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A história da mulher no mercado de trabalho, no Brasil, está sendo escrita com base, fundamentalmente, em dois quesitos: a queda da taxa de fecundidade e o aumento no nível de instrução da população feminina. Estes fatores vêm acompanhando, passo a passo, a crescente inserção da mulher no mercado e a elevação de sua renda. Em 1990, a parcela feminina chegava a 34,4%. Em 2006, as mulheres ocupavam quase 42% dos postos de trabalho. A mão-de-obra feminina está permeada em todos os setores. São raros, atualmente, os segmentos exclusivamente masculinos. Elas estão cada vez mais conquistando posições... No entanto, ainda falta muito para alcançarem uma posição de igualdade em relação aos homens.
Para consolidar sua posição no mercado, a mulher tem adiado, cada vez mais, projetos pessoais, como a maternidade. A redução no número de filhos é um dos fatores que tem contribuído para facilitar a presença da mão-de-obra feminina. A redução da fecundidade ocorreu com mais intensidade nas décadas de 70 e 80. Os anos 90 já começaram com uma taxa baixa de fecundidade: 2,6% que cai para 2,3% no fim da década. Com menos filhos, as mulheres puderam conciliar melhor o papel de mãe e trabalhadora.
As reações sobre a gravidez de uma funcionária nem sempre foram tratadas com amistosidade no mundo corporativo. Até algumas décadas atrás, em muitas companhias existiam restrições para a admissão de mulheres em geral, e a faixa etária mais atingida era entre 20 e 30 anos. A gravidez representava altos custos na folha de pagamento da empresa. Hoje, observamos uma mudança na postura das organizações e isso se deve à evolução e à maturidade da mulher no campo profissional e ao próprio aumento da competitividade nas colocações de trabalho.
Trabalho x gravidez
No afã de se tornar uma pessoa realizada e bem-sucedida, não é de hoje que a mulher vem se dedicando de corpo e alma à vida profissional. Considerada competente, pró-ativa e orientada para resultados, sente que conquistou seu espaço no mercado de trabalho e, portanto, pode respirar aliviada.
Com a carreira nos trilhos, a mulher passa a achar que chegou a hora de realizar o antigo sonho da maternidade. Quem já passou por isso, no entanto, sabe que tomar a decisão de engravidar nem sempre é fácil. Equilibrar-se nos papéis de mãe e profissional é um dos principais desafios da mulher.
Foi-se o tempo em que ser mãe era motivo para uma mulher desistir de uma carreira bem-sucedida. Hoje, as profissionais estão se dando conta de que a maternidade potencializa as competências e ajuda na gestão da carreira e dos negócios. Mas para que esta experiência possa ser bem sucedida, é preciso que a mulher abra espaço para a maternidade na sua vida.
A seguir relaciono algumas atitudes que podem auxiliar a mulher que deseja ser mãe:
1) Planeje a gravidez levando-se em consideração o local em que se trabalha, é possível planejar a gravidez e comunicar a decisão à empresa com antecedência. Esta é uma das maneiras eficientes de evitar eventuais conflitos. É possível tirar a licença-maternidade num momento mais sossegado da vida profissional. Além disto, com exceção de indicação médica contrária, as mulheres grávidas podem trabalhar, normalmente, até o nono mês;
2) Prepare o seu sucessor além de planejar o melhor momento para engravidar, uma boa medida é preparar pessoas capazes para assumir suas tarefas, durante a licença-maternidade. A empresa precisa continuar a andar, para que a ausência da profissional não provoque ressentimento nos colegas.
Após a gravidez, nada de culpa
De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas ) e realizada pela GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que rastreia o empreendedorismo em 31 países do mundo, aconteceu um grande salto feminino nesse segmento. O percentual de pequenos negócios abertos por elas saltou de 29%, em 2000, para 46%, em 2003. Enquanto os homens investem em um novo empreendimento mais por oportunidade, grande parte das mulheres arregaçam as mangas por necessidade. A maioria das brasileiras é mãe (51%), segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Mídia, chamada Mães Contemporâneas, na qual foram analisadas mulheres das oito principais regiões metropolitanas do País. Do total de mães, 68% acham difícil conciliar trabalho, maternidade e casamento. Para as que trabalham (67%), a profissão significa realização pessoal (90%) e independência (81%). Porém, mais da metade das entrevistadas gostaria de dedicar mais tempo aos filhos.
