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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Amamentar diminui a dor do bebé


"Os benefícios do leite materno parecem não parar de aumentar.

Agora mais um estudo vem comprovar o poder da amamentação: enquanto está a ser vacinado se o bebé estiver a mamar sente menos a dor da injecção. O estudo, feito em bebés até um ano de idade, foi levado a cabo na Jordânia por investigadores da Universidade de Philadelphia.

Os bebés que participaram neste estudo foram divididos em dois grupos de 60 crianças cada. Num dos grupos os bebés foram vacinados ao colo das mães, em contacto corporal, enquanto mamavam. No outro grupo as crianças foram vacinadas sem qualquer intervenção.

Os investigadores observaram que a duração do choro foi menor no grupo em que os bebés foram vacinados enquanto mamavam e tiveram o carinho da mãe, em relação ao grupo em que os bebés foram vacinados sem nenhuma intervenção das mães. "


Fonte:Revista Pais & Filhos

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Leite materno fica ainda mais mágico


«Cientistas da Universidade de Londres, Inglaterra, descobriram que um ingrediente no leite materno protege e conserva o intestino de recém-nascidos. O ingrediente, chamado de inibidor da secreção da tripsina pancreática, é encontrado em níveis altos no colostro, o leite materno produzido nos primeiros dias após o nascimento do bebê. Este inibidor é uma molécula normalmente encontrada no pâncreas, onde protege o órgão de sofrer danos pelas enzimas digestivas que ele produz.

As paredes do intestino de um recém-nascido são muito vulneráveis a danos, já que nunca foram expostas a comida ou bebidas. O novo estudo reitera a importância da amamentação nos primeiros dias de vida do bebê. A substância é encontrada em pequenas quantidades no leite materno depois dos primeiros dias, mas no colostro ele é sete vezes mais concentrado. O ingrediente não existe no leite em pó industrializado.

Os pesquisadores examinaram os efeitos do inibidor em células intestinais humanas em laboratório. Quando as células sofriam danos, a substância as estimula a formar uma película protetora natural. O estudo também mostrou que o ingrediente pode prevenir danos futuros por impedir as células intestinais de se auto-destruírem.

Ray Playford, da Universidade de Londres coordenou o estudo. “Sabemos que o leite materno é feito a partir de vários ingredientes e que há vários benefícios para a saúde de bebês que são amamentados com o leite materno”, diz Playford. “Este estudo é importante pois mostra que um componente do leite materno protege e repara o intestino dos bebês para a comida e bebida que estão para receber”, completa. [Science Daily]»

Fonte:hypescience.com
Link:http://hypescience.com/17791-ingrediente-do-leite-materno-protege-intestino-do-bebe/

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Como resistir à pressão pelo desmame


"Amamentar dói, não aguento mais

Amamentar me deixa muito presa. Quero minha liberdade de volta!

Amamentando, sobra pouco tempo para meu companheiro

Trabalho o dia todo, e não tenho onde tirar o leite com bombinha

Não conheço mais ninguém que amamente filhos da idade do meu

Minha mãe acha que vou deixar meu filho muito mimado se continuar amamentando


Todo mundo tem uma opinião sobre o momento "certo" de parar de dar o peito à criança, mas o desmame é uma decisão muito particular, diferente para cada mulher, e influenciada por fatores culturais, questões de saúde e circunstâncias familiares.

Vai ter gente que achará que você demorou demais para tirar a criança do peito, e por outro lado haverá quem questione sua decisão de parar de dar de mamar, não importa com que idade esteja a criança. As críticas são quase sempre inevitáveis.

Vale lembrar que a orientação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que as mulheres amamentem exclusivamente até os 6 meses, ou seja, que não dêem mais nada ao bebê além do peito nesse período, e que depois mantenham o leite materno na alimentação da criança até os 2 anos ou mais.

Leia abaixo alguns dos motivos que levam as mulheres a achar que é hora de desmamar a criança, e veja algumas dicas para persistir um pouco mais:


Amamentar dói, não aguento mais

As primeiras semanas amamentando podem ser difíceis, principalmente se o bebê não está fazendo a "pega" correta no seio. Também pode ser que demore para você encontrar a posição mais confortável para dar o peito. Peça ajuda na maternidade onde deu à luz, ao seu obstetra ou ao pediatra do seu filho. No comecinho, o bebê parece querer mamar de hora em hora, mas à medida que cresce as mamadas vão se espaçando um pouco e ele também começa a mamar mais rápido, o que deve dar mais sossego aos seus seios. Muitas mulheres enfrentam muitos problemas nas primeiras semanas da amamentação, como a dor nas mamas, mas as que insistem não se arrependem.


Amamentar me deixa muito presa. Quero minha liberdade de volta!

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É uma dura verdade, mas não tem jeito, sua vida nunca mais será igual à que você tinha quando não era mãe, com amamentação ou sem amamentação. É claro que dar o peito é um compromisso constante, e você tem toda razão de se sentir presa. A sensação é mais difícil para mulheres que antes tinham alto grau de independência. Tente enxergar a amamentação como uma rara oportunidade de diminuir o ritmo do dia-a-dia e desfrutar de uma intimidade gostosa com seu bebê. Você não vai amamentar para sempre, e no final pode descobrir que a experiência é bem mais gratificante que o que você imaginava.


Amamentando, sobra pouco tempo para meu companheiro

É normal que seu parceiro se sinta meio abandonado enquanto você amamenta, já que é um processo do qual ele não pode participar, e que sinta falta da "exclusividade" sobre seus seios. Tente lembrar a ele que essa fase não vai durar para sempre, e estimule-o a participar bastante dos cuidados com o bebê (dando banho, pondo para arrotar, trocando etc.). Ao mesmo tempo, procure separar um tempinho especial só para ficar com ele. Precisando de idéias? Leia sobre como os pais encaram a amamentação.

