
«Apenas 60% dos homens gozou os cinco dias obrigatórios em 2008
Há cada vez mais homens que decidem gozar os cinco dias de licença após o nascimento dos filhos. Contudo, continua a ser uma percentagem ainda reduzida face ao número de crianças que nascem todos os anos em Portugal.
Raquel Martins
raquelmartins@negocios.pt
Há cada vez mais homens que decidem gozar os cinco dias de licença após o nascimento dos filhos. Contudo, continua a ser uma percentagem ainda reduzida face ao número de crianças que nascem todos os anos em Portugal.
Quando se cruza o número de pais que em 2008 beneficiou desta licença com o número de bebés nascidos nesse período, conclui-se que apenas 60% dos trabalhadores que tiveram filhos ficou em casa nos primeiros cinco dias de vida da criança, enquanto 40% não usufruiu deste direito. Ainda assim, trata-se da percentagem mais elevada desde pelo menos 2002, quando só 27% dos pais tirou a licença.
Em termos absolutos, e de acordo com os dados publicado pela Segurança Social, em 2008, 45.976 homens acompanharam a mãe e o bebé nos primeiros dias, mais 50% do que em 2002 e mais 0,6% do que em 2007.»
Fonte: Jornal de Negócios
Link: http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=372712
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Licença parental
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6/15/2009 02:57:00 p.m.
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terça-feira, 2 de junho de 2009
Homens ganham peso durante a gravidez das parceiras

«Segundo pesquisa britânica, os papais entrevistados tiveram um aumento de peso significante.
Inglaterra - Uma pesquisa britânica diz que homens ganham em média 6,3 kg quando suas parceiras ficam grávidas.
O estudo, realizado pela empresa de marketing britânica, Onepoll, descobriu que os papais ganharam peso durante a gravidez das parceiras e tiveram 5 centímetros de aumento em suas cinturas.
Cerca de 25%, dos 5 mil entrevistados, afirmaram ter comprado novas roupas, de acordo com a BBC»
Fonte:Diário de Canoas
Link:http://www.diariodecanoas.com.br/site/noticias/geral,canal-8,ed-60,ct-214,cd-196468.htm
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6/02/2009 09:00:00 a.m.
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Licença de Paternidade Poucos são os homens que usufruem da licença

«Em Portugal ainda são poucos os homens que usufruem da licença de paternidade. No ano passado apenas 551 pais utilizaram esta benesse da Segurança Social. Um número que contrasta e muito com as licenças de maternidade atribuídas pelo Estado e que em 2008 foram mais de trezentas mil.
Os números retratam a realidade, são trezentas mil licenças de maternidade a concorrer com apenas 1700 licenças de paternidade, em quatro anos. Números que tendem a mudar, embora de forma muito lenta.
As entidades empregadoras e a instabilidade no trabalho têm também a sua quota-parte nesta realidade. As mulheres entraram em força no mundo do trabalho. Em 2006, a taxa de actividade feminina atingiu 55,8% e a masculina 69,7%. Uma distância cada vez mais curta e espera-se que os homens entrem também em força no mundo da parentalidade.»
Fonte:TVI
Link:http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=1029548
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1/09/2009 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Homens despertam para importância da paternidad

«Para bebê, convivência com pai e mãe, sejam eles biológicos ou adotivos, é enriquecedora, assegura médico
Sammya Araújo
Da Agência Anhangüera | fale com o repórter
tamanho da letra: A-| A+
Pai de primeira viagem, o bacharel em Ciência da Computação Rodrigo Lizardi de Souza planejou minuciosamente a vida financeira e profissional para ficar ao lado da mulher, a bibliotecária Elizângela, durante o primeiro mês de vida de Maria Eduarda, que deve nascer dia 8 de dezembro. Mas isso só será possível porque ele vai sair de férias dos dois empregos logo após os escassos cinco dias de afastamento a que tem direito, por lei, para participar do feliz, embora normalmente turbulento, comecinho de vida do bebê. Tudo poderia ser diferente para famílias como essa se, no Brasil, vingasse a ampliação da licença-paternidade, uma reivindicação que começa a ganhar corpo na sociedade civil organizada, no rastro da recente aprovação da licença-maternidade facultativa de 180 dias.
