
«Pesquisas confirmam a existência das mensagens codificadas nos choros dos bebés. À mesma conclusão chegou a mezzo-soprano australiana Priscilla Dunstan após o nascimento do filho Tomas. Sons universais para exigências universais.
Vera Valadas Ferreira | vferreira@destak.pt
Nos últimos 9 meses, os amigos desta jornalista pensam, secretamente, que ela perdeu o juízo. Como se a experiência da maternidade e as místicas conversas a dois com o filho só fossem dignas de um acenar de cabeça contrariado ou um sorriso amarelo.
Já lhes foi explicado por A + B que o choro do mais novo inquilino lá de casa não é sempre igual, não é sempre monocórdico. Já lhes foi explicado que, dependendo de variáveis como a intensidade, o tom de aflição, a durabilidade, cada choro corresponde a uma determinada exigência básica. Mas tudo isto é só a visão de uma jornalista teimosa...
O mesmo não se poderá dizer da mezzo-soprano australiana Priscilla Dunstan, a verdadeira autora da descoberta de que os recém-nascidos não choram sempre da mesma forma, não senhora. Após o nascimento do seu filho Tomas, a intérprete descodificou, primeiro, o som sinónimo de fome: «Né!» A este seguiram-se outros quatro tipos de choro correspondentes a outras tantas mensagens codificadas. Como quem diz: «tenho sono» ou «preciso de arrotar» ou «muda-me a fralda» ou «sofro com cólicas». Tudo necessidades universais. Não importa a raça, a nacionalidade, o credo ou o sexo do bebé. Basicamente, estamos perante o som que o desconforto tem.
Nova teoria
E assim nasceu a denominada Linguagem Dunstan - sistema que já inspirou uma emissão do talk-show de Oprah Winfrey - assente na crença de uma ligação entre 5 sons e 5 necessidades biológicas. A cada som está atribuído um descritor fonético, numa pesquisa que demorou uma dezena de anos a levar a cabo.
Se nos dedicarmos seriamente a tal exercício de adivinhação os benefícios são «profundos e a longo prazo», conforme explica a formadora Ana Garrancho, em linguagembebe.blogspot.com.
Por cá, já proliferam os workshops para ajudar os pais.
«Identificar correctamente e resolver as necessidades básicas do bebé, sem percorrer uma lista de cuidados a ter» ou «experimentar um aumento de satisfação, auto-estima e uma crescente crença na sua capacidade para cuidar do seu bebé» são alguns dos benefícios apontados pela formadora de 31 anos. Que o seu bebé chorará menos, acalmar-se-á mais facilmente e terá mais sonos ininterruptos são outras das promessas.
E com isto, pai e mãe sentem menos stress e dormem melhor. A progenitora tem ainda mais hipóteses de não cair numa depressão pós-parto.
E não é só a relação com o bebé que ganha pontos com estas técnicas. Pais felizes e relaxados comunicam me-lhor, têm mais tempo para o namoro e afins. «Quando as mães e os pais conseguem aplicar as mesmas capacidades ao mesmo tempo, baseado não no seu estilo de educação mas sim nas necessidades do bebé, uma aliança parental pode ser bem conseguida», sublinha Ana Garrancho.
Porque para os homens pode acabar por ser estranha - quase invejosa - a química entre mãe e filho -, saiba que «um em cada dois papás também relataram um impacto positivo no relacionamento conjugal».
Nove meses depois, na casa desta jornalista, a realidade já é outra: a fase dos «dá-da» e dos «tá-ta». O pequeno até já diz «má-ma». Mas não está a chamar, quer é comer. No seu dialecto, eis a nova versão do «né» de quando tinha 3 meses. Continua a ser música para os ouvidos.
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Vantagens para as mães
70% relataram que os bebés acalmavam mais rapidamente.
70% experimentaram uma redução de stress e aumento de auto-estima.
50% tiveram mais sonos ininterruptos.
50% desenvolveram mais proximidade e cumplicidade com os seus bebés.
Pais também relataram uma redução do stress e uma melhoria na relação conjugal. »
Fonte: Destak
Link:http://www.destak.pt/artigos.php?art=26526
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Olha quem chora, tão bem
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Paulo Pires
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4/17/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Se quiser ser mãe, cuide do útero!

«O grande sonho das mulheres pode ser prejudicado pela falta de cuidados simples. Mantenha sua saúde em dia e evite problemas para engravidar
Por Denise Coimbra
NOTÍCIAS - ESPECIAIS
Se quiser ser mãe, cuide do útero!
O grande sonho das mulheres pode ser prejudicado pela falta de cuidados simples. Mantenha sua saúde em dia e evite problemas para engravidar
Por Denise Coimbra
Sempre defendo a saúde da mulher como um planejamento preventivo - acompanhamento médico, exames periódicos, observação dos sinais de alguma disfunção. Enfim, procedimentos corriqueiros para manter a saúde. Mas, agora vou contar a história da Maria, você conhece?
Maria tem 33 anos, é casada, teve poucos namorados, mas teve relações sexuais com todos. Bom, "poucos" é relativo... Melhor estavam nossas avós que tinham relações só com um e como eram virgens, não tinham HPV, DSTs (gonorréia, sífilis, clamídia), engravidavam entre 15 e 23 anos, ou seja, no máximo potencial de fertilidade, também menstruavam pouco porque tinham de 4 a 7 filhos e até amamentavam! Não tinham o leite infantil NAN. Coitadas! Fadadas a exercer a mais nobre e gratificante função da vida que é a maternidade.
Eu sou obstetra, cuido de mulheres-mãe e nada se compara à emoção do nascimento de uma criança. Imagine no coração de uma mãe, é indescritível! Devem existir várias teorias sobre este gene maternal, não importa, o fato é que em algum momento da vida ele pode se manifestar e aí você vai se lembrar que deveria ter cuidado melhor da fábrica de bebê.
A gravidez é um processo regido pelos hormônios, resultado do ato sexual de pessoas saudáveis. A Maria, aquela de alguns namorados, tem bons hormônios, boa saúde, relação aparentemente prazerosa e constante; e o moço em questão é bonzinho também, mas ela não consegue engravidar. Contam as más línguas que ela puxou uma tia, mas enquanto não se confirma esta história, ela fez um exame, a histerossalpingografia (radiografia contrastada das trompas) que mostra uma trompa entupida.
Depois de quatro anos tentando engravidar com apenas uma trompa saudável, o médico indicou videolaparoscopia (microcirurgia para estudar a pelve) e ela já estava com 37 anos, quando descobriu que tem endometriose estado IV e útero pouco aumentado e amolecido. O médico também falou em adenomiose, mas não foi novidade, ela já sabia que o útero era grande, vinha acompanhando o crescimento da patologia com vários ultrassons. Mas e daí? O útero iria crescer mesmo durante a gestação!
O problema é que o ultra-som não trata mioma, endometriose, adenomiose, cisto de ovário. A principal causa da obstrução tubárea (entupimento das trompas) é infecciosa e um processo bilateral, porque as bactérias não têm radar, elas atacam os dois lados. A endometriose é uma doença progressiva, é ruim hoje e pior amanhã, portanto tem que tratar agora e manter o controle da doença.
Agora, com 37 anos, Maria quer me fazer uma pergunta: "endometriose tem tratamento?" Eu respondo. Tem tratamento, sim, e até prevenção. A amenorréia (ausência de menstruação) ou gravidez é o melhor tratamento, mas quem tem endometriose avançada não engravida. Já ouviu falar da história do ovo e da galinha?
Ouvi dizer que a Maria está juntando um dinheiro para correr atrás da saúde perdida e que se tudo der certo, mesmo gastando 12 mil reais, ela vai tentar o bebê de proveta, agora, que está com 40 anos.»
Fonte:Guia da Semana
Link:http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Mulher/Noticia/Se_quiser_ser_mae_cuide_do_utero_.aspx?id=54079
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Paulo Pires
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4/16/2009 02:00:00 da tarde
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Doenças: Portugal sem sarampo, difteria e poliomielite - DGS
« Lisboa, 09 Abr (Lusa) - Sarampo, difteria e poliomielite estão eliminadas em Portugal, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS), que considera "muitíssimo positiva" a evolução nas últimas décadas das doenças infantis (0-14 anos) para as quais existem registos e vacinas.
Lusa »
Fonte:Expresso
Link:http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/507987
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4/16/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 15 de abril de 2009
Complicações na gravidez de meninos são mais frequentes