Outro ponto que pode ajudar é mostrar a seu parceiro que o sacrifício vale a pena, devido aos enormes benefícios da amamentação. Antes que vocês se dêem conta, a época em que o bebê mamava no peito já terá ficado para trás, mas você jamais terá outra chance de proporcionar ao bebê tantas vitaminas, nutrientes e agentes protetores. Se seu companheiro quer que você passe a dar fórmula infantil na mamadeira, lembre a ele que esses produtos são caros e envolvem maior preparação (lavar e esterilizar mamadeiras e bicos).


Trabalho o dia todo, e não tenho onde tirar o leite com bombinha

Com a moda das "baias" nos ambientes de trabalho, é difícil encontrar um espaço privado onde você possa ordenhar seu leite com tranquilidade. Converse com o responsável da área de recursos humanos para ver se há alguma solução. Às vezes há alguma sala que você possa usar. Se houver outras mães amamentando no seu ambiente de trabalho, melhor ainda: vocês vão ter mais força para conseguir alguma coisa. Vale a pena lembrar à empresa que bebês que tomam leite materno correm menos risco de ficar doentes, o que significa menos faltas da mães ao trabalho.

Quando o problema é a falta de tempo no trabalho, não existe solução milagrosa. Para continuar amamentando, você vai ter de dar um jeito. Se não der, uma opção que resta é amamentar só de manhã e à noite. Seu corpo vai levar apenas alguns dias para se adaptar a esse novo ritmo.

Vale lembrar que, por lei, as empresas devem conceder dois intervalos, de meia hora cada, durante o turno de trabalho para a mulher poder amamentar seu filho até os 6 meses de idade. Ou seja, se você for registrada em carteira e tiver voltado da licença-maternidade depois de quatro meses em casa, ainda continuará tendo direito às pausas para amamentar ou tirar o leite com a bombinha.


Não conheço mais ninguém que amamente filhos da idade do meu

Pode ser que você se sinta meio contra a corrente por ser a única a amamentar até mais tarde, mas todos os dados científicos estão ao seu lado. Suas amigas de verdade dificilmente vão criticá-la por continuar amamentando. Para quem criticar, aponte, delicadamente, todos os benefícios à saúde trazidos pelo leite materno, e se necessário mencione a orientação do Ministério da Saúde, escrita em todas as embalagens de fórmula em pó: "O aleitamento materno evita infecções e alergias e deve ser mantido até a criança completar 2 anos de idade ou mais".


Minha mãe acha que vou deixar meu filho muito mimado se continuar amamentando

A geração passada encarava a amamentação de forma bem diferente que a nossa. Muita coisa mudou. Os estudos já comprovaram que o aleitamento melhora o sistema imunológico da criança e não faz com que ela fique mais apegada, mimada ou dependente. Pelo contrário, ela se torna mais independente e autoconfiante. Pode ser difícil continuar amamentando quando todo mundo acha que você deve parar. Tente se manter fiel às suas convicções."

Fonte: Baby center
Link:http://brasil.babycenter.com/baby/amamentacao/pressao-desmame/

terça-feira, 5 de maio de 2009

Desmame: qual é o momento certo de tirar o peito e como o bebê vai reagir?


«Para que o processo da retirada do peito seja tranquilo, tanto para você quanto para o bebê, respeite o tempo em que a amamentação deve ser exclusiva, até os 6 meses, e apresente os novos alimentos ao seu filho aos poucos. Paciência é fundamental

Redação Crescer

Qual mãe não fica ansiosa ao pensar em que momento deve iniciar o desmame do filho? Tenha calma. Para que esse processo seja tranquilo é fundamental que seja feito aos poucos. E não se esqueça: segundo o Ministério da Saúde, o leite materno deve ser alimento exclusivo do bebê até os 6 meses e como complemento da dieta até os 2 anos.

O momento de apresentar novidades aos bebês exige paciência da família. É normal os filhos reagirem de várias maneiras, da irritabilidade a alterações intestinais. Isso porque o leite materno contém enzimas digestivas e, quando o bebê começa a comer papinha, seu organismo terá de digerir os alimentos sozinho. "A mudança pode causar cólica e irritação nas primeiras semanas", diz o pediatra Hamilton Robledo, do Hospital e Maternidade São Camilo, de São Paulo, recomendando atenção à ação dos alimentos no intestino do bebê, pois alguns têm propriedades laxativas e outros prendem o intestino. A mãe deve ter cuidado para não exagerar nas porções.

De acordo com as orientações dos especialistas, é importante introduzir um item por vez, para identificar o alimento que causou reação no bebê. O leite de vaca é o campeão nesse quesito, mas alimentos industrializados e com corantes também podem provocar transtornos como alergias.


O lado emocional

Não se surpreenda se o bebê se tornar manhoso. O lado emocional também se abala durante o desmame. Seu filho pode ficar mais chatinho, acordar de madrugada e requisitar mais você. "Alguns bebês se negam a comer a papa se é a mãe quem oferece", afirma Robledo. Para a pediatra Sineida Girão, é uma reação à separação da mãe."O desmame é um desligamento."

Outro comportamento típico dessa fase é a recusa de alimentos. Há bebês que até cospem a comida. "Não se trata de birra. A criança, assim como os adultos, tem todo o direito de não gostar de algo", diz Sineida. Nesse caso, a orientação é acrescentar o alimento ao cardápio novamente algumas semanas depois ou, ainda, apresentá-lo de outra forma.

