
«Uma baixa ingestão de frutas, legumes e verduras pode levar à baixa capacidade reprodutiva do homem, segundo estudo realizado na Espanha. Cientistas das Universidades de Múrcia e de Alicante concluíram que a presença dos chamados antioxidantes nestes alimentos melhoram a qualidade do sêmen, afetando positivamente os parâmetros de concentração de espermatozoides, e ainda sua morfologia e sua mobilidade.
Ao mesmo tempo, uma dieta à base de alimentos mais gordurosos pode produzir um efeito negativo na fertilidade masculina.
"Um estudo anterior nosso mostrou que homens que comem muita carne e laticínios gordurosos têm uma qualidade de sêmen inferior à dos que consomem mais frutas, legumes e laticínios desnatados", explicou Jaime Mendiola, da Universidade de Múrcia e principal autor da pesquisa, publicada na revista especializada Fertility and Sterility, da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva.
Suplementos
Para o atual estudo, os cientistas analisaram 61 voluntários - 30 deles com problemas reprodutivos e os demais como grupo de controle.
"Observamos que nos casais com problemas de fertilidade que chegavam à clínica, os homens com melhor qualidade seminal consumiam mais verduras e frutas - portanto mais vitaminas, ácido fólico e fibras, e menos proteínas e gorduras - do que os homens com baixa qualidade do sêmen", afirmou Mandiola.
O pesquisador admitiu, no entanto, que sua equipe ainda não chegou a uma conclusão sobre se seria suficiente para um homem com problemas de fertilidade ingerir suplementos vitamínicos, em vez de aumentar o consumo de legumes e frutas.
"Vamos realizar um estudo nos Estados Unidos, onde o consumo de suplementos é muito comum, para avaliarmos este aspecto", disse Mandiola.
Os antioxidantes são um dos grandes chamarizes das indústrias de cosméticos e suplementos alimentares, que alegam que essas substâncias têm a propriedade de combater os chamados radicais livres, moléculas de oxigênio altamente reativas que circulam pelo organismo e provocariam o envelhecimento celular.
Em queda
Cada vez mais estudos científicos indicam que a qualidade do sêmen humano e da fecundidade masculina vêm caindo nas últimas décadas.
Uma pesquisa realizada com homens europeus entre 2001 e 2008, pelo Instituto Valenciano de Infertilidade, os portugueses ocuparam o primeiro lugar da lista de qualidade do sêmen e sua capacidade de conceber um feto, seguido dos espanhóis.
Nos países do norte da Europa, como na Escandinávia, cerca de 40% dos jovens apresentam uma qualidade de sêmen inferior à recomendável para ser fértil.
"Os especialistas dinamarqueses estão estudando o assunto porque esses números são preocupantes", explicou Mandiola. "Os hábitos de vida podem estar muito relacionados com a qualidade do esperma e com os parâmetros da fertilidade em humanos."
O pesquisador lembra ainda que a comunidade médica tem feito um esforço para aconselhar mulheres grávidas a evitarem a exposição a agentes tóxicos, que poderiam afetar a fertilidade do bebê na idade adulta. »
Fonte:Ultimo Segundo
Link:http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/06/12/dieta+rica+em+antioxidantes+pode+melhorar+fertilidade+do+homem+diz+estudo+6691909.html
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Dieta rica em antioxidantes pode melhorar fertilidade do homem, diz estudo
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6/18/2009 02:00:00 da tarde
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Crise faz aumentar interrupções voluntárias da gravidez em Portugal

«O número de abortos em Portugal aumentou nos primeiros cinco meses do ano. A conclusão é adiantada pela Agência Lusa que consultou algumas instituições de saúde. O director executivo da Associação para o Planeamento da Família, Duarte Vilar, considera que a incerteza sobre o futuro pode contribuir para esta situação»
Fonte:Tsf
Link:http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1262758
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6/18/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 17 de junho de 2009
Maternidade e trabalho: uma relação que pode ser harmoniosa

«Yahoo! Beleza e Saúde/ME
A história da mulher no mercado de trabalho, no Brasil, está sendo escrita com base, fundamentalmente, em dois quesitos: a queda da taxa de fecundidade e o aumento no nível de instrução da população feminina. Estes fatores vêm acompanhando, passo a passo, a crescente inserção da mulher no mercado e a elevação de sua renda. Em 1990, a parcela feminina chegava a 34,4%. Em 2006, as mulheres ocupavam quase 42% dos postos de trabalho. A mão-de-obra feminina está permeada em todos os setores. São raros, atualmente, os segmentos exclusivamente masculinos. Elas estão cada vez mais conquistando posições... No entanto, ainda falta muito para alcançarem uma posição de igualdade em relação aos homens.
Para consolidar sua posição no mercado, a mulher tem adiado, cada vez mais, projetos pessoais, como a maternidade. A redução no número de filhos é um dos fatores que tem contribuído para facilitar a presença da mão-de-obra feminina. A redução da fecundidade ocorreu com mais intensidade nas décadas de 70 e 80. Os anos 90 já começaram com uma taxa baixa de fecundidade: 2,6% que cai para 2,3% no fim da década. Com menos filhos, as mulheres puderam conciliar melhor o papel de mãe e trabalhadora.
As reações sobre a gravidez de uma funcionária nem sempre foram tratadas com amistosidade no mundo corporativo. Até algumas décadas atrás, em muitas companhias existiam restrições para a admissão de mulheres em geral, e a faixa etária mais atingida era entre 20 e 30 anos. A gravidez representava altos custos na folha de pagamento da empresa. Hoje, observamos uma mudança na postura das organizações e isso se deve à evolução e à maturidade da mulher no campo profissional e ao próprio aumento da competitividade nas colocações de trabalho.
Trabalho x gravidez
No afã de se tornar uma pessoa realizada e bem-sucedida, não é de hoje que a mulher vem se dedicando de corpo e alma à vida profissional. Considerada competente, pró-ativa e orientada para resultados, sente que conquistou seu espaço no mercado de trabalho e, portanto, pode respirar aliviada.
Com a carreira nos trilhos, a mulher passa a achar que chegou a hora de realizar o antigo sonho da maternidade. Quem já passou por isso, no entanto, sabe que tomar a decisão de engravidar nem sempre é fácil. Equilibrar-se nos papéis de mãe e profissional é um dos principais desafios da mulher.
Foi-se o tempo em que ser mãe era motivo para uma mulher desistir de uma carreira bem-sucedida. Hoje, as profissionais estão se dando conta de que a maternidade potencializa as competências e ajuda na gestão da carreira e dos negócios. Mas para que esta experiência possa ser bem sucedida, é preciso que a mulher abra espaço para a maternidade na sua vida.
A seguir relaciono algumas atitudes que podem auxiliar a mulher que deseja ser mãe:
1) Planeje a gravidez levando-se em consideração o local em que se trabalha, é possível planejar a gravidez e comunicar a decisão à empresa com antecedência. Esta é uma das maneiras eficientes de evitar eventuais conflitos. É possível tirar a licença-maternidade num momento mais sossegado da vida profissional. Além disto, com exceção de indicação médica contrária, as mulheres grávidas podem trabalhar, normalmente, até o nono mês;
2) Prepare o seu sucessor além de planejar o melhor momento para engravidar, uma boa medida é preparar pessoas capazes para assumir suas tarefas, durante a licença-maternidade. A empresa precisa continuar a andar, para que a ausência da profissional não provoque ressentimento nos colegas.
Após a gravidez, nada de culpa
De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ) e realizada pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que rastreia o empreendedorismo em 31 países do mundo, aconteceu um grande salto feminino nesse segmento. O percentual de pequenos negócios abertos por elas saltou de 29%, em 2000, para 46%, em 2003. Enquanto os homens investem em um novo empreendimento mais por oportunidade, grande parte das mulheres arregaçam as mangas por necessidade. A maioria das brasileiras é mãe (51%), segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Mídia, chamada Mães Contemporâneas, na qual foram analisadas mulheres das oito principais regiões metropolitanas do País. Do total de mães, 68% acham difícil conciliar trabalho, maternidade e casamento. Para as que trabalham (67%), a profissão significa realização pessoal (90%) e independência (81%). Porém, mais da metade das entrevistadas gostaria de dedicar mais tempo aos filhos.
As mulheres, em geral, sentem imensa culpa e ficam inseguras em deixar o bebê para voltar à rotina do trabalho. Se a mãe se sente muito dividida em retomar a atividade profissional, uma alternativa é investigar as causas da culpa, por meio de psicoterapia ou de alguma outra atividade que a coloque em contato consigo mesma.
Para auxiliar as mulheres nesta etapa da vida, faço algumas recomendações:
1)Potencialize o seu tempo de trabalho eliminar a culpa da mãe que trabalha fora não é tarefa das mais fáceis. Mas é possível controlar a angústia desse conflito. Em primeiro lugar, a mulher precisa do apoio da família, principalmente do marido. Também não deve sofrer por exercer a maternidade. A mulher tem direitos garantidos por lei, como licença-maternidade e amamentação durante o expediente. E por fim, para exercer a profissão, é necessário organizar a rotina da criança, confiando sua guarda a terceiros;
2)Se for necessário, diminua a sua jornada de trabalho, mas não pare de trabalhar em função do bebê - trabalhar meio período funciona como um processo de adaptação para mãe e filho. Daqui a dez anos esses bebês vão reivindicar independência e desenvolver os próprios interesses.Vão se orgulhar da mãe e de suas realizações. É importante a mulher agir, consciente dessa evolução, sempre considerando os dois lados da relação mãe e filho para fazer a melhor escolha para ambos.(Por Doutor Aléssio Calil Mathias, ginecologista e obstetra, diretor da Clínica Genesis) »
Fonte:MidiaMax
Link:http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=515970
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6/17/2009 02:00:00 da tarde
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Saiba o sexo do bebé em casa e logo às 10 semanas

