
«Sim à chupeta. Estudo internacional desmistifica a controvérsia do impacto da chupeta no
aleitamento materno. Pesquisa inédita realizada em Bueno Aires revela que a chupeta, quando oferecida no momento em que a amamentação está estabelecida, não prejudica o aleitamento materno e pode contribuir para a redução de chances de morte súbita
Ela é usada há três mil anos para “acalmar” os bebês. Algumas mães são fãs, outras não gostam muito da idéia de oferecer a chupeta para os filhos. A mesma polêmica acontece no meio médico, sobretudo porque relacionam o uso da chupeta com prejuízos ao aleitamento materno. Contudo, um estudo que será apresentado no Simpósio Internacional da Maternidade Santa Joana, em São Paulo, revela uma conclusão que poderá ajudar as mães nessa escolha tão difícil. Ao contrário do que muitos imaginam, as conclusões apontaram que oferecer a chupeta aos 15 dias de vida do bebê não interfere no aleitamento materno. Além disso, a iniciativa de oferecer a chupeta em paralelo à manutenção do aleitamento já estabelecido pode contribuir também para a redução das chances de morte súbita do bebê.
A pesquisa inédita foi realizada em Buenos Aires e analisou o comportamento de 1.000
(mil) bebês recém-nascidos. Para metade deles foram oferecidas chupetas a partir do
15º dia de vida e para a outra metade não foi introduzida a chupeta. A amostra contou com 3/4 de bebês provenientes de hospitais privados e 1/3 de hospitais públicos, com mães com idade média de 29 anos. As conclusões do estudo apontaram que 86% dos bebês observados não tiveram interferência ou diminuição no aleitamento materno até os três meses de vida. O assunto é motivo de controvérsia entre as mães e também entre os médicos. “A principal dica que o estudo nos oferece é que uma vez que a amamentação materna esteja bem estabelecida, a chupeta poderá ser usada para acalmar o bebê em casos de dor ou no auxilio para adormecer. Porém seu uso dever ser limitado e somente após 15 dias de vida para não interferir na dinâmica inicial da amamentação. Alguns dados sugerem também que o uso da chupeta pode contribuir para a redução das chances da morte súbita do lactente, um fenômeno muito raro que leva os bebês à morte durante o sono, sem explicação médica”, comenta a pediatra neonatologista do Hospital Santa Joana, Débora Passos.
Neste mês, o doutor Néstor Vain, diretor do Departamento de Pediatria e Neonatologia da Maternidad Palermo, Sanatorio de la Trinidad, de Buenos Aires, virá pela primeira vez ao Brasil especialmente para falar desse assunto. Ele apresentará todas as características do estudo e também uma visão geral deste cenário no Simpósio Internacional de Neonatologia, realizado pela Maternidade Santa Joana. O evento terá início nesta quinta-feira, dia 12 de março e seguirá até o dia 14. A programação contará também com convidados palestrantes vindos dos EUA e da Austrália. Os profissionais colocarão em discussão novos estudos e descobertas e atualizarão especialistas de todo o Brasil em diferentes temas da Neonatologia. “Por conta de toda a tradição na realização deste encontro, este ano o Simpósio cresceu de forma significativa. A qualidade da programação chamou tanto a atenção dos profissionais que as vagas se esgotaram; temos mil médicos inscritos de todo o Brasil”, revela Dr. Alberto D´Auria, diretor de relacionamento médico da Maternidade Santa Joana. “Os convidados internacionais estarão pela primeira vez em território nacional compartilhando novidades e tendências extremamente relevantes, o que nos permitirá ter uma visão ampla do que acontecerá nos próximos anos na Neonatologia, tanto no Brasil quanto no mundo”, complementa.
por Assessoria »
Fonte:Alagoas em tempo real
Link:http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=saude&cod=2496
quarta-feira, 18 de março de 2009
Estudo comprova uso da chupeta não prejudica o aleitamento materno
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Paulo Pires
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3/18/2009 02:00:00 da tarde
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Enxaquecas durante a gravidez aumentam o risco de derrame, diz estudo

«Mulheres que sofrem frequentes enxaquecas têm maior risco de sofrer derrames durante a gravidez, assim como doença cardíaca, pressão alta e formação de coágulos, segundo estudo da Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos.
A pesquisa avaliou um banco de dados nacional com mais de 18 milhões de registros hospitalares entre os anos de 2000 e 2003, incluindo quase 34 mil casos de enxaqueca durante a gravidez. E indicou que mulheres que sofrem enxaquecas na gestação tinham 15 vezes maior risco de derrames, três vezes maior risco de formação de coágulos e duas vezes mais chances de ter doença cardíaca.
Segundo os autores, essas dores de cabeça ocorrem em até 26% das mulheres em idade reprodutiva, o que representa um motivo de preocupação em relação a problemas cardiovasculares; e em um terço das mulheres com idades entre 35 e 39 anos. Os casos seriam mais comuns em caucasianas com mais de 40 anos.
"Nessa grande amostra baseada na população de mulheres grávidas admitidas no hospital, houve uma forte relação entre enxaqueca periparto ativa e diagnósticos vasculares durante a gestação", concluíram os autores. Porém eles destacaram que "porque esses dados não permitem a determinação de qual vem primeiro, a enxaqueca ou a condição vascular, mais estudos prospectivos de gestantes são necessários para explorar essa associação".
Fonte: boa saúde»
Fonte:O pantaneiro
Link:http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=82217
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3/18/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 17 de março de 2009
40 produtos para bebé são perigosos

«Uma associação de consumidores dos Estados Unidos alertou para dezenas de marcas de produtos de higiene para bebés que contêm produtos cancerígenos, detectados em testes de laboratório.
Dos produtos testados, 23 continham Formol e 17 continham tanto Formol como Dioxana. Segundo o instituto norte-americano para o cancro, estudos mostraram que cancros dos seios nasais, da garganta, da faringe e por vezes leucemias podem estar ligados à exposição ao Formaldeído.
Entre as marcas visadas, figuram o muito popular champô Johnson’s Baby, que, segundo os testes, contém Formaldeído em quantidade suficiente para provocar uma reacção alérgica cutânea. »
Fonte:Correio da Manha
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=97DEEE09-0350-4D13-B896-25A12925BD6E&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010
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Paulo Pires
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3/17/2009 02:00:00 da tarde
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Portugueses gastam 5 mil euros contra infertilidade

«Negada declaração que permite acesso dos casais inférteis às clínicas privadas para tratamentos. Queixas motivam recomendação do Conselho Nacional para o Ministério da Saúde.
Carla Marina Mendes | cmendes@destak.pt
As dificuldades dos casais que não conseguem ter filhos mantêm-se, mesmo depois das promessas de mais apoios e redução das listas de espera. E apesar de ter passado um ano desde o anúncio de José Sócrates, o encaminhamento dos casais para o privado continua a não ser feito.
Foi na sequência de várias queixas que o Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) decidiu avançar com uma recomendação do Ministério da Saúde para que agilize os procedimentos que vão permitir aos casais inférteis receber tratamento no privado, quando falhar a resposta no sector público.
É que, apesar de a lei determinar que os doentes precisam de uma declaração do centro público a atestar a falta de resposta, esta tarda e falha. À Agência Lusa, Eurico Reis, presidente do CNPMA, explicou que foram vários os casais a quem a declaração foi recusada, o que justifica o pedido, dirigido ao Ministério da Saúde, para que a promessa feita «tenha, o mais rapidamente possível, consequências práticas».
Tratamentos caros
São, em Portugal, 25 os centros que realizam este tipo de tratamentos, a maioria dos quais privados. Daí a importância de um encaminhamento que, à Lusa, a ministra da Saúde reconheceu que já deveria ter acontecido em 2008, comprometendo-se com novidades nesta área no decorrer deste mês.
Mas os problemas não se ficam por aqui. O anúncio de Sócrates de que o financiamento da procriação medicamente assistida seria suportado, a 100% - no caso da primeira linha de tratamentos e do primeiro ciclo da segunda linha de tratamentos - pelo Estado, não resolve todos os problemas. Isto porque há tratamentos que podem custar mais de 5 mil euros.»
Fonte:Destak
Link:http://www.destak.pt/artigos.php?art=22924
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3/17/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 16 de março de 2009
Afinal os bebés falam, nós é que não os percebemos

«O seu bebé grita e não sabe o que ele quer? Catarina Figueira foi a um curso que ensina o significado do choro.
Os pais que já têm os filhos criados vão lastimar não terem sabido disto na altura certa. Já os que estão a tentar sobreviver às primeiras semanas de paternidade, vão dar graças à Time Out por lhes revelar que é possível que os bebés com poucas semanas emitam sons com sentido, sons esses que se os pais conseguirem descodificar poderão ajudá-los a perceber quando é que o choro da criancinha é de fome ou de cansaço, por causa das cólicas ou porque do que o bebé precisa mesmo é de arrotar.
Não acredita? Então continue a ler. Tudo começou em 1998, quando uma australiana de 24 anos, violinista de profissão, teve o seu primeiro filho. Com uma memória fotográfica para sons fora do normal, Priscilla Dunstan começou, ainda na maternidade, a ouvir os sons do seu bebé de forma especial.
Segundo a violinista, não eram notas estridentes sem nexo, não senhor: elas faziam sentido. Após anos de pesquisa validou o método Dunstan, segundo o qual existe uma ligação entre cinco sons emitidos pelos bebés e cinco necessidades biológicas. A cada som corresponde um descritor fonético: “Neh” significa “fome”, “Owh” é sinónimo de cansaço, “Eh” quer dizer que o bebé precisa de arrotar, “Eairh” que tem cólicas e “Heh” que se sente desconfortável.
Da próxima vez que o seu bebé abrir a goela, arregale o ouvido e escute. Nas primeiras vezes é normal que só consiga identificar o “neh” da fome, mas com o tempo e um pouco de treino conseguirá distinguir os outros sons. Qual a vantagem? Conseguindo identificar a razão do choro da criança, vai encurtar os seus períodos de pranto e contribuir para a preservação da sua sanidade mental enquanto pai.
É precisamente para ajudar os progenitores a entrarem na mesma frequência sonora das suas crias que servem as aulas de linguagem de bebés de Ana Garrancho. “O bebé nasce já com uma linguagem, que dura até aos três meses. Cabe aos pais saberem interpretá-la”, explica a única formadora portuguesa a trabalhar o método Dunstan Baby Language. Foi com esse objectivo que Bruno Fonseca e Vitória Nabais, pais de primeira viagem de uma bebé de dois meses, se inscreveram na primeira aula. “Ela emite, eu é que não a percebo”, desabafa com graça o pai da Francisca.
Na primeira sessão descreve-se o método Dunstan, os pais aprendem as três palavras mais fáceis e assistem a vídeos com dezenas de exemplos dos diferentes sons. Parece uma choradeira pegada mas com um pouco de atenção começam a ser audíveis as diferenças. Na segunda aula estudam-se as duas últimas palavras e trabalham-se técnicas de acalmia dos bebés e conselhos de como amamentar, dar biberão, massajar a barriga do recém-nascido, pô-lo a arrotar ou a adormecer. Ana Garrancho aconselha as aulas o mais cedo possível, nas primeiras semanas de vida do bebé ou quando ele ainda está na barriga da mãe. Faz sentido: quanto mais cedo, menos acessos de desespero por parte dos pais, do género “Já te dei de comer, já te mudei a fralda, já te pus a arrotar, o que é que tu queres mais???”.
No final das sessões os progenitores levam para casa dois DVDs onde podem ouvir em repeat dezenas de bebés de pulmão aberto, a difundir “Nehs”, “Eairhs” e “Owhs”. A ideia é compararem estes sons com o choro do seu rebento e perceberem as semelhanças. Não se assuste se de início lhe pareceu ouvir um “Eh” e nem mesmo depois de pôr o miúdo a arrotar ele se calou. O som do desconforto físico é muito semelhante e pode confundir. Não desista e faça rewind ao DVD. Se isto servir para vencer alguma desconfiança que ainda paire sobre o seu espírito, saiba que Oprah Winfrey já falou sobre a técnica desenvolvida por Priscilla Dunstan num dos seus programas. »
Fonte:Timeout
Link:http://timeout.sapo.pt/news.asp?id_news=3134
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3/16/2009 02:00:00 da tarde
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Médicos optam pelas cesarianas para se protegerem

