sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Este Natal temos um Super "Hiper" Passatempo ...

«O Natal em 6 palavras.»

Só tens que enviar uma frase até dia 25 de Dezembro com um máximo de 6 palavras alusiva ao tema "Natal"

Prémios:
- 10 Cd´s de Musica Infantil Oferecidos pela atxilipu




- 3 Cd´s de Musica Infantil Oferecidos pela Ouveste



- 5 Quintinhas da Nestle Oferecidadas pela Nestlé

-1 Pack de 2 Babetes, 2 Pares de Joelheiras e 2 Camisolas Oferecidas Petit Lapin



-1 Curso de Massagem Infantil no Porto Oferecido pela Massagem Infantil




- 2 inscrições em Workshops sobre "Culinária para Bebés" no Porto ou em Lisboa (de acordo com a faixa etária do filho que o vencedor tenha, concedendo o direito de transmitir a um familiar, caso não tenha filhos pequenos) Oferecido pela Babysol




Regras

1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com:

Com o assunto: Natal em 6 Palavras

- Colocar dados pessoais: (nome e localidade)

- Resposta ao passatempo

2 – Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados blog.

3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio dos prémios - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

4 - Depois serão enviados os Prémios pelos nossos patrocinadores aos vencedores.


Paulo Pires




Os Patrocinadores deste Passatempo do Natal






Nota:
Os endereços (mails) dos participantes poderão ser facultados aos patrocinadores deste evento para posteriores acções de divulgação dos seus produtos, quando solicitado. Todos os participantes que não queiram ver o seu endereço electrónico fornecido aos nossos Patrocinadores devem mencioná-lo no mail.

Maternidade inesperada


«O apoio da avó, em casos de gravidez precoce, pode ser muito benéfico, mas depende de como é conduzido

Fabiana Caso - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Quando a gravidez acontece na adolescência, não adianta culpar nem condenar os responsáveis: a falta de maturidade requer o apoio dos familiares, especialmente da mãe. O suporte e as orientações da avó são fundamentais para cumprir os desafios da maternidade precoce. Esse drama, vivido por milhares de famílias, é retratado, inclusive, na novela A Favorita, da TV Globo, pelas personagens Mariana (Clarice Falcão), a filha, e Catarina (Lilia Cabral), a mãe.

O consultor em educação sexual e autor do livro Adolescente: um Bate-Papo sobre Sexo (Editora Moderna), Marcos Ribeiro, reforça a necessidade de "educar para as novas responsabilidades". "Esse aprendizado é importante para que o jovem casal entenda que não está brincando de casinha." Mas isso não quer dizer que os pais devam assumir as responsabilidades dos adolescentes.

"A mãe pode ensinar à sua filha como cuidar de si e do bebê, como um exercício. E, em seguida, pedir para a garota fazer a tarefa e deixar claro que a partir de cada lição ela será responsável pela execução", comenta Marcos. "A mãe deve lembrar que está ensinando, e que aquele compromisso com o bebê é da filha e do pai da criança."

Nada impede, porém, que a avó conviva bastante com a criança. "Esse convívio pode trazer grandes benefícios tanto para a criança como para a avó. Mas tal situação deve ser bem administrada, com os limites necessários e respeitando o papel de cada um, o que pode ser resolvido por meio de conversa", aconselha. "E mesmo sendo adolescentes, os avós devem respeitar os pais da criança. Não devem desautorizá-los diante do netinho."

O psicólogo especializado em relacionamentos, Alexandre Bei, reforça que é importante não condenar nem menosprezar a jovem. "Ela ainda não é adulta e precisa muito do apoio e do afeto dos pais", pondera. "O melhor é a avó participar do processo, sem julgar."

Já a psicóloga Magdalena Ramos, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tem um ponto de vista diferente. Com o pediatra Leonardo Posternak, escreveu o livro E Agora, o que Fazer? (Ágora), sobre a arte de criar filhos. "Uma adolescente ainda não tem maturidade suficiente para criar um filho, não se amadurece por decreto", exclama. "E se fosse fazer isso, teria que parar de estudar e trabalhar. Acho que a avó deve ajudar o máximo possível para que a filha possa continuar estudando. Após alguns anos, quando aprender a caminhar com as próprias pernas, talvez possa assumir a situação plenamente."