«Descobrir qual o sexo do seu bebé sem sair de casa e logo às 10 semanas de gestação vai passar a ser possível graças ao teste de urina lançado pela empresa norte-americana IntelliGender, diz a CNN.
A prova é semelhante à já utilizada para saber se está grávida ou não: é um exame de urina que, em dez minutos, mistura as hormonas maternas com uma série de substâncias químicas, determinando se está à espera de um menino ou de uma menina.
A empresa garante que o teste tem 80 por cento de fiabilidade e que não necessita de receita médica.
«Os pais têm assim a oportunidade de satisfazer a sua grande curiosidade sobre o sexo do seu bebé sem esperar até às 20 semanas de gestação», disse Rebecca Griffin, vice-presidente da IntelliGerder, acrescentando que este teste não substitui a confirmação médica oficial.
Nos EUA, esta nova prova tem gerado muita discussão, já que muitos garantem que poderá haver pais que decidam abortar às dez semanas, se virem defraudadas as suas expectativas quanto ao sexo do bebé.»
Fonte:IOL
Link:http://diario.iol.pt/sociedade/bebe-gravidez-sexo-gestacao-teste-tvi24/1069396-4071.html
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6/17/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Risco de diabete gestacional é maior em grávida que ronca

«Se você anda acordando o seu marido no meio da noite com ruídos fora do comum, saiba que incomodar o parceiro não é o único problema dessa história. Um novo estudo da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, constatou que mulheres que roncam três ou mais vezes por semana têm 14,3% de risco de desenvolver a diabete gestacional. Entre as que não emitem a barulheira, a porcentagem cai para 3,3%.
O sinal pode indicar a baixa oxigenação durante o sono, capaz de desencadear uma série de eventos no organismo. “O sistema nervoso simpático é acionado e a pressão arterial sobe. Isso provoca inflamações e mudanças metabólicas, aumentando o risco de diabete ou baixa tolerância ao açúcar”, explica a ginecologista e obstetra Francesca Facco, autora da pesquisa que acaba de ser apresentada durante o 23º Encontro Anual da Associated Professional Sleep Societies, nos Estados Unidos. Esse sistema não mais é do que uma cadeia de gânglios situados perto da medula, que, numa situação de estresse, mandam o organismo liberar adrenalina, substância que estreita os vasos sanguíneos.
Outra conclusão do estudo é que, conforme a gestação evolui, a propensão ao ronco aumenta. No começo da gravidez, 11% das entrevistadas relataram a perturbação, enquanto no terceiro trimestre o número subiu para 16,5%. “As prováveis causas do transtorno são o ganho de peso e a retenção de líquidos, responsáveis pela maior resistência nas vias aéreas”, diz Francesca.
por bebe.abril.uol.com.br »
Fonte:Alagoas em tempo real
Link:http://www.alemtemporeal.com.br/?pag=saude&cod=3166
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6/16/2009 02:00:00 da tarde
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Estudo detalha o significado de cada expressão dos bebês

«Um trabalho feito por pesquisadores espanhóis ajuda os pais a interpretarem as expressões e tipos de choros dos bebês; susto, medo e raiva são alguns deles
Felipe ainda nem completou um mês de vida e por isso mal teve tempo de colocar o conhecimento da mãe, Daiane Bordin, à prova acerca dos seus gestos e expressões. Daiane, que é mãe de primeira viagem, assume que ainda não sabe traduzir tudo o que o pequeno Felipe tenta transmitir por meio das expressões faciais. “Quando ele está com dor é fácil identificar porque ele chora bastante”, diz Daiane.
Para tornar mais fácil a vida das novas mães, uma equipe de pesquisadores da Espanha desenvolveu um guia das expressões faciais do bebê, com base em um estudo científico sobre a comunicação gestual e fonética dos bebês. Os estudiosos conseguiram interpretar gestos básicos que indicam as emoções das crianças de até 1 ano e 6 meses de vida .
Os professores Francisco Martínez Sánchez, da Universidade de Murcia (UM), e Mariano Chóliz Montañes, da Universidade de Valência (UV), observaram 45 crianças, com idade entre três e 18 meses.
Os pesquisadores registraram as reações de bebês levados a postos de saúde para serem vacinados. Em alguns casos, os professores assustavam ou provocavam risos nas crianças para captar suas expressões.
Câmeras
O projeto começou em 2007. Foram instaladas câmeras em creches e postos de saúde de Madri. A partir das imagens, foi possível apontar um padrão de expressão facial nas seguintes emoções: dor, alegria, raiva, medo, tristeza, surpresa e nojo.
Os pesquisadores conseguiram distinguir, ainda, o tipo de choro para três emoções: medo, raiva e dor. A justificativa dos pesquisadores é que o trabalho poderá possibilitar que médicos, pais e professores saibam o motivo do choro das crianças. “É possível detectar doenças e alterações psicológicas e físicas no bebê”, afirmam os responsáveis pela pesquisa.
Mães em dúvida
O pediatra Kemel Jorge Chammas, que atua há 40 anos em Maringá, considera válida a pesquisa. Segundo ele, não são raras as vezes em mães aparecem no consultório motivadas por mudanças nas expressões dos bebês.
“Às vezes, a mãe chega no consultório e fala: ‘Meu filho está com uma expressão diferente’”, diz o pediatra. “Por isso também acho importante que a mãe procure levar a criança sempre em um mesmo pediatra, porque ele também vai perceber se as expressões do bebê estão diferente do normal”, recomenda Chammas.»
Fonte:O Diário
Link:http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/219233
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6/16/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Licença parental

«Apenas 60% dos homens gozou os cinco dias obrigatórios em 2008
Há cada vez mais homens que decidem gozar os cinco dias de licença após o nascimento dos filhos. Contudo, continua a ser uma percentagem ainda reduzida face ao número de crianças que nascem todos os anos em Portugal.
Raquel Martins
raquelmartins@negocios.pt
Há cada vez mais homens que decidem gozar os cinco dias de licença após o nascimento dos filhos. Contudo, continua a ser uma percentagem ainda reduzida face ao número de crianças que nascem todos os anos em Portugal.
Quando se cruza o número de pais que em 2008 beneficiou desta licença com o número de bebés nascidos nesse período, conclui-se que apenas 60% dos trabalhadores que tiveram filhos ficou em casa nos primeiros cinco dias de vida da criança, enquanto 40% não usufruiu deste direito. Ainda assim, trata-se da percentagem mais elevada desde pelo menos 2002, quando só 27% dos pais tirou a licença.
Em termos absolutos, e de acordo com os dados publicado pela Segurança Social, em 2008, 45.976 homens acompanharam a mãe e o bebé nos primeiros dias, mais 50% do que em 2002 e mais 0,6% do que em 2007.»
Fonte: Jornal de Negócios
Link: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=372712
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6/15/2009 02:57:00 da tarde
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terça-feira, 9 de junho de 2009
Falta de segurança no transporte rodoviário das crianças

