mercado".

Os laboratórios Expansciences, fabricantes dos produtos para bebês Mustela, afirmaram nesta quinta-feira que só utilizam "ingredientes autorizados".

"Os produtos para bebês são sumamente regulamentados na França", reagiu Philippe Msika, diretor do Expansciences.

Os cientistas e médicos dizem que embora os industriais respeitem os limites autorizados, o problema está na "repetição das doses" e na duração da exposição.»

Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL764924-5602,00-CIENTISTAS+DECLARAM+GUERRA+CONTRA+COSMETICOS+PARA+BEBES.html

Centro Pediátrico e Juvenil inaugurado em Coimbra


« No passado sábado, foi inaugurado o novo espaço de saúde dedicado aos mais novos em Coimbra, o Centro Pediátrico e Juvenil, que abrange várias especialidades.

O projecto do pediatra José Carlos Peixoto é uma nova clínica que se encontra dividida em dois pisos distintos, um primeiro dedicado a consultas pré-natal, recém-nascidos e crianças e um segundo com atendimento destinado a jovens e adolescentes.

O Centro Pediátrico de Coimbra pretende ser uma clínica de acompanhamento desde a infância até à adolescência, mas com espaços adequados a cada faixa etária, refere o Diário de Coimbra.

Os utentes poderão contar com uma equipa multidisciplinar que irá oferecer acompanhamento nas áreas da Oftalmologia, Nutrição, Endocrinologia, Ginecologia, Dermatologia, Medicina do Adolescente, Psicologia, Neuropediatria, Pedopsiquiatria, entre outras.

O centro está instalado na Rua da Fonte da Cheira, em Coimbra, e funciona de segunda-feira a sábado das 9h00 às 22h00.»
Fonte:Fabrica de Conteudos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=20e72e85653ed994011d4c67a6fa7658

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Mais pessoas com Síndrome de Down nascem, alcançam mais conquistas e vivem mais tempo do que nunca


«Portsmouth, Inglaterra - Uma nova análise mostra que muitos bebês estão nascendo com Síndrome de Down hoje do que 15 anos atrás na Inglaterra, apesar da triagem genética disponível universalmente. Mais pessoas estão vivendo com a Síndrome de Down hoje do que nunca. Elas estão fazendo mais conquistas e vivendo uma vida mais enriquecedora por mais tempo, questionando a ética da triagem. A triagem também apresenta riscos para os bebês que não têm Síndrome de Down. Esta nova análise estima que a triagem cause a morte de 400 bebês que não tenham Síndrome de Down anualmente somente na Inglaterra e no País de Gales.

O número de nascimento de bebês aumenta a cada ano. "Normalmente achamos que menos bebês nascem com Síndrome de Down. Isto não é verdade - o nascimento de bebês com Síndrome de Down aumentou 25% em 15 anos na Inglaterra. Por outro lado, a expectativa de vida e a qualidade de vida continuam a melhorar", disse Frank Buckley, o CEO da instituição beneficente e co-autor do relatório. "Mais pessoas estão vivendo com a Síndrome de Down do que nunca, com mais de 600.000 em toda a Europa e América do Norte e talvez 4 milhões em todo o mundo. Muito ainda tem que ser feito, mas as pessoas com Síndrome de Down estão fazendo mais conquistas do que nunca, graças a um melhor cuidado da saúde, melhores oportunidades e mais abordagens de ensino".

Apesar de a qualidade de vida continuar a melhorar para as pessoas com Síndrome de Down, a política governamental exige que a triagem genética seja oferecida para todas as mulheres grávidas, com risco potencial para até 700.000 gravidezes ao ano. Cerca de 95% de todos os resultados 'positivos' da triagem são errados. As mulheres que recebem estes resultados são incentivadas a considerar testes invasivos. Entre 1 em 100 e 1 em 50 gravidezes testadas desta forma resultam em aborto espontâneo causado pelos testes.

A Down Syndrome Education International está apelando para maiores pesquisas e melhor apoio para as pessoas que vivem com Síndrome de Down. A instituição beneficente também está pedindo análises das políticas de triagem e um maior debate sobre a aceitação da triagem genética da capacidade mental e física durante a gravidez.

Perfil do relatório - Wrongful deaths and rightful lives - screening for Down syndrome by Frank Buckley and Sue Buckley (Mortes culposas e vidas por direito - triagem de Síndrome de Down por Frank Buckley e Sue Buckley) foi publicado em Down Syndrome Research and Practice (Pesquisa e Prática da Síndrome de Down) e online em Down Syndrome Online no dia 17 de setembro de 2008 no: http://www.down-syndrome.org/editorials/2087

Down Syndrome Education International - A Down Syndrome Education International trabalha para melhorar a educação dos jovens com Síndrome de Down através de informação baseada em pesquisa científica e em evidência, e serviços de suporte.

A instituição beneficente trabalha junto às famílias, professores e terapeutas, pesquisadores e organizações de suporte em mais de 170 países. O trabalho da Down Syndrome Education International ajuda a mais de 100.000 pessoas com Síndrome de Down a alcançar mais conquistas a cada ano. | www.downsed.org | Por: PR Newswire»

Fonte:Revista Factor
Link:http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=52996

ASPECTOS PSICOLÓGICOS E INFERTILIDADE


«A infertilidade causa grande impacto emocional sobre o casal. A habilidade de conceber e gestar uma criança está relacionada a conceitos de feminilidade e masculinidade, simbolizando o ciclo da vida e, mais do que o casamento, a entrada na vida adulta. Os casais que experienciam dificuldades para engravidar passam por uma série de sentimentos, como depressão, culpa, isolamento social e raiva.