«O receio de um processo na Justiça, quando os partos correm mal, e uma gestão virada para a quantidade e não para a qualidade são algumas das explicações que Carlos Reis, obstetra bem conhecido em Faro, aponta para o aumento das cesarianas.
Não existe apenas uma explicação para a tendência de aumento de cesarianas, mas se uma há que tem ganho terreno, é a “mão pesada da Justiça”.
Carlos Reis, obstetra e ginecologista há 18 anos e ex-chefe de equipa demissionário no Hospital Distrital de Faro, explica porquê: “Admito que seja uma defesa do próprio técnico, que pode estar sob avaliação em termos legais se houver contratempos no parto”, diz.
Por outro lado, existe a pressão das mães, que insistem cada vez mais em solicitar os partos de cesariana. “Há até já quem admita que se deve fazer cesariana (no público) a pedido da mãe”, adianta.
Admitindo que “cada caso é um caso”, Carlos Reis afirma que as cesarianas devem ser a excepção e não a regra, como parece ser cada vez mais o caminho, até na formação dos internos: “A aplicabilidade dos forceps e ventosas têm condutas especiais e hoje os jovens começam ao contrário. Só ao fim de um ano de estágio com os partos normais se devia passar para as cesarianas, mas hoje é precisamente por aí que eles começam”, garante.
O obstetra reconhece também que o número de profissionais é insuficiente para o aumento de situações que acorrem às Urgências, o que resulta num menor acompanhamento durante o trabalho de parto.
Desta forma, situações que poderiam ser detectadas neste período e “corrigidas”, mantendo a hipótese de um parto vaginal, acabam por ser transformadas em urgentes, com a consequente cesariana.
Esta é uma realidade que os profissionais com responsabilidade conhecem bem, mas que nem sempre questionam: “Hoje os directores de serviço estão para servir os interesses administrativos e não como técnicos para zelar pelo paciente, orientam-se em função da quantidade e não da qualidade”, critica.
O aumento das cesarianas, constatado a nível europeu, acaba por ter impacto directo nas contas da saúde. É que, para além de ser uma intervenção cirúrgica com um período mais longo de internamento (cerca de 4 dias, em média contra 2 em parto normal), o que leva à maior ocupação de camas, existe ainda o factor preço: segundo o especialista, uma cesariana poderá rondar os 5 mil euros, ao passo que um parto normal custará cerca de metade.
Mário Lino »
Fonte:Observatório do Algarve
Link:http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=27804
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3/16/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 13 de março de 2009
Amamentação pode reduzir o risco de síndrome de morte súbita infantil

«Um estudo alemão refere que as mulheres que amamentam reduzem evidentemente a probabilidade do bebé poder morrer devido à síndrome de morte súbita infantil (SMSI).
O estudo, publicado na “Pediatrics”, incluiu 333 bebés que morreram devido à síndrome de morte súbita infantil e 998 bebés de controlo da mesma idade. O objectivo do estudo actual era confirmar que a amamentação está, de facto, relacionada com uma redução do risco de síndrome de morte súbita infantil.
Às duas semanas de vida, 83 por cento dos controlos estavam a ser amamentados, em comparação com apenas 50 por cento dos bebés que sofreram de síndrome de morte súbita infantil. Ao primeiro mês de vida, as taxas correspondentes eram de 72 por cento versus 40 por cento.
A amamentação exclusiva no primeiro mês de vida reduziu o risco de síndrome de morte súbita infantil para metade. A amamentação parcial, neste ponto, também foi associada a uma redução do risco, embora esta possa ter sido uma descoberta casual.
O Dr. M. M. Vennemann, da Universidade de Munique, e colegas revelaram que estes resultados acrescentam evidências que demonstram que a amamentação reduz o risco de síndrome de morte súbita infantil e que esta protecção continua enquanto o bebé for amamentado.
Os investigadores recomendam assim que as mensagens de saúde pública, que se dirigem à redução do risco da síndrome de morte súbita infantil, devem encorajar as mulheres a amamentarem os seus bebés até aos seis meses.
Isabel Marques»
Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=6692
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3/13/2009 02:00:00 da tarde
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En Pereira, el parto natural le ganó a las cesáreas

«En Pereira, a diferencia del resto del país, donde se observa tendencia creciente a las cesáreas, las mujeres en su gran mayoría, siguen teniendo sus hijos por parto natural.
En el 2008, según estadísticas reportadas por el Director Operativo de la Secretaría de Salud del Municipio, Cristian Herrera, hubo 4.251 partos atendidos y de ellos 290 fueron por cesárea.
Para Herrera, estas cifras son el reflejo del programa que se ha puesto en marcha desde hace tres años desde la Secretaría de Salud del Municipio con la E.S.E Salud Pereira, denominado ‘atención de parto más humanizado’, para que este sea lo más natural y lo menos intervenido posible, incluso, que se permita la presencia del padre acompañando a la gestante en la llegada de su hijo al mundo.
En estas cifras reportadas por la Secretaría de Salud, hay un aspecto interesante y es que mientras la mayoría de las cesáreas se realizan en mujeres de estratos 1,2 y 3; las cesáreas se concentran principalmente en mujeres de estratos 4,5 y 6, por aquello de evitar el dolor.
Rosario vive en zona rural de Risaralda. Ahora tiene 60 años y tuvo quince hijos, todos por parto natural, ayudada por su esposo y una ‘comadrona’ o partera.
“Hoy en día las mujeres son muy flojas, señala Rosario, la ley natural de Dios es parir los hijos y con dolor. Así está en la Biblia”, señala Rosario.
Su hija mayor, siguió al pie de la letra el ejemplo de su mamá y tuvo diez hijos, el primero a los 16 años y el último a los 40.
“Si mi mamá tuvo quince hijos, yo por qué no puedo tener diez? afirmó siempre María y aún cuando el médico le recomendó después de su noveno hijo, no tener más, ella hizo caso omiso de la recomendación y quedó embarazada nuevamente.
A todos los tuvo por parto natural.
Adriana, por su parte, tiene un solo hijo, nació por cesárea hace nueve años y aunque ella quería que naciera de manera natural, nunca se le presentaron contracciones, ni tuvo dolor y finalmente, llegado el término en que debía nacer su bebé y nada, su médico determinó extraerlo por cesárea.
“Mi niño debía nacer el 25 de diciembre, sin embargo llegó enero, pasaban los días y el médico determinó que si no me daban dolores, la fecha de la cesárea sería el 11 de enero y así fue. Mi hijo llegó al mundo ese día a las 4:00 de la tarde”.
Si bien su hijo nació sano, Adriana señala que la recuperación de la cesárea fue muy dolorosa y ella hubiera preferido un parto natural.
“Yo siento que me perdí de algo al vivir esta experiencia, además, el niño nació e inmediatamente, no me fue pegado al pecho y después rechazó el seno y ya no lo quiso más”, señala Adriana.
Las edades
De los 4.251 partos atendidos en Pereira, 1.060 correspondieron a mujeres menores de 19 años y 244 a menores de quince años.
Es decir, en las adolescentes se concentra un buen número de los embarazos, lo cual para el Director Operativo de la Secretaría de Salud del Municipio, tiene una explicación: en las adolescentes se están incrementando en tanto que en las mujeres de mayor edad, están disminuyendo los embarazos.
Sin embargo, hay otro dato interesante muchos de estos embarazos son deseados, es decir, las adolescentes son plenamente conscientes al momento de la relación sexual de pueden quedar embarazadas y no toman las debidas precauciones.
El testimonio de una partera
Erminda Rentería, es una chocoana de 68 años de edad que ha dedicado prácticamente toda su vida al oficio de partera.
Su mamá también lo fue y trajo tantos niños al mundo, que le decían ‘Mamá Lucy” y la conocían como la madre del pueblo.
Erminda cuenta como una señora llegó un día a su casa muy asustada y llorando, porque el médico le dijo que el niño venía sentado y por esa razón tenía que hacerle cesárea, ella le dijo que no se preocupara que la iba a ‘arreglar’ lo que tradicionalmente en la ciudad se conoce como sobar. Así fue y la sobó tres veces.
Ella dice que los médicos quedaron sorprendidos porque fue un parto normal y sin complicaciones.
Ninguno de los niños que ha traído al mundo ha muerto y todos son sanos.
‘Partera’ desde su pueblo en el Chocó, después en Antioquia y ahora en Pereira.
Erminda comenta que hay partos que la ponen a sudar, “hay mujeres que son muy flojas con los dolores y en el momento de parir no aguantan el dolor y se resisten a pujar”, lo que obstaculiza la salida del bebé y por ende el trabajo de la partera.
A raíz de esto, las parteras optan por hacerles un baño, en una bacenilla echan alcohol, lo ponen al fuego y cuando está caliente se ubica debajo de la mujer quien adopta una posición de pie, abierta de piernas, para que el calor suba y el frío se aparte, lo que facilita el parto, según dice Erminda.
El parto más difícil
El parto más complicado lo vivió cuando nació su nieta, cuenta que su nuera no se ubicaba y no se dejaba, porque los dolores no se lo permitían, sudaba mucho y por un momento pensó que perdía a su nietecita.
En ese momento lo que se le cruzó por la mente fue enviarla de urgencia al hospital para que le sacaran a la niña. Sin embargo la historia tuvo un final feliz, porque por fin pudo tener la alegría de recibir a su nieta.
Según señala Erminda, la mujer tiene que ubicarse en un sitio que a medida que ejerza la fuerza, el bebé corra hasta un punto que ya no sigue, sino que sale a la vida.
“A veces hay mujeres que por los dolores no son capaces de colocarse en el lugar y la posición que uno recomienda, y empiezan a pedir ayuda, déjeme, acostar, déjeme parar, déjeme sentar, eso dificultad el trabajo de cualquier partera”, dice Erminda
Ella por su parte tuvo 11 hijos y no conoció médicos, a todos se los recibió la madre, excepto uno al que no alcanzó a llegar y lo recibió ella sola. »
Fonte:La tarde
Link:http://www.latarde.com/local/per/7365-en-pereira-el-parto-natural-le-gano-a-las-cesareas.html
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3/13/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 12 de março de 2009
Clínica anunciava escolha da cor dos olhos e cabelo do bebé

