
«Voltar à antiga forma depois de dar à luz é menos complicado do que pode parecer. Após as primeiras semanas, e com o consentimento do médico, a mulher já pode retomar a parte de suas atividades.
Segundo o ginecologista e obstetra Maurício Simões Abrão, professor da Universidade de São Paulo (USP), nos primeiros sete dias após o nascimento do bebê, a ordem geral é repousar, principalmente as que se submeteram a uma cesariana. A partir daí, a mulher pode se movimentar no ambiente doméstico. “Após esse período, a mãe já pode voltar a dirigir e fazer caminhadas mais leves.”
Atividades físicas normais só são liberadas depois de 30 (parto normal) ou 40 dias (operação cesárea). No entanto, Abrão adverte que os exercícios devem ser realizados com muita cautela para não diminuir a produção de leite. Do ponto de vista físico, a recuperação é mais lenta nos casos de cesariana. “Logo nos primeiros dias, as mulheres que tiveram um parto normal com episiotomia (cortes no períneo para facilitar a expulsão do bebê) têm uma sensibilidade maior nessa região, o que dura apenas alguns dias; já na cesariana, a sensibilidade na região do corte e as dores abdominais persistem por mais tempo”, diz o médico.
A coordenadora de natação da academia Competition, Alessandra Toassa, indica exercícios físicos sem impactos. Além de hidroginástica, caminhadas e alongamento também são recomendados. “Mesmo quem tem uma condição física melhor necessita retomar as atividades com bastante cuidado, de forma moderada, pois o corpo ainda está sob o efeito de hormônios. Há uma maior frouxidão nos ligamentos e uma perda de força muscular”, adverte.
Exercícios
Quanto à alimentação, enquanto a mãe está amamentando não deve abolir o consumo de carboidratos. “É importante manter uma alimentação saudável, composta de frutas e vegetais, para fornecer vitaminas, minerais, fibras e água ao organismo”, diz a nutricionista Beatriz Botequio. São recomendados carnes e laticínios magros, carboidratos na versão integral, gorduras saudáveis (azeite e castanhas) e muita água. Se a mãe retorna aos exercícios físicos, cada vez que ela se exercitar, deve esperar uma hora para amamentar, segundo Eneida Bittar, enfermeira e educadora em aleitamento materno pela Universidade de Los Angeles, na Califórnia. Isso porque o ácido lático, liberado durante a prática, altera o sabor do leite, que fica mais ácido.
AE »
Fonte:Último segundo
Link:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/05/26/alimentacao+e+exercicios+ajudam+recuperar+a+forma+apos+gravidez+6347910.html
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Alimentação e exercícios ajudam recuperar a forma após gravidez
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6/01/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
Passatempo do mês de Junho
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Paulo Pires
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5/29/2009 06:17:00 da tarde
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Marcadores: Passatempo
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Peço desculpa aos vencedores do Passatempo de Abril

Boa noite,
tenho tido uns dias muito complicados profissionalmente e pessoalmente.
E como devem compreender apesar de me dar muito gozo o trabalho que desenvolvo com o blog não posso deixar de parte as minhas obrigações profissionais que me têm obrigado a ausências e a noites complicadas ... muito menos às familiares, o meu filho tem andado doente ... otites atrás de otites ...
Encontro-me a passar um mau bocado por ter perdido alguém que era muito querido, o meu avô.
Pessoa a quem devo grande parte do que sou e quero manter e passar ao meu filho.
No meio destas tempestades preparei o mail com os resultados de Abril, e julgava ter enviado para a editora, mas tinha ficado nos rascunhos ... pelo que peço desculpa aos leitores.
Enviei hoje mesmo para a editora os resultados.
Paulo Pires
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Paulo Pires
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5/25/2009 11:31:00 da tarde
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Marcadores: Editorial
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Bebês ainda dentro do útero podem sonhar?
Um time de neurocientistas da Friedrich Schiller University, na Alemanha, afirmam ter descoberto que fetos de ovelhas podem entrar em um estado muito similar ao que ficamos quando sonhamos. O estudo promete, além de decifrar os mistérios dos sonhos intra-uterinos, analisar melhor o desenvolvimento do cérebro de uma pessoa, e identificar períodos vulneráveis.
Medir diretamente a atividade cerebral de um feto humano enquanto ele está no útero é impossível. O que sabemos sobre os hábitos de sono em uma idade tão pequena vem de observações sobre os movimentos dos olhos dos bebês.
É sabido que o cérebro oscila entre o ciclo REM (no qual o cérebro ainda está parcialmente consciente) e o ciclo não-REM (no qual o cérebro já está com os sistemas praticamente desligados e o cérebro descansa).
Alguns cientistas tentaram medir as atividades cerebrais de bebês prematuros, que haviam acabado de nascer. Mas, de acordo com os autores desta última pesquisa, os resultados destes procedimentos são cheios de falhas. Os neurologistas que estudavam esse campo não sabiam se os bebês desenvolvem sutilmente a capacidade de sonhar ou se ela simplesmente aparece, um dia.
Para preencher essa lacuna, Karin Schwab, que conduziu as pesquisas, estudou fetos de ovelha (em teoria, similares aos fetos humanos na maneira de desenvolvimento). Ela descobriu que os ciclos de sono desses fetos duram entre 5 a 10 minutos e ficam oscilando constantemente. Eles também mudam, lentamente, enquanto o feto cresce.
A pesquisadora também descobriu que os neurônios, que controlam o sono, são desenvolvidos e ficam maduros muito antes de que o cérebro esteja suficientemente desenvolvido para ter um sono do tipo REM.
Um melhor entendimento da maneira com que o cérebro se desenvolve pode indicar que um determinado bebê está propenso a desenvolver uma doença neurológica posteriormente. [Sciencetific Blogging]"
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5/15/2009 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Bebé
Acabe com alguns mitos da maternidade
Redação Terra"
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5/15/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
Refluxo gástrico em bebês
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Paulo Pires
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5/14/2009 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Bebé
Sobre dizer "não" aos filhos
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5/14/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Transportes: Crianças ainda viajam "na bagageira" e "ao colo", revela estudo da Ordem dos Enfermeiros
As conclusões resultam de uma campanha nacional que a Ordem dos Enfermeiros realizou em 2008, a propósito do Dia Internacional da Criança, cujos resultados foram agora ultimados.
A acção foi desenvolvida pela Comissão de Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica (CEESIP) da Ordem dos Enfermeiros e visou avaliar o transporte rodoviário seguro de crianças, contando para o efeito com dez Operações Stop, envolvendo 729 participantes.
Os autores do estudo verificaram que 79,8 por cento das crianças viajavam com Sistema de Retenção para Crianças (SRC). Das que não usavam sistema de retenção, a maioria viajava "à solta" no automóvel (74,6 por cento), "ao colo" (8,4 por cento), ou noutras situações de insegurança, como "na bagageira", o que permite prever "o risco acrescido, perante uma travagem ou colisão".
A investigação verificou que 71 por cento das crianças utilizava o SRC de "uma forma adequada".
Entre os erros encontrados na utilização do sistema de retenção, a Ordem dos Enfermeiros destaca o "viajar à frente sem cinto" (20,9 por cento), "arnês mal colocado" (20,4 por cento), utilização do "SRC não adequado à idade" (19,1 por cento), utilização "incorrecta do cinto de segurança" (14,9 por cento), "indevidamente virado para a frente" (5,9 por cento), "cadeira mal colocada" (4,7 por cento) e "sem apoio de cabeça" (4,1 por cento).
Os autores do estudo identificaram que, por regiões, é em Vila Real que a utilização do SRC é mais adequado (93,8 por cento), seguido da cidade da Horta (92,3 por cento), Coimbra (87 por cento), Lisboa (76,9 por cento), Angra do Heroísmo (66,2 por cento), Funchal e Ponta Delgada (63 por cento) e no Porto e em Faro (61,5 por cento).
A Ordem dos Enfermeiros está preocupada com a situação, que pretende minimizar. Para tal, defende o desenvolvimento de competências neste âmbito, "para participar de forma mais adequada junto das famílias, desde a gravidez, com ênfase nos primeiros dias/meses de vida da criança, intervindo na escola e na comunidade".
"É nossa função contribuir para modificar padrões de conduta culturalmente reforçados por hábitos do quotidiano doméstico", afirma a Ordem dos Enfermeiros, que vai divulgar os resultados desta acção nacional na terça-feira, Dia Internacional do Enfermeiro.
O lema deste ano da efeméride é "servir a comunidade e garantir qualidade: os enfermeiros na vanguarda da inovação nos cuidados".
Pretende esta Ordem "chamar a atenção para formas diferentes de prestar cuidados de enfermagem com o intuito de obter mais ganhos em saúde e responder melhor - muitas vezes de uma forma mais humanizada e personalizada - às necessidades de saúde das populações (incluindo também a prevenção da doença e promoção da saúde)".
SMM.
Lusa/Fim"
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5/13/2009 02:00:00 da tarde
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Como manter-se bela durante a gestação
O médico Valcinir Bedin dá diversas dicas para prevenir estes danos. Confere só:
> Hidratação é fundamental para manter o tônus e a qualidade da pele, e para prevenir as agressões típicas da fase, como as estrias. A aplicação de um hidratante de boa qualidade duas vezes ao dia é essencial.
> O sol é vilão, mas também é mocinho. Ele ajuda a transformar a vitamina D no corpo, então a grávida deve se expôr começo da manhã e no final da tarde. Mais do que isso, o sol só vai prejudicar a pele, causando manchas acastanhadas no rosto, chamadas de cloasma gravídico. Aplique um protetor solar pela manhã e à tarde.
> Os hormônios mudam durante a gravidez e a pele quase sempre melhora. Mantê-la sempre limpa, com os poros desobstruídos, é essencial. Aplicar uma vez por semana um produto levemente abrasivo (scrub ou esfoliante) ajuda a prevenir a acne.
> Durante a gestação, a fase de crescimento dos cabelos se prolonga, e a de queda diminui. Quatro meses após o parto, tudo volta ao normal. Os cabelos que ficaram mais tempo na cabeça caem, dando uma sensação maior de queda, chamada de eflúvio telógeno pós-parto.
> Boa notícia: os fios podem ser tingidos normalmente. No passado, as tinturas eram feitas com metais pesados, como chumbo, o que fazia com que os médicos as proibissem. Hoje isso não ocorre mais. Recomenda-se, porém, cuidado redobrado com reações alérgicas.
> É normal que diminua a oleosidade dos cabelos, já que esta é estimulada pelos hormônios masculinos, quase ausentes nesse período. Caso a oleosidade aumente, é melhor falar com o médico.
> A queda de cabelo na gestante pode ocorrer por falta de nutrientes. O ideal é manter a dieta equilibrada para não deixar faltar nada que o corpo precise.
> Evite produtos que contenham qualquer tipo de ácidos ou que alterem a circulação sanguínea. Os ativos mais indicados são os derivados das vitaminas e sais minerais, bem como os aminoácidos.
> Limpeza de pele a cada três meses, com descamação suave (peelings superficiais) é recomedada. A drenagem linfática deve ser feita de forma manual
> Logo após o parto, os danos como flacidez, estrias ou gordura localizada podem ser combatidos de forma mais intensiva...."
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5/13/2009 09:00:00 da manhã
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Marcadores: Gravidez, maternidade
terça-feira, 12 de maio de 2009
Dicas para as babás se acostumarem com os bebês
Feito isso, Jorge Huberman, neonatologista e pediatra do Hospital Albert Einstein, explica que logo no primeiro encontro, babá e a criança devem se conhecer gradualmente. De início segure o bebê no colo enquanto conversa com a babá. “Procure perceber se o bebê se sente à vontade na presença dela, mas não deixe que durante esta etapa a babá tente brincar com ele”, indica. Até esperar que ele olhe para ela ou então comece a brincar sozinha sem mostrar preocupação.
Conforme o pediatra, o ideal é que no início o bebê fique algumas horas com a mãe e a profissional, ou pelo menos duas horas antes de sair de casa. “Deixe que a babá converse com o bebê enquanto ele ainda estiver no seu colo. Não permita ainda que ela se aproxime dele ou tente tocá-lo. Se o bebê demonstrar que está se sentindo à vontade durante a sua conversa com a babá, coloque-o no chão e dê a ele o brinquedo favorito, ainda afastado da babá. Convide-a então para lentamente se aproximar e começar a brincar com o mesmo brinquedo. Se você notar que o bebê está gostando da presença dela, pode começar a se afastar gradualmente”.
Veja os próximos passos que Jorge Huberman indica:
- Lembre-se: para que o bebê se acostume com a babá é necessário dar um tempo para que ele se habitue à profissional, possa reagir a ela e criar algum laço enquanto você ainda está no mesmo ambiente.
O mais importante é observar se a babá gosta de preparar os alimentos do bebê e tem prazer em acompanhar o seu ritmo. Ela deve ser criativa e divertida, ou seja, brinca como bebê, conversa com ele de forma amorosa, tem paciência e não fica desesperada quando a criança chora pela mãe. E claro, use também a famosa intuição de mãe."
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Paulo Pires
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5/12/2009 02:00:00 da tarde
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Pulseira traduz choro do bebé
Um produto idealizado nos EUA pela designer Hansook Lee, pode causar alívio aos pais e mães que não entendem o motivo do choro de seus bebés. Um sensor colocado dentro da almofada do bebé analisa o choro da criança e transmite a causa para a pulseira usada pelos pais.
Ainda não está disponível no mercado mas promete ajudar especialmente os pais inexperientes.
O «Baby says» alerta assim para o motivo do choro, podendo ser definido em seis palavras, nas pulseiras usadas pelos pais, como sono, fome, fralda, tédio, doença ou stress.
De acordo com a inventora, «o choro dos bebés tem um padrão que indica as suas necessidades. Ao segui-lo, o Baby says traduz a linguagem da criança para a dos adultos»."
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5/12/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
Nova lei da parentalidade entra "hoje" em vigor
«As novas regras de licença de parentalidade que reclamam dos homens uma maior participação no acompanhamento dos filhos entram hoje em vigor, substituindo assim as de paternidade e de maternidade.
Em quatro anos, apenas 1.793 homens pediram licença de paternidade para substituir a mãe nos cuidados à criança após o nascimento.
Em 2004, os serviços de Segurança Social pagaram subsídio de paternidade a 391 homens, no ano seguinte este número aumentou para 413 e em 2006 passou para 438.
O número de subsídios de maternidade é muito superior: entre 2004 e 2007 foram concedidos 301.903 subsídios.
Com estas novas regras há um aumento da licença parental para seis meses, subsidiado com 83 por cento do salário bruto, mas que atingirá 100 cento se a licença for de cinco meses partilhada por pai e mãe.
O subsídio por maternidade, paternidade e adopção apenas previam o pagamento de 120 dias a 100 por cento ou 150 dias a 80 por cento.
A 12 de Fevereiro, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, afirmou que, logo que o diploma fosse publicado em Diário da República, teriam direito aos novos benefícios da licença de parentalidade não apenas os novos casos de nascimento, mas também os casais que nesse momento já se encontrarem em período de usufruto de licença de parentilidade.
O diploma prevê também a criação de um subsídio parental alargado, permitindo um prolongamento da ausência do trabalho dos progenitores (pai ou mãe) por mais três meses ou mesmo seis meses se houver partilha da licença entre pai e mãe.
Outro ponto de mudança é a equiparação da adopção às licenças de parentalidade, assim como o reforço dos direitos dos avós.
Um outro diploma do Ministério das Finanças transpõe este conjunto de normas para os trabalhadores da Administração Pública em situação de convergência nos regimes de protecção social.
Diário Digital / Lusa »
Fonte:Diário Digital
Lusa:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=385642
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5/08/2009 02:00:00 da tarde
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"Quero Ser Mãe" celebra as 300 mil portuguesas que sofrem de infertilidade

