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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Amamentar diminui a dor do bebé


"Os benefícios do leite materno parecem não parar de aumentar.

Agora mais um estudo vem comprovar o poder da amamentação: enquanto está a ser vacinado se o bebé estiver a mamar sente menos a dor da injecção. O estudo, feito em bebés até um ano de idade, foi levado a cabo na Jordânia por investigadores da Universidade de Philadelphia.

Os bebés que participaram neste estudo foram divididos em dois grupos de 60 crianças cada. Num dos grupos os bebés foram vacinados ao colo das mães, em contacto corporal, enquanto mamavam. No outro grupo as crianças foram vacinadas sem qualquer intervenção.

Os investigadores observaram que a duração do choro foi menor no grupo em que os bebés foram vacinados enquanto mamavam e tiveram o carinho da mãe, em relação ao grupo em que os bebés foram vacinados sem nenhuma intervenção das mães. "


Fonte:Revista Pais & Filhos

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Bebê que apanha no 1º ano fica mais agressivo, diz pesquisa


«Com a ajuda de testes de comportamento, pesquisadores descobriram que bebês que apanham com um ano de idade ficam mais agressivos quando chegam aos 2 anos.

Quem tem filho pequeno sabe: basta uma rápida distração e até o mais santinho consegue tirar os pais do sério. E você aí de casa, depois de ver as fotos que estão circulando na internet, pode ter pensado ‘essas crianças bem que mereciam uma palmadinha’. Mas será que ia funcionar?

Pesquisadores de seis universidades nos Estados Unidos acabam de divulgar um estudo sobre os efeitos da palmada no desenvolvimento da criança. Mães de 2,5 mil famílias americanas foram entrevistadas e responderam à seguinte pergunta: você bateu no seu filho ou filha na semana passada?

Um terço dos bebês de um ano tinham apanhado pelo menos duas vezes naquela semana. “Tem hora que não tem como, a gente tem que dar uma palmada”, acredita a dona de casa Tatiana Moreira.

Entre as crianças de 2 e 3 anos, a palmada foi ainda mais frequente: em uma única semana, metade delas apanhou três vezes. Com a ajuda de testes de comportamento, os pesquisadores descobriram bebês que apanham com um ano de idade, ficam mais agressivos quando chegam aos 2 anos. Em um desses dias de fúria, David levou uma palmada e a reação foi imediata.

“Acabei dando um tapinha na mão mesmo, perdi o controle, e ele simplesmente me deu também, na mesma hora ele aprendeu o que era um tapinha e não funcionou”, conta Daiana Neves, mãe de David. “Em alguns dias, ele foi pra casa da vovó e ele deu um tapinha na vovó quando a vovó o contrariou. Aí aprendeu em um simples tapinha e repetiu, o que foi feio”.

“O simples fato de um dia você ter dado uma palmada nele, na cabecinha dele formou-se uma questão lógica, ‘se a minha mãe, a quem eu amo muito pode bater, eu também posso bater’”, explica o psicólogo Jorge Rocha.

E tem mais: testes de inteligência mostraram que os bebês que apanharam com um e dois anos, apresentaram dificuldades de aprendizado aos três anos.

Jorge Rocha continua explicando: “Isso traz consequências não só no processo da construção da inteligência, do processo cognitivo, mas em vários aspectos do desenvolvimento da criança. Até com relação à sua autoestima. Na verdade ela se sente degradada, se sente com menos valia, se sente temerosa, porque na verdade ela não está sendo ensinada com relação a nada. Na verdade, ela acaba não fazendo determinadas coisas por medo”.

O estudo concluiu também que punições verbais como broncas e sermões não causaram nenhum efeito negativo no desenvolvimento das crianças.

Não é à toa que hoje existe uma campanha mundial contra a palmada. Pelo menos 24 países possuem leis contra tapas e beliscões em crianças. Na Nova Zelândia, essas agressões podem dar até seis meses de cadeia! No Brasil, um projeto de lei contra a palmada foi aprovado em 2003, mas há três anos está parado na Câmara.

Na casa dos gêmeos José e Carlos, não tem conversa: “Só com chinelo que conseguem me escutar”, contou a mãe Paula Marcelino. Pior: o chinelo já virou motivo de piada dos meninos! “Com chinelo verde a gente finge que está chorando, aí quando ela sai do quarto, a gente fica rindo”, revela um deles.

Para ajudar essa mãe em apuros, a gente chamou o pedagogo Marcelo. “Já que a palmada não é o ideal, o que eu devo fazer a partir de agora?”, pergunta a mãe.

“A primeira coisa, como uma mãe amorosa, é sentar com ele, apresentar chinelos que são instrumentos de coerção, dar ciência a eles de uma mudança que você está se propondo a fazer. Outras estratégias como a advertência verbal, o diálogo, a conversa, podem realmente ser mais eficazes e contribuir para a formação desse indivíduo. É necessário que você tenha paciência. Em alguns casos, que você repita mais de uma vez, para que ela aprenda e entenda o que está sendo dito. Educar é ato de paciência, é um ato de amor”, explica o pedagogo.

Então já sabe: muita paciência e pulso firme. E diante de uma cena em que as crianças tenham pintado tudo, torça par que a tinta saia com água.»

Fonte:TV Canal 23
Link:http://www.tvcanal13.com.br/noticias/bebe-que-apanha-no-1ano-fica-mais-agressivodiz-pesquisa-75847.asp

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Trauma de pais de bebês na UTI é similar ao vivido em guerras


«A técnica sempre dividiu a opinião dos médicos. Com a revisão, ela passa a ser proibida no país

Simone Tinti

Considerada como mais uma questão polêmica, que sempre dividiu a opinião dos médicos, a escolha do sexo do bebê passa a ser oficialmente proibida no país. A norma foi anunciada nesse fim de semana durante a IV Conem (Conferência Nacional de Ética Médica), em São Paulo, como parte da revisão do Código de Ética Médica (escrito em 1988). Com a decisão, portanto, fica proibido criar embriões para pesquisa e escolher o sexo do bebê em clínicas de reprodução assistida.

As novas regras entram em vigor 180 dias após sua publicação no Diário Oficial da União. Além dessa regra, as novas medidas incluem, ainda, a necessidade de um limite mais claro na relação entre os médicos e a indústria farmacêutica, além de determinar que os profissionais da saúde não podem obter vantagens financeiras pela comercialização de medicamentos e próteses, e nem participar de consórcios para a realização de procedimentos como cirurgias plásticas.»

Fonte:Revista Crescer
Link:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI90648-10545,00-REVISAO+DO+CODIGO+DE+ETICA+MEDICA+VETA+ESCOLHA+DO+SEXO+DO+BEBE.html

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Confira 10 dicas para fazer seu filho dormir sozinho


«Rosana Ferreira

Lugar de criança é na cama dela e no quarto dela. E essa atitude deve começar desde cedo, ainda bebê. Parece um sonho? Se o seu filho teima em dormir no meio do casal, pare agora, antes que o sonho vire um pesadelo. "Quanto mais tempo a criança dormir com os pais, mais difícil será tirar esse costume", disse a psicóloga Angélica Capelari, da Universidade Metodista de São Paulo. Comece, portanto, a aplicar as dicas da professora de psicologia para evitar problemas no futuro. Para a criança e para o casal. Não é fácil, requer paciência e perseverança, mas vale a pena.

» Criança na cama dos pais pode revelar problemas no casamento

1- A partir dos seis meses já é possível deixar o bebê dormindo sozinho no seu próprio quarto. Só será preciso levantar durante a madrugada para as trocas e eventuais mamadas noturnas. É claro que deixar o bebê na cama dos pais pode ser mais cômodo para eles, mas a especialista garante que é bem mais fácil espantar a preguiça agora do que ensinar a criança - já maior - a dormir no seu próprio quarto.