«Inovação gerou polémica
O Fertility Institute, uma clínica de fertilidade norte-americana, anunciava uma técnica que permitia escolher a cor dos olhos e cabelo dos bebés, mas cancelou o programa através de um comunicado divulgado na sua página da Internet.
O facto de se poder escolher a cor dos olhos e do cabelo dos bebés ao mesmo tempo que se garantia que não viriam a sofrer de nenhuma doença genética ou hereditária motivou muitas críticas, originando a suspensão do programa.
«Qualquer benefício destes estudos de diagnóstico é claramente suplantado pelo aparente impacto social negativo», esclarece o comunicado divulgado na Internet.
Em Portugal, a lei «apenas permite a selecção de embriões para tratamento de doenças graves ou evitar o risco da sua transmissão», explica o geneticista português Mário de Sousa.
Para Alberto barros, geneticista da faculdade de medicina do Porto, este tipo de anúncios é preocupante. «O diagnóstico genético por motivos fúteis pode criar uma onda de descontentamento na opinião pública, que pode prejudicar o uso desta técnica para prevenir problemas que são realmente importantes», justifica o especialista citado pelo «Jornal de Notícias».»
Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=20f944e94c133b4adc25c01d407b8b73
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3/12/2009 02:00:00 da tarde
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Infertilidade atinge 290 mil casais portugueses

«DIANA MENDES, em Veneza
Estudo. Os primeiros dados nacionais sobre a infertilidade em Portugal foram ontem divulgados em Veneza pela Sociedade de Medicina da Reprodução. Os casais com este problema serão menos do que se calculava. Ainda assim, 9,7% das mulheres com mais de 25 anos têm dificuldade em engravidar
Apenas 10 por cento precisam de procriação assistida
Há pelo menos 290 mil casais portugueses afectados por problemas de infertilidade. São estes os resultados preliminares do primeiro estudo sobre o problema em Portugal (Afrodite) realizado pela Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução (SPMR) e ontem apresentados no 13.º Congresso Mundial de Reprodução Humana, que termina hoje em Veneza.
Estes são os "primeiros dados reais sobre o problema em Portugal", disse ao DN o presidente da SPMR, João Silva Carvalho, que desenvolveu o estudo em parceira com a Keypoint. "Até agora, eram extrapolados a partir de estudos de comunidades específicas de outros países, que apontavam para 10% da população".
O estudo revela assim que o número de casais inferteis no país será bem menor do que o divulgado até agora e que apontava para meio milhão. "O problema é que o anterior cálculo de 500 mil casais afectados abrangia toda a população" e agora elimina da amostra as pessoas com menos de 25 anos, em que os casos de gravidez são reduzidos.
Os dados mostram agora também que 9,7% das mulheres entre os 25 e os 69 anos sofrem de infertilidade. Para estes resultados preliminares foram inquiridas 1388 pessoas, das quais 891 eram mulheres que foram a uma consulta médica relacionada com a infertilidade, fizeram tratamentos ou que não conseguiam engravidar num mínimo há um ano.
Em Portugal , apenas 10% dos casos de infertilidade são tratados com recursos a técnicas de procriação medicamente assistida, como a fertilização in vitro ou injecção intracitoplasmática (selecção do melhor espermatozóide e sua injecção directa no óvulo) . Na maior parte dos casos, o problema resolve-se recorrendo a medicamentos e a cirurgias", refere o ginecologista.
Mil crianças por ano
Em Portugal, apenas 1% as crianças nascem através de técnicas de procriação assistida ou seja, cerca de mil por ano. Uma percentagem muito inferior há de outros países.
Durante o congresso, vários especialistas sublinharam que, em média, se fazem 300 ciclos de tratamento de fertilização por milhão de habitantes, quando a média europeia está nos 1115. O que levou o Governo a anunciar um aumento dos apoios a estes casais, nomeadamente patrocinando o primeiro ciclo de tratamentos.
Entre os casais nacionais "60% dos casos de infertilidade devem-se a problemas funcionais das mulheres e 40% dos homens, diz João Silva Carvalho . Mas num terço dos casos há problemas relacionados com o homem e a mulher ao mesmo tempo".
No entanto, os inquéritos realizados neste estudo revelam que a maioria das mulheres pensa que o problema é seu. Apenas "uma minoria das mulheres (13%) atribuiu os problemas em engravidar ao seu parceiro, nomeadamente a alterações dos espermatozóides".
Curiosas são as razões apontadas pelos casais para infertilidade: 92% ligam o problema a causas orgânicas femininas; 86,7% à idade da mulher; 85,5% a causas masculinas e apenas 69,9% idade do homem. A vontade de Deus também é referida por 40% dos inquiridos. O uso prolongado da pílula (50,8%) e condições hereditarias (64%) também estão ligadas a estes problemas.
A jornalista viajou a convite da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução»
Fonte:Diário de Noticias
Link:http://dn.sapo.pt/2009/03/08/sociedade/infertilidade_atinge_mil_casais_port.html
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3/12/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 11 de março de 2009
198 mães adolescentes em dois anos

«Segundo Regina Sampaio, assistente social no CHF, houve em 2008, comparativamente em relação a 2007, uma melhoria
Em dois anos 198 foram mães adolescentes
O Hospital Central do Funchal (HCF), através do seu Serviço Social, tem prestado acompanhamento a muitas jovens que tomam conhecimento da sua gravidez. Só em 2007 passaram por aquele serviço e acabaram por ser mães 113 adolescentes, duas delas com 13 anos e três com 14. No ano passado, os números foram ligeiramente mais baixos mas ainda assim preocupantes: 85 raparigas com idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos foram mães. Segundo Regina Sampaio, assistente social do HCF, houve no último ano uma melhoria da situação já que, não foram contabilizadas adolescentes tão novas. Neste momento, o maior número de mães adolescentes ronda a faixa etária dos 16-17 anos e desde que começou o ano (até ao final de Fevereiro) já deram entrada naquele serviço 20 processos de mães adolescentes.
Para Belita Mendonça, directora do Serviço Social do HCF, uma das razões que estão na orgem desta problemática é o facto da Educação Sexual ainda não estar a ser feita da melhor maneira. Apesar de os jovens estarem bem informados e de saberem que é necessário usar métodos contraceptivos, eles arriscam, «é proprio da idade», refere. Depois, adianta ainda, «o problema está a forma de pensar da nossa sociedade. São poucos os pais que se sentem à vontade de falar sobre sexualidade com os filhos».
«Uma criança a cuidar de outra criança»
O protocolo que existe entre o Serviço de Obstetrícia e o Serviço Social, baseia-se sobretudo no sentido de minimizar os riscos para a criança recém-nascida. Segundo Regina Sampaio, «desde 2005 que nós fazemos esta tentativa porque constatámos que as jovens saíam daqui sem apoios e desenquadradas e era complicado sobretudo para os recém-nascidos. Muitas vezes isso reflectia-se em internamentos logo a seguir ao parto e era muito complicado». É por isso que o atendimento feito no hospital consiste essencialmente numa avaliação nas vertentes social, familiar e psicológica porque em causa está uma adolescente com muita imaturidade e na maioria das vezes sem o suporte da família que é muito importante nestas situações.
Como passou a explicar a assistente social, «quando falamos de adolescentes de 13, 14 anos, temos de responsabilizar um familiar adulto no sentido de podermos incutir-lhe alguma responsabilidade. Uma jovem com 13, ou 15 anos, tem muita dificuldade em assumir na íntegra as suas responsabilidades maternas. Aliás, estamos a falar de uma criança a cuidar de outra criança. Sabemos como é difícil a adolescente começar a lidar com o bebé, a controlar os sonos, a tratar da alimentação, entre outros aspectos»,esclarece a assistente social.
Quando a jovem não tem poder económico e os pais não têm facilidade em contribuir na alimentação da criança, ou então são raparigas que já têm um processo na comissão de Protecção de Crianças e Jovens e até no próprio Tribunal de Menores, os serviços do hospital encaminham as jovens mães para instituições onde possam receber todo o apoio possível.
Quando elas não querem ser mães tão cedo
Quando uma jovem recebe a notícia de que será mãe a primeira reacção é de revolta. Não quer acreditar que aquilo está a acontecer com ela e o mundo parece ter-lhe desabado na cabeça. Depois do choque, e quando sentem os primeiros movimentos fetais e vêem o seu corpo a transformar-se é que ganham consciência do seu estado. Há jovens que se recusam ter a criança, outras decidem dar para adopção. Regina Sampaio conta que no ano passado houve um único caso desta natureza. «Assim que soube que estava grávida, a jovem decidiu que iria entregar a criança, assim que esta nascesse, para adopção. É muito raro isto acontecer. Aliás, este caso foi partilhado pela família e foi um processo encaminhado».
Quando não querem mesmo ter a criança e se ainda não tiverem completado as dez semanas de gestação, as jovens vão a uma consulta específica por forma a serem esclarecidas porque vão com sentimentos de muita culpa. Este trabalho, explica a asistente social, é feito no sentido de evitar sequelas a nível psíquico.
Atendimento ao jovem tem cerca de 3 mil inscritos
Criado em Outubro de 1998, pela médica Maria das Neves, o Serviço de Atendimento ao Jovem (SAJ), no Centro de Saúde do Bom Jesus, para rapazes e raparigas dos 13 aos 21 anos, tem actualmente cerca de três mil jovens inscritos. A maioria procura o serviço para tirar dúvidas sobre planeamento familiar mas também há quem o procure para falar de problemas relacionados com a acne, anorexia/bulimia, problemas familiares, desmotivação escolar e suspeita de gravidez.
De acordo com a enfermeira especialista em saúde materna e obstetrícia, Cristina Freitas, as adolescentes que procuram o serviço com suspeita de gravidez estão realmente grávidas sendo que é aqui que entra um dos papéis mais importantes do SAJ: o apoio e encaminhamento das jovens caso tenham idade inferior a 17 anos. Como passou a explicar a enfermeira que não só acompanha a gravidez como também a fase do pós-parto, se as raparigas tiverem menos de 17 anos são logo reencaminhadas para a consulta externa do serviço de Obstetrícia de Grávidas de Risco do Hospital Central do Funchal. Se forem mais velhas, todas as consultas e exames serão feitos no Centro de Saúde do Bom Jesus até mesmo depois de o bebé nascer.
Por forma a promover um apoio ainda maior nesta área, este serviço desenvolve também com as adolescentes um projecto chamado “Rei na Barriga”, um programa que tem como principal objectivo ajudar a adolescente grávida nas áreas que necessita, nomeadamente na oferta de consultas médicas, enfermagem, psicologia, nutrição e serviço social.
Outra novidade, segundo referiu Cristina Freitas, está na realização de um questionário que está a ser feito a todos os jovens que recorrem ao SAJ para permitir aos profissionais da saúde obter informações relativas aos problemas dos adolescentes. Este questionário está dividido em três áreas, nomeadamente, as Doenças Sexualmente Transmissíveis, perturbações alimentares e gravidez na adolescência.
De referir que existe ainda a linha SOS Adolescente (800 204 125) que ajuda a esclarecer dúvidas sobre diversas temáticas com a adolescência.
Centro da Mãe acolhe 480 utentes
O Centro da Mãe é uma das instituições de solidariedade social que mais tem contribuído para o apoio das jovens mães. Até ao momento encontram-se inscritas 480 utentes, sendo que 147 delas inscreveram-se em 2007 havendo, por isso, um aumento significativo de mães em risco na Região se for tomado em conta o facto de as utentes terem começado a ser atendidas apenas em 2001. Sedeado na Avenida Luís de Camões, no Funchal, este centro funciona com uma equipa multidisciplinar composta por uma assistente administrativa e uma assistente social. Sempre que há possibilidade, o apoio e acompanhamento às mães é feito no seu âmbito familiar ou local de habitação. Nos casos mais graves, em que há isolamento e problemas a nível familiares, o centro presta os cuidados profissionais necessários, oferecendo também formação profissional que permita às mães a possibilidade de um futuro independente e seguro. Segundo Rita Vasconcelos, elemento da direcção do Centro da Mãe, iniciou-se em Outubro de 2008 o curso de Assistente Familiar e Apoio à Comunidade, de nível II com equivalência ao 9º ano, na Escola da Apel, que terá a duração de dois anos. Já no final de 2007 teve início um curso de manicura. De salientar que, a avaliação das necessidades e da capacidade de resposta do centro, há igualmente, um apoio ao nível de papas, leite e fraldas, constituindo estes últimos a maioria dos pedidos.
Esta instituição tem como objectivos principais a realização pessoal e integração sócio-familiar das grávidas e jovens mães em risco e garantir o direito à vida, bem-estar e educação dos seus filhos.
Todas as mães que chegam a este centro, quer sejam encaminhadas por uma assistente social ou outros técnicos, são atendidas pela assistente social e pela psicóloga para avaliação da sua situação. Todos os casos são atendidos individualmente, variando os apoios prestados consoante a avaliação das necessidades e a nossa capacidade de resposta existindo, igualmente, um apoio ao nível de papas, leite e fraldas, constituindo estes últimos a maioria dos pedidos.
Desde 2001 até ao momento, encontram-se inscritas 480 utentes, sendo que 147 delas se inscreveram em 2007 verificando-se, assim, um aumento significativo de mães em risco na Região.
Perfil dos adolescentes que se tornam pais
Embora seja errada a ideia de que as gravidezes nas adolescentes acontecem apenas nos estratos sociais mais baixos – de um modo geral, as raparigas que engravidam muito cedo apresentam sobretudo situações de carência afectiva. Não gostam de estudar, têm pouca auto-estima, provêm de famílias numerosas e sofreram uma perda que lhes causou muito transtorno, como por exemplo, a falta da mãe ou do pai. Por vezes, também a relação de incompreensão com os pais é mascarada pela concessão de excessiva liberdade que a adolescente pode entender como sendo um abandono.
Os pais, são na sua maioria rapazes mais velhos que abandonaram muito cedo os estudos e alguns até se encontram desempregados por não terem hábitos de trabalho. Existem ainda casos de jovens toxicodependentes e que não querem assumir qualquer tipo de responsabilidade em relação à gravidez. Desconfiam até se são mesmo pais do bebé e recusam-se a dar-lhe o nome.
As jovens, embora estudantes acabam por se ver obrigadas a deixar os estudos para irem trabalhar e algumas são obrigadas a casar. Esta última condição é muitas vezes imposta pela família para responsabilizar o casal.
Lucia Mendonça da Silva»
Fonte:Jornal da Madeira
Link:http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=17&id=118148&sdata=2009-03-08
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3/11/2009 02:00:00 da tarde
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Maternidade Alfredo da Costa abre novo centro de PMA