As mulheres, em geral, sentem imensa culpa e ficam inseguras em deixar o bebê para voltar à rotina do trabalho. Se a mãe se sente muito dividida em retomar a atividade profissional, uma alternativa é investigar as causas da culpa, por meio de psicoterapia ou de alguma outra atividade que a coloque em contato consigo mesma.
Para auxiliar as mulheres nesta etapa da vida, faço algumas recomendações:
1)Potencialize o seu tempo de trabalho eliminar a culpa da mãe que trabalha fora não é tarefa das mais fáceis. Mas é possível controlar a angústia desse conflito. Em primeiro lugar, a mulher precisa do apoio da família, principalmente do marido. Também não deve sofrer por exercer a maternidade. A mulher tem direitos garantidos por lei, como licença-maternidade e amamentação durante o expediente. E por fim, para exercer a profissão, é necessário organizar a rotina da criança, confiando sua guarda a terceiros;
2)Se for necessário, diminua a sua jornada de trabalho, mas não pare de trabalhar em função do bebê - trabalhar meio período funciona como um processo de adaptação para mãe e filho. Daqui a dez anos esses bebês vão reivindicar independência e desenvolver os próprios interesses.Vão se orgulhar da mãe e de suas realizações. É importante a mulher agir, consciente dessa evolução, sempre considerando os dois lados da relação mãe e filho para fazer a melhor escolha para ambos.(Por Doutor Aléssio Calil Mathias, ginecologista e obstetra, diretor da Clínica Genesis) »
Fonte:MidiaMax
Link:http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=515970
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Maternidade e trabalho: uma relação que pode ser harmoniosa
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Paulo Pires
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6/17/2009 02:00:00 p.m.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
Depressão: a doença que afeta o vínculo entre a mãe e filho

«A maternidade altera não só a parte física e mental da mulher, mas também mexe com o emocional.
Um acontecimento único e especial na vida de muitas mulheres é a maternidade. Ter um filho, além de ser recompensador e algo surpreendente da natureza, é sinônimo de modificação da estrutura de vida. A maternidade altera não só a parte física e mental da mulher, mas também mexe com o emocional. Por isso, nessa fase da vida o acompanhamento médico e o apoio familiar são essenciais para evitar, durante e após a gestação, uma série de complicações, como a depressão.
"As emoções e o corpo sofrem uma tempestade. E é natural que as duas situações influenciem o estado de espírito”, afirma a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho. Para a médica e psicanalista, a prevenção é sempre o melhor remédio. “Um pré-natal bem feito, por exemplo, pode prevenir de certa forma a depressão pós-parto. Por meio dele, a mãe tem um acompanhamento médico adequado, e pode trabalhar sua mudança hormonal, a insegurança, o medo de cuidar de uma criança e a aceitação de ser mãe”, aconselha Soraya.
Fonte: Ampla Comunicação»
Fonte:O debate
Link:http://www.odebate.com.br/content/view/11408/40/
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Paulo Pires
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4/22/2009 09:00:00 a.m.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
Grávida de múltiplos tem 43% mais risco de depressão pós-parto
Grávidas de múltiplos têm 43% mais risco de sofrer de depressão pós-parto, diz um estudo publicado na edição de abril da ‘Pediatrics’, revista da Academia Americana de Pediatria. Foram avaliados dados de 8.069 americanas, excluindo variáveis como características socioeconômicas e demográficas, que podem influenciar na incidência do transtorno.
Ainda não se conhecem os mecanismos neurológicos e hormonais que levariam a esse maior risco, mas o estresse causado pela responsabilidade de cuidar de vários bebês ao mesmo tempo foi apontado como a causa primária pelos pesquisadores. Sabe-se que o estresse é um dos principais gatilhos para a depressão feminina.
“Toda gestação de múltiplos é uma gestação mais complexa, pois os bebês podem nascer prematuros e exigir mais cuidados. Isso causa uma ansiedade muito grande”, afirma Joel Rennó Jr., diretor do programa de saúde mental da mulher do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo).
A prematuridade é um fator de risco para depressão, pois o bebê requer cuidados especiais e, dependendo de sua maturidade, tem mais chances de sequelas ou morte, o que torna a mãe mais vulnerável e ansiosa. E, no caso de gravidez múltipla, os riscos de antecipação do parto são maiores.