A discussão converteu-se em mudanças pontuais por iniciativa de alguns governos, que estenderam o período de afastamento de 5 para 15 dias aos funcionários públicos que se tornarem pais. O benefício já se aplica nos Estados do Rio de Janeiro e Pernambuco. Em São Paulo, um projeto de lei em tramitação na Assembléia Legislativa propõe um mês de folga para os servidores estaduais. Há ainda entidades e empresas particulares indo pelo mesmo caminho, como a Fundação Carlos Chagas, de São Paulo, que realiza processos seletivos de várias universidades. A instituição oferece 30 dias de afastamento remunerado a seus colaboradores. »
Fonte:Cosmo
Link:http://www.cosmo.com.br/noticia/14755/2008-11-30/homens-despertam-para-importancia-da-paternidade.html
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12/12/2008 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Acompanhar pré-natal é gratificante para homens, aponta estudo

« A Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo analisou a experiência de homens que acompanharam o pré-natal e buscou entender o que os levava às consultas, como se sentiam, como eram recebidos pelos profissionais que atendiam as mulheres e como os homens percebiam aquela experiência. A enfermeira e professora universitária Miriam Aparecida de Abreu Cavalcante demonstrou que esta presença pode ser extremamente gratificante para os futuros pais.
Mirim, em sua experiência profissional, observou que as mulheres são a maioria nas salas de espera dos serviços públicos de saúde. No caso de gestantes, é comum e considerado “aceitável” que a mulher vá sozinha aos postos de saúde realizar os exames pré-natais. As ocasiões em que se solicita a presença do companheiro são raras, geralmente para comunicar existência de doenças sexualmente transmissíveis ou de situações de risco para a saúde da gestante.
O estudo de Miriam foi realizado na maternidade e ambulatório Amparo Maternal, zona sul de São Paulo, onde a enfermeira percebeu uma maior quantidade de homens acompanhando as gestantes. Foram realizadas entrevistas com homens de diferentes profissões, níveis de escolaridade e faixa etária entre 21 e 35 anos de idade, residindo ou não com a gestante.
Os resultados mostraram que, ao acompanhar a mulher grávida nas consultas pré-natais, o homem vivencia o período da gestação no contexto das relações de gênero tradicionais e se prepara para a paternidade. Também apontaram que eles entendem não ser o foco da consulta, mas estarem lá apenas para dar suporte, revelando suas preocupações com a capacidade de prover financeiramente o sustento da criança, ajuda à mãe antes do parto e em como ele se sairá como pai.
AE »
Fonte:Último segundo
Link:http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/11/18/acompanhar_pre_natal_e_gratificante_para_homens_aponta_estudo_2119374.html
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11/24/2008 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 13 de agosto de 2008
"Um bom pai se faz de tentativas constantes", diz psicóloga

«Em meio a tantas dúvidas sobre ser pai, desponta uma certeza: é preciso sempre tentar e não se encerrar na preocupação demasiada de delinear as fronteiras entre o certo e o errado. Essa é uma das contribuições oferecidas pela psicóloga Maria Helena do Espírito Santo Coelho nesta entrevista. Ela trata também, nesse Dia dos Pais, de questões como a importância dos papéis atribuídos ao pai e à mãe.
Maria Helena tem formação em Psicologia Psicanalítica e especialização em Terapia Clínica. Em 2005, defendeu a dissertação de mestrado sobre as relações entre pais e filhos. Como professora universitária, ela trabalha com a disciplina Psicologia da Família.
Midiamax: Como se explica as mudanças nas famílias contemporâneas?
Maria Helena: As mudanças que ocorrem nas famílias são reflexos das mudanças sociais, tecnológicas, pelas quais passa a sociedade ocidental. A família é uma unidade social. Tudo o que acontece na sociedade tem reflexo na família.
Midiamax: Que transformações são essas?
Maria Helena: Uma das transformações mais importantes é a velocidade dos eventos. Somos seres humanos e, portanto, susceptíveis de adaptações. Precisamos de um tempo para nos adaptar, mas a velocidade das transformações está além de nossa capacidade de reflexão. As pessoas fazem as atuações sem pensar, sem refletir sobre elas. A geração mais nova tem outra dimensão do tempo. As pessoas dessa geração não sentem, da mesma forma, toda essa rapidez, porque já nascem nessa rapidez.
Midiamax: E quais os papéis dos pais nesse novo contexto? Há diferenças entre os papéis dos pais e das mães?
Maria Helena: Sim. E esses papéis são definidos biologicamente. No caso da mãe, o papel é o da maternagem. Mas essa função não é, necessariamente, exercida pela mãe, mas pode ser exercida por outra pessoa qualquer. Esse papel de maternagem envolve proteção, simbiose, alimentação...
Midiamax: E qual é o papel do pai?