«O novo centro de Procriação Medicamente Assistida (PMA) da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, abre segunda-feira e está um luxo. Tem equipamentos novos e tecnologia avançada que custaram mais de meio milhão de euros. Apenas faltam médicos.
Remodelado no âmbito do apoio do Estado ao combate à infertilidade - para o qual o Serviço Nacional de Saúde (SNS) disponibiliza uma verba de 12 milhões de euros para 2009 -, o novo centro foi desenvolvido na mesma zona do antigo, que há muito reclamava obras.
Pintado de fresco com a tranquila cor lilás, o centro tem várias salas e algumas inovações, como a existência de dois laboratórios, um dos quais atribuído às técnicas a aplicar em casais com o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH).
Uma sala de colheita de esperma vem substituir a decadente casa de banho onde dantes se realizava este procedimento.
Pelo menos dois microscópios são novos, bem como material de apoio, marquesas e instrumentos ecográficos.
As obras custaram 530 mil euros, conforme revelou à Agência Lusa o director da Maternidade Alfredo da Costa (MAC).
Segundo Jorge Branco, no ano passado foram feitos 172 ciclos (tratamentos com técnicas de PMA), menos que os 200 habitualmente realizados por ano, uma vez que o centro encerrou em Setembro para obras.
Para o corrente ano, a MAC espera realizar 300 a 330 ciclos, um objectivo que pode estar comprometido dada a actual falta de médicos e biólogos.
Isto porque nos últimos tempos saíram vários clínicos que se encontram agora a trabalhar na área da infertilidade do privado Hospital dos Lusíadas, que está a apostar forte nesta área.
Deixaram a MAC para trabalhar neste hospital os médicos António Neves, Paula Maia, Daniela Sobral e Luís Vicente, segundo várias fontes contactadas pela Lusa.
Para Jorge Branco, apenas saíram dois: Paula Maia e Daniela Sobral, pois os restantes já tinham saído (António Neves) ou encontravam-se a trabalhar em outras áreas (Luís Vicente). »
Fonte:Diário Digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=376753&page=1
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3/11/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 10 de março de 2009
Gravidez na adolescência preocupa profissionais gravida.

«O número de grávidas adolescentes no Algarve é superior à média nacional. A situação preocupa os profissionais de saúde que incluíram o tema no programa de comemorações do Dia Internacional da Mulher.
O Serviço de Urgência Obstétrica/Ginecológica do Hospital Central de Faro (HCF) vai visitar a Escola EB 2/3 José Carlos da Maia, em Olhão, para uma sessão informativa sobre a “Gravidez na Adolescência”, no dia 10 de Março.
Segundo a enfermeira coordenadora daquele serviço, embora o número de grávidas adolescentes não tenha aumentado no último ano, o tema “continua a ser preocupante”.
A sessão terá “o objectivo máximo, para além de sensibilizar as jovens para o facto de terem uma sexualidade segura e consciente, mostrar-lhes o que é que nós podemos fazer caso decidam avançar com a gravidez”, explica ao Observatório do Algarve Ana Luísa Cavaco.
Segundo dados dos Hospitais do Serviço Nacional de Saúde da Região Algarvia, disponibilizados pela ARS Algarve, em 2008 nasceram três crianças com mães menores de 15 anos e 1.005 bebés com mães entre os 15 e os 24 anos.
Estes números registam uma diminuição em relação a 2007, cujos nascimentos onde as mães eram menores de 15 anos foram cinco e com mães entre os 15 e os 24 foram 1.068.
Todavia, fonte do Alto Comissariado da Saúde, citada pela ARS Algarve, indica que na região a média de nascimentos em mulheres menores de 20 anos foi de 5,5 por mil, em 2007, enquanto que em Portugal continental foi de 4,5 por mil.
Sensibilizar para o sexo seguro
Ana Luísa Cavaco sublinha que a acção da próxima terça-feira irá abordar também as doenças sexualmente transmissíveis e os métodos contraceptivos.
“Se pudermos evitar que elas engravidem e assegurar que têm uma sexualidade segura e consciente, evitando doenças sexualmente transmissíveis, é o melhor. Se decidirem engravidar nós estamos cá para as receber e temos variados serviços que lhes pretendemos mostrar, embora o objectivo máximo seja: não engravidem porque não é própria a altura”, sublinha.
O Hospital Central de Faro tem uma consulta própria para grávidas adolescentes, que integra uma equipa multidisciplinar.
Ao desenvolver trabalho na Urgência Obstétrica/Ginecológica, Ana Luísa Cavaco não acompanham directamente as grávidas adolescentes ao longo do período de gestação. Mas, a percepção que tem é que muitos destes casos acontecem no seio de famílias desestruturadas, onde há um acompanhamento familiar deficiente.
“Naturalmente que há muitas jovens que têm conhecimento como se engravida e como podem evitá-lo. Também há aqui um pouco da parte hormonal aos pulos, naquela idade que é difícil de frear e de conter emoções. Tudo isso poderá contribuir”, acrescenta.
A enfermeira aconselha as jovens a viverem “a adolescência e a juventude nos timings necessários”.
“Percebo que tenham de ter os seus namoricos. Não é pecado namorar, faz parte do seu desenvolvimento, mas que o façam de forma consciente e com opções, portanto, que saibam aquilo que estão a fazer”, conclui.
A sessão informativa “Gravidez na Adolescência” está integrada no programa de comemorações do Dia Internacional da Mulher, promovido pelo HCF. O programa completo pode ser consultado aqui.
Inês Correia»
Fonte:Observatório do Algarve
Link:http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=28042
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3/10/2009 02:00:00 da tarde
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Estudo vincula fertilidade da mulher com risco menor de Mal de Parkinson

