
"O que é a Depressão Pós Parto?
A depressão pós parto é frequentemente conhecida como um período de profunda tristeza, choro, irritabilidade, cansaço e abatimento, que surge nas mulheres que terminam a gravidez e iniciam a relação com o seu filho recém-nascido.
Não se trata de um mito, a depressão pós parto existe, mas necessita de ser esclarecida, o que se pode fazer de um modo relativamente simples: Há uma fase pós parto em que o humor pode ser depressivo, mas esta fase é breve enquanto que a verdadeira depressão pós parto é algo mais raro, mas também muito mais grave, incapacitante e duradouro.
Conhecer o período breve de depressão que surge pós parto, não é menos relevante que o diagnóstico de uma depressão pós parto instalada: é essencial que se ajude a mãe a ultrapassar a fase, para que esta seja de facto curta e sem consequências graves para mãe e filho.
É algo normal e esperado dado que são muitas as alterações que justificam o aparecimento da depressão pós-parto: alterações hormonais relacionadas com o fim do período de gravidez; as dificuldades e debilidade física que a mulher pode apresentar no parto e na sua recuperação; a percepção da fragilidade que a mulher pode ter em relação ao recém-nascido, em especial se o caso envolver problemas de saúde, fragilidade física ou diagnósticos médicos inesperados e irreversíveis.
A própria novidade de ser mãe traz ansiedade em relação à sua capacidade de resposta e insegurança em relação ao quanto será competente e suficiente para um novo ser tão frágil.
As alterações estão também relacionadas com os novos papéis assumidos na família (papel de mãe, de pai, de avós, de filhos e de irmãos) e a modificação de relação entre os vários elementos.
É largamente conhecida a fase em que pela nova experiência de ser mãe, se revive a um nível muito profundo a experiência de ser filha, o que pode ter um impacto muito negativo se o relacionamento mais precoce com a sua mãe não tiver sido sentido como algo seguro, repleto de amor, carinho, conforto e confiança.
A própria experiência de casamento pode ser repensada e se a mulher fizer uma avaliação negativa do que tem sido a vida conjugal, se houver uma quebra nas expectativas iniciais, se a relação for sentida como insatisfatória e frustrante, a depressão pós parto também pode aparecer acentuada, neste caso como uma máscara que por detrás tem um conflito não resolvido e que está a ser fonte de mal estar, independentemente da nova relação com o bebé e com a experiência de maternidade.
Outra alteração de grande impacto é a alteração de rotinas quotidianas, algo incontornável entre o casal que enfrenta exigências completamente diferentes e muito mais pesadas que as anteriores ao nascimento dos filhos:
As tarefas de casa são alteradas (e muito acrescidas) tendo impacto no seu sono, cuidados pessoais, alimentação e em tudo à sua volta porque o bebé recém-nascido exige respostas muito frequentes por parte dos pais.
Por outro lado a mulher está fora dos seus meios usuais: há um afastamento do convívio social e do seu emprego, implicando perdas afectivas, mas também de decréscimo do seu investimento profissional e da sua realização em relação à carreira.
As alterações emocionais associadas ao período pós parto parecem assim fáceis de compreender e justificadas pelas mudanças inevitáveis que o nascimento de umas crianças traz aos pais.
É essencial então, facilitar o período pós parto para que a nova mãe passe esta experiência da melhor forma possível, e sem correr o risco de comprometer a relação com o bebé, que mais do que nunca, precisa do seu amparo, carinho, atenção e cuidados.
O pai e a família próxima deverão ser capazes de aceitar as alterações emocionais da mãe, confortá-la sem dramatizar nem criticar, reforçar as suas competências como mãe (ainda que recém adquiridas e por isso pouco consistentes), ajudar no cumprimento das tarefas quotidianas, assim como nos cuidados com o bebé, sempre que necessite, mas tendo o cuidado de não a substituir nem interferir na relação estabelecida entre os dois.
A própria mãe deverá oferecer a si mesma momentos de bem estar, nem que seja um banho com mais tempo quando deita o bebé e o pai está presente para o atender se acordar, uma refeição com o seu prato preferido, um livro que queria ler há muito, um café com uma amiga com quem possa conversar, um passeio num local que goste, ou a ida ao cinema, teatro ou algo que a atraia.
É importante que não se descuide nos seus cuidados de higiene, beleza e saúde, assim como com o exercício físico. Estes cuidados não devem ser fonte de culpa (porque sente que está a dispensar tempo para si que deveria ser para o bebé), mas vistos como cuidados que contribuem para a sua recuperação e como tal para o desenvolvimento da sua relação com a criança e bem-estar dos dois.
Acima de tudo, é importante permitir à nova mãe que partilhe a sua insegurança, dúvidas e emoções para que não se sinta só na fase que se espera que seja das mais belas da vida de uma mulher.
conteúdo gentilmente cedido por :
Dra. Lídia Rego
Psicóloga Clínica da Saúde
Colaboradora da Primus Care"
Fonte:Guia da Família
Link:http://www.guiadafamilia.com/guiadagravida/tema.php?id=5049
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Depressão Pós Parto -Como evitar?
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7/03/2009 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Gravidez exige cuidados especiais para rosto e corpo