Maria Helena: O pai tem a função de quebrar o paraíso simbiótico e trazer a noção de realidade. O pai apresenta o mundo para o filho. A simbiose é continuar no útero e o papel do pai é quebrar essa relação. É a função de frustrar a criança. É mostrar que o mundo não é tão bonitinho. É mostrar que existe o “não”. É importante dizer que essas funções não são sempre exercidas, distintamente, pelo pai e pela mãe. Por exemplo, tem pais que são mais maternais que as mães.
Midiamax: Em que sentido a inexistência de uma dessas funções pode afetar a criança?
Maria Helena: As crianças precisam de modelos. Se elas têm duas pessoas, com papéis definidos, para poderem se apoiar, tornam-se mais ricas, a intensidade das relações é maior. Na falta de um desses modelos, as crianças acabam substituindo. A figura do pai pode ser buscada num avô ou num tio e a da mãe, numa avó, numa tia, por exemplo.
Midiamax: Como poderia agir um pai que cuida sozinho de seus filhos?
Maria Helena: Não há receitas. A questão é se colocar no lugar da criança, é se ver no lugar do outro. O pai deve conhecer o que o filho gosta, suas necessidades. Conhecer as necessidades não significa fazer tudo que o filho quer, mas significa também frustrá-lo.
Midiamax: Que conseqüências podem ser geradas pela falta das funções da maternagem e da frustração?
Maria Helena: Quando o núcleo familiar não soluciona as necessidades da criança, ela vai buscar soluções no social. A sociedade recebe o ônus. Por exemplo, as crianças sem limites podem se tornar violentas. A sociedade vai pagar por isso. É interessante sempre ter em mente que nós somos macacos. Não podemos nos esquecer disso. Nós somos seres violentos. Não nascemos somos todos ajeitadinhos para usar computadores. A humanização é um processo. Não nascemos seres humanos. Nós nos tornamos seres humanos.
Midiamax: Que mensagem a senhora pode deixar para os pais?
Maria Helena: Eu lhes diria: Pais não fiquem tão preocupados em acertar e errar. A preocupação intensa gera insegurança. E isso é pior que errar. A criança precisa se sentir segura. Ela tem necessidade de conhecer o mundo através de quem lhe passa segurança desse conhecimento. A questão é tentar ser bom pai – o pai deve estar sempre tentando. »
Fonte:Midiamax
Link:http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=338093
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8/13/2008 03:55:00 p.m.
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terça-feira, 12 de agosto de 2008
Não basta ser pai

«Uma curva de caminho, anônima, torna-se às vezes a maior recordação de toda uma volta ao mundo”
Mário Quintana
A frase é feita e conhecida: “Não basta ser pai, tem que participar”. Pois é, pesquisas provam que a figura paterna é tão importante para a criança que, quando ela se sente relegada a segundo plano, acaba com problemas de saúde ou transtornos psicológicos.
A ausência da mãe, ou o pouco caso, também tem seu efeito nocivo, mas existem estudos focados nas conseqüências da ausência do pai. Um deles é da pediatra Melissa Wake, do Royal Children’s Hospital, em Melbourne, na Austrália. Ela realizou uma pesquisa com cerca de cinco mil crianças entre 4 e 5 anos e descobriu que a incidência de sobrepeso e obesidade em crianças em idade pré-escolar tem relação direta com a negligência dos pais, apesar de não ter identificado as motivações para o fenômeno. Outro aponta evidências de um elo entre a ausência da figura paterna e a aceleração do amadurecimento sexual nas meninas. O psicólogo Bruce Ellis, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, mostra que relações familiares harmoniosas ajudam a retardar a primeira menstruação. Em sua pesquisa, ele observou 173 garotas desde a idade pré-escolar até a 7ª série. Segundo seus estudos, aquelas que conviviam satisfatoriamente com os pais durante os cinco primeiros anos de vida entraram na adolescência mais tarde.
Aqui no Brasil, a psicóloga Alaide Degani De Cantone, coordenadora do Centro de Pesquisas e Estudos em Psicologia e Saúde, em São Paulo, observou meninas que tinham engravidado com 15 ou 16 anos e chegou a uma conclusão preocupante: inconscientemente, as adolescentes usam a gravidez como forma de compensar uma família desestruturada, que não forneceu a elas a atenção necessária durante a infância. Seria uma forma de compensar o desamparo como filha. E o que é um pai ausente, então? Não é aquele que se separou e que, portanto, não vê os filhos todos os dias, mas aquele que pouco ou nada contribui para a sua formação pessoal e social. Presença é participação nos momentos importantes, felizes ou não; é compreensão dos momentos difíceis vividos pela criança; é servir de bússola na hora que ela se depara com caminhos tortuosos; é estar aberto para solicitações, diálogos e críticas construtivas. E mais: é ficar atento às próprias atitudes - mais do que palavras, crianças apreendem comportamentos. »
Fonte:O Povo
Link:http://www.opovo.com.br/opovo/colunas/opovonaeducacao/809672.html
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8/12/2008 09:18:00 a.m.