2- Os pais podem se revezar nessa tarefa, já que não é fácil levantar no meio da noite, com sono, cansado e, às vezes, com frio.

3- Se o filho já está acostumado a dormir no meio dos pais, é hora de reverter a situação. A rotina pode ser uma grande aliada, portanto imponha um horário para a criança e vá preparando a casa momentos antes: diminua as luzes, desligue a TV e aparelhos de som e feche as janelas. Assim a criança vai entrando num ritmo menos acelerado, mais propício ao sono.

4- Coloque regras que possam ser cumpridas. Não adianta dizer à criança que ela precisa dormir às 21h, mas a casa continua agitada.

5- Nada de deixar a luz principal do quarto infantil acesa. Se precisar, use abajur, bichinhos ou tomadas iluminadas. Assim também fica mais seguro se caso a criança levantar no meio da noite.

6- A hora de dormir deve ser um momento prazeroso. Os pais podem contar histórias, colocar músicas suaves e conversar sobre a rotina do dia até a criança dormir.

7- Essa transição não pode ser traumática para o filho nem para os pais. Portanto, eles devem ficar no quarto. Nos primeiros dias, deitados com a criança até ela dormir. Depois, sentados. E, por fim, permanecer na porta para dar boa-noite. Ou seja, vão saindo de cena aos poucos, para a criança se sentir segura e eles não acharem que estão abandonando o filho.

8- Os pais precisam colocar limites e não ceder a manhas. Se ceder uma vez - por frio ou doença -, a criança aprende que os pais cedem e vai repetir a manha sempre, não importa onde e em que situação. É essencial não ceder a choros, súplicas e chantagens: ela deve ser colocada de volta na sua cama sempre que necessário. Uma hora ela desiste.

9- Se a criança acorda no meio da noite e pede para dormir com os pais, é bom investigar as causas. Se ela está doente, deve continuar no quarto dela recebendo os cuidados necessários dos pais. Se está com medo, vale dar um passeio pelo quarto infantil, abrir armário e gavetas, olhar debaixo da cama e observar cada cantinho para mostrar que não existem monstros nem fantasmas. Mas, nunca a criança deve voltar para a cama dos pais.

10- Um pedido para os pais deixarem o filho dormir entre eles, sem desculpas (medo, sentimento de abandono, doença fictícia), pode ser acatado eventualmente, mas é bom deixar claro que é por um tempo limitado e a criança vai voltar para a cama dela.

Especial para Terra»

Fonte:Terra
Link:http://mulher.terra.com.br/interna/0,,OI3942345-EI1377,00-Confira+dicas+para+fazer+seu+filho+dormir+sozinho.html

Novo berço evita o bolçar dos bebés


«O departamento de pediatria do Hospital Universitário de Bruxelas, na Bélgica, desenvolveu um berço capaz de evitar o bolçar, um problema estomacal que afecta um entre cada cinco bebés e pode causar irritação no esófago, avançou hoje a BBC»

Fonte: Sol
Link:http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=146623

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Cientistas criam incubadora que será vendida a 25 dólares


«A incubadora desenvolvida por cientistas da Universidade norte-americana de Stanford chama-se Embrace (Abraçar) e vai ser comercializada, a partir deste ano, por 25 dólares, na Índia. Trata-se de uma espécie de saco térmico para acondicionar bebés prematuros ou de baixo peso, aumentando as suas possibilidades de sobrevivência.»

Fonte:SIC
Link:http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/Cientistas+criam+incubadora+que+empresa+vai+vender+a+25+dolares.htm?wbc_purpose=basi%252

segunda-feira, 13 de julho de 2009

OMS alerta para o risco de ‘abanar’ os bebés


«Um relatório da Organização Mundial de Saúde diz que esta forma de agressão nem sempre é imediatamente identificada, mas as suas consequências podem ser graves para as crianças.

É comum chegarem às urgências dos hospitais bebés com convulsões, vómitos ou irritabilidade. Vírus é o diagnóstico mais frequente, mas um exame mais rigoroso é capaz de mostrar hemorragias ou fracturas, lesões ocultas que podem apontar para uma ‘síndrome da criança maltratada’, um tipo de agressão infantil que consiste em abanar violentamente um lactante.

Segundo o El País, a falta de tratamento nestas situações motivou uma equipa de médicos australianos a trabalhar no sentido de melhorar o diagnóstico, ainda que todos os especialistas concordem que a atenção deve focar-se na prevenção.

Kieran Moran, pediatra forense do hospital infantil de Sidney, diz que os bebés são vítimas deste tipo de agressão sobretudo no primeiro ano de vida, quando parecem chorar de forma inconsolável e mais frustram os pais ou educadores. A maioria de casos de traumatismo cranio-encefálico por maus tratos em crianças ocorrem, efectivamente, com bebés de seis a oito semanas – o período em que mais choram.

De acordo com os médicos, abanar os bebés pode provocar danos maiores do que uma pancada na cabeça: as forças violentas de aceleração e desaceleração são mais perigosas para os vasos sanguíneos cerebrais, já que os bebés são particularmente vulneráveis devido à fragilidade do seu cérebro e escasso desenvolvimento dos músculos do pescoço. »

Fonte:DN
Link:http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1281461&seccao=Sa%FAde

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Horário fixo para dormir melhora o sono de crianças e bebês (e mamães)


«Um novo estudo mostra que quando a criança tem um horário fixo para ir para a cama contribui para um bom sono e em melhoras de humor. Além disso, o humor materno também melhora.

De acordo com a pesquisa, problemas no sono são alguns dos principais problemas que os pais de crianças mais novas sofrem. Também foi descoberto que entre 20 e 30% das crianças possuem problemas para dormir.

Bebês ainda dentro do útero podem sonhar?
Estudos anteriores mostraram que o sono dos pais é afetado por estes distúrbios dos filhos, logo, quando uma criança não dorme bem, seus pais também não têm uma noite satisfatória de sono e passam por mudanças de humor, e sofrem de estresse.

Jodi Mindell, coordenadora dos estudos, declara que se o sono da criança for tranqüilo, o sono de sua mãe também será, e a qualidade de vida dos dois irá melhorar. “Criar uma ‘rotina de sono’ é fácil e pode causar uma melhora significativa na vida da família” explica.

“A mãe não se sentirá tensa, depressiva e cansada e ficará mais calma, o que também ajudará no humor da criança. A mãe fica calma na hora de colocar o filho para dormir e a criança cai no sono mais facilmente” detalha Mindell.

Pesquisas anteriores mostraram que rotinas, em geral, tornam a vida mais simples e menos estressante para as crianças.

Ventiladores previnem morte súbita de bebê
Os autores da pesquisa ficaram surpresos ao constatarem que a duração do sono aumenta quando ele é “inteiro”. As pessoas dormem menos quando acordam de noite, não dormem até mais tarde, como antes se acreditava. Além disso, a qualidade do sono melhora muito quando ele não é fragmentado.

O estudo enfatiza a importância que pediatras devem dar ao sono e a necessidade de serem criados tratamentos para crianças com distúrbios na hora de dormir. [Science Daily]»

Fonte:hypescience.com/
Link:http://hypescience.com/horario-fixo-para-dormir-melhora-o-sono-de-criancas-e-bebes-e-mamaes/

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Teste do pezinho: Uma picada que salva vidas


«Andreia Pereira

Em Portugal, o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce tem, actualmente, uma taxa de cobertura de 99,4%. E, embora não seja de carácter obrigatório, o teste neo-natal funciona graças à elevada adesão por parte dos pais. Mas, para se uniformizar a picada do pezinho em todo o território, foi preciso muita teimosia e determinação por parte dos seus impulsionadores portugueses.

Em 1979, quando o Prof. Jacinto Magalhães (médico que "emprestou" o seu nome ao actual Instituto de Genética) se aventurou no rastreio da fenilcetonúria a nível nacional, muitas vozes se ergueram, "chumbando" a iniciativa com o argumento de que Portugal não tinha capacidade para seguir em frente. Mesmo com fracos recursos económicos para adquirir os equipamentos necessários, o até então director do Serviço de Genética Médica do Hospital Maria Pia, Prof. Jacinto Magalhães, e o Prof. Rui Vaz Osório lançaram uma petição no jornal para angariação de fundos.

Vários artistas aderiram a esta causa e, com o dinheiro reunido em leilão, conseguiram comprar os equipamentos que permitiam o diagnóstico da fenilcetonúria: a primeira doença rastreada no âmbito deste programa. "Foi um início à cowboy", ironiza Rui Vaz Osório, coordenador executivo da Comissão Nacional de Diagnóstico Precoce. Dois anos mais tarde, já em 1981, com a obtenção de uma nova máquina, avançou-se para o diagnóstico do hipotiroidismo congénito.

Com perseverança, provou-se que esta causa valia a pena. Aliás, um estudo de impacto económico, elaborado no final da década de 70, indicava que "o Estado tinha encargos 60 vezes superiores com uma criança deficiente, do que se subsidiasse um programa nacional de rastreio", esclarece Rui Vaz Osório, aludindo aos casos de fenilcetonúria e do hipotiroidismo congénito.

Com o advento do Tandem Mass, um equipamento obtido pelo IGM em 2001, conseguem-se diagnosticar, actualmente, 25 doenças com apenas uma gota de sangue, colhida durante o teste do pezinho. E, se o objectivo inicial era evitar os atrasos mentais profundos, provocados pelas duas primeiras doenças rastreadas, hoje em dia já é possível afirmar, taxativamente, que este teste salva vidas. Até porque, como explica o coordenador, "muitas das patologias que se detectam no diagnóstico neo-natal podem conduzir ao coma ou mesmo à morte".


E depois do teste do pezinho...

Francisco nasceu em Junho de 1999. E, como qualquer recém-nascido, foi submetido ao teste do pezinho, um exame de diagnóstico neo-natal realizado, idealmente, entre o terceiro e quinto dias de vida. Embora não tenha coincidido com a data de nascimento, o dia da picada pode ser considerado o primeiro dia do resto da sua vida.

Isto porque, aparentemente, e apesar de nada levantar suspeitas, o arquitecto Rui Barros Silva tomava conhecimento de que o seu filho sofria de uma doença metabólica. O diagnóstico precoce permitiu que esta criança pudesse iniciar o tratamento dietético imediato da fenilcetonúria. Graças ao teste do pezinho, Francisco, 10 anos, tem um quotidiano igual ao de muitas crianças da sua idade. A única excepção é a dieta restritiva, que tem de cumprir à risca para o resto da vida.

Hoje, já fala da doença com todo o à-vontade, mas, quando se recorda dos minutos em que recebeu a notícia, Rui Barros, também presidente da APOFEN (Associação Portuguesa de Fenilcetonúria e outras doenças metabólicas), afirma ter sentido um "abalo". "O primeiro ano foi muito preocupante, porque estamos a aprender a lidar com a patologia", reitera. Valeu-lhe o apoio incondicional de toda a equipa multidisciplinar do IGM, nomeadamente a nutricionista, a quem recorria sempre que surgia uma dúvida.

O caso de Francisco é semelhante ao de 270 meninos e meninas, a quem foi diagnosticada a fenilcetonúria desde a implementação do teste do pezinho em Portugal. E, porque se trata de um defeito genético de uma enzima responsável pela síntese proteica, a comida destas crianças é rigidamente controlada e pesada em balança electrónica. Ao longo de toda uma vida, não se pode relaxar, nem um único dia, na prescrição dietética. Caso contrário, se não houver o cuidado de "banir" os alimentos com elevados índices proteicos da ementa diária, as consequências cerebrais poderão ser irreversíveis a longo prazo.


"Fenil o quê"?

Ao receber o telefonema do IGM, Rui Barros confessa ter ficado um pouco atordoado com a informação que lhe fora transmitida. Admite que, quando foi convocado para uma reunião com Rui Vaz Osório (o médico encarregava-se de esclarecer, pessoalmente, os pais sobre a doença), a língua enrolou-se e mal conseguia pronunciar o palavrão: fenilcetonúria. A cabeça estava repleta de dúvidas. Era uma cascata de perguntas, umas atrás das outras. Afinal, como qualquer pai, só queria perceber como poderia dar o melhor ao seu filho.

"O conhecimento sobre a doença vai-se construindo à medida que se trocam informações com os vários profissionais de saúde envolvidos e com outros pais. E, neste ponto, a importância de uma equipa multidisciplinar centralizada com a qual podem partilhar todas as suas dúvidas faz toda a diferença", refere Dr.ª Carla Maria Carmona, assessora de Psicologia Clínica do IGM.

Logo percebeu que esta patologia resulta de uma desordem genética, em que, devido à ausência ou defeito de uma enzima responsável pelo metabolismo da fenilalanina, esta última acumula-se na corrente sanguínea. E, deste modo, funciona como um "veneno", já que a sua acção vai danificar a bainha de mielina: um invólucro dos neurónios. Com os "ataques" consecutivos da fenilalanina, os neurónios vão sendo, gradualmente, afectados. É esta a justificação avançada pelos especialistas para o aparecimento de danos mentais a longo prazo.

"Se a dieta não for cumprida, desde os primeiros dias de vida, a arquitectura cerebral fica comprometida, porque até aos seis anos o sistema nervoso central está em construção. Os elevados níveis de fenilalanina influenciam, ainda, os neurotransmissores, responsáveis pela actividade do cérebro", fundamenta o Prof. Friedrich K. Trefz, docente da cadeira de Pediatria na Universidade de Tuebingen (Alemanha).

Acontece que, por haver um defeito ou inexistência da enzima PHA (sigla do inglês que, numa tradução livre, corresponde à "fenilalanina hidroxilase"), a fenilalanina (um aminoácido) não é metabolizado no fígado. Quer isto dizer que, na ausência de uma dieta hipoproteica, a sua concentração no sangue atinge níveis acima do desejável.

Máximo controlo

Até aos cinco anos de Francisco, Rui Barros tentou arranjar uma estratégia para que o filho nunca se sentisse tentado a experimentar os alimentos "prejudiciais". Para isso, formulou uma história que servia para explicar a doença. "Dizíamos que o Francisco tinha luzinhas na barriga, mas que uma das lâmpadas estava fundida, por isso não podia comer tudo." Hoje, a explicação das luzes já faz parte do passado, pois o Francisco já se familiarizou com todo o universo da fenilcetonúria.

Os seus produtos alimentares são guardados em armário exclusivo, para evitar confusões. Mas todas estas reservas são feitas em nome da saúde. "Os pais têm de viver com o conhecimento de que o desenvolvimento intelectual dos seus filhos depende, em grande parte, do modo como a dieta é gerida, ou seja, da qualidade do controlo dietético", afirma Carla Maria Carmona.

A educação alimentar de Francisco é em tudo semelhante à de Neuza Domingues Rosa, portadora de fenilcetonúria. Esta jovem de 24 anos lembra que a sua dieta sempre foi escrupulosamente respeitada, porque a família estava ciente de que um passo em falso podia comprometer o desenvolvimento de Neuza. "A minha mãe nunca brincou com a saúde", confirma.

Apesar da "convivência pacífica" com a doença, esta jovem sente que passou por alguns momentos de "crise". Nas festas de aniversário, para as quais era convidada, achava não ter motivos de festejo, porque toda a comida era "imprópria" para o seu consumo. "Acabei por recusar a participação em festas. Existem alturas na adolescência em que ficamos revoltadas e nos queremos esconder por causa das nossas diferenças", indica.

"Á medida que os contextos se alargam e se tornam menos protegidos, aumentam as exigências de um comportamento mais autónomo. O saber gerir a sua dieta fora de casa, a necessidade de explicar o porquê da diferença e responder a certas observações feitas pelos colegas, são grandes desafios colocados, por vezes a indivíduos muito jovens", sustenta a psicóloga.

A fase da adolescência é "um período de rápido desenvolvimento cognitivo, social e emocional e de mudança física". Estas alterações tendem a "ter um impacto, por vezes, dramático na gestão da doença" e, sobretudo, na adesão ao tratamento. "Ensinar aos jovens um modo de lidar confortável e assertivamente com a pressão dos pares e exigências sociais, e ainda assim aderir às exigências impostas pelo tratamento, é uma abordagem fundamental junto desta população, evitando que possam vir a negar ou negligenciar os seus cuidados de saúde e a criar um sentimento de diferença em relação aos seus pares", completa Carla Maria Carmona.

Neuza já passou esta fase, mas Francisco está quase a entrar na adolescência. O seu pai, Rui Barros, teme que "perante as solicitações e estímulos", o seu filho possa "cometer algumas asneiras alimentares". Mas, à medida que for sentindo as consequências, que se traduzem em maior irritabilidade, ou dificuldades de concentração, "volta novamente à regra".


Dieta para a vida

Carne, peixe, ovos, produtos lácteos. Eis alguns exemplos de produtos "proibidos" para os doentes fenilcetonúricos. "Todos os alimentos ricos em proteínas, seja de origem vegetal ou animal, têm de ser evitados", sublinha a nutricionista Berta Alves (vice-presidente da APOFEN). Então, o que podem estes doentes ingerir? "Para além do consumo de fruta, legumes, arroz e batata, existe uma série de produtos alternativos que contabilizam um baixo teor de fenilalanina e outros aminoácidos."

A aquisição de bens alimentares específicos para a fenilcetonúria foi, aliás, outra das batalhas ganhas pelo IGM. "No final dos anos 70, a dieta baseava-se em vegetais, frutas e gorduras, o que levantava alguns problemas de crescimento", diz Rui Vaz Osório. Através dos emigrantes portugueses, no início da década de 80, o IGM tomou conhecimento dos primeiros produtos dietéticos próprios para estes doentes e tentou fazer a importação directa.

"Pisamos o terreno da ilegalidade", recorda o médico, acrescentando que, à data, a entrada de bens alimentares criava problemas alfandegários. Mas o objectivo de Rui Vaz Osório era facilitar o acesso a estes géneros alimentícios para que os pais não tivessem custos acrescidos. O Prof. Jacinto Magalhães promoveu o lobby para conseguir uma comparticipação de 50%. E esta situação manteve-se inalterada durante cerca de 20 anos, até que, em 2004, o Estado decidiu apoiar integralmente a obtenção destes bens.

Estes alimentos, dos quais os doentes dependem 365 dias por ano, podem ser adquiridos - mediante receita médica passada por um especialista dos Centros de tratamento de referência - no IGM e sem qualquer custo associado. Como se trata de bens "especiais", os pais destas crianças e adolescentes necessitam de ser auxiliados, a fim de poderem tirar todo o partido dos produtos.

Foi com o objectivo de ajudar na confecção destes "novos" alimentos que surgiu a Escola de Cozinha e os Livros de Receitas. "Quando a criança começa a diversificar a alimentação, é preciso criatividade na cozinha. E, nesse aspecto, a Escola de Cozinha dá uma mãozinha." A iniciativa partiu da nutricionista do IGM, Manuela Almeida, há 15 anos. Mas, para ajudar os pais que residissem fora do Grande Porto, a APOFEN, que, entretanto, assumiu essa missão, já percorreu quatro das capitais de distrito, de norte a sul: Porto, Coimbra, Lisboa e Faro.

Nestas "aulas de culinária", os pais aprendem "pequenos truques" e até noções básicas de como trabalhar com uma balança digital. Pois, quando se fala em portadores de fenilcetonúria, tudo tem de ser pesado ao miligrama. Uma vez que o consumo de pão e das massas é controlado, os profissionais da Escola de Cozinha ensinam a preparar um pão "especial" com farinhas próprias para estes doentes.

No meio de receitas, há alguns segredos que Berta Alves desvenda. E, quem disse que não é possível fazer omeletas sem ovos, está redondamente enganado: "Com substituto de ovo (um pó com coloração amarela que, quando misturado em água ganha uma consistência e aspecto com a clara em castelo) fazemos uma adaptação às fórmulas gastronómicas tradicionais. Até bolos podemos confeccionar."


Primeiro medicamento para a fenilcetonúria

Em Dezembro de 2008, foi aprovado na Europa o primeiro e único medicamento para o tratamento da fenilcetonúria. A saptropterina (fórmula sintética do BH4, um co-factor responsável pelo funcionamento enzimático), comercializada pela Merck Serono, poderá possibilitar que os doentes de grau moderado tenham uma dieta mais aberta. Mas, explica Rui Barros, "dentro deste grupo de doentes, apenas 30% poderão ter uma resposta positiva ao BH4".

Rui Vaz Osório acrescenta que a saptopterina poderá "melhorar a metabolização da fenilalanina", em doentes com uma quantidade residual da enzima funcionante (PHA: fenilalanina hidroxilase). Este fármaco, apesar de "permitir uma alimentação menos restritiva, não substitui a dieta". Neste momento, o medicamento está em fase de aprovação pelo Ministério da Saúde e aguarda luz-verde para uma eventual comparticipação.


Dos EUA para o mundo

Graças à descoberta de Robert Guthrie, nos anos 60, o rastreio neo-natal é hoje realizado de modo sistemático a nível mundial. O pediatra norte-americano percebeu que "era possível colher gotas de sangue em papel de filtro e deixar secar", explica Rui Vaz Osório. Cortando a "pastilha" de sangue, poderia ser realizada uma análise a partir da amostra. "Este sistema veio revolucionar a colheita e o diagnóstico precoce", assegura este especialista.»

Fonte:Medicos de Portugal
Link:http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2732/?textpage=4

Como resistir à pressão pelo desmame


"Amamentar dói, não aguento mais

Amamentar me deixa muito presa. Quero minha liberdade de volta!

Amamentando, sobra pouco tempo para meu companheiro

Trabalho o dia todo, e não tenho onde tirar o leite com bombinha

Não conheço mais ninguém que amamente filhos da idade do meu

Minha mãe acha que vou deixar meu filho muito mimado se continuar amamentando


Todo mundo tem uma opinião sobre o momento "certo" de parar de dar o peito à criança, mas o desmame é uma decisão muito particular, diferente para cada mulher, e influenciada por fatores culturais, questões de saúde e circunstâncias familiares.

Vai ter gente que achará que você demorou demais para tirar a criança do peito, e por outro lado haverá quem questione sua decisão de parar de dar de mamar, não importa com que idade esteja a criança. As críticas são quase sempre inevitáveis.

Vale lembrar que a orientação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que as mulheres amamentem exclusivamente até os 6 meses, ou seja, que não dêem mais nada ao bebê além do peito nesse período, e que depois mantenham o leite materno na alimentação da criança até os 2 anos ou mais.

Leia abaixo alguns dos motivos que levam as mulheres a achar que é hora de desmamar a criança, e veja algumas dicas para persistir um pouco mais:


Amamentar dói, não aguento mais

As primeiras semanas amamentando podem ser difíceis, principalmente se o bebê não está fazendo a "pega" correta no seio. Também pode ser que demore para você encontrar a posição mais confortável para dar o peito. Peça ajuda na maternidade onde deu à luz, ao seu obstetra ou ao pediatra do seu filho. No comecinho, o bebê parece querer mamar de hora em hora, mas à medida que cresce as mamadas vão se espaçando um pouco e ele também começa a mamar mais rápido, o que deve dar mais sossego aos seus seios. Muitas mulheres enfrentam muitos problemas nas primeiras semanas da amamentação, como a dor nas mamas, mas as que insistem não se arrependem.


Amamentar me deixa muito presa. Quero minha liberdade de volta!

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É uma dura verdade, mas não tem jeito, sua vida nunca mais será igual à que você tinha quando não era mãe, com amamentação ou sem amamentação. É claro que dar o peito é um compromisso constante, e você tem toda razão de se sentir presa. A sensação é mais difícil para mulheres que antes tinham alto grau de independência. Tente enxergar a amamentação como uma rara oportunidade de diminuir o ritmo do dia-a-dia e desfrutar de uma intimidade gostosa com seu bebê. Você não vai amamentar para sempre, e no final pode descobrir que a experiência é bem mais gratificante que o que você imaginava.


Amamentando, sobra pouco tempo para meu companheiro

É normal que seu parceiro se sinta meio abandonado enquanto você amamenta, já que é um processo do qual ele não pode participar, e que sinta falta da "exclusividade" sobre seus seios. Tente lembrar a ele que essa fase não vai durar para sempre, e estimule-o a participar bastante dos cuidados com o bebê (dando banho, pondo para arrotar, trocando etc.). Ao mesmo tempo, procure separar um tempinho especial só para ficar com ele. Precisando de idéias? Leia sobre como os pais encaram a amamentação.

Outro ponto que pode ajudar é mostrar a seu parceiro que o sacrifício vale a pena, devido aos enormes benefícios da amamentação. Antes que vocês se dêem conta, a época em que o bebê mamava no peito já terá ficado para trás, mas você jamais terá outra chance de proporcionar ao bebê tantas vitaminas, nutrientes e agentes protetores. Se seu companheiro quer que você passe a dar fórmula infantil na mamadeira, lembre a ele que esses produtos são caros e envolvem maior preparação (lavar e esterilizar mamadeiras e bicos).


Trabalho o dia todo, e não tenho onde tirar o leite com bombinha

Com a moda das "baias" nos ambientes de trabalho, é difícil encontrar um espaço privado onde você possa ordenhar seu leite com tranquilidade. Converse com o responsável da área de recursos humanos para ver se há alguma solução. Às vezes há alguma sala que você possa usar. Se houver outras mães amamentando no seu ambiente de trabalho, melhor ainda: vocês vão ter mais força para conseguir alguma coisa. Vale a pena lembrar à empresa que bebês que tomam leite materno correm menos risco de ficar doentes, o que significa menos faltas da mães ao trabalho.

Quando o problema é a falta de tempo no trabalho, não existe solução milagrosa. Para continuar amamentando, você vai ter de dar um jeito. Se não der, uma opção que resta é amamentar só de manhã e à noite. Seu corpo vai levar apenas alguns dias para se adaptar a esse novo ritmo.

Vale lembrar que, por lei, as empresas devem conceder dois intervalos, de meia hora cada, durante o turno de trabalho para a mulher poder amamentar seu filho até os 6 meses de idade. Ou seja, se você for registrada em carteira e tiver voltado da licença-maternidade depois de quatro meses em casa, ainda continuará tendo direito às pausas para amamentar ou tirar o leite com a bombinha.


Não conheço mais ninguém que amamente filhos da idade do meu

Pode ser que você se sinta meio contra a corrente por ser a única a amamentar até mais tarde, mas todos os dados científicos estão ao seu lado. Suas amigas de verdade dificilmente vão criticá-la por continuar amamentando. Para quem criticar, aponte, delicadamente, todos os benefícios à saúde trazidos pelo leite materno, e se necessário mencione a orientação do Ministério da Saúde, escrita em todas as embalagens de fórmula em pó: "O aleitamento materno evita infecções e alergias e deve ser mantido até a criança completar 2 anos de idade ou mais".


Minha mãe acha que vou deixar meu filho muito mimado se continuar amamentando

A geração passada encarava a amamentação de forma bem diferente que a nossa. Muita coisa mudou. Os estudos já comprovaram que o aleitamento melhora o sistema imunológico da criança e não faz com que ela fique mais apegada, mimada ou dependente. Pelo contrário, ela se torna mais independente e autoconfiante. Pode ser difícil continuar amamentando quando todo mundo acha que você deve parar. Tente se manter fiel às suas convicções."

Fonte: Baby center
Link:http://brasil.babycenter.com/baby/amamentacao/pressao-desmame/

quarta-feira, 1 de julho de 2009

11 Meses


"Como seu bebê está crescendo

Peça um beijo -- pode ser que você ganhe um. Nesta idade, os bebês já conseguem seguir instruções simples, como entregar um brinquedo ou fazer "tchau".

Talvez seu filho já esteja falando "mama" e "papa", ou quem sabe fale um idioma que só ele conhece. Continue conversando com seu filho, contando a ele o nome dos objetos e das pessoas. Quanto mais fizer isso, mais rápido o vocabulário dele vai crescer. Experimente fazer perguntas: "Onde está a barriga do nenê?". Ele pode responder com gestos.

Com 11 meses, há bebês que começam a dar seus primeiros passos. É uma sensação emocionante ver aquela criança tão pequena se equilibrando sozinha, com um ar todo confiante. Prepare-se para as fotos! Outra boa oportunidade de tirar fotografias é durante as refeições. É capaz que seu filho já consiga levar a colher à boca, mas grande parte da comida vai parar mesmo é no chão.

Nesta fase, as crianças deixam de trabalhar tanto a coordenação motora fina e passam a exercitar grupos musculares maiores. Seu filho vai achar divertidíssimo empurrar coisas, atirar objetos, subir rampas e degraus... Outro novo exercício que ele fará é entregar brinquedos a outras pessoas e pegá-los de volta (encoraje-o a dizer "Dá" e "Tó", talvez ele repita).

Prefira brinquedos de empurrar aos andadores. O andador pode ser perigoso, porque pode virar e causar machucados feios no bebê. Muitos pediatras também consideram que ele é prejudicial ao desenvolvimento ortopédico da criança.

Pesquisas mostram que quanto maior a exposição da criança a um grande vocabulário, melhor se desenvolvem as habilidades linguísticas dela, e até a inteligência. Se você ou seu parceiro ainda não lêem para o bebê, é uma boa hora de começar."

Fonte:Baby center
Link:http://brasil.babycenter.com/stages/2100/

Cuidados redobrados durante a gravidez


"Andreia Pereira

Ao longo dos nove meses de gestação, não raro, as grávidas duplicam os seus cuidados. Até porque os comportamentos adoptados fora do ventre materno repercutem-se no desenvolvimento do seu bebé. Conheça os conselhos que a ajudarão a proteger-se a si e ao pequeno rebento que carrega na sua barriga.

Se está grávida ou pensa engravidar, saiba que a regra de ouro de uma gestação passa por uma boa alimentação. Contrariamente ao que dizeres populares, não se deve comer por dois, sob pena de se engordar mais do que aquilo que é absolutamente necessário para o desenvolvimento do feto. Segundo o Dr. Fernando Cirurgião, director de Serviço de Obstetrícia do Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, "deve-se evitar, ao máximo, ceder às ‘tentações' dos doces e dos hidratos de carbono", uma vez que estes alimentos dificultam a digestão e contribuem para um aumento exagerado de peso.

Para este especialista, os bebés espelham o estilo de vida que se adoptou durante a gestação. "A ingestão de açúcar em exagero durante a gravidez pode contribuir para que os bebés nasçam com peso a mais. E, mais tarde, serão crianças tendencialmente obesas, com predisposição para desenvolverem hipertensão ou diabetes."

Embora não haja um peso-padrão para a gravidez, o obstetra indica que, em média, uma gestante deve aumentar cerca de 10 a 11 quilos, porque é este o peso que a mulher perde aquando do parto. De acordo com estes cálculos, "é permitido que uma mulher engorde mais ou menos um quilo por cada mês de gestação". Aceita-se, porém, que nos últimos meses a mulher possa aumentar dois quilos por cada 30 dias.

Se, por um lado, há que dosear as quantidades de alguns alimentos, o obstetra indica que se pode e deve reforçar a ingestão de cálcio durante o período de gestação. "O ideal é beber dois a três copos de leite por dia, dado que se trata de um alimento rico em cálcio." Nas refeições intercalares - a este propósito Fernando Cirurgião lembra que, de duas em duas horas, se devem efectuar pequenos lanches -, os iogurtes são uma alternativa ao consumo de leite. Já o queijo fresco deixa algumas reticências no seu consumo. "O ideal é que este alimento seja pasteurizado", para evitar um eventual risco brucelose.


Toxoplasmose: ameaça oculta

O parasita da toxoplasmose, quando atinge uma mulher em período de gestação, pode provocar algumas sequelas no feto, nomeadamente "a nível cerebral, ocular ou até em outros órgão dos sentidos". Sabe-se que este microrganismo encontra no gato o seu hospedeiro. Este animal, ao expelir as fazes para o solo, inicia um ciclo de contaminação que se estende às plantas e, destas, para os animais. O ser humano, quando consome produtos animais ou vegetais, está, então, a entrar neste circuito.


"As grávidas devem evitar o contacto directo com a terra ou com a carne crua, uma vez que esta poderá ser uma via de contaminação." O especialista sugere, ainda, que se tenha algum cuidado com a confecção de alguns alimentos - concretamente os legumes e a carne crus - cozinhando-os a altas temperaturas, para "anular" o toxoplasma. Para além da preocupação com estes alimentos, as grávidas devem evitar consumir produtos de fumeiro: por não serem cozinhados a altas temperaturas, julga-se que podem ser uma via de contágio.


Para se apurar a existência de uma toxoplasmose no organismo, os clínicos recorrem a "análises de sangue (são efectuadas várias vezes durante a gestação), porque deste modo "consegue-se saber qual o estado imunológico da grávida". Contudo, "idealmente, seria aconselhável realizar este exame antes da concepção, para comparar com os resultados durante a gestação". Esta é uma tentativa de perceber se já houve um contacto com o toxoplasma antes de a mulher engravidar.

"Suspeitando-se de toxoplasmose, a amniocentese [método de diagnóstico pré-natal] ajuda a determinar se houve transmissão materno-fetal. E, em caso positivo, se o feto está ou não infectado, já que o facto de a mãe ser portadora do parasita não significa que o bebé possa ser afectado." O especialista explica que, numa fase embrionária, o risco de infecção "é muito grande", contrariamente ao que se passa no final da gravidez, em que o feto está mais protegido pelo seu sistema imunitário.


Ligações perigosa

São universalmente conhecidos os malefícios do tabaco. Mas uma mulher que pense engravidar deve saber de antemão que o consumo continuado da nicotina pode deixar estragos. "O tabaco interfere com a irrigação das artérias, pelo que, se as artérias que ‘alimentam' o útero já tiverem algum reflexo das alterações provocadas pelo tabaco, provavelmente, o desenvolvimento da placenta não será o adequado."


Devido ao "envelhecimento precoce da placenta", há um risco de se registar um atraso de crescimento in útero e de o bebé nascer com baixo peso à nascença. Paralelamente, sabe-se que há uma "grande hipótese" de prematuridade.


"Quando não é possível suspender o tabagismo, aceita-se um consumo até cinco cigarros por dia. Até este número considera-se que não haverá uma influência directa no desenvolvimento do feto." Em todo o caso, é necessário "incentivar as mulheres a abandonarem ou reduzirem o tabaco", de modo a minorarem alguns efeitos colaterais do cigarro, nomeadamente o desenvolvimento de diabetes gestacional.


Nem sempre a diabetes está relacionada com uma má alimentação ou com determinados estilos de vida. "A história familiar pode contribuir para que a diabetes apareça durante a gravidez." Mas não só: "uma gravidez mais tardia é um factor de risco no desenvolvimento de uma diabetes gestacional", considera Fernando Cirurgião. Com a alteração de "todo o ambiente hormonal" há, ainda, a possibilidade de se propiciar o aparecimento da diabetes, que, após o parto, desaparece espontaneamente.


Actividade física: sim ou não?


Embora as grávidas não possam realizar grandes piruetas, a actividade física não lhes é interdita. "Uma caminhada diária, durante 30 minutos, produz enormes benefícios: tonificação muscular, alívio das dores lombares e prevenção do aumento de peso exagerado", acrescenta Fernando Cirurgião. A natação pode, ainda, ser uma óptima ajuda na "flexibilidade e relaxamento".


Por uma boa higiene oral


Durante a gravidez, "há uma maior fragilidade de todo o suporte dos dentes e as gengivas são mais sensíveis, razão pela qual se justificam as hemorragias com o escovar dos dentes", diz Fernando Cirurgião. Assim, deve-se apostar na utilização de elixires e reforçar o aporte de cálcio. Mas não é por estar grávida que a mulher fica impossibilitada de consultar um dentista ou estomatologista. Bem pelo contrário: "pode e deve, a fim de fazer a revisão ou prevenção de eventuais problemas dentários".


Fonte:Médicos de Portugal
Link:http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2768/

terça-feira, 30 de junho de 2009

1901 grávidas na Barrigas de Amor


"A terceira edição da Barrigas de Amor, realizada durante o dia de ontem no Parque dos Poetas, em Oeiras, registou a participação de 1901 grávidas e cerca de nove mil visitantes, um número que, apesar de superar os visitantes da primeira edição, ficou aquém das expectativas para este ano.

"Nesta edição esperávamos mais pessoas. Mas choveu muito de manhã. É evidente que o tempo não tem ajudado", referiu Carlos Noivo, membro da organização daquela que é considerada a maior concentração de grávidas do País.

A ‘Barrigas de Amor’ deste ano ofereceu aos visitantes vários espaços dedicados à saúde, à puericultura, assim como ginástica, serviços e palestras inteiramente dedicados às grávidas, pais e bebés.

Tendo em conta que o decréscimo da taxa de natalidade em Portugal é um dado adquirido nos últimos vinte anos, a organização desta iniciativa pretende formalizar o dia 9 de Setembro como o Dia Nacional da Maternidade. "Nesse dia vamos finalizar o processo de petição, que conta com mais de quatro mil assinaturas, entregando-a na Assembleia da República, para que seja instituído o Dia Nacional da Maternidade", anunciou Carlos Noivo.

Para além disso, será desenvolvido o primeiro guia com informação exaustiva sobre a maternidade e a paternidade, com especial destaque para os direitos da grávida. A primeira tiragem será de meio milhão de exemplares e será distribuída em instituições de saúde, delegações da Segurança Social e nos transportes públicos.

Ana Sofia, de 29 anos, espera o seu primeiro filho e viu nesta iniciativa uma oportunidade para se preparar para o momento do nascimento do bebé. "Saímos de uma tenda sobre técnicas de relaxamento durante o trabalho de parto. É pena ser só um dia. É muita informação, queremos estar em todas as tendinhas, mas estou a adorar", disse a futura mãe, que reside em Mem Martins, Sintra.

TESTEMUNHOS

"PENSAVA QUE HAVIA MAIS TENDAS" (Marta Patrícia, 26 anos)

É a primeira vez que venho a esta iniciativa. Pensava que havia mais coisas, mais tendas, mas é engraçado. Um das coisas que não tinha grande conhecimento era a musicoterapia, a importância da música na relação com o bebé antes e depois do seu nascimento.

"VOU SABER MAIS SOBRE O CORDÃO UMBILICAL" (Helena Silva, 40 anos)

Estou a gostar imenso porque tem a ver com o momento que estou a passar. Apesar de ser mãe pela segunda vez, tudo é novidade para mim. Nenhuma gravidez é igual, estamos sempre a aprender. Hoje vou tentar saber mais sobre o cordão umbilical porque tenho um conhecimento vago.

APONTAMENTOS

GRÁVIDAS

Em 2007 participaram 1307 grávidas e mais de quatro mil visitantes. Por sua vez, a 2.ª edição, em 2008, contou com a presença de 1934 grávidas e mais de dez mil pessoas.

ASSOCIAÇÕES

Várias associações estiveram representadas, tais como a Associação Portuguesa de Crianças Desaparecidas, a Ajuda de Berço e a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.

ESPAÇOS

Entre os vários espaços criados para a iniciativa destacou-se o espaço ‘Em Forma’, onde as mães puderam fazer ginástica para a recuperação pós-parto.

Joana Nogueira"

Fonte: Correio da Manhâ
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=D86FDDF4-F07A-420E-A732-D047CBA5EE2D&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Ele não é mais um bebê


"Seu filho não é mais um bebê e começa a desenvolver a personalidade. Ao chegar ao primeiro ano de vida, ele buscará testar limites, terá raivas passageiras e a atividade e a energia poderão duplicar. Por tudo isso, alguns conselhos podem ajudar a enfrentar esta etapa, na qual paciência, firmeza e perseverança são as chaves do sucesso.


A língua inglesa tem uma expressão que diz “the terrible two’s”, ou seja, “os terríveis dois anos” das crianças. Não é uma fórmula matemática, e esses “terríveis dois” nos quais a personalidade desponta com força – e às vezes ultrapassa a dos pais – não chegam pontualmente no dia do segundo aniversário: pode ocorrer aos 12, aos 15 meses, aos 18...


Mas onde acaba a liberdade da criança para desenvolver sua personalidade e começam os limites? Há dezenas de teorias, mas o importante é que, após escolher uma, você tente ser fiel a ela. Mudar a fórmula constantemente contribui para o fracasso, e confunde a criança.


É óbvio que a limitação inicial é ditada pela lógica: o primeiro limite deve ser imposto em situações que comprometam a segurança e a saúde dos pequenos. Quando se fala em disciplina, vem à cabeça a palavra “não”. Mas o abuso desta desvirtuará seu sentido.


A Academia Americana de Pediatria recomenda usar esta expressão, pronunciada com firmeza, quando o que a criança faz representa um risco real para ela. Ou seja, se não for uma situação de risco, às vezes é mais útil desviar a atenção dela.Lembre que a curiosidade nesta idade é inata e fundamental para o desenvolvimento de seu filho. Por isso, não permita que o “não” seja a palavra mais ouvida pelo pequeno no dia-a-dia, e proporcione a ele um ambiente seguro no qual possa explorar, correr e manipular objetos sem riscos. Permita que ele se sinta “independente” em seu mundo.


Seja firme


Escolha frases curtas

Outro conselho-chave é o tamanho das frases com as quais se corrige a criança. Imaginemos que o pequeno tente bater no cachorro da família, ou em um amiguinho. Neste caso, você conseguirá melhores resultados se disser “não bata”, em vez de explicar que “você não deve bater no cachorro (ou no amigo) porque é errado e você vai machucá-lo”. Seu filho terá perdido a atenção na terceira palavra da frase. O tom de voz é importante também. Mas o que determina a efetividade da ordem não é o volume, mas o tom. Os gritos não conseguirão melhores resultados.


Mantenha as regras

Uma vez decididos os limites, é importante que toda a família – avós, irmãos, tios – e quem toma conta do pequeno os conheçam e os apliquem. A perseverança é a base. Certamente, o imediatismo é fundamental nesta etapa. Se seu filho fez algo incorreto, deve saber disso no mesmo instante, e não cinco minutos depois, quando não compreenderá mais porque estão zangados.


Não se entregue à raiva deles

Também é nesta idade que chega um dos maiores “monstros” para os pais: as temidas raivas passageiras. Trata-se de uma evidente demonstração física de insatisfação. Você deve deixar que aconteça. Se a criança chora, bate os pés, se joga no chão, grita, fica roxa de tanto chorar, o recomendável é que você garanta que seu filho possa “extravasar” sua raiva passageira em um lugar seguro, e que deixe acontecer, sem tentar achar a razão naquele momento. Quando acabar, será a hora de falar.


Castigar não é bom

Os especialistas Denise Fields e Ari Brown recomendam que os pais separem a criança de suas ações. Na prática, trata-se de não dizer para a criança que ela é má, mas que o que ela está fazendo é ruim. Não é demais lembrar que o castigo físico, especialmente nesta idade, não deve ser usado para corrigir uma criança. Entre outras consequências, castigar fisicamente uma criança só estimulará que ela tenha reações agressivas quando se aborrecer, além de prejudicar sua sensação de segurança."

Fonte:ClicRBS

terça-feira, 23 de junho de 2009

Roupa high-tech para bebês muda de cor quando ele tem febre


«Já é passado o tempo em que a mãe tinha que criar vínculos com seu filho, segurá-lo no colo e colocar os lábios na sua testa, para medir sua temperatura.

Nos últimos seis anos Chris Ebejer trabalha na criação da “Babyglow”, roupa que muda de cor quando o bebê começa a ter aumento na temperatura corporal – o que pode ser sinal de várias doenças, como meningite. Agora, o pai de um filho adolescente assinou um contrato de mais de 12 milhões de libras (R$ 39 milhões) com uma empresa para fazer com que a produção da “Babyglow” se torne global.

De acordo com Ebejer, a roupa que muda de cor para avisar o aumento da temperatura da criança para os pais “comunica o que um bebê não consegue”. “Mães vão considerar o produto inestimável”, afirma. Nos seis anos produzindo a roupa, ele gastou 700 mil libras trabalhando com cientistas para desenvolver um pigmento sensível ao aquecimento. Quando a temperatura do bebê fica maior que 37 graus, a roupa – que vem nas cores azul, rosa e verde – fica branca. As roupas começarão a ser vendidas na Inglaterra a 20 libras, e não têm previsão de chegada no Brasil.»

Fonte:Hypescience
Link:http://hypescience.com/babyglow/

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Saiba o sexo do bebé em casa e logo às 10 semanas


«Descobrir qual o sexo do seu bebé sem sair de casa e logo às 10 semanas de gestação vai passar a ser possível graças ao teste de urina lançado pela empresa norte-americana IntelliGender, diz a CNN.

A prova é semelhante à já utilizada para saber se está grávida ou não: é um exame de urina que, em dez minutos, mistura as hormonas maternas com uma série de substâncias químicas, determinando se está à espera de um menino ou de uma menina.

A empresa garante que o teste tem 80 por cento de fiabilidade e que não necessita de receita médica.

«Os pais têm assim a oportunidade de satisfazer a sua grande curiosidade sobre o sexo do seu bebé sem esperar até às 20 semanas de gestação», disse Rebecca Griffin, vice-presidente da IntelliGerder, acrescentando que este teste não substitui a confirmação médica oficial.

Nos EUA, esta nova prova tem gerado muita discussão, já que muitos garantem que poderá haver pais que decidam abortar às dez semanas, se virem defraudadas as suas expectativas quanto ao sexo do bebé.»

Fonte:IOL
Link:http://diario.iol.pt/sociedade/bebe-gravidez-sexo-gestacao-teste-tvi24/1069396-4071.html

terça-feira, 16 de junho de 2009

Estudo detalha o significado de cada expressão dos bebês


«Um trabalho feito por pesquisadores espanhóis ajuda os pais a interpretarem as expressões e tipos de choros dos bebês; susto, medo e raiva são alguns deles

Felipe ainda nem completou um mês de vida e por isso mal teve tempo de colocar o conhecimento da mãe, Daiane Bordin, à prova acerca dos seus gestos e expressões. Daiane, que é mãe de primeira viagem, assume que ainda não sabe traduzir tudo o que o pequeno Felipe tenta transmitir por meio das expressões faciais. “Quando ele está com dor é fácil identificar porque ele chora bastante”, diz Daiane.

Para tornar mais fácil a vida das novas mães, uma equipe de pesquisadores da Espanha desenvolveu um guia das expressões faciais do bebê, com base em um estudo científico sobre a comunicação gestual e fonética dos bebês. Os estudiosos conseguiram interpretar gestos básicos que indicam as emoções das crianças de até 1 ano e 6 meses de vida .

Os professores Francisco Martínez Sánchez, da Universidade de Murcia (UM), e Mariano Chóliz Montañes, da Universidade de Valência (UV), observaram 45 crianças, com idade entre três e 18 meses.

Os pesquisadores registraram as reações de bebês levados a postos de saúde para serem vacinados. Em alguns casos, os professores assustavam ou provocavam risos nas crianças para captar suas expressões.


Câmeras

O projeto começou em 2007. Foram instaladas câmeras em creches e postos de saúde de Madri. A partir das imagens, foi possível apontar um padrão de expressão facial nas seguintes emoções: dor, alegria, raiva, medo, tristeza, surpresa e nojo.

Os pesquisadores conseguiram distinguir, ainda, o tipo de choro para três emoções: medo, raiva e dor. A justificativa dos pesquisadores é que o trabalho poderá possibilitar que médicos, pais e professores saibam o motivo do choro das crianças. “É possível detectar doenças e alterações psicológicas e físicas no bebê”, afirmam os responsáveis pela pesquisa.

Mães em dúvida

O pediatra Kemel Jorge Chammas, que atua há 40 anos em Maringá, considera válida a pesquisa. Segundo ele, não são raras as vezes em mães aparecem no consultório motivadas por mudanças nas expressões dos bebês.

“Às vezes, a mãe chega no consultório e fala: ‘Meu filho está com uma expressão diferente’”, diz o pediatra. “Por isso também acho importante que a mãe procure levar a criança sempre em um mesmo pediatra, porque ele também vai perceber se as expressões do bebê estão diferente do normal”, recomenda Chammas.»

Fonte:O Diário
Link:http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/219233

terça-feira, 9 de junho de 2009

Falta de segurança no transporte rodoviário das crianças


«Um quinto das crianças portuguesas viaja sem sistema de retenção para crianças (SRC), algumas das quais na bagageira e ao colo, revela um estudo da Ordem dos Enfermeiros realizado em 2008. Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados considerou que estes resultados são "preocupantes" mas não "surpreendentes".

O estudo teve por base uma acção desenvolvida pela Comissão de Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica (CEESIP) da Ordem dos Enfermeiros com o objectivo de avaliar a segurança do transporte rodoviário de crianças, tendo contado para o efeito com dez Operações Stop, que envolveu um total de 729 participantes.

O estudo revelou que 79,8 % das crianças viajavam com SRC. Das que não usavam sistema de retenção, a maioria viajava "à solta" no automóvel (74,6 %), "ao colo" (8,4 %) ou noutras situações de insegurança, como é o caso da bagageira, o que permite prever "o risco acrescido, perante uma travagem ou colisão".

A investigação verificou que 71 % das crianças utilizavam o SRC de "uma forma adequada".

Entre os erros encontrados na utilização do sistema de retenção, a Ordem dos Enfermeiros destaca o "viajar à frente sem cinto" (20,9 %), "arnês mal colocado" (20,4 %), utilização de um "SRC não adequado à idade" (19,1 %), utilização "incorrecta do cinto de segurança" (14,9 %), "indevidamente virado para a frente" (5,9 %), "cadeira mal colocada" (4,7%) e "sem apoio de cabeça" (4,1 %).


O estudo também revelou que, por regiões, é em Vila Real que a utilização do SRC é mais adequada (93,8 %), seguida da cidade da Horta (92,3 %), Coimbra (87 %), Lisboa (76,9 %), Angra do Heroísmo (66,2 %), Funchal e Ponta Delgada (63 %) e Porto e Faro (61,5 %).

De acordo com Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Auto-Mobilizados, esta situação poderia ser melhorada se o "Estado português fizesse a educação necessária para que as pessoas compreendessem o risco efectivo que há em deixar uma criança à solta no banco de trás" do automóvel. No entanto, o Manuel João Ramos considera que há hoje uma maior consciencialização dos portugueses para o problema.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.»

Fonte:Saúde na internet
Link:http://www.mni.pt/?key=680B3D50093A6A202E42140A321A2A5C0B683E0A7607517B675E7B

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Qual o significado do choro do bebé?


«O choro de um bebé sempre foi uma preocupação e uma incógnita. Os pais não conseguem perceber as razões para o desconforto do recém-nascido e tentam entender se o choro é sinal de dor, fome ou sono.

A partir de agora a tarefa está facilitada. Existem cursos de formação que ensinam os pais a entenderem o significado do choro do bebé nos primeiros três meses de vida.

Cinco sons confundem os pais
Fome, sono, necessidade de arrotar, desconforto e dor são as cinco razões porque os bebés choram. A um ouvido destreinado estes sons parecem todos iguais...parecem mas não são.

Após dez anos de pesquisa o estudo de uma meso soprano australiana. Priscilla Dunstan mãe de um verdadeiro bebé chorão defende que o choro em conjunto com os reflexos corporais correspondem a determinadas necessidades.

Crianças mais calmas e felizes traduzem-se em pais mais confiantes porque sabem afinal que quando os seus bebes choram, estão simplesmente a comunicar uma necessidade.

Este sistema funciona desde o nascimento do bebé até por volta dos três meses e torna-se mais fácil compreender que o seu bebé lhe está a querer dizer porque chora e do que se queixa.
Depois de compreendido o choro podem evitar-se muitas noites mal dormidas e muitos momentos de stress, angústia e desespero.»

Fonte:IOL
Link:http://diario.iol.pt/sociedade/choro-bebe-curso-pais-tvi24/1067656-4071.html