«São Paulo, 28 (AE) - Durante a gravidez, as mulheres devem ter cuidado com a beleza. A hidratação é fundamental para prevenir estrias e o filtro solar tem de ser usado sempre para evitar manchas. De olho nelas, empresas de cosméticos desenvolveram linhas específicas, que têm aromas mais suaves - o olfato da grávida é seis vezes mais sensível que o de outras mulheres - e fórmulas seguras.
As estrias são as mais temidas. "Se a pele não estiver hidratada, as fibras elásticas arrebentam. A cicatriz pode melhorar, mas não desaparece", diz a dermatologista Silmara Cestari, que recomenda usar hidratante duas vezes ao dia - uma delas após o banho. Nas pernas, o creme deve ser passado em sentido ascendente. Na barriga, de forma circular, em sentido horário.
As alterações hormonais da gestação levam ao aparecimento de manchas, que são acentuadas pelo sol. Por isso é importante usar filtro solar. "Só se deve tratar as manchas após parar de amamentar. Todos os produtos usados para clarear a pele são contraindicados", alerta o dermatologista Cesar Cuono, de São Paulo.
E pintar ou alisar o cabelo, pode? "Pode, porém é preciso evitar produtos que contenham amônia e formol, que podem ser absorvidos, mesmo em pequena quantidade, e circular pelo sangue por meio do cordão umbilical, o que é nocivo para o desenvolvimento do bebê", diz Cuono.
O parto não é sinônimo de liberdade para usar todo e qualquer cosmético. "Enquanto estiver amamentando, é melhor usar linhas para gestantes", aconselha Silmara. »
Fonte:Abril
Link:http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/gravidez-exige-cuidados-especiais-rosto-corpo-401882.shtml
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6/03/2009 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 30 de março de 2009
ESTUDO APONTA QUE A MULHER NÃO PRECISA FICAR EM JEJUM DURANTE O PARTO
«Dr. Ricardo Teixeira
Ainda é muito comum a recomendação de que as mulheres devem ficar em jejum a partir do momento que entram em trabalho de parto.
A justificativa é que o jejum reduziria a chance de vômitos durante o parto e com isso diminuiria o risco de pneumonia por aspiração que ocorre quando o vômito cai dentro das vias aéreas. Esse risco de aspiração é significativo quando a mulher é submetida à anestesia geral, mas nos últimos anos, o parto cesárea é cada vez mais realizado sem anestesia geral, o que reduz sobremaneira o risco de aspiração.
Será que realmente faz sentido negar qualquer tipo de alimento a uma mulher durante o trabalho de parto? Alguns estudos já haviam sido realizados na tentativa de responder a essa questão, mas os resultados não foram conclusivos e ainda há muita disputa de opiniões. As mais recentes recomendações da Sociedade Americana de Anestesiologia defendem que o jejum de sólidos deve ser respeitado, enquanto líquidos podem ser oferecidos à parturiente. Alguns serviços hospitalares defendem a liberação da dieta com o argumento de que o trabalho de parto pode ser prejudicado se a mulher tiver restrição de ingestão de energia.
Uma nova pesquisa recém-publicada pelo British Medical Journal dá um novo rumo à discussão. A pesquisa envolveu a análise do trabalho de parto de quase 2500 mulheres primíparas (primeira gestação) que foram divididas em dois grupos: um grupo em jejum durante o trabalho de parto e outro que tinha a permissão de ingerir alimentos leves como suco de frutas, biscoitos, pães, iogurte, e bebidas isotônicas. Não houve diferenças entre os grupos nas diversas variáveis estudadas: freqüência de vômito, porcentagem de partos normais e cesáreas, duração do trabalho de parto e saúde dos bebês ao nascimento.
Essa é a maior pesquisa realizada até o momento sobre o tema e os resultados sugerem que as mulheres não devem ser privadas de alimentos durante o trabalho de parto desde que queiram se alimentar, pois também não há evidências de que aquelas que se alimentam têm mais sucesso do que as que permanecem em jejum.
:: Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog "ConsCiência no Dia-a-Dia" e consultor do Grupo Athena. »
Fonte:Segs
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=25367&Itemid=1
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3/30/2009 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 16 de março de 2009
Médicos optam pelas cesarianas para se protegerem

«O receio de um processo na Justiça, quando os partos correm mal, e uma gestão virada para a quantidade e não para a qualidade são algumas das explicações que Carlos Reis, obstetra bem conhecido em Faro, aponta para o aumento das cesarianas.
Não existe apenas uma explicação para a tendência de aumento de cesarianas, mas se uma há que tem ganho terreno, é a “mão pesada da Justiça”.
Carlos Reis, obstetra e ginecologista há 18 anos e ex-chefe de equipa demissionário no Hospital Distrital de Faro, explica porquê: “Admito que seja uma defesa do próprio técnico, que pode estar sob avaliação em termos legais se houver contratempos no parto”, diz.
Por outro lado, existe a pressão das mães, que insistem cada vez mais em solicitar os partos de cesariana. “Há até já quem admita que se deve fazer cesariana (no público) a pedido da mãe”, adianta.
Admitindo que “cada caso é um caso”, Carlos Reis afirma que as cesarianas devem ser a excepção e não a regra, como parece ser cada vez mais o caminho, até na formação dos internos: “A aplicabilidade dos forceps e ventosas têm condutas especiais e hoje os jovens começam ao contrário. Só ao fim de um ano de estágio com os partos normais se devia passar para as cesarianas, mas hoje é precisamente por aí que eles começam”, garante.
O obstetra reconhece também que o número de profissionais é insuficiente para o aumento de situações que acorrem às Urgências, o que resulta num menor acompanhamento durante o trabalho de parto.
Desta forma, situações que poderiam ser detectadas neste período e “corrigidas”, mantendo a hipótese de um parto vaginal, acabam por ser transformadas em urgentes, com a consequente cesariana.
Esta é uma realidade que os profissionais com responsabilidade conhecem bem, mas que nem sempre questionam: “Hoje os directores de serviço estão para servir os interesses administrativos e não como técnicos para zelar pelo paciente, orientam-se em função da quantidade e não da qualidade”, critica.
O aumento das cesarianas, constatado a nível europeu, acaba por ter impacto directo nas contas da saúde. É que, para além de ser uma intervenção cirúrgica com um período mais longo de internamento (cerca de 4 dias, em média contra 2 em parto normal), o que leva à maior ocupação de camas, existe ainda o factor preço: segundo o especialista, uma cesariana poderá rondar os 5 mil euros, ao passo que um parto normal custará cerca de metade.
Mário Lino »
Fonte:Observatório do Algarve
Link:http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=27804
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3/16/2009 09:00:00 a.m.
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sexta-feira, 13 de março de 2009
En Pereira, el parto natural le ganó a las cesáreas