«Chance de problemas é até uma vez e meia maior no caso de garotos.
Tamanho maior da cabeça e hormônios masculinos são possíveis razões.
Anahad O'Connor Do 'New York Times'
A AFIRMAÇÃO
A probabilidade de complicações na gravidez é maior com meninos.
OS FATOS
Pessoas mais velhas dizem que uma gravidez difícil significa um bebê menino. Isso é folclore, mas, nos últimos anos, estudos examinando dezenas de milhares de nascimentos indicaram que um bebê homem pode realmente resultar numa probabilidade ligeiramente maior de complicações.
A pesquisa mais recente, conduzida por pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, examinou 66 mil nascimentos e descobriu que a gravidez envolvendo meninos era frequentemente mais complicada. Ela tem uma chance ligeiramente maior de problemas como nascimento prematuro e necessidade de cesariana.
Outros estudos chegaram a resultados similares. Um deles, desenvolvido em 2002, examinou mais de 90 mil nascimentos, entre 1998 e 1999, e descobriu que partos de homens apresentavam uma probabilidade uma vez e meia maior de resultar em interrupção de descida – quando o feto para de descer no segundo estágio, ou o conhecido “empurrar” do trabalho de parto.
Cientistas apontam que essas descobertas não indicam necessariamente “caráter de risco” nos nascimentos de meninos. Eles são apenas levemente mais arriscados que nascimentos femininos. Uma razão, ao que parece, é o maior tamanho de cabeça dos bebês masculinos. Mas também existe a especulação de que outros fatores, como níveis mais altos de andrógenos, possam ter alguma relação.
Conforme concluiu um dos estudos, “Quando dizemos ‘deve ser um menino’ como explicação bem-humorada para complicações no trabalho de parto, estamos cientificamente mais corretos do que se supunha anteriormente.”
A CONCLUSÃO
Estudos descobriram que meninos representam um risco levemente maior de complicações no nascimento.»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1077832-5603,00-COMPLICACOES+NA+GRAVIDEZ+DE+MENINOS+SAO+MAIS+FREQUENTES.html
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4/15/2009 02:00:00 da tarde
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13/04/2009 Mãe empreendedora cria casaco para carregar bebês
«Mãe de três filhos, Melissa Radcliffe, de 32 anos, criou um casaco que permite carregar bebês no estilo “mãe canguru”. Ela cansou de ter que deixar seu casaco aberto nos dias frios do Colorado, nos Estados Unidos, para carregar seus filhos nos cangurus tradicionais usados para levar os bebês presos ao tronco dos pais. “Eu tentei até usar os casacos do meu marido para proteger a mim e ao bebê, mas eu me sentia feia”, disse Melissa ao Telegraph. “Eu procurei, mas como não encontrei nada apropriado, fui para casa, peguei minha máquina de costura e fiz o casaco eu mesma.”
Batizado de Peekaru, o casaco cobre mãe e filho e deixa apenas a cabeça do nenê para fora. Para vender o produto, Melissa abriu uma empresa, a TogetherBe, e hoje é possível comprar o casaco em 150 lojas do mundo todo e no website da empresa.
A TogetherBe também fabrica o mesmo casaco em tecido impermeável, para os dias chuvosos, e outro com proteção solar, além dos cangurus tradicionais.»
Fonte:Globo
Link:http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,ERA1698808-2574,00.html
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4/15/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Grávida de múltiplos tem 43% mais risco de depressão pós-parto
Grávidas de múltiplos têm 43% mais risco de sofrer de depressão pós-parto, diz um estudo publicado na edição de abril da ‘Pediatrics’, revista da Academia Americana de Pediatria. Foram avaliados dados de 8.069 americanas, excluindo variáveis como características socioeconômicas e demográficas, que podem influenciar na incidência do transtorno.
Ainda não se conhecem os mecanismos neurológicos e hormonais que levariam a esse maior risco, mas o estresse causado pela responsabilidade de cuidar de vários bebês ao mesmo tempo foi apontado como a causa primária pelos pesquisadores. Sabe-se que o estresse é um dos principais gatilhos para a depressão feminina.
“Toda gestação de múltiplos é uma gestação mais complexa, pois os bebês podem nascer prematuros e exigir mais cuidados. Isso causa uma ansiedade muito grande”, afirma Joel Rennó Jr., diretor do programa de saúde mental da mulher do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo).
A prematuridade é um fator de risco para depressão, pois o bebê requer cuidados especiais e, dependendo de sua maturidade, tem mais chances de sequelas ou morte, o que torna a mãe mais vulnerável e ansiosa. E, no caso de gravidez múltipla, os riscos de antecipação do parto são maiores.
Apesar de não ser definido seu mecanismo de ação, outro fator já relacionado à depressão pós-parto é a cesariana, que ocorre frequentemente em gestações de mais de um bebê.
A gestação de múltiplos se tornou mais frequente com o aumento da busca por reprodução assistida. Segundo dados do Ministério da Saúde, ocorrem no Brasil em média 55 mil gravidez de múltiplos por ano.
O processo da fertilização in vitro também é associado ao maior risco de depressão. As altas doses de hormônios podem alterar o humor, e as expectativas com o tratamento geram ansiedade. “Nesse caso, antes da concepção o quadro de estresse já é elevado e, mesmo com a boa notícia da gravidez, há todas as preocupações pertinentes, como risco de aborto, e as expectativas”, diz Rennó.
A depressão pós-parto atinge de 15% a 20% das mulheres de países em desenvolvimento, caso do Brasil, e deve ser tratada precocemente. A gestante deve estar atenta às mudanças de comportamento durante a gravidez, que podem ser indicativos de que algo não vai bem.
“Compete a nós, obstetras, fazer um trabalho preventivo, para evitar que aquela tristeza materna (choro, cansaço, melancolia) se transforme em algo mais sério”, afirma o ginecologista e obstetra Cláudio Basbaum, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Além da depressão, um quadro suspeito pode evoluir para ansiedade, síndrome do pânico e transtorno obsessivo-compulsivo.
Embora especialistas relatem que as mulheres geralmente se sentem cansadas, mais sensíveis e melancólicas após o parto, é preciso observar se alguns sinais se repetem com frequência, por mais de duas semanas, e comunicar o ginecologista caso haja dúvidas. “Os pacientes não querem falar em psiquiatra. Há gestações bastante complicadas do ponto de vista psicológico, mas as pessoas não querem passar a ideia de que a gravidez pode ser algo patológico. É preciso estar preparado para uma intervenção precoce”, acrescenta Rennó.»
Fonte:Jornal Pequeno
Link:http://www.jornalpequeno.com.br/2009/4/13/Pagina104656.htm
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4/14/2009 02:00:00 da tarde
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Leite e carne podem afetar fertilidade masculina

«Estudo sugere relação entre hábitos alimentares e qualidade do sêmen. Veja o que dizem os especialistas
Daniella Cornachione
Uma dieta saudável ajuda nosso corpo a funcionar melhor. Mas o que talvez você não saiba é que comer carne e leite pode prejudicar a fertilidade do homem. Essa foi a conclusão de um estudo feito por pesquisadores do Instituto Bernabeu, na Espanha.
Os estudiosos compararam os hábitos alimentares de dois grupos. O primeiro, formado por 30 homens com a qualidade do esperma alterada, e, o segundo, por 31 com esperma normal. Aqueles que não apresentavam dificuldades de reprodução se alimentavam mais de mariscos, tomate, alface, vegetais crus ou cozidos, e leite desnatado. Já os com problemas de fertilidade consumiam mais produtos à base de leite, carne e batatas.
Os especialistas são cautelosos quanto às conclusões do estudo. Gustavo de Alarcon, urologista do Hospital São Luiz (SP), afirma que não há motivo para pânico. "A importância desse estudo é salientar, mais uma vez, que uma dieta saudável melhora, e muito, nossa qualidade de vida", diz. "Não é preciso adotar medidas radicais, como deixar de consumir carne e leite. O ideal é ingerir com mais frequência verduras e legumes e, de preferência, os alimentos orgânicos".
Importância da conservação dos alimentos
Para Arnaldo Cambiaghi, ginecologista especializado em reprodução humana, não são os alimentos que prejudicam a fertilidade, mas a forma como eles são conservados. “A alteração do esperma se dá provavelmente pela presença de hormônios e antibióticos, como os xenoestrógenos e os xenobióticos, nos alimentos industrializados”.
Os xenobióticos servem para conservar o leite. Os xenoestrógenos e certos esteróides anabolizantes são usados para estimular o crescimento da musculatura de animais, que depois são comercializados. "Essas substâncias podem alterar a morfologia, a movimentação e a concentração de espermatozóides", afirma Arnaldo.
Além da alimentação, outros hábitos também podem afetar a fertilidade de homens e mulheres, como o tabagismo e o consumo de álcool
Fontes: Arnaldo Schizzi Cambiaghi, diretor do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina da Reprodução (IPGO); Gustavo de Alarcon, urologista do Hospital São Luiz. »
Fonte: Revista Crescer
Link: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EAH0-10441-867,00.html
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4/14/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
Boa Páscoa para todos os leitores
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4/09/2009 05:13:00 da tarde
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SAÚDE FEMININA: ENTENDA A SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO

«A saúde do sistema reprodutivo é um tema de grande interesse para o público feminino e a Síndrome do Ovário Policístico é um dos assuntos que integram esse universo complexo.
Caracterizada pelo aumento do nível de testosterona no corpo da mulher, a doença tem como principais sintomas a irregularidade menstrual, o surgimento de acne, o aumento da gordura corporal e dos pelos. Frequentemente, ela também se manifesta por meio do aparecimento de microcistos no ovário.
Ainda não se sabe exatamente o que provoca a Síndrome do Ovário Policístico. Acredita-se que talvez algumas mulheres tenham uma tendência genética a desenvolver esse problema. Mas, independentemente de qual seja causa, o fato é que 6 a 8% das mulheres em idade reprodutiva no mundo sofrem com a doença.
Para ajudar a sanar as principais dúvidas acerca do assunto, conversamos com a ginecologista Dra. Rosa Maria Neme, do Centro de Endometriose São Paulo, que respondeu a várias questões sobre Ovários Policísticos.
1. Ovário policístico é a mesma coisa que cisto no ovário?
São duas coisas totalmente diferentes. O ovário policístico é uma alteração hormonal no organismo da mulher, a partir de um desequilíbrio hormonal, com maior produção de hormônios masculinos no corpo da mulher. Ele pode se manifestar com a presença de microcistos no ovário, mas não é esse aspecto que faz o diagnóstico do problema.
O diagnostico do ovário policístico é realizado através da identificação dos sintomas clínicos (acne, irregularidade menstrual, aumento de pilificação) e alteração da dosagem de hormônios masculinos.
Cisto no ovário é qualquer formação preenchida por líquido que aparece no ovário. Pode conter sangue (chamado de hemorrágico), líquido como água (chamado de folicular) ou ainda ser um cisto de endometriose.
2. Ele aparece na adolescência?
Ele pode aparecer em qualquer época da vida da mulher, mas tende a ser mais diagnosticado na adolescência.
3. Espinha no queixo é um dos sinais?
Os sintomas são decorrentes do aumento de hormônio masculino (testosterona) no corpo da mulher. Esses sintomas tendem a ter graus variados de acordo com o grau da doença. Assim, sintomas como acne, aumento da gordura corporal, aumento de pelos, queda de cabelo e irregularidade menstrual são os sintomas mais freqüentes.
4. Mulheres gordinhas e com forte incidência de pelos, principalmente no rosto, têm ovário policístico?
Estes podem ser relacionados a uma característica genética da mulher, mas também podem ser sinais da presença da doença. Exames são necessários para um diagnóstico preciso.
5. O ovário policístico provoca aumento na incidência e na intensidade das cólicas?
Em geral, não. Os sintomas mais frequentes do ovário policístico são a irregularidade menstrual, aumento de acne e pilificação.
6. Ele provoca algum tipo de sangramento?
Não. O ovário policístico, normalmente, pode causar ciclos mensais de anovulação (sem produção de óculos) e, consequentemente, a mulher ficar alguns ciclos sem menstruar.
7. Como é feito o diagnóstico da doença?
O diagnóstico é feito pelo relato da paciente dos sintomas clínicos, associado à presença de dosagens hormonais que mostrem aumento dos hormônios masculinos no corpo. Somente a presença de pequenos cistos ovarianos ao ultra-som não faz o diagnóstico da doença.
8. A Síndrome do ovário policístico leva à infertilidade?
Um dos sintomas da síndrome dos ovários policísticos é a infertilidade. Sabe-se que, devido ao aumento dos hormônios masculinos, a mulher tende a ter uma maior quantidade de ciclos não ovulatórios e uma maior resistência dos ovários aos hormônios que dificulta a produção dos óvulos (desde que não tratada). Por isso, é importante que o diagnóstico seja precoce para evitar a infertilidade.
9. Ela pode atrapalhar as relações sexuais?
Não. A manifestação maior de um quadro de ovário policístico não controlado por muito tempo pode ser a infertilidade. Neste caso, isto acontece pela presença constante do hormônio masculino aumentado e da falta de ovulações, decorrente desta alteração.
10. Pode induzir ao aborto?
Pode favorecer, caso não seja realizado acompanhamento. As mulheres que têm ovários policísticos podem ter uma diminuição da produção do hormônio progesterona pelo ovário, que é o que mantém a gravidez nas suas fases iniciais (insuficiência do corpo lúteo ovariano em produzir este hormônio). Assim, toda mulher que engravide com este diagnóstico, deve receber uma suplementação de progesterona nos primeiros três meses de gravidez a fim de não ter um aumento das chances de abortamento quando comparamos com as mulheres sem a doença.
11. Quem toma anticoncepcional precisa suspender o seu uso após o diagnóstico da síndrome? E no caso de utilização de outros métodos anticoncepcionais, como o DIU?
Não. Inclusive, os contraceptivos orais com medicações que diminuam a produção da testosterona (hormônio masculino aumentado nos casos de ovários policístico) são indicados nesses casos. No caso do uso do DIU, recomenda-se a utilização daquele medicado com progesterona para evitar os efeitos maléficos desta alteração ovariana.
12. O Ovário Policístico pode influenciar no atraso da menstruação? Por quê?
Como dito anteriormente, a mulher que tem esta alteração, tem uma deficiência de ovulação e consequentemente na produção de progesterona pelo ovário. Com isso, ela apresenta uma tendência maior a ter ciclos sem menstruação, podendo às vezes a ficar até seis meses sem menstruar.
13. O ovário policístico pode influenciar no aparecimento de um câncer de colo de útero?
Não. O principal fator causador do câncer de colo de útero é a infecção pelo vírus do HPV. O ovário policístico é uma doença hormonal e, portanto, não tem nada a ver com este tipo de câncer.
14. O uso indevido de algum tipo de anticoncepcional pode levar ao aparecimento do ovário policístico?
Não. Acredita-se que exista em algumas mulheres uma tendência genética a desenvolver este problema.
15. O tratamento é feito apenas com cirurgia?
O tratamento é feito basicamente com medicações hormonais que reduzam os hormônios masculinos, como anticoncepcionais ou medicações mais específicas para isso. O tratamento cirúrgico é reservado apenas às mulheres que não respondem a este tratamento.
16. O tratamento de ovário policístico de ser realizado em conjunto com endocrinologista?
Pode e deve. O endocrinologista pode ajudar no controle não só do problema ovariano, mas também no controle de outras manifestações desta doença, como a obesidade.[14]
17. Após o tratamento, a mulher pode desenvolver novamente o ovário policístico?
Pode sim. Não se sabe exatamente porque o ovário policístico se desenvolve, mas é uma doença que deve ser sempre tratada.»
Fonte:Segs
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=25660&Itemid=1
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4/09/2009 02:00:00 da tarde
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Independentes com direito a subsídio doença