A infertilidade pode ser uma experiência bastante dolorosa para os casais. A maternidade é vista por grande parte das mulheres como um papel fundamental a ser desempenhado. Assim, quando existem dificuldades para conceber, podem surgir sentimentos de baixa auto-estima e de falha como ser humano. Quando fatores masculinos de infertilidade são diagnosticados, também os homens podem experimentar sentimentos de desvalia.

Sabe-se que os tratamentos também podem ser física e emocionalmente estressantes para o casal. Neste momento, é importante um suporte psicológico adequado, realizado por profissionais capacitados. Da mesma forma, a família também pode e deve ajudar, reforçando a importãncia do casal dentro das relações familiares e perguntando como eles gostariam que a questão da infertilidade fosse manejada pela família, respeitando estas decisões.»

Fonte:clicrbs
Link:http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt§ion=Blogs&post=104305&blog=382&coldir=1&topo=3994.dwt

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Entenda o que é a depressão pós-parto


«Terra

Desejada ou não, o fato é que a gravidez é um momento mais que especial na vida da mulher. São nove meses montando o enxoval e assistindo ao crescimento da barriga. No entanto, depois do parto um turbilhão de mudanças, inclusive hormonais, pode deixá-la com uma sensação nada agradável. Rejeição, desânimo, irritação. Esses são apenas alguns sintomas da depressão pós-parto.

A princípio, esta doença é igual a uma depressão comum. No entanto, é agravada pelo sentimento de culpa. "A nova mamãe não se adéqua a algo que os outros dizem ser natural", diz a psicóloga Sylvia Sabbato. "A mulher fica constrangida em falar que não se sente bem, que está desanimada, e isso pode agravar a situação", explica.

O que muitos não sabem é que a maioria das mulheres irá vivenciar alguns desses sintomas depois do nascimento do bebê: sono, cansaço, falta de apetite, desânimo. Este é o chamado blues post partum.

"O blues é uma condição benigna que se inicia nos primeiros dias após o parto. É de intensidade leve, não requerendo, em geral, uso de medicações. Ele cede espontaneamente", explica a psicóloga Sueli Castillo.

Mas se esses sentimentos se agravarem e forem somados a atitudes como se afastar do filho devido ao medo de não saber como cuidá-lo ou protegê-lo obsessivamente, é hora de procurar um tratamento.

"É preciso de um acompanhamento multidisciplinar com o obstetra, o psicólogo e, às vezes, o psiquiatra", conta o ginecologista Mario Cavagna Neto. "Os medicamentos devem ser reservados a casos extremos, pois eles afetam a amamentação e, nessas circunstâncias, o aleitamento materno deve ser substituído", alerta Cavagna Neto.

De acordo com Sylvia Sabbato, a depressão, ou mesmo o blues, ocorrem com maior freqüência na primeira gravidez. "É mais comum com o primeiro filho porque é quando a mulher passa por uma grande mudança de papéis: deixa de ser apenas filha para se tornar também mãe", afirma.

Psicose puerperal


Em uma escala bem menor, cerca de 0,1% das mulheres podem ser acometidas pela psicose puerperal. Este é um quadro de depressão profunda que pode estar associada a atos violentos.

Segundo a psicóloga Sueli Castillo, os sintomas se manifestam nos três primeiros meses, com episódios psicóticos. "Nesse quadro, podem ocorrer alucinações ou delírios, pensamentos de machucar o bebê, insônia severa, agitação e medo", enumera Sueli.

"Existe o risco potencial de agressões", explica o ginecologista Cavagna Neto. Portanto, é comum que seja recomendado o tratamento por meio da internação. "A criança fica afastada da mãe, mas depois é possível restabelecer este convívio", completa.

Prevenção

"Saber, antes do nascimento do bebê, se a mãe terá ou não depressão após o parto é muito difícil. Mas as mulheres com tendência depressiva anterior à gravidez precisam de mais atenção dos familiares", alerta Sueli.

Segundo a psicóloga, a situação que gerou a gestação também é um fator a ser avaliado. "A gravidez rejeitada pode provocar uma associação do problema com o bebê."

Apoio familiar

A ajuda do pai da criança não deve ocorrer apenas no momento de trocar as fraudas. Apoio e carinho, tanto dele como de familiares e amigos, é fundamental.

"Quanto mais estruturada for a relação familiar da mãe, mais fácil e rápido será o tratamento", afirma Mario Cavagna Neto.

No entanto, nem sempre é esta a situação. Mesmo que a união matrimonial seja instável, ou não exista; mesmo que a mulher não conte com o apoio da mãe ou de uma amiga confidente; é possível vencer a depressão pós-parto.

"Ela pode procurar um hospital, se abrir com o médico e, se for necessário, terá o acompanhamento de um assistente social", indica o ginecologista.»

Fonte:Circuitomt
LINK:http://www.circuitomt.com.br/home/materia/4004