« Por Ana Maria Henriques
Para celebrar o Dia da Mãe, a Associação Portuguesa de Fertilidade lança projecto online "Quero Ser Mãe", dirigido às mulheres portuguesas que ainda não têm filhos.
No Dia da Mãe, a Associação Portuguesa de Fertilidade (APF) aposta no lançamento do "Quero Ser Mãe", um projecto voltado para as mulheres portuguesas que não são mães por ainda não terem conseguido engravidar.
O projecto, que assume a forma de uma página web, pretende dar voz às cerca de 300 mil mulheres portuguesas que sofrem de infertilidade. Nesta que pretende ser "a maior sondagem online dirigida a futuras mães", a pergunta na qual a APF aposta para aferir o estado da infertilidade em Portugal é: "O que dirá ao seu filho quando o vir pela primeira vez?".
A vice-presidente da APF, Filomena Gonçalves, destaca o papel da associação na "sensibilização da população em geral para os problemas da fertilidade", bem como no diagnóstico. O objectivo passa por querer "saber um pouco o percurso dos doentes e das pessoas que respondem a este questionário", para que a APF possa "actuar sobre a problemática", conta ao JPN.
"Nós sabemos que, muitas vezes, o diagnóstico é tardio, e é importante que estes doentes sejam seguidos de uma forma mais célere", para que consigam ser mães e pais, realça Filomena Gonçalves. Em Portugal, a infertilidade atinge entre a 15 a 20% da população em idade reprodutiva, o que corresponde a cerca de 290 mil casais.
"Quero Ser Pai" excedeu as expectativas
A 19 de Março, a APF lançou o site "Quero Ser Pai", dirigido aos homens portugueses que também sofrem de problemas de infertilidade. Filomena Gonçalves confessa que as "expectativas relativamente às visitas do site foram excedidas", já que o número de visitas ao site foi "bom", com "cerca de 1200 questionários completamente preenchidos".
Ao JPN, a vice-presidente da associação adiantou que existe "uma acção especial preparada para o Dia da Criança", bem como uma "caminhada e um mega encontro de doentes no Porto", a acontecer a 12 de Junho, no Dia da Fertilidade. O propósito destas acções de sensibilização e informação é "alertar para os problemas de fertilidade".»
Fonte:JPN
Link:http://jpn.icicom.up.pt/2009/05/03/quero_ser_mae_celebra_as_300_mil_portuguesas_que_sofrem_de_infertilidade_.html
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5/08/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
Bebês - Truques do tempo da vovó