«Os trabalhadores a recibos verdes vão ter, a partir deste mês, o direito ao subsídio de doença, de acordo com a proposta de Código dos Regimes Contributivos do Sistema de Segurança Social.
A partir do 31.º dia de baixa e por um prazo máximo de um ano, os mais de 150 mil portugueses em condições de recibos verdes vão passar, assim, a poder receber o subsídio de doença.
Até à data, a legislação em vigor indicava que os independentes não tinham de todo este direito. Com a nova alteração alguns casos vão estar abrangidos, desde que estejam inscritos no Esquema de Protecção Alargado da Segurança Social e não apenas no Esquema Obrigatório, onde as contribuições são mais baixas.
Doenças profissionais, maternidade, paternidade, adopção, velhice e morte são alguns desses casos»
Fonte: Destak
Link:http://www.destak.pt/artigos.php?art=25694
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4/09/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
Meningite: Nova vacina lançada, a nível europeu

«Porto, 02 Abr (Lusa) - O Centro de Congressos da Alfândega, Porto, vai receber sexta-feira, o lançamento europeu de uma nova vacina contra a Doença Pneumocócica Invasiva (DPI), que estará disponível em Portugal a partir de 09 de Abril, foi hoje anunciado.
Porto, 02 Abr (Lusa) - O Centro de Congressos da Alfândega, Porto, vai receber sexta-feira, o lançamento europeu de uma nova vacina contra a Doença Pneumocócica Invasiva (DPI), que estará disponível em Portugal a partir de 09 de Abril, foi hoje anunciado.
A Synflorix, a nova vacina pneumocócica pediátrica, da GlaxoSmithKline (GSK), que obteve quarta-feira a autorização da Agência Europeia do Medicamento (EMEA), irá actuar contra doenças potencialmente fatais como a meningite e a pneumonia bacteriémica, bem como contra infecções do ouvido médio.
De acordo com a GSK, na Europa, em crianças pequenas, cerca de um em cada três casos de doença pneumocócica, não era prevenido uma vez que estas doenças são causadas por serotipos bacterianos não abrangidos pela vacina pneumocócica conjugada actualmente disponível no mercado (Prevenar).
A Synflorix, que será comercializada a um preço idêntico à Prevenar (cerca de 70 euros cada doze), está indicada para a imunização activa contra a doença invasiva e a otite média aguda (OMA) causadas por Streptococcus Pneumoniae em bebés e crianças com idades compreendidas entre as seis semanas e os dois anos de idade.
A nova vacina, que protege contra 10 serotipos da DPI, irá proporcionar uma cobertura contra três das principais estirpes pneumocócicas (serotipos 1, 5 e 7F) além dos sete serotipos (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F, 23F) que tem em comum com a vacina existente (Prevenar).
"Os serotipos 1, 5 e 7F têm um peso sócio-económico significativo e são responsáveis por 5-25 por cento de todos os casos de Doença Pneumocócica Invasiva (DPI), estando directamente associados a surtos e a doença graves em crianças pequenas", salienta a fonte da empresa.
Em comunicado, a GSK acrescenta que "os 10 serotipos incluídos na nova vacina são responsáveis por até 90 por cento de todos os casos de DPI em crianças com idade inferior a cinco anos, em algumas regiões da Europa".
Em declarações à Lusa, a pediatra Carla Novais admitiu que a Synflorix representa uma "mais valia" e é "mais eficaz" do que a Prevenar, que tem uma taxa de cobertura de 65 por cento em relação aos serotipos actuantes em Portugal.
"A nova vacina apresenta 76 por cento de cobertura. Penso que é uma evolução muito significativa", frisou a pediatra.
Carla Novais defende, por isso, que estão criadas as condições para que a ministra da Saúde, em conjunto com a Comissão Técnica de Vacinação, decida inclui-la no Plano Nacional de Vacinação, dando assim "igualdade de oportunidades a todas as famílias".
"O bom senso leva a que todos os pediatras recomendem esta vacina, mas infelizmente nem todas as famílias têm condições económicas para a adquirir", disse Carla Novais, referindo que no total (três doses no primeiro ano e mais uma no segundo), o custo da Prevenar ronda os 280 euros.
Apesar de desconhecer o preço de comercialização da Synflorix, a pediatra acredita que "seja concorrente à Prevenar".
Na apresentação da Synflorix, no Porto, participam entre outros, o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, o microbiologista Melo Cristina da Faculdade de Medicina de Lisboa, e a pediatra Fernanda Rodrigues, do Grupo de Estudos da DPI vigilância de pneumococos.
A sessão repete-se sábado na Torre do Tombo, em Lisboa.
PM.
Lusa/fim»
Fonte:Expresso
Link: http://aeiou.expresso.pt/meningite-nova-vacina-lancada-a-nivel-europeu-sexta-feira-no-porto=f506726
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4/08/2009 02:00:00 da tarde
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PMA: Novo centro da MAC ainda não fez nenhum tratamento

«O centro de Procriação Medicamente Assistida da Maternidade Alfredo da Costa, que deverá efectuar mais de 300 ciclos este ano, abriu há um mês, mas ainda não realizou qualquer tratamento de infertilidade, confirmou o director do instituição.
Remodelado no âmbito do apoio do Estado ao combate à infertilidade - para o qual o Serviço Nacional de Saúde (SNS) disponibiliza uma verba de 12 milhões de euros para 2009 -, o novo centro, em Lisboa, foi desenvolvido na mesma zona do antigo, que há muito reclamava obras.
Com equipamentos novos e tecnologia avançada que custaram mais de meio milhão de euros, abriu no dia 09 de Março, mas desde então não recebeu nenhum casal, apesar desta instituição contar com uma lista de espera onde se contam cerca de 900 casais que aguardam por um tratamento para vencer a infertilidade.
Segundo disse à Lusa o director da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), Jorge Branco, o atraso no atendimento dos casais deveu-se a uma avaria numa câmara de fluxo laminar, a qual só deverá estar em condições na sexta-feira.
Esta não tem sido, contudo, a única dificuldade na área da infertilidade da MAC, já que a direcção continua a não conseguir contratar médicos.»
Fonte:Diário digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=381070
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4/08/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 7 de abril de 2009
Problemas de fertilidade afetam um em cada dez casais, diz especialista

«MANAUS - Um em cada dez casais precisa de ajuda médica para ter filhos por conta de problemas de fertilidade, de acordo com a médica especialista em reprodução humana Dária Neves, que há oito anos atende homens e mulheres com dificuldades para ter filhos, em Manaus.
Segundo ela, cerca de 15 casais atendidos diariamente em seu consultório buscam identificar e tratar disfunções que dificultam a gravidez. “Sempre é a mulher que procura o primeiro atendimento, mas já na primeira consulta, orientamos que o parceiro também precisa estar presente, caso contrário não tem sentido buscar ajuda”, explicou a médica.
Dária Neves conta ainda que a maioria dos casais recebidos por ela tem entre 25 e 44 anos, e relata ter feito várias tentativas frustradas de engravidar por mais de um ano. Segundo ela, se o casal ultrapassar um ano de tentativas sem sucesso, é preciso buscar ajuda médica.
Casos
Foi o que ocorreu com João Paulo, 32, e Maria Antonietta Ávilla, 29, há quatro anos. “Passamos um ano e três meses tentando uma gravidez e nada. Quando já não sabíamos o que fazer, procurei algumas informações na internet e encontrei o contato de uma clínica em São Paulo”, relatou Antonietta, que hoje é mãe de Gabriel, de 2 anos.
Segundo João Paulo, depois de muita conversa, o casal decidiu viajar a São Paulo para buscar ajuda médica, sem saber que havia tratamento especializado aqui mesmo, em Manaus. “Ficamos sabendo depois que retornamos, com a ‘Tônia’ já grávida, mas o importante é que, graças à ciência, pudemos realizar nosso sonho de ter um bebê”, disse.
Para a surpresa do pai de Gabriel, os exames revelaram que a dificuldade do casal de ter filhos pelo método convencional era devida à sua baixa produção de espermatozóides saudáveis. “No começo tive dificuldades para aceitar, mas pensei no sonho maior de ter filhos e então decidimos fazer a fertilização in vitro indicada pelo médico”, contou Paulo.
Diagnóstico
O primeiro passo para diagnosticar as causas da dificuldade de reprodução é o exame de espermograma, realizado com o esperma do homem, para detectar possíveis alterações na produção e na qualidade dos espermatozóides.
De acordo com a especialista, as alterações no esperma são as causas mais freqüentes de infertilidade ou dificuldade de fecundação por parte dos homens. “Os espermatozóides podem estar nascendo imóveis ou mesmo mortos, podem ter baixa concentração ou mesmo nem serem produzidos”, explicou.
No caso das mulheres, existem vários fatores que podem influenciar na ocorrência de infertilidade, como por exemplo, pólipos e miomas existentes dentro do útero, feridas no colo e obstrução das trompas, que, segundo a médica Dária Neves, é a principal causa de infertilidade feminina.
- Temos que investigar todas as possíveis causas para identificar o que não está trabalhando na sua normalidade e acaba impedindo que ocorra a gravidez, mas entre as mulheres, o diagnóstico mais freqüente, sem dúvida, é de obstrução das trompas - disse.
Tratamentos
Conforme explicou Dária Neves, os tratamentos indicados dependem de cada caso em particular. “Quando a mulher não produz óvulos normalmente, por exemplo, a ovulação é estimulada com medicamentos e o casal e orientado a ter relações sexuais em dias específicos, o que chamamos de coito programado”.
Já nos casos em que há alterações no esperma e a mulher tem ovulação normal, é feita uma espécie de seleção dos espermatozóides ativos e eles são injetados dentro do útero da mulher durante o período fértil, que recebe medicamentos para estimular a ovulação. “Esse procedimento é chamado de inseminação artificial”, explicou a médica.
Quando é detectada a obstrução das tropas ou alteração mais grave no esperma, ou no caso de as duas situações ocorrerem com mesmo casal, o método indicado é a fertilização in vitro. “O espermatozóide e o óvulo são coletados e selecionados em laboratório e então a fecundação é feita in vitro e após fecundado, é introduzido no útero da mãe”, detalhou Neves.
Ela contou que Manaus ainda não possui laboratórios capacitados para fazer a fertilização 'in vitro', e que, por isso, os pacientes fazem todos os exames e outros tratamentos necessários aqui e são encaminhados para clínicas em Brasília, São Paulo e Fortaleza, para realizar a fertilização.
Fonte: Raphael Cortezão - Especial para o Portal Amazônia »
Fonte:Portl amazonia
Link:http://portalamazonia.globo.com/noticias.php?idN=81117&idLingua=1
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4/07/2009 02:00:00 da tarde
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Nascer no Pico vai deixar de ser um risco com futuro Centro de Saúde