Para a psicóloga Anna Esther Cunio, a amamentação não faz mais sentido quando a criança começa a ficar independente. "Naturalmente ela tende a se desinteressar do peito, pois tem novidades mais atraentes pela frente, como engatinhar, comer outras coisas, andar. É hora de a mãe valorizar outros momentos com o filho para não retardar sua busca de autonomia." Uma dica para as mães que enfrentam dificuldades nessa fase é conversar diariamente com seus bebês (e consigo mesmas) para preparar o desmame, que deve ser gradual, respeitando o ritmo da criança.


O desmame do jeito certo

- Inicie o desmame com sucos, que podem ser dados de manhã, entre as mamadas.
- Após dez dias, comece com as papas de frutas. Assim como o suco, a papa pode ser oferecida como um lanche, no intervalo entre as mamadas.
- Depois de um mês tomando suco e comendo frutas amassadas ou raspadas, é hora da papa salgada, que pode substituir uma das mamadas.
- Ao final de dois meses após o início do desmame, dá para introduzir a segunda refeição salgada.
- A papa de fruta continua como opção de lanche da manhã ou da tarde.
- Apresente os alimentos gradualmente, iniciando um item diferente a cada três dias. O volume da porção depende da aceitação do bebê. Em geral, três a quatro colheres de sopa por refeição são suficientes. »

Fonte:Revista Crescer
Link:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI70189-10510,00-DESMAME+QUAL+E+O+MOMENTO+CERTO+DE+TIRAR+O+PEITO+E+COMO+O+BEBE+VAI+REAGIR.html

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Mães protegidas com amamentação


«As mulheres que amamentam têm menos risco de vir a sofrer um ataque cardíaco, de acordo com um estudo norte-americano.

Não são só os bebés que beneficiam da amamentação. Segundo a investigação norte-americana, publicada na revista Obstetrics and Gynaecology, as mulheres que amamentam durante mais de um ano têm menos 10% de risco de desenvolverem problemas cardíacos, do que as que não amamentam.

Além dos problemas cardíacos, a amamentação pode reduzir, sustenta a investigação, o risco de diabetes, tensão alta e colesterol elevado - mesmo se durar apenas um mês.

O benefício explica-se pela redução da gordura no organismo e também pela libertação de hormonas, ocorrentes durante a amamentação.»

Fonte: SIC
Link:http://sic.aeiou.pt/online/noticias/vida/20090422+Maes+protegidas+com+amamenta%C3%87ao.htm

quinta-feira, 19 de março de 2009

Amamentar por 1 ano reduz risco de enfarte, diz estudo


«SÃO PAULO - Estudo publicado no American Journal of Obstetrics & Gynecology indica que amamentar por 1 ano ou mais pode reduzir em 13% o risco de enfarte. O índice de proteção pode chegar a 37% quando o tempo de aleitamento, consideradas todas as gestações, ultrapassa dois anos. O benefício foi observado em mulheres cujo último filho havia nascido até 30 anos antes. É a primeira evidência de que o tempo acumulado de amamentação pode influenciar a saúde cardiovascular no longo prazo.



A pesquisa acompanhou entre 1986 e 2002 dados de 89.326 mulheres que tiveram pelo menos um filho. Dessas, 63% já haviam amamentado. ?Naquelas em que o tempo foi menor que um ano, não notamos diferença em relação às que nunca amamentaram?, conta Alison Stueb, principal autora do estudo. Os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, número de partos, peso, história familiar e hábitos como dieta e exercícios.



Uma das hipóteses levantadas pela autora é de que a amamentação tenha um efeito antiestresse de longa duração. ?Quando a mulher amamenta, o corpo produz o hormônio oxitocina, que melhora a resposta ao estresse. Se você colocar uma mulher que acabou de amamentar em uma situação desconfortável e medir sua frequência cardíaca, pressão arterial e seus níveis de hormônios ligados ao stress, eles serão menos elevados do que os de uma mulher que amamentou seu filho com a mamadeira?, explica. ?Talvez esse efeito protetor continue existindo muito tempo depois naquelas que amamentam por longos períodos?, opina. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.»

Fonte:Estadão
Link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,amamentar-por-1-ano-reduz-risco-de-enfarte-diz-estudo,336341,0.htm

sexta-feira, 13 de março de 2009

Amamentação pode reduzir o risco de síndrome de morte súbita infantil


«Um estudo alemão refere que as mulheres que amamentam reduzem evidentemente a probabilidade do bebé poder morrer devido à síndrome de morte súbita infantil (SMSI).

O estudo, publicado na “Pediatrics”, incluiu 333 bebés que morreram devido à síndrome de morte súbita infantil e 998 bebés de controlo da mesma idade. O objectivo do estudo actual era confirmar que a amamentação está, de facto, relacionada com uma redução do risco de síndrome de morte súbita infantil.

Às duas semanas de vida, 83 por cento dos controlos estavam a ser amamentados, em comparação com apenas 50 por cento dos bebés que sofreram de síndrome de morte súbita infantil. Ao primeiro mês de vida, as taxas correspondentes eram de 72 por cento versus 40 por cento.

A amamentação exclusiva no primeiro mês de vida reduziu o risco de síndrome de morte súbita infantil para metade. A amamentação parcial, neste ponto, também foi associada a uma redução do risco, embora esta possa ter sido uma descoberta casual.

O Dr. M. M. Vennemann, da Universidade de Munique, e colegas revelaram que estes resultados acrescentam evidências que demonstram que a amamentação reduz o risco de síndrome de morte súbita infantil e que esta protecção continua enquanto o bebé for amamentado.