Apesar de não ser definido seu mecanismo de ação, outro fator já relacionado à depressão pós-parto é a cesariana, que ocorre frequentemente em gestações de mais de um bebê.
A gestação de múltiplos se tornou mais frequente com o aumento da busca por reprodução assistida. Segundo dados do Ministério da Saúde, ocorrem no Brasil em média 55 mil gravidez de múltiplos por ano.
O processo da fertilização in vitro também é associado ao maior risco de depressão. As altas doses de hormônios podem alterar o humor, e as expectativas com o tratamento geram ansiedade. “Nesse caso, antes da concepção o quadro de estresse já é elevado e, mesmo com a boa notícia da gravidez, há todas as preocupações pertinentes, como risco de aborto, e as expectativas”, diz Rennó.
A depressão pós-parto atinge de 15% a 20% das mulheres de países em desenvolvimento, caso do Brasil, e deve ser tratada precocemente. A gestante deve estar atenta às mudanças de comportamento durante a gravidez, que podem ser indicativos de que algo não vai bem.
“Compete a nós, obstetras, fazer um trabalho preventivo, para evitar que aquela tristeza materna (choro, cansaço, melancolia) se transforme em algo mais sério”, afirma o ginecologista e obstetra Cláudio Basbaum, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Além da depressão, um quadro suspeito pode evoluir para ansiedade, síndrome do pânico e transtorno obsessivo-compulsivo.
Embora especialistas relatem que as mulheres geralmente se sentem cansadas, mais sensíveis e melancólicas após o parto, é preciso observar se alguns sinais se repetem com frequência, por mais de duas semanas, e comunicar o ginecologista caso haja dúvidas. “Os pacientes não querem falar em psiquiatra. Há gestações bastante complicadas do ponto de vista psicológico, mas as pessoas não querem passar a ideia de que a gravidez pode ser algo patológico. É preciso estar preparado para uma intervenção precoce”, acrescenta Rennó.»
Fonte:Jornal Pequeno
Link:http://www.jornalpequeno.com.br/2009/4/13/Pagina104656.htm
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4/14/2009 02:00:00 p.m.
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Risco de psicose pós-parto é maior em mulheres com mais de 35 anos

«Segundo um estudo divulgado pelo Instituto Karolinska da Suécia, as mulheres que engravidam pela primeira vez a partir dos 35 anos de idade têm um risco maior de sofrer de psicose pós-parto, uma condição que afecta de um a quatro em cada mil mulheres.
Os investigadores concluíram que o grupo de mulheres com mais de 35 anos tem uma probabilidade 2,4 vezes superior de desenvolver psicose pós-parto nos primeiros 90 dias após o nascimento do bebé, comparativamente a mulheres mais novas.
“O risco de psicose aumenta consideravelmente em relação ao nascimento do primeiro bebé, tanto para mulheres saudáveis como para aquelas com histórico de distúrbio psiquiátrico (anterior à gravidez)”, afirmou Unnur Valdimarsdottir, um dos investigadores.
De acordo com os cientistas suecos, a psicose pós-parto é bastante mais rara do que a depressão pós-parto, mas pode provocar sérias consequências, tanto para a mãe como para o bebé.
Pedro Santos»
Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=6621
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2/19/2009 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Depressão pós-parto: luz ao fundo do túnel

«Gostamos todos de histórias cor-de-rosa, e por isso tendemos a esconder debaixo do tapete aquelas que não correm tão bem como os mitos correntes prometiam. Um desses momentos luminosos é o nascimento de um bebé. A mãe é suposta sentir-se radiosa e feliz, e assim ficar para todo o sempre, ponto final.
Só que para muitas mulheres nada acontece como nos livros, e em lugar de uma alegria esfuziante sentem que se instalou sobre elas uma nuvem preta e amea-çadora.
Estima-se que a depressão pós-parto afecta entre 10% a 15% das recém-mães, atacadas geralmente entre a 4.ª e a 7.ª semanas por um duplo e terrível sofrimento: a apatia e a dor provocadas pelos sintomas da doença em si, a que se soma uma culpabilidade imensa ("O que é que me deu para chorar assim?", "Que mãe sou eu, que não tem vontade sequer de pegar no seu filho?).
Diagnosticada e tratada pode ser apenas um episódio passageiro, mas o mais grave é que a mãe envergonhada tende a esconder o que sente e a não procurar ajuda, tornando difícil a relação precoce com o seu bebé, e correndo o risco de se tornar cronicamente deprimida.