«Nascer no Pico vai deixar de ser um risco com a construção do novo Centro de Saúde da ilha, que integra um bloco de partos anunciado há mais de três anos pelo governo regional e lançado a concurso público em 2009.
O lançamento do concurso para o projecto da empreitada está previsto para o segundo semestre do ano, garantiu fonte da Secretaria Regional da Saúde.
Para o presidente do Conselho de Administração da Unidade de Saúde da Ilha do Pico, "é urgente" a construção de um novo centro de saúde que "marque a diferença e que tenha melhores condições e capacidades de resposta a todo o tipo de urgências".
Ivo Soares considera “fundamental” ter um bloco de partos na ilha, facto que pode mesmo "aumentar a natalidade do Pico, que tem caído drasticamente nos últimos anos", especialmente desde 2000.
Em 2008 nasceram no Hospital da Horta (Faial) 276 bebés, dos quais 92 eram filhos de mães residentes na ilha do Pico, 153 do Faial, 18 das Flores, onze de São Jorge e dois do Corvo.
António Goulart, o director clínico, explicou que durante a vigilância pré-natal as grávidas das outras ilhas são aconselhadas a deslocarem-se para o Faial no final da gravidez, com 38 semanas. "Não há registo de incidentes que se possam relacionar directamente com o facto das residentes nas outras ilhas terem de se deslocar para o Faial" já que "essa deslocação é tratada atempadamente", declarou.
Os partos prematuros são, segundo salientou, "as situações de maior risco", visto que o Hospital da Horta tem capacidade para receber apenas bebés com 36 semanas ou mais.
Nestes casos, os bebés prematuros têm de ser evacuados para os hospitais das ilhas Terceira ou São Miguel.
Segundo informações que a Lusa apurou, a última criança que nasceu num centro de saúde do Pico ocorreu no concelho da Madalena em Fevereiro de 2008. O bebé nasceu prematuro mas o parto não teve qualquer complicação.
Marlene Ribeiro foi uma das enfermeiras que colaborou na realização do parto, que "aconteceu naturalmente, sem quaisquer problemas, apesar das condicionantes".
De acordo com a enfermeira, o facto da ilha do Pico ter apenas "uma sala improvisada em cada centro de saúde com as condições mínimas" para a realização de partos, pode ser "bastante prejudicial" para a grávida e para o bebé. "A obstetrícia é uma caixinha de surpresas e é uma grande responsabilidade para nós, profissionais, assistir um parto nesta ilha".
"Somos os melhores quando tudo corre bem, mas as condições são péssimas - não há incubadoras nem especialistas em pediatria e cirurgia - e tem sido uma luz divina que nos tem iluminado nestas alturas", declarou a enfermeira, demonstrando a sua principal preocupação com os partos prematuros.
Equipamentos como o ventilador, que auxilia o bebé prematuro a respirar melhor, e a incubadora, onde o bebé é colocado para receber as condições ideais como se estivesse dentro da barriga da mãe, são "fundamentais" para o futuro Centro de Saúde do Pico, notam Ivo Soares e Marlene Ribeiro.»
Fonte:Público
Link:http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1371776&idCanal=59
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4/07/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 6 de abril de 2009
Novo patrocinador - Bebéboom
Transportar o bebé junto a nós promove bebés tranquilos e atentos. O sling oferece-nos variadas posições para todas as fases do crescimento e para satisfazer as necessidades do dia-a-dia, como dormir, descobrir, mamar e simplesmente receber o mimo dos pais.
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4/06/2009 03:45:00 da tarde
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Hábito de beber água pode prevenir a obesidade infantil

