
«A síndrome dos ovários policísticos é bastante freqüente e acomete 6% a 10% das mulheres em idade reprodutiva. A síndrome se caracteriza por irregularidade menstrual (geralmente ciclos com intervalos superiores a 35 dias entre um e outro), dificuldade para engravidar, presença de pequenos cistos nos ovários e problemas de pele (espinhas, queda de cabelo ou aumento de pêlos no rosto e na barriga). Além disso, é relatada associação da síndrome com diabetes, distúrbios do colesterol e pressão alta, alterações estas que se agravam nas mulheres obesas.
"A síndrome dos ovários policísticos se relaciona a um estado de resistência à ação da insulina, que por sua vez promove diabetes, redução do HDL-colesterol (colesterol bom), aumento de triglicérides e hipertensão arterial", explica Cristiano Roberto Grimaldi Barcellos, endocrinologista do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos.
Até o momento, a causa da síndrome dos ovários policísticos não foi totalmente esclarecida. Parece haver influência genética e do excesso de peso. Segundo o especialista, tratar os ovários policísticos ainda na adolescência pode evitar futuras complicações. "Mulheres com a síndrome estão mais predispostas a desenvolver doenças metabólicas. Por isso é necessário pesquisá-las nas pacientes jovens que apresentam diabetes ou hipertensão", alerta Barcellos.
Os problemas psicológicos também são apontados como inconvenientes da doença, sobretudo entre as adolescentes, em razão do aumento da acne e dos pêlos no rosto e na barriga. Além disso, cerca de 70% das pacientes apresentam sobrepeso ou obesidade, as quais também se associam a distúrbios psicológicos. O diagnóstico para identificar a síndrome é baseado em características clínicas e laboratoriais. Imagens ultra-sonográficas podem detectar a os microcistos ovarianos, uma das características da síndrome.
Entre as portadoras de sobrepeso e obesidade, o tratamento consiste basicamente na redução de peso, que pode ser alcançado com atividade física e dieta. Entretanto, medicamentos anti-obesidade podem ser utilizados em casos selecionados. Já as pacientes que não ovulam e querem engravidar podem precisar de remédios indutores da ovulação.
Além disso, medicamentos direcionados ao combate da resistência à insulina, como a metformina, podem ser utilizados para melhorar os sintomas da síndrome e prevenir ou tratar os distúrbios metabólicos.
Uma das maneiras de prevenção é combater a obesidade. Estudos estão sendo desenvolvidos para determinar uma causa genética do problema. "O ideal é que a paciente seja acompanhada por uma equipe multidisciplinar, composta por endocrinologista, ginecologista, dermatologista e nutricionista. Com isso evita-se o surgimento de doenças associadas à resistência à insulina", completa o médico.
Janaína Gomes»
Fonte:O Girasol
Link:http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=%C3%9Altimas%20Not%C3%ADcias&idnoticia=2363
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Ovários policísticos - Irregularidade menstrual e excesso de peso podem sinalizar a doença
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Paulo Pires
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12/11/2008 02:00:00 p.m.
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sexta-feira, 28 de março de 2008
MULHERES COM OVÁRIOS POLICÍSTICOS PODEM TER FERTILIDADE AFETADA

«Segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Stefanie Camargo
Alterações menstruais constantes devem ser alerta para as mulheres.
Mulheres que apresentam ovários policísticos produzem uma quantidade maior de hormônios masculinos, os andrógenos, fator que pode afetar a fertilidade.
O principal problema que este desequilíbrio hormonal provoca está relacionado à ovulação. "A testosterona produzida pela mulher interfere nesse mecanismo e, ao mesmo tempo, aumenta a possibilidade da incidência de cistos, porque eles resultam de um defeito na ação dos hormônios do ovário, impedindo a ovulação", explica o especialista em ginecologia e reprodução humana, Joji Ueno do portal Minha Vida (www.minhavida.com.br), maior comunidade on-line de saúde e bem estar.
De acordo com Joji, os principais sintomas da síndrome dos ovários policísticos são as alterações menstruais. "A mulher menstrua a cada dois ou três meses e, freqüentemente, tem apenas dois ou três episódios de menstruação por ano", explica.
Segundo ele, outro sintoma é o hirsutismo, ou seja, o aumento de pêlos no rosto, nos seios e na região mediana do abdômen. A obesidade também é um sintoma freqüente, que auxilia no agravamento da síndrome. Às vezes a paciente não tem as manifestações sintomáticas, mas, quando engorda, elas aparecem.