«Antigamente, os métodos utilizados para cuidar de um bebê eram bem diferentes dos atuais. Se antes as mulheres tinham apenas os truques caseiros para suprir as necessidades dos filhos, hoje os tempos são outros, cheios de novas técnicas e produtos.
Mas mesmo assim, a sabedoria das avós ainda continua funcionando.
“Existem alguns truques bem simples e muito úteis para cuidar dos bebês”, conta a educadora perinatal Silvia Picchi, do espaço Mamãe da Hora, em São Paulo. Ela costuma ensinar dicas infalíveis para alguns dos problemas que mais incomodam o bem-estar dos pequenos. “Enrolar a criança como um charutinho, em um cueiro, é muito bom para acalmá-la”, diz. Segundo Silvia, essa técnica proporciona para os bebês a sensação que tinham quando estavam no útero.
Outro jeito de acalmar a criança é sussurrar no ouvido. “O barulho é similar ao som do sangue correndo nas veias da mãe. Se fizer esse truque, ele será o bebê mais feliz do mundo”, ressalta Silvia.
Um dos problemas mais comuns que costuma atormentar os pequeninos é a cólica. Para esse mal, Silvia tem a solução. “Um truque que sempre ajuda é massagear a barriguinha da criança”, ensina. Colocar uma bolsa térmica, específica para bebês, também alivia a dor.
Na opinião de Silvia, hoje existe um consenso entre as técnicas que vem do tempo da vovó e as orientações dos pediatras. “Ambas visam o bem-estar do bebê”, afirma. Mas a época da vovó também carrega alguns mitos que devem ser abolidos, como substituir o leite materno por leite de lata. “Em outras épocas, as mulheres acreditavam que o de lata era mais nutritivo que o materno e não amamentavam os filhos”, conta.
Outra mania muito comum das avós é ter um chá para cada tipo de enfermidade dos netos. “Até os seis meses, as crianças devem ser amamentadas exclusivamente com leite-materno”, ressalta Silvia. Colocar açúcar na chupeta também é uma popular técnica de tempos anteriores - e que deve desaparecer. “Deixar a chupeta açucarada, além de prejudicar os futuros dentes, atrapalha a amamentação”, declara.
Alguns truques da vovó se perpetuaram e auxiliam as mães até hoje. Outros, não têm mais tanta utilidade. No meio disso, o principal truque que deve ser passado de mãe para filha é o de zelar pelo bem estar da próxima geração.
Por Cínthya Dávila (MBPress)»
Fonte:Vila Mulher
Link:http://vilamulher.terra.com.br/mae-filhos-familia/materia/bebes/96-bebes--truques-do-tempo-da-vovo.html
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5/07/2009 02:00:00 da tarde
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Formação e desenvolvimento do bebê

«O que acontece quando a tireóide da mãe não funciona bem?
Até a 12ª semana de vida, os bebês são totalmente dependentes dos hormônios tireoideanos de suas mães. Durante todo o primeiro trimestre da gestação, eles recebem esse patrimônio hormonal valioso através da placenta, garantindo o substrato indispensável para seu desenvolvimento, principalmente neurológico. “O hormônio da tireóide têm um papel importante na concepção, na manutenção de uma gestação saudável e no desenvolvimento fetal. Quando a mulher não produz esse hormônio em quantidade suficiente, nem faz a reposição hormonal adequada à sua deficiência, inicialmente ela tem dificuldade de engravidar e, quando engravida, ela tem risco de não conseguir levar essa gestação a termo. Hoje, sabemos também que as crianças nascidas de mães com hipotireoidismo, mesmo leve e não tratado adequadamente, podem nascer com problemas no desenvolvimento neurológico em graus variáveis”, diz a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.
O hipotireoidismo materno e seus potenciais efeitos deletérios
Recentemente, pudemos constatar como são deletérias, para os bebês, as pequenas deficiências maternas de hormônio tireoideano, mesmo aquelas que, de tão sutis, passam despercebidas pelas gestantes e seus médicos. Este fato foi constatado em estudos recentes que acompanharam a evolução de crianças nascidas de mães, que até a 12ª semana de gestação, apresentavam níveis discretamente menores de hormônios tireoideanos, ou seja, apresentavam hipotireoidismo sub-clínico, completamente assintomático. “Essas crianças exibiram escores inferiores em testes que avaliaram inteligência, linguagem, habilidade para leitura, atenção e performance escolares. As pesquisas concluíram que o hipotireoidismo materno não tratado, mesmo aquele sem sintomas, aumenta o risco de alteração no desenvolvimento psicomotor das crianças em quase 6 vezes”, informa a médica.
Mudanças hormonais tireoideanas normais na gestação
Não é fácil o diagnóstico das doenças tireoideanas maternas, quando elas são iniciais ou de pequena intensidade. “Essa confusão vem do fato de que, durante a gestação, há aumento do volume da glândula tireóide, acompanhado de alterações fisiológicas na função tireoideana materna, ou seja, alterações relacionadas ao estado gestacional e que não significam doença”, explica a endocrinologista.
Há, por exemplo, um aumento na dosagem dos hormônios tireoideanos maternos relacionado ao aumento das proteínas que se ligam a esses hormônios. Nesses casos, os hormônios tireoideanos, aparentemente em excesso, circulam ligados a essas proteínas e, dessa forma, não exercem efeito de excesso de hormonal na gestante, embora as dosagens hormonais comuns possam confundir o médico assistente. “Nesses casos, não há doença, nem risco materno-fetal, uma vez que não há ação hormonal excessiva. Trata-se apenas de alterações transitórias nos exames, não revelando doença tireoideana nessa gestante e não havendo necessidade de tratamento”, diz a diretora do Citen.
Reposição hormonal da gestante com hipotireoidismo
A elevada incidência do hipotireoidismo em mulheres em idade fértil levanta outra questão pertinente: haveria algum efeito deletério para os bebês, se as mães utilizassem hormônio tireoideano durante a gestação? “Aparentemente os riscos da falta desses hormônios para a saúde materno-fetal são muito mais graves e previsíveis do que a utilização do hormônio tireoideano durante a gestação. Apesar disso, alguns trabalhos científicos têm revelado um grau maior de intercorrências obstétricas e fetais em gestantes que utilizam esse tratamento de reposição hormonal”, explica Ellen Paiva.
Para entender o papel do hormônio tireoideano exógeno em gestantes e seus conceptos, foi realizado, recentemente, um grande estudo que acompanhou 10.000 grávidas que faziam uso de hormônios tireoideanos para tratamento de hipotireoidismo. “Comparadas com um grupo controle de grávidas, que não tinham hipotireoidismo e, portanto, não faziam uso de hormônios tireoideanos, aquelas que usaram o hormônio apresentaram mais casos de pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, maiores índices de cesareanas, doença tireoideana fetal relacionada ao excesso de hormônio tireoideano, prematuridade e malformações congênitas fetais. Não houve aumento dos casos de crianças com baixo peso ao nascer e aqueles bebês, frutos de gestações expostas à suplementação de hormônios tireoideanos, foram afetados em graus muito discretos”, conta a médica.
Esses resultados revelam a dificuldade de controlar os níveis hormonais das mães com hipotireoidismo e reforçam a necessidade de que todas as gestantes com deficiência de hormônio tireoideano devem contar com acompanhamento endocrinológico durante a gestação, para que a reposição hormonal seja realizada de forma ajustada à deficiência de cada uma, evitando-se as doses excessivas, que deixam as gestantes em um estado metabólico de hipertireoidismo, ou as sub-dosagens, que deixam essas gestações à mercê do risco do hipotireoidismo sub-tratado.
“Não existe uma dose hormonal indicada relacionada ao peso ou à idade gestacional. As doses são individualizadas para cada gestante e são monitoradas com as dosagens laboratoriais pertinentes. Somente com o acompanhamento e controle, conseguimos manter um ambiente hormonal e metabólico adequado e favorável ao bom desenvolvimento fetal”, defende a endocrinologista Ellen Paiva. Preventivamente, o ideal é que gestantes com hipotireoidismo sejam avaliadas a cada três meses, para que se possa fazer as correções necessárias em suas dosagens hormonais e assegurar a elas e seus bebês que tudo correrá bem para ambos.
Márcia Wirth»
Fonte:adjork
Link:http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=191543
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5/07/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Dia das Mães x Infertilidade

«O desafio de não deixar o sonho morrer
Enfim, maio... E percebemos novamente o tom melancólico no discurso das mulheres que “batalharam” pelo objetivo de ter um filho: “Mais um Dia das Mães chega e o bebê não veio!”. Em meio aos muitos pensamentos, questionamentos também surgem: “Quando ele virá ?” ; “O que acontece comigo que não engravido?”; “Será que engravidarei um dia ?”; “E se isso não ocorrer ?”.
Essas são algumas das perguntas sem respostas que as mulheres que lidam com essa dificuldade se fazem repetidamente. Percebemos pela prática clínica, que quanto maior o tempo de infertilidade, menores as esperanças de ver o sonho realizado um dia. É como se o sonho da maternidade fosse ficando cada vez mais distante, ao perceberem que tanto tempo se passou e nada ocorreu.
A vivência de frustração e tristeza provocada pela infertilidade costuma se intensificar nessa época e, em decorrência desses sentimentos, percebemos uma tendência a um certo negativismo, prevalecendo o pensamento de que nada dará certo.
A infertilidade fragiliza a mulher, mexendo com sua auto-estima e fazendo com que ela acredite que não é capaz de ser mãe, em função dos diversos “nãos” de cada mês. Desta forma, a crença interna nesta incapacidade de gerar pode dificultar ainda mais a gravidez, uma vez que esta mulher escreve no seu psiquismo um “não”, no lugar de um “sim”, para o filho. Um exemplo claro do que é dizer “sim” para si mesma são as gravidezes que ocorrem de forma espontânea, depois da conquista do primeiro bebê, após várias tentativas de tratamento, ou após a adoção.
Assim, acreditamos que um dos grandes desafios para a mulher que apresenta dificuldades para engravidar é continuar acreditando que ela pode ser mãe, seja pela via natural ou através de outros caminhos que ela siga para chegar ao seu objetivo.
O trabalho interno, visando melhorar a auto-estima, ajuda no enfrentamento desse processo, pois é preciso valorizar as conquistas já obtidas na vida, enquanto se espera pelo filho. Ao se dar conta de tudo o que já realizou, a mulher pode construir uma auto-imagem de pessoa mais forte e que pode lidar com dificuldades.
Casais que vivenciam muitos anos de infertilidade até a chegada do filho precisam, para se manterem estruturados, de outras fontes de investimentos (trabalho, cursos, negócios, lazer), de onde possam colher resultados, enquanto o bebê não vem. Para muitos, a religiosidade, a fé e a troca de experiências com pessoas que vivenciam um problema semelhante ajudam a manter a crença interna de que o filho, em algum momento, será um sonho tangível.
Enquanto o seu Dia das Mães não chega, é preciso cultivar a esperança, pois ela é o elemento que impulsiona a realização do sonho.
Por Luciana Leis. A autora é psicóloga, especializada no atendimento a casais que enfrentam problemas de fertilidade.
Márcia Wirth»
Fonte:adjorisc
Link:http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=191961
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Entenda a importância do cálcio para a gestante