«Um quinto das crianças portuguesas viaja sem sistema de retenção para crianças (SRC), algumas das quais na bagageira e ao colo, revela um estudo da Ordem dos Enfermeiros realizado em 2008. Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados considerou que estes resultados são "preocupantes" mas não "surpreendentes".
O estudo teve por base uma acção desenvolvida pela Comissão de Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica (CEESIP) da Ordem dos Enfermeiros com o objectivo de avaliar a segurança do transporte rodoviário de crianças, tendo contado para o efeito com dez Operações Stop, que envolveu um total de 729 participantes.
O estudo revelou que 79,8 % das crianças viajavam com SRC. Das que não usavam sistema de retenção, a maioria viajava "à solta" no automóvel (74,6 %), "ao colo" (8,4 %) ou noutras situações de insegurança, como é o caso da bagageira, o que permite prever "o risco acrescido, perante uma travagem ou colisão".
A investigação verificou que 71 % das crianças utilizavam o SRC de "uma forma adequada".
Entre os erros encontrados na utilização do sistema de retenção, a Ordem dos Enfermeiros destaca o "viajar à frente sem cinto" (20,9 %), "arnês mal colocado" (20,4 %), utilização de um "SRC não adequado à idade" (19,1 %), utilização "incorrecta do cinto de segurança" (14,9 %), "indevidamente virado para a frente" (5,9 %), "cadeira mal colocada" (4,7%) e "sem apoio de cabeça" (4,1 %).
O estudo também revelou que, por regiões, é em Vila Real que a utilização do SRC é mais adequada (93,8 %), seguida da cidade da Horta (92,3 %), Coimbra (87 %), Lisboa (76,9 %), Angra do Heroísmo (66,2 %), Funchal e Ponta Delgada (63 %) e Porto e Faro (61,5 %).
De acordo com Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, esta situação poderia ser melhorada se o "Estado português fizesse a educação necessária para que as pessoas compreendessem o risco efectivo que há em deixar uma criança à solta no banco de trás" do automóvel. No entanto, o Manuel João Ramos considera que há hoje uma maior consciencialização dos portugueses para o problema.
ALERT Life Sciences Computing, S.A.»
Fonte:Saúde na internet
Link:http://www.mni.pt/?key=680B3D50093A6A202E42140A321A2A5C0B683E0A7607517B675E7B
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6/09/2009 02:00:00 da tarde
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Mães tardias tendem a viver mais anos

«Os mesmos genes que prolongam a fertilidade feminina podem prolongar a vida, aponta um estudo publicado no “Journal of Gerontology: Biological Sciences”, o qual refere que as mulheres que têm filhos após os 40 vivem mais anos.
O estudo, liderado pelo demógrafo Ken R. Smith, da Universidade de Utah, nos EUA, avaliou registos de quase dois milhões de pessoas. Os investigadores concluíram que, quando comparadas com as que não tiveram filhos depois dos 40, as mulheres que tiveram filhos aos 45 ou mais anos eram entre 14% a 17% menos propensas a morrer em qualquer ano após os 50 anos de idade.
A investigação também indicou que os irmãos dessas mulheres (mães tardias) também tendiam a viver mais (inclusive quando comparados com as respectivas mulheres).
No artigo publicado no sítio Eurekalert, os cientistas dizem não ter verificado, de facto, que os factores hereditários tenham maior peso que os factores ambientais, mas apontam vários outros estudos que indicam que os genes são responsáveis por até 25% das diferenças na longevidade.»
Fonte:Saúde na internet
Link:http://www.mni.pt/?key=680B3D50093A6A202E42140A321A2A5C0B683E0A7607517A6E5C7D
ALERT Life Sciences Computing, S.A.
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6/09/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
Qual o significado do choro do bebé?

«O choro de um bebé sempre foi uma preocupação e uma incógnita. Os pais não conseguem perceber as razões para o desconforto do recém-nascido e tentam entender se o choro é sinal de dor, fome ou sono.
A partir de agora a tarefa está facilitada. Existem cursos de formação que ensinam os pais a entenderem o significado do choro do bebé nos primeiros três meses de vida.
Cinco sons confundem os pais
Fome, sono, necessidade de arrotar, desconforto e dor são as cinco razões porque os bebés choram. A um ouvido destreinado estes sons parecem todos iguais...parecem mas não são.
Após dez anos de pesquisa o estudo de uma meso soprano australiana. Priscilla Dunstan mãe de um verdadeiro bebé chorão defende que o choro em conjunto com os reflexos corporais correspondem a determinadas necessidades.
Crianças mais calmas e felizes traduzem-se em pais mais confiantes porque sabem afinal que quando os seus bebes choram, estão simplesmente a comunicar uma necessidade.
Este sistema funciona desde o nascimento do bebé até por volta dos três meses e torna-se mais fácil compreender que o seu bebé lhe está a querer dizer porque chora e do que se queixa.
Depois de compreendido o choro podem evitar-se muitas noites mal dormidas e muitos momentos de stress, angústia e desespero.»
Fonte:IOL
Link:http://diario.iol.pt/sociedade/choro-bebe-curso-pais-tvi24/1067656-4071.html
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6/08/2009 02:23:00 da tarde
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Descobri este espaço da net...
numa das minhas pesquisas descobri este site da internet que pelo pouco que explorei me parece bem conseguido, convido-vos a visitar.
http://www.mni.pt/
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6/08/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 5 de junho de 2009
Novos produtos para a saúde do bebê

«De pulseiras especiais para identificar recém-nascidos à um laser que mede temperatura da papinha, veja os lançamentos que acabam de chegar ao Brasil
Thais Lazzeri
Os avanços científicos na área da saúde vão chegar até você, mesmo. Nesta terça (02 de junho), na 16º Feira Hospitalar, vão ser apresentados os lançamentos que podem melhorar ou trazer mais conforto para a vida da mãe e do bebê. Conheça aqui, em primeira mão, as novidades:
Pulseira de identificação de recém-nascido
Pulseiras à base de nylon que levam um código de barras para cada bebê podem acabar com a medicação incorreta em recém-nascidos - uma pesquisa publicada na revista Pediatrics em 2008 calculou que 1 em cada 15 bebês recebe medicação incorreta na maternidade.
Temperatura da papinha
Em menos de um segundo você vai descobrir a temperatura exata da papinha – sem precisar tocar. Basta apenas medir a temperatura da superfície com esse aparelho, que emite um sinal infravermelho
Faz aaah!!!
Você e seu filho provavelmente já passaram pela mesma situação: a hora de mostrar a garganta para o pediatra. “Faz aaah” é parte das consultas, mas o palitinho de madeira pode estar com os dias contados. Vai ser lançado um “abaixador” de língua anti-bacteriano, descartável, com aroma e sabor de de tutti-frutti
Fototerapia avançada
Ela vai reduzir o tempo do tratamento de icterícia neonatal – uma doença que deixa a pela dos recém-nascidos amarelada»
Fonte: Revista Crescer
Link: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI75474-15150,00-NOVOS+PRODUTOS+PARA+A+SAUDE+DO+BEBE.html
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6/05/2009 02:14:00 da tarde
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Associação Portuguesa de Fertilidade promove a 2ª Caminhada pela Fertilidade
No próximo dia 21 de Junho, a Associação Portuguesa de Fertilidade promove a 2ª Caminhada pela Fertilidade, no Parque da Cidade do Porto, assinalando o Dia Nacional da Fertilidade e o Mês Internacional da Fertilidade.
Esta iniciativa, com um percurso de 2km, tem por objectivo sensibilizar os cidadãos para os actuais problemas de fertilidade e visa promover a saúde reprodutiva em geral.
A todos os participantes será oferecido um Kit-Caminhada, distribuído no local da concentração, onde a APFertilidade manterá uma tenda fixa com actividades recreativas.
A participação na Caminhada é gratuita, mas exige uma inscrição, por razões logísticas.
Inscreva-se em http://www.apfertilidade.org/eventos/2009
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6/05/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Aproveite o Verão para celebrar o seu Bebé

Com a chegada do calor, queremos que todos os Pais gritem aos 7 ventos a chegada do seu Bebé. Lançamos por isso uma fantástica promoção:
1 T-shirt = 15% desconto
2 T-shirts = 20% desconto
Escolham os vossos modelos preferidos e contagiem todos à vossa volta com a boa disposição das T-shirts Barriguita.
E a promoção não fica por aqui! Quando a Mamã vier fazer a sua Barriguita, oferecemos-lhe um desconto de 20% na pintura!
Visitem já www.barriguita.com.pt e preparem o vosso Verão em grande!
* Promoção válida de 1 de Junho a 31 de Julho.
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6/04/2009 02:00:00 da tarde
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Bebês expostos ao fumo têm cinco vezes mais chance de morrerem sem causa aparente