Geralmente, de acordo com os históricos clínicos, a síndrome se manifesta na puberdade e vai até a menopausa. Alguns casos tornam-se assintomáticos com o tratamento, mas é uma doença crônica. Por isso, é comum a mulher com ovário policístico procurar vários especialistas, ao longo da vida, em busca de tratamento. No entanto, a importância que se dá ao caso, depende da fase da vida que a mulher atravessa. Na puberdade e na adolescência os pêlos causam maior incômodo.
Depois, na idade do casamento, são preocupantes as alterações menstruais, que podem ser sinal de infertilidade. Há, também, o momento em que a obesidade representa o maior inconveniente. "A síndrome assume maior ou menor relevância de acordo com a fase de vida da mulher e, conseqüentemente, o tratamento deve respeitar os sintomas que se destacam em determinado período", explica Ueno.
Hoje, com o avanço da tecnologia na medicina diagnóstica, a identificação da doença ficou mais fácil com o emprego do ultra-som. Normalmente, os ovários policísticos são visualizados por meio do exame de ultra-som ou no de toque, realizado no exame ginecológico de rotina. Às vezes, basta examinar a paciente para localizar os dois ovários aumentados. Em estado normal, o ovário tem, em média, 9cm³. O ovário policístico chega a ter 20cm³, ou seja, o dobro do volume.
O tratamento é realizado de acordo com a fase de vida da mulher. O que é mais importante em determinado momento e qual o sintoma que mais a incomoda são perguntas que o médico que a assiste deve fazer. "Como se trata de uma doença crônica, não há cura da síndrome e, sim, tratamento dos sintomas", finaliza o especialista.
Fonte: Minha Vida.com.br»
Fonte:SEGS
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=4143&Itemid=1
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Paulo Pires
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3/28/2008 09:23:00 a.m.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
SAÚDE FEMININA: ENTENDA A SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO

«A saúde do sistema reprodutivo é um tema de grande interesse para o público feminino e a Síndrome do Ovário Policístico é um dos assuntos que integram esse universo complexo.
Caracterizada pelo aumento do nível de testosterona no corpo da mulher, a doença tem como principais sintomas a irregularidade menstrual, o surgimento de acne, o aumento da gordura corporal e dos pelos. Frequentemente, ela também se manifesta por meio do aparecimento de microcistos no ovário.
Ainda não se sabe exatamente o que provoca a Síndrome do Ovário Policístico. Acredita-se que talvez algumas mulheres tenham uma tendência genética a desenvolver esse problema. Mas, independentemente de qual seja causa, o fato é que 6 a 8% das mulheres em idade reprodutiva no mundo sofrem com a doença.
Para ajudar a sanar as principais dúvidas acerca do assunto, conversamos com a ginecologista Dra. Rosa Maria Neme, do Centro de Endometriose São Paulo, que respondeu a várias questões sobre Ovários Policísticos.
1. Ovário policístico é a mesma coisa que cisto no ovário?
São duas coisas totalmente diferentes. O ovário policístico é uma alteração hormonal no organismo da mulher, a partir de um desequilíbrio hormonal, com maior produção de hormônios masculinos no corpo da mulher. Ele pode se manifestar com a presença de microcistos no ovário, mas não é esse aspecto que faz o diagnóstico do problema.
O diagnostico do ovário policístico é realizado através da identificação dos sintomas clínicos (acne, irregularidade menstrual, aumento de pilificação) e alteração da dosagem de hormônios masculinos.
Cisto no ovário é qualquer formação preenchida por líquido que aparece no ovário. Pode conter sangue (chamado de hemorrágico), líquido como água (chamado de folicular) ou ainda ser um cisto de endometriose.
2. Ele aparece na adolescência?
Ele pode aparecer em qualquer época da vida da mulher, mas tende a ser mais diagnosticado na adolescência.
3. Espinha no queixo é um dos sinais?
Os sintomas são decorrentes do aumento de hormônio masculino (testosterona) no corpo da mulher. Esses sintomas tendem a ter graus variados de acordo com o grau da doença. Assim, sintomas como acne, aumento da gordura corporal, aumento de pelos, queda de cabelo e irregularidade menstrual são os sintomas mais freqüentes.
4. Mulheres gordinhas e com forte incidência de pelos, principalmente no rosto, têm ovário policístico?
Estes podem ser relacionados a uma característica genética da mulher, mas também podem ser sinais da presença da doença. Exames são necessários para um diagnóstico preciso.
5. O ovário policístico provoca aumento na incidência e na intensidade das cólicas?
Em geral, não. Os sintomas mais frequentes do ovário policístico são a irregularidade menstrual, aumento de acne e pilificação.
6. Ele provoca algum tipo de sangramento?
Não. O ovário policístico, normalmente, pode causar ciclos mensais de anovulação (sem produção de óculos) e, consequentemente, a mulher ficar alguns ciclos sem menstruar.
