Redação Terra"
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Acabe com alguns mitos da maternidade
Redação Terra"
Postado por
Paulo Pires
às
5/15/2009 09:00:00 a.m.
0
comentários
Marcadores: Bebé, crianças, maternidade
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Sobre dizer "não" aos filhos
Postado por
Paulo Pires
às
5/14/2009 09:00:00 a.m.
0
comentários
Marcadores: Bebé, crianças, maternidade
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Como manter-se bela durante a gestação
O médico Valcinir Bedin dá diversas dicas para prevenir estes danos. Confere só:
> Hidratação é fundamental para manter o tônus e a qualidade da pele, e para prevenir as agressões típicas da fase, como as estrias. A aplicação de um hidratante de boa qualidade duas vezes ao dia é essencial.
> O sol é vilão, mas também é mocinho. Ele ajuda a transformar a vitamina D no corpo, então a grávida deve se expôr começo da manhã e no final da tarde. Mais do que isso, o sol só vai prejudicar a pele, causando manchas acastanhadas no rosto, chamadas de cloasma gravídico. Aplique um protetor solar pela manhã e à tarde.
> Os hormônios mudam durante a gravidez e a pele quase sempre melhora. Mantê-la sempre limpa, com os poros desobstruídos, é essencial. Aplicar uma vez por semana um produto levemente abrasivo (scrub ou esfoliante) ajuda a prevenir a acne.
> Durante a gestação, a fase de crescimento dos cabelos se prolonga, e a de queda diminui. Quatro meses após o parto, tudo volta ao normal. Os cabelos que ficaram mais tempo na cabeça caem, dando uma sensação maior de queda, chamada de eflúvio telógeno pós-parto.
> Boa notícia: os fios podem ser tingidos normalmente. No passado, as tinturas eram feitas com metais pesados, como chumbo, o que fazia com que os médicos as proibissem. Hoje isso não ocorre mais. Recomenda-se, porém, cuidado redobrado com reações alérgicas.
> É normal que diminua a oleosidade dos cabelos, já que esta é estimulada pelos hormônios masculinos, quase ausentes nesse período. Caso a oleosidade aumente, é melhor falar com o médico.
> A queda de cabelo na gestante pode ocorrer por falta de nutrientes. O ideal é manter a dieta equilibrada para não deixar faltar nada que o corpo precise.
> Evite produtos que contenham qualquer tipo de ácidos ou que alterem a circulação sanguínea. Os ativos mais indicados são os derivados das vitaminas e sais minerais, bem como os aminoácidos.
> Limpeza de pele a cada três meses, com descamação suave (peelings superficiais) é recomedada. A drenagem linfática deve ser feita de forma manual
> Logo após o parto, os danos como flacidez, estrias ou gordura localizada podem ser combatidos de forma mais intensiva...."
Postado por
Paulo Pires
às
5/13/2009 09:00:00 a.m.
0
comentários
Marcadores: Gravidez, maternidade
sexta-feira, 20 de março de 2009
Enxovais para os bebés do Hospital de S. João

«Projecto voluntário quer ajudar 120 famílias carenciadas por ano
MARTA NEVES
No decorrer deste ano, cada família carenciada à espera de bebé que for sinalizada pelo Serviço Social do Hospital S. João, no Porto, vai ter uma ajuda especial. A ideia é apoiar mães e recém-nascidos, estando incluída a oferta de enxovais.
O projecto "Bebés de São João", integrado no Serviço de Humanização do Hospital São João, começa agora a dar os primeiros passos. Mas o objectivo é ajudar anualmente 120 famílias, explicou Helena Soares, uma das voluntárias, que juntamente com Nazaré Soares, encabeça esta iniciativa.
Inspiradas no modelo do "Banco do bebé", criado há 15 anos na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, as duas amigas decidiram explorar o conceito, adaptando-o ao hospital portuense. A ideia foi criar um projecto "que servisse para apoiar as mães e seus bebés no período pré natal, durante o internamento e posteriormente, dando especial atenção a mães adolescentes, famílias carenciadas com gémeos e mães solteiras", explicou Nazaré Alves.