«No próximo domingo, 31, é o Dia Mundial Sem Tabaco. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte que pode ser evitada no mundo, só perdendo para o tabagismo ativo e o alcoolismo. “Quando o tabagismo é associado ao alcoolismo os danos à saúde são maiores ainda. Na prática pode aumentar risco de câncer de boca, esôfago, estômago entre outros”, alerta o médico oncologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Dr. Antonio Cury.
O médico explica que essa associação também pode ser o motivo pelo qual muitos estabelecimentos comerciais, como bares e restaurantes, não têm um espaço reservado para não-fumantes, embora exista lei para isso. “O álcool está diretamente ligado ao cigarro, e me parece que não há interesse da indústria e do comércio em desfazer essa associação, porque ela é lucrativa”, aponta.
Segundo o INCA, o adulto passivo que convive com o fumante em ambiente fechado tem 30% mais chances de ter um câncer de pulmão e 24% mais risco de sofrer um infarto do miocárdio do que os não-fumantes que não estão expostos ao cigarro. Além disso, todo fumante passivo corre risco de ter irritação nos olhos, alergias e aumento de problemas cardíacos. “O fumante-passivo é vítima da situação e não tem como resolver se não houver conscientização sobre o problema”, enfatiza.
Em bebês os malefícios do fumo passivo são maiores: eles têm cinco vezes mais possibilidade de morrerem sem uma causa aparente, além de maior risco de doenças pulmonares até um ano de idade. Já as crianças têm maiores chance de pneumonia, bronquite e asma, resfriados e infecções de ouvido.
Além da possibilidade de doenças, o fumo-passivo dentro de casa acarreta um problema maior, o modelo que pode despertar o interesse dos filhos para o vício. “O exemplo é bastante grave: o adolescente vê o pai fumando e pela admiração pode começar a copiá-lo e o pai não terá autoridade para repreendê-lo”, considera.
O Dr. Antônio Cury lembra que o cigarro tem substâncias carcinogênicas, formadoras de câncer, que liberam e ativam neoplasias. “O tabagismo é um gatilho que libera toxinas para um câncer, seja ele qual for”, afirma.»
Fonte:Parashop
Link:http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?op=saude&id=20910
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6/04/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Música ajuda desenvolvimento de bebês prematuros

«De acordo com o estudo da Universidade de Alberta a música pode acalmar os bebês e os pais
UOL
Uma pesquisa canadense sugere que os hospitais que tocam música para bebês prematuros ajudam no desenvolvimento destas crianças.
De acordo com o estudo da Universidade de Alberta a música pode acalmar os bebês e os pais, além de acelerar o ganho de peso e diminuir o tempo de permanência no hospital.
A música também teria efeitos benéficos em outros aspectos fisiológicos como o batimento cardíaco e a taxa respiratória.
A equipe canadense analisou nove estudos e descobriu que a música também reduz a dor e estimula a alimentação oral.
"Existem provas preliminares que sugerem que a música pode ter efeitos benéficos em termos de parâmetros fisiológicos, estados de comportamento e redução da dor durante procedimentos médicos dolorosos", afirmaram o autor do estudo Manoj Kumar e sua equipe de pesquisadores.
"Mas, enquanto existem provas preliminares de alguns benefícios terapêuticos da música para indicações específicas, estes benefícios precisam ser confirmados em testes de alta qualidade."
Para o professor de obstetrícia Andrew Shennan, da organização de caridade britânica voltada para bebês Tommy, "as provas preliminares de que a música tocada para bebês prematurospode ter efeitos positivos no comportamento e na (redução da) dor émuito interessante."
"Nascimentos prematuros aumentaram nos últimos anos e continuam sendo um grande problema na Grã-Bretanha, algumas vezes resultando em problemas de saúde de longo prazo na vida da criança, incluindo paralisia cerebral, surdez, cegueira, problema pulmonar crônico, dificuldades de aprendizado e comportamento", afirmou.
"Apesar de mais pesquisas serem necessárias nesta área, o estudo mostra que existem formas simples e baratas de garantir benefícios para a saúde de bebês prematuros", acrescentou.
Existem uma série de fatores que podem aumentar o risco de nascimentos prematuros, incluindo mães fumantes, infecções no útero, gravidez de gêmeos ou trigêmeos.
A pesquisa foi publicada na revista especializada "Archives of Disease in Childhood". »
Fonte:Gazetaweb
Link:http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=177762
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6/03/2009 02:00:00 da tarde
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Gravidez exige cuidados especiais para rosto e corpo

«São Paulo, 28 (AE) - Durante a gravidez, as mulheres devem ter cuidado com a beleza. A hidratação é fundamental para prevenir estrias e o filtro solar tem de ser usado sempre para evitar manchas. De olho nelas, empresas de cosméticos desenvolveram linhas específicas, que têm aromas mais suaves - o olfato da grávida é seis vezes mais sensível que o de outras mulheres - e fórmulas seguras.
As estrias são as mais temidas. "Se a pele não estiver hidratada, as fibras elásticas arrebentam. A cicatriz pode melhorar, mas não desaparece", diz a dermatologista Silmara Cestari, que recomenda usar hidratante duas vezes ao dia - uma delas após o banho. Nas pernas, o creme deve ser passado em sentido ascendente. Na barriga, de forma circular, em sentido horário.
As alterações hormonais da gestação levam ao aparecimento de manchas, que são acentuadas pelo sol. Por isso é importante usar filtro solar. "Só se deve tratar as manchas após parar de amamentar. Todos os produtos usados para clarear a pele são contraindicados", alerta o dermatologista Cesar Cuono, de São Paulo.
E pintar ou alisar o cabelo, pode? "Pode, porém é preciso evitar produtos que contenham amônia e formol, que podem ser absorvidos, mesmo em pequena quantidade, e circular pelo sangue por meio do cordão umbilical, o que é nocivo para o desenvolvimento do bebê", diz Cuono.
O parto não é sinônimo de liberdade para usar todo e qualquer cosmético. "Enquanto estiver amamentando, é melhor usar linhas para gestantes", aconselha Silmara. »
Fonte:Abril
Link:http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/gravidez-exige-cuidados-especiais-rosto-corpo-401882.shtml
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6/03/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 2 de junho de 2009
O mundo da Grávida - Parque dos Poetas - 28 de Junho
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6/02/2009 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Eventos
Homens ganham peso durante a gravidez das parceiras

«Segundo pesquisa britânica, os papais entrevistados tiveram um aumento de peso significante.
Inglaterra - Uma pesquisa britânica diz que homens ganham em média 6,3 kg quando suas parceiras ficam grávidas.
O estudo, realizado pela empresa de marketing britânica, Onepoll, descobriu que os papais ganharam peso durante a gravidez das parceiras e tiveram 5 centímetros de aumento em suas cinturas.
Cerca de 25%, dos 5 mil entrevistados, afirmaram ter comprado novas roupas, de acordo com a BBC»
Fonte:Diário de Canoas
Link:http://www.diariodecanoas.com.br/site/noticias/geral,canal-8,ed-60,ct-214,cd-196468.htm
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6/02/2009 09:00:00 da manhã
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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Um em cada 500 bebês do R.Unido é toxicômano

«Londres, 31 mai (EFE).- Um em cada 500 bebês que nascem no Reino Unido é toxicômano por causa da dependência de sua mãe durante a gravidez, o que representa um aumento de 67% dos casos em relação há dez anos, segundo um relatório divulgado hoje.
Entre 2007 e 2008, 1.230 recém-nascidos sofreram sintomas relacionados com a síndrome de abstinência, como dificuldades para dormir, agitação e problemas para ser alimentados, derivados do consumo de entorpecentes por sua mãe.
Os números fazem parte de um relatório da Associação Britânica de Medicina Perinatal divulgado pelo diário "The Independent", que assegura que, de acordo com as pesquisas, os números são muito mais altos do que a estatística oficial reflete.
Segundo o jornal, a maioria desses bebês se recupera de maneira natural sem necessidade de medicação. Apenas uma minoria precisou ser tratada com pequenas doses de morfina para suavizar os efeitos da síndrome de abstinência que sofrem ao nascer.
O "Independent" explica que a síndrome só atinge filhos de mães que consumiram drogas como heroína e metadona durante a gravidez.
No entanto, os recém-nascidos que sofrem problemas derivados do consumo materno de cocaína, anfetaminas e maconha podem correr o risco de não ser incluídos nas estatísticas oficiais.
De acordo com os especialistas, este aumento reflete que cada vez são mais as grávidas que abusam das drogas e do álcool.
"Na metade dos anos 90, era difícil ver esse tipo de bebês, mas agora sempre há um nos hospitais que está com a síndrome de abstinência. Este número seguirá aumentando, porque seguem aumentando os índices de dependência", disse o professor David Field, presidente da Associação de Medicina Perinatal.
Field lembrou que não é apenas o uso de uma droga em particular o responsável por esse grave dano aos recém-nascidos, que sofrem frequentemente de más-formações e problemas de desenvolvimento. EFE fpb/rr »
Fonte:Último segundo
Link:http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/05/31/um+em+cada+500+bebes+do+runido+e+toxicomano+6450936.html
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6/01/2009 02:00:00 da tarde
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Alimentação e exercícios ajudam recuperar a forma após gravidez