«Aretha Yarak
Imagine você grávida pela primeira vez. No minuto seguinte ao anúncio em família, chovem parentes com palpites e conselhos - além daqueles tradicionais mitos. Entre a enxurrada de dicas de avós e tias, sobra sempre para a máxima: a mulher tem de comer por dois (ou três, em casos de gêmeos), e muito. Sem passar vontades. E lá vai você comprar um balde de suplementos alimentares, ricos em vitaminas e sais minerais. Dentro desse amonte de substâncias que seu médico pode vir a indicar, um vem se destacando e ganhando até audiência no Ministério Público Federal: o cálcio.
Apesar de não ser a prioridade no receituário (lugar ocupado pelo ferro), o cálcio é importante tanto para a formação do feto, como para a saúde da gestante."O ambiente hormonal da gravidez aumenta a perda de cálcio pela urina", comenta Paulo Bianchi, obstetra colaborador do Centro de Reprodução Governador Mario Covas do Hospital das Clínicas da USP.
É necessário, então, combinar uma alimentação rica em derivados do leite e até mesmo de vegetais com folhas verde escuras, como o brócolis e espinafre. "Mas deixe sempre para ingerir iogurtes e queijos no café da manhã e no lanche da tarde, e não nas grandes refeições", orienta Marisa Chiconelli Bailer, nutricionista do Hospital Santa Catarina.
É que, ao contrário, o cálcio entra em combate com o ferro (provindo das carnes, principalmente) no funil de quem é absorvido e de quem será excretado pelo corpo. Vitorioso, ele manda pela urina uma quantidade enorme de ferro - um dos minerais mais importantes na gestação. "Na gravidez, há o aumento do volume de sangue da mulher em 50%, a produção de sangue para o bebê e a medula óssea. Por isso, o ferro é extremamente importante e deve ser suplementado", explica Bianchi.
Segundo o médico, uma alimentação equilibrada, que contenha até três porções de derivados do leite por dia (ou 300mg/dia) podem suprir as necessidades de cálcio da gestante. Assim, para manter os níveis do mineral balanceados, basta que se tome três copos de leite ao dia - que podem ser substituidos por iogurtes, queijos e até mesmo por três colheres de sopa de requeijão. "Os vegetais de folha verde escura também contêm cálcio, mas, por serem de origem vegetal, têm uma absorção diferente e mais demorada. O ideal é que se priorize mesmo os derivados do leite", alerta Marisa.
Vale ainda a dica: alguns alimentos ajudam na absorção do cálcio e, quando consumidos juntos, podem dar uma ajudinha ao seu organismo. "A vitamina C e D ajudam na fixação do mineral, e elas podem ser encontradas em frutas como laranja, limão, acerola e jaca", explica a ginecologista Albertina Duarte Takiuti.
De acordo com a médica, uma vida sedentária e o estresse, associados ao abuso do fumo, do chocolate, do café e dos carboidratos podem ir de encontro a uma boa absorção do cálcio. O importante, portanto, é levar uma vida regrada e uma alimentação saudável.
A ausência do cálcio
Importante na transmissão dos impulsos nervosos, o cálcio é ainda fundamental na formação óssea e na contração muscular do feto. Portanto, a ausência do mineral, que se torna mais severa em casos de doenças na tireóide da mulher, deve ser suplementada para que não haja problemas na formação do embrião.
Mas não é somente no período da gravidez que a preocupação com o cálcio deve ser priorizada. Durante a amamentação, esse mineral entra na formação do leite materno, e é repassado como uma suplementação pós-nascimento ao bebê.
Já para a mulher, uma dieta pobre em cálcio pode trazer problemas posteriores ao nascimento do bebê, e a longo prazo. "Sem a ingestão adequada de cálcio durante, e fora, da gravidez, a mulher abre as portas para ter problemas de osteoporose", explica o obstetra Paulo Bianchi.
Casos de aumento da pressão arterial e de parto prematuro são normalmente associados à falta do mineral no organismo da futura mamãe. Mas, segundo Bianchi, esses problemas acontecem apenas em casos de doenças que têm como pano de fundo problemas na tireóide. Nesses casos, a mulher pode sentir tontura, náusea, fraqueza muscular e cansaço.
Redação Terra»
Fonte: Terra
Link:http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI3738969-EI1497,00-Entenda+a+importancia+do+calcio+para+a+gestante.html
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5/06/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 5 de maio de 2009
Desmame: qual é o momento certo de tirar o peito e como o bebê vai reagir?

«Para que o processo da retirada do peito seja tranquilo, tanto para você quanto para o bebê, respeite o tempo em que a amamentação deve ser exclusiva, até os 6 meses, e apresente os novos alimentos ao seu filho aos poucos. Paciência é fundamental
Redação Crescer
Qual mãe não fica ansiosa ao pensar em que momento deve iniciar o desmame do filho? Tenha calma. Para que esse processo seja tranquilo é fundamental que seja feito aos poucos. E não se esqueça: segundo o Ministério da Saúde, o leite materno deve ser alimento exclusivo do bebê até os 6 meses e como complemento da dieta até os 2 anos.
O momento de apresentar novidades aos bebês exige paciência da família. É normal os filhos reagirem de várias maneiras, da irritabilidade a alterações intestinais. Isso porque o leite materno contém enzimas digestivas e, quando o bebê começa a comer papinha, seu organismo terá de digerir os alimentos sozinho. "A mudança pode causar cólica e irritação nas primeiras semanas", diz o pediatra Hamilton Robledo, do Hospital e Maternidade São Camilo, de São Paulo, recomendando atenção à ação dos alimentos no intestino do bebê, pois alguns têm propriedades laxativas e outros prendem o intestino. A mãe deve ter cuidado para não exagerar nas porções.
De acordo com as orientações dos especialistas, é importante introduzir um item por vez, para identificar o alimento que causou reação no bebê. O leite de vaca é o campeão nesse quesito, mas alimentos industrializados e com corantes também podem provocar transtornos como alergias.
O lado emocional
Não se surpreenda se o bebê se tornar manhoso. O lado emocional também se abala durante o desmame. Seu filho pode ficar mais chatinho, acordar de madrugada e requisitar mais você. "Alguns bebês se negam a comer a papa se é a mãe quem oferece", afirma Robledo. Para a pediatra Sineida Girão, é uma reação à separação da mãe."O desmame é um desligamento."
Outro comportamento típico dessa fase é a recusa de alimentos. Há bebês que até cospem a comida. "Não se trata de birra. A criança, assim como os adultos, tem todo o direito de não gostar de algo", diz Sineida. Nesse caso, a orientação é acrescentar o alimento ao cardápio novamente algumas semanas depois ou, ainda, apresentá-lo de outra forma.
Para a psicóloga Anna Esther Cunio, a amamentação não faz mais sentido quando a criança começa a ficar independente. "Naturalmente ela tende a se desinteressar do peito, pois tem novidades mais atraentes pela frente, como engatinhar, comer outras coisas, andar. É hora de a mãe valorizar outros momentos com o filho para não retardar sua busca de autonomia." Uma dica para as mães que enfrentam dificuldades nessa fase é conversar diariamente com seus bebês (e consigo mesmas) para preparar o desmame, que deve ser gradual, respeitando o ritmo da criança.
O desmame do jeito certo
- Inicie o desmame com sucos, que podem ser dados de manhã, entre as mamadas.
- Após dez dias, comece com as papas de frutas. Assim como o suco, a papa pode ser oferecida como um lanche, no intervalo entre as mamadas.
- Depois de um mês tomando suco e comendo frutas amassadas ou raspadas, é hora da papa salgada, que pode substituir uma das mamadas.
- Ao final de dois meses após o início do desmame, dá para introduzir a segunda refeição salgada.
- A papa de fruta continua como opção de lanche da manhã ou da tarde.
- Apresente os alimentos gradualmente, iniciando um item diferente a cada três dias. O volume da porção depende da aceitação do bebê. Em geral, três a quatro colheres de sopa por refeição são suficientes. »
Fonte:Revista Crescer
Link:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI70189-10510,00-DESMAME+QUAL+E+O+MOMENTO+CERTO+DE+TIRAR+O+PEITO+E+COMO+O+BEBE+VAI+REAGIR.html
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5/05/2009 02:00:00 da tarde
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Bebês bilíngües se desenvolvem mais rápido, aponta estudo

«O que se passa na cabeça de um bebê bilíngue, como afeta a maneira de pensar e que benefícios traz? Um estudo publicado no jornal Proceedings of the National Academy of Sciences pode ajudar a responder essas questões.
Mais do que administrar informações sobre dois idiomas, esse aprendizado acelera o desenvolvimento do processo cognitivo. Isso significa conseguir organizar, planejar, priorizar e alternar atenção entre objetos diferentes. A pesquisa foi realizada pela International School for Advanced Studies, em Trieste, na Itália, pelos médicos Agnes Kovacs e Jacques Mehler.
Quarenta crianças com sete meses, ainda ensaiando suas primeiras palavras, foram submetidas a teste para medir sua capacidade em realizar uma tarefa. Metade delas vivia em ambiente monolíngüe e a outra metade vinha de famílias bilíngues.
Os bebês foram expostos a um boneco que aparecia numa tela após o som de palavras sem sentido inventadas pelos próprios pesquisadores. Aí, os sons e a localização dos bonecos eram mudados.
Os bebês monolíngües tiveram dificuldades em perceber as mudanças mesmo quando os pesquisadores davam dicas da nova localização do boneco. Já os bilíngües mudaram o foco de atenção mais facilmente.
Monitorar línguas e mantê-las separadas em locais diferentes do cérebro é parte das funções conhecidas pela ciência. Portanto, o estudo sugere que mesmo antes de uma criança falar, o ambiente bilíngüe pode acelerar o desenvolvimento, pois exigiria o uso de mais áreas do cérebro dos bebês.
Redação Terra»
Fonte:Terra
Link:http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI3727219-EI1497,00-Bebes+bilingues+se+desenvolvem+mais+rapido+aponta+estudo.html
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5/05/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 4 de maio de 2009
Grávidas usam aparelho para divulgar movimentos do bebê no Twitter