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segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Pais tardios estão mais preparados para a paternidade

«Eles acumulam maior experiência e também já estão mais resolvidos economica e socialmente, na maior parte das vezes
Flávia Gradowski Sampaio
Os homens estão optando por prorrogar a paternidade. Se antes decidiam ser pai aos 20 ou no máximo 30 anos, hoje chegam aos 40 ou 50 com filhos pequenos, ou até sem eles. Essa geração de pais se apresenta como uma classe crescente na sociedade. Ser pai aos 40 anos já não é mais considerado tardio, e sim esperado. É a fase onde as pessoas estão mais organizadas e tem recursos para lidar melhor com esse sentimento. Essa posição coincide ou até acompanha a postura feminina das últimas décadas, quando as mulheres começaram a retardar a primeira gestação em favor da realização profissional.
Inclusive a prorrogação da paternidade está atrelada muito provavelmente à independência da mulher do século 21. Em virtude de sua carreira profissional, deixam para engravidar mais tarde e o homem acaba seguindo essa tendência. Muitos dos pais que optam pela paternidade adiada já se realizaram em diversos aspectos de sua vida, como a área financeira, profissional e social e querem então dar continuidade a família e viver a fase da paternidade de maneira intensa.
“Depois de 10 anos de casamento é que veio o filho. A experiência de ser pai não tão jovem é magnífica. Eu sou mais maduro e consigo passar conceitos para o meu filho da forma mais adequada. Trato ele como amigo e ele faz da mesma forma, por isso acredito que mais para frente, quando eu ficar mais velho e ele estiver na sua adolescência, não teremos problemas”, disse Armando Mattioli Filho, com 41 anos e um filho de seis anos, Natan.
O desejo de prolongar a primeira etapa de sua vida, curtir o casamento e se firmar como profissional faz com que o entendimento do mundo e a experiência sejam pontos primordiais a serem repassados aos filhos. A forma de educar acaba sendo outra. Os ideais mudam e a forma como os conceitos serão repassados também.
“Hoje em dia eu tenho um entendimento muito melhor da idade e da cabeça das crianças. Consigo perceber a importância de dedicar mais tempo a elas e ser mais participativo. A paciência e todo o entendimento em relação a elas aumentam ao longo dos anos e coisas que me deixariam muito bravo em outros tempos já não acontecem com tanta intensidade”, contou Paulo Roberto Medeiros, 57 anos, que teve a oportunidade de experimentar a paternidade aos 32 anos, e mais rcentemente, pai de gêmeas de cinco anos. A primeira filha já está com 25 anos.
Outro lado — Por outro lado, o cansaço de pais mais velhos muitas vezes é vencido pela contestação dos jovens e adolescentes. As conseqüências do adiamento da paternidade aparecem, por vezes, na dificuldade em lidar com a energia e disposição dos filhos. A preocupação com a saúde exige cuidado e dedicação intensos. Quanto mais velhos ficam, menor é o pique e maiores são as transformações da sociedade.
“Quanto à idade em si não vejo problema, porque tudo depende do estado de espírito da pessoa. Eu acho melhor ser pai mais velho por ser uma pessoa mais madura. A experiência nos dá condição de prepará-las melhor para o mundo. Mas também exige uma preocupação maior com a saúde, um preparo físico mais intenso. Se queremos estar sempre inseridos no mundo dos nossos filhos, precisamos acompanhá-los”, comentou Paulo.»
Fonte:Bem Parana
Link:http://www.bemparana.com.br/index.php?n=77473&t=pais-tardios-estao-mais-preparados-para-a-paternidade
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8/11/2008 09:07:00 a.m.
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quarta-feira, 19 de março de 2008
PAIS NÃO GOZAM LICENÇA DOS FILHOS

«Três em cada cinco homens não pedem os cinco dias úteis a que têm direito no primeiro mês após o nascimento do filho. A divisão da licença de maternidade ainda constitui uma raridade, apenas 413 homens partilham os 120 dias com a mulher. E os homens "donos de casa" representam somente 3200 cidadãos. Números que valem a pena recordar , hoje, quando se comemora o Dia do Pai.