«Voltar à antiga forma depois de dar à luz é menos complicado do que pode parecer. Após as primeiras semanas, e com o consentimento do médico, a mulher já pode retomar a parte de suas atividades.
Segundo o ginecologista e obstetra Maurício Simões Abrão, professor da Universidade de São Paulo (USP), nos primeiros sete dias após o nascimento do bebê, a ordem geral é repousar, principalmente as que se submeteram a uma cesariana. A partir daí, a mulher pode se movimentar no ambiente doméstico. “Após esse período, a mãe já pode voltar a dirigir e fazer caminhadas mais leves.”
Atividades físicas normais só são liberadas depois de 30 (parto normal) ou 40 dias (operação cesárea). No entanto, Abrão adverte que os exercícios devem ser realizados com muita cautela para não diminuir a produção de leite. Do ponto de vista físico, a recuperação é mais lenta nos casos de cesariana. “Logo nos primeiros dias, as mulheres que tiveram um parto normal com episiotomia (cortes no períneo para facilitar a expulsão do bebê) têm uma sensibilidade maior nessa região, o que dura apenas alguns dias; já na cesariana, a sensibilidade na região do corte e as dores abdominais persistem por mais tempo”, diz o médico.
A coordenadora de natação da academia Competition, Alessandra Toassa, indica exercícios físicos sem impactos. Além de hidroginástica, caminhadas e alongamento também são recomendados. “Mesmo quem tem uma condição física melhor necessita retomar as atividades com bastante cuidado, de forma moderada, pois o corpo ainda está sob o efeito de hormônios. Há uma maior frouxidão nos ligamentos e uma perda de força muscular”, adverte.
Exercícios
Quanto à alimentação, enquanto a mãe está amamentando não deve abolir o consumo de carboidratos. “É importante manter uma alimentação saudável, composta de frutas e vegetais, para fornecer vitaminas, minerais, fibras e água ao organismo”, diz a nutricionista Beatriz Botequio. São recomendados carnes e laticínios magros, carboidratos na versão integral, gorduras saudáveis (azeite e castanhas) e muita água. Se a mãe retorna aos exercícios físicos, cada vez que ela se exercitar, deve esperar uma hora para amamentar, segundo Eneida Bittar, enfermeira e educadora em aleitamento materno pela Universidade de Los Angeles, na Califórnia. Isso porque o ácido lático, liberado durante a prática, altera o sabor do leite, que fica mais ácido.
AE »
Fonte:Último segundo
Link:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/05/26/alimentacao+e+exercicios+ajudam+recuperar+a+forma+apos+gravidez+6347910.html
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6/01/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 29 de maio de 2009
Passatempo do mês de Junho
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5/29/2009 06:17:00 da tarde
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Marcadores: Passatempo
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Peço desculpa aos vencedores do Passatempo de Abril