«Cinta elástica foi criada por estudante da Universidade de Nova York.
Inventor disse ter criado serviço para tranquilizar familiares
Um estudante da Universidade de Nova York criou, no ano passado, um aparelho para permitir que bebês participassem da internet antes mesmo de nascerem. Com a novidade, os movimentos feitos pelas crianças dentro da barriga da mãe são notificados no serviço de microblog Twitter.
A cinta elástica tem sensores e eletrônicos que emitem um sinal. Sempre que o bebê se mexe, a cinta emite um sinal. Quando chuta, por exemplo, a informação vai parar no Twitter. O inventor disse ter criado o serviço para monitorar a saúde dos bebês e tranquilizar a família toda.
Criada em 2006, essa rede social baseada em mensagens instantâneas curtas, de até 140 letras, foi a primeira a popularizar o conceito de 'microblogging'. A idéia inicial do Twitter era permitir que os usuários informassem, de maneira rápida, o que estavam fazendo no momento em que navegavam pela internet. Atualmente, a ferramenta é usada para os internautas expressarem suas opiniões sobre os mais diversos assuntos e também para coberturas jornalísticas em tempo real. »
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1099978-6174,00-GRAVIDAS+USAM+APARELHO+PARA+DIVULGAR+MOVIMENTOS+DO+BEBE+NO+TWITTER.html
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5/04/2009 02:00:00 da tarde
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Já sairam os resultados do passatempo de Abril
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5/04/2009 10:00:00 da manhã
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Marcadores: Editorial
Latitude influencia sexo do bebê, dizem cientistas

«Nascem mais meninos que meninas no mundo, mas um novo estudo descobriu que quanto mais próximo do equador, menor essa diferença se torna. Ninguém sabe a razão. A distorção da proporção sexual no nascimento é conhecida há mais de cem anos, e pesquisadores descobriram uma grande variedade de fatores sociais, econômicos e biológicos correlacionados a ela - guerra, crise econômica, idade, alimentação, aborto seletivo ou infanticídio, entre outros. Isolar a contribuição de uma única variável cultural ou política se mostrou um exercício infinitamente complicado.
Mas a latitude é um fenômeno natural, independente de fatores culturais ou econômicos. Para avaliar seu efeito, Kristen J. Navara, da Universidade da Geórgia, usou a latitude da capital de 202 países, além de 10 anos de dados sobre proporção sexual no nascimento e variações anuais da duração do dia e da temperatura.
Para estimar a situação sócio-econômica de cada país, Navara utilizou estatísticas sobre desemprego e produto interno bruto. Ela também calculou um índice de instabilidade política usando uma análise sobre Estados falidos e conflitos, publicada pelo Fund for Peace, uma organização de pesquisa que combina 12 indicadores sociais, econômicos e políticos para estimar a estabilidade relativa dos países do mundo.
Depois, Navara realizou uma análise estatística para determinar quais variáveis afetavam a proporção de sexos. O resultado apareceu em 1º de abril na edição virtual da Biology Letters. O número de nascimentos masculinos não estava relacionado a fatores políticos e sócio-econômicos, mas havia uma correlação significativa em favor de homens quando se consideravam as variáveis latitude e clima. Países africanos produziam as proporções mais baixas - 50,7% de meninos - e países europeus e asiáticos as mais altas, com 51,4%.
O efeito da latitude, segundo descobriu Navara, persistiu ao longo de amplas variações de estilo de vida e status sócio-econômico. Havia grandes diferenças na proporção sexual entre regiões tropicais até 23 graus do equador e regiões temperadas de 23 a 50 graus norte ou sul, mas nenhuma diferença entre as regiões temperadas e as subárticas a norte de 50 graus. A população vivendo a sul de 50 graus era pequena demais para ser incluída na análise.
A correlação com a latitude permaneceu intacta mesmo com a exclusão de dados de países africanos e asiáticos que praticam o aborto ou o assassinato de bebês do sexo feminino. Portanto, a seleção sexual pelos pais antes ou no nascimento não explica a correlação. Um especialista não envolvido no estudo questiona a validade da técnica estatística de Navara.
"Não há dúvidas de que a vasta maioria das pessoas nos trópicos vive em sociedades relativamente pobres ou em situação de tensão", disse Ralph Catalano, professor de saúde pública da Universidade da Califórnia, Berkeley. "Se você fizer um controle pelas dificuldades da pobreza, quem sobra para se aplicar o teste?"
Navara defende sua análise. "Análises estatísticas envolvendo populações humanas são sempre traiçoeiras", ela disse, "mas as análises usadas aqui são robustas e não eliminam qualquer variação que veríamos nessas populações".
Existem algumas explicações possíveis, mas nenhuma completamente satisfatória. Pode ser que haja um valor de sobrevivência na produção de mais meninas em regiões mais quentes, mas não está claro o que ele seria. Talvez diferenças genéticas ou raciais possam explicar a proporção, mas como a correlação persiste em tantas populações diferentes isso parece improvável. Hamsters, camundongos e arganazes-do-prado produzem mais filhotes machos durante dias curtos ou climas mais frios, mas as razões disso são tão misteriosas quanto as do fenômeno humano.
Ninguém ao menos sabe se a proporção sexual de humanos é desequilibrada antes ou depois da concepção. Poderia a qualidade do esperma em diferentes temperaturas causar a variação no momento da concepção? Ou existe algum evento durante a gestação em temperaturas mais quentes que fazem com que mais fetos masculinos, ou menos femininos, abortem espontaneamente?
"Há a possibilidade de que os humanos estejam respondendo a fatores que foram programados há muito tempo - não culturais ou sócio-econômicos, mas climáticos e latitudinais", disse Navara. "O interessante é que talvez estejamos vendo algo que confirma nossa ancestralidade animal."
Tradução: Amy Traduções
The New York Times»
Fonte:Terra
Link:http://noticias.terra.com.br/jornaisrevistas/interna/0,,OI3722859-EI12965,00.html
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5/04/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 30 de abril de 2009
Mães protegidas com amamentação

«As mulheres que amamentam têm menos risco de vir a sofrer um ataque cardíaco, de acordo com um estudo norte-americano.
Não são só os bebés que beneficiam da amamentação. Segundo a investigação norte-americana, publicada na revista Obstetrics and Gynaecology, as mulheres que amamentam durante mais de um ano têm menos 10% de risco de desenvolverem problemas cardíacos, do que as que não amamentam.
Além dos problemas cardíacos, a amamentação pode reduzir, sustenta a investigação, o risco de diabetes, tensão alta e colesterol elevado - mesmo se durar apenas um mês.
O benefício explica-se pela redução da gordura no organismo e também pela libertação de hormonas, ocorrentes durante a amamentação.»
Fonte: SIC
Link:http://sic.aeiou.pt/online/noticias/vida/20090422+Maes+protegidas+com+amamenta%C3%87ao.htm
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4/30/2009 02:00:00 da tarde
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Dormir bem pode reduzir hiperatividade infantil, diz estudo

«Uma boa noite de sono pode reduzir a hiperatividade e o mau comportamento entre crianças, segundo um estudo feito na Finlândia.
Já se sabia que crianças que não dormem bem podem, apesar de nem sempre demonstrar cansaço, apresentar mudanças de comportamento.
O novo estudo, publicado na revista científica Pediatrics, obteve dados concretos que parecem comprovar a teoria.
Ele concluiu que, entre as 280 crianças participantes, as que dormiam menos de oito horas por noite eram as mais hiperativas.
Os especialistas responsáveis acreditam que o sono adequado poderia melhorar o comportamento das crianças saudáveis e reduzir os sintomas das que sofrem do transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (ADHD na sigla em inglês).
A equipe por trás do novo estudo disse que pouco se sabe sobre o papel do sono nas vidas das crianças, mas segundo estimativas, um terço das crianças nos Estados Unidos não dormem o suficiente.
Monitoramento
A equipe da University of Helsinki e do National Institute of Health and Welfare da Finlândia estudou 280 crianças saudáveis com idades entre sete e oito anos.
Os especialistas queriam saber se as crianças saudáveis que dormiam menos eram as mais propensas a apresentar sintomas associados com ADHD.
Nenhuma das crianças participantes sofria de transtorno de atenção.
Os pais preencheram questionários sobre os hábitos de dormir dos filhos e depois anotaram a quantidade de horas que as crianças dormiram durante um período de sete noites.
As crianças foram equipadas com actigraphs, pequenos dispositivos eletrônicos que registram a atividade física do portador - e também períodos de repouso - 24 horas por dia.
Ligação
As estimativas dos pais dos períodos de sono dos filhos se revelaram maiores do que as medidas.
Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque as estimativas dos pais foram baseadas no horário habitual de os filhos irem para a cama, ou porque os pais achavam que a criança estava dormindo quando na verdade ela estava acordada na cama ou lendo.
Os pais também responderam perguntas sobre o comportamento dos filhos, baseadas em questionários usados para diagnosticar o transtorno de déficit de atenção.
As crianças com períodos médios de sono inferiores a 7,7 horas por noite apresentaram maior hiperatividade e maiores índices de comportamento impulsivo.
Elas também apresentaram mais sintomas de transtorno de déficit de atenção com hiperatividade.
"Nós fomos capazes de demonstrar que o sono de duração curta e a dificuldade para dormir estão associados a sintomas de ADHD", disse a pesquisadora responsável pelo estudo, Juulia Paavonen, do Finnish National Institute of Health and Welfare.
"Os resultados indicam que manter horários de sono adequados entre crianças pode ser importante na prevenção de sintomas comportamentais."
Fonte:uai
Link:http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_8/2009/04/28/em_noticia_interna,id_sessao=8&id_noticia=108216/em_noticia_interna.shtml
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4/30/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Açores com dobro das gravidezes na adolescência