Avós precoces

A jovem avó Silvia Nunes Telles, de 36 anos, foi pega de surpresa quando sua filha Tamires, na época com 16 anos, engravidou. "No começo, fiquei em choque. Minha preocupação era que ela continuasse os estudos", lembra. O pai de Tamires ficou tão bravo que não quis mais falar com a filha, só há pouco tempo retomaram o relacionamento.

Silvia nem bem teve tempo de se estruturar e teve novas surpresas: Tamires ficou doente, com caxumba. "Dei todo o apoio", conta. "A maior preocupação passou a ser a doença, mas felizmente ela se recuperou bem." Cuidou da filha, forneceu todas as orientações, a acompanhou no pré-natal e comprou roupinhas para a pequena Beatriz, que hoje tem 1 ano e 6 meses.

O pai da criança, de 19 anos, sugeriu que Tamires fosse morar com ele, mas Silvia a desaconselhou por causa do temperamento instável do rapaz. E insistiu para que Tamires continuasse estudando: ela só parou de ir à escola por um mês. "Eu e as amigas dela ajudamos nos trabalhos escolares e ela passou em tudo. Agora está no terceiro ano do ensino médio", conta.

Hoje, aos 18 anos, Tamires continua morando com a mãe, o padrasto e os irmãos. "Nosso relacionamento é muito bom." Há pouco mais de um mês, voltou a trabalhar com telemarketing durante o dia, e continua estudando à noite. Pensa em fazer faculdade de administração. "No começo, acho que minha mãe pensou sobre o que os outros iriam dizer, depois tirou de letra", conta.

A história da contadora Lucia Morita, de 45 anos, envolveu dissidências familiares. Sua filha única, Andressa, ficou grávida aos 18 anos, na época em que morava com a mãe, a avó e as tias maternas. À primeira suspeita de gravidez, Andressa se abriu com a mãe. "Fui com ela fazer o teste", lembra Lucia. "Ela chorou muito, ficou muito preocupada com o futuro. Falei que o importante era cuidar da própria saúde e do bebê, o resto tinha menos importância."

Lucia encarou com tranqüilidade a notícia. Apesar de a gravidez não ter sido planejada, apoiava o namoro da filha com o pai da criança. Estavam juntos há poucos meses, mas se conheciam há anos. Desde o princípio, ele assumiu suas responsabilidades. "É engraçado que tinha acabado de fazer um plano de saúde. Ofereceram uma opção que incluía o serviço de maternidade, e eu falei que era muito jovem para ser avó. E foi o que aconteceu", diverte-se.

Também ensinou tudo para a filha sobre como cuidar do bebê. Curiosamente, o problema maior de Lucia e Andressa foi com o resto da família. Suas tias não receberam bem a notícia e fizeram uma série de cobranças ao pai da criança. A solução encontrada foi a mudança de Andressa para a casa da família do namorado durante a gravidez. "Sentia muita falta dela e ia visitá-la todos os dias após o trabalho", lembra Lucia.

Hoje seu netinho, Marcelo, tem 2 anos e oito meses. Pouco antes de ele nascer, os pais encontraram uma casa própria. E a convidaram para morar com eles. Ela aceitou. Hoje, trabalha durante o dia, mas curte o neto à noite. Marcelo fica com os avós paternos enquanto os pais trabalham.

Andressa tem hoje 22 anos. Concluiu o ensino médio e voltou a trabalhar quando o filho completou 1 ano e meio. "Foi muito importante ter contado com o apoio da minha mãe."»