7. Como é feito o diagnóstico da doença?
O diagnóstico é feito pelo relato da paciente dos sintomas clínicos, associado à presença de dosagens hormonais que mostrem aumento dos hormônios masculinos no corpo. Somente a presença de pequenos cistos ovarianos ao ultra-som não faz o diagnóstico da doença.
8. A Síndrome do ovário policístico leva à infertilidade?
Um dos sintomas da síndrome dos ovários policísticos é a infertilidade. Sabe-se que, devido ao aumento dos hormônios masculinos, a mulher tende a ter uma maior quantidade de ciclos não ovulatórios e uma maior resistência dos ovários aos hormônios que dificulta a produção dos óvulos (desde que não tratada). Por isso, é importante que o diagnóstico seja precoce para evitar a infertilidade.
9. Ela pode atrapalhar as relações sexuais?
Não. A manifestação maior de um quadro de ovário policístico não controlado por muito tempo pode ser a infertilidade. Neste caso, isto acontece pela presença constante do hormônio masculino aumentado e da falta de ovulações, decorrente desta alteração.
10. Pode induzir ao aborto?
Pode favorecer, caso não seja realizado acompanhamento. As mulheres que têm ovários policísticos podem ter uma diminuição da produção do hormônio progesterona pelo ovário, que é o que mantém a gravidez nas suas fases iniciais (insuficiência do corpo lúteo ovariano em produzir este hormônio). Assim, toda mulher que engravide com este diagnóstico, deve receber uma suplementação de progesterona nos primeiros três meses de gravidez a fim de não ter um aumento das chances de abortamento quando comparamos com as mulheres sem a doença.
11. Quem toma anticoncepcional precisa suspender o seu uso após o diagnóstico da síndrome? E no caso de utilização de outros métodos anticoncepcionais, como o DIU?
Não. Inclusive, os contraceptivos orais com medicações que diminuam a produção da testosterona (hormônio masculino aumentado nos casos de ovários policístico) são indicados nesses casos. No caso do uso do DIU, recomenda-se a utilização daquele medicado com progesterona para evitar os efeitos maléficos desta alteração ovariana.
12. O Ovário Policístico pode influenciar no atraso da menstruação? Por quê?
Como dito anteriormente, a mulher que tem esta alteração, tem uma deficiência de ovulação e consequentemente na produção de progesterona pelo ovário. Com isso, ela apresenta uma tendência maior a ter ciclos sem menstruação, podendo às vezes a ficar até seis meses sem menstruar.
13. O ovário policístico pode influenciar no aparecimento de um câncer de colo de útero?
Não. O principal fator causador do câncer de colo de útero é a infecção pelo vírus do HPV. O ovário policístico é uma doença hormonal e, portanto, não tem nada a ver com este tipo de câncer.
14. O uso indevido de algum tipo de anticoncepcional pode levar ao aparecimento do ovário policístico?
Não. Acredita-se que exista em algumas mulheres uma tendência genética a desenvolver este problema.
15. O tratamento é feito apenas com cirurgia?
O tratamento é feito basicamente com medicações hormonais que reduzam os hormônios masculinos, como anticoncepcionais ou medicações mais específicas para isso. O tratamento cirúrgico é reservado apenas às mulheres que não respondem a este tratamento.
16. O tratamento de ovário policístico de ser realizado em conjunto com endocrinologista?
Pode e deve. O endocrinologista pode ajudar no controle não só do problema ovariano, mas também no controle de outras manifestações desta doença, como a obesidade.[14]
17. Após o tratamento, a mulher pode desenvolver novamente o ovário policístico?
Pode sim. Não se sabe exatamente porque o ovário policístico se desenvolve, mas é uma doença que deve ser sempre tratada.»
Fonte:Segs
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=25660&Itemid=1
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Paulo Pires
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4/09/2009 02:00:00 p.m.
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Nova técnica de fertilização dá primeiros resultados
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Paulo Pires
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10/26/2007 09:19:00 a.m.
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terça-feira, 25 de setembro de 2007
Desordens hormonais podem dar origem a múltiplos pequenos cistos (= quistos) no ovário

Onde se lê cistos deverá ser lido quistos (anuances de um português que se quer único).
«Por Amanda Mont’Alvão
Amadurecer e se transformar em mulher é destino natural de todas as meninas. A mudança implica alterações físicas e psicológicas preparadoras para a condição de mãe. Porém, o desenvolvimento natural pode se deparar com incômodos, a exemplo da síndrome dos ovários policísticos (SOP).