Os investigadores recomendam assim que as mensagens de saúde pública, que se dirigem à redução do risco da síndrome de morte súbita infantil, devem encorajar as mulheres a amamentarem os seus bebés até aos seis meses.

Isabel Marques»

Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=6692

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Amamentação 'pode aumentar força' do pulmão de bebês


«O simples esforço físico feito pelos bebês durante a amamentação pode deixá-los com pulmões mais fortes durante a infância, sugere um estudo realizado por pesquisadores americanos e britânicos.

O estudo, realizado com crianças de dez anos de idade, descobriu que aquelas que haviam sido amamentadas por pelo menos quatro meses tinham um funcionamento muito melhor do pulmão.

A pesquisa, publicada na revista acadêmica Thorax, sugere que diferenças na duração e na mecânica envolvidas na amamentação e no uso da mamadeira podem ser parcialmente responsáveis.

Estudos anteriores já provaram que a amamentação protege bebês de problemas respiratórios no início da vida, mas a relação com a força do pulmão durante a infância é menos clara.

Um total de 1.456 bebês da Ilha de Wight, na Inglaterra, foram acompanhados até completar dez anos de idade.

Um terço deles foi amamentado por pelo menos quatro meses e, em média, essas crianças podiam expirar mais ar de maneira mais rápida depois de inspirar profundamente.

Mamadeira

Isso foi verificado mesmo quando as mães tinham asma ou sofriam de outras alergias.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, da Universidade do Estado de Michigan e da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, as razões para esses benefícios não são óbvias.

Estudos anteriores sugerem que substâncias presentes no leite materno podem proteger contra a asma.

Mas os responsáveis pelo atual estudo dizem que as mudanças encontradas no volume do pulmão não são completamente características de uma resposta à asma, sugerindo que outros fatores podem estar em jogo.

Syed Arshad, da Universidade de Southampton, diz que a explicação pode estar no esforço físico necessário para extrair leite do peito.

Segundo o pesquisador, o esforço que os bebês precisavam fazer para mamar no peito era três vezes maior do que o usado com a mamadeira e as sessões de amamentação duravam mais.

"O que nós estamos fazendo é bem parecido com o tipo de exercício que sugerimos para reabilitação pulmonar em pacientes mais velhos", disse Arshad.

"Eu não conheço nenhum outro estudo sugerindo isso", completou.

Se isso for mesmo verdadeiro, mudanças no modelo das mamadeiras poderiam fazer com que elas ficassem mais parecidas com o seio, contribuindo, dessa forma, para que o efeito seja o mesmo.

A equipe entrou um contato com um fabricante de mamadeiras com propostas para criar uma que possa imitar o esforço necessário para amamentar.

Arshad disse que, atualmente, é possível testar o pulmão das crianças, o que significa que um teste para saber se um novo modelo de mamadeira funcionaria poderia ser concluído em um ano.»

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081110_amamentarpulmao_mp.shtml

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Os seios caem depois da amamentação?


«A resposta para uma das principais dúvidas das mães é: depende da mulher. “Há aquelas que nunca tiveram filhos e já têm a mama mais flácida e caída”, diz Marcelo Giacobbe, obstetra do Hospital São Luiz (SP). E existem mulheres que não percebem nenhuma diferença dos seios antes ou depois da amamentação.

Porém, é fato que os seios podem ficar mais caídos, principalmente se já são grandes. “É como uma sanfona. O peito incha muito enquanto a mulher amamenta e depois recolhe, o que faz com que caiam”, afirma Flávio Roberto Tanesi, obstreta do Hospital Santa Catarina (SP). Segundo o obstetra, quem amamenta muito tempo e tem mais filhos sofre mais com o problema.

O fundamental, no entanto, é nunca colocar essas questões na frente dos benefícios que só a amamentação pode trazer para o seu filho. Além do vínculo entre mãe e bebê, é no leite materno que estão uma série de anticorpos e nutrientes de que a criança precisa nos primeiros meses. E lembre-se: segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o aleitamento materno deve ser a alimentação exclusiva do bebê até os seis meses de idade.

Ana Paula Pontes, Revista Crescer »

Fonte:Imirante
LInk:http://imirante.globo.com/noticias/pagina179907.shtml

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

LEITE MATERNO DEVE SER ALIMENTO ÚNICO ATÉ OS SEIS MESES


«O leite materno é o melhor alimento para o bebê. A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que os bebês recebam o leite ma­terno até, pelo menos, dois anos de idade e ele deve ser o único alimento até, pelo menos, os seis primeiros meses de vida.

A Pesquisa Nacional de Demo­grafia e Saúde (PNDS), divulga­da no início de julho de 2008, re­velou que 43% das crianças são amamentadas na primeira hora de vida no Brasil, 99% são ama­mentadas no primeiro dia de vida e 40% das crianças menores de seis meses recebem exclusiva­mente o aleitamento materno.

Especialistas alertam que o ideal é que os bebês, logo após o nasci­mento, sejam colocados em con­tato com a mãe o quanto antes, sem o mínimo de intervenções.

Atos como pesar e medir de­vem ser feitos depois. Mama­deiras e chupetas devem ser evitadas por oferecer risco de contaminação do leite e tam­bém por desestimular o corpo da mãe a produzir mais leite.

O aleitamento na primeira hora de vida é extremamente impor­tante. O colostro (leite ainda em formação, mas rico em anticor­pos) é responsável pela imu­nização da criança e aumenta a capacidade de proteção con­tra infecções, principal causa da mortalidade de recém-nascidos.