«En Pereira, a diferencia del resto del país, donde se observa tendencia creciente a las cesáreas, las mujeres en su gran mayoría, siguen teniendo sus hijos por parto natural.
En el 2008, según estadísticas reportadas por el Director Operativo de la Secretaría de Salud del Municipio, Cristian Herrera, hubo 4.251 partos atendidos y de ellos 290 fueron por cesárea.
Para Herrera, estas cifras son el reflejo del programa que se ha puesto en marcha desde hace tres años desde la Secretaría de Salud del Municipio con la E.S.E Salud Pereira, denominado ‘atención de parto más humanizado’, para que este sea lo más natural y lo menos intervenido posible, incluso, que se permita la presencia del padre acompañando a la gestante en la llegada de su hijo al mundo.
En estas cifras reportadas por la Secretaría de Salud, hay un aspecto interesante y es que mientras la mayoría de las cesáreas se realizan en mujeres de estratos 1,2 y 3; las cesáreas se concentran principalmente en mujeres de estratos 4,5 y 6, por aquello de evitar el dolor.
Rosario vive en zona rural de Risaralda. Ahora tiene 60 años y tuvo quince hijos, todos por parto natural, ayudada por su esposo y una ‘comadrona’ o partera.
“Hoy en día las mujeres son muy flojas, señala Rosario, la ley natural de Dios es parir los hijos y con dolor. Así está en la Biblia”, señala Rosario.
Su hija mayor, siguió al pie de la letra el ejemplo de su mamá y tuvo diez hijos, el primero a los 16 años y el último a los 40.
“Si mi mamá tuvo quince hijos, yo por qué no puedo tener diez? afirmó siempre María y aún cuando el médico le recomendó después de su noveno hijo, no tener más, ella hizo caso omiso de la recomendación y quedó embarazada nuevamente.
A todos los tuvo por parto natural.
Adriana, por su parte, tiene un solo hijo, nació por cesárea hace nueve años y aunque ella quería que naciera de manera natural, nunca se le presentaron contracciones, ni tuvo dolor y finalmente, llegado el término en que debía nacer su bebé y nada, su médico determinó extraerlo por cesárea.
“Mi niño debía nacer el 25 de diciembre, sin embargo llegó enero, pasaban los días y el médico determinó que si no me daban dolores, la fecha de la cesárea sería el 11 de enero y así fue. Mi hijo llegó al mundo ese día a las 4:00 de la tarde”.
Si bien su hijo nació sano, Adriana señala que la recuperación de la cesárea fue muy dolorosa y ella hubiera preferido un parto natural.
“Yo siento que me perdí de algo al vivir esta experiencia, además, el niño nació e inmediatamente, no me fue pegado al pecho y después rechazó el seno y ya no lo quiso más”, señala Adriana.
Las edades
De los 4.251 partos atendidos en Pereira, 1.060 correspondieron a mujeres menores de 19 años y 244 a menores de quince años.
Es decir, en las adolescentes se concentra un buen número de los embarazos, lo cual para el Director Operativo de la Secretaría de Salud del Municipio, tiene una explicación: en las adolescentes se están incrementando en tanto que en las mujeres de mayor edad, están disminuyendo los embarazos.
Sin embargo, hay otro dato interesante muchos de estos embarazos son deseados, es decir, las adolescentes son plenamente conscientes al momento de la relación sexual de pueden quedar embarazadas y no toman las debidas precauciones.
El testimonio de una partera
Erminda Rentería, es una chocoana de 68 años de edad que ha dedicado prácticamente toda su vida al oficio de partera.
Su mamá también lo fue y trajo tantos niños al mundo, que le decían ‘Mamá Lucy” y la conocían como la madre del pueblo.
Erminda cuenta como una señora llegó un día a su casa muy asustada y llorando, porque el médico le dijo que el niño venía sentado y por esa razón tenía que hacerle cesárea, ella le dijo que no se preocupara que la iba a ‘arreglar’ lo que tradicionalmente en la ciudad se conoce como sobar. Así fue y la sobó tres veces.
Ella dice que los médicos quedaron sorprendidos porque fue un parto normal y sin complicaciones.
Ninguno de los niños que ha traído al mundo ha muerto y todos son sanos.
‘Partera’ desde su pueblo en el Chocó, después en Antioquia y ahora en Pereira.
Erminda comenta que hay partos que la ponen a sudar, “hay mujeres que son muy flojas con los dolores y en el momento de parir no aguantan el dolor y se resisten a pujar”, lo que obstaculiza la salida del bebé y por ende el trabajo de la partera.
A raíz de esto, las parteras optan por hacerles un baño, en una bacenilla echan alcohol, lo ponen al fuego y cuando está caliente se ubica debajo de la mujer quien adopta una posición de pie, abierta de piernas, para que el calor suba y el frío se aparte, lo que facilita el parto, según dice Erminda.
El parto más difícil
El parto más complicado lo vivió cuando nació su nieta, cuenta que su nuera no se ubicaba y no se dejaba, porque los dolores no se lo permitían, sudaba mucho y por un momento pensó que perdía a su nietecita.
En ese momento lo que se le cruzó por la mente fue enviarla de urgencia al hospital para que le sacaran a la niña. Sin embargo la historia tuvo un final feliz, porque por fin pudo tener la alegría de recibir a su nieta.
Según señala Erminda, la mujer tiene que ubicarse en un sitio que a medida que ejerza la fuerza, el bebé corra hasta un punto que ya no sigue, sino que sale a la vida.
“A veces hay mujeres que por los dolores no son capaces de colocarse en el lugar y la posición que uno recomienda, y empiezan a pedir ayuda, déjeme, acostar, déjeme parar, déjeme sentar, eso dificultad el trabajo de cualquier partera”, dice Erminda
Ella por su parte tuvo 11 hijos y no conoció médicos, a todos se los recibió la madre, excepto uno al que no alcanzó a llegar y lo recibió ella sola. »
Fonte:La tarde
Link:http://www.latarde.com/local/per/7365-en-pereira-el-parto-natural-le-gano-a-las-cesareas.html
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3/13/2009 09:00:00 a.m.
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quinta-feira, 12 de março de 2009
Clínica anunciava escolha da cor dos olhos e cabelo do bebé

«Inovação gerou polémica
O Fertility Institute, uma clínica de fertilidade norte-americana, anunciava uma técnica que permitia escolher a cor dos olhos e cabelo dos bebés, mas cancelou o programa através de um comunicado divulgado na sua página da Internet.
O facto de se poder escolher a cor dos olhos e do cabelo dos bebés ao mesmo tempo que se garantia que não viriam a sofrer de nenhuma doença genética ou hereditária motivou muitas críticas, originando a suspensão do programa.
«Qualquer benefício destes estudos de diagnóstico é claramente suplantado pelo aparente impacto social negativo», esclarece o comunicado divulgado na Internet.
Em Portugal, a lei «apenas permite a selecção de embriões para tratamento de doenças graves ou evitar o risco da sua transmissão», explica o geneticista português Mário de Sousa.
Para Alberto barros, geneticista da faculdade de medicina do Porto, este tipo de anúncios é preocupante. «O diagnóstico genético por motivos fúteis pode criar uma onda de descontentamento na opinião pública, que pode prejudicar o uso desta técnica para prevenir problemas que são realmente importantes», justifica o especialista citado pelo «Jornal de Notícias».»
Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=20f944e94c133b4adc25c01d407b8b73
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3/12/2009 02:00:00 p.m.
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sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Sensores podem indicar necessidade de cesariana

«Uma patente registrada nos Estados Unidos indica uma nova tecnologia que pode facilitar a decisão de médicos por partos normais ou cesarianas.
Segundo o site NewScientist, a idéia é que durante o trabalho de parto, a atividade muscular do útero seja monitorada via sensores sem fio, e através de um software a força e freqüência das contrações sejam analisadas e se determine quando uma cesariana é a alternativa mais indicada.
Partos normais são os mais recomendados pelos médicos por sua segurança, mas o procedimento de abertura para a retirada do bebê é recomendado em casos de lentidão do nascimento. Com a patente, o cientista José Príncipe e sua equipe da Universidade da Flórida, acredita que será mais fácil determinar o momento exato e mais seguro para a realização da cesariana, caso esta seja necessária.»
Fonte:Geek
Link:http://www.geek.com.br/modules/noticias/ver.php?id=40074&sec=3
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11/07/2008 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Partos com água já em Novembro - Hospital de São Bernardo