O Serviço de Humanização do Hospital S. João, só podia "receber este projecto de braços abertos", disse o seu responsável, Filipe Almeida, sublinhando a importância "de se centrar atenções na pessoa". Neste contexto, e extravasando as fronteiras do hospital, "Bebés de São João" é um projecto que "está a movimentar uma enorme solidariedade", conta Nazaré Alves. Helena Soares recorda a "leitora do JN, de 89 anos, que nos contactou no sentido de mostrar toda a sua disponibilidade para fazer xailes para os bebés".
Todavia, a acção prioritária passará pelas mães adolescentes e ainda pelo acompanhamento da grávida, antes e depois do parto e ainda, no futuro, por conseguir fazer apoio domiciliário. »
Fonte: JN
Link:http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1167299
Postado por
Paulo Pires
às
3/20/2009 09:00:00 a.m.
0
comentários
Marcadores: maternidade, Noticias
quarta-feira, 11 de março de 2009
Maternidade Alfredo da Costa abre novo centro de PMA

«O novo centro de Procriação Medicamente Assistida (PMA) da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, abre segunda-feira e está um luxo. Tem equipamentos novos e tecnologia avançada que custaram mais de meio milhão de euros. Apenas faltam médicos.
Remodelado no âmbito do apoio do Estado ao combate à infertilidade - para o qual o Serviço Nacional de Saúde (SNS) disponibiliza uma verba de 12 milhões de euros para 2009 -, o novo centro foi desenvolvido na mesma zona do antigo, que há muito reclamava obras.
Pintado de fresco com a tranquila cor lilás, o centro tem várias salas e algumas inovações, como a existência de dois laboratórios, um dos quais atribuído às técnicas a aplicar em casais com o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH).
Uma sala de colheita de esperma vem substituir a decadente casa de banho onde dantes se realizava este procedimento.
Pelo menos dois microscópios são novos, bem como material de apoio, marquesas e instrumentos ecográficos.
As obras custaram 530 mil euros, conforme revelou à Agência Lusa o director da Maternidade Alfredo da Costa (MAC).
Segundo Jorge Branco, no ano passado foram feitos 172 ciclos (tratamentos com técnicas de PMA), menos que os 200 habitualmente realizados por ano, uma vez que o centro encerrou em Setembro para obras.
Para o corrente ano, a MAC espera realizar 300 a 330 ciclos, um objectivo que pode estar comprometido dada a actual falta de médicos e biólogos.
Isto porque nos últimos tempos saíram vários clínicos que se encontram agora a trabalhar na área da infertilidade do privado Hospital dos Lusíadas, que está a apostar forte nesta área.
Deixaram a MAC para trabalhar neste hospital os médicos António Neves, Paula Maia, Daniela Sobral e Luís Vicente, segundo várias fontes contactadas pela Lusa.
Para Jorge Branco, apenas saíram dois: Paula Maia e Daniela Sobral, pois os restantes já tinham saído (António Neves) ou encontravam-se a trabalhar em outras áreas (Luís Vicente). »
Fonte:Diário Digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=376753&page=1
Postado por
Paulo Pires
às
3/11/2009 09:00:00 a.m.
0
comentários
Marcadores: Gravidez, maternidade, Noticias
sexta-feira, 6 de março de 2009
Maternidade foge ao fecho com mais nascimentos

«Hospital com o segundo melhor resultado da década graças ao novo bloco de partos
JOÃO PAULO COSTA
1805 crianças nasceram no hospital de Aveiro em 2008, o segundo melhor resultado desta década, durante a qual a maternidade, em alguns anos, esteve pouco acima do número mínimo recomendado (1500) para estar aberta.
O número de nascimentos na maternidade do Hospital de Aveiro no ano passado foi o mais elevado desde 2001. Em 2008, nasceram 1805 crianças, mais 166 do que em 2007, um aumento de cerca de 10%, que os responsáveis justificam com as melhores instalações do serviço, nomeadamente do bloco de partos, inaugurado em meados de 2007.
"O aumento de senhoras que procuram a maternidade de Aveiro está directamente relacionado com a melhoria das condições logísticas, especialmente do bloco de partos", explica, ao Jornal de Notícias, o director do serviço de Obstetrícia, Sérgio Esperança.