Em 2005, só 42982 homens gozaram os cinco dias úteis a que têm direito pelo nascimento de um filho. E apenas 413 pais dividiram com as companheiras a licença de maternidade, um número que vai crescendo muito lentamente de ano para ano, registando 438 pedidos em 2006. Se pensarmos que nasceram 109 mil crianças no País, depressa se conclui que a maternidade/paternidade continua a ser mais vivida no feminino do que no masculino, apesar de toda a evolução da sociedade portuguesa. E a causa não está apenas entre os homens, já que, muitas vezes, são as próprias mulheres que não dão espaço aos companheiros para exercer os direitos da paternidade.
Um estudo recente publicado no livro Família e Género em Portugal e na Europa indica que os portugueses ainda são muito conservadores no que diz respeito à criação/educação dos filhos. Portugal ocupa "o lugar mais conservador de todos os países quando se trata das atitudes face ao impacto do emprego feminino nos cuidados à criança pequena e na vida familiar em geral (visto como muito negativo pela população portuguesa, quando comparada com as dos outros países), refere a socióloga Karin Wall, organizadora do estudo em conjunto com Lígia Amanso.
Os portugueses são muito modernos no que diz respeito à aceitação de transformações sociais como o divórcio, as uniões de facto, a divisão do trabalho pago, a igualdade de oportunidades entre sexos, mas revelam-se retrógradas quando se trata de decidir quem deve cuidar da criança, tarefa que dizem dever ser entregue à mulher. É o que revela o inquérito sobre as atitudes sociais publicado no livro e que é comprovado pelos dados estatísticos. Demonstram que ainda há muitos homens que se demitem das questões relacionadas com a maternidade e pelas mais variadas razões (ver textos ao lado).
Nasceram 109 399 bebés em Portugal em 2005, mais 101 do que em 2004 e mais 3950 do que o ano passado. E 60% dos homens nem sequer gozaram os cinco dias úteis a que tinham direito por lei, direito que só foi requerido por 42 982 trabalhadores , quase metade das trabalhadoras, 76 125. E não chega a 5% os que decidiram dividir a licença de maternidade com as companheiras, daí que os homens que o fazem continuem a ser notícia.
E homens que estejam em casa a cuidar dos filhos? "Se encontrar alguém, não é uma raridade, é um exotismo", diz a socióloga da família, Maria das Dores Guerreiro, acrescentando que isso não acontece apenas no território nacional. "Ficar em casa a cuidar dos filhos e a realizar tarefas domésticas ainda é encarado como um trabalho menor. Essa situação pode acontecer em determinada altura da vida, devido até a uma situação de desemprego, por exemplo, mas dificilmente será uma opção. Aliás, o Instituto Nacional de Estatística coloca os domésticos na população inactiva".
Em 2006, estavam registados 557 mil e 500 domésticos, sendo que apenas 3 200 são homens, percentagem que se tem mantido idêntica nos últimos anos.
Outro dado a ter em conta são as famílias monoparentais e que, segundo os Censos de 2001, representam 7% das famílias portuguesas. Entre estas, não chega a um por cento (0,9%) as que são constituídas por homens, uma proporção idêntica a outros países europeus, nomeadamente os países escandinavos.»
Fonte:Diário de Notícias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/03/19/centrais/pais_gozam_licenca_filhos.html
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3/19/2008 09:57:00 a.m.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Danos a espermatozóide podem ser passados para filhos, diz estudo

«Defeitos nos espermatozóides causados pela exposição a toxinas presentes no meio ambiente podem ser passados para futuras gerações, segundo um estudo da Universidade de Idaho, apresentado nesta semana no encontro da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, em Boston, nos Estados Unidos.
Segundo os cientistas, os pais que bebem e fumam devem estar cientes de que eles estão, potencialmentem, não apenas prejudicando a si mesmos, mas também seus filhos.
De acordo com Matthew Anway, que liderou o estudo, a pesquisa demonstra que defeitos causados pelas toxinas nos genes permanecem na linha reprodutiva da família, afetando até quatro gerações.
O estudo sugere que a saúde do pai tem papel mais importante sobre a saúde das futuras gerações do que se pensava.
Pesticida
Para realizar a pesquisa, os cientistas injetaram um pesticida chamado vinclozolin - conhecido por prejudicar os hormônios - em embriões de ratos.
A substância química provocou alterações genéticas no espermatozóide dos machos, inclusive uma série de mudanças associadas à forma humana de câncer de próstata.
Os ratos expostos à substância apresentaram sinais de danos e crescimento exagerado da próstata, infertilidade e problemas de rim. Os efeitos perduraram por até quatro gerações seguidas.
Anway ressalta que a quantidade de pesticida usado no estudo foi maior do que qualquer humano poderia ser exposto. No entanto, de acordo com ele, a importância da pesquisa é demonstrar que um filho homem pode herdar os problemas dos genes do pai já que os genes alterados permanecem na linha reprodutiva.