«Segundo dados científicos a imersão na água durante o trabalho de parto reduz de forma significativa a percepção da dor.
A Maternidade do Centro Hospitalar de Setúbal, Hospital São Bernardo vai dispor já a partir de Novembro de parto natural, incluindo a possibilidade das parturientes poderem escolher, a opção da imersão na água, durante o trabalho de parto.
O objectivo é oferecer às parturientes, que o desejem, uma experiência gratificante e diferente promotora de um parto natural.
A equipa multidisciplinar da Urgência Ginecológica e Obstétrica/Bloco de Partos, atenta à necessidade de humanização dos cuidados e inserido no processo de melhoria da qualidade dos cuidados, pretende com este projecto “implementar um modelo assistencial que favoreça/permita o atendimento das necessidades e expectativas das utentes e o respeito pelos seus direitos”, nomeadamente a promoção do parto normal, recuperar a posição central da mulher no processo de nascimento e diminuir a instrumentalização e mediatização do parto.
Segundo os enfermeiros Especialistas de Saúde Materna e Obstetrícia do Hospital de São Bernardo “o parto natural não é uma moda, mas sim um direito das mulheres, que lhes trás benefícios a todos os níveis, desde a experiência pessoal à própria experiência do próprio parto”. E adiantam que “a imersão na água, durante o trabalho de parto é um tipo de parto natural que surgiu na década de sessenta na Europa e nos Estados Unidos da América, com excelentes resultados no alivio da dor em mulheres saudáveis com gravidez de baixo risco”.
Os benefícios da imersão na água durante o trabalho de parto, são relevantes, nomeadamente, “os seus efeitos relaxantes que reduz a dor provocada pelas contracções uterinas e descontrai a musculatura do períneo”. Além disso “diminuiu a necessidade de analgesia farmacológica, proporciona um trabalho de parto mais curto” e “proporciona uma experiência muito gratificante para a mulher”.
Para estes profissionais “a evidência científica refere que a imersão na água durante o trabalho de parto, reduz de forma significativa a percepção da dor, assim como a necessidade de recurso a analgesia epidural. Não sendo referidos efeitos adversos na duração do trabalho de parto. E no aumento de partos cirúrgicos e resultados neonatais”.
Os enfermeiros Especialistas de saúde Materna e Obstetrícia., tem responsabilidades na promoção do parto normal, são os responsáveis pela implementação no Serviço Urgência Ginecológica e Obstétrica/Bloco de Partos deste projecto inovador.
Todas as grávidas com idade gestacional superior a 37 semanas, em fase activa de trabalho de parto, com gravidez de baixo risco, podem desde logo escolher esta opção de trabalho de parto.»
Fonte:O Setubalense
Link:http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=239&id=8717&idSeccao=1982&Action=noticia
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10/27/2008 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
Parto normal aumenta sensibilidade da mãe ao choro do bebê, diz estudo

«Pesquisa foi feita medindo ativação de áreas 'maternais' do cérebro.
Trabalho tem implicações para entender e até prever depressão pós-parto.
Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo
Para ser mais exato, a resposta aumentada das mães de parto normal aparece em regiões do cérebro ligadas à regulação de emoções, motivação e comportamentos habituais. A conclusão faz algum sentido diante do aparente elo que existe entre o parto por cesariana e um risco aumentado de depressão pós-parto, verificado em mulheres, e também do cuidado diminuído com a cria presente em animais cujos filhotes não nascem por via vaginal.
Os conhecimentos atuais sobre o parto normal também indicam que ele ajuda a desenvolver os circuitos cerebrais ligados ao apego pelos recém-nascidos. Exemplo disso é a liberação periódica de oxitocina, o famoso "hormônio da confiança" (ou "hormônio do apego") durante o nascimento natural.
Menos ativas
"Queríamos saber quais áreas do cérebro ficariam menos ativas em mães que têm seus filhos por cesariana", diz James Swain, pesquisador do Centro de Estudos da Infância da Universidade Yale (EUA). "Nossos resultados apóiam a teoria de que variações nas condições de nascimento que alteram as experiências neurohormonais do parto podem diminuir a sensibilidade do cérebro materno humano no começo da fase pós-parto."
Outro detalhe importante: as mesmas áreas ligadas ao esforço do nascimento também influenciam o estado emocional da mãe. "Conforme mais e mais mães optam por ter filhos mais velhas, tendo, portanto, mais chances de passar por uma cesariana, esses resultados vão se tornando importantes. Podem, por exemplo, ajudar a identificar precocemente o risco de depressão pós-parto e atacar o problema", afirma Swain.»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL747057-5603,00-PARTO+NORMAL+AUMENTA+SENSIBILIDADE+DA+MAE+AO+CHORO+DO+BEBE+DIZ+ESTUDO.html
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9/09/2008 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Lisboa: Reorganização das unidades de saúde da capital Maternidade fecha