«Estudo realizado na Alemanha estabelece relação entre o consumo de água e o sobrepeso nas crianças
Água X Obesidade
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1008
Hábito de beber água pode prevenir a obesidade infantilEnviar por Email
1008Um estudo publicado na edição de abril da revista Pediatrics indica que incentivar o consumo de água na escola – com lições sobre o tema e distribuição de garrafinhas de água na sala – pode ajudar a reduzir o problema da obesidade infantil.
Os pesquisadores avaliaram cerca de 3 mil crianças da segunda e terceira séries de 32 escolas em áreas de baixa renda de duas cidades alemãs. E notaram que, nas escolas que incentivaram, durante um ano, os alunos a tomarem mais água, as crianças eram 33% menos propensas a ficarem com sobrepeso, em relação às crianças das outras escolas.
Embora não saibam as razões exatas desses resultados, os pesquisadores observaram que, quando o consumo de água aumentou, houve uma redução na ingestão de bebidas açucaradas, o que poderia, em parte, explicar os resultados. Além disso, eles destacam que a hidratação influencia o metabolismo e a água ajuda a queimar calorias.
Fernando Fischer»
Fonte:Terra
Link:http://sportlife.terra.com.br/index.asp?codc=1008
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4/06/2009 02:00:00 da tarde
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Terapia de casal após a perda gestacional
«Dra. Sandra Cunha
Não existe nenhum casal que não passe por crises, a todos os níveis e de variadas formas. Aparecem regularmente nas nossas vidas, muitas vezes quando julgamos ter chegado a patamares de razoável estabilidade.
Após a perda de um filho, muitas vezes o casal começa a ter dificuldades de comunicação, a afasta-se em determinados temas, principalmente na necessidade de falar sobre o assunto. Reagem de formas diferentes, e nem sempre se sentem compreendidos um pelo outro., levando a crises conjugais.
Entendemos que uma crise não tem que ser o final, mas devemos encará-la como uma oportunidade, uma hipótese de transformação que renova. Por isso, quando este afastamento acontece devemos trabalhá-la e aproveitar as tensões, os desgostos e o sofrimento que ela provoca para subir no nosso crescimento, maturidade e aperfeiçoar o relacionamento.
Numa relação quase todas as situações são passíveis de serem ultrapassadas, e a falta de comunicação é uma delas. Ás vezes o casal precisa de ajuda, e nestes casos poderá recorrer a um terapeuta, para que iniciem terapia de casal.
Ao terapeuta cabe-lhe trabalhar a relação através do elemento que se mostra mais disponível. Graças à terapia esse elemento fica mais "estruturado, mais equilibrado e com maior nível de auto-conhecimento e dos fenómenos que ocorrem na relação".
A terapia de casal funciona em termos preventivos e de urgência. Mas ainda existe muita resistência em fazê-la Quem faz terapia de casal refere que as vantagens são imensas e compensão em muito o esforço e o confronto que muitas vezes ocorrem durante as sessões.
Falar sobre nós próprios permite-nos identificar problemas e sonhos, desenterrar fantasmas e bloqueios, encarar medos e reconhecer competências. E tudo o que está escondido na "sombra" transforma-se em energia, força e poder para enfrentar uma nova gravidez e superar a perda em conjunto.
As terapias de casal mostram que tudo, ou quase tudo, pode ser superado, desde que haja amor e que os sonhos sejam trabalhados em conjunto.
Dra. Sandra Cunha
Psicóloga»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2457/
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4/06/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 3 de abril de 2009
Musicoterapia... uma terapêutica musical
«Dr.ª Gisela Teixeira
Já alguma vez conseguiu relaxar ao ouvir música? Já alguma vez ouviu uma música que imediatamente lhe despertou sentimentos fortes ou o transportou para alguma recordação especial? Já alguma vez sentiu como que uma força interior ao ouvir música? Alguma vez cantou uma canção de embalar para tranquilizar um bebé? Se respondeu "Sim" a alguma destas questões, então já experimentou o poder da música.
Poder esse com história milenar. Há 2000 anos a.c., quando o imperador da China queria saber como andavam as coisas nas suas províncias, convocava os músicos de cada uma delas para que tocassem para ele, e de acordo com a música que embalava o seu povo, o imperador sabia se este estava bem ou mal. Durante a Segunda Guerra Mundial, médicos e enfermeiros americanos constatam que os veteranos de guerra que beneficiam de algumas sessões musicais restabelecem-se rapidamente de traumas físicos e psíquicos.
De facto, a resposta ao som musical permite avaliar os estados físico, cognitivo, comportamental, emocional e comunicativo. A música e o som afectam a actividade muscular, a respiração, a tensão arterial e o metabolismo, e desempenham função de apoio ao processo de mudança dos indivíduos. Segundo Mário de Andrade (1999), a música é equiparável aos medicamentos mas numa prespectiva de dosagem inversa, porque na terapêutica musical, ao contrário da medicamentosa, aos doentes insensíveis deve diminuir-se a dose (músicas mais fáceis, sem grande complexidade).
Dada a capacidade simbólica da música e a sua credibilização como um instrumento eficaz no plano terapêutico, nasce a Musicoterapia. A Musicoterapia é uma ciência paramédica que utiliza a música e os seus elementos (Som, Ritmo, Melodia, Harmonia) através do canto, movimentos, expressão corporal, dança, etc., a fim de atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas; e, desenvolver potenciais e/ou restaurar funções de optimização intra e/ou interpessoal, melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento (Federação Mundial de Musicoterapia, 1996).
O objectivo principal da musicoterapia não é a música, nas suas vertentes mais desenvolvidas, ou seja, Saber, Ensinar ou Tocar. Mas sim, fazer entender que em terapia, a música é um meio e não um fim. Tem o poder de criar vivências emocionais correctivas num ambiente livre, seguro e protector. Pode também ser o alívio do sofrimento psíquico através de produções no mundo dos sons. Não interessa que tipo de sons, de música ou de ruídos que os pacientes produzem, mas que produzam, que os criem, que através deles expressem os seus sentimentos e emoções (Lecourt , 1988).»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2518/
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4/03/2009 02:00:00 da tarde
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Natação ajuda no desenvolvimento dos bebês e aumenta vínculo materno
«Thaís Camargo
"Pula sapinho, pula sapão, pula bem alto e faz um bolão". Entoando com vozes suaves, quase inaudíveis, as mamães cantam para incentivar os bebês a aprenderem fazer bolinhas com a boca na água da piscina. Em resposta, elas recebem olhares atentos e sorrisos ainda sem dentes de seus filhos que não se intimidam e afundam parte do rosto na água. É nesse clima de afeto mútuo que acontecem as aulas para crianças a partir dos seis meses na academia Gustavo Borges, em São Paulo.
Em meia-hora, os atletas mirins recebem as primeiras lições do esporte em uma piscina de água morna. Para começar acostumá-los a ficar com a cabeça submersa, a professora usa uma bacia furada que funciona como uma espécie de banho de chuveiro. A reação? Carinhas felizes e risinhos tímidos.
Sempre estimulados por uma canção, os pezinhos e mãozinhas inquietos esborrifam água para todos os lados. Assim, já é possível perceber as incipientes braçadas dos pequeninos. Andréa Campilongo Orsi, 32 anos, acompanha Giulia em sua segunda aula. "Ela está amando", conta. "Meu filho de 2 anos já faz e resolvi colocá-la também mais por precaução porque tenho piscina em casa", fala. A animação da garotinha de sete meses reforça as palavras da mãe.
Os maiorzinhos já até pedem para ir à aula. "Na noite anterior, ele diz que quer ir à natação", diz Ana Cristina B.V. Junqueira, 37 anos, mãe de Luiz Gustavo, 2 anos. Tiago, 2 anos, sente-se tão à vontade quanto um peixe na água. Sobre uma bóia retangular, ele caminha até terminar num rápido mergulho. "A aula para ele é algo muito natural e ainda é um tempo que tenho para ficar muito próxima ao Tiago", fala Luciana Beetrati, 36 anos.
E é esse tipo de aula que Gustavo Borges tenta reproduzir em seu primeiro livro infantil, o Tchibum!, que acaba de ser lançado pela editora Cosac Naify. "Desde que parei de nadar (em 2004) sentia vontade de fazer um projeto voltado para as crianças", afirma.
As palavras foram trocadas pelas coloridas ilustrações de Daniel Kondo. "O Tchibum! ilustra a primeira aula de um bebê desde o mergulho até o encontro com a mãe", explica Borges. "O fato de não ter texto dá abertura para crianças e pais usarem a imaginação", fala.
Segundo Borges, a publicação é lúdico-educativa e tem por objetivo retratar técnicas da natação, como o mergulho e as braçadas. "O esporte é importante às crianças porque auxilia no desenvolvimento psicomotor", diz.
E o atleta tem razão. Médicos afirmam que quanto mais cedo se inicia uma atividade física, maior a chance de continuar a prática do esporte quando adulto. "As crianças criam intimidade com os movimentos corporais e acabam pegando gosto pela prática de um esporte", fala Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, cardiologista, fisiologista e médico do esporte da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME).
A natação é uma das práticas mais recomendadas para os pequenos. "A criança tem facilidade em lidar com a água por ter vindo de um meio aquático, afinal, é a última lembrança que tem antes do trauma do nascimento", diz Silvana Vertemati, pediatra do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos.
Os bebês só têm a ganhar. "Essa modalidade esportiva ajuda no fortalecimento muscular e no ligamento do osso com a musculatura", informa Silvana. "O bebê ainda adquire melhora na coordenação motora, além de aumentar o vínculo de confiança entre o bebê e a mãe", completa. Outro ponto favorável é contribuir com a socialização pois a criança convive com outras e ainda divide os brinquedos durante as atividades.
Por se tratar de "nadadores" iniciantes, recomenda-se realizar aulas sempre acompanhados pelos pais e de duas a três vezes por semana de, no máximo, meia hora. "Nesse caso, a natação não deve ser encarada como um treinamento, mas como um meio para promover o desenvolvimento saudável", alerta Nóbrega. "É fundamental procurar um profissional habilitado para dar as orientações de maneira correta", fala o especialista.
Cuidados extras com os bebês
De acordo com a pediatra Silvana, os bebês ainda estão adquirindo imunidade nos primeiros meses de vida, portanto, é bom ficar atenta a alguns cuidados. "Antes de começar a natação, é importante o bebê passar por uma rigorosa avaliação médica", comenta a médica.
Algumas atitudes simples evitam doenças associadas com freqüência à essa modalidade. A otite (inflamação de ouvido), por exemplo, dificilmente atingirá a criança se a mãe secar e limpar por completo a parte externa do ouvido. Já o resfriado ficará longe se o miniatleta for bem agasalhado depois de sair da piscina.»
Fonte:Terra
Link:http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3658686-EI1377,00-Natacao+ajuda+no+desenvolvimento+dos+bebes+e+aumenta+vinculo+materno.html
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4/03/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 2 de abril de 2009
Bebês relaxam em baldes que simulam úteros na Holanda
«Crianças passam por sessão de massagem em aula para mães.
Em seguida, elas descansam em balde que simula ambiente da gestação.
Sete bebês se banham em baldes com água para relaxar depois de aula de massagem para bebês ministrada para jovens mães em IJmuiden, na Holanda, nesta quarta-feira (...). O banho de relaxamento é preparado de forma que simule o ambiente do útero da mãe, dando sensação de conforto e segurança às crianças. »
Fonte:TVI.com.br
Link:http://tvi.com.br/v2/noticias/noticiasExibir/0,NTVI,7,5,102,2212,EX-1,BEBES+RELAXAM+EM+BALDES+QUE+SIMULAM+UTEROS+NA+HOLANDA.html
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4/02/2009 02:00:00 da tarde
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Enurese nocturna: Quando o chichi aparece fora de horas
«Cláudia Pinto
O problema é comum a várias famílias. Para muitas crianças, passa a ser um segredo bem guardado. Vergonha e inferioridade são sentimentos habituais
Por outro lado, os pais nem sempre sabem como lidar com a situação e punem os filhos que urinam fora de horas. Para lidar com a enurese nocturna, são conhecidas formas de tratamento eficazes. A ajuda dos pais é também essencial para a resolução do problema. Apoiar em vez de discriminar, incentivar em vez de punir, parecem ser truques essenciais.
Está atento aos sintomas do seu filho?
Os pais devem estar vigilantes aos sintomas urinários diurnos dos seus filhos, pois eles podem fornecer-lhe pistas importantes.
A criança refere dor ao urinar? Tem de urinar com muita frequência e em pequenas quantidades de cada vez? Urina muito de cada vez e parece estar sempre cheio de sede e bebe exageradamente? Nota alguma anomalia no jacto urinário ou o seu filho parece ter que fazer força para iniciar a micção?
Estes são alguns dos sinais que podem indicar uma causa orgânica subjacente à enurese, explica João Luís Barreira, acrescentando: "Há uma associação frequente entre a obstipação e a enurese e nalguns casos ao tratar a obstipação resolve-se o problema da enurese.
Por fim, em relação ao sono propriamente dito, é frequente os pais considerarem que estas crianças têm o sono particularmente pesado. Em alguns casos, as crianças ressonam muito durante a noite e têm apneias obstrutivas durante o sono e isso parece estar associada à libertação de uma hormona que aumenta a produção nocturna de urina, o que leva a ter enurese.
Por vezes, estas crianças são operadas às amígdalas e adenóides e a enurese resolve, ou pelo menos, melhora significativamente", explica o pediatra.
Todas as crianças com este problema devem, em primeiro lugar, ser levadas ao seu médico para uma avaliação e orientação individualizada.
Alerta aos pais
É fundamental que os pais não culpabilizem os seus filhos nem contribuam para este sentimento de inferioridade. "Por vezes, a atitude dos pais e familiares contribui para a manutenção da enurese.
Os comportamentos e comentários que frequentemente surgem na sequência destes episódios podem dificultar a criança a ultrapassar o problema", chama à atenção a Dra. Miriam Gonçalves, neuropsicóloga clínica, especializada em enurese nocturna. Recomenda-se, portanto, acompanhamento médico em todo este processo. "As crianças descrevem sentimentos como irritados, rabugentos, envergonhados e confusos".
Os próprios pais tendem a "evitar falar do assunto com outras pessoas. Falar sem vergonha e encarar a enurese nocturna como um problema que hoje em dia tem fácil solução, é o primeiro passo para a resolução do mesmo e para um tratamento eficaz", aconselha Miriam Gonçalves.
A punição e a ameaça são, por outro lado, "as piores estratégias que se poderão adoptar, uma vez que a criança já sofre o suficiente por não conseguir evitar a enurese. Evite ainda o recurso ao uso da fralda, por muito que lhe custe ter de lavar e estender sistematicamente os lençóis".
As crianças costumam guardar este segredo "a sete chaves" com medo de discriminação por parte dos seus amigos e familiares porque "pensam que só eles é que ainda fazem chichi na cama. Mas a realidade é que, por exemplo, numa turma de 30 alunos da primária, cinco escondem este segredo", explica a neuropsicóloga.
Dicas para lidar melhor com a enurese
Incentivar a criança - "Utilizando por exemplo o calendário das noites secas. É um reforço positivo importante, já que auxilia a manter a criança focada no tratamento e permite que verifique quantitativamente o seu progresso rumo à cama seca", explica Miriam Gonçalves.
Motivar a criança a cuidar da sua higiene pessoal, tomando banho, para evitar o desagradável odor a urina, que o poderá "denunciar" entre os colegas na escola.
Fazer com que a criança faça "exercícios" da bexiga, tentando fazer um intervalo cada vez maior entre a vontade e a ida à casa-de-banho, bem como ensiná-la a controlar o jacto urinário, aprendendo a interrompê-lo.
Sempre que ocorrer um "episódio molhado" deverá pedir-lhe para mudar a roupa da cama e o pijama e colocá-los na máquina de lavar. Esta é uma forma de a criança se ir mentalizando para o facto de que este é um problema seu e que, por isso, terá de se esforçar para vencê-lo.
Permita que a criança não desenvolva sentimentos de culpa, demonstrando-lhe que a enurese é uma situação frequente e que atinge outras crianças.
Elogiar e recompensar a criança sempre que não fizer chichi na cama.
Destaques
"Não será então de estranhar se estas crianças se recusarem a participar em alguns passeios de escola, acampamentos ou dormirem em casa de amigos e familiares"
"Permita que a criança não desenvolva sentimentos de culpa, demonstrando-lhe que a enurese é uma situação frequente e que atinge outras crianças".»
Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2538/
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4/02/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 1 de abril de 2009
Dez sinais que merecem atenção no final da gravidez
«Patricia Zwipp
A gestação é um período mágico para a mulher, mas também traz muitas dúvidas. Saber quando chegou a hora de o bebê nascer, o que significa o rompimento da bolsa ou a eliminação do tampão são algumas delas.
Só um profissional pode avaliar quando a futura mamãe está em trabalho de parto. "Analisamos a dilatação, o número de contrações, a presença da bolsa, os batimentos cardíacos do bebê, se já perdeu o tampão (muco protetor que fecha o colo do útero e impede a entrada de bactérias)", explica Rodolfo Strufaldi, professor assistente de ginecologia e obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC.
Apesar da opinião médica ser fundamental, a futura mamãe precisa ficar atenta a detalhes no final da gravidez para saber quando procurar o seu médico e como se preparar para a hora do parto. Confira, a seguir, alguns sinais, listados pelo especialista Strufaldi, de que o bebê está prestes a chegar:
1 - No fim da gravidez, a barriga vai abaixando, porque o bebê está se posicionando para o nascimento.
2 - Sentir as famosas contrações não é sinônimo de que está em trabalho de parto. Normalmente, elas só indicam que a criança está prestes a nascer quando obedecem um determinado ritmo: três contrações seguidas, que duram mais de um minuto cada, no intervalo de 10 minutos.
3 - As contrações são causadas pela liberação de substâncias que preparam o corpo para o parto, principalmente pela ocitocina. As dores começam nas costas e se conduzem para frente, em direção à vagina.
4 - A bolsa é uma proteção contra as agressões do meio externo. Quando rompe, a mulher elimina o líquido amniótico e há a tendência de entrada de bactérias, por exemplo. Mas, calma, uma contaminação pode levar horas ou dias para ocorrer, o que não elimina a necessidade de procurar um médico caso isso aconteça.
5 - Em média, a mulher tem cerca de 1 a 1,5 litro de líquido amniótico. Ele pode ser claro, amarelado ou esverdeado. Se estiver esverdeado, é sinal de que há sofrimento fetal (a criança está passando por algum problema e, neste caso, precisa nascer logo).
6 - O rompimento da bolsa não significa necessariamente que a grávida está em trabalho de parto.
7 - O fato de cair o tampão (substância que protege, temporariamente, o colo do útero e evita a entrada de bactérias) não significa, obrigatoriamente, que a mulher está prestes a dar à luz. Conforme vai chegando o momento do nascimento, o bebê pode forçar para abrir um pouco o colo (dilatação) e a mãe acaba liberando esse muco protetor. A perda do tampão facilita a ruptura da bolsa.
8 - O tampão é gelatinoso e pode ser branco ou amarelado.
9 - Se sentir contração, a bolsa romper ou eliminar o tampão, procure um médico. Isso vale também caso tenha algum sangramento ou outro desconforto. Portanto, tenha sempre à mão o telefone do profissional e da maternidade.
10 - Quando a gravidez chega a 36 semanas, é importante deixar uma mala pronta para a mamãe e o bebê. Para saber exatamente o que deve levar, informe-se no hospital, porque há maternidades que fornecem camisolas ou que não usam as roupas dos bebês nos primeiros dias.»
Fonte:Terra
Link:http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI3661999-EI1503,00-Dez+sinais+que+merecem+atencao+no+final+da+gravidez.html
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Manchas no rosto: problema estético que incomoda as grávidas
«Grande parte das manchas são causadas pelo sol, mesmo com a radiação que nos atinge no dia-a-dia, na cidade, sem que seja preciso que estejamos na praia ou na piscina
Durante a gravidez, as mulheres estão mais suscetíveis ao aparecimento de manchas na pele por causa da variação hormonal e da predisposição genética. “O melasma é uma mancha difícil de ser eliminada. O segredo para evitá-la é a prevenção, ou seja, fugir do sol durante a gestação para evitar a formação destas manchas ao redor dos lábios e nas bochechas, que geralmente ganham forma de asas de borboleta”, afirma o ginecologista e obstetra Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.
Além das grávidas, mulheres que usam anticoncepcionais ou fazem tratamentos com hormônios também são alvos do melasma. O aumento dos hormônios estrógeno e melanogênico também levam ao escurecimento das aréolas e ao aparecimento daquela pequena linha vertical escura abaixo do umbigo.
O melasma pode não aparecer na primeira gravidez e aparecer na segunda, ou vice-versa. “Portanto, a grávida deve adotar medidas de proteção para se expor ao sol. O consenso entre os dermatologistas é que a radiação solar pode desencadear o problema e até agravá-lo, uma vez que os efeitos do sol são cumulativos. Como prevenção, os bloqueadores solares são a principal arma”, recomenda o diretor da Clínica Genesis.
Como fazer a prevenção?
“Geralmente o melasma surge no segundo trimestre da gestação, mas se a mulher se proteger desde o início, terá mais chances de não desenvolver as manchas. Recomendamos o uso contínuo de bloqueadores com fator de proteção 30 e o uso de chapéu, óculos escuros e guarda-sol”, afirma a dermatologista da Genesis, Luciana Cattini.
"O ideal, para uma proteção efetiva, é aplicar o bloqueador solar na pele pela manhã, na hora do almoço e no fim da tarde, faça chuva ou faça sol. Muita gente não sabe, mas mesmo dentro de ambientes fechados, a radiação solar afeta a pele. Por isso, o protetor solar tem de estar sempre à mão, até dentro de casa e no escritório”, destaca Luciana Cattini.
Ao ar livre, a exposição da gestante precisa ser gradual e extremamente cuidadosa. “Para ir à praia ou à piscina, a gestante precisa saber que a radiação ultra-violeta B (UVB), a mais perigosa e responsável pelo câncer de pele, se intensifica entre 10 e 16 horas. Já a radiação ultra-violeta A (UVA), muito importante no desenvolvimento e estímulo da pigmentação, ou seja, favorecendo o aparecimento do melasma, é a mesma durante todo o dia. Daí a importância de se proteger sempre”, destaca a dermatologista da Clínica Genesis.
Para tratar
Se por algum descuido a pele da gestante manchar, ela precisa saber que é preciso continuar a usar o bloqueador para evitar que a mancha escureça ainda mais. “Para disfarçar, uma dica é aderir à camuflagem com o uso de bases e corretivos, dando preferência a produtos oil-free e não comedogênicos”, diz Cattini.
A gestante tem à disposição os clareadores de uso tópico com concentrações e ativos específicos para esta fase da vida. “Eles podem ser cosméticos, de livre acesso, ou cosmecêuticos, que só podem ser prescritos pelo dermatologista”, diz a médica.
“Como alguns produtos indicados para o tratamento do melasma possuem componentes que devem ser evitados durante gestação, é sempre importante consultar o ginecologista e o dermatologista antes de iniciar qualquer tratamento estético. A razão de tanta cautela é evitar qualquer complicação para a grávida ou para o bebê”, destaca Aléssio Calil Mathias. »
Fonte:Segs
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=25224&Itemid=1
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4/01/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 31 de março de 2009
O Sono da Criança: “Diz-me como dormes e eu dir-te-ei quem és”
«Dra. Fernanda Torgal-Garcia e Dr. João Gomes-Pedro
O sono é a janela do desenvolvimento humano. “Diz-me como dormes e eu dir-te-ei quem és”, é como que uma fórmula mágica que permite entrar no mundo biológico, emocional, afectivo e moral de cada ser humano.
O sono, como todos os equilíbrios da vida, reflecte o equilíbrio total da criança, em particular da sua vida afectiva e relacional.
A neurociência de hoje sustenta que as capacidades psíquicas consubsantiadas nas emoções, nos sentimentos e na consciência derivam do equilíbrio homeostático, fundamentalmente biológico. Por isso dizemos, muitas vezes, que grão a grão , o bebé constrói o seu sono.
É corrente associar-se o nascimento de um bebé à "tortura" do sono, que os pais vão passar a sentir "na pele".Ora isto não é obrigatório e acaba por não acontecer muitas vezes.
O sono é um equilíbrio biológico fundamental, mas é um equilíbrio frágil, que se constrói progressivamente nos primeiros meses de vida .Tem relação com a maturação cerebral, dos neurónios corticais ( e daí a sua relação com a idade gestacional, isto é se é um bebé pré-termo ou " de tempo"), e com o estabelecimento de múltiplas conexões entre as células do sistema nervoso ( sinapses).
O sono do feto, na sua alternância imobilidade/actividade é exactamente o dos prematuros que entretanto tiveram de nascer. Sabemos, depois, que no primeiro mês de vida o bebé pode dormir em média 16-18 horas por dia e já nesta fase podemos identificar os muito ou pouco dorminhocos.
Porém, mais do que o número de horas de sono, é o modo como o bebé controla e organiza os seus estádios (vigília/sono) que nos permitem caracterizar, logo com horas de vida apenas, o quem é cada bebé. Através da NBAS ("Neonatal Behavior
cada bebé de organizar os seus estádios de sono/vigília, e a sua habituação a estímulos exteriores que lhe vai permitir adormecer sem ligar à algazarra da sua festa de baptizado por exemplo Esta escala permite-nos com acuidade avaliar as diferenças e o quem é quem cada bebé.
É esta regulação que permite a um bebé de um mês dormir cinco a seis horas e a partir dos 3 meses, nove horas ou mais em cada noite. O bebé vive ao ritmo do seu relógio interior, contribuindo para isso primordialmente, os seus neuro-reguladores cerebrais.
È através do núcleo supraquiasmático, numa engenharia química regulada por genes, pela produção de melatonina e de popipéptidos reguladores que se estabelece a arquitectura do sono, designadamente do sono REM e do sono não REM.
Mas para além desta química complexa da neuro-regulação, existe um fantástico modelo relacional projectado à vida do bebé e com ele à vida da família.
O estabelecimento e a manutenção de padrões estáveis de sono nocturno é da maior importância para a criança e para os pais; para a criança , um sono adequado de noite é uma pré-condição essencial para um bom alerta durante o dia e para uma boa resposta a interacções sociais e outros estímulos ambienciais.
De facto estabelecer um ritmo e estar acordado de dia e dormir de noite, é uma importante aquisição do bebé; de acordo com Schaffer, torna muito mais fácil viver com ele...
Há que ser realista e ter a noção que de facto, 20-30% dos bebés e crianças pequenas têm problemas de sono. Mas as causas podem ser tão variadas como problemas perinatais, temperamento do bebé, amamentação, stress familiar, modos de adormecer, fases do desenvolvimento motor do lactente, muitas mais.
Mais do que tentar consertar um problema de sono na criança, que desarranja toda uma família que no dia seguinte irá trabalhar ensonada e irritada, há que prevenir a instalação desse problema e aí é essencial a filosofia "touchpoints".
Se um bebé de 4 meses que até aí dormia celestialmente, passa a não adormecer como até então ou a acordar infinitas vezes em cada noite, os pais vão pedir umas pequenas gotas milagrosas para repor os anteriores comportamentos sono-vigília de modo a poderem descansar durante a noite.
Precisamos então desse outro modelo, para perceber as alterações do relógio, as mutações inexplicáveis, enfim, para conseguir ler através da janela que é o comportamento humano. O modelo" touchpoints" ensina-nos então que é aos quatro meses, quando o bebé começa a ficar extasiado com tudo o que passa a ver à sua volta que faz com que se "esqueça " de dormir.
Do mesmo modo, cerca do ano de vida, o envolvimento fantástico do bebé para dar os primeiros passos, essa excitação que é deslocar-se sozinho, não deixa obviamente que o bebé "perca tempo" em adormecimentos ou sonos. A filosofia "touchpoints" permite-nos entender o comportamento e assim intervir adequadamente no apoio à parentalidade.
Se por um lado é melhor ser realista e achar que se o bebé acordar várias vezes é normal, também há que ser flexível e entender que não há soluções perfeitas, que no entanto não deverão passar pelas tais gotas milagrosas.
E, depois desta se ter construído, já será mais fácil lidar com episódios relacionados com as fases do seu desenvolvimento crescente ou intercorrências fáceis de interpretar.
É fundamental assumir que esta autonomia "aprende-se" porque se educa, numa atmosfera de paixão.
Aprender a dormir de noite é, resumindo, uma tarefa relacionada com a maturação do sistema nervoso central, com o temperamento do bebé, e com a aprendizagem; e o sono é o reflexo do equilíbrio global da criança.
Enfim, o sono é uma janela do desenvolvimento humano por onde prescutamos o modo de ser, isto é, o comportamento de cada bebé. Este comportamento é a sua "linguagem" e é, por sua vez, esta linguagem que tem de inspirar a nossa comunicação com o bebé e com a sua família.
Se desde que o bebé sai da maternidade, tiver um ambiente calmo, com rotinas e rituais, como o banho antes da hora de dormir, a canção de embalar ou mais tarde a história antes de adormecer (e não até que o adulto adormeça!), o pequeno urso ou outro objecto de transição, o adormecer sozinho sem ser ao colo ou na cama dos pais, irá certamente adquirir uma autonomia do sono.
Dra. Fernanda Torgal-Garcia,
Pediatra do Desenvolvimento
João Gomes-Pedro,
Director do Departamento da Criança e da Família do Hospital de Santa Maria
Investigador e Professor Catedrático»
Fonte:
Link: http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2540/
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Paulo Pires
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3/31/2009 02:00:00 da tarde
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Já sairam os resultados do Passatempo
Consulta http://livros-gravidez.blogspot.com/ para ver se és um dos vencedores,
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3/31/2009 10:00:00 da manhã
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ADPM: Promove acções de formação para pais, futuros pais e técnicos
«A Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) promove cursos para pais, futuros pais e técnicos. As acções programadas são sobre “Higiene e massagem ao bebé”, “Alimentação do bebé/criança”, “Primeiros socorros”, “Problemas mais frequentes na criança, quais são os sinais de alarme?”.
A Associação de Defesa do Património de Mértola (ADPM) tem inscrições abertas, através do seu Gabinete de Educação e Formação, até ao próximo dia 15 de Abril, para cursos dedicados aos pais, futuros pais e técnicos. As acções programadas são sobre “Higiene e massagem ao bebé”, “Alimentação do bebé/criança”, “Primeiros socorros”, “Problemas mais frequentes na criança, quais são os sinais de alarme?”, têm todas 12 horas de duração e são ministradas, durante o mês de Abril, em Mértola e Beja.
Ana Elias de Freitas»
Fonte:Voz da planice
Link:http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/27418
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3/31/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 30 de março de 2009
O que um bebê recém-nascido consegue fazer?
«O desenvolvimento neuropsicomotor da criança começa desde o seu primeiro minuto de vida
O bebê recém-nascido é muito mais esperto e sensível do que muitos pais acreditam. Ele já nasce com os sentidos apurados, enxergando, ouvindo, sentindo cheiros. É por isso que costuma chorar tanto assim que sai da barriga. As luzes dos refletores incomodam seus olhos, as vozes altas da sala de parto e os ruídos do centro cirúrgico atrapalham sua audição, os cheiros dos desinfetantes agridem seu olfato e as mãos que o medem, pesam, limpam e vestem o assuntam.
Diversos estudos provaram que o recém-nascido sente gostos e, inclusive, seu paladar aceita melhor os alimentos doces aos amargos, embora seu cardápio se resuma ao leite materno. Apesar de muitos passarem a maior parte do tempo com os olhinhos fechados, eles conseguem enxergar objetos e rostos próximos do seu campo de visão. Nos primeiros dias de vida a visão do bebê já é bem clara e definida e atinge de 15 a 20 cm de distância.
A audição do bebê está formada desde o 5º mês de gravidez, é por isso que muitos especialistas incentivam as mães a conversarem com seus bebês ainda na barriga. Assim que nascem, os bebês já respondem aos estímulos sonoros. Quando expostos a ruídos altos, eles tendem a se atirar para trás e sua respiração se acelera.
Os bebês também nascem com a capacidade de olfato completamente desenvolvida, ou seja, sentem cheiros agradáveis e ruins. Para não agredir seu olfato, o ideal é não passar perfume e evitar produtos de limpeza com odores fortes nos ambientes.
Se os pais estiverem atentos ao comportamento do bebê, logo poderão reconhecer as manifestações de inteligência e personalidade de seu filho. O recém-nascido demonstra suas vontades berrando quando está com sono ou com a fralda suja, mordendo o bico do seio quando não consegue abocanhar, agitando braços e pernas quando está irritado. Essas são as armas que ele tem para demonstrar e impor suas vontades.
Quanto à parte motora, uma das características dos recém-nascidos é a forma da coluna vertebral. Ela é reta, pois as sua curvatura cervical, dorsal e lombar só aparece conforme o bebê começa a sustentar a cabeça, sentar, ficar em pé.
Proporcionalmente, a cabeça é grande e as pernas e os braços ainda são bem magros e curtos em relação ao tronco.
Nos primeiros dias o bebê já apresenta movimentos motores como jogar os braços, chorar, se torcer, virar a cabeça de um lado para o outro, se encolher, fechar as mãos, buscar o bico do seio, sugar o leite e deglutir.
A cada dia que passa, a atividade do bebê fica mais intensa e ele começa a se mexer cada vez mais no berço.»
Fonte:Gazetaweb
Link:http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=173183
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3/30/2009 02:00:00 da tarde
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ESTUDO APONTA QUE A MULHER NÃO PRECISA FICAR EM JEJUM DURANTE O PARTO
«Dr. Ricardo Teixeira
Ainda é muito comum a recomendação de que as mulheres devem ficar em jejum a partir do momento que entram em trabalho de parto.
A justificativa é que o jejum reduziria a chance de vômitos durante o parto e com isso diminuiria o risco de pneumonia por aspiração que ocorre quando o vômito cai dentro das vias aéreas. Esse risco de aspiração é significativo quando a mulher é submetida à anestesia geral, mas nos últimos anos, o parto cesárea é cada vez mais realizado sem anestesia geral, o que reduz sobremaneira o risco de aspiração.
Será que realmente faz sentido negar qualquer tipo de alimento a uma mulher durante o trabalho de parto? Alguns estudos já haviam sido realizados na tentativa de responder a essa questão, mas os resultados não foram conclusivos e ainda há muita disputa de opiniões. As mais recentes recomendações da Sociedade Americana de Anestesiologia defendem que o jejum de sólidos deve ser respeitado, enquanto líquidos podem ser oferecidos à parturiente. Alguns serviços hospitalares defendem a liberação da dieta com o argumento de que o trabalho de parto pode ser prejudicado se a mulher tiver restrição de ingestão de energia.
Uma nova pesquisa recém-publicada pelo British Medical Journal dá um novo rumo à discussão. A pesquisa envolveu a análise do trabalho de parto de quase 2500 mulheres primíparas (primeira gestação) que foram divididas em dois grupos: um grupo em jejum durante o trabalho de parto e outro que tinha a permissão de ingerir alimentos leves como suco de frutas, biscoitos, pães, iogurte, e bebidas isotônicas. Não houve diferenças entre os grupos nas diversas variáveis estudadas: freqüência de vômito, porcentagem de partos normais e cesáreas, duração do trabalho de parto e saúde dos bebês ao nascimento.
Essa é a maior pesquisa realizada até o momento sobre o tema e os resultados sugerem que as mulheres não devem ser privadas de alimentos durante o trabalho de parto desde que queiram se alimentar, pois também não há evidências de que aquelas que se alimentam têm mais sucesso do que as que permanecem em jejum.
:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog "ConsCiência no Dia-a-Dia" e consultor do Grupo Athena. »
Fonte:Segs
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=25367&Itemid=1
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3/30/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 24 de março de 2009
Bom dia
Bom dia,
os meus papas estão ao pé de mim, pois estou doentinho, pelo que durante uns dias não vão colocar nenhum post..
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3/24/2009 08:35:00 da manhã
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sexta-feira, 20 de março de 2009
Falta de médicos ameaça centros de infertilidade