«WASHINGTON, EUA (AFP) — Quanto mais tempo se prolongar a fecundidade de uma mulher, menos risco ela corre de sofrer do Mal de Parkinson, segundo um estudo americano divulgado nesta quarta-feira.
"Esta pesquisa nos leva a pensar que, quanto mais tempo uma mulher estiver exposta a seus próprios hormônios sexuais, mais protegidas as células cerebrais ficarão do Mal de Parkinson", afirmam os autores do trabalho que será apresentado na conferência anual da American Academy of Neurology, que se reunirá no fim de abril em Seattle (Washington).
Segundo o estudo, as mulheres na menopausa que tiveram um período de fertilidade mais prolongado, ou seja, mais de 39 anos, têm 25% menos riscos de desenvolver o Mal de Parkinson do que aquelas cujo tempo fértil durou menos de 33 anos.
Também de acordo com a pesquisa, as mulheres que ficaram quatro ou mais vezes grávidas correm um risco 20% maior de serem afetadas pelo Mal de Parkinson.
A probabilidade de sofrer dessa doença se duplica igualmente para as mulheres que foram submetidas a uma histerectomia (extirpação do útero) e que depois seguiram terapias hormonais. Em compensação, o risco não aumenta entre as mulheres que não tiveram o útero extirpado, mas tomam hormônios.
Foram estudados os dados médicos de mais de 74.000 mulheres que tiveram uma menopausa natural e 7.800 mulheres que sofreram uma histerectomia.
O Mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que causa rigidez muscular, dificultade para iniciar movimentos, falta de equilíbrio e lentidão nas ações voluntárias»
Fonte:AFP
Link:http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gKTJbgH8AC_--lK2TXIZuUZKwtWw
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3/10/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 9 de março de 2009
Açores - Região vai apoiar novas instalações do Centro de Procriação Medicamente Assistida

«A Secretaria Regional da Saúde nos Açores vai apoiar as novas instalações e o alargamento das capacidades do Centro de Procriação Medicamente Assistida localizado na Clínica de Bom Jesus em Ponta Delgada (São Miguel), revelou hoje fonte governamental.
Miguel Correia, Secretário Regional da Saúde, adiantou, em conferência de imprensa, que “vão ser estudados os moldes em que a região irá funcionar com o futuro centro no apoio dos casais com problemas de infertilidade”.
Nos Açores, disse o secretário regional, “os números são assustadores porque todos os anos são referenciados 90 novos casais com problemas de infertilidade que são apoiados em tratamentos e medicamentos” em clínicas do continente português.“Gastamos uma média anual de 170 mil euros no apoio a estes casais”, disse Miguel Correia, que acrescentou estarem “orçamentados 250 mil euros para o corrente ano”.
Para o secretário regional da saúde, este projecto “é visto com bons olhos” uma vez que os casais açorianos “passarão a ser encaminhados para o centro na região até ao limite da sua capacidade”.“A partir da criação das novas instalações, poderão ser usadas todas as técnicas de fertilização”, afirmou Rui Mendonça, responsável pelo centro, que existe há 13 anos.Até ao momento, “por o centro estar instalado na Clínica do Bom Jesus, propriedade da Diocese dos Açores, não eram usadas as técnicas de doação - utilização de esperma e ovócitos - por respeito à ética da Igreja”.Rui Mendonça assegurou que “vão ser usadas todas as técnicas de inseminação artificial uterina, fertilização "in vitro" e “ICSI” (Intracytoplasmic Sperm Injection - Injecção Intra-Citoplasmática de Espermatozóides).As novas instalações visam “dar resposta aos muito exigentes critérios da Comissão Nacional Procriação Medicamente Assistida” e "responder a um maior número de tratamentos”.
Rui Mendonça estima que “existam muitos mais casais com este problema na região, que desejam beneficiar destas técnicas, mas não querem ser referenciados”.Segundo disse, “ser referenciado tem custos indirectos elevados, nomeadamente ausências prolongadas do trabalho”, bem como “cerca de três anos em lista de espera”.As novas instalações do Centro de Procriação Medicamente Assistida dos Açores deverão começar a funcionar a partir do segundo semestre do corrente ano. »
Fonte:Açores.net
Link:http://www.acores.net/noticias/view-32222.html
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3/09/2009 02:00:00 da tarde
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Estudo encontra ligação entre infertilidade masculina e cancro testicular

«Investigadores norte-americanos relataram que os homens inférteis têm aproximadamente uma probabilidade três vezes maior de desenvolverem cancro testicular do que aqueles que não têm problemas de fertilidade.
A descoberta sugere uma causa comum para ambos os problemas, talvez erros na forma como o organismo tenta reparar os danos do material genético ou factores ambientais.
Os investigadores relataram na “Archives of Internal Medicine” que, enquanto a relação infertilidade-cancro foi encontrada na Europa, o novo estudo, que analisou mais de 22 mil homens da Califórnia, é a maior investigação dos Estados Unidos até agora.
O Dr. Thomas Walsh e colegas da Universidade da Califórnia, em San Francisco, referiram que os homens do estudo foram avaliados em centros de tratamento para a infertilidade. Aqueles que revelaram ser inférteis tinham uma probabilidade 2,8 vezes maior de desenvolver cancro testicular, em relação à população geral.
O Dr. Walsh, agora na Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, em Seattle, referiu que os investigadores não acreditam que o tratamento para a infertilidade seja a raiz do problema, pois os homens não se submetem a cirurgia, nem tomam fármacos para a infertilidade.
Os investigadores referiram que uma explicação mais plausível é que uma exposição comum está por detrás da infertilidade e do cancro testicular. Estudos anteriores sugerem que determinadas formas graves de infertilidade masculina estão associadas a uma defeituosa reparação do ADN, o que também está associado a um desenvolvimento de tumores.
Adicionalmente, outras investigações têm sugerido uma interacção envolvendo os factores genéticos e os ambientais.
Durante os últimos 30 a 50 anos, tem havido um aumento notável e continuado da incidência de cancros testiculares, especialmente nos países escandinavos.
Durante o mesmo período existem evidências de um declínio da qualidade do sémen e da fertilidade nos países industrializados. Contudo, ainda não é claro se estas duas tendências são independentes ou se estão relacionadas uma com a outra.
Isabel Marques»
Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=6663
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3/09/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 6 de março de 2009
Boticas entrega primeiros subsídios de incentivo à natalidade

«A Câmara Municipal de Boticas (...)» entregou «(...) dia 20 de Fevereiro, pelas 16h30, os primeiros subsídios atribuídos no âmbito do “Enxoval do Bebé”. Estes incentivos, instituídos pela autarquia no início deste ano, mas com efeitos retroactivos a Janeiro de 2008, contam da atribuição de 500 euros por cada bebé nascido no concelho.
No total, o número de beneficiários deste subsídio ascende já a duas dezenas. Este novo apoio implementado pela autarquia dá ainda mais expressão aos incentivos atribuídos em prol do aumento da natalidade e da melhoria das condições de vida, em especial dos recém-nascidos do concelho, contribuindo para ajudar na resolução de alguns problemas sociais dos seus munícipes.
No início do ano de 2005, a Câmara Municipal de Boticas atribuiu incentivos financeiros aos nascimentos, que passam pela atribuição de uma prestação pecuniária mensal para frequência de creches, infantários ou outros estabelecimentos do género, e ainda para aquisição de géneros considerados indispensáveis ao desenvolvimento saudável da criança.
Em média, a autarquia paga 35 euros mensais por cada criança, sendo atribuído este subsídio a crianças entre os cinco meses de idade e os três anos. No total, foram já mais de uma centena as crianças beneficiárias deste incentivo, o que se traduz em mais de 150 mil euros pagos pela autarquia.
O presidente da Câmara Municipal de Boticas, Fernando Campos, afirma ter “consciência de que estes incentivos, por si só, não chegam para aumentar a natalidade do concelho e inverter a tendência de envelhecimento da população registada nos últimos anos, mas são um forte contributo para atenuar os pesados encargos e despesas dos agregados familiares do concelho, sendo, em alguns casos, determinantes para que as crianças possam ter alguma qualidade de vida”.»
Fonte:Noticias de Vila Real
Link:http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=4988
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3/06/2009 02:00:00 da tarde
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Maternidade foge ao fecho com mais nascimentos

«Hospital com o segundo melhor resultado da década graças ao novo bloco de partos
JOÃO PAULO COSTA
1805 crianças nasceram no hospital de Aveiro em 2008, o segundo melhor resultado desta década, durante a qual a maternidade, em alguns anos, esteve pouco acima do número mínimo recomendado (1500) para estar aberta.
O número de nascimentos na maternidade do Hospital de Aveiro no ano passado foi o mais elevado desde 2001. Em 2008, nasceram 1805 crianças, mais 166 do que em 2007, um aumento de cerca de 10%, que os responsáveis justificam com as melhores instalações do serviço, nomeadamente do bloco de partos, inaugurado em meados de 2007.
"O aumento de senhoras que procuram a maternidade de Aveiro está directamente relacionado com a melhoria das condições logísticas, especialmente do bloco de partos", explica, ao Jornal de Notícias, o director do serviço de Obstetrícia, Sérgio Esperança.
O novo bloco de partos foi inaugurado em Abril de 2007. Até aí havia duas salas (uma com quatro camas e outra com duas) que impediam à grávida a possibilidade de ter qualquer acompanhante na altura do parto. "O novo bloco tem cinco salas individuais, que garantem a privacidade da grávida e seu acompanhante, uma alteração que pode fazer a diferença, pois muitos eram os casais que optavam por outro hospital ou clínicas privadas, para que os pais pudessem assistir ao nascimento dos filhos", justifica o director de serviço.
A maternidade de Aveiro nunca esteve para encerrar, mas em meados desta década andou perto do número mínimo recomendado pelo Ministério da Saúde: 1500 partos por ano. Em 2005, registaram-se 1595 e em 2006 o valor baixou para 1584 (ver gráfico). "Acredito que não corremos esse risco e que vamos estabilizar nos 1750 partos por ano", perspectiva o director de serviço.
O médico acredita que a melhor "publicidade" do serviço é a feita pelas mulheres que passaram pela maternidade, "mas não há nada como ver para crer", daí a organização de visitas prévias às instalações. "Com o apoio dos centros e extensões de saúde, seis semanas antes do parto, as senhores visitam o novo bloco, sempre que possível com acompanhantes". Em 2008, 309 grávidas fizeram visitas pré-natais ao bloco de partos.
Sérgio Esperança, um dos 16 obstetras, diz que a entrada de mais um médico e um enfermeiro melhoraria o serviço, "que precisa igualmente de mais apoio pediátrico no bloco de partos, algo difícil atendendo à escassez de pediatras para os vários serviços", reconhece. »
Fonte:Jornal de Noticias
Link:http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Aveiro&Option=Interior&content_id=1157033
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3/06/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 5 de março de 2009
Todos os dias nascem 13 bebés filhos de mães adolescentes