«O número de bebés filhos de mães adolescentes nos Açores é o dobro da média nacional segundo um estudo sobre “Gravidez e Maternidade na Adolescência” realizado pela faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra e apresentado esta segunda-feira em Angra do Heroísmo
Segundo o estudo “Gravidez e Maternidade na Adolescência”, nos Açores 10,2 por centos dos bebés são filhos de mães adolescentes, o dobro da média nacional.
A rádio Açores TSF ouviu Cristina Canavarro, responsável pela elaboração deste estudo, que apresentou como factores que pesam nesta discrepância entre a região e o Continente a pobreza e a questão cultural.
Quanto aos aspectos culturais, o estudo salienta o abandono precoce da escola e o facto de papel materno ser a referência destas jovens e não o profissional. Estes factores levam a gravidez seja bem aceite. A gravidez na adolescência acontece também num contexto de uma relação estável, com companheiros geralmente mais velhos e também eles já fora do sistema educativo e de formação.
Cristina Canavarro também indicou medidas a desenvolver a curto e médio prazo como o trabalhar as questões do abandono escolar prematuro e as questões relacionadas com a saúde sexual e reprodutiva. A longo prazo dever-se-á criar estratégias e mecanismos que promovam o valor do papel da mulher para além do materno.
Em nota do GaCS, o Governo Regional diz estar disponível para implementar as medidas adequadas a minimizar as consequências negativas da gravidez na adolescência.
Miguel Correia, secretário regional da Saúde, afirma que “tal como houve determinação da assumpção do problema e na sua investigação, do mesmo modo não faltará vontade política para implementar as medidas que se considerarem necessárias”.
A recomendação para que se procedesse à realização de um estudo foi aprovada pelo Parlamento açoriano e teve em conta em conta números divulgados pelo INE que apontavam a Região como sendo aquela onde a gravidez na adolescência tem particular incidência, sobretudo desde 1984.
O estudo foi elaborado por um grupo coordenado pela professora Maria Cristina Canavarro da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
Ana Carvalho Melo / Açores TSF»
Fonte:Açoriano Oriental
Link:http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/183811
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4/29/2009 02:00:00 da tarde
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terça-feira, 28 de abril de 2009
Aulas de natação na infância podem reduzir afogamentos

"Um novo estudo reforça o argumento de que ensinar natação para crianças com idades de um a quatro anos pode diminuir as chances delas se afogarem. A idéia pode parecer óbvia, mas alguns especialistas em segurança levantaram preocupações de que ensinar crianças pequenas a nadar pode colocá-las em risco maior ao diminuir seu medo natural da água ou tornar seus responsáveis excessivamente confiantes.
A Academia de Pediatria americana, por exemplo, recomenda aulas de natação para crianças acima de cinco anos, mas não tem uma posição sobre aulas para crianças menores, porque seu efeito não é suficientemente conhecido, observam os pesquisadores.
O estudo, publicado no Archives of Pediatric & Adolescent Medicine, levantou as mortes por afogamento de pessoas entre um e 19 anos em seis Estados durante dois anos. Os pesquisadores compararam a experiência de natação das vítimas com a de crianças de idade semelhante no mesmo condado.
Liderado pela doutora Ruth A. Brenner, do Instituto Nacional de Saúde Infantil e Desenvolvimento Humano, o estudo descobriu que aulas de natação não aumentaram o risco de afogamento em crianças menores e, na verdade, pareceram diminuir esse risco. Mas os autores alertam que apenas aulas de natação "não vão prevenir o afogamento e que mesmo o mais hábil nadador pode se afogar".
Tradução: Amy Traduções
The New York Times"
Fonte: otícias Terra
Link:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3728151-EI8147,00.html
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4/28/2009 09:06:00 da manhã
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
Refluxo em bebês

«Muito comum nos primeiros meses de vida, o desconfortável refluxo provoca choro constante. Tudo porque o alimento, em vez de ir sempre em frente, corre na contramão
Por Camila da Veiga
Durante a digestão, os alimentos seguem uma direção única. Há casos, no entanto, em que ocorre um desvio de rota, o que provoca o desconforto conhecido como refluxo. Os bebês, que se alimentam basicamente de líquidos, costumam ser as principais vítimas. O leite embarca numa viagem maluca, de lá pra cá, de cá pra lá - mais precisamente do esôfago para o estômago e do estômago para o esôfago. Já os sólidos não voltam na contramão com tanta facilidade. O resultado dessa contravenção digestiva é a azia, provocada pela acidez do estômago e também do esôfago. Em alguns casos, o refluxo fisiológico acontece sem o regurgito e pode até ser confundido com cólica.
A principal causa de todo esse transtorno é a pouca idade. Como um profissional ainda sem experiência e habilidade para desenvolver suas tarefas, o ainda imaturo esfíncter inferior do esôfago - uma espécie de válvula entre esse órgão e o estômago - não consegue impedir com tanta eficiência que o alimento faça o percurso inverso. Os movimentos de contração que empurram a comida - no caso, o leite - para o caminho certo também não são lá tão eficazes.
"É uma situação própria da idade", esclarece a pediatra Yu Kar Ling Koda, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Quanto mais novo o bebê, maior o risco de refluxo." A solução vem mesmo com o tempo. "Geralmente o problema diminui a partir dos 6 meses e acaba por volta de 1 ano", conta o pediatra Mauro Toporovski, da Sociedade Paulista de Gastroenterologia Pediátrica e Nutrição. Isso porque o sistema digestivo passa a funcionar com mais competência.
Para diagnosticar o refluxo, nada melhor que o próprio relato da mãe. Mas também existem exames, como a radiografia contrastada, que verificam se o distúrbio tem origem em algum problema anatômico. Um outro, chamado PHmetria, detecta a acidez do esôfago com uma espécie de sonda introduzida pelo nariz. Para tratar o refluxo, medidas práticas podem ser úteis. Há casos, porém, em que é preciso entrar com medicamentos. Os procinéticos, por exemplo, aceleram o peristaltismo (movimento de expansão e contração do esfíncter inferior), enquanto os antiácidos neutralizam a secreção de sucos digestivos no estômago.»
Fonte:Bebe.com.br
Link:http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/refluxo.php
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4/27/2009 02:00:00 da tarde
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Açúcar alivia a dor de bebês prematuros

«É o que revela um estudo realizado na Universidade de São Paulo. Garantir o bem-estar de recém-nascidos internados em UTIs é uma forma de prevenir problemas de comportamento e aprendizagem no futuro
Por Gabriela Agustini
Diminuir o estresse dos prematuros durante o período que permanecem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital é importante para promover o desenvolvimento saudável dessas crianças. O alerta é da psicóloga Maria Beatriz Linhares, professora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), no interior paulista. Ela é reconhecida internacionalmente por demonstrar os benefícios de um tipo de açúcar, a sacarose, para acalmar os bebês e amenizar os desconfortos de procedimentos realizados diariamente ao longo da internação.
Pesquisas anteriores já mostravam a sensação de alívio causada pela substância nos bebês. O que Maria Beatriz resolveu investigar foi a manutenção desse efeito positivo ao usar doses repetidas. Diante do resultado, o procedimento foi adotado como rotineiro no Hospital das Clínicas da faculdade. Ali, os prematuros internados recebem a solução de açúcar cerca de dois minutos antes de passar por algum tipo de processo doloroso para o qual normalmente não se indica medicação – é o caso de coleta de sangue, aspiração das vias aéreas e inserção e remoção de tubos.
A ingestão do açúcar estimula a liberação de endorfinas, substâncias analgésicas naturalmente produzidas pelo próprio corpo da criança. Daí, envolto numa sensação de bem-estar, o bebê deixa de gastar energia quando mais precisa de forças para sobreviver. “É fundamental para o prematuro ganhar peso. Ou seja, tratar a dor é uma forma de melhorar as condições fisiológicas e comportamentais do paciente”, diz Maria Beatriz.
O efeito calmante deflagrado pela sacarose foi medido por médicos e aparelhos através de instrumentos e técnicas validadas para reconhecer expressões faciais de dor e análise de batimentos cardíacos, nível de saturação de oxigênio no sangue e estado de sono dos pequenos.
Mas fica um recado: esse poder tranquilizante não pode ser obtido com o açúcar que é utilizado em casa. “A solução oferecida no hospital é esterilizada e manipulada na concentração adequada. O açúcar vendido no supermercado contém conservantes e pode causar infecções graves no bebê”, alerta a médica neonatologista Walusa Ferri, especialista igualmente envolvida no trabalho.
Sacarose ou glicose?
Outro tipo de açúcar, a glicose já é usada com os mesmos fins terapêuticos em vários hospitais. Edneia Vaciloto Lima, chefe da UTI neonatal do Pro Matre, em São Paulo, conta que soluções glicosadas são oferecidas aos prematuros para acalmá-los. “Não é um procedimento de rotina, mas serve para os bebês muito agitados ou em casos específicos”, diz a especialista.
Maria Beatriz Linhares reconhece o efeito tranquilizante da glicose e explica ter escolhido a sacarose para o estudo seguindo uma recomendação das academias canadense e norte-americana de pediatria. “Não existem, até o momento, evidências de efeitos colaterais da substância”, diz a psicóloga. Segundo Walusa Ferri, há a suspeita de que a glicose em excesso pode causar a alteração no índice de glicemia da criança. “Mas ainda não há nada comprovado”, comenta.»
Fonte:Bebe.com.br
Link:http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/acucar-alivia-dor-bebe-prematuro.php
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4/27/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Exercícios podem ajudar na formação do bebê