Boa noite,
tenho tido uns dias muito complicados profissionalmente e pessoalmente.
E como devem compreender apesar de me dar muito gozo o trabalho que desenvolvo com o blog não posso deixar de parte as minhas obrigações profissionais que me têm obrigado a ausências e a noites complicadas ... muito menos às familiares, o meu filho tem andado doente ... otites atrás de otites ...
Encontro-me a passar um mau bocado por ter perdido alguém que era muito querido, o meu avô.
Pessoa a quem devo grande parte do que sou e quero manter e passar ao meu filho.
No meio destas tempestades preparei o mail com os resultados de Abril, e julgava ter enviado para a editora, mas tinha ficado nos rascunhos ... pelo que peço desculpa aos leitores.
Enviei hoje mesmo para a editora os resultados.
Paulo Pires
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5/25/2009 11:31:00 da tarde
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Marcadores: Editorial
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Bebês ainda dentro do útero podem sonhar?
Um time de neurocientistas da Friedrich Schiller University, na Alemanha, afirmam ter descoberto que fetos de ovelhas podem entrar em um estado muito similar ao que ficamos quando sonhamos. O estudo promete, além de decifrar os mistérios dos sonhos intra-uterinos, analisar melhor o desenvolvimento do cérebro de uma pessoa, e identificar períodos vulneráveis.
Medir diretamente a atividade cerebral de um feto humano enquanto ele está no útero é impossível. O que sabemos sobre os hábitos de sono em uma idade tão pequena vem de observações sobre os movimentos dos olhos dos bebês.
É sabido que o cérebro oscila entre o ciclo REM (no qual o cérebro ainda está parcialmente consciente) e o ciclo não-REM (no qual o cérebro já está com os sistemas praticamente desligados e o cérebro descansa).
Alguns cientistas tentaram medir as atividades cerebrais de bebês prematuros, que haviam acabado de nascer. Mas, de acordo com os autores desta última pesquisa, os resultados destes procedimentos são cheios de falhas. Os neurologistas que estudavam esse campo não sabiam se os bebês desenvolvem sutilmente a capacidade de sonhar ou se ela simplesmente aparece, um dia.
Para preencher essa lacuna, Karin Schwab, que conduziu as pesquisas, estudou fetos de ovelha (em teoria, similares aos fetos humanos na maneira de desenvolvimento). Ela descobriu que os ciclos de sono desses fetos duram entre 5 a 10 minutos e ficam oscilando constantemente. Eles também mudam, lentamente, enquanto o feto cresce.
A pesquisadora também descobriu que os neurônios, que controlam o sono, são desenvolvidos e ficam maduros muito antes de que o cérebro esteja suficientemente desenvolvido para ter um sono do tipo REM.
Um melhor entendimento da maneira com que o cérebro se desenvolve pode indicar que um determinado bebê está propenso a desenvolver uma doença neurológica posteriormente. [Sciencetific Blogging]"
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5/15/2009 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Bebé
Acabe com alguns mitos da maternidade
Redação Terra"
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5/15/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 14 de maio de 2009
Refluxo gástrico em bebês
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5/14/2009 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Bebé
Sobre dizer "não" aos filhos
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5/14/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Transportes: Crianças ainda viajam "na bagageira" e "ao colo", revela estudo da Ordem dos Enfermeiros
As conclusões resultam de uma campanha nacional que a Ordem dos Enfermeiros realizou em 2008, a propósito do Dia Internacional da Criança, cujos resultados foram agora ultimados.
A acção foi desenvolvida pela Comissão de Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica (CEESIP) da Ordem dos Enfermeiros e visou avaliar o transporte rodoviário seguro de crianças, contando para o efeito com dez Operações Stop, envolvendo 729 participantes.
Os autores do estudo verificaram que 79,8 por cento das crianças viajavam com Sistema de Retenção para Crianças (SRC). Das que não usavam sistema de retenção, a maioria viajava "à solta" no automóvel (74,6 por cento), "ao colo" (8,4 por cento), ou noutras situações de insegurança, como "na bagageira", o que permite prever "o risco acrescido, perante uma travagem ou colisão".
A investigação verificou que 71 por cento das crianças utilizava o SRC de "uma forma adequada".
Entre os erros encontrados na utilização do sistema de retenção, a Ordem dos Enfermeiros destaca o "viajar à frente sem cinto" (20,9 por cento), "arnês mal colocado" (20,4 por cento), utilização do "SRC não adequado à idade" (19,1 por cento), utilização "incorrecta do cinto de segurança" (14,9 por cento), "indevidamente virado para a frente" (5,9 por cento), "cadeira mal colocada" (4,7 por cento) e "sem apoio de cabeça" (4,1 por cento).
Os autores do estudo identificaram que, por regiões, é em Vila Real que a utilização do SRC é mais adequado (93,8 por cento), seguido da cidade da Horta (92,3 por cento), Coimbra (87 por cento), Lisboa (76,9 por cento), Angra do Heroísmo (66,2 por cento), Funchal e Ponta Delgada (63 por cento) e no Porto e em Faro (61,5 por cento).
A Ordem dos Enfermeiros está preocupada com a situação, que pretende minimizar. Para tal, defende o desenvolvimento de competências neste âmbito, "para participar de forma mais adequada junto das famílias, desde a gravidez, com ênfase nos primeiros dias/meses de vida da criança, intervindo na escola e na comunidade".
"É nossa função contribuir para modificar padrões de conduta culturalmente reforçados por hábitos do quotidiano doméstico", afirma a Ordem dos Enfermeiros, que vai divulgar os resultados desta acção nacional na terça-feira, Dia Internacional do Enfermeiro.
O lema deste ano da efeméride é "servir a comunidade e garantir qualidade: os enfermeiros na vanguarda da inovação nos cuidados".
Pretende esta Ordem "chamar a atenção para formas diferentes de prestar cuidados de enfermagem com o intuito de obter mais ganhos em saúde e responder melhor - muitas vezes de uma forma mais humanizada e personalizada - às necessidades de saúde das populações (incluindo também a prevenção da doença e promoção da saúde)".
SMM.
Lusa/Fim"
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5/13/2009 02:00:00 da tarde
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Como manter-se bela durante a gestação
O médico Valcinir Bedin dá diversas dicas para prevenir estes danos. Confere só:
> Hidratação é fundamental para manter o tônus e a qualidade da pele, e para prevenir as agressões típicas da fase, como as estrias. A aplicação de um hidratante de boa qualidade duas vezes ao dia é essencial.
> O sol é vilão, mas também é mocinho. Ele ajuda a transformar a vitamina D no corpo, então a grávida deve se expôr começo da manhã e no final da tarde. Mais do que isso, o sol só vai prejudicar a pele, causando manchas acastanhadas no rosto, chamadas de cloasma gravídico. Aplique um protetor solar pela manhã e à tarde.
> Os hormônios mudam durante a gravidez e a pele quase sempre melhora. Mantê-la sempre limpa, com os poros desobstruídos, é essencial. Aplicar uma vez por semana um produto levemente abrasivo (scrub ou esfoliante) ajuda a prevenir a acne.
> Durante a gestação, a fase de crescimento dos cabelos se prolonga, e a de queda diminui. Quatro meses após o parto, tudo volta ao normal. Os cabelos que ficaram mais tempo na cabeça caem, dando uma sensação maior de queda, chamada de eflúvio telógeno pós-parto.
> Boa notícia: os fios podem ser tingidos normalmente. No passado, as tinturas eram feitas com metais pesados, como chumbo, o que fazia com que os médicos as proibissem. Hoje isso não ocorre mais. Recomenda-se, porém, cuidado redobrado com reações alérgicas.
> É normal que diminua a oleosidade dos cabelos, já que esta é estimulada pelos hormônios masculinos, quase ausentes nesse período. Caso a oleosidade aumente, é melhor falar com o médico.
> A queda de cabelo na gestante pode ocorrer por falta de nutrientes. O ideal é manter a dieta equilibrada para não deixar faltar nada que o corpo precise.
> Evite produtos que contenham qualquer tipo de ácidos ou que alterem a circulação sanguínea. Os ativos mais indicados são os derivados das vitaminas e sais minerais, bem como os aminoácidos.
> Limpeza de pele a cada três meses, com descamação suave (peelings superficiais) é recomedada. A drenagem linfática deve ser feita de forma manual
> Logo após o parto, os danos como flacidez, estrias ou gordura localizada podem ser combatidos de forma mais intensiva...."
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5/13/2009 09:00:00 da manhã
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Dicas para as babás se acostumarem com os bebês
Feito isso, Jorge Huberman, neonatologista e pediatra do Hospital Albert Einstein, explica que logo no primeiro encontro, babá e a criança devem se conhecer gradualmente. De início segure o bebê no colo enquanto conversa com a babá. “Procure perceber se o bebê se sente à vontade na presença dela, mas não deixe que durante esta etapa a babá tente brincar com ele”, indica. Até esperar que ele olhe para ela ou então comece a brincar sozinha sem mostrar preocupação.
Conforme o pediatra, o ideal é que no início o bebê fique algumas horas com a mãe e a profissional, ou pelo menos duas horas antes de sair de casa. “Deixe que a babá converse com o bebê enquanto ele ainda estiver no seu colo. Não permita ainda que ela se aproxime dele ou tente tocá-lo. Se o bebê demonstrar que está se sentindo à vontade durante a sua conversa com a babá, coloque-o no chão e dê a ele o brinquedo favorito, ainda afastado da babá. Convide-a então para lentamente se aproximar e começar a brincar com o mesmo brinquedo. Se você notar que o bebê está gostando da presença dela, pode começar a se afastar gradualmente”.
Veja os próximos passos que Jorge Huberman indica:
- Lembre-se: para que o bebê se acostume com a babá é necessário dar um tempo para que ele se habitue à profissional, possa reagir a ela e criar algum laço enquanto você ainda está no mesmo ambiente.
O mais importante é observar se a babá gosta de preparar os alimentos do bebê e tem prazer em acompanhar o seu ritmo. Ela deve ser criativa e divertida, ou seja, brinca como bebê, conversa com ele de forma amorosa, tem paciência e não fica desesperada quando a criança chora pela mãe. E claro, use também a famosa intuição de mãe."
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5/12/2009 02:00:00 da tarde
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Pulseira traduz choro do bebé
Um produto idealizado nos EUA pela designer Hansook Lee, pode causar alívio aos pais e mães que não entendem o motivo do choro de seus bebés. Um sensor colocado dentro da almofada do bebé analisa o choro da criança e transmite a causa para a pulseira usada pelos pais.
Ainda não está disponível no mercado mas promete ajudar especialmente os pais inexperientes.
O «Baby says» alerta assim para o motivo do choro, podendo ser definido em seis palavras, nas pulseiras usadas pelos pais, como sono, fome, fralda, tédio, doença ou stress.
De acordo com a inventora, «o choro dos bebés tem um padrão que indica as suas necessidades. Ao segui-lo, o Baby says traduz a linguagem da criança para a dos adultos»."
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5/12/2009 09:00:00 da manhã
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sexta-feira, 8 de maio de 2009
Nova lei da parentalidade entra "hoje" em vigor
«As novas regras de licença de parentalidade que reclamam dos homens uma maior participação no acompanhamento dos filhos entram hoje em vigor, substituindo assim as de paternidade e de maternidade.
Em quatro anos, apenas 1.793 homens pediram licença de paternidade para substituir a mãe nos cuidados à criança após o nascimento.
Em 2004, os serviços de Segurança Social pagaram subsídio de paternidade a 391 homens, no ano seguinte este número aumentou para 413 e em 2006 passou para 438.
O número de subsídios de maternidade é muito superior: entre 2004 e 2007 foram concedidos 301.903 subsídios.
Com estas novas regras há um aumento da licença parental para seis meses, subsidiado com 83 por cento do salário bruto, mas que atingirá 100 cento se a licença for de cinco meses partilhada por pai e mãe.
O subsídio por maternidade, paternidade e adopção apenas previam o pagamento de 120 dias a 100 por cento ou 150 dias a 80 por cento.
A 12 de Fevereiro, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, afirmou que, logo que o diploma fosse publicado em Diário da República, teriam direito aos novos benefícios da licença de parentalidade não apenas os novos casos de nascimento, mas também os casais que nesse momento já se encontrarem em período de usufruto de licença de parentilidade.
O diploma prevê também a criação de um subsídio parental alargado, permitindo um prolongamento da ausência do trabalho dos progenitores (pai ou mãe) por mais três meses ou mesmo seis meses se houver partilha da licença entre pai e mãe.
Outro ponto de mudança é a equiparação da adopção às licenças de parentalidade, assim como o reforço dos direitos dos avós.
Um outro diploma do Ministério das Finanças transpõe este conjunto de normas para os trabalhadores da Administração Pública em situação de convergência nos regimes de protecção social.
Diário Digital / Lusa »
Fonte:Diário Digital
Lusa:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=385642
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5/08/2009 02:00:00 da tarde
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"Quero Ser Mãe" celebra as 300 mil portuguesas que sofrem de infertilidade