«SARA GAMITO
Maternidade. Portugal é um dos países da União Europeia onde mais adolescentes engravidam. Apesar do número de casos estar a diminuir, uma gravidez precoce ameaça tanto a saúde da mãe como a do filho. Segundo especialistas, os jovens ainda têm falta de informação sobre a sua sexualidade
Todos os dias nascem 13 bebés filhos de mães adolescentes
O bebé nasceu há pouco mais de uma semana. A mãe, Madalena (nome fictício), tem apenas 16 anos e vive os seus primeiros dias de maternidade no centro de acolhimento para grávidas adolescentes da instituição Ajuda de Mãe. "A minha família não gostou da gravidez e por isso tive de vir para a residência", explica Madalena. De acordo com a jovem, o pai do bebé também "não quer saber do filho".
Segundo os últimos dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística, todos os dias, cerca de treze adolescentes e jovens portuguesas, entre os 13 e os 19 anos, dão à luz uma criança. Os números revelam que, em 2007, 12 destas mães eram adolescentes com apenas 13 anos.
Para Miguel Oliveira e Silva, obstetra no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, e especialista em gravidez na adolescência, parece haver um padrão na vida da maioria destas jovens: "Se ainda não abandonaram a escola, provavelmente vão abandonar. Conta-se pelos dedos das mãos as mães adolescentes que têm sucesso profissional", afirma o médico. Porém não é esse o caso de Madalena: "Estudo para fazer o 9.º ano e quero continuar para ter mais hipóteses de emprego e melhor vida", garante a jovem. Contudo, a gravidez precoce pode originar danos que vão além do insucesso profissional. Existe o risco acrescido de o bebé nascer antes do tempo. Isto porque "o canal de parto só atinge dimensões anatómicas adultas aos 16 anos, mas sobretudo devido ao stress e dúvidas decorrentes de uma gravidez involuntária", esclarece Miguel Oliveira e Silva.
Apesar de o número de crianças nascidas de mães até aos 19 anos ter vindo a decrescer - de 6144 casos em 2003 para 4844 casos em 2007 -, Portugal continua a ser um dos países europeus com maior percentagem de grávidas menores. De acordo com um estudo da ONU, em 2001, Portugal era o segundo país da UE com mais mães adolescentes, apenas superado pelo Reino Unido.
Maria Teresa Tomé, médica de família, trabalha no Centro de Atendimento a Jovens (CAJ) do Centro de Saúde de Celas, em Coimbra. Desde que o CAJ abriu, em 1987, aparecem cada vez menos raparigas grávidas em busca de auxílio. Porém, Maria Teresa Tomé espanta-se por ainda ouvir as mesmas respostas de há 15 anos, tais como: "Pensava que não engra- vidava porque era a primeira vez" ou "estava numa altura da ovulação em que não devia engravidar". Segundo a médica, os jovens estão ca- da vez mais informadas sobre a sexualidade, "mas temos de os fazer inte-riorizar que a mensagem lhes diz respeito".
Inês (nome fictício) acreditava que praticar coito interrompido seria o suficiente para não engravidar. Acabou por ter uma menina aos 17 anos e viu--se obrigada a deixar os estudos para servir às mesas. De acordo com Duarte Vilar, director executivo da associação de planeamento familiar, "há falta de informação, mas [a gravidez na adolescência] também é um problema social: muitas destas jovens já saíram da escola e estão em grupos sociais desfavorecidos".»
Fonte:Diário de Noticias
Link:http://dn.sapo.pt/2009/03/01/sociedade/todos_dias_nascem_bebes_filhos_maes_.html
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3/05/2009 02:00:00 da tarde
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Procriação Assistida - Conselho recomenda mais rapidez no encaminhamento de casais inférteis para o privado

«O Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida dirigiu uma recomendação ao Ministério da Saúde para que agilize os procedimentos que permitirão aos casais inférteis serem tratados no sector privado quando não obtiverem resposta no público, na sequência de várias queixas
A informação foi avançada à Agência Lusa por Eurico Reis, presidente do organismo criado pela legislação de 2006 que veio regular esta área e ao qual compete pronunciar-se sobre as questões éticas, sociais e legais da Procriação Medicamente Assistida (PMA).
De acordo com o juiz desembargador, a recomendação do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) resultou de várias queixas de doentes, que denunciaram a ausência de resposta dos centros públicos à solicitação de uma declaração que lhes permita serem atendidos no privado.
A lei determina que, para serem seguidos no sector privado, os doentes têm de ter uma declaração do centro público a assumir a sua falta de resposta e a necessidade de encaminhamento para os centros privados.
Segundo Eurico Reis, os casais têm solicitado esta declaração, mas têm visto as suas pretensões recusadas.
Por esta razão, e tendo em conta o anúncio do primeiro-ministro, em 2007, de apoiar a PMA, o Conselho recomendou ao Ministério da Saúde que agilize os procedimentos para que este anúncio «tenha, o mais rapidamente possível, consequências práticas».
A 6 de Novembro de 2007, durante o discurso inicial no debate do Orçamento de Estado para 2008, José Sócrates anunciou o apoio à PMA, nomeadamente o financiamento a 100 por cento da primeira linha de tratamentos e do primeiro ciclo da segunda linha de tratamentos.
Existem 25 centros que realizam técnicas de PMA em Portugal, sendo a maioria privados.
Nos casos em que são necessárias técnicas como a Fertilização In Vitro (FIV) ou a Microinjecção Intracitoplasmática (ICSI) um tratamento pode custar mais de 5 mil euros, e mais de mil euros só para os medicamentos (injecções que estimulam a produção de óvulos, entre outros).
Passado mais de um ano desde o anúncio de José Sócrates, o encaminhamento para o sector privado ainda não se faz. A ministra da Saúde reconheceu recentemente à Agência Lusa que este encaminhamento já deveria ter acontecido em 2008, comprometendo-se com novidades nesta área em Março.
Por conhecer está a forma como vai ser feito o pagamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS) aos centros privados para onde os casais sejam encaminhados pelo sector público.
A primeira criança concebida através de uma técnica de PMA nasceu a 25 de Julho de 1978. Tratou-se de Louise Brown e nasceu em Inglaterra. A 1 de Março de 1986, Carlos Miguel foi o primeiro português que nasceu graças a uma FIV, no Hospital Santa Maria, em Lisboa.
Lusa / SOL »
Fonte:Sol
Link:http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=127638
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3/05/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Dieta mediterrânea pode prevenir espinha bífida

«A equipa de cientistas holandeses descobriu que as mulheres que comiam mais frutos, vegetais, óleos saudáveis, peixe e cereais tinham uma probabilidade menor de dar à luz um bebé com espinha bífida, uma malformação congénita do tubo neural que resulta de uma falha na formação das vértebras na coluna do feto, falha essa que, abrindo e tornando vulnerável o seu interior, provoca danos, por vezes graves, no sistema nervoso central.
Suplementação através de ácidos fólicos já havia demonstrado que prevenia deficiências no nascimento dos bebés em casos onde as cordas espinais não conseguem fechar-se por completo. Em alguns países, como nos Estados Unidos, existem alimentos ricos nestas substâncias de forma a garantir às mulheres grávidas que recebem todos os nutrientes necessários. No entanto, os investigadores acreditam que a suplementação por si só não chega, sendo necessário adoptar um tipo de dieta adequado também.
Os investigadores estudaram a dieta de 50 mulheres que tinham dado à luz crianças com spina bífida, e 81 mulheres cujos bebés nasceram sem a malformação. Aquelas que tinham uma dieta mais distante da dieta mediterrânea apresentaram uma percentagem 3 vezes superior de ter um bebé com spina bífida, notaram os cientistas, aconselhando este tipo de dieta durante a gravidez para prevenir a malformação.
Pedro Santos»
Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=6659
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3/04/2009 02:00:00 da tarde
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Estria pode atingir 80% das mulheres As estrias são problema estético; tratamento melhora lesão

«Poucas coisas incomodam tanto as mulheres quanto ter o corpo marcado pelas estrias. De acordo com a dermatologista Juliana Lóis, as estrias são um problema estético que atinge cerca de 80% do público feminino, assim como parte dos homens.
As estrias são atrofias lineares da derme média e profunda, geralmente paralelas, que podem variar de um a vários centímetros de extensão. Surgem principalmente nas coxas, nádegas, abdômen (gravidez), mamas e dorso do tronco (homens).
“Inicialmente as lesões são avermelhadas ou róseas evoluindo mais tarde para uma tonalidade esbranquiçada e de consistência frouxa. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras”, explica.
Juliana alerta que pacientes com estrias devem ser avaliados pelo médico, recebendo indicação do tipo de tratamento que mais lhe convém. “Cada tipo de estria deve ter um tratamento diferente”, fala.
A causa, segundo ela, ocorre devido a pele não possuir elasticidade suficiente para acompanhar os processos de transformação corporal, como a gravidez, mudanças bruscas de peso, crescimento rápido na adolescência, esportes (musculação e alongamentos excessivos), alterações hormonais, distúrbios nutricionais e vitamínicos, alguns tipos de doenças como Sd. Cushings, entre outros.
Para evitá-las, a médica recomenda a hidratação intensa da pele com cremes e loções, principalmente em pessoas com histórico familiar do problema.
“Em algumas pessoas mesmo com pouca distensão da pele elas podem aparecer. Em outras podem chegar a nem desenvolver, mesmo na gravidez, onde a distensão da pele é muito grande. No entanto, deve-se beber pelo menos oito copos de água por dia e evitar engordar demais e rapidamente, eliminando doces e gorduras da dieta e praticando exercícios físicos regularmente”, frisa.
Nas meninas, na fase da puberdade, estes cuidados são muito importantes, pois é nessa época que costumam surgir as estrias nas nádegas, coxas e mamas. Nos rapazes, a fase do “estirão” pode causar estrias horizontais no dorso do tronco.»
Fonte:Diário de Marilia
Link:http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/66818/Estria-pode-atingir-80-das-mulheres
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3/04/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 3 de março de 2009
Novo passatempo em vigor - Oferta do Livro: "Compreender a Agressividade na Criança"

Boa tarde,
mais um passatempo - oferta de 5 exemplares do livro "Compreender a Agressividade na Criança" vê como ganhar no nosso blog http://livros-gravidez.blogspot.com/
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3/03/2009 02:24:00 da tarde
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Regras de parentalidade equiparadas para funcionários públicos e privados

«O secretário de Estado da Administração Pública avançou esta quinta-feira que as novas regras relativas à protecção social na parentalidade para os funcionários públicos vão ter efeitos retroactivos à data da entrada em vigor do diploma para o regime geral.
O diploma para o regime geral já foi aprovado em Conselho de Ministros e aguarda agora publicação em Diário da República, sendo de sublinhar que, entre outros pressupostos, prevê o alargamento da licença parental para seis meses, subsidiando com 83% do salário bruto.
O secretário de Estado, Gonçalo Castilho dos Santos, referiu que as novas regras que vão abranger os funcionários públicos no que refere à protecção da parentalidade implicam uma equiparação de direitos com o sector privado.
De sublinhar que as novas regras garantem a retroactividade das regras à data de entrada em vigor do regime geral, uma vez que o processo legislativo ainda não está concluído. A alteração ao anterior regime de protecção social dos funcionários públicos foi possível graças às negociações com os sindicatos.
Desta forma, as alterações ao regime de protecção social quanto à parentalidade são assim alargadas aos funcionários que entraram para a Administração Pública até ao final de 2005 e que não estavam abrangidos pelo regime geral.
Funcionários do sector público e privado passam a ter os mesmos direitos de parentalidade, que define a atribuição de subsídios nas situações de maternidade, paternidade e adopção, noticia a Lusa.
Os funcionários da Administração Pública passam a gozar dos subsídios parentais mas também das prestações sociais nos casos de interrupção da gravidez e na adopção, tal como os avós que passam a poder tirar dias de licença para cuidar de netos doentes.»
Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=7c97dcb039cd9d9c9af5f9a29033ab57
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3/03/2009 02:00:00 da tarde
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Licença de Maternidade e Paternidade 1