«Uma pesquisa realizada pela Universidade de Medicina e Biociências de Kansas City, nos Estados Unidos, sugere que atividades físicas durante a gravidez contribuem para o bom desenvolvimento do bebê, além de fazerem muito bem à futura mamãe.
Os cientistas afirmam que a prática de exercícios está relacionada ao melhor desenvolvimento do coração e do sistema nervoso do feto.
O estudo questionava se os exercícios físicos feitos pelas grávidas poderiam ou não trazer benefícios para a saúde cardiovascular do fetos. A ideia era comparar se os fetos, cujas mães fugiam do sedentarismo, tinham as capacidades cardiovascular e respiratória melhores que os demais.
Os cientistas utilizaram um aparelho não invasivo para medir o campo magnético produzido pelo ritmo cardíaco do bebê. Ainda foram avaliados os movimentos corporais, a respiração, soluços e sucção do feto, enquanto as mães se exercitavam. As 26 mulheres avaliadas tinham entre 20 e 35 anos e estavam entre a 36ª e a 38ª semana de gravidez. Todas eram praticantes de exercícios aeróbicos, moderados ou intensos, e pedalavam ou corriam até 30 minutos, no mínimo três vezes por semana. »
Fonte:Em tempo real
Link:http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=20&mes=04&ano=2009&idnoticia=74989
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4/23/2009 02:00:00 da tarde
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Se tem um bebé, cuidado com as substâncias perigosas

«Tenha cuidado com a casa que vai acolher o seu bebé. Do mobiliário às tintas e iluminação, é preciso atenção ao que se compra. E aproveite para deixar de fumar.
Tenha cuidado com o mobiliário em madeira e evite o MDF e o contraplacado devido ao risco de emissão de formaldeído, que é um composto cancerígeno
Evite usar ambientadores dentro de casa. Prefira o arejamento natural das divisões. Não use também insecticidas ou outros produtos do género.
Use tintas com rótulo ecológico ou com baixos níveis de compostos orgânicos voláteis. Prefira as lâmpadas eficientes para poupar energia.
Obviamente que o tabaco deve estar proibido numa casa habitada. As crianças sofrem muito mais com ele, por isso deixe de fumar.»
Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1205773&seccao=Biosfera
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Paulo Pires
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4/23/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Bebés ecológicos crescem mais saudáveis

«Os bebés quando nascem são seres frágeis, e todo o cuidado é pouco com a sua segurança. Com as alternativas ecológicas temos a certeza de que eles não vão ter contacto com substâncias prejudiciais à saúde. A presidente da Quercus, Susana Fonseca, foi mãe há pouco tempo e deixa conselhos ecológicos para ajudar as crianças a crescer saudáveis.
Dar ao seu filho fraldas, alimentos e roupa natural não é apenas uma questão ambiental. É também zelar pela sua saúde. "Não é difícil encontrar produtos ecológicos para os bebés. Mesmo em Portugal, basta pesquisar na Internet", diz-nos Susana Fonseca, presidente da Quercus. A ambientalista sabe do que fala, pois foi mãe há três semanas e confessa que perdeu muito tempo a pesquisar soluções mais saudáveis e ambientais para a filha.
O primeiro conselho dado pela recente "ecomãe" é a utilização das fraldas de pano: "São as melhores para a pele do bebé, pois não têm compostos químicos, a que algumas crianças são alérgicas". Reutilizáveis, não são um resíduo prejudicial ao ambiente, já que as fraldas comuns são um veneno para a natureza: um recém-nascido pode gastar oito ou mais por dia por dia e o facto de 30% delas serem feitas de plástico faz com que uma fralda demore 450 anos a decompor-se.
Susana Fonseca recomenda também detergentes ecológicos para lavar as fraldas, recusando usar amaciador, secá-las na máquina ou passá-las a ferro. Há crianças alérgicas aos químicos dos amaciadores, que poluem os lençóis de água. As altas temperaturas também são dispensáveis na lavagem: "Basta lavar as fraldas a 40 graus e usar um desinfectante biológico." Secar na máquina é um gasto energético dispensável "num país com tanto sol", e passar a ferro faz com que percam a capacidade de absorção, conta. Isto serve também para toalhetes e discos de amamentação, que deverão ser feitos de tecidos orgânicos.
Outro ponto importante é a alimentação da criança. Para evitar resíduos (dos frascos de comida) e sujeitar o bebé a produtos desconhecidos, que tal preparar-lhe os alimentos à boa maneira antiga, com produtos frescos biológicos? A ambientalista chama também a atenção para os biberões escolhidos para o bebé. "Os de vidro são os melhores, pois são um material mais estável do que o plástico", recomenda. Susana Fonseca alerta para o facto de o plástico se deteriorar com o uso, pois lida com temperaturas muito altas. "Alguns plásticos libertam a substância bifenol A, que já foi banida em muitos países", diz.
Também alguns cremes podem conter produtos químicos prejudiciais. E isto é válido mesmo para a gestação: "Durante a gravidez é preciso cuidado com as substâncias dos cremes, pois são facilmente absorvidas pela pele e podem passar para o bebé", assim como os cremes para o peito da mãe que podem contaminar o leite materno. Como solução, a ambientalista refere o óleo de amêndoas doces: "É acessível, ecológico e resolve o problema da desidratação da mesma maneira." »
Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1205688&seccao=Biosfera
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Paulo Pires
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4/22/2009 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Noticias
Depressão: a doença que afeta o vínculo entre a mãe e filho

«A maternidade altera não só a parte física e mental da mulher, mas também mexe com o emocional.
Um acontecimento único e especial na vida de muitas mulheres é a maternidade. Ter um filho, além de ser recompensador e algo surpreendente da natureza, é sinônimo de modificação da estrutura de vida. A maternidade altera não só a parte física e mental da mulher, mas também mexe com o emocional. Por isso, nessa fase da vida o acompanhamento médico e o apoio familiar são essenciais para evitar, durante e após a gestação, uma série de complicações, como a depressão.
"As emoções e o corpo sofrem uma tempestade. E é natural que as duas situações influenciem o estado de espírito”, afirma a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho. Para a médica e psicanalista, a prevenção é sempre o melhor remédio. “Um pré-natal bem feito, por exemplo, pode prevenir de certa forma a depressão pós-parto. Por meio dele, a mãe tem um acompanhamento médico adequado, e pode trabalhar sua mudança hormonal, a insegurança, o medo de cuidar de uma criança e a aceitação de ser mãe”, aconselha Soraya.
Fonte: Ampla Comunicação»
Fonte:O debate
Link:http://www.odebate.com.br/content/view/11408/40/
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4/22/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Portugal carece de especialistas em medicina reprodutiva Problema afecta casais inférteis

« Os mais de 2 800 casais inférteis em lista de espera estão a ver o seu atendimento atrasado devido à falta de obstetras portugueses especializados em medicina reprodutiva.
Portugal carece de ginecologistas/obstetras, tendo menos 350 a 400 especialistas do que necessita, refere o Diário de Notícias.
O problema dificulta o acesso dos casais aos tratamentos e obriga à contratação no estrangeiro.
«Se nos próximos cinco anos não entrarem, pelo menos, 350 obstetras no mercado podemos ficar numa situação de ruptura», admitiu o presidente do colégio especialista, Luís Graça, citado pelo jornal.
De acordo com o responsável, estão no activo pouco mais de 600 médicos da especialidade e a situação deverá agravar com as aposentações que se avizinham.
O centro de procriação medicamente assistida da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), agora remodelado, não está a funcionar em pleno devido à falta de especialistas. Os 850 casais que se encontram na lista de espera do centro vêem assim os seus tratamentos atrasados.
Para o director da MAC, Jorge Branco, a carência de especialistas na urgência de obstetrícia começa a ser drástica, sobretudo, nos meses de Julho, Agosto e Setembro.»
Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=d3d9446802a44259755d38e6d163e820&id=5bac8691257e5d3f4794769e4044b36f
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4/21/2009 01:41:00 da tarde
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sexta-feira, 17 de abril de 2009
23 dicas para poupar quando a família cresce