«Lisboa: Reorganização das unidades de saúde da capital
Maternidade fecha
É o fim da maior maternidade do País. A Alfredo da Costa, unidade-berço da maioria dos lisboetas, vai deixar de existir, transformando-se apenas num serviço de obstetrícia do futuro Hospital de Todos-os-Santos. 2012 é o ano previsto para a mudança, com a entrada em funcionamento do novo hospital em Chelas.
O futuro do edifício da Maternidade Alfredo da Costa (MAC) é ainda incerto, mas o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, António Branco, adianta que pode vir a albergar o Ministério da Saúde e os vários serviços tutelados espalhados pela cidade. Por enquanto, é apenas uma hipótese a trabalhar já que, ao contrário dos outros hospitais que vão ser absorvidos por Todos-os-Santos, as suas instalações no centro da cidade ainda não foram avaliadas.
Segundo os planos traçados pela tutela, em 2012, uma grávida de Lisboa terá três locais possíveis para ter filhos: Santa Maria, S. Francisco Xavier ou Todos-os-Santos (onde se vai situar a Estefânia e a MAC). "A MAC vai desaparecer por causa do planeamento dos serviços de saúde na cidade", explica António Branco.
O serviço de obstetrícia do gigante que nascerá em Chelas vai receber os casos mais complicados, que são agora atendidos na MAC, funcionando como unidade de segunda linha. E ainda as grávidas da área de residência daquela parte de Lisboa. As outras vão para os novos hospitais de Loures, Cascais e Vila Franca, que "vão absorver grande parte da clientela actual da maternidade", refere.
Mas, apesar de não estar nos planos de reorganização, a falta de médicos especialistas poderá obrigar as autoridades a encontrar entretanto uma solução de recurso. Nos próximos tempos os partos podem ter que ser concentrados em apenas duas maternidades: a MAC e Santa Maria. "A única hipótese é concentrar. O Ministério da Saúde não pode ter a funcionar serviços que são um risco para a grávida", diz António Branco.
OS NÚMEROS
PARTOS
A Maternidade Alfredo da Costa realiza, por ano, seis mil partos. É a maior do País em número de utentes. O serviço que está pensado para o Hospital de Todos-os-Santos terá um número um pouco inferior a este.
URGÊNCIAS
Em média, quase 33 mil mulheres recorrem por ano às Urgências de Obstetrícia/Ginecologia da Maternidade.
CAMAS
A lotação da MAC é de 150 camas para internamento das doentes.
RECURSOS
Em 2006, a unidade tinha 149 médicos e 255 enfermeiros nos quadros.
CONSULTAS
Por ano, a Maternidade Alfredo da Costa realiza mais de 60 mil consultas externas.
Rute Araújo»
Fonte: Correio da Manha
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=85D45B5C-6EE7-41CC-8A4E-0114832C0B3F&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF
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8/27/2008 09:00:00 a.m.
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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Gravidez e Amamentação: O importante é que cada gravidez seja planeada e vivida tranquilamente

«Dra. Fátima Palma
Não está definido qual o momento ideal para ter um filho, isso vai depender de cada casal. Assim, antes de parar o método contraceptivo deve procurar o seu médico para a realização da consulta pré-concepcional.
Nesta consulta após um breve resumo da história clínica e avaliação dos antecedentes do casal é feito: o resumo das gravidezes e partos anteriores; o despiste de doenças familiares ou outras que possam ter importância na gravidez; a análise das vacinas, do grupo de sangue, e são pedidos alguns exames complementares de rotina. Inicia-se a toma do ácido fólico.
O diagnóstico de gravidez acarreta sempre algum grau de ansiedade, pela incerteza do que vem a seguir: Será que está tudo bem? Haverá alguma malformação do feto? É necessário ir já ao médico? Ao obstetra ou ao centro de saúde?
Algumas destas questões ficam automaticamente respondidas quando se faz a tal consulta pré-concepcional, se tal não aconteceu, deve fazer um teste de gravidez que pode ser feito em casa, na farmácia ou num laboratório.
É importante que a grávida seja vigiada e acompanhada em consultas periódicas, sendo que a primeira consulta deve ser nas primeiras 10 semanas de gravidez e as seguintes de acordo com o calendário que for determinado pelo médico assistente.
Claro que nem todas as grávidas têm o mesmo risco obstétrico. As adolescentes, as mulheres com mais de 38 anos, as hipertensas, as diabéticas têm maior probabilidade de desenvolverem complicações no decurso da gravidez.
Na consulta pré-concepcional ou na primeira consulta o médico determinará o risco existente e se necessário a vigilância, numa consulta de alto risco.
As consultas pré-natais, a realização das ecografias obstétrica (às 12, 22 e 32 semanas) e das análises; uma alimentação equilibrada (atenção às restrições próprias da gravidez) e a prática de exercício físico adequado, permitem passar por este momento privilegiado e por vezes único da vida de uma mulher/casal de uma forma suave e prazenteira.
Existem em alguns centros de saúde e noutros locais, cursos de preparação para o parto, que se recomendam dado tratar--se de um momento vivido sempre com alguma ansiedade e expectativa principalmente na primeira gravidez.
E DEPOIS DO PARTO…
O leite materno contém todos os ingredientes necessários à alimentação do recém-nascido e conferem-lhe inclusive protecção contra algumas infecções.
No início tem um aspecto diferente (o colostro) mas é rico em elementos anti-infecciosos e destina-se a ajudar a relativa imaturidade fisiológica do recém-nascido.
A subida do leite dá-se habitualmente por volta do 5º dia após o parto e pode acompanhar-se de febre, dor e aumento do volume mamário. Procure ajuda sempre que necessário e não desanime.
O sucesso da amamentação tem a ver com a motivação, com alegria e prazer que dá à recente mamã. Mas se por qualquer motivo não puder ou quiser amamentar não se esqueça de que hoje em dia já existem excelentes alternativas para o leite materno.
Por último não vamos esquecer-nos da contracepção.
O espaço que se recomenda entre cada gravidez é de 2 anos e hoje em dia existem várias opções contraceptivas possíveis durante a amamentação que não interferem quer com a qualidade quer com a quantidade do leite materno.
Dra. Fátima Palma,
Ginecologista/Obstetra na Maternidade Alfredo da Costa,
Voluntária na Associação para o Planeamento Familiar »
Fonte: Medicos de Portugal
Link:http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2046/?textpage=2
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8/08/2008 02:41:00 p.m.
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terça-feira, 5 de agosto de 2008
Estudo sugere que droga anticolesterol reduz chance de cesariana

«Um novo estudo sugere que remédios usados para reduzir o nível de colesterol podem ajudar a minimizar o risco de cesarianas de emergência em mulheres grávidas.
A pesquisa, realizada pela Universidade de Liverpool, na Grã-Bretanha, sugere que o alto nível de colesterol pode reduzir a força das contrações, comprometendo a possibilidade de partos naturais.
O estudo analisou 4 mil casos de gravidez. Entre mulheres acima do peso - e que tem níveis maiores de colesterol no sangue - houve maior incidência de cesarianas de emergência.
Os pesquisadores realizaram testes de laboratório com tecidos de músculos retirados do útero de mulheres acima do peso.
Os testes revelaram que, nestes casos, a força da contração dos músculos é menor. Isso aconteceria, segundo o estudo, devido à falta de cálcio nas células do músculo.
Os pesquisadores acreditam que os altos níveis de colesterol podem ser a origem do problema, já que a substância prejudica as membranas das células.
Os cientistas de Liverpool sugerem que estatinas – fármacos que reduzem o nível de colesterol – sejam usados por mulheres grávidas com problema de colesterol nos últimos três meses da gravidez. Essa medida reduziria a probabilidade de se precisar fazer uma cesariana de emergência.
'Interessante'
O ginecologista da University College Hospital London, Patrick O'Brien, disse que o estudo feito em Liverpool "é interessante".
"Se nós conseguirmos achar uma forma de reduzir as chances de cesariana de emergência nestas mulheres, será ótimo", disse ele.
"Mulheres acima do peso têm um risco maior de complicação como trombose e infecção, então elas se beneficiariam com isso."
No entanto, ele diz que médicos evitam recomendar estatinas para mulheres grávidas porque o nível de colesterol tende a aumentar naturalmente durante a gravidez. Isso poderia ser um sinal de que o colesterol é importante para o desenvolvimento do feto.
O'Brien também disse que há outros fatores que levam as mulheres acima do peso a necessitarem cesarianas de emergência. Por exemplo, mulheres acima do peso tendem a dar à luz bebês maiores, o que dificulta partos naturais.»
Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/06/080618_colesterol_cesariana_dg.shtml
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8/05/2008 02:38:00 p.m.
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
Porto: Ordem da Lapa acolhe primeiro parto dentro de água realizado num hospital português