«Bebés: pais mais tempo em casa
Meio ano subsidiado a 83% ou 5 meses a 100%
As mães vão poder ficar em casa com os seus filhos mais um mês do que actualmente. Ou seja, segundo a decisão avançada esta quinta-feira pelo Governo, procede-se ao aumento do período de licença parental para 6 meses subsidiados a 83 por cento ou cinco meses a 100% na situação de partilha da licença entre a mãe e o pai, em que este goze um período de 30 dias ou dois períodos de 15 dias em exclusividade.
Recorde-se que actualmente o subsídio por maternidade, paternidade e adopção apenas prevê o pagamento de 120 dias a 100% ou 150 dias a 80%.
Do mesmo modo, são reforçados os direitos do pai por nascimento de filho, que passa a ter o direito ao gozo de um período de 20 dias úteis, 10 dias obrigatórios e 10 facultativos, integralmente subsidiados pela Segurança Social.
O decreto-lei, divulgado esta quinta-feira após Conselho de Ministros vem reforçar o esquema de protecção social na maternidade, paternidade e adopção, em cumprimento do estabelecido no «Acordo Tripartido para um Novo Sistema de Regulação das Relações Laborais, das Políticas de Emprego e da Protecção Social em Portugal».
«O novo regime de protecção social elege como prioridades incentivar a natalidade e a igualdade de género, através do reforço dos direitos do pai e da partilha da licença, e facilitar a conciliação entre a vida profissional e familiar e melhorar os cuidados às crianças na primeira infância», refere o mesmo documento.
É, também, criada a possibilidade de os pais poderem prolongar a licença parental inicial por mais seis meses adicionais subsidiados pela segurança social. Este subsídio, no valor de 25% da remuneração de referência, é concedido a ambos os cônjuges alteradamente e corresponde ao período imediatamente subsequente à licença parental inicial.
Independentes com mais direitos
Já o trabalho a tempo parcial para acompanhamento de filho durante os 12 primeiros anos de vida, refere ainda o comunicado do Conselho de Ministros, é contado em dobro para efeitos de atribuições de prestações de segurança social, com o limite da remuneração correspondente ao tempo completo.
Por outro lado, reforçam-se os direitos dos avós, subsidiando as faltas dos avós que, em substituição dos pais, prestam assistência aos menores doentes, e a discriminação positiva nas situações de assistência a filhos com deficiência ou doentes crónicos duplicando o limite máximo deste subsídio.
O mesmo documento procede também ao alargamento do esquema de protecção social na parentalidade dos trabalhadores independentes, que passam a beneficiar do subsídio parental exclusivo do pai, do subsídio para assistência a filho com deficiência ou doença crónica.
Equipara-se também a protecção social nas situações de adopção às situações de licença parental inicial.»
Fonte:Agência Financeira
Link:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1042204&div_id=1730
________________________________
«(...)
Com a nova legislação os trabalhadores passam a ter direito a 30 dias de faltas justificadas para assistirem filhos menores de 12 anos e, pela primeira vez, 15 dias para assistência a descendentes maiores de 12 anos. Terão ainda 15 dias para apoio a cônjugues, pais e irmãos.
O novo Código de Trabalho contempla ainda um alargamento da licença de paternidade dos actuais quatro para cinco meses, desde que uma parte deste período seja partilhada entre o pai e a mãe.
A licença partilhada pode ir até aos 6 meses mas, neste caso, os pais recebem apenas 83 por cento do vencimento.
Algumas partes do novo código do trabalho não vão ainda entrar efectivamente em vigor porque algumas matérias dependem de legislação complementar, legislação especial e do Código do Processo do Trabalho, que ainda não está pronto.
RRA.
Lusa/Fim»
Fonte: Expresso
Link:http://aeiou.expresso.pt/codigo_do_trabalho_entra_hoje_em_vigor=f498233
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3/03/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 2 de março de 2009
Casa deve ser adaptada desde a gestação

«Acessos às escadas, assim como à cozinha, devem ser bloqueados, com uso de portões e travas
A pediatra Renata Waksman, presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria, recomenda que os pais comecem a planejar adaptações na casa desde a gestação. "As janelas e varandas devem ser protegidas por telas ou grades", alerta. Os acessos às escadas, assim como à cozinha, também devem ser bloqueados, com o uso de portões e travas. "Nos momentos de preparo das refeições, as crianças nunca devem estar na cozinha, porque o adulto fica distraído."
Os brinquedos são essenciais para o desenvolvimento infantil. Mas devem ser selecionados com atenção. A pediatra orienta: confira sempre se é adequado para a faixa etária e se possui selo de certificação. Até os 3 anos, há o risco de a criança se sufocar com brinquedos muito grandes, ou de engolir pequenas peças que se soltam. Atenção também quando dois irmãos brincam juntos: o maior pode estar com peças inadequadas para o menor. "Em todos os casos, é necessário que um adulto supervisione a brincadeira. Pelo menos até a adolescência", afirma Renata.
A médica também orienta que produtos químicos, medicamentos, cosméticos, secadores e barbeadores sejam mantidos longe do acesso físico e visual dos pequenos. Podem ficar, por exemplo, em um armário alto e trancado. Além de impedir os acessos, recomenda que os pais instruam os filhos sobre os riscos desde cedo. "Fale com linguagem simples, explicando à criança como ela pode se machucar com algumas práticas. Evite usar a palavra ‘não’, porque incita a curiosidade deles", orienta. "Mas só isso não basta. É preciso proteger e supervisionar pessoalmente o que a criança está fazendo." »
Fonte:Bemparana
Link:http://www.bemparana.com.br/index.php?n=97387&t=casa-deve-ser-adaptada-desde-a-gestacao
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3/02/2009 02:00:00 da tarde
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Quando tirar as fraldas?

«Entenda por que há o momento certo para tirar a fralda do seu filho
Thais Lazzeri
Você ainda está pensando em tirar as fraldas do seu filho de dois anos? Para algumas famílias norte-americanas que colocam bebês com menos de 1 ano sentados no vaso sanitário, você está atrasado. Lá, coerente com o modo de viver competitivo da sociedade, quanto mais cedo a criança aprender a usar o toalete, melhor. Com isso, os bebês se livram das fraldas enquanto ensaiam os primeiros passos. O médico Barton D. Schmitt publicou um estudo mostrando que 50% dos bebês no mundo aprendem a usar o banheiro antes de completar 1 ano. Aqui no Brasil, ainda bem, não temos iniciativas parecidas.
Para os médicos brasileiros uma criança com menos de 1 ano e meio não tem nem maturidade fisiológica nem psicológica para sair das fraldas. Adiantar esse treinamento não traz benefício algum para o bebê. "Você pode até condicioná-lo a usar o toalete, mas não significa que ele entenda o que está fazendo", afirma o pediatra Roberto Bittar. Quem sai das fraldas antes do tempo pode apresentar desde problemas orgânicos, como fazer cocô na roupa ou em lugar inapropriado (encoprese), até emocionais, como baixa auto-estima. "Nessa idade, a criança está muito vulnerável à percepção externa sobre a própria imagem. Imagine se ela está sem fralda, porque a tiraram antes do tempo, e faz xixi na roupa? Vai ser motivo de vergonha e constrangimento. Podendo até gerar bloqueios emocionais sérios", diz a pediatra Maria do Carmo Barros de Melo. Por isso, o melhor é respeitar o desenvolvimento do seu filho e ter paciência nesse processo.
Não se precipite. "Só comece o treinamento do seu filho se você perceber que ele está maduro. Assim, o aprendizado tem mais chances de acontecer com tranqüilidade, apesar das trovoadas", diz a pediatra Gelsomina Colaruso Bosco. Como saber se chegou a hora? As crianças costumam deixar a fralda do dia, em média, a partir dos 2 anos e meio. Na prática, seu filho dá sinais de que está pronto se demonstra desconforto ao sujar a fralda ou avisa quando fez xixi ou cocô. Se esse tempo não for respeitado, corre-se o risco de enfrentar quilos de roupas molhadas na lavanderia por meses a fio.»
Fonte:Revista Crescer
Link:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI1312-15106,00-QUANDO+TIRAR+AS+FRALDAS.html
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3/02/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Avós podem ser pior que creche para os bebês, diz estudo

«Bebês deixados na creche se relacionaram melhor aos 3 anos.
Da BBC
Muitos dos bebês que ficam aos cuidados dos avós enquanto os pais trabalham talvez se saíssem melhor em creches e na escola maternal, afirma um estudo britânico.
Os avós com frequência podem ajudar a desenvolver o vocabulário de um bebê, mas talvez não possam oferecer outras experiências educacionais e sociais que uma criança necessita, dizem pesquisadores do Institute of Education, em Londres.
Eles verificaram que crianças que foram cuidadas pelos avós aos nove meses de idade foram consideradas como tendo mais problemas de comportamento aos três anos do que as que ficaram aos cuidados de uma creche, escolinha, babá ou outro membro da família.
Um artigo sobre o trabalho será publicado na próxima edição da revista científica Journal of Social Policy
, da editora Cambridge University Press.
A pesquisa envolveu 4.800 crianças britânicas nascidas em 2000 e 2001 que estão sendo monitoradas por um estudo de longo prazo, o Millennium Cohort Study.
Os problemas de comportamento relatados pareceram afetar crianças de todos os níveis sociais.
As pesquisadoras Kirstine Hansen e Denise Hawkes também constataram que crianças de três anos que, aos nove meses de idade, ficaram na escola maternal e em creches, com frequência estavam mais preparadas para a vida escolar do que as que tinham sido cuidadas pelos avós, babás, pessoas da família ou amigos.
Em média, elas conseguiram mais pontos em uma avaliação que mediu sua compreensão de cores, letras, números, tamanhos, comparações e formas.
Entretanto, crianças cujas mães tinham alto nível educacional apresentaram vocabulários maiores se criadas por um dos avós - na maioria dos casos, a avó materna.
O estudo não investigou os motivos pelos quais as crianças deixadas aos cuidados dos avós parecem apresentar mais problemas de comportamento.
Os pesquisadores mencionaram, no entanto, estudos anteriores que concluíram que ambientes pré-escolares como a escola maternal podem ajudar as crianças a desenvolver o traquejo social de que necessitam para se relacionar com os colegas.
"Crianças que são cuidadas pelos avós, por outro lado, passam mais tempo com adultos", disseram.
Ao concluir o estudo, os pesquisadores argumentaram que avós que cuidam dos netos merecem apoio ao invés de críticas. »
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL996142-5603,00-AVOS+PODEM+SER+PIOR+QUE+CRECHE+PARA+OS+BEBES+DIZ+ESTUDO.html
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2/27/2009 02:00:00 da tarde
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Cada vez mais cesarianas em Portugal
«O número de partos por este meio está nos 36%.
Ao contrário das expectativas, há cada vez mais cesarianas em Portugal. É um dos dados do Plano Nacional de Saúde que estabelece metas até 2010.
O plano estabelecia um máximo de 25% de crianças nascidas desta forma, mas o número está nos 36%. Em declarações à Rádio Renascença, a Alta Comissária da Saúde diz que é um dado preocupante.
Ainda em relação ao Plano Nacional de Saúde, há outros indicadores também negativos, como o do aumento do número de bebés prematuros e o consumo de antidepressivos e ansiolíticos, que, em vez de diminuir, subiu e muito.»
Fonte:TVI
Link:http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=1041527
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2/27/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Atrasar corte do cordão umbilical previne anemia em bebês