Fonte:Estadão
Link:http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup285861,0.htm

Homens despertam para importância da paternidad


«Para bebê, convivência com pai e mãe, sejam eles biológicos ou adotivos, é enriquecedora, assegura médico

Sammya Araújo
Da Agência Anhangüera | fale com o repórter
tamanho da letra: A-| A+


Pai de primeira viagem, o bacharel em Ciência da Computação Rodrigo Lizardi de Souza planejou minuciosamente a vida financeira e profissional para ficar ao lado da mulher, a bibliotecária Elizângela, durante o primeiro mês de vida de Maria Eduarda, que deve nascer dia 8 de dezembro. Mas isso só será possível porque ele vai sair de férias dos dois empregos logo após os escassos cinco dias de afastamento a que tem direito, por lei, para participar do feliz, embora normalmente turbulento, comecinho de vida do bebê. Tudo poderia ser diferente para famílias como essa se, no Brasil, vingasse a ampliação da licença-paternidade, uma reivindicação que começa a ganhar corpo na sociedade civil organizada, no rastro da recente aprovação da licença-maternidade facultativa de 180 dias.

A discussão converteu-se em mudanças pontuais por iniciativa de alguns governos, que estenderam o período de afastamento de 5 para 15 dias aos funcionários públicos que se tornarem pais. O benefício já se aplica nos Estados do Rio de Janeiro e Pernambuco. Em São Paulo, um projeto de lei em tramitação na Assembléia Legislativa propõe um mês de folga para os servidores estaduais. Há ainda entidades e empresas particulares indo pelo mesmo caminho, como a Fundação Carlos Chagas, de São Paulo, que realiza processos seletivos de várias universidades. A instituição oferece 30 dias de afastamento remunerado a seus colaboradores. »

Fonte:Cosmo
Link:http://www.cosmo.com.br/noticia/14755/2008-11-30/homens-despertam-para-importancia-da-paternidade.html

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ovários policísticos - Irregularidade menstrual e excesso de peso podem sinalizar a doença


«A síndrome dos ovários policísticos é bastante freqüente e acomete 6% a 10% das mulheres em idade reprodutiva. A síndrome se caracteriza por irregularidade menstrual (geralmente ciclos com intervalos superiores a 35 dias entre um e outro), dificuldade para engravidar, presença de pequenos cistos nos ovários e problemas de pele (espinhas, queda de cabelo ou aumento de pêlos no rosto e na barriga). Além disso, é relatada associação da síndrome com diabetes, distúrbios do colesterol e pressão alta, alterações estas que se agravam nas mulheres obesas.

"A síndrome dos ovários policísticos se relaciona a um estado de resistência à ação da insulina, que por sua vez promove diabetes, redução do HDL-colesterol (colesterol bom), aumento de triglicérides e hipertensão arterial", explica Cristiano Roberto Grimaldi Barcellos, endocrinologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos.

Até o momento, a causa da síndrome dos ovários policísticos não foi totalmente esclarecida. Parece haver influência genética e do excesso de peso. Segundo o especialista, tratar os ovários policísticos ainda na adolescência pode evitar futuras complicações. "Mulheres com a síndrome estão mais predispostas a desenvolver doenças metabólicas. Por isso é necessário pesquisá-las nas pacientes jovens que apresentam diabetes ou hipertensão", alerta Barcellos.

Os problemas psicológicos também são apontados como inconvenientes da doença, sobretudo entre as adolescentes, em razão do aumento da acne e dos pêlos no rosto e na barriga. Além disso, cerca de 70% das pacientes apresentam sobrepeso ou obesidade, as quais também se associam a distúrbios psicológicos. O diagnóstico para identificar a síndrome é baseado em características clínicas e laboratoriais. Imagens ultra-sonográficas podem detectar a os microcistos ovarianos, uma das características da síndrome.

Entre as portadoras de sobrepeso e obesidade, o tratamento consiste basicamente na redução de peso, que pode ser alcançado com atividade física e dieta. Entretanto, medicamentos anti-obesidade podem ser utilizados em casos selecionados. Já as pacientes que não ovulam e querem engravidar podem precisar de remédios indutores da ovulação.

Além disso, medicamentos direcionados ao combate da resistência à insulina, como a metformina, podem ser utilizados para melhorar os sintomas da síndrome e prevenir ou tratar os distúrbios metabólicos.

Uma das maneiras de prevenção é combater a obesidade. Estudos estão sendo desenvolvidos para determinar uma causa genética do problema. "O ideal é que a paciente seja acompanhada por uma equipe multidisciplinar, composta por endocrinologista, ginecologista, dermatologista e nutricionista. Com isso evita-se o surgimento de doenças associadas à resistência à insulina", completa o médico.


Janaína Gomes»

Fonte:O Girasol
Link:http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=%C3%9Altimas%20Not%C3%ADcias&idnoticia=2363

Mães britânicas preferem música pop para acalmar bebês


«A música Patience, do grupo Take That, foi apontada por mães britânicas como a mais popular na hora de botar os bebês para dormir, segundo uma pesquisa do site The Baby Website.

De acordo com a pesquisa com 2.000 mães, dois terços delas preferem cantar músicas pop do que canções de ninar na hora de acalmar os pequenos.

O site se disse surpreso com o resultado. A porta-voz Kathryn Crawford acredita que as mães estejam sendo influenciadas pelas músicas que ouvem durante o dia.

“Nós ficamos realmente surpresas ao descobrir que as mães cantam mais músicas modernas em vez de canções de ninar tradicionais."

“Eu imagino que a maioria das mães ouçam rádio quando estão em casa com os bebês, e as letras ‘contagiantes’ tornam impossível cantar outra coisa na hora de (por o bebê para) dormir”, disse Crawford.

Além de Patience, Angels, de Robin Williams, ficou em segundo lugar na preferência das mães e em terceiro, I Kissed a Girl, com Kate Perry.

A pesquisa também revelou que 13% das entrevistadas acreditam que as canções de ninar são muito antiquadas, enquanto uma em dez das entrevistadas disse não se lembrar da letra de nenhuma canção de ninar.

Quase metade das mães disseram cantar para acalmar os bebês quando eles choram, enquanto um terço põem os bebês para dormir cantando.

Um terço das mães entrevistadas também disseram achar que os bebês dormem melhor ao som de música pop do que canções de ninar e 13% disseram cantar na hora de trocar a fralda. »

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/12/081202_bebemusicapop_ba.shtml

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Este Natal temos um Super "Hiper" Passatempo ...


Este Natal temos um Super "Hiper" Passatempo ...

«O Natal em 6 palavras.»

Só tens que enviar uma frase até dia 25 de Dezembro com um máximo de 6 palavras alusiva ao tema "Natal"

Prémios:
- 10 Cd´s de Musica Infantil Oferecidos pela atxilipu




- 3 Cd´s de Musica Infantil Oferecidos pela Ouveste



- 5 Quintinhas da Nestle Oferecidadas pela Nestlé

-1 Pack de 2 Babetes, 2 Pares de Joelheiras e 2 Camisolas Oferecidas Petit Lapin



-1 Curso de Massagem Infantil no Porto Oferecido pela Massagem Infantil




- 2 inscrições em Workshops sobre "Culinária para Bebés" no Porto ou em Lisboa (de acordo com a faixa etária do filho que o vencedor tenha, concedendo o direito de transmitir a um familiar, caso não tenha filhos pequenos) Oferecido pela Babysol




Regras

1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com:

Com o assunto: Natal em 6 Palavras

- Colocar dados pessoais: (nome e localidade)

- Resposta ao passatempo

2 – Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados blog.

3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio dos prémios - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

4 - Depois serão enviados os Prémios pelos nossos patrocinadores aos vencedores.


Paulo Pires




Os Patrocinadores deste Passatempo do Natal






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Os endereços (mails) dos participantes poderão ser facultados aos patrocinadores deste evento para posteriores acções de divulgação dos seus produtos, quando solicitado. Todos os participantes que não queiram ver o seu endereço electrónico fornecido aos nossos Patrocinadores devem mencioná-lo no mail.