Depois disso, a primeira mama­da também estimula a produção do leite materno e agiliza a li­beração do hormônio ocitocina, que induz as contrações do útero e evita hemorragias pós-parto.»
Fonte:Folhaes
Link:http://www.folhaes.com.br/folhaes/noticias.asp?nID=14818

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Amamentar reduz risco de câncer de mama, diz estudo


«Mães que amamentam seus filhos por um total de um ano reduzem em quase 5% os riscos de desenvolver câncer de mama, sugere uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha.

O estudo foi conduzido por pesquisadores da World Cancer Research Fund, uma organização de pesquisa sobre a doença. Eles fizeram uma revisão de quatro estudos sobre amamentação e concluíram que amamentar por pelo menos um ano reduz os riscos de desenvolver esse tipo de câncer em 4,8%.

De acordo com a pesquisa, os 12 meses de amamentação não precisam ser contínuos - amamentar dois bebês durante seis meses, por exemplo, teria o mesmo efeito na saúde das mães.

"Queremos levar adiante a mensagem de que amamentar é algo positivo que as mulheres podem fazer para reduzir o risco de câncer de mama", disse Rachel Thompson, que coordenou o estudo.

"Reduzir o risco em 5% pode não parecer muito, mas quanto mais tempo uma mulher amamentar, mais irá reduzir esse risco", afirmou Thompson.

Benefícios

Segundo os pesquisadores, a amamentação diminui os níveis de alguns hormônios relacionados ao câncer no sangue das mães.

Além disso, depois do período de aleitamento, o corpo elimina quaisquer células que podem ter o DNA danificado nas mamas, o que também contribui para uma diminuição no risco de desenvolver a doença.

O estudo ressalta ainda que os efeitos da amamentação não ocorrem apenas no corpo das mães, mas estendem-se para a saúde dos bebês.

A revisão das pesquisas sobre o aleitamento materno indica que bebês que foram amamentados são menos propensos a consumir muitas calorias ou proteínas em excesso e se tornarem obesos.

O excesso de gordura no corpo aumenta o risco de pelo menos seis tipos de câncer – nos rins, pancreático, no esôfago, de mama no período pós-menopausa, endometrial e nos intestinos.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que amamentar pode diminuir os riscos de desenvolver outros problemas de saúde nas mães, como artrite e a diabetes.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que mães alimentem seus filhos exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade e continuem a oferecê-lo junto a outros alimentos até os dois anos de idade.

Os pesquisadores da World Cancer Research Fund recomendam a mesma prática.

"Porque as provas de que amamentar reduz os riscos de desenvolver câncer de mama são tão convincentes, recomendamos que as mulheres amamentem seus filhos durante seis meses e depois continuem com uma dieta complementar", afirmou Thompson.»

Fonte:BBC Brasil
Link:http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/09/080929_amamentarcancer_np.shtml

Aleitamento materno com “unhas e dentes”


«"Evoluir para a excelência no apoio materno", assim se intitula a campanha de promoção para a amamentação do recém-nascido que está a ser realizada por um grupo do Hospital Central do Funchal e que decorre esta semana. Na quinta e na sexta-feira, dias 9 e 10 de Outubro, a grávidas e mães daquela unidade hospitalar assim como a população em geral vão ser sensibilizadas para o problema.


O Hospital Central do Funchal (HCF) está a realizar a sua primeira semana nacional da amamentação, a qual decorre, desde ontem e até ao dia 10 de Outubro. Os dias com mais actividades são, no entanto, nas próximas quinta e sexta-feira.
"Evoluir para a excelência no apoio materno", assim se intitula esta iniciativa que, segundo a enfermeira Elisa Castro, tem como objectivo o de difundir não só os benefícios do aleitamento, mas também a importância do apoio da família, da comunidade, das entidades empregadoras e do Governo para o bem-estar da mãe da criança.
Elisa Castro é um dos nove elementos do grupo promotor do aleitamento materno do Hospital Central do Funchal. Nele, entarão especialistas da Unidade de Cuidados Intensivos Neo-natais, do serviço de Puérperas e do Serviço de Pediatria.
Este grupo vai estar, na quinta e na sexta-feira, dias 9 e 10, no hall do Hospital Central do Funchal, onde fará a entrega de informação em suporte papel, a oferta de pequenas lembranças a mães e a exposição de objectos de apoio à amamentação.
Elisa Castro e Rosa Gouveia, que aceitaram falar ao JM sobre esta iniciativa, asseguram que há cada vez mais mães dispostas a amamentar os seus filhos. Ainda assim, conforme adiantaram, ainda há muitas que alegam questões profissionais ou questões físicas (como o mamilo raso) para não amamentarem as suas crianças.
Elisa Castro lembra que, dados os meios existentes, no sentido de ajudar todas as mães a amamentarem as suas crianças, «só não o faz quem não quer».
Na informação que este grupo promotor do aleitamento vai fornecer nos contactos com as mães do HCF e público em geral, vai ser destacado o facto de ser importante que seja colocado o recém-nascido ao peito da mãe logo na primeira meia hora de vida.


Como "amigo do bebé"
HCF quer acreditação

O Hospital Central do Funchal quer receber a acreditação de "Hospital Amigo dos Bebés". Como tal, tudo tem vindo a fazer no sentido de cumprir a política de promoção de aleitamento materno.
Assim, e conforme nos dizem Elisa Castro e Rosa Gouveia, aquele estabelecimento hospitarl está a realizar formação no sentido de fazer com que os profissionais incentivem as mães a amamentarem as suas crianças. Por outro lado, mesmo que a mãe esteja separada do seu bebé por quaisquer razões, o aleitamento continua a ser estimulado, excepto se houver outra indicação da parte do médico. A unidade hospitalar realiza ainda iniciativas que vão no sentido de encorajar as mães para continuarem a amamentação pelo menos durante os primeiros seis meses de vida da criança.
O Hospital Central do Funchal distribuiu ainda um guia de acolhimento. Por tudo isto, aquela unidade hospitalar espera vir a ser acreditada como Hospital Amigo do Bebé e vir a juntar-se a pelo menos outras duas já existentes.»