« Por Ana Maria Henriques
Para celebrar o Dia da Mãe, a Associação Portuguesa de Fertilidade lança projecto online "Quero Ser Mãe", dirigido às mulheres portuguesas que ainda não têm filhos.
No Dia da Mãe, a Associação Portuguesa de Fertilidade (APF) aposta no lançamento do "Quero Ser Mãe", um projecto voltado para as mulheres portuguesas que não são mães por ainda não terem conseguido engravidar.
O projecto, que assume a forma de uma página web, pretende dar voz às cerca de 300 mil mulheres portuguesas que sofrem de infertilidade. Nesta que pretende ser "a maior sondagem online dirigida a futuras mães", a pergunta na qual a APF aposta para aferir o estado da infertilidade em Portugal é: "O que dirá ao seu filho quando o vir pela primeira vez?".
A vice-presidente da APF, Filomena Gonçalves, destaca o papel da associação na "sensibilização da população em geral para os problemas da fertilidade", bem como no diagnóstico. O objectivo passa por querer "saber um pouco o percurso dos doentes e das pessoas que respondem a este questionário", para que a APF possa "actuar sobre a problemática", conta ao JPN.
"Nós sabemos que, muitas vezes, o diagnóstico é tardio, e é importante que estes doentes sejam seguidos de uma forma mais célere", para que consigam ser mães e pais, realça Filomena Gonçalves. Em Portugal, a infertilidade atinge entre a 15 a 20% da população em idade reprodutiva, o que corresponde a cerca de 290 mil casais.
"Quero Ser Pai" excedeu as expectativas
A 19 de Março, a APF lançou o site "Quero Ser Pai", dirigido aos homens portugueses que também sofrem de problemas de infertilidade. Filomena Gonçalves confessa que as "expectativas relativamente às visitas do site foram excedidas", já que o número de visitas ao site foi "bom", com "cerca de 1200 questionários completamente preenchidos".
Ao JPN, a vice-presidente da associação adiantou que existe "uma acção especial preparada para o Dia da Criança", bem como uma "caminhada e um mega encontro de doentes no Porto", a acontecer a 12 de Junho, no Dia da Fertilidade. O propósito destas acções de sensibilização e informação é "alertar para os problemas de fertilidade".»
Fonte:JPN
Link:http://jpn.icicom.up.pt/2009/05/03/quero_ser_mae_celebra_as_300_mil_portuguesas_que_sofrem_de_infertilidade_.html
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5/08/2009 09:00:00 da manhã
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
Bebês - Truques do tempo da vovó

«Antigamente, os métodos utilizados para cuidar de um bebê eram bem diferentes dos atuais. Se antes as mulheres tinham apenas os truques caseiros para suprir as necessidades dos filhos, hoje os tempos são outros, cheios de novas técnicas e produtos.
Mas mesmo assim, a sabedoria das avós ainda continua funcionando.
“Existem alguns truques bem simples e muito úteis para cuidar dos bebês”, conta a educadora perinatal Silvia Picchi, do espaço Mamãe da Hora, em São Paulo. Ela costuma ensinar dicas infalíveis para alguns dos problemas que mais incomodam o bem-estar dos pequenos. “Enrolar a criança como um charutinho, em um cueiro, é muito bom para acalmá-la”, diz. Segundo Silvia, essa técnica proporciona para os bebês a sensação que tinham quando estavam no útero.
Outro jeito de acalmar a criança é sussurrar no ouvido. “O barulho é similar ao som do sangue correndo nas veias da mãe. Se fizer esse truque, ele será o bebê mais feliz do mundo”, ressalta Silvia.
Um dos problemas mais comuns que costuma atormentar os pequeninos é a cólica. Para esse mal, Silvia tem a solução. “Um truque que sempre ajuda é massagear a barriguinha da criança”, ensina. Colocar uma bolsa térmica, específica para bebês, também alivia a dor.
Na opinião de Silvia, hoje existe um consenso entre as técnicas que vem do tempo da vovó e as orientações dos pediatras. “Ambas visam o bem-estar do bebê”, afirma. Mas a época da vovó também carrega alguns mitos que devem ser abolidos, como substituir o leite materno por leite de lata. “Em outras épocas, as mulheres acreditavam que o de lata era mais nutritivo que o materno e não amamentavam os filhos”, conta.
Outra mania muito comum das avós é ter um chá para cada tipo de enfermidade dos netos. “Até os seis meses, as crianças devem ser amamentadas exclusivamente com leite-materno”, ressalta Silvia. Colocar açúcar na chupeta também é uma popular técnica de tempos anteriores - e que deve desaparecer. “Deixar a chupeta açucarada, além de prejudicar os futuros dentes, atrapalha a amamentação”, declara.
Alguns truques da vovó se perpetuaram e auxiliam as mães até hoje. Outros, não têm mais tanta utilidade. No meio disso, o principal truque que deve ser passado de mãe para filha é o de zelar pelo bem estar da próxima geração.
Por Cínthya Dávila (MBPress)»
Fonte:Vila Mulher
Link:http://vilamulher.terra.com.br/mae-filhos-familia/materia/bebes/96-bebes--truques-do-tempo-da-vovo.html
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5/07/2009 02:00:00 da tarde
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Formação e desenvolvimento do bebê

«O que acontece quando a tireóide da mãe não funciona bem?
Até a 12ª semana de vida, os bebês são totalmente dependentes dos hormônios tireoideanos de suas mães. Durante todo o primeiro trimestre da gestação, eles recebem esse patrimônio hormonal valioso através da placenta, garantindo o substrato indispensável para seu desenvolvimento, principalmente neurológico. “O hormônio da tireóide têm um papel importante na concepção, na manutenção de uma gestação saudável e no desenvolvimento fetal. Quando a mulher não produz esse hormônio em quantidade suficiente, nem faz a reposição hormonal adequada à sua deficiência, inicialmente ela tem dificuldade de engravidar e, quando engravida, ela tem risco de não conseguir levar essa gestação a termo. Hoje, sabemos também que as crianças nascidas de mães com hipotireoidismo, mesmo leve e não tratado adequadamente, podem nascer com problemas no desenvolvimento neurológico em graus variáveis”, diz a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.
O hipotireoidismo materno e seus potenciais efeitos deletérios
Recentemente, pudemos constatar como são deletérias, para os bebês, as pequenas deficiências maternas de hormônio tireoideano, mesmo aquelas que, de tão sutis, passam despercebidas pelas gestantes e seus médicos. Este fato foi constatado em estudos recentes que acompanharam a evolução de crianças nascidas de mães, que até a 12ª semana de gestação, apresentavam níveis discretamente menores de hormônios tireoideanos, ou seja, apresentavam hipotireoidismo sub-clínico, completamente assintomático. “Essas crianças exibiram escores inferiores em testes que avaliaram inteligência, linguagem, habilidade para leitura, atenção e performance escolares. As pesquisas concluíram que o hipotireoidismo materno não tratado, mesmo aquele sem sintomas, aumenta o risco de alteração no desenvolvimento psicomotor das crianças em quase 6 vezes”, informa a médica.
Mudanças hormonais tireoideanas normais na gestação
Não é fácil o diagnóstico das doenças tireoideanas maternas, quando elas são iniciais ou de pequena intensidade. “Essa confusão vem do fato de que, durante a gestação, há aumento do volume da glândula tireóide, acompanhado de alterações fisiológicas na função tireoideana materna, ou seja, alterações relacionadas ao estado gestacional e que não significam doença”, explica a endocrinologista.
Há, por exemplo, um aumento na dosagem dos hormônios tireoideanos maternos relacionado ao aumento das proteínas que se ligam a esses hormônios. Nesses casos, os hormônios tireoideanos, aparentemente em excesso, circulam ligados a essas proteínas e, dessa forma, não exercem efeito de excesso de hormonal na gestante, embora as dosagens hormonais comuns possam confundir o médico assistente. “Nesses casos, não há doença, nem risco materno-fetal, uma vez que não há ação hormonal excessiva. Trata-se apenas de alterações transitórias nos exames, não revelando doença tireoideana nessa gestante e não havendo necessidade de tratamento”, diz a diretora do Citen.
Reposição hormonal da gestante com hipotireoidismo
A elevada incidência do hipotireoidismo em mulheres em idade fértil levanta outra questão pertinente: haveria algum efeito deletério para os bebês, se as mães utilizassem hormônio tireoideano durante a gestação? “Aparentemente os riscos da falta desses hormônios para a saúde materno-fetal são muito mais graves e previsíveis do que a utilização do hormônio tireoideano durante a gestação. Apesar disso, alguns trabalhos científicos têm revelado um grau maior de intercorrências obstétricas e fetais em gestantes que utilizam esse tratamento de reposição hormonal”, explica Ellen Paiva.
Para entender o papel do hormônio tireoideano exógeno em gestantes e seus conceptos, foi realizado, recentemente, um grande estudo que acompanhou 10.000 grávidas que faziam uso de hormônios tireoideanos para tratamento de hipotireoidismo. “Comparadas com um grupo controle de grávidas, que não tinham hipotireoidismo e, portanto, não faziam uso de hormônios tireoideanos, aquelas que usaram o hormônio apresentaram mais casos de pré-eclâmpsia, diabetes gestacional, maiores índices de cesareanas, doença tireoideana fetal relacionada ao excesso de hormônio tireoideano, prematuridade e malformações congênitas fetais. Não houve aumento dos casos de crianças com baixo peso ao nascer e aqueles bebês, frutos de gestações expostas à suplementação de hormônios tireoideanos, foram afetados em graus muito discretos”, conta a médica.
Esses resultados revelam a dificuldade de controlar os níveis hormonais das mães com hipotireoidismo e reforçam a necessidade de que todas as gestantes com deficiência de hormônio tireoideano devem contar com acompanhamento endocrinológico durante a gestação, para que a reposição hormonal seja realizada de forma ajustada à deficiência de cada uma, evitando-se as doses excessivas, que deixam as gestantes em um estado metabólico de hipertireoidismo, ou as sub-dosagens, que deixam essas gestações à mercê do risco do hipotireoidismo sub-tratado.
“Não existe uma dose hormonal indicada relacionada ao peso ou à idade gestacional. As doses são individualizadas para cada gestante e são monitoradas com as dosagens laboratoriais pertinentes. Somente com o acompanhamento e controle, conseguimos manter um ambiente hormonal e metabólico adequado e favorável ao bom desenvolvimento fetal”, defende a endocrinologista Ellen Paiva. Preventivamente, o ideal é que gestantes com hipotireoidismo sejam avaliadas a cada três meses, para que se possa fazer as correções necessárias em suas dosagens hormonais e assegurar a elas e seus bebês que tudo correrá bem para ambos.
Márcia Wirth»
Fonte:adjork
Link:http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=191543
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Paulo Pires
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5/07/2009 09:00:00 da manhã
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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Dia das Mães x Infertilidade