A especialista em reprodução humana Cynthia Daniels, da Universidade Rutgers, em Nova Jérsei, afirmou que é preciso que os homens tomem cuidado.
Segundo ela, homens que bebem muito álcool apresentam taxas mais altas de defeitos no espermatozóide e a nicotina do tabaco também chega até o esperma, além do sangue.
"As substâncias que têm um impacto na reprodução normalmente também são cancerígenas. Se eu fosse homem, não beberia e nem fumaria se estivesse tentando ter um filho", afirmou Daniels.
Daniels afirma ainda que, historicamente, mulher sempre foi indicada como responsável pela saúde dos filhos.»
Fonte:BBC
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/02/080219_saudepaisemenfilho_np.shtml
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2/20/2008 02:21:00 p.m.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Deixem os pais assistir ao nascimento dos filhos
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10/31/2007 09:19:00 a.m.
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terça-feira, 9 de outubro de 2007
Licença paternidade de até 13 meses diminui divórcios na Suécia
O governo de um dos países mais desenvolvidos do mundo descobriu uma forma de prevenir problemas que muitos casais costumam enfrentar ao ter filhos.
Na Suécia, 70% das crianças, acima de seis meses, quando acaba o período de aleitamento, ficam mais com os pais do que com as mães. Isso é resultado de uma lei criada para garantir às mulheres igualdade de condições no mercado de trabalho.
“Eu passo o dia com o meu filho. Minha mulher tem um emprego mais promissor do que o meu, por isso fizemos essa opção”, disse um sueco.
A licença paternidade permite que o pai, na Suécia, fique em casa por um período de até 13 meses para cuidar do filho. A licença pode ser tirada de uma só vez ou em partes, até que a criança complete oito anos de vida. O casal também pode dividir o tempo. Cada um fica com um período. O governo paga 80% do salário do licenciado e o patrão desembolsa os outros 20%.
Para o representante do governo, o país todo ganha. Ele explica que muitos casais evitavam ter filhos para preservar o emprego. Depois da criação da lei, a média de filhos por casal dobrou.
Bom negócio também para as empresas. Quem afirma é a representante dos patrões. Ela mesma tem três filhos.
“As pessoas se beneficiam de funcionários que trabalham mais felizes, mais tranqüilos. Eu mesma não poderia estar, aqui, em paz se o meu marido não pudesse dividir comigo a tarefa de cuidar das crianças”, explicou a representante dos patrões.
Bom para os filhos, bom também para os casais. As estatísticas mostram que a licença paternidade fez diminuir os divórcios na Suécia, em cerca de 18%.
“Eu e minha mulher nos entendemos muito melhor depois que assumi essa tarefa”, disse outro pai sueco.
Nada como um papai que compreende que não é fácil ser mãe. »
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10/09/2007 09:27:00 a.m.
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terça-feira, 2 de outubro de 2007
Subsídio de paternidade só abrangeu 438 pais
Só 438 pais beneficiaram do subsídio de paternidade em 2006, segundo dados do Ministério do Trabalho e da Solidariedade. Tendo em conta que nascem 100 mil bebés por ano, o subsídio de paternidade não abrange mais do que 0,5 por cento dos pais portugueses, escreve o Diário de Notícias.
Embora de forma muito lenta, as licenças de paternidade estão a crescer de ano para ano. Em 2004, registaram-se 391 casos, que passaram para 413 em 2005, atingindo os 438 em 2006.
«Poderão ser feitos alguns ajustamentos para melhorar as licenças parentais», disse o ministro do Trabalho.
Uma das hipóteses que está em cima da mesa para discutir com os parceiros sociais é o alargamento da licença, mas este é um alargamento que só irá ser gozado pelos pais e não pelas mães.
O alargamento das licenças de maternidade é uma solução que o ministro afasta, uma vez que «isso pode ser um pau de dois bicos, na medida em que uma longa ausência do mercado de trabalho pode acabar por prejudicar a carreira profissional das mulheres e constituir um factor de discriminação no mercado de trabalho»."
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10/02/2007 09:36:00 a.m.
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sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Como útero, testículos também são reserva de células-tronco
«PARIS (AFP) — Os testículos são uma reserva de células-tronco adultas de fácil acesso, que poderiam se transformar em células cardíacas ou nervosas, segundo estudos publicados na edição desta quinta-feira da revista científica britânica Nature.