O novo bloco de partos foi inaugurado em Abril de 2007. Até aí havia duas salas (uma com quatro camas e outra com duas) que impediam à grávida a possibilidade de ter qualquer acompanhante na altura do parto. "O novo bloco tem cinco salas individuais, que garantem a privacidade da grávida e seu acompanhante, uma alteração que pode fazer a diferença, pois muitos eram os casais que optavam por outro hospital ou clínicas privadas, para que os pais pudessem assistir ao nascimento dos filhos", justifica o director de serviço.
A maternidade de Aveiro nunca esteve para encerrar, mas em meados desta década andou perto do número mínimo recomendado pelo Ministério da Saúde: 1500 partos por ano. Em 2005, registaram-se 1595 e em 2006 o valor baixou para 1584 (ver gráfico). "Acredito que não corremos esse risco e que vamos estabilizar nos 1750 partos por ano", perspectiva o director de serviço.
O médico acredita que a melhor "publicidade" do serviço é a feita pelas mulheres que passaram pela maternidade, "mas não há nada como ver para crer", daí a organização de visitas prévias às instalações. "Com o apoio dos centros e extensões de saúde, seis semanas antes do parto, as senhores visitam o novo bloco, sempre que possível com acompanhantes". Em 2008, 309 grávidas fizeram visitas pré-natais ao bloco de partos.
Sérgio Esperança, um dos 16 obstetras, diz que a entrada de mais um médico e um enfermeiro melhoraria o serviço, "que precisa igualmente de mais apoio pediátrico no bloco de partos, algo difícil atendendo à escassez de pediatras para os vários serviços", reconhece. »
Fonte:Jornal de Noticias
Link:http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Aveiro&Option=Interior&content_id=1157033
Postado por
Paulo Pires
às
3/06/2009 09:00:00 a.m.
0
comentários
Marcadores: maternidade, Noticias
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Maternidade inesperada

«O apoio da avó, em casos de gravidez precoce, pode ser muito benéfico, mas depende de como é conduzido
Fabiana Caso - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - Quando a gravidez acontece na adolescência, não adianta culpar nem condenar os responsáveis: a falta de maturidade requer o apoio dos familiares, especialmente da mãe. O suporte e as orientações da avó são fundamentais para cumprir os desafios da maternidade precoce. Esse drama, vivido por milhares de famílias, é retratado, inclusive, na novela A Favorita, da TV Globo, pelas personagens Mariana (Clarice Falcão), a filha, e Catarina (Lilia Cabral), a mãe.
O consultor em educação sexual e autor do livro Adolescente: um Bate-Papo sobre Sexo (Editora Moderna), Marcos Ribeiro, reforça a necessidade de "educar para as novas responsabilidades". "Esse aprendizado é importante para que o jovem casal entenda que não está brincando de casinha." Mas isso não quer dizer que os pais devam assumir as responsabilidades dos adolescentes.
"A mãe pode ensinar à sua filha como cuidar de si e do bebê, como um exercício. E, em seguida, pedir para a garota fazer a tarefa e deixar claro que a partir de cada lição ela será responsável pela execução", comenta Marcos. "A mãe deve lembrar que está ensinando, e que aquele compromisso com o bebê é da filha e do pai da criança."
Nada impede, porém, que a avó conviva bastante com a criança. "Esse convívio pode trazer grandes benefícios tanto para a criança como para a avó. Mas tal situação deve ser bem administrada, com os limites necessários e respeitando o papel de cada um, o que pode ser resolvido por meio de conversa", aconselha. "E mesmo sendo adolescentes, os avós devem respeitar os pais da criança. Não devem desautorizá-los diante do netinho."
O psicólogo especializado em relacionamentos, Alexandre Bei, reforça que é importante não condenar nem menosprezar a jovem. "Ela ainda não é adulta e precisa muito do apoio e do afeto dos pais", pondera. "O melhor é a avó participar do processo, sem julgar."
Já a psicóloga Magdalena Ramos, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tem um ponto de vista diferente. Com o pediatra Leonardo Posternak, escreveu o livro E Agora, o que Fazer? (Ágora), sobre a arte de criar filhos. "Uma adolescente ainda não tem maturidade suficiente para criar um filho, não se amadurece por decreto", exclama. "E se fosse fazer isso, teria que parar de estudar e trabalhar. Acho que a avó deve ajudar o máximo possível para que a filha possa continuar estudando. Após alguns anos, quando aprender a caminhar com as próprias pernas, talvez possa assumir a situação plenamente."