«O desafio de não deixar o sonho morrer
Enfim, maio... E percebemos novamente o tom melancólico no discurso das mulheres que “batalharam” pelo objetivo de ter um filho: “Mais um Dia das Mães chega e o bebê não veio!”. Em meio aos muitos pensamentos, questionamentos também surgem: “Quando ele virá ?” ; “O que acontece comigo que não engravido?”; “Será que engravidarei um dia ?”; “E se isso não ocorrer ?”.
Essas são algumas das perguntas sem respostas que as mulheres que lidam com essa dificuldade se fazem repetidamente. Percebemos pela prática clínica, que quanto maior o tempo de infertilidade, menores as esperanças de ver o sonho realizado um dia. É como se o sonho da maternidade fosse ficando cada vez mais distante, ao perceberem que tanto tempo se passou e nada ocorreu.
A vivência de frustração e tristeza provocada pela infertilidade costuma se intensificar nessa época e, em decorrência desses sentimentos, percebemos uma tendência a um certo negativismo, prevalecendo o pensamento de que nada dará certo.
A infertilidade fragiliza a mulher, mexendo com sua auto-estima e fazendo com que ela acredite que não é capaz de ser mãe, em função dos diversos “nãos” de cada mês. Desta forma, a crença interna nesta incapacidade de gerar pode dificultar ainda mais a gravidez, uma vez que esta mulher escreve no seu psiquismo um “não”, no lugar de um “sim”, para o filho. Um exemplo claro do que é dizer “sim” para si mesma são as gravidezes que ocorrem de forma espontânea, depois da conquista do primeiro bebê, após várias tentativas de tratamento, ou após a adoção.
Assim, acreditamos que um dos grandes desafios para a mulher que apresenta dificuldades para engravidar é continuar acreditando que ela pode ser mãe, seja pela via natural ou através de outros caminhos que ela siga para chegar ao seu objetivo.
O trabalho interno, visando melhorar a auto-estima, ajuda no enfrentamento desse processo, pois é preciso valorizar as conquistas já obtidas na vida, enquanto se espera pelo filho. Ao se dar conta de tudo o que já realizou, a mulher pode construir uma auto-imagem de pessoa mais forte e que pode lidar com dificuldades.
Casais que vivenciam muitos anos de infertilidade até a chegada do filho precisam, para se manterem estruturados, de outras fontes de investimentos (trabalho, cursos, negócios, lazer), de onde possam colher resultados, enquanto o bebê não vem. Para muitos, a religiosidade, a fé e a troca de experiências com pessoas que vivenciam um problema semelhante ajudam a manter a crença interna de que o filho, em algum momento, será um sonho tangível.
Enquanto o seu Dia das Mães não chega, é preciso cultivar a esperança, pois ela é o elemento que impulsiona a realização do sonho.
Por Luciana Leis. A autora é psicóloga, especializada no atendimento a casais que enfrentam problemas de fertilidade.
Márcia Wirth»
Fonte:adjorisc
Link:http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=191961
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Paulo Pires
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5/06/2009 02:00:00 da tarde
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Marcadores: Fertilidade, Noticias
Entenda a importância do cálcio para a gestante

«Aretha Yarak
Imagine você grávida pela primeira vez. No minuto seguinte ao anúncio em família, chovem parentes com palpites e conselhos - além daqueles tradicionais mitos. Entre a enxurrada de dicas de avós e tias, sobra sempre para a máxima: a mulher tem de comer por dois (ou três, em casos de gêmeos), e muito. Sem passar vontades. E lá vai você comprar um balde de suplementos alimentares, ricos em vitaminas e sais minerais. Dentro desse amonte de substâncias que seu médico pode vir a indicar, um vem se destacando e ganhando até audiência no Ministério Público Federal: o cálcio.
Apesar de não ser a prioridade no receituário (lugar ocupado pelo ferro), o cálcio é importante tanto para a formação do feto, como para a saúde da gestante."O ambiente hormonal da gravidez aumenta a perda de cálcio pela urina", comenta Paulo Bianchi, obstetra colaborador do Centro de Reprodução Governador Mario Covas do Hospital das Clínicas da USP.
É necessário, então, combinar uma alimentação rica em derivados do leite e até mesmo de vegetais com folhas verde escuras, como o brócolis e espinafre. "Mas deixe sempre para ingerir iogurtes e queijos no café da manhã e no lanche da tarde, e não nas grandes refeições", orienta Marisa Chiconelli Bailer, nutricionista do Hospital Santa Catarina.
É que, ao contrário, o cálcio entra em combate com o ferro (provindo das carnes, principalmente) no funil de quem é absorvido e de quem será excretado pelo corpo. Vitorioso, ele manda pela urina uma quantidade enorme de ferro - um dos minerais mais importantes na gestação. "Na gravidez, há o aumento do volume de sangue da mulher em 50%, a produção de sangue para o bebê e a medula óssea. Por isso, o ferro é extremamente importante e deve ser suplementado", explica Bianchi.
Segundo o médico, uma alimentação equilibrada, que contenha até três porções de derivados do leite por dia (ou 300mg/dia) podem suprir as necessidades de cálcio da gestante. Assim, para manter os níveis do mineral balanceados, basta que se tome três copos de leite ao dia - que podem ser substituidos por iogurtes, queijos e até mesmo por três colheres de sopa de requeijão. "Os vegetais de folha verde escura também contêm cálcio, mas, por serem de origem vegetal, têm uma absorção diferente e mais demorada. O ideal é que se priorize mesmo os derivados do leite", alerta Marisa.
Vale ainda a dica: alguns alimentos ajudam na absorção do cálcio e, quando consumidos juntos, podem dar uma ajudinha ao seu organismo. "A vitamina C e D ajudam na fixação do mineral, e elas podem ser encontradas em frutas como laranja, limão, acerola e jaca", explica a ginecologista Albertina Duarte Takiuti.
De acordo com a médica, uma vida sedentária e o estresse, associados ao abuso do fumo, do chocolate, do café e dos carboidratos podem ir de encontro a uma boa absorção do cálcio. O importante, portanto, é levar uma vida regrada e uma alimentação saudável.
A ausência do cálcio
Importante na transmissão dos impulsos nervosos, o cálcio é ainda fundamental na formação óssea e na contração muscular do feto. Portanto, a ausência do mineral, que se torna mais severa em casos de doenças na tireóide da mulher, deve ser suplementada para que não haja problemas na formação do embrião.
Mas não é somente no período da gravidez que a preocupação com o cálcio deve ser priorizada. Durante a amamentação, esse mineral entra na formação do leite materno, e é repassado como uma suplementação pós-nascimento ao bebê.
Já para a mulher, uma dieta pobre em cálcio pode trazer problemas posteriores ao nascimento do bebê, e a longo prazo. "Sem a ingestão adequada de cálcio durante, e fora, da gravidez, a mulher abre as portas para ter problemas de osteoporose", explica o obstetra Paulo Bianchi.
Casos de aumento da pressão arterial e de parto prematuro são normalmente associados à falta do mineral no organismo da futura mamãe. Mas, segundo Bianchi, esses problemas acontecem apenas em casos de doenças que têm como pano de fundo problemas na tireóide. Nesses casos, a mulher pode sentir tontura, náusea, fraqueza muscular e cansaço.
Redação Terra»
Fonte: Terra
Link:http://saude.terra.com.br/interna/0,,OI3738969-EI1497,00-Entenda+a+importancia+do+calcio+para+a+gestante.html
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Paulo Pires
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5/06/2009 09:00:00 da manhã
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