Pesquisadores australianos já haviam descoberto células-tronco no útero, capazes de se transformar em diferentes tipos de células. A manipulação de células-tronco tem aplicação em vários tratamentos, segundo estudo divulgado recentemente na publicação mensal européia Human Reproduction.
Agora, um grupo de cientistas americanos coordenado por Shahin Rafii, do Instituto Howard Hughes Medical Institute e do Weill Cornell Medical College de Nova York, conseguiu conduzir em laboratório o desenvolvimento de células-tronco a partir de células do testículo de ratos, que normalmente se tranformam em espermatozóides.
As células que compõem o esperma (espermatogônias) foram reprogramadas com o objetivo de obter células-tronco "multipotentes", ou seja, capazes de formar outros tecidos.
Estas "células-tronco adultas multipotentes derivadas de espermatogônias" (MASCs) foram assim capazes de se transformar em células endoteliais (células que revestem o interior dos vasos sangüíneos), em células cardíacas contráteis e até em neurônios.
"As pesquisas anteriores haviam recorrido à manipulação genética para reprogramar as células adultas", mas este método de reprogramação implica um risco maior de câncer nas células-tronco obtidas, explicou o Weill Cornell Medical College em um comunicado.
A grande novidade do trabalho, segundo Rafii, é que "não foi preciso adicionar ou modificar genes para que as espermatogônias dos ratos se transformassem em células-tronco multipotentes (MASCs) e produzissem todo tipo de células".
"Mas ainda falta reproduzir essas descobertas em seres humanos", alertou.
Novas pesquisas também vão permitir aos cientistas saber com maior precisão "como controlar a demanda" da transformação das espermatogônias.
Os trabalhos publicados nesta quinta buscam ampliar as possibilidades de uso das células-tronco adultas, evitando assim que se recorra à utilização das células de origem embrionária, que levantam debates éticos na maioria dos países.
As células-tronco embrionárias são capazes de se transformar em qualquer tipo de célula do organismo, enquanto as células-tronco "adultas", mais especializadas, oferecem menos possibilidades neste sentido.»
Fonte: AFP
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9/21/2007 09:26:00 a.m.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Testículo pode ser fonte de células-tronco

«RIO - Cientistas da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, descobriram que o testículo do homem pode ser uma fonte de células-tronco capaz de ajudar em doenças graves. O estudo, publicado na revista "Nature", foi feito em camundongos e mostra que a descoberta pode ajudar em tratamentos de pacientes que sofrem de diabetes e Alzheimer, entre outras enfermidades.
De acordo com o cientista Shahin Rafi, que liderou as pesquisas, as células progenitoras de espermatogônias, presentes nos testículos, são obtidas pelas células-tronco e manipuladas com muita facilidade.
Elas têm a mesma capacidade de assumir a função de inúmeros tecidos. Para pacientes homens elas poderão servir no futuro como uma fonte de células-tronco e o procedimento não esbarraria na questão ética - explicou o cientista, acrescentando que a aplicação desta nova técnica não envolveria o controverso e dispendioso uso de embriões humanos, livrando-se de pelo menos parte dos questionamentos éticos que rodeiam o assunto.
Apesar de o procedimento ser útil para diversos tipos de doenças, alguns especialistas acreditam que não haverá doadores suficientes, já que o procedimento pode causar muita dor.
- Não acredito que muitos homens vão concordar em doar, pois o procedimento de retirada seria doloroso - disse o pesquisador da Universidade de Newscastle Colin McGuckin.»
Link: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/09/19/297793214.asp
(artigo descoberto por Waleska Nunes)
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Paulo Pires
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9/20/2007 04:26:00 p.m.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Homens também têm sintomas de gravidez
«Maioria dos futuros pais passa por mudanças de humor, enjoos e aumento do volume da barriga
Um estudo comprova que os homens, cujas mulheres estão grávidas, costumam apresentar alguns sintomas de gravidez, escreve a BBC.
O estudo foi chefiado por Arthur Brennan na Faculdade de Ciências da Saúde e Bem-Estar Social da St George em London. Segundo o pesquisador, mudanças de humor, enjoos matinais e aumento do volume da barriga também costumam acontecer nos futuros pais que têm uma forte relação com a sua parceira.
O grupo de estudo foi constituído por 282 homens com mulheres grávidas e um outro grupo de 281 homens, as suas idades situavam-se entre os 19 e os 55 anos.
Feita a comparação dos homens que tinham a expectativa de ter um novo membro familiar e os que não tinham, os futuros pais apresentaram ter assimilado a gravidez das suas mulheres de forma psicológica como se esta estivesse a acontecer no seu próprio corpo.