Avós precoces
A jovem avó Silvia Nunes Telles, de 36 anos, foi pega de surpresa quando sua filha Tamires, na época com 16 anos, engravidou. "No começo, fiquei em choque. Minha preocupação era que ela continuasse os estudos", lembra. O pai de Tamires ficou tão bravo que não quis mais falar com a filha, só há pouco tempo retomaram o relacionamento.
Silvia nem bem teve tempo de se estruturar e teve novas surpresas: Tamires ficou doente, com caxumba. "Dei todo o apoio", conta. "A maior preocupação passou a ser a doença, mas felizmente ela se recuperou bem." Cuidou da filha, forneceu todas as orientações, a acompanhou no pré-natal e comprou roupinhas para a pequena Beatriz, que hoje tem 1 ano e 6 meses.
O pai da criança, de 19 anos, sugeriu que Tamires fosse morar com ele, mas Silvia a desaconselhou por causa do temperamento instável do rapaz. E insistiu para que Tamires continuasse estudando: ela só parou de ir à escola por um mês. "Eu e as amigas dela ajudamos nos trabalhos escolares e ela passou em tudo. Agora está no terceiro ano do ensino médio", conta.
Hoje, aos 18 anos, Tamires continua morando com a mãe, o padrasto e os irmãos. "Nosso relacionamento é muito bom." Há pouco mais de um mês, voltou a trabalhar com telemarketing durante o dia, e continua estudando à noite. Pensa em fazer faculdade de administração. "No começo, acho que minha mãe pensou sobre o que os outros iriam dizer, depois tirou de letra", conta.
A história da contadora Lucia Morita, de 45 anos, envolveu dissidências familiares. Sua filha única, Andressa, ficou grávida aos 18 anos, na época em que morava com a mãe, a avó e as tias maternas. À primeira suspeita de gravidez, Andressa se abriu com a mãe. "Fui com ela fazer o teste", lembra Lucia. "Ela chorou muito, ficou muito preocupada com o futuro. Falei que o importante era cuidar da própria saúde e do bebê, o resto tinha menos importância."
Lucia encarou com tranqüilidade a notícia. Apesar de a gravidez não ter sido planejada, apoiava o namoro da filha com o pai da criança. Estavam juntos há poucos meses, mas se conheciam há anos. Desde o princípio, ele assumiu suas responsabilidades. "É engraçado que tinha acabado de fazer um plano de saúde. Ofereceram uma opção que incluía o serviço de maternidade, e eu falei que era muito jovem para ser avó. E foi o que aconteceu", diverte-se.
Também ensinou tudo para a filha sobre como cuidar do bebê. Curiosamente, o problema maior de Lucia e Andressa foi com o resto da família. Suas tias não receberam bem a notícia e fizeram uma série de cobranças ao pai da criança. A solução encontrada foi a mudança de Andressa para a casa da família do namorado durante a gravidez. "Sentia muita falta dela e ia visitá-la todos os dias após o trabalho", lembra Lucia.
Hoje seu netinho, Marcelo, tem 2 anos e oito meses. Pouco antes de ele nascer, os pais encontraram uma casa própria. E a convidaram para morar com eles. Ela aceitou. Hoje, trabalha durante o dia, mas curte o neto à noite. Marcelo fica com os avós paternos enquanto os pais trabalham.
Andressa tem hoje 22 anos. Concluiu o ensino médio e voltou a trabalhar quando o filho completou 1 ano e meio. "Foi muito importante ter contado com o apoio da minha mãe."»
Fonte:Estadão
Link:http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup285861,0.htm
Postado por
Paulo Pires
às
12/12/2008 02:00:00 p.m.
0
comentários
Marcadores: maternidade, Noticias
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
CE propõe alargamento do prazo de licença de maternidade

«A Comissão Europeia (CE) propôs, esta sexta-feira, o alargamento da duração mínima da licença de maternidade em toda a União Europeia (UE), passando das actuais 14 semanas para 18.