A descoberta feita pela Universidade da Califórnia, e divulgada ontem pela BBC, pode vir a fazer a diferença. Os investigadores encontraram uma correlação entre os níveis de uma hormona segregada durante a gravidez e a depressão pós-parto. Uma experiência com 100 mulheres permitiu-lhes concluir que uma análise ao sangue à 25.ª semana pode prever, em três quartos dos casos, as mães que vão desenvolver esta síndrome.
A tal pCRH é segregada pela placenta e leva ao aumento do cortisol, que ajuda o corpo a lidar com o stress. Quanto maior o stress (consciente ou inconsciente), mais altos são os níveis de cortisol, e maior é a ressaca quando cai a pique após o parto.
Este novo teste, quando estiver absolutamente comprovado, vai permitir que a equipa que acompanha a grávida lhe possa dar a mão antes de a crise se desencadear.
Isabel Stilwell | editorial@destak.pt»
Fonte:Destak
Link:http://www.destak.pt/artigos.php?art=20951
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2/16/2009 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Identificados fatores de risco para depressão na gravidez e pós-parto

«Riscos de depressão materna
Uma pesquisa feita na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP identificou os fatores de risco para a ocorrência de depressão durante a gravidez e o pós-parto.
Na gestação, os fatores de risco são: estar grávida pela primeira ou segunda vez e não desejar a gestação.
Já na depressão pós-parto, os fatores são: não ter religião, ter um companheiro desempregado, ter tido depressão na gestação, não receber suporte do Sistema Único de Saúde (SUS), não receber ajuda para cuidar do recém-nascido e não receber ajuda do companheiro.
Período crítico para a mulher
"A gestação e o pós-parto são os períodos da vida da mulher em que ela mais sofre de depressão", explica Valéria Feitosa, autora da pesquisa e enfermeira especialista em psiquiatria. "A rotina da mulher muda, muitas vezes ela não tem condições financeiras ou apoio da família. E ainda há as dificuldades com os hormônios".
Das 47 mulheres pesquisadas, 43% tiveram depressão durante a gestação e 30% durante o pós-parto. O levantamento foi feito com mulheres de baixa renda de uma maternidade em Uberaba (MG), e, segundo a pesquisadora, os dados refletem a realidade do País. O professor da Jorge Luis Pedrão, da EERP, orientou o estudo.
O estudo
Para chegar a estas conclusões, a pesquisadora comparou as informações dadas pelas mães com os dados médicos. Durante a gestação e pós-parto, as mulheres responderam dois questionários sobre sua situação socioeconômica e de saúde, e sobre a saúde do bebê.
A pesquisadora entrevistou as mulheres para saber se elas recebiam ajuda nas tarefas diárias e tinham apoio emocional e perguntou se eram bem tratadas pelo SUS. Por fim, Valéria pediu para as mulheres preencherem dois questionários que avaliavam se elas tinham ou não depressão, e a intensidade da doença.
Efeito da depressão sobre os filhos
A pesquisa aponta que as gestantes sem depressão apresentaram menos problemas na gestação e seus filhos nasceram com melhores pesos e estaturas. Elas também alimentavam seus filhos de forma mais apropriada à idade.
Segundo a enfermeira, as gestantes com depressão mais leve ficaram mais ansiosas, o que as levou a visitar mais vezes o médico.
Por outro lado, as mulheres com depressão na gestação fizeram mais cesáreas e partos com maior duração. Elas e seus filhos tiveram mais doenças.
Depressão durante a gravidez
Todas as gestantes que não desejaram a gravidez tiveram sintomas de depressão durante a gestação, mas não depois do parto. A depressão durante a gestação também foi mais frequente do que no pós-parto. "Talvez isso aconteceu porque ainda não existe uma lista de perguntas específicas para depressão durante a gestação. Mas já existe uma para a depressão pós-parto."
Depressão e o SUS
O estudo também revelou que não receber apoio do SUS e do companheiro são fatores de risco para depressão. As mulheres depressivas faziam todas as consultas sozinhas. Por outro lado, as mulheres que diziam receber apoio do sistema de saúde adoeciam menos de depressão. A pesquisadora afirma que é fácil identificar paciente em situação de risco, pois os hospitais costumam pedir as informações necessárias. Porém, os profissionais de saúde não as usam para prevenir ou tratar a depressão.