«DIANA MENDES
Tratamento. Cinco novos locais não devem arrancar tão cedo como se previa
Há apenas algumas dezenas de especialistas nesta área no País
Portugal não tem médicos suficientes para tratar casais inférteis, especialmente com técnicas de procriação medicamente assistida (PMA). A escassez de recursos pode pôr em causa a qualidade do tratamento e atrasar a abertura de mais cinco centros públicos anunciados pelo Governo, referem vários especialistas.
João Silva Carvalho, presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução, alerta para a falta de especialistas em medicina da reprodução. Por isso, diz que "não faz sentido haver uma rede de mais de 30 centros de PMA num país tão pequeno. Para além de estes centros não irem receber número de casos suficientes, "o que nem sequer será rentável depois dos investimentos feitos, põe-se em causa a qualidade dos recursos humanos. Ou se terá de abrir o tratamento a pessoas menos especializadas, ou pura e simplesmente não teremos recursos para tratar os casais inférteis", frisa.
Carlos Calhaz Jorge, ginecologista e membro do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, disse ao DN que "há apenas algumas dezenas de especialistas em todo o País" e apenas três ou quatro em cada um dos nove centros públicos. Mas não concorda que uma rede tão extensa possa pôr em causa a qualidade do tratamento.
A ausência de renovação durante anos de especialistas em ginecologia - e da medicina da reprodução, na sua sequência - está agora a sentir-se. De tal forma, que Calhaz Jorge acredita que os cinco novos centros públicos de PMA anunciados pelo Governo, "não vão passar do papel tão cedo. É o caso do Centro Materno-Infantil do Porto, Centro Hospitalar de Coimbra, da Covilhã, Almada e Faro. "Vejo com muita dificuldade o aparecimento de profissionais que possam abri-los".
João Silva Carvalho defende o "reforço da capacidade dos centros públicos e não a proliferação de centros". E deu o exemplo da Bélgica, um país que tem exactamente a mesma dimensão populacional de Portugal e que apenas tem nove centros de PMA. "As pessoas com problemas de infertilidade são tratadas nos hospitais. Quando têm de recorrer a técnicas de PMA vão a um dos nove centros", avança.
A Maternidade Alfredo da Costa, que inaugura hoje o novo centro de Procriação Medicamente Assistida é uma das unidades que já se depara com estes constrangimentos. O próprio director, Jorge Branco, disse à Lusa que vai reiniciar os tratamentos com três médicos e três biólogos, essenciais para a prática de PMA. "É difícil encontrar médicos. Não há mais e não conseguimos inventá-los", assume Jorge Branco, que já fez contactos para encontrar médicos até em Espanha, sem sucesso. Pelo menos dois saíram da MAC para o Hospital dos Lusíadas (unidade privada dos HPP) que também está a apostar neste segmento.»
Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/2009/03/09/sociedade/falta_medicos_ameaca_centros_inferti.html
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3/20/2009 02:00:00 da tarde
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Enxovais para os bebés do Hospital de S. João