"Trata-se de um estado de falta de ovulação crônica associado à produção excessiva de androgênios - hormônios masculinos - pelo ovário da mulher afetada. Nessa síndrome, aumenta também a produção de estrona - hormônio feminino de fraca intensidade - pelo tecido adiposo, pele e músculos", descreve o ginecologista Alberto Borges Peixoto.
Essas e outras desordens hormonais podem dar origem a múltiplos pequenos cistos na periferia do ovário. Segundo Peixoto, a SOP pode afetar de 6% a 10% das mulheres na idade reprodutiva - período compreendido entre a primeira menstruação até a menopausa -, sendo mais freqüente entre as obesas e portadoras de resistência insulínica.
Irregularidade menstrual, caracterizada por ciclos menstruais com intervalos alongados, às vezes com ausência de menstruação por períodos que podem ser superiores a 90 dias, menorragia - aumento do volume menstrual -, obesidade e sinais de excesso de hormônios masculinos, como o aumento de pêlos, pele oleosa, acne, queda de cabelo, compõem o quadro clínico clássico.
"Em 20% a 30% dos casos ocorre infertilidade, devido à ausência de ovulação. Além desses sinais e sintomas, podem surgir múltiplos microcis-tos na superfície ovariana", identifica Peixoto.
No entanto, consenso mundial firmado em 2003, na cidade de Roterdã, na Holanda, estabeleceu como sintomas mínimos da SOP: irregularidade menstrual com ciclos alongados, sinais de hiperandrogenismo (excesso de hormônios masculinos) e ovários multipolicísticos ao exame de ultra-sonografia.
As causas. Elas podem ser múltiplas, como defeito na ação da insulina sobre as células, que é a resistência insulínica, excesso na produção de insulina pelo pâncreas ou defeitos na função da glândula supra-renal.
"Essas alterações levam a um quadro de ausência de ovulação e desordem na produção de hormônios ovarianos, provocando aumento na produção de hormônios masculinos pelo ovário". Se não tratada, a síndrome pode levar à infertilidade e acentuar o risco de doenças cardiovasculares e diabetes, além de câncer de endométrio.
Tratamento. Perder peso com dieta e exercícios físicos é um primeiro passo para o tratamento, que, iniciado precocemente, permite bom controle dos sinais e da SOP e diminui a chance de complicações da doença. Já o uso de medicamentos é individualizado.
Fonte: JM Online
Link: http://www.jmonline.com.br/?canais,9,07,593
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9/25/2007 10:12:00 a.m.
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quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Teste indica problema de fertilidade em casal
Já está à venda nos Estados Unidos e em alguns países europeus, sob o nome comercial de Fertell, o primeiro teste caseiro de fertilidade para casais. Desenvolvido pela Universidade de Birmingham, no Reino Unido, ele avalia a concentração de espermatozóides e a qualidade de óvulos com uma precisão de 95%.
No caso dos homens, o dispositivo avalia em pouco mais de uma hora a concentração de espermatozóides ativos capazes de nadar com sucesso até o óvulo, para fecundá-lo. Já o teste feminino, nada mais é do que um medidor de urina, muito parecido com os testes caseiros de gravidez, que indica o nível do hormônio estimulador de folículos (FSH), no terceiro dia do ciclo menstrual. O resultado, pronto em meia hora, revela a qualidade dos óvulos.
A empresa Genosis, responsável pela fabricação do produto, ressalta em seu site que o Fertell, embora filtre os principais problemas de infertilidade, não capta todas as dificuldades relacionadas a ela. Deste modo, recomenda que os casais com resultados positivos e que não obtiverem êxito depois de alguns meses de tentativa procurem um especialista.
Aprovado pela FDA (agência que regula fármacos e alimentos nos EUA) e elogiado pelos especialistas, o teste, que não tem previsão de lançamento no Brasil, está sendo vendido por cerca de 100 dólares.
Infertilidade
Segundo estatísticas mundiais, cerca de 20% dos casais em idade fértil enfrentam dificuldades para gerar filhos. No entanto, ao contrário do que se acreditava no passado, a infertilidade não é um problema exclusivamente feminino. De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos, o problema atinge homens e mulheres na mesma proporção: 40%. Já em 20% dos casos, a dificuldade é de ambos.
Geralmente, recomenda-se que o casal procure um especialista após 12 meses de tentativa. No entanto, mulheres com mais de 35 anos não devem esperar tanto tempo, já que, ao contrário dos homens, que produzem novos espermatozóides até o final da vida, a qualidade dos óvulos da mulher diminui com o passar do tempo. “Muitas vezes se confunde produtividade com qualidade, mas os óvulos envelhecem”, explica o especialista em reprodução humana Roger Abdelmassih.
Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL48240-5603,00.html
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9/27/2007 09:23:00 a.m.
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