«Porto, 11 Jul (Lusa) - A Ordem da Lapa, Porto, foi esta semana palco do primeiro parto natural levado a cabo em Portugal dentro de água em contexto hospitalar, disse hoje à agência Lusa fonte de clínica.
"O bebé saiu, deu um empurrão com os pés, olhou logo a procurar a mãe e moveu-se logo para se aproximar dela", afirmou Isabel Ferreira, a parteira responsável por este momento, que considerou "histórico".
O casal Júnia (ela própria também parteira) e Pedro haviam já decidido que o parto do Simão Pedro seria natural, sem recurso a quaisquer anestésicos, como o Epidural.
"A técnica de parto natural que mais garantias dava de alívio de dor era o da água mas não há no Porto hospitais que disponham de banheiras fixas para o efeito. Pensou-se no Hospital Pedro Hispano (Matosinhos), que demonstrou toda a abertura mas que disse preferir primeiro criar uma equipa formada nesta área. Acabámos por optar por uma clínica privada, usando uma banheira portátil", explicou a enfermeira.
A banheira utilizada é semelhante às usadas nos partos dentro de água já realizados em Portugal no domicílio, "mas como o casal queria um acompanhamento médico seguro montou-se a estrutura na Ordem da Lapa".
Para além de permitir uma convalescença muito mais rápida - o casal teve alta logo no dia seguinte ao do parto, que decorreu terça-feira - esta técnica provoca menos lacerações no corpo da mulher e permite ao próprio bebé mais sensações de prazer, visto não serem usados medicamentos que normalmente inibem a normal produção de endorfinas pela mãe.
Quanto ao parto em si, "é algo de extraordinário. O Simão pôs a cabeça de fora tranquilamente e eu disse à mãe para lhe dar uma festa. Ela esticou a mão e acariciou o filho. Depois ele saiu e ficou ali, dentro de água com os olhos abertos", descreveu Isabel Ferreira.
Sem trauma de maior, visto transitar de um elemento líquido "placenta) para outro (água), a criança pode aguentar dentro de água o tempo que for necessário, visto a respiração surgir apenas quando as suas vias aéreas são colocadas em contacto com o ar.
"É um mito falso o que diz que a criança pode morrer afogada dentro de água", salientou a parteira, que tirou um curso de uma semana na Bélgica, onde esta técnica já é usada há mais de 30 anos.
Concluído "com sucesso e com magia" este primeiro parto natural dentro de água, a equipa que o acompanhou - que inclui ainda a enfermeira Teresa Marinho, a obstreta Matilde Cordeiro e a pediatra Lurdes Lemos - pretende agora lutar para que ele passe a ser mais comum nas instituições de saúde públicas e privadas.
MSP.
Lusa/Fim»
Fonte: Visão
Link:http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200807118542204
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7/30/2008 02:20:00 p.m.
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sexta-feira, 27 de junho de 2008
Parto sem dor é o mais novo aliado das gestantes
Parto sem dor é o mais novo aliado das gestantes
No site, as futuras mamães podem tirar todas as dúvidas e ver como é possível o parto sem dor.
São Paulo - As futuras mamães ganharam mais um aliado na busca por tranqüilidade na hora do parto. É o site Parto sem dor ( www.partosemdor.com.br ), idealizado pelo médico anestesiologista Dr. Cássio Henrique Arruda Régis e que mostra às gestantes que é possível ter um parto, independente do método escolhido, absolutamente sem dor.
Por todo o site, as mamães conhecem um pouco da história do parto psicoprofilático, normal e cesárea e quais as alternativas que a medicina moderna oferece para que elas passem por este importante momento sem sofrimento. Dentro do site também está explicada a origem da dor durante o parto e os problemas que ela pode causar à mãe e à criança.
A idéia nasceu da vivência do médico Dr. Cássio Régis, que sempre conviveu com a questão da dor no parto. "Quando era criança via a minha mãe dando aulas sobre o parto sem dor. Agora, depois de formado em medicina e conhecendo mais profundamente a área, resolvi criar este site para ajudar as mulheres. Não podemos admitir que elas sofram até hoje em um momento tão único e especial."
Todas essas informações do site foram levantadas com a experiência do Dr. Cássio e de uma equipe de médicos ginecologistas e obstetras. A linguagem clara, fala diretamente com as gestantes. Outro ponto importante foi a criação da identidade visual do site, feita pela TotalBrand. A empresa utilizou cores claras e aconchegantes como azul, rosa e amarelo, além de imagens de nuvens e flores que remetem ao conforto e aos sonhos. Tudo criado para trazer informação e tranqüilidade para as gestantes.
O site também conta com uma seção de depoimentos de mamães atendidas pelo Dr. Cássio e que falam suas experiências do parto sem dor. Além de um espaço para fotos e bate-papo, um canal para as gestantes tirarem suas dúvidas com o médico |www.partosemdor.com.br | Por: PR Newswire»
Fonte:Revista Fator
Link:http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=44102
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6/27/2008 09:25:00 a.m.
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segunda-feira, 16 de junho de 2008
"Parto é só alegria"
O que mais assusta as mulheres ainda é a dor do parto, motivo que levou a dona de casa Priscila Santos, 24 anos, a contrariar o médico, que indicava parto normal, e pedir cesárea em suas duas gestações. Na segunda cirurgia, a cicatriz ficou infeccionada, o que lhe causou 25 dias de muita dor. Nem isso fez com que ela se arrependesse da escolha.
“Só não faria a cesárea se fosse proibida”, diz Priscila. “Eu até admiro as mulheres que têm parto normal. Precisa ter muita coragem, coisa que não tive e não tenho.”
A doula Carla Cristina garante que a dor do parto pode ser manejada com ambiente calmo, luz menos agressiva, massagens, mudança de posição, acupuntura, cromoterapia, água morna e apoio emocional tanto do marido quanto dos profissionais envolvidos.
A ginecologista Carolina Ambrogini aprova o trabalho das doulas e também acredita que uma mulher bem orientada sofre menos durante o parto. “As contrações são de fato muito dolorosas, mas hoje já temos anestesia de parto, não é uma coisa que não dá para suportar”, explica. “A mulher que já vai assustada, acreditando no que colocaram na cabeça dela, não se mantém lúcida e se desespera com qualquer dor.”
Os relatos de algumas mulheres podem servir de incentivo para quem tem sente medo. Alessandra Godinho, 29 anos, doula, educadora perinatal, consultora em aleitamento materno e mãe de dois filhos, é categórica: “Parto é só alegria”, classifica ela, que compara as sensações do parto com as provocadas por uma relação sexual.
“Assim como ter uma primeira relação sexual pode doer, também existe possibilidade de prazer. O parto é um evento sexual, social, espiritual e fisiológico, um rito de passagem onde uma mulher se torna uma mãe”, conclui, recomendando às gestantes o documentário “Parto Orgásmico”, que pode ser assistido no site www.orgasmicbirth.com
A advogada Adriana Poças Rezende, 38 anos, reforça o coro com o relato de seu parto que, depois de muita divergência com a médica que insistia na cesárea, foi realizado em casa, em uma espécie de piscina que a doula armou em seu banheiro, embaixo do chuveiro. “A dor não é pouca, mas passa. As três últimas contrações, quando acabaram, foram prazerozíssimas. Na hora da expulsão, gritei ‘é agora’ e não senti absolutamente nada”, conta ela, que diz ter tido não um, mas três orgasmos durante o parto. “Três orgasmos e recebi meu filhote sem remédios, anestesias, mãos estranhas e luvas geladas”, completa.
Segundo a ginecologista Carolina Ambrogini, a sensação de prazer é causada porque, durante o parto normal, ocorre uma grande elevação de um hormônio chamado ocitocina, que é associado ao orgasmo e responsável pela contração do útero.
E até quando o assunto é vaidade as defensoras do parto normal têm argumentos. Segundo a doutora Lena Peres, a mulher que não faz cirurgia pode voltar as atividades físicas mais rápido, e já começar a queimar os quilinhos ganhos durante a gravidez. Ser natural tem suas vantagens.»
Fonte:Último Segundo
Link:http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia_saude/2008/06/15/parto_e_so_alegria__1361241.html
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6/16/2008 09:43:00 a.m.
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sexta-feira, 13 de junho de 2008
Badajoz deu à luz 495 bebés

O parto em Badajoz – 1500 euros – é mais barato do que os realizados em Elvas, cerca de 2000 euros. O maior volume de nascimentos em Espanha dita a diferença.
A Fundação Mariana Martins, que geriu a maternidade até ao encerramento, luta agora pela alteração da renda que a ULSNA paga pelo espaço da antiga sala de partos.
MODIFICAÇÃO
Desde o encerramento da maternidade de Elvas foram dois os partos efectuados em ambulâncias de bombeiros. As mulheres não chegaram a tempo a Badajoz.
Pedro Galego com Lusa»
Fonte:Correio da Manhã
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6/13/2008 10:25:00 a.m.
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segunda-feira, 9 de junho de 2008
Pós-parto saudável e sem stress
São nove meses de ensaio até a chegada do grande momento: o nascimento legitima a maternidade e transforma a vida da maioria das mulheres. Durante a fase de pós-parto, que se estende até aproximadamente os seis meses de vida do bebê, apenas o corpo da mulher volta ao normal, já que a mente está prestes a sofrer uma experiência transformadora, dizem os especialistas. Encanto e inseguranças, satisfação e desconforto: a fase é de transição.
– Por mais que o pai colabore, na fase de recém-nascido a dependência da mãe é maior e muitas delas não estão preparadas para arcar com o peso da responsabilidade de uma criança indefesa que depende dela para sobreviver. Além disso, a rotina muda, é preciso parar de trabalhar por um período, ou seja, são vários os fatores que mudam alteram completamente a rotina delas. Quanto à forma física, a tendência é que o corpo volte ao normal no primeiro mês de gravidez. Se ela emagrecer, será muito mais por conta das várias novas atividades que está desempenhando – diz a médica.
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6/09/2008 09:34:00 a.m.
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segunda-feira, 26 de maio de 2008
Exposição ressalta importância do parto humanizado

«Tatiana Ferraz
Especial para o JC OnLine
A Semana Mundial de Respeito ao Nascimento, que acontece até o dia 18 de maio, é lembrada em Pernambuco com uma exposição fotográfica organizada pela Rede Parto do Princípio. A mostra está em exibição na Livraria Cultura, no Bairro do Recife, desde o último sábado, e se estende até o domingo. A exposição traz cerca de trinta imagens de pacientes de três maternidades recifenses (Arnaldo Marques, no Ibura, Bandeira Filho, em Afogados, e Barros Lima, em Casa Amarela) – retratadas momentos antes e após o nascimento dos seus filhos. Outras fotografias são de arquivos pessoais das próprias gestantes.
De acordo com Júlia Amorim, da Rede Parto do Princípio, o objetivo da mostra é levar o público a debater e refletir sobre a importância de manter a proximidade entre mãe e filho. "É saudável que o bebê fique junto da mãe logo após o nascimento, que seja amamentado na primeira hora de vida, pois a mulher passa calor ao filho", explica. A exibição das fotografias não ficará restrita à Livraria Cultura. Na próxima semana, elas serão expostas durante a Jornada Pernambucana de Ginecologia e Obstetrícia, no Centro de Convenções de Pernambucano, em Olinda. Depois a mostra passará por maternidades da rede municipal de saúde.
Segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS), em 2004 foram registrados 2,5 milhões de nascimentos no País. Desses, 88% foram realizados pelo SUS e os demais em hospitais particulares. Na rede pública, 27% dos partos são feitos por cesariana. Na rede privada, a taxa é de 80%. De acordo a ginecologista Eva Spinelli, do Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), nos hospitais, a recomendação é que o parto seja natural, pois a cesárea oferece mais riscos à mãe e à criança. "Como toda intervenção cirúrgica, há o risco de infecção e de reação negativa à anestesia", diz. A médica ressalta ainda que o parto por cesariana é indicado apenas quando o bebê apresenta problemas, está em sofrimento ou se encontra em posição inadequada.
Foi esse o caso da estudante Gláucia, de 28 anos, que deu à luz gêmeos há quatro meses. "As crianças estavam sentadas no útero, então o parto não pôde ser normal." Spinelli lembra ainda a importância de a mãe se submeter ao pré-natal. "É fundamental para detectar doenças que poderiam causar problemas à criança. Ainda no período de gestação, muitas dessas enfermidades podem ser corrigidas. Mas se a mulher não faz a prevenção, não há como contorná-las precocemente", atesta. Má formações também podem ser verificadas ainda no período de gestação.
HISTÓRICO - A Semana Mundial de Respeito ao Nascimento acontece, anualmente, desde 2004. A iniciativa é da Associação Francófona pelo Parto Respeitoso, mas hoje os eventos ligados à semana acontecem no mundo todo. A campanha de 2008 traz o tema A inutilidade da separação da mãe e/ou do pai do bebê. Em outras cidades brasileiras, mostras fotográficas promovidas pela Rede Parto do Princípio estão em exposição.
A Parto do Princípio é uma entidade formada por cerca de 250 mulheres usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS), atuantes em 16 estados e no Distrito Federal, que defendem os benefícios do parto ativo e oferecem informações sobre gestação, partos e nascimentos com base em recomendações da Organização Mundial de Saúde.»
Fonte:TV Jornal
Link:http://jc.uol.com.br/tvjornal/2008/05/15/not_153485.php
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5/26/2008 09:13:00 a.m.
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terça-feira, 20 de maio de 2008
Semana Mundial pelo Parto Respeitado

«A Semana Mundial pelo Parto Respeitado é uma iniciativa da Alliance Francophone pour l'Accouchement Respecté (Aliança Francófona pelo Parto Respeitado), uma associação não governamental, criada em 2003.
Celebra-se desde 2004, sempre no mês de Maio, havendo iniciativas em inúmeros países no sentido de divulgar a importância de um nascimento humanizado e respeitado.
Todos os anos é proposto um tema que é depois trabalhado em cada país, pelas organizações que tomam iniciativas neste âmbito. Este ano o tema é a separação desnecessária e prejudicial da mãe e do bebé após o nascimento. Foram propostos slogans como «Não os separem» ou «É o NOSSO bebé!»
Que no os separen!
Em Espanha a associação «El Parto es Nuestro» criou um site
onde é possível descobrir e aprofundar as razões pelas quais é tão importante manter o bebé junto da mãe após o nascimento.
Temos Direito!
A HumPar (Associação Portuguesa pela Humanização do Parto) traduziu e pôs em destaque na homepage do seu site quatro filmes promocionais de uma campanha em defesa do parto respeitado, produzida pela organização não governamental argentina «Dando a Luz».
Os vídeos foram protagonizados por figuras públicas daquele país que quiseram, de forma voluntária, associar-se a esta causa. Na Argentina existe uma lei, aprovada em Novembro de 2004, que diz: «Toda a mulher tem o direito ao parto natural, com respeito pelos tempos biológicos e psicológicos e evitando práticas invasivas e a administração de medicação que não sejam justificadas pelo estado de saúde da parturiente ou da pessoa por nascer.» Porque a lei nem sempre é respeitada, foi produzida esta campanha com o slogan «Temos direito!» »
Fonte:IOL
Link:http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=952373&div_id=3722
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5/20/2008 08:54:00 a.m.
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Penafiel já é a terceira maternidade

«ROBERTO BESSA MOREIRA, Paredes
Encerramento de maternidades explica aumento
A Maternidade do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) transformou-se na maior da região Norte e numa das maiores do país. Em Penafiel, nascem, em média 284 bebés por mês, mais de nove por dia. Feitas as contas, em 2007, no Vale do Sousa e Baixo Tâmega nasceram 3197 crianças, mais 524 do que no ano anterior. Para fazer face a este aumento, a administração do hospital está a promover uma colaboração mais estreita com os centros de saúde locais e com os pais, no sentido de preparar, cada vez mais cedo.
O fecho da Maternidade do Hospital S. Gonçalo de Amarante, e a consequente transferência das parturientes deste concelho e dos limítrofes para Penafiel, motivou um aumento do nascimento de bebés no CHTS. No entanto, este não foi o único factor a contribuir para que em 2007 nascessem mais 524 crianças do que em 2006. O reforço da capacidade técnica fez com que menos grávidas de risco fossem transferidas para outras unidades de saúde, nomeadamente para o S. João.
Tendo em conta os dados dos últimos três meses do ano passado, na Maternidade do CHTS nascem, em média, 284 bebés por mês, o que faz com haja mais de nove partos por dia. Estes números colocam o CHTS à frente da Maternidade Júlio Dinis, do Hospital S. João, ambos do Porto, do Hospital de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia ou do Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos. Com esta média de nascimentos, a Maternidade de Penafiel é mesmo uma das maiores do país, ultrapassada apenas pelas grandes unidades nacionais Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, e o Hospital Garcia da Horta, em Almada.
Com sete salas de parto, quatro salas de expectantes, uma sala de urgência para cesariana e uma outra para cesarianas normais, o CHTS tem 17 médicos adstritos à Maternidade, apoiados por mais três clínicos contratados somente para o serviço de Urgência. "Daqui a algum tempo vamos ter de fazer uma adaptação de recursos humanos", antevê José Cabral, director do serviço.
Susana Ferreira, natural de Paredes e a preparar-se para dar à luz o seu segundo filho, confirma que as condições são hoje melhores. Há dez anos, quando teve o primeiro filho, "estava numa sala do antigo Hospital de Paredes com mais quatro mães e agora tenho muito mais privacidade", destaca. Susana Ferreira foi uma das grávidas que beneficiou das visitas organizadas à Maternidade que o CHTS, em colaboração com os centros de saúde locais, tem fomentado às segundas e quartas-feiras de cada semana.
Nestes encontros, futuras mães e pais, assim como familiares mais próximos, ficam a conhecer a sala do parto e são informadas de todo o processo que culminará com o nascimento da criança. "Temos um vídeo que mostra como é o parto e que ajuda de alguma maneira a que a mãe e o pai saibam o que vão encontrar", afirma a enfermeira-chefe Luísa Cardeal. Este esforço parece dar frutos: "Vou para o parto com mais calma e mais preparada do que na primeira vez", sublinha Susana Ferreira.
A cooperação entre a Maternidade de Penafiel e os centros de saúde não se fica pelas visitas organizadas, estendendo-se a reuniões semanais em que são programadas consultas de pré-parto e preparados os partos da semana seguinte. Mas o objectivo é ir ainda mais longe. Desde Abril, os centros de saúde podem entrar no sistema informático e marcar exames de imagiologia para as suas utentes. O centro de saúde das Termas de S. Vicente é o primeiro a beneficiar deste serviço.»
Fonte:Diário de Noticias
Link:http://dn.sapo.pt/2008/04/28/sociedade/penafiel_e_a_terceira_maternidade.html
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4/28/2008 02:43:00 p.m.
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