«Projecto voluntário quer ajudar 120 famílias carenciadas por ano
MARTA NEVES
No decorrer deste ano, cada família carenciada à espera de bebé que for sinalizada pelo Serviço Social do Hospital S. João, no Porto, vai ter uma ajuda especial. A ideia é apoiar mães e recém-nascidos, estando incluída a oferta de enxovais.
O projecto "Bebés de São João", integrado no Serviço de Humanização do Hospital São João, começa agora a dar os primeiros passos. Mas o objectivo é ajudar anualmente 120 famílias, explicou Helena Soares, uma das voluntárias, que juntamente com Nazaré Soares, encabeça esta iniciativa.
Inspiradas no modelo do "Banco do bebé", criado há 15 anos na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, as duas amigas decidiram explorar o conceito, adaptando-o ao hospital portuense. A ideia foi criar um projecto "que servisse para apoiar as mães e seus bebés no período pré natal, durante o internamento e posteriormente, dando especial atenção a mães adolescentes, famílias carenciadas com gémeos e mães solteiras", explicou Nazaré Alves.
O Serviço de Humanização do Hospital S. João, só podia "receber este projecto de braços abertos", disse o seu responsável, Filipe Almeida, sublinhando a importância "de se centrar atenções na pessoa". Neste contexto, e extravasando as fronteiras do hospital, "Bebés de São João" é um projecto que "está a movimentar uma enorme solidariedade", conta Nazaré Alves. Helena Soares recorda a "leitora do JN, de 89 anos, que nos contactou no sentido de mostrar toda a sua disponibilidade para fazer xailes para os bebés".
Todavia, a acção prioritária passará pelas mães adolescentes e ainda pelo acompanhamento da grávida, antes e depois do parto e ainda, no futuro, por conseguir fazer apoio domiciliário. »
Fonte: JN
Link:http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1167299
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3/20/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 19 de março de 2009
Viseu recebe Encontro de Saúde Materna e Obstétrica/Ginecológica