Os relatos variam consoante a experiência
Maioria pais queixaram-se que os seus sintomas pioraram durante o estágio inicial da gravidez, atingiram o pico no terceiro trimestre e desapareceram pouco após o nascimento do bebé.
Um dos relatos mais impressionantes de um pai foi que se sentia como se estivesse em trabalho de parto.
«As minhas cólicas eram como as contracções que vão aumentando quando uma mulher está em trabalho de parto», disse. «Começaram suaves até ficarem cada vez mais fortes».
O estudo não conseguiu descobrir razões para estes sintomas, conhecidos como Síndrome de Couvade. «São sintomas involuntários», disse Arthur Brennan.
As próprias parteiras, que foram questionadas no âmbito do estudo, têm conhecimento destas reacções dos pais. «Estes homens frequentemente reclamam ter náuseas durante os primeiros estágios de gravidez da parceira», conta a médica Val Collington, também da St George`s University em London.»
Link: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=843006&div_id=291
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Paulo Pires
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9/07/2007 10:10:00 a.m.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2007
"O Pai na gravidez e no puerpério" Estudo
"Caro Pai
O meu nome é Gonçalo Coelho, sou aluno do 5º ano do curso de Psicologia (área Clínica) no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA) em Lisboa. Estou neste momento a terminar a minha monografia de final de curso, cujo tema é "O Pai na gravidez e no puerpério". A supervisão do meu trabalho está a cargo do Mestre Luís Sousa Ribeiro.
Venho por este meio solicitar a sua colaboração num estudo que estou a realizar sobre a experiência de ser pai, mais concretamente, sobre a experiência que o homem vive durante a gravidez e os primeiros meses de vida do(a) filho(a). Sem dúvida que a mãe tem uma relação privilegiada com o bebé, mas a posição do pai não tem vindo a merecer o mesmo destaque na comunidade científica, nem social, sendo muitas vezes esquecida. Como reage durante os acontecimentos próprios da gravidez? Como vive a unidade simbiótica mãe-feto? Que comportamentos são de esperar após o nascimento do(a) filho(a)? A relação com a mulher ficará diferente?.... Trata-se de uma área pouco estudada da Psicologia até hoje, pelo que a sua participação será de enorme valor!
Assim, a sua participação corresponderá ao preenchimento de 2 breves questionários sobre o assunto já referido (em média, demoram cerca de 10min. a preencher). Caso o pai esteja interessado em participar, contacte-me através de monografia_pai@hotmail.com dando nota da sua intenção em colaborar. Após receber a sua resposta afirmativa, enviar-lhe-ei os questionários que deverá preencher e reenviar-me depois de preenchidos.
O pai que pretendo incluir na amostra do meu estudo deverá ter um filho com um máximo de 14 meses de idade e estar a viver com a sua mulher. Portanto, faço um pedido especial de colaboração a pais que tenham filho(a) com idade entre o mês e os 14 meses, e que vivam em situação de co-habitação com a mulher.
Nota: Como estudo científico que é, todos os dados recolhidos são confidenciais e anónimos.
Sem outro assunto, e certo da sua colaboração, desde já lhe agradeço
Gonçalo Coelho"Se incentivarmos este género de estudos, só temos a ganhar através das suas conclusões.
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Paulo Pires
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8/06/2007 05:46:00 p.m.
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Aleitamento deve ser acompanhado pelo pai

«A amamentação do bebê na primeira hora deve ser acompanhada de perto pelo pai, diz Alberto d’Auria, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz. A atuação deve começar já durante o trabalho de parto. “É importante que ele tenha uma função nessa hora”, afirma D’Auria. A recomendação é que a parturiente seja ladeada pelo pai da criança na sala de parto. “Nesse momento, o melhor é que haja o máximo de proximidade possível.”
Após o nascimento, o pai também é “peça fundamental” na acomodação do bebê para mamar na primeira hora de vida, diz D’Auria. “Ele passa a ser o piloto desse processo.” Deve acompanhar o pediatra na condução dos primeiros procedimentos -pesagem e exames gerais. E, depois que o processo estiver concluído, é pelas suas mãos que a criança deve ser devolvida à mãe, recomenda o especialista.»
“Nos primeiros momentos, a posição ideal é a criança colocada no peito da mãe e o corpo do pai encostado nas suas costas.”O caminho da tecnologia, diz D’Auria, embora importante, deixa um “hiato”. “Às vezes, esse calor humano é perdido. É isso que pretendemos recuperar agora.”»
Fonte: O Povo
Link: http://www.opovo.com.br/opovo/brasil/718115.html
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Paulo Pires
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8/06/2007 09:31:00 a.m.
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