Fonte:Jornal da Madeira
Link:http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=14&id=106365&sdata=2008-10-07

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Aleitamento na primeira hora de vida reduz mortalidade


«PAULO DE ARAUJO
da Folha de S.Paulo

Apesar de pouco difundida, a amamentação já na primeira hora de vida traz uma série de benefícios para a mãe e para o bebê no período neonatal --que vai desde o nascimento até o 28º dia de vida.

Veja o especial Mães e Filhos

Por exemplo, a primeira imunização, por meio do colostro --leite ainda em formação, mas rico em anticorpos--, é recebida com mais imediatismo pelo organismo, o que aumenta a proteção do bebê contra infecções, a principal causa de mortalidade nos recém-nascidos.

Em segundo lugar, a mamada da criança estimula bastante a produção de leite materno e agiliza a liberação do hormônio ocitocina, cuja ação induz as contrações do útero e ajuda a evitar hemorragias no pós-parto. O efeito é tão mais eficaz quanto mais cedo o bebê começar a mamar, pois a sucção nos primeiros momentos de vida é mais vigorosa.

Também é desejável que o contato pele a pele entre mãe e filho aconteça rapidamente. "Isso transmite calor e conforto ao bebê, além de reforçar os vínculos afetivos", esclarece a presidente do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo, Valdenise Tuma Calil.

No Brasil, não há estatísticas atuais sobre a amamentação na primeira hora de vida. Segundo o diretor do departamento de Ações Programáticas e Estratégicas do Ministério da Saúde, Adson França, porém, essa não é uma praxe, como deveria ser.

Se colocada na rotina, a prática pode reduzir significativamente a mortalidade de recém-nascidos. Uma pesquisa realizada em Gana, na África, com 10.948 recém-nascidos entre 2003 e 2004 mostrou que a amamentação na primeira hora pode reduzir em 22% o risco de morte no primeiro mês de vida, o período de neonatal.

"Por isso, nós damos uma grande ênfase a isso. Começamos um trabalho de qualificação de agentes comunitários para que o aleitamento materno entre na rotina", diz França.

O mais rápido possível

O ideal é que, após o nascimento, o bebê seja colocado junto à mãe o quanto antes, com o mínimo de intervenções possível, explica a médica pediatra e professora da Unifesp e da Unisa, Lélia Gouvêa. "O pediatra faz um exame geral, seca o bebê com delicadeza e, em minutos, devolve-o à mãe."

O Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, preconiza o imediatismo. A instituição mantém o programa "Sentindo a Luz". Logo ao nascer, o bebê já será colocado para mamar. A idéia é que o pai ajude a mãe na tarefa, amparando o recém-nascido, já que a mulher, provavelmente, ainda estará com soro no braço.

"Numa cesárea, por exemplo, enquanto o cirurgião costura a parturiente, o bebê já estará mamando. No parto normal, funcionará da mesma forma", explica Alberto d'Auria, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Colaborou CLÁUDIA COLLUCCI »

Fonte:Folha on line
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u415989.shtml

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Ensinar as mães a amamentar até aos seis meses


«2008-08-02

ANA TROCADO MARQUES

Em Portugal, apenas 30 a 40% dos bebés são alimentados, exclusivamente, de leite materno até ao primeiro mês de vida. A Organização Mundial de Saúde recomenda que sejam 100% e até ao sexto mês de vida.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que, pelo menos até ao sexto mês de vida, o alimento do bebé, seja, exclusivamente, o leite materno. Em Portugal, diz a Ordem dos Enfermeiros (OE), apenas 30 a 40% dos bebés são alimentados, exclusivamente, de leite materno até ao primeiro mês de vida. A partir daí, na grande maioria dos casos, o leite materno passa a ser a alternar com o leite em pó.

O incumprimento dos direitos laborais das mães em período de aleitamento, fruto do emprego precário, é apontado como a principal causa, a par com os muitos "mitos" criados. Foi para quebrar esses "mitos" e sensibilizar mães e filhos para as vantagens do leite materno ("o alimento mais completo"), que a Ordem dos Enfermeiros organizou, durante o dia de ontem - Dia Mundial do Aleitamento Materno -, e em todo o país, a campanha "Apoiar as mães que amamentam... A caminho do sucesso!".

"Porque é que a mãe produz leite? Porque é que, logo depois de ter o seu filho, tem leite? Como é que consegue ter leite até ao ano e meio?". As muitas perguntas da Carolina são respondidas pela Eva, a jovem mãe que acaba de ter o seu bebé.

As duas bonecas dão corpo à história teatral, serviam de mote às enfermeiras especialistas em saúde materna para falar às 15 crianças do ATL da associação A. F. Vila Cova sobre a importância do aleitamento materno. Durante todo o dia, foi assim na tenda montada na praia, em frente ao mercado das Caxinas (Vila do Conde). Cá fora, o grupo de enfermagem prestava esclarecimentos às futuras mães.

O pólo, acrescente-se, foi um dos cinco montados, ontem, em todo o país (norte, centro, sul, Madeira e Açores).