«por PATRÍCIA JESUS09 Abril 2009
A falta de dinheiro encabeça as razões para adiar o nascimento de um filho. E é uma das preocupações quando se tem um bebé, sobretudo em altura de crise. Recuperar hábitos antigos como amamentar e usar fraldas de pano pode ajudar a equilibrar as contas. Mas adoptar as tecnologias mais recentes, sobretudo a Internet, também.
Abonos O abono de família ajuda a suportar as despesas com a chegada de um bebé. Mas é preciso entregar muita papelada e cumprir prazos, lembra a associação de defesa do consumidor Deco/Proteste. Desde o ano passado, as futuras mães podem também pedir o abono pré-natal, logo após a 13.ª semana de gestação. É necessário entregar uma declaração na Segurança Social para receber entre 32 e 130 euros até ao termo da gravidez, consoante o escalão.
Bonecada Durante os primeiros meses de vida, os bebés ficam mais excitados com o papel que embrulha os presentes do que com o que está dentro da caixa. Além disso, fazem pouco mais do que comer e dormir, por isso não necessitam de grandes distracções. Assim, gastar dinheiro em brinquedos acaba por ser um desperdício. Até porque quase todos os pais passam pela experiência de ver um brinquedo caríssimo ser preterido em favor de uma colher de pau ou de um copo de plástico.
Creche A escolha de uma creche ou infantário é sempre difícil para os pais. Mas inevitável para a maioria das famílias, logo aos quatro ou cinco meses, quando acaba a licença de parto da mãe. É também uma escolha pesada para a carteira. Para quem não tem outras opções, como avós disponíveis, mas não consegue pagar um privado, convém ver com antecedência que alternativas públicas existem na área. E aqui, antecedência pode significar inscrever a criança antes de nascer, já que as vagas da rede pública são insuficientes.
Deduções no IRS Os encargos com a gravidez (da amniocentese e outros exames aos suplementos de magnésio) podem ser usados para pagar menos IRS. O mesmo se aplica às despesas com o internamento e parto, amas e infantários, desde que existam recibos. O fisco aceita 30% destas despesas, até 681, 60 euros, explica a Deco/Proteste. Além disso, não se esqueça de informar a entidade patronal sobre a nova dimensão da família para o caso de ser necessário fazer um ajuste da taxa de retenção.
Emprestado Os jovens pais apercebem-se rapidamente de que há muitos objectos, alguns bastante caros, que só vão ser necessários durante um curto período de tempo: a banheira, a alcofa, a cadeirinha, o carrinho e até a cama, por exemplo. Então porquê comprar? A melhor solução é pedir emprestado tudo o que puder a amigos e familiares com bebés mais crescidos. Aliás, o mais comum é até apareceram conhecidos e vizinhos a tentar "despachar" coisas que já não precisam e só ocupam espaço. Ter isto em conta logo no início da gravidez, quando se sente a tentação de correr as lojas para comprar todas as coisas engraçadas, pode ajudar a poupar bastante.
Fraldas Muitos de nós usámos fraldas de pano que foram substituídas pelas descartáveis. Mesmo evitando todo o debate sobre as consequências ambientais do uso de milhões de fraldas difíceis de reciclar, há outro argumento poderoso a favor das fraldas de pano: são reutilizáveis. Para as usar, é preciso apanhar o jeito e umas cuecas de plástico, que ajudam a manter o resto da roupa limpa. Quando se opta pelas descartáveis, sai mais barato comprar pacotes grandes. Mas, mesmo assim, a conta pode chegar a 400 euros por ano.
Ginástica Antes e depois do nascimento, as mães preocupam-se com a forma física, mas os ginásios e as aulas pagas podem ser um fardo complicado. Alternativas nas piscinas e ginásios municipais e confie na força de vontade.
Higiene Para alguns pais, as toalhitas húmidas são a melhor invenção desde a roda. Mas para os ecologistas deixaram de ser um acessório indispensável. Os argumentos? Demasiadas fibras não recicláveis. Panos de algodão e água morna são bons substitutos, pelo menos em algumas situações. Mesmo assim, vale a pena ter toalhitas à mão para as situações mais problemáticas. Mais uma vez, compensa comprar os pacotes grandes. Como não são fáceis de transportar, compre um pequeno que possa servir como caixa e reutilize. Aliás, o mesmo se aplica a todos os produtos de higiene: comprar os pacotes maiores compensa. Se receitados por um médico, produtos como cremes e pomadas (com IVA superior a 5%) podem ser incluídos no IRS.
Internet A grande vantagem da Internet é que se encontra quase tudo. E é aconselhável usar essa quantidade enorme de recursos para poupar dinheiro: em vez de se encher a casa com livros sobre a paternidade, a maior parte dos quais arrumados praticamente sem ser manuseados, é possível pesquisar nos milhares de sites que existem sobre bebés. Alguns até permitem fazer perguntas a especialistas. E há cada vez mais fóruns onde se pode falar com outros pais com filhos que acabaram de passar pela mesma fase, seja ela qual for. Também se poupa dinheiro se em vez de comprar CD se recorrer ao YouTube para ouvir e ver as canções infantis favoritas ou se fizer download de versões gratuitas de músicas tradicionais. E quando não há outras solução a não ser comprar, sites como o eBay oferecem verdadeiras pechinchas, desde que se tenha cuidado com os portes. Por outro lado, os jovens pais apercebem-se rapidamente de que além da conta de supermercado aumentar, o volume de compras também cresce. Por isso, comprar pela Internet e mandar entregar em casa é uma boa opção para não ter que transportar pacotes gigantes pelas escadas acima. Mais uma vez, cuidado para não gastar dinheiro na entrega. Muitas vezes só é gratuita a partir de certos valores.
Jardim Sair de casa com um bebé é sempre um desafio nos primeiros tempos: há o bebé e toda a parafernália de itens que ele eventualmente pode precisar. Mas antes de ele começar a pedir aulas de música, judo e bailado, os jardins e parques são um excelente destino. São divertidos, permitem sair de casa e não custam nada. Compensa levar um lanche confeccionado em casa, evitando o recurso a boiões de comida já prontos a consumir… e mais caros.
Leite O leite da mãe é o mais apropriado para as necessidades do bebé: do perfil nutricional à temperatura. Depois de anos em que o hábito de amamentar se perdeu, está novamente na moda, apoiado por orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e recomendações de especialistas em saúde materna. Mas para além de todos os benefícios para a saúde do recém-nascido, amamentar é também a forma mais barata de alimentar o bebé. Sem preocupações com biberões, esterelizadores e latas de leite em pó. A OMS recomenda que até aos seis meses se use apenas leite materno, e que a mãe continue a dar peito até aos dois anos. As mães com dificuldades devem consultar as enfermeiras especialistas que podem dar dicas preciosas sobre como superar os períodos em que as mães têm menos leite.
Mimos Aqui está um item em que não deve poupar. Nenhum brinquedo, por muito sofisticado e educativo, é tão eficiente para o desenvolvimento da criança como a atenção dos pais.
Não A partir do momento em que eles dizem a primeira palavra é importante aprender a dizer não. Mais tarde vai poupar-lhe muito dinheiro, dores de cabeça e evitar uma casa cheia de brinquedos que não servem para nada.
Ouvir Vale a pena pedir conselhos a pais mais experimentados e pensar duas e três vezes antes de fazer compras caras. Sobretudo não adquirir por antecipação: há coisas que pode nunca precisar, há outras que eles detestam. Há bebés que detestam o marsupial, outros os ovos, outros o carro de passeio ou o parque ou o ginásio. Tente ouvir os outros pais e perceber o que o seu prefere.
Padrinhos Para criar uma criança é preciso uma aldeia diz um ditado. Por isso não se deve desperdiçar a ajuda dos familiares, dos avós aos tios e primos. Evitam ter recorrer aos serviços de baby-sitters, dão uma mãozinha quando não se consegue sair do trabalho a horas ou quando o bebé fica doente. E não deixe de escolher padrinhos, mesmo que não seja religioso. Geralmente dão os presentes mais caros.
Quantidade Entre as chuchas que se compram e as que são oferecidas muitos pais acabam por ter chupetas em grande quantidade que os bebés nunca chegam a utilizar. O mesmo se aplica a biberões, babetes e roupa. Muitas vezes , os bebés fixam-se numa simples chucha de borracha que usam até exaustão e ignoram todas as outras. Por outro lado, algumas crianças crescem muito depressa e acabam por "saltar" tamanhos, deixando roupa por estrear. Por isso, não exagere nas quantidades.
Roupa de mamã Quando a gravidez termina e a barriga desaparece surgem outras questões que impedem a mulher de voltar ás antigas roupa, sobretudo se está a amamentar. Mesmo assim vale a pena pensar bem antes de comprar roupa especial. Procure no guarda roupa, peças que são fáceis de despir ou que escondam as manchas de leite. As opiniões dividem-se quanto aos soutiens para amamentação. A roupa de bebé é também muitas vezes descrita como o pior investimento por muitas mães.
Segunda mão Um recém nascido tem em média 50 centímetros de comprimento e pesa 3400. Um ano depois pesa geralmente cerca de 10 quilogramas e cresceu para os 75 centímetros. Em 6 anos, passa o metro. O que significa que a roupa deixa de servir rapidamente. Assim, e se não tem amigos e familiares com sacos de roupa guardados na arrecadação, não hesite em recorrer aos artigos em segunda mão, muitas vezes quase novos que existem em certas lojas ou online e por metade do preço. Uma boa lavagem e está pronto para usar. E não se aplica só a roupa: há lojas que têm também carrinhos, berços, cadeiras de carro. Desde que cumpra as normas de segurança e esteja em bom estado, não há qualquer problema. O que deixa de servir a uns .. fica mais barato para outros.
Ténis e sapatos São muito giros, mas abaixo do tamanho 16 quase não são usados. Quando são muito pequenos, os bebés até devem andar descalços e passam tanto tempo em casa no início que quando começam a sair há pares que já não servem. As botas de lã também são geralmente descritas como pouco úteis.
Unissexo A tentação de decorar um quarto inteiro em cor-de-rosa, com berço, cortinados e roupa a condizer pode ser grande. Mas apostar em roupa e decoração unissexo compensa a curto e médio prazo. Primeiro, porque os bebés crescem depressa e em poucos anos pode ter de mudar. Segundo, porque se resolver ter uma segunda criança pode vir a ser muito útil.
Versatilidade Os carrinhos são os artigos que pesam mais no orçamento do bebé. Mas há sistemas de passeio para bebé que já incluem carrinho, alcofa e cadeira para automóvel. Além de poupar espaço em casa, um modelo deste tipo - prático, seguro e versátil - pode fazer os pais pouparem 240 euros, segundo cálculos da Deco /Proteste. O conselho aplica-se a outros itens: uma fralda de pano, por exemplo, tem muitas utilidades.
X.P.T.O. Baldes para fraldas descartáveis, aquecedores de toalhitas, babetes com rocas incluídas, termómetros de banho e de quarto, bacio musical, dispensadores de leite em pó, aquecedores de biberões. Há dezenas de produtos X.P.T.O - é difícil perceber a utilidade de alguns, outros parecem boas ideias... em certa altura, outros ainda são indispensáveis mas em versões que juntam funções inesperadas e às vezes idiotas. No geral, estão longe de ser necessários, além de serem muito mais caros.
Zzzzzzzzz É provável que a nova mãe passe a dormir menos nos primeiros meses de vida da criança. A vantagem é que andar mais cansada vai permitir poupar dinheiro: sem energia e tempo para festas, jantares e cinema, as despesas descem. »
Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/inicio/economia/interior.aspx?content_id=1195632
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