«O Auditório do Instituto Piaget, em Viseu, vai acolher o II Encontro de Saúde Materna e Obstétrica/Ginecológica entre esta segunda e terça-feira.
O evento é promovido pelo Serviço de Obstetrícia do Hospital São Teotónio e conta com intervenções de médicos e enfermeiros especializados.
A iniciativa vai abordar assuntos ligados à preparação e opções de parto, aleitamento materno e ética na obstetrícia, assim como promoverá um curso sobre «Posturas e Puxos no Período Expulsivo» e «Massagem do Bebé – Shantala».
O encontro conta com a intervenção de uma médica francesa especializada em Uroginecologia e uma parteira holandesa que vai abordar o modelo holandês sobre parto no domicílio, adianta o Jornal do Centro.»
Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=dffe5185a0c0a5ac89d9b39e7a40f2c8
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3/19/2009 02:00:00 da tarde
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Amamentar por 1 ano reduz risco de enfarte, diz estudo

«SÃO PAULO - Estudo publicado no American Journal of Obstetrics & Gynecology indica que amamentar por 1 ano ou mais pode reduzir em 13% o risco de enfarte. O índice de proteção pode chegar a 37% quando o tempo de aleitamento, consideradas todas as gestações, ultrapassa dois anos. O benefício foi observado em mulheres cujo último filho havia nascido até 30 anos antes. É a primeira evidência de que o tempo acumulado de amamentação pode influenciar a saúde cardiovascular no longo prazo.
A pesquisa acompanhou entre 1986 e 2002 dados de 89.326 mulheres que tiveram pelo menos um filho. Dessas, 63% já haviam amamentado. ?Naquelas em que o tempo foi menor que um ano, não notamos diferença em relação às que nunca amamentaram?, conta Alison Stueb, principal autora do estudo. Os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, número de partos, peso, história familiar e hábitos como dieta e exercícios.
Uma das hipóteses levantadas pela autora é de que a amamentação tenha um efeito antiestresse de longa duração. ?Quando a mulher amamenta, o corpo produz o hormônio oxitocina, que melhora a resposta ao estresse. Se você colocar uma mulher que acabou de amamentar em uma situação desconfortável e medir sua frequência cardíaca, pressão arterial e seus níveis de hormônios ligados ao stress, eles serão menos elevados do que os de uma mulher que amamentou seu filho com a mamadeira?, explica. ?Talvez esse efeito protetor continue existindo muito tempo depois naquelas que amamentam por longos períodos?, opina. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.»
Fonte:Estadão
Link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,amamentar-por-1-ano-reduz-risco-de-enfarte-diz-estudo,336341,0.htm
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3/19/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 18 de março de 2009
Estudo comprova uso da chupeta não prejudica o aleitamento materno

«Sim à chupeta. Estudo internacional desmistifica a controvérsia do impacto da chupeta no
aleitamento materno. Pesquisa inédita realizada em Bueno Aires revela que a chupeta, quando oferecida no momento em que a amamentação está estabelecida, não prejudica o aleitamento materno e pode contribuir para a redução de chances de morte súbita
Ela é usada há três mil anos para “acalmar” os bebês. Algumas mães são fãs, outras não gostam muito da idéia de oferecer a chupeta para os filhos. A mesma polêmica acontece no meio médico, sobretudo porque relacionam o uso da chupeta com prejuízos ao aleitamento materno. Contudo, um estudo que será apresentado no Simpósio Internacional da Maternidade Santa Joana, em São Paulo, revela uma conclusão que poderá ajudar as mães nessa escolha tão difícil. Ao contrário do que muitos imaginam, as conclusões apontaram que oferecer a chupeta aos 15 dias de vida do bebê não interfere no aleitamento materno. Além disso, a iniciativa de oferecer a chupeta em paralelo à manutenção do aleitamento já estabelecido pode contribuir também para a redução das chances de morte súbita do bebê.
A pesquisa inédita foi realizada em Buenos Aires e analisou o comportamento de 1.000
(mil) bebês recém-nascidos. Para metade deles foram oferecidas chupetas a partir do
15º dia de vida e para a outra metade não foi introduzida a chupeta. A amostra contou com 3/4 de bebês provenientes de hospitais privados e 1/3 de hospitais públicos, com mães com idade média de 29 anos. As conclusões do estudo apontaram que 86% dos bebês observados não tiveram interferência ou diminuição no aleitamento materno até os três meses de vida. O assunto é motivo de controvérsia entre as mães e também entre os médicos. “A principal dica que o estudo nos oferece é que uma vez que a amamentação materna esteja bem estabelecida, a chupeta poderá ser usada para acalmar o bebê em casos de dor ou no auxilio para adormecer. Porém seu uso dever ser limitado e somente após 15 dias de vida para não interferir na dinâmica inicial da amamentação. Alguns dados sugerem também que o uso da chupeta pode contribuir para a redução das chances da morte súbita do lactente, um fenômeno muito raro que leva os bebês à morte durante o sono, sem explicação médica”, comenta a pediatra neonatologista do Hospital Santa Joana, Débora Passos.
Neste mês, o doutor Néstor Vain, diretor do Departamento de Pediatria e Neonatologia da Maternidad Palermo, Sanatorio de la Trinidad, de Buenos Aires, virá pela primeira vez ao Brasil especialmente para falar desse assunto. Ele apresentará todas as características do estudo e também uma visão geral deste cenário no Simpósio Internacional de Neonatologia, realizado pela Maternidade Santa Joana. O evento terá início nesta quinta-feira, dia 12 de março e seguirá até o dia 14. A programação contará também com convidados palestrantes vindos dos EUA e da Austrália. Os profissionais colocarão em discussão novos estudos e descobertas e atualizarão especialistas de todo o Brasil em diferentes temas da Neonatologia. “Por conta de toda a tradição na realização deste encontro, este ano o Simpósio cresceu de forma significativa. A qualidade da programação chamou tanto a atenção dos profissionais que as vagas se esgotaram; temos mil médicos inscritos de todo o Brasil”, revela Dr. Alberto D´Auria, diretor de relacionamento médico da Maternidade Santa Joana. “Os convidados internacionais estarão pela primeira vez em território nacional compartilhando novidades e tendências extremamente relevantes, o que nos permitirá ter uma visão ampla do que acontecerá nos próximos anos na Neonatologia, tanto no Brasil quanto no mundo”, complementa.
por Assessoria »
Fonte:Alagoas em tempo real
Link:http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=saude&cod=2496
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3/18/2009 02:00:00 da tarde
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Enxaquecas durante a gravidez aumentam o risco de derrame, diz estudo

«Mulheres que sofrem frequentes enxaquecas têm maior risco de sofrer derrames durante a gravidez, assim como doença cardíaca, pressão alta e formação de coágulos, segundo estudo da Universidade Wake Forest, nos Estados Unidos.
A pesquisa avaliou um banco de dados nacional com mais de 18 milhões de registros hospitalares entre os anos de 2000 e 2003, incluindo quase 34 mil casos de enxaqueca durante a gravidez. E indicou que mulheres que sofrem enxaquecas na gestação tinham 15 vezes maior risco de derrames, três vezes maior risco de formação de coágulos e duas vezes mais chances de ter doença cardíaca.
Segundo os autores, essas dores de cabeça ocorrem em até 26% das mulheres em idade reprodutiva, o que representa um motivo de preocupação em relação a problemas cardiovasculares; e em um terço das mulheres com idades entre 35 e 39 anos. Os casos seriam mais comuns em caucasianas com mais de 40 anos.
"Nessa grande amostra baseada na população de mulheres grávidas admitidas no hospital, houve uma forte relação entre enxaqueca periparto ativa e diagnósticos vasculares durante a gestação", concluíram os autores. Porém eles destacaram que "porque esses dados não permitem a determinação de qual vem primeiro, a enxaqueca ou a condição vascular, mais estudos prospectivos de gestantes são necessários para explorar essa associação".
Fonte: boa saúde»
Fonte:O pantaneiro
Link:http://www.opantaneiro.com.br/noticias/online.asp?id=82217
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