"Para minha surpresa, muitas pacientes me ligavam para chorar. Elas procuravam o sistema de saúde e as pessoas achavam que era bobeira ou mentira", ressalta. Para mudar esse quadro, Valéria sugere que os médicos utilizem as escalas de medir depressão, façam grupos de acolhimento para as pacientes doentes e encaminhem as gestantes para profissionais especializados em saúde mental. "O assunto daria uma outra dissertação. Mas, para começar, essas soluções já estariam de bom tamanho".»
Fonte:Diário da Saúde
Link:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=fatores-de-risco-para-depressao-na-gravidez-e-pos-parto&id=3723
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2/04/2009 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
As temidas estrias

«wiki repórter
barbara.franzin
São Paulo-SP
As estrias não escolhem classe social, idade, cor da pele, muito menos quando vão aparecer. Qualquer um pode ser vítima deste tão desagradável problema, até os homens! Mas afinal, o que são as estrias? Como evitá-las? Quais os tratamentos para eliminá-las?
As estrias nada mais são do que o rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e elastina responsáveis pela sua elasticidade e tonicidade. No início, as lesões são avermelhadas ou róseas evoluindo mais tarde para uma tonalidade esbranquiçada, com pele de aspecto deprimido. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras que a pele sadia. A pele na área afetada tem consistência frouxa.
Na maioria dos casos, elas aparecem durante a puberdade em decorrência do crescimento acelerado nesta fase da vida e também nas coxas, nádegas e no abdômen de cerca de 90% das mulheres durante a gravidez. E se você acha que elas só surgem em nós mulheres, está enganada! Em muitos casos elas são comuns nas mamas e dorso dos homens também, porém são mais freqüentes no sexo feminino, sendo uma das principais queixas de estética entre as mulheres.
Como evitar
O surgimento das estrias depende de uma tendência pessoal. Algumas pessoas as desenvolvem mesmo com pouca distensão da pele e outras não desenvolvem estrias nem na gravidez, quando a distensão da pele é muito grande.
Para que evite este mal tão indesejável por nós mulheres, recomendamos a hidratação intensa da pele com cremes e loções hidratantes, principalmente em pessoas com histórico familiar de estrias. As pessoas que sofrem deste mal não podem deixar de ingerir pelo menos 8 copos grandes de água por dia (2 litros) e evitar engordar demais e rapidamente, eliminando doces e gorduras da dieta e praticando exercícios físicos regularmente.
Para as meninas, na fase da puberdade, estes cuidados são muito importantes, pois é nessa época que costumam surgir as estrias nas nádegas, coxas e mamas. Nos rapazes, a fase do "estirão" pode causar estrias horizontais no dorso do tronco.
Tratamentos para combater as estrias
As estrias são lesões irreversíveis e, portanto, não existe um tratamento que faça a pele voltar ao que era antes. Os tratamentos visam melhorar o aspecto das lesões, estimulando a formação de tecido colágeno subjacente e tornando-as mais semelhantes à pele ao redor. Para isso várias técnicas podem ser empregadas, entre elas:
- Tratamento com ácidos: alguns tipos de ácidos, especialmente o ácido retinóico, estimulam a formação de tecido colágeno, melhorando o aspecto das estrias. Pode haver descamação e vermelhidão e a concentração ideal para cada caso deve ser definida pelo dermatologista, de acordo com o tipo de pele. Deve ser evitada a exposição solar.
- Peelings: os peelings têm a mesma ação dos ácidos, no entanto, de uma forma mais acelerada e intensa, geralmente levando a um melhor resultado. Também deve ser evitada a exposição solar.
- Subcisão: esta técnica consiste na introdução de uma agulha grossa, com ponta cortante, ao longo e por baixo da estria, com movimentos de ida e volta. O trauma causado leva à formação de tecido colágeno no local, que preenche a área onde o tecido estava degenerado. Provoca equimose (mancha roxa), que faz parte do tratamento, pois a reorganização do sangue também dá origem à formação de colágeno.
- Dermoabrasão: o lixamento das estrias provoca reação semelhante à dos peelings, com formação de colágeno, mas com a vantagem de regularizar a superfície da pele, que ganha mais uniformidade, ficando mais semelhante à pele ao redor.
- Intradermoterapia: consiste na injeção ao longo e sob as estrias de substâncias que provocam uma reação do organismo estimulando também a formação de colágeno nas áreas onde as fibras se degeneraