sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Vencedores do Passatempo de Natal


Boa tarde,

primeiro gostaria de felicitar a todos os que concorreram, e desejar um bom ano a todos, aqui vai a lista dos vencedores:

(nota: não se esqueçam de reclamar os prémios conforme as instruções do passatempo).


Lista de Vencedores do Passatempo de Natal:

Prémio: 1 cd oferta da atxilipu
1 Ana Rita Pacheco - Angra do Heroísmo - «Natal é quando uma criança quiser.»
2 António José Fernandes dos Santos – Cantanhede - "Natal com calma, paz na alma!"
3 Catarina – Nazaré - «Natal a chegar, toca a ajudar»
4 Catarina de Carvalho Ribeiro – Leiria - «Dever de Amar, Dever de Partilhar»
5 Ines pereira - Aldeia de Juso - «UMA REFEIÇAO EM FAMILIA MUITO FELIZ!»
6 Isabel Eduarda Martins Gomes - Moreira da Maia - «No Natal iluminam-se estrelas com felicidade»
7 Isabel Mª Antunes de Almeida Mourinha - S. Domingos de Rana - «Natal, época de Paz, Familia, Solidariedade»
8 Sofia Silva - V.N.Gaia - «Brilho, calor, afecto e carinho»
9 João Antunes – Viseu - «Natal é amor, é calor familiar!»
10 Lúcia da Silva Santos – Algueirão - «Natal iluminado Jesus em palha deitado »

Prémio: 1 cd oferta da ouveste
11 Manuel Teixeira – Oliveira de Azeméis - «PAZ AMOR MUNDO SOLIDARIEDADE NASCIMENTO CRIANÇAS»
12 Marco Sampaio - Rio de Mouro - Natal, o sonho da humanidade Feliz.
13 Maria Conceição Pacheco – Almeirim - «Neste Natal sorria, passe-o com alegria.»

Prémio: 1 quintinha oferta da Nestle
14 Maria Emília Pereira Rodrigues – Braga - «Natal: paz,harmonia, família, comunhão, presentes»
15 Maria Rosa Pereira - Oliveira do Hospital - «Amor vence guerra num Natal especial.»
16 Marlene Esteves Machado Souto – Monção - «O Natal é sentir muito amor»
17 Milene Isabel Marques Costa - Oliveira do Hospital - «Vive o Natal com alguém especial.»
18 Patrícia Madeira – Santarém - «Família "embrulhada" em laços de felicidade.»

Prémio: Inscrições em Workshops sobre "Culinária para Bebés" oferta da Babysol
19 Rosa Maria Macedo – Porto - «O Natal é um sorriso inocente.»
20 Sandra Maria Ventura Lopes Guerreiro – Odivelas - «Para mim, Natal é partilhar amor»

Prémio: 1 Pack de 2 Babetes, 2 Pares de Joelheiras e 2 Camisolas Oferta da Petit Lapin
21 Silvina Pereira Simôes – Coimbra - «Natal em Portugal é sonho real.»
22 Ivone Rute Rodrigues de Sousa - Valongo - «"Natal é paz, amor, solidariedade, felicidade...»
23 Susana Amante - Viseu - «André, és o meu Menino Jesus!»
24 Vanessa Paula R S Dias Casais – Parede - «Engravidar foi prenda ideal este Natal!»
25 Tiago Miguel Dias Batista – Coimbra - «Amor no Natal não é banal»

Prémio: 1 Curso de Massagem Infantil no Porto Oferta da Massagem Infantil
26 Tânia Alexandra Alves – Maia - «Quadra mais bela do ano!»


Está em vigor mais um passatempo, o passatempo de Janeiro, visite: http://livros-gravidez.blogspot.com/ (A Editora Presença, oferece 1 exemplar da obra "A criança e a higiene" aos 5 "melhores desejos" para 2009)


Os Patrocinadores deste Passatempo do Natal



Licença de Paternidade Poucos são os homens que usufruem da licença


«Em Portugal ainda são poucos os homens que usufruem da licença de paternidade. No ano passado apenas 551 pais utilizaram esta benesse da Segurança Social. Um número que contrasta e muito com as licenças de maternidade atribuídas pelo Estado e que em 2008 foram mais de trezentas mil.

Os números retratam a realidade, são trezentas mil licenças de maternidade a concorrer com apenas 1700 licenças de paternidade, em quatro anos. Números que tendem a mudar, embora de forma muito lenta.

As entidades empregadoras e a instabilidade no trabalho têm também a sua quota-parte nesta realidade. As mulheres entraram em força no mundo do trabalho. Em 2006, a taxa de actividade feminina atingiu 55,8% e a masculina 69,7%. Uma distância cada vez mais curta e espera-se que os homens entrem também em força no mundo da parentalidade.»

Fonte:TVI
Link:http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=1029548

Apoio na gravidez e após parto evita abandono nos hospitais


«RITA CARVALHO
Acolhimento. Há recém-nascidos que ficam nos hospitais à espera de um lugar numa instituição
No ano passado, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, seis mulheres quiserem abandonar os filhos na altura do parto. Duas acabaram por sair da maternidade deixando o bebé para trás, mas as outras quatro, apoiadas pelos serviços sociais, reuniram condições para levar as crianças para casa. Um acompanhamento que devia ser generalizado e alargado ao período da gravidez, dizem os peritos.

Segundo Luís Vilas Boas, director do Refúgio Aboim Ascensão, só o acompanhamento das grávidas de risco diminuirá o número de mães que abandonam os filhos e evitará situações como a de Mirandela.

Vilas Boas defende, por isso, a criação urgente de um "serviço nacional de emergência infantil". Uma rede de acompanhamento a grávidas de risco e de acolhimento de crianças rejeitadas pelas mães. Com a concretização desta rede, as crianças abandonadas à nascença também não teriam de ficar semanas no hospital à espera de um lugar numa instituição de acolhimento, de onde são depois encaminhadas para adopção.

Os casos de abandono de recém-nascidos na via pública são pontuais mas Vilas Boas acredita que muitos poderiam ser evitados se estas gravidezes de risco fossem acompanhadas. "Vemos crianças grávidas de outras crianças. Deviam ser seguidas antes e até depois de terem os bebés, em casa, pelas assistentes sociais", afirma, referindo as grávidas com problemas de droga e prostituição. É nos hospitais que a maioria das mulheres abandonam os filhos. Muitas informam os profissionais de saúde logo antes do parto, avisando que não querem ver os bebés e que assinarão o consentimento para adopção assim que for possível. Por lei, tal só pode ser feito seis semanas após o nascimento, mesmo que essa intenção seja expressa na altura do parto e a criança possa ser logo encaminhada. Mas, diz Vilas Boas, devido à "falta de agilidade técnica entre instituições", muitos bebés que podiam ser encaminhados para um centro de acolhimento assim que têm alta clínica, ficam duas ou três semanas nos hospitais à espera de vaga.

Jorge Branco, director da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, diz que a entrega para adopção é frequente e que os casos são encaminhados para a Santa Casa da Misericórdia, podendo demorar até três semanas a serem resolvidos. Os abandonos à porta da maternidade são hoje muito raros.

Não são as carências económicas que explicam o abandono, diz Conceição Patrício, directora do Serviço Social do Santa Maria. "É muito mais uma questão cultural. São mulheres que não querem ter os filhos e, ao dá-los para adopção, até referem que ficam contentes por poderem fazer outros casais felizes". E, acrescenta, "a nós não nos cabe julgar, mas ajudar".»

Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/2009/01/03/sociedade/apoio_gravidez_e_apos_parto_evita_ab.html

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Aparecimento de miomas está ligado aos hormônios do período fértil


«Tumores de causas ainda desconhecidas são benignos em 99,5% dos casos e não costumam provocar sintomas; saiba como combatê-los

Confirmar o aparecimento de um tumor na parede do útero pode parecer assustador. Mas a situação não necessariamente é tão grave quanto parece. Segundo o especialista em reprodução assistida Joji Ueno, de São Paulo, existe grande chance da anomalia ser um mioma, ou vários deles.

Em 99,5% dos casos, estas formações são benignas. O médico disse para a VIVA MAIS! que, embora as causas ainda sejam desconhecidas, eles afetam só no período fértil. Seu surgimento é associado aos níveis do hormônio estrogênio, que aumentam na menstruação. Em média, aparecem entre três e cinco de uma vez. Podem ter poucos milímetros ou serem maiores do que um melão.

Na menopausa, quando a produção de hormônios muda, eles tendem a desaparecer. Do total de mulheres afetadas, apenas 20% têm os sintomas. O restante, pela falta de sinais, pode passar a vida sem percebê-los.

Principais sintomas dos miomas
- Dor na região do útero ou baixo-ventre
- Aumento do fluxo sangüíneo durante a menstruação, que também pode ser prolongada
- Sangramento fora do período menstrual
- Incômodo durante o sexo
- Aumento da vontade de fazer xixi, causada pela pressão do mioma contra a bexiga
- Crescimento da barriga

Como livrar-se dos miomas
- O consumo de algumas pílulas anticoncepcionais pode diminuir o ritmo de crescimento do mioma
- Remédios à base de hormônios suspendem a menstruação e diminuem o tamanho do danado. Se utilizados por mais de seis meses, há risco de osteoporose
- Cirurgia para retirada do tumor: a escolha da técnica varia com o tamanho e a localização. Um corte no abdome ou a introdução de pinças pelo umbigo são algumas das formas disponíveis
- Quem não sofre com os sintomas e possui os miomas pequenos não precisa se submeter a um tratamento específico. Porém, deve fazer acompanhamento com ginecologista e controlar o avanço do problema

Principais complicações
- No caso de mulheres assintomáticas, o tumor é descoberto por exame de toque ginecológico. As mais magras podem notar a barriga maior.
- Se o mioma crescer na entrada do útero, pode impedir a penetração do espermatozóide e dificultar a gravidez. Quando evolui para dentro, pode provocar aborto
- Apenas 0,5% dos miomas são malignos. A única forma de eliminar esse tipo é por meio da retirada completa do útero»

Fonte:Abril
Link:http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/aparecimento-miomas-esta-ligado-hormonios-periodo-fertil-412122.shtml

Planejar a gravidez com atenção ajuda a evitar problemas


«Para minimizar riscos, é importante planejar a gravidez com atenção. “O grosso da população não tem idéia de que é necessário visitar o obstetra para avaliar o melhor momento para se ter um filho. Na consulta preconcepcional é pedido um histórico da atividade profissional da mulher.

É muito importante dizer à mulher que ela deve resolver antes os problemas no casamento e no emprego. Não dá para querer engravidar no meio de uma crise”, aconselha Bittar.

Buscar melhor qualidade de vida ajuda a evitar não somente a prematuridade como outros problemas da gravidez. “Estar bem dentro de casa é um dos tratamentos contra o nascimento prematuro e até contra abortos de repetição. Há mulheres que sofreram mais de dois abortos, fizeram vários exames e nenhuma causa foi encontrada. Qual é o tratamento? Viver bem, diminuir as causas do estresse”, diz Cavalli.

A preparação que deve ocorrer antes da gravidez também aborda outras questões que influenciam na gestação, como alimentação, tratamento de uma eventual doença sexualmente transmissível, controle de peso, de diabetes e de pressão arterial. “Tudo isso influencia a gravidez. A pessoa deve ser vista como um todo. Se fosse feito um acompanhamento geral, teríamos muito menos complicações hoje”, diz Bittar.»

Fonte:Jornal da Manha
Link:http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,2730

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Estudo nos Estados Unidos liga deficiência de vitamina D a cesarianas


«Fraqueza muscular e pressão alta ligadas à falta do nutriente seriam causa.

Médico autor da pesquisa recomenda consumo de suplemento vitamínico.

Nicholas Bakalar Do 'New York Times'

A deficiência de vitamina D pode aumentar a probabilidade de se ter uma cesariana, mostra um novo estudo.

Na virada do século XX, de acordo com informações de apoio no relato, ossos deformados na pélvis muitas vezes levavam a uma cesariana, um problema que virtualmente desapareceu com a fortificação do leite e outros alimentos com vitamina D. Porém, este estudo, divulgado online em 23 de dezembro na revista científica "Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism", sugere que a deficiência de vitamina D na gravidez ainda é um problema.

Os pesquisadores estudaram 253 partos num hospital de Boston, entre 2005 e 2007. Após controlar outras variáveis, os cientistas descobriram que mulheres com níveis baixos de vitamina D no sangue tinham quase quatro vezes mais chances de ter uma cesariana de emergência do que aquelas com níveis normais. A deficiência de vitamina D foi associada a fraqueza muscular e alta pressão sanguínea, o que pode ajudar a explicar a descoberta.

Michael Holick, professor de medicina da Universidade de Boston e autor do estudo, ofereceu conselhos a mulheres grávidas. “Tome um suplemento de mil unidades de vitamina D, disponível em qualquer farmácia, junto com qualquer vitamina pré-natal que esteja tomando, de forma que você obterá 1.400 unidades por dia”, disse ele. “Não existe lado negativo em se fazer isso.”»


Fonte:G1

Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL943409-5603,00-ESTUDO+NOS+ESTADOS+UNIDOS+LIGA+DEFICIENCIA+DE+VITAMINA+D+A+CESARIANAS.html


Novo Passatempo & Resultados do passatempo do mês anterior




Já estão disponíveis os resultados do passatempo de Dezembro, e está no ar mais um passatempo, o de Janeiro de 2009. Consulte em http://livros-gravidez.blogspot.com/

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Pílula prejudica fertilidade e ambiente, diz jornal do Vaticano


« O jornal do Vaticano, "L'Osservatore Romano", afirmou hoje em artigo que a pílula anticoncepcional feminina "tem conseqüências devastadoras para o meio ambiente" e é uma das causas da infertilidade masculina.

No artigo do vespertino, o espanhol José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional de Associações Médicas Católicas (Fiamc), diz que os anticoncepcionais orais podem ter efeitos abortivos e são devastadores para o meio ambiente, já que através da urina se liberam toneladas de hormônios.

Além disso, a liberação desses hormônios é, segundo Castellví, "uma das principais causas da infertilidade masculina no Ocidente".

Por outra parte, Castellvi acrescentou que tem "dados suficientes" para afirmar que a "poluição ambiental" provocada pela liberação de hormônios através da urina das mulheres que usam a pílula, "é um dos motivos pelos quais o homem no Ocidente produz cada vez menos espermatozóides".

por Yahoo»

Fonte:Alagoas em tempo real
Link:http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=saude&cod=2161

Fumo passivo pode trazer dificuldades para engravidar


«Mulheres expostas ao fumo passivo na infância ou na vida adulta têm mais chances de enfrentar dificuldades para engravidar ou de sofrer abortos espontâneos, revela um estudo da Universidade de Rochester (EUA), publicado na revista Tobacco Control.

É a maior pesquisa já feita a mostrar essa associação. Na análise, que envolveu 4.800 mulheres não-fumantes atendidas no Roswell Park Cancer Institute, os pesquisadores constataram que 40% daquelas que eram expostas à fumaça do cigarro por seis horas ou mais por dia tiveram dificuldade para engravidar ou sofreram abortos espontâneos.

Mulheres expostas ao cigarro na infância tiveram 1,27 vez mais chances de ter problemas com a gravidez. Já entre as que conviveram com fumantes na vida adulta o risco foi 1,3 vez maior. A comparação em ambos os casos foi feita em relação a mulheres que viveram em ambientes livres de cigarro.

No estudo, 4 em 5 mulheres disseram terem sido expostas à fumaça em algum momento da vida, com metade delas tendo crescido em uma casa com pais fumantes. Em relação aos abortos, 12,4% relataram múltiplos abortos espontâneos.

Segundo Luke Peppone, um dos autores do estudo, o cigarro contém toxinas que, supostamente, podem danificar o material genético das células reprodutivas- inibindo a fertilização- e aumentar o risco de aborto espontâneo por influir na produção de hormônios necessários ao desenvolvimento da gravidez.

No entanto, Peppone alerta que não há confirmação científica de como o fumo passivo afeta o organismo da mulher. "É preciso cautela na interpretação dos resultados porque, até a presente data, não conseguimos concluir a causalidade [a relação causa e efeito do fumo passivo e fertilidade]."

Para o ginecologista Rui Ferriani, professor da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto e vice-presidente da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), a pesquisa americana comprova o que os médicos já suspeitavam.

"Está muito bem documentado que o fumo prejudica a qualidade dos óvulos e dos espermatozoides. A gente imaginava que o fumo passivo também pudesse ser prejudicial à fertilidade. Agora, está comprovado."

Segundo ele, os ginecologistas devem informar às pacientes que desejam engravidar sobre os riscos do cigarro -pode levar à menopausa precoce, por exemplo- e do uso de drogas, mas ele acredita que uma campanha de saúde pública sobre os fatores que podem levar à infertilidade seria mais eficaz. "Tem mais impacto do que falar individualmente", afirma.

O ginecologista Renato Kalil, do Hospital e Maternidade São Luiz, também avalia que é difícil convencer o casal, especialmente o homem, a deixar de fumar sob o argumento de que o vício pode dificultar a gravidez.

"Na hora, ele cita vários amigos fumantes que engravidaram suas mulheres sem problema. Fica difícil argumentar."

Segundo Kalil, até por falta de mais evidências científicas sobre os males do fumo passivo na reprodução, não é prática dos médicos alertar os casais nesse sentido.

O urologista Edson Borges, especialista em reprodução humana, concorda. "Eu não pergunto à mulher [que está tentando engravidar] se ela frequenta ambientes com cigarro. É muito difícil estabelecer essa relação [fumo passivo e dificuldade de gravidez]. Precisaria saber, por exemplo, a que quantidades de substâncias tóxicas ela está exposta."

Borges argumenta que há muitas variáveis relacionadas à infertilidade e aos abortos recorrentes e acredita que faltam mais evidências científicas sobre os efeitos do fumo passivo na fertilidade.



Fonte: Folha Online»

Fonte:Portalms
Link:http://www.portalms.com.br/noticias/Fumo-passivo-pode-trazer-dificuldades-para-engravidar-/Campo-Grande/Saude/28620.html

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009


«Um novo estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos indica que o consumo de café na gravidez pode ser prejudicial para o coração do filho. Testes com ratos mostraram que a ingestão de uma única dose de cafeína - equivalente a duas xícaras de café - durante a gravidez pode reduzir a função cardíaca do filho para o resto da vida.

Apesar dos estudos terem sido realizados com ratos, o pesquisador Scott Rivkees, líder do estudo, afirma que as causas e efeitos biológicos descritos na pesquisa são plausíveis também para os humanos.

Os pesquisadores avaliaram, por 48 horas, quatro grupos de ratazanas grávidas: os dois primeiros foram avaliados em um ambiente com níveis reduzidos de oxigênio, recebendo injeções de cafeína ou de uma solução salina; e os outros dois foram estudados em ambiente sem alterações no ar.

E os cientistas descobriram que, em ambas as circunstâncias, ratos que receberam injeções de cafeína produziram embriões com uma camada de tecido mais fina separando algumas câmaras do coração, comparados com ratos que receberam a solução salina. Além disso, os ratos machos adultos que tinham sido expostos à cafeína no útero tinham um aumento de 20% na gordura corporal e menor função cardíaca do que os não-expostos.

"Nossos estudos aumentam a preocupação potencial sobre a exposição à cafeína no início da gravidez, mas outros estudos são necessários para avaliar a segurança da cafeína durante a gestação", ressaltaram os pesquisadores na revista científica da Federation of American Societies for Experimental Biology.

Fonte: boa saúde»

Fonte:O pantaneiro

Link:http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=79676


Para reflexão ... Ser pai



quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O blog vai de Férias mas os passatempos continuam ....

O blog deseja a todos Boas Festas e um Feliz Ano Novo

Bom Natal

Boas Entradas


Paulo Pires e Família

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Dieta equilibrada ajuda evitar a infertilidade


«Existem diversas causas para a infertilidade, até mesmo genéticas, mas a alimentação tem grande importância neste contexto

É cada vez maior o número de casais que recorre a tratamentos médicos para realizar o sonho de ter um filho. Porém, poucas pessoas sabem que certos alimentos ajudam a manter as células reprodutoras ativas por mais tempo, aumentando as chances de concepção.

Nós, médicos, podemos apontar diversas causas para a infertilidade, até mesmo genéticas, mas a alimentação também tem grande importância neste contexto. Estudos apontam que 15% dos homens e mulheres inférteis estão acima do peso, por isso é preciso ter mais atenção com aquilo que colocamos à mesa quando nos programamos para ter um filho.

A Sociedade de Medicina Reprodutiva Americana mostrou que 83% dos homens com infertilidade não consumiam frutas e verduras, algo em torno de menos de 5 porções por dia. Já entre os homens que comiam frutas e verduras, o número cai para 40% de inférteis. Por isso, especialistas não descartam a possibilidade do surgimento da infertilidade masculina ser causado por mudanças maléficas nos hábitos alimentares.

Na lista dos alimentos que devem ser cortados da dieta estão o álcool e o café, pois aumentam o nível do hormônio feminino prolactina, o que conseqüentemente reduz a fertilidade. O álcool, por si só, já é um grande inimigo da saúde e dificulta a fecundação por ser tóxico para os aparelhos reprodutores de ambos os sexos, além de desregular o ciclo menstrual. O café consumido em excesso (mais de uma xícara por dia) reduz pela metade a probabilidade de gravidez.

Entre as substâncias que devem ser introduzidas na alimentação estão: ácido fólico, encontrado em alimentos como espinafre e feijão; zinco, presente no germe de trigo e na carne vermelha; vitamina B6, da banana e do frango; vitamina B12, obtida na ingestão de fígado e atum enlatado; e a nossa conhecida vitamina C, encontrada na acerola e em frutas cítricas como laranja e abacaxi.

Seguindo estes pequenos passos podemos aumentar as chances de reprodução de maneira simples e natural, sem necessidade de tratamentos médicos. Além disso, é preciso pensar na saúde do bebê que chegará, por isso é fundamental as gestantes terem hábitos saudáveis, inclusive na alimentação.

*Por Sylvana Braga, médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo (www.sylvanabraga.com.br).»

Fonte:Bonde
Link:http://www.bonde.com.br/bonde.php?id_bonde=1-34-7-54-20081127

Estudo liga uso de dois antidepressivos na gravidez a anomalias cardíacas no bebê


«Um estudo publicado na edição de novembro do British Journal of Clinical Pharmacology indica que o uso de dois antidepressivos durante a gravidez pode causar anomalias cardíacas no bebê. Segundo a pesquisa, mulheres que tomam fluoxetina nos três primeiros meses de gestação têm quatro vezes mais chances de ter um bebê com problemas cardíacos, e a quantidade de bebês com essas anomalias é três vezes maior em gestantes que tomam paroxetina.

Os pesquisadores, porém, recomendam que as mulheres que tomam esses medicamentos continuem o tratamento, a menos que sejam orientadas, por seu médico, a suspender o uso de antidepressivos. E eles ressaltam que, em mulheres tomando fluoxetina, deve ser realizado um ecocardiograma fetal no terceiro trimestre para diagnosticar possíveis anomalias cardíacas.

Além disso, as gestantes são recomendadas a parar de fumar, visto que o estudo também mostrou que fumar mais de dez cigarros por dia aumenta em cinco vezes os casos de problemas cardíacos no bebê.

No estudo, acompanhando a gravidez de mais de 2 mil mulheres - dentre elas, 410 que tomavam paroxetina e 314 que tomavam fluoxetina - pesquisadores de Israel, Itália e Alemanha descobriram uma alta taxa de anormalidades cardíacas em mulheres que haviam tomado os antidepressivos e entre as que fumavam mais de dez cigarros por dia.

Os resultados indicaram uma prevalência de problemas cardíacos de 2,8% no grupo que tomou fluoxetina, de 2% no grupo da paroxetina e de 0,6% no grupo controle. Além disso, o índice de interrupção da gestação foi maior nos grupos dos antidepressivos (7,8%; 4,8%; e 2,8%, respectivamente). E, para piorar o quadro, as mulheres que tomavam os medicamentos eram mais propensas a fumar (20,1%; 20,7%; e 7,5%) e a fumar mais de dez cigarros por dia (12,3%, 14%; e 4,4%).

Considerando todos esses fatores, eles calcularam uma probabilidade 4,5 vezes maior de ter um filho com problemas com o uso da fluoxetina; e 2,7 vezes maior risco com o uso do outro antidepressivo. E o fato de fumar menos de dez cigarros por dia aumentaria os riscos em 2,7 vezes, comparados com o aumento de 5,4 vezes entre aquelas que fumavam mais.

Os autores destacaram que não há evidências indicando riscos em outros antidepressivos do mesmo grupo. E que é importante que as mulheres com depressão não abandonem o tratamento, mas saibam dos riscos potenciais e benefícios envolvidos no seu tratamento durante a gravidez.

Fonte: Notícias de Saúde»

Fonte:O Pantaneiro
Link:http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=78766

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Bebé Nestle 2008


"Faça do seu Bebé a estrela deste Natal."
Carregue aqui

Hidroginástica durante a gravidez ajuda a reduzir dores de parto


«Investigadores brasileiros revelaram que realizar exercícios de hidroginástica durante a gravidez ajuda a diminuir as dores de parto e, assim, também a quantidade necessária de analgésicos durante o parto

O estudo, publicado na “Reproductive Health”, incluiu 71 grávidas, tendo metade assistido a três sessões de 50 minutos de hidroginástica por semana durante a gravidez, enquanto a outra metade serviu de grupo de controlo.

A autora do estudo, a professora Rosa Pereira, da Universidade de Campinas, em São Paulo, referiu que não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas na duração do parto ou do tipo de parto entre os dois grupos. Contudo, apenas 27 por cento das mulheres do grupo da hidroginástica pediu analgésicos, em comparação com 65 por cento do grupo de controlo. Isto representa uma redução de 58 por cento dos pedidos.

Existe alguma discussão relativamente ao facto das mulheres praticarem exercício físico durante a gravidez. A preocupação principal é que o exercício possa interferir com as exigências do feto e da placenta e comprometer o desenvolvimento ou crescimento do feto, ou aumentar o risco de anomalias.

Os investigadores concluíram que a hidroginástica não apresentava qualquer efeito prejudicial para a saúde cardiovascular das grávidas e também confirmaram o bem-estar dos bebés das mães que praticaram hidroginástica.

A investigadora referiu que foi demonstrado que a prática regular de exercícios moderados na água, durante a gravidez, não é prejudicial, nem para a saúde da mulher nem do bebé. De facto, a redução dos pedidos de analgésicos sugere que este tipo de exercício pode fazer com que as mulheres fiquem em melhores condições psicológicas e físicas.

Isabel Marques»

Fonte:Farmacia.com
Link:http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=6409

Saiba como se livrar de enjôos matinais, inchaços e câimbras na gravidez


«Chegada de uma criança traz muitas mudanças no corpo da mulher; veja como enfrentar os principais desconfortos com soluções simples

O corpo feminino passa por muitas transformações para acomodar o feto e preparar-se para a hora do parto. Uma revolução tão grande no organismo só poderia causar um mal-estar ou outro.

No entanto, é possível enfrentar este período sem tanto desconforto. Os obstetras Luiz F.P. Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana, e Roberto B. de Faria, ambos de São Paulo, dão dicas de como evitar os problemas.

Enjôos matinais
Evite jejuns prolongados e a exposição à fumaça de cigarro e aromas fortes. Pela manhã, antes de escovar os dentes, mastigue lentamente uma bolacha de água e sal.

Azia
Elimine da dieta alimentos que piorem o problema, como café e refrigerante, e evite deitar logo após as refeições. Só use antiácidos se forem recomendados pelo médico.

Falta de ar
O crescimento do útero pressiona o diafragma, dificultando a respiração. Um travesseiro extra na hora de dormir ajuda a respirar melhor.

Inchaço
Pés e tornozelos são os mais afetados pelo aumento no volume de sangue. Meias elásticas e exercícios leves favorecem a circulação.

Cãibras
Ocorrem principalmente à noite e podem estar ligadas à falta de minerais, como cálcio, potássio e magnésio, ou a pressões musculares. Reforce a ingestão de alimentos como peixes, banana, damasco e castanhas e aposte nos exercícios.

Insônia
Para acomodar melhor a barriga, experimente deitar de lado, com um travesseiro entre as coxas.

Urina solta
Tem a ver com a pressão do útero sobre a bexiga e pode ser amenizada pelo fortalecimento da região. Tente exercícios como o de reter e soltar o xixi aos poucos na hora de urinar.

Dores nas costas
Há tendência de projetar a coluna para trás para compensar a barriga, o que pressiona a região lombar. O alongamento melhora a postura.

Intestino preso
Muitas fibras no cardápio, água e exercícios são a saída para esse desconforto.

*Com informações da CLAUDIA.»

Fonte:Abril
Link:http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/como-se-livrar-enjoos-matinais-inchacos-caimbras-gravidez-405665.shtml

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Este Natal temos um Super "Hiper" Passatempo ...

«O Natal em 6 palavras.»

Só tens que enviar uma frase até dia 25 de Dezembro com um máximo de 6 palavras alusiva ao tema "Natal"

Prémios:
- 10 Cd´s de Musica Infantil Oferecidos pela atxilipu




- 3 Cd´s de Musica Infantil Oferecidos pela Ouveste



- 5 Quintinhas da Nestle Oferecidadas pela Nestlé

-1 Pack de 2 Babetes, 2 Pares de Joelheiras e 2 Camisolas Oferecidas Petit Lapin



-1 Curso de Massagem Infantil no Porto Oferecido pela Massagem Infantil




- 2 inscrições em Workshops sobre "Culinária para Bebés" no Porto ou em Lisboa (de acordo com a faixa etária do filho que o vencedor tenha, concedendo o direito de transmitir a um familiar, caso não tenha filhos pequenos) Oferecido pela Babysol




Regras

1 – Enviar um mail para passatempo.gravidez@gmail.com:

Com o assunto: Natal em 6 Palavras

- Colocar dados pessoais: (nome e localidade)

- Resposta ao passatempo

2 – Após o apuramento dos vencedores, os mesmos serão publicados blog.

3 - Após a publicação dos resultados, os vencedores terão uma semana para enviar um mail (passatempo.gravidez@gmail.com) com o seu endereço completo - para o envio dos prémios - reclamando o prémio. Após a semana, os prémios que não forem reclamados serão novamente distribuídos numa segunda lista de vencedores do passatempo.

4 - Depois serão enviados os Prémios pelos nossos patrocinadores aos vencedores.


Paulo Pires




Os Patrocinadores deste Passatempo do Natal






Nota:
Os endereços (mails) dos participantes poderão ser facultados aos patrocinadores deste evento para posteriores acções de divulgação dos seus produtos, quando solicitado. Todos os participantes que não queiram ver o seu endereço electrónico fornecido aos nossos Patrocinadores devem mencioná-lo no mail.

Maternidade inesperada


«O apoio da avó, em casos de gravidez precoce, pode ser muito benéfico, mas depende de como é conduzido

Fabiana Caso - O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO - Quando a gravidez acontece na adolescência, não adianta culpar nem condenar os responsáveis: a falta de maturidade requer o apoio dos familiares, especialmente da mãe. O suporte e as orientações da avó são fundamentais para cumprir os desafios da maternidade precoce. Esse drama, vivido por milhares de famílias, é retratado, inclusive, na novela A Favorita, da TV Globo, pelas personagens Mariana (Clarice Falcão), a filha, e Catarina (Lilia Cabral), a mãe.

O consultor em educação sexual e autor do livro Adolescente: um Bate-Papo sobre Sexo (Editora Moderna), Marcos Ribeiro, reforça a necessidade de "educar para as novas responsabilidades". "Esse aprendizado é importante para que o jovem casal entenda que não está brincando de casinha." Mas isso não quer dizer que os pais devam assumir as responsabilidades dos adolescentes.

"A mãe pode ensinar à sua filha como cuidar de si e do bebê, como um exercício. E, em seguida, pedir para a garota fazer a tarefa e deixar claro que a partir de cada lição ela será responsável pela execução", comenta Marcos. "A mãe deve lembrar que está ensinando, e que aquele compromisso com o bebê é da filha e do pai da criança."

Nada impede, porém, que a avó conviva bastante com a criança. "Esse convívio pode trazer grandes benefícios tanto para a criança como para a avó. Mas tal situação deve ser bem administrada, com os limites necessários e respeitando o papel de cada um, o que pode ser resolvido por meio de conversa", aconselha. "E mesmo sendo adolescentes, os avós devem respeitar os pais da criança. Não devem desautorizá-los diante do netinho."

O psicólogo especializado em relacionamentos, Alexandre Bei, reforça que é importante não condenar nem menosprezar a jovem. "Ela ainda não é adulta e precisa muito do apoio e do afeto dos pais", pondera. "O melhor é a avó participar do processo, sem julgar."

Já a psicóloga Magdalena Ramos, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tem um ponto de vista diferente. Com o pediatra Leonardo Posternak, escreveu o livro E Agora, o que Fazer? (Ágora), sobre a arte de criar filhos. "Uma adolescente ainda não tem maturidade suficiente para criar um filho, não se amadurece por decreto", exclama. "E se fosse fazer isso, teria que parar de estudar e trabalhar. Acho que a avó deve ajudar o máximo possível para que a filha possa continuar estudando. Após alguns anos, quando aprender a caminhar com as próprias pernas, talvez possa assumir a situação plenamente."

Avós precoces

A jovem avó Silvia Nunes Telles, de 36 anos, foi pega de surpresa quando sua filha Tamires, na época com 16 anos, engravidou. "No começo, fiquei em choque. Minha preocupação era que ela continuasse os estudos", lembra. O pai de Tamires ficou tão bravo que não quis mais falar com a filha, só há pouco tempo retomaram o relacionamento.

Silvia nem bem teve tempo de se estruturar e teve novas surpresas: Tamires ficou doente, com caxumba. "Dei todo o apoio", conta. "A maior preocupação passou a ser a doença, mas felizmente ela se recuperou bem." Cuidou da filha, forneceu todas as orientações, a acompanhou no pré-natal e comprou roupinhas para a pequena Beatriz, que hoje tem 1 ano e 6 meses.

O pai da criança, de 19 anos, sugeriu que Tamires fosse morar com ele, mas Silvia a desaconselhou por causa do temperamento instável do rapaz. E insistiu para que Tamires continuasse estudando: ela só parou de ir à escola por um mês. "Eu e as amigas dela ajudamos nos trabalhos escolares e ela passou em tudo. Agora está no terceiro ano do ensino médio", conta.

Hoje, aos 18 anos, Tamires continua morando com a mãe, o padrasto e os irmãos. "Nosso relacionamento é muito bom." Há pouco mais de um mês, voltou a trabalhar com telemarketing durante o dia, e continua estudando à noite. Pensa em fazer faculdade de administração. "No começo, acho que minha mãe pensou sobre o que os outros iriam dizer, depois tirou de letra", conta.

A história da contadora Lucia Morita, de 45 anos, envolveu dissidências familiares. Sua filha única, Andressa, ficou grávida aos 18 anos, na época em que morava com a mãe, a avó e as tias maternas. À primeira suspeita de gravidez, Andressa se abriu com a mãe. "Fui com ela fazer o teste", lembra Lucia. "Ela chorou muito, ficou muito preocupada com o futuro. Falei que o importante era cuidar da própria saúde e do bebê, o resto tinha menos importância."

Lucia encarou com tranqüilidade a notícia. Apesar de a gravidez não ter sido planejada, apoiava o namoro da filha com o pai da criança. Estavam juntos há poucos meses, mas se conheciam há anos. Desde o princípio, ele assumiu suas responsabilidades. "É engraçado que tinha acabado de fazer um plano de saúde. Ofereceram uma opção que incluía o serviço de maternidade, e eu falei que era muito jovem para ser avó. E foi o que aconteceu", diverte-se.

Também ensinou tudo para a filha sobre como cuidar do bebê. Curiosamente, o problema maior de Lucia e Andressa foi com o resto da família. Suas tias não receberam bem a notícia e fizeram uma série de cobranças ao pai da criança. A solução encontrada foi a mudança de Andressa para a casa da família do namorado durante a gravidez. "Sentia muita falta dela e ia visitá-la todos os dias após o trabalho", lembra Lucia.

Hoje seu netinho, Marcelo, tem 2 anos e oito meses. Pouco antes de ele nascer, os pais encontraram uma casa própria. E a convidaram para morar com eles. Ela aceitou. Hoje, trabalha durante o dia, mas curte o neto à noite. Marcelo fica com os avós paternos enquanto os pais trabalham.

Andressa tem hoje 22 anos. Concluiu o ensino médio e voltou a trabalhar quando o filho completou 1 ano e meio. "Foi muito importante ter contado com o apoio da minha mãe."»

Fonte:Estadão
Link:http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup285861,0.htm

Homens despertam para importância da paternidad


«Para bebê, convivência com pai e mãe, sejam eles biológicos ou adotivos, é enriquecedora, assegura médico

Sammya Araújo
Da Agência Anhangüera | fale com o repórter
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Pai de primeira viagem, o bacharel em Ciência da Computação Rodrigo Lizardi de Souza planejou minuciosamente a vida financeira e profissional para ficar ao lado da mulher, a bibliotecária Elizângela, durante o primeiro mês de vida de Maria Eduarda, que deve nascer dia 8 de dezembro. Mas isso só será possível porque ele vai sair de férias dos dois empregos logo após os escassos cinco dias de afastamento a que tem direito, por lei, para participar do feliz, embora normalmente turbulento, comecinho de vida do bebê. Tudo poderia ser diferente para famílias como essa se, no Brasil, vingasse a ampliação da licença-paternidade, uma reivindicação que começa a ganhar corpo na sociedade civil organizada, no rastro da recente aprovação da licença-maternidade facultativa de 180 dias.

A discussão converteu-se em mudanças pontuais por iniciativa de alguns governos, que estenderam o período de afastamento de 5 para 15 dias aos funcionários públicos que se tornarem pais. O benefício já se aplica nos Estados do Rio de Janeiro e Pernambuco. Em São Paulo, um projeto de lei em tramitação na Assembléia Legislativa propõe um mês de folga para os servidores estaduais. Há ainda entidades e empresas particulares indo pelo mesmo caminho, como a Fundação Carlos Chagas, de São Paulo, que realiza processos seletivos de várias universidades. A instituição oferece 30 dias de afastamento remunerado a seus colaboradores. »

Fonte:Cosmo
Link:http://www.cosmo.com.br/noticia/14755/2008-11-30/homens-despertam-para-importancia-da-paternidade.html

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ovários policísticos - Irregularidade menstrual e excesso de peso podem sinalizar a doença


«A síndrome dos ovários policísticos é bastante freqüente e acomete 6% a 10% das mulheres em idade reprodutiva. A síndrome se caracteriza por irregularidade menstrual (geralmente ciclos com intervalos superiores a 35 dias entre um e outro), dificuldade para engravidar, presença de pequenos cistos nos ovários e problemas de pele (espinhas, queda de cabelo ou aumento de pêlos no rosto e na barriga). Além disso, é relatada associação da síndrome com diabetes, distúrbios do colesterol e pressão alta, alterações estas que se agravam nas mulheres obesas.

"A síndrome dos ovários policísticos se relaciona a um estado de resistência à ação da insulina, que por sua vez promove diabetes, redução do HDL-colesterol (colesterol bom), aumento de triglicérides e hipertensão arterial", explica Cristiano Roberto Grimaldi Barcellos, endocrinologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos.

Até o momento, a causa da síndrome dos ovários policísticos não foi totalmente esclarecida. Parece haver influência genética e do excesso de peso. Segundo o especialista, tratar os ovários policísticos ainda na adolescência pode evitar futuras complicações. "Mulheres com a síndrome estão mais predispostas a desenvolver doenças metabólicas. Por isso é necessário pesquisá-las nas pacientes jovens que apresentam diabetes ou hipertensão", alerta Barcellos.

Os problemas psicológicos também são apontados como inconvenientes da doença, sobretudo entre as adolescentes, em razão do aumento da acne e dos pêlos no rosto e na barriga. Além disso, cerca de 70% das pacientes apresentam sobrepeso ou obesidade, as quais também se associam a distúrbios psicológicos. O diagnóstico para identificar a síndrome é baseado em características clínicas e laboratoriais. Imagens ultra-sonográficas podem detectar a os microcistos ovarianos, uma das características da síndrome.

Entre as portadoras de sobrepeso e obesidade, o tratamento consiste basicamente na redução de peso, que pode ser alcançado com atividade física e dieta. Entretanto, medicamentos anti-obesidade podem ser utilizados em casos selecionados. Já as pacientes que não ovulam e querem engravidar podem precisar de remédios indutores da ovulação.

Além disso, medicamentos direcionados ao combate da resistência à insulina, como a metformina, podem ser utilizados para melhorar os sintomas da síndrome e prevenir ou tratar os distúrbios metabólicos.

Uma das maneiras de prevenção é combater a obesidade. Estudos estão sendo desenvolvidos para determinar uma causa genética do problema. "O ideal é que a paciente seja acompanhada por uma equipe multidisciplinar, composta por endocrinologista, ginecologista, dermatologista e nutricionista. Com isso evita-se o surgimento de doenças associadas à resistência à insulina", completa o médico.


Janaína Gomes»

Fonte:O Girasol
Link:http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=%C3%9Altimas%20Not%C3%ADcias&idnoticia=2363

Mães britânicas preferem música pop para acalmar bebês


«A música Patience, do grupo Take That, foi apontada por mães britânicas como a mais popular na hora de botar os bebês para dormir, segundo uma pesquisa do site The Baby Website.

De acordo com a pesquisa com 2.000 mães, dois terços delas preferem cantar músicas pop do que canções de ninar na hora de acalmar os pequenos.

O site se disse surpreso com o resultado. A porta-voz Kathryn Crawford acredita que as mães estejam sendo influenciadas pelas músicas que ouvem durante o dia.

“Nós ficamos realmente surpresas ao descobrir que as mães cantam mais músicas modernas em vez de canções de ninar tradicionais."

“Eu imagino que a maioria das mães ouçam rádio quando estão em casa com os bebês, e as letras ‘contagiantes’ tornam impossível cantar outra coisa na hora de (por o bebê para) dormir”, disse Crawford.

Além de Patience, Angels, de Robin Williams, ficou em segundo lugar na preferência das mães e em terceiro, I Kissed a Girl, com Kate Perry.

A pesquisa também revelou que 13% das entrevistadas acreditam que as canções de ninar são muito antiquadas, enquanto uma em dez das entrevistadas disse não se lembrar da letra de nenhuma canção de ninar.

Quase metade das mães disseram cantar para acalmar os bebês quando eles choram, enquanto um terço põem os bebês para dormir cantando.

Um terço das mães entrevistadas também disseram achar que os bebês dormem melhor ao som de música pop do que canções de ninar e 13% disseram cantar na hora de trocar a fralda. »

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/12/081202_bebemusicapop_ba.shtml