O objectivo desta medida é melhorar a vida familiar e profissional das mulheres e aumentar a taxa de emprego feminino. A medida permitirá ainda, segundo Bruxelas, um impacto positivo no estado de saúde da mãe, bem como um melhor regresso ao trabalho, uma vez que nessa altura o filho já será maior.
A CE explica que o facto de o filho ser maior quando a mãe regressar ao trabalho permitirá que esta recorra menos vezes à dispensa ao trabalho, o que se traduzirá também no benefício para a entidade patronal, noticia ao Diário Digital.
A CE pretende que as mulheres estejam de licença de maternidade a receber o salário completo. Todavia, há que ressalvar que esta disposição não é obrigatória, sendo que os Estados-Membros podem estabelecer outros limites, desde que não fiquem abaixo do montante atribuído em caso de doença.
De referir que, em Portugal, actualmente, as mulheres gozam de 16 semanas, enquanto que, por exemplo na Alemanha, a licença é de 14 semanas e na República Checa é de 28.»
Fonte:Fábrica de Conteúdos
Link:http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&id=0c8010b42ce9c0896292f9a00871cf6d
Postado por
Paulo Pires
às
10/08/2008 02:00:00 p.m.
0
comentários
Marcadores: maternidade, Noticias
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Cientistas declaram guerra contra cosméticos para bebês

«Médicos franceses questionam kits distribuídos em maternidades.
Associação diz que produtos têm forte controle de qualidade.
Da France Presse
Cientistas, médicos e diretores de centros de saúde franceses declaram guerra contra os "kits de recém-nascidos" distribuídos para as mães nas maternidades, considerando-os um verdadeiro "coquetel tóxico".
Estes estojos contêm diversos produtos, com cremes, gel de banho, água mineral, toalhinhas umedecidas perfumadas, etc.
"Temos grandes suspeitas com relação a muitos desses produtos", declarou à imprensa Olivier Toma, presidente do Comitê para o Desenvolvimento Durável em Saúde (C2DS) e diretor de hospital.
O químico especialista em tóxicos André Cicolella destacou, por sua vez, que esses produtos contêm cada vez mais conservantes, alguns dos quais interferem no sistema hormonal dos usuários.
Neles podem ser encontrados também o ácido EDTA (ácido etileno diaminotetracético), um estabilizador de produtos que pode ser reprotóxicos; bisfenol A, substância classificada como tóxica no Canadá; Fenoxietanol, que favorece a absorção de um produto pela pele e que pode ser perigoso para o sistema nervoso e para o sangue, e outras substâncias suspeitas de serem cancerígenas.
Finalmente, a água mineral incluída nesses kits pode conter nitratos em excesso, segundo o Comitê.
O oncologista Dominique Belpomme destacou que "doses muito baixas de perturbadores endócrinos podem incidir no surgimento de câncer de mama ou de próstata 30 anos mais tarde".
Em resposta, a Federação Francesa de Empresas de Beleza (FEBEA), afirmou que "os produtos cosméticos para crianças são controlados estritamente" e que, em caso de dúvida, a agência de segurança sanitária "ordena que sejam imediatamente retirados do mercado".
Os laboratórios Expansciences, fabricantes dos produtos para bebês Mustela, afirmaram nesta quinta-feira que só utilizam "ingredientes autorizados".
"Os produtos para bebês são sumamente regulamentados na França", reagiu Philippe Msika, diretor do Expansciences.
Os cientistas e médicos dizem que embora os industriais respeitem os limites autorizados, o problema está na "repetição das doses" e na duração da exposição.»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL764924-5602,00-CIENTISTAS+DECLARAM+GUERRA+CONTRA+COSMETICOS+PARA+BEBES.html
Postado por
Paulo Pires
às
9/25/2008 02:00:00 p.m.
0
comentários
Marcadores: maternidade, Noticias
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Vila Franca de Xira - Maternidade reabre hoje

«Encerrada desde Julho para obras, a maternidade do Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, reabre esta segunda-feira.
AC»
Fonte:Rádio Renascença
Link:http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=259110
Postado por
Paulo Pires
às
9/08/2008 02:00:00 p.m.
0
comentários
Marcadores: Gravidez, maternidade, Noticias