"A Eva foi a primeira mulher. Queremos que o aleitamento seja a primeira opção. Foi uma escolha simbólica", afirmou Irene Cerejeira, a enfermeira-chefe do serviço de obstetrícia do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim/Vila do Conde, explicando a escolha do nome para a mãe, a boneca que dava corpo à história contada aos mais pequenos.

Junto das mulheres e jovens, explicou Irene Cerejeira, o objectivo era desmistificar alguns "mitos" e ajudá-las a amamentar por mais tempo: "Mitos relativos, por exemplo, à quantidade do leite. O leite produz-se com o mamar do bebé. Quanto mais o bebé mamar, mais leite a mãe vai produzir. Se começar logo a dar biberão, a mãe vai ter cada vez menos leite. Quanto à qualidade do leite, ao contrário do que muitas pensam, tem a ver com o tipo de alimentação da mãe", explicava.

Ontem, a mensagem da Ordem dos Enfermeiros era num sentido idêntico. "Os leites adaptados para bebés não conseguem ainda substituir os benefícios do leite materno, como a transmissão de imunidade à criança". E o exemplo de Angola foi destacado pela UNICEF: só 14% das crianças são amamentadas com leite materno até aos quatro meses, contribuindo para a subida da taxa de mortalidade infantil, estimada em 260 mortes por cada mil nados vivos.»

Fonte: JN

Link:http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=974339

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Estudo explica comunicação entre bebê e mãe


«O contato do bebê com o peito de sua mãe desencadeia reações no cérebro da mulher, que geram a secreção de oxitocina, o hormônio da "confiança", revelou um estudo internacional publicado na revista americana "PloS".

Há muito tempo se sabia que a oxitocina era o hormônio envolvido na confiança e no amor entre os seres humanos.

Também tinha sido demonstrado que, ao entrar no fluxo sangüíneo, ativa as glândulas mamárias e fortalece o vínculo entre o filho e sua mãe.

No entanto, para que isso ocorresse deveria ser realizada uma pulsação intensa de modo que o hormônio fosse propagado no cérebro.

Os estudos não tinham estabelecido como acontecia esse fenômeno, afirmou Jianfeng Feng, do Centro de Computação Científica e Ciências da Computação em Warwick, no Reino Unido.

"Por 30 anos soubemos destas pulsações porque, durante o momento da lactação, a oxitocina é lançada de forma sincronizada. Mas até agora não conhecíamos o mecanismo", acrescentou.

Segundo os cientistas, a resposta mais provável é que como reação à sucção do bebê as células começam a liberar o hormônio a partir dos dendritos, assim como pelos axônios.

Isto foi algo inesperado porque até agora se achava que os dendritos eram a parte do neurônio que recebia e não a que transmitia a informação.

O relatório indica que a pesquisa determinou que os dendritos intensificam a comunicação neuronal e coordenam a emissão intensa de oxitocina.
Terra
18/07/2008 01:12h»
Fonte:TV Canal
Link:http://www.tvcanal13.com.br/noticias/estudo-explica-comunicacao-entre-bebe-e-mae-29517.asp

terça-feira, 29 de julho de 2008

Sabor de alimento passa para leite materno, diz estudo


«Estudo sugere que pais podem variar sabores para preparar bebês para alimentos sólidos.

Uma pesquisa da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, indica que o sabor de alimentos consumidos pela mãe durante o período de amamentação passa para o leite materno em questão de minutos.

No estudo, publicado na revista "New Scientist", os cientistas pediram a 18 mulheres que fornecessem amostras de leite materno antes e depois de consumirem cápsulas com sabores distintos.

Segundo a pesquisa, o sabor de banana pôde ser detectado por uma hora após o consumo. O gosto de mentol durou oito horas.

De acordo com o experimento, os sabores de alcaçuz e sementes de cominho atingiram o máximo de concentração no leite materno em uma média de duas horas depois do consumo.

Além disso, os pesquisadores verificaram que os sabores de frutas não-cítricas alteraram o sabor do leite materno apenas levemente, e que os elementos químicos presentes na cenoura e nas frutas cítricas produziram mudanças mais visíveis.


Preparação

Helene Hausner, que liderou a pesquisa, afirmou que os resultados preliminares sugerem que uma variação de sabores no leite materno pode fazer com que o bebê aceite melhor novos sabores.

"A amamentação pode preparar a criança para mudanças de sabores quando elas começarem a ingerir alimentos sólidos", disse.

Ela acrescentou que mães que utilizam leite em pó podem conseguir o mesmo efeito se mudarem a marca de vez em quando.

Para a pesquisadora britânica Gill Rapley, o estudo demonstra que as mães não precisam ficar excessivamente preocupadas se sua dieta é capaz de prejudicar a saúde do bebê, já que os sabores dos alimentos desaparecem rapidamente do leite materno.

Nas observações feitas pelo estudo da Universidade de Copenhague, o gosto do leite materno mudou apenas por algumas horas na maioria dos casos.»

Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL700384-5603,00-SABOR+DE+ALIMENTO+PASSA+PARA+LEITE+MATERNO+DIZ+ESTUDO.html

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Estudo revela mistério da comunicação entre bebê e mãe na amamentação


«Washington, 17 jul (EFE).- O contato do bebê com o peito de sua mãe desencadeia reações no cérebro da mulher, que geram a secreção de oxitocina, o hormônio da "confiança", revelou um estudo internacional publicado na revista americana "PloS".

Há muito tempo se sabia que a oxitocina era o hormônio envolvido na confiança e no amor entre os seres humanos.

Também tinha sido demonstrado que, ao entrar no fluxo sangüíneo, ativa as glândulas mamárias e fortalece o vínculo entre o filho e sua mãe.

No entanto, para que isso ocorresse deveria ser realizada uma pulsação intensa de modo que o hormônio fosse propagado no cérebro.

Os estudos não tinham estabelecido como acontecia esse fenômeno, afirmou Jianfeng Feng, do Centro de Computação Científica e Ciências da Computação em Warwick, no Reino Unido.

"Por 30 anos soubemos destas pulsações porque, durante o momento da lactação, a oxitocina é lançada de forma sincronizada. Mas até agora não conhecíamos o mecanismo", acrescentou.

Segundo os cientistas, a resposta mais provável é que como reação à sucção do bebê as células começam a liberar o hormônio a partir dos dendritos, assim como pelos axônios.

Isto foi algo inesperado porque até agora se achava que os dendritos eram a parte do neurônio que recebia e não a que transmitia a informação.

O relatório indica que a pesquisa determinou que os dendritos intensificam a comunicação neuronal e coordenam a emissão intensa de oxitocina. »

Fonte:UOL
Link:http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2008/07/17/ult1766u27331.jhtm

terça-feira, 17 de junho de 2008

Hospitais falham no incentivo à amamentação nos EUA, diz governo


« da Associated Press, em Atlanta

A maioria dos hospitais norte-americanos não faz muito para promover a amamentação. Esta é a conclusão do primeiro estudo nacional sobre o tema realizado nos Estados Unidos.

Numa escala de zero a 100, a média nacional de apoio às mães para que amamentem seus filhos ficou em 63, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), do governo norte-americano.

Os resultados da pesquisa são desanimadores, segundo Deborah Dee, epidemiologista do CDC que é co-autora do estudo. "Há muito o que melhorar", afirma a médica.

Estados da costa oeste tiveram as pontuações mais altas, e os do sul, as mais baixas. Vermont e New Hampshire lideram o ranking, com média de 81 pontos. Arkansas está no fim da lista, com 48 pontos.

Independentemente dos números, o estudo apontou que ações que inibem a amamentação ocorrem em todo o país. Cerca de um quarto dos hospitais dão fórmulas (leite em pó) ou outros suplementos para mais da metade dos recém-nascidos saudáveis. A prática é comum mesmo quando as mães estão aptas e querem dar leite materno à criança.

Dos hospitais que oferecem líquidos aos bebês, 30% dão água com açúcar e 15% dão água. Especialistas dizem que não há razões nutricionais para essa prática, mas que é comum ofertar esses líquidos para acalmar as crianças. Algumas vezes, isso é feito para testar a habilidade da criança em se alimentar --mesmo que não seja necessário.

Benefícios e desafios

A amamentação é considerada benéfica para a mãe e para a criança. O leite materno contém anticorpos que protegem os recém-nascidos de infecções. Estudos mostram também que bebês alimentados no peito têm menos risco de se tornarem adultos obesos.

Mas o ato pode ser frustrante para novas mães, tanto pela dor nos mamilos quanto pela sensação de que não se está produzindo leite suficiente. Por isso, é importante que elas sejam orientadas e encorajadas a amamentar desde os primeiros dias do nascimento, ressalta Sheela Geraghty, especialista em lactação do Cincinnati Children's Hospital Medical Center.

"É ótimo que os hospitais e maternidades passem por essa avaliação. Afinal, se as mães não tiverem apoio nesses lugares, onde terão ajuda?", diz Sheela.

A pesquisa foi baseada em questionários preenchidos no ano passado em cerca de 2.700 hospitais e maternidades. Entre os quesitos avaliados estão ações de apoio, como aconselhamento e deixar mãe e filho juntos, e práticas inibidoras, como suplementação alimentar do recém-nascido e inclusão de leite em pó no kit entregue às mães como presente.»

Fonte:Folha on-line

Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u412052.shtml

quinta-feira, 5 de junho de 2008

terça-feira, 3 de junho de 2008

Mamar protege mais as meninas


«2 de junho de 2008

Um estudo realizado por pesquisadores americanos da Universidade Johns Hopkins indicou que meninas recém-nascidas se beneficiam mais da amamentação do que os meninos. Para examinar o efeito protetor da amamentação contra doenças respiratórias, os cientistas observaram 119 crianças que nasceram prematuras, pesando menos de 1,5 quilo. Uma entre cada duas meninas que não mamaram no peito teve de ser levada para o hospital ao enfrentar sua primeira infecção respiratória. Já entre as que foram amamentadas, só 7% precisaram ir para o hospital.

O efeito positivo da amamentação já é conhecido, mas a novidade do estudo é a diferença entre os benefícios aos meninos e meninas. Se entre as meninas houve grande diferença entre as que foram amamentadas ou não, o resultado entre os meninos não apresentou variação: 25% deles foram hospitalizados. "O aleitamento materno é uma fonte maravilhosa de nutrição, é importante para o desenvolvimento. Todos se beneficiam com ele. Mas, no caso das doenças respiratórias agudas, como bronquiolite e infecções virais do trato respiratório, parece que há mais benefícios para as meninas. E esse benefício é substancial", diz um dos autores da nova pesquisa, Fernando Polack.

Até agora já foram realizados centenas de estudos que comprovam os benefícios da amamentação para a saúde dos bebês. O recém-nascido que mama no peito corre menor risco de ter infecção de ouvido, estomacal ou intestinal, além de reduzir as chances de desenvolver alergias na pele, pressão alta, diabetes e obesidade. No entanto, esta é a primeira vez que há algum indício de diferença dos benefícios entre os sexos.»

Fonte:Veja
Link:http://veja.abril.com.br/incidente_conteudo/020608/mamar-protege.html