«Esperar um pouco pode aumentar os estoques de ferro e prevenir anemia nos recém-nascidos
Cortar o cordão umbilical assim que o bebê nasce é a conduta mais adotada na maioria das maternidades do país. Mas novos estudos sugerem que esperar um pouco pode aumentar os estoques de ferro e prevenir anemia nos recém-nascidos.
Pesquisa publicada nos "Cadernos de Saúde Pública", da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), comprovou o benefício. Foram acompanhados 224 partos: em 109 deles, foi feito o clampeamento (corte) imediato; em 115, esperou-se um minuto. Três meses após o parto, os bebês submetidos ao corte tardio tiveram um nível maior de ferritina (indicador da quantidade de ferro).
Bebê no berçário do Hospital e Maternidade Interlagos, que permite que os próprios médicos decidam quando cortar o cordão umbilical
Bebê no berçário do Hospital e Maternidade Interlagos, que permite que os próprios médicos decidam quando cortar o cordão umbilical
Isso ocorre porque, quando o cordão não é cortado imediatamente, o bebê recebe mais sangue da mãe. "Trata-se de uma das estratégias da Organização Mundial da Saúde para prevenir a anemia, um problema grande no primeiro ano de vida", diz a pediatra Jucille Meneses, vice-presidente do departamento científico de neonatologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).
Em 2007, uma revisão de estudos publicada no "Jama" (periódico da associação médica americana) concluiu que o corte tardio é melhor para o bebê.
Segundo a autora do estudo brasileiro, a pediatra Sônia Venâncio, do Instituto de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, trata-se do primeiro trabalho nacional a fazer essa comparação. "Havia referências internacionais e quis ver se achávamos os mesmos resultados aqui", diz ela, que agora consolida os dados dos bebês aos seis meses.
Venâncio optou pelo tempo de um minuto para conseguir a adesão da equipe da maternidade. "Mesmo com essa intervenção menos radical houve diferença no estoque de ferro."
Polêmica
A questão, porém, não é consensual. Especialistas afirmam que o fato de o bebê receber mais sangue aumenta o risco de ele ter policitemia (excesso de glóbulos vermelhos) e icterícia (coloração amarela gerada por excesso de bilirrubina).
Para Eduardo Cordioli, obstetra e coordenador médico da maternidade do hospital Albert Einstein, o corte precoce é mais seguro. "Quando o bebê recebe muito sangue, não dá conta. Vários trabalhos mostram que ele precisa fazer mais fototerapia [para icterícia]. Acho perigoso abrir mão da segurança."
Ele diz que o tema é controverso. "A gente deixa alguns segundos, limpa, corta com calma. Acho saudável esperar um pouco, mas com bom senso."
No estudo de Venâncio, não houve diferença significativa no índice de problemas como icterícia entre os dois grupos.
Para a pediatra Ana Lúcia Goulart, chefe da disciplina de pediatria neonatal da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a intervenção é pouco efetiva. "O aporte maior de ferro é feito na gestação. A espera para clampear aumenta muito pouco a reserva do mineral."
Ela diz que a maior diferença seria para crianças prematuras, que, como precisam de cuidados imediatos, não deveriam receber o corte precoce.
Meneses, da SBP, discorda e diz que, segundo estudos, o corte tardio reduz a necessidade de transfusões sanguíneas e o risco de hemorragias intracranianas em prematuros.
Para Meneses, a regra deveria ser o corte tardio, com algumas ressalvas. A SBP ainda não tem orientação sobre o tema.
Fonte: Folha Online»
Fonte:180 graus
Link:http://180graus.brasilportais.com.br/geral/atrasar-corte-do-cordao-umbilical-previne-anemia-em-bebes-85751.html
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2/26/2009 02:00:00 da tarde
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Mapeamento genético de bebês poderá ser feito até 2019

«O código genético dos bebês que nascerão dentro dos próximos dez anos poderá ser mapeado já no nascimento, conforme prevê a empresa líder mundial de estudos do genoma humano, Illumina. Segundo Jay Flatley, executivo da companhia, a leitura completa do DNA deverá ser feita com técnicas acessíveis e mais baratas, o que geraria uma revolução na medicina preventiva. As informações são do site britânicoTimesonline.
De acordo com Flatley, apenas questões jurídicas e sociais deixam o seqüenciamento do genoma suscetível a atrasos para aplicar a técnica, mas ele acredita que, a partir de 2019, se torne rotina mapear o código genético de recém-nascidos.
Com a evolução do procedimento médico e a liberação de sua aplicação, o executivo afirma ainda que será aberta uma nova abordagem para a medicina, pelo meio da qual doenças cardíacas ou como o diabetes poderão ser previstos e evitados com tratamentos seguros e eficazes.
O mapeamento do DNA, no entanto, tem levantado sérias questões com relação à privacidade e ao acesso dos registros genéticos da pessoa mapeada, o que poderia prejudicá-los se tal informação de seu estado de saúde fosse usado contra empregadores ou companhias de seguros. Flatley acredita que muitas pessoas, temerosas por vir a ser renegadas a vagas de emprego ou adesão a seguradoras de saúde por apresentarem preponderância a desenvolver determinada doença, pudessem não querer que o mapeamento fosse feito.
Ainda um procedimento caro, o mapeamento genético poderia ter seus custos reduzidos. O Projeto Genoma Humano, que publicou o seu primeiro estudo bruto de seqüenciamento genético humano em 2001, custou cerca de US$ 4 bilhões. Mas para tornar a técnica acessível financeiramente, a Illumina está preparando o lançamento de um mapeamento mais barato para ser executado dentro de até dois anos.
A companhia calcula que poderia fazer o mapeamento cobrando valores entre US$ 10 mil e 20 mil, a princípio. Mas no último mês, a Illumina anunciou uma parceria que pode ser feita com a Nanopore Oxford, empresa britânica que está desenvolvendo uma nova abordagem de seqüenciamento, o que levaria à redução dos custos.
Em uma entrevista ao Times, Flatley disse que a seqüência do genoma pode ser feita, futuramente, por menos de US $ 1 mil dentro de três a quatro anos. "Acho que esses limites serão rompidos num horizonte de até dez anos", acrescentou.
Flatley explica que o genoma do bebê ao nascer poderia ser mapeado através do teste do pezinho, técnica utilizada hoje em que é retirada uma pequena quantidade de sangue para verificar a preponderância a desenvolver doenças hereditárias, a exemplo da fibrose cística.
Redação Terra»
Fonte: Terra
Link:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3503007-EI238,00.html
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2/26/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Pulseira promete 'traduzir' choro do bebê a pais inexperientes
(«Segundo a inventora do Baby says, motivo do choro pode ser definido em seis palavras: sono, fome, fralda, tédio, doença ou estresse. (Foto: Divulgação )»
«Sensor analisa choro e define motivo, como fome, sono ou estresse.
Produto ainda não está disponível e não há previsão de lançamento.
Do G1, em São Paulo
Um produto idealizado pela designer Hansook Lee, dos Estados Unidos, pode levar alívio aos pais e mães que não entendem o motivo do choro de seus bebês. Com uma tecnologia que analisa o padrão do choro, o “Baby says” promete decifrar a razão do desconforto e defini-la em uma dessas seis palavras: sono, fome, fralda, tédio, doença ou estresse.
O produto ainda não está disponível no mercado e não há previsão de lançamento.
O sensor responsável por analisar o choro e definir a palavra (instalado em um travesseiro usado pela criança) envia esse termo a uma pulseira usada pelos pais do bebê. O alerta pode ser acompanhado por uma vibração.
“O choro dos bebês tem um padrão que indica suas necessidades. Ao segui-lo, o Baby says traduz a linguagem da criança para a dos adultos”, explicou a inventora, segundo o site Yanko Design.»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL993432-6174,00-PULSEIRA+PROMETE+TRADUZIR+CHORO+DO+BEBE+A+PAIS+INEXPERIENTES.html
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2/25/2009 02:00:00 da tarde
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Reino Unido alerta para relação entre cannabis e doenças mentais

«O governo britânico lança, a partir desta segunda-feira, uma campanha para alertar as crianças e e jovens para os riscos do consumo de cannabis.
A campanha, no valor de dois milhões de libras (cerca de 2,2 milhões de euros), vai englobar a televisão, rádio e Internet. A mensagem é a de que a cannabis não é uma droga segura e que tem ligações a problemas de saúde mental, como a paranóia e a esquizofrenia.
“Cannabis é uma droga destrutiva. O que pode começar com alguns sorrisos e o fazer parte do grupo acarreta sérios riscos. A longo prazo, pode levar a problemas de saúde”, avisou o ministro da Saúde Pública britânico, Dawn Primarolo.
“Os jovens precisam de saber que a cannabis não é uma droga leve. Precisam de estar conscientes dos riscos que correm.”
No último mês, o governo britânico modificou a classificação da cannabis, tornando-a uma droga de classe B, um nível acima da classificação anterior. Desta forma, a cannabis fica classificada a par das anfetaminas e barbitúricos. Os utilizadores podem enfrentar cinco anos de cadeia e os fornecedores podem ser condenados a penas até 14 anos.
Os números mostram que a cannabis é a droga ilegal mais usadas pelas crianças entre os 11 e os 15 anos e é usada por quase 18% dos jovens entre os 16 e os 24 anos.
A campanha visa mostrar que a cannabis pode transformar os utilizadores de comunicativos e relaxados a paranóicos. Em alguns casos, o uso regular da droga pode danificar os pulmões, o sistema reprodutivo e levar ao desenvolvimento de esquizofrenia.
“As provas apontam para que o uso de cannabis leva à psicose em algumas pessoas, particularmente nos utilizadores regulares, disse à agência Reuters Louis Appleby, o director nacional dos Serviços de Saúde Mental britânicos.»
Fonte:JN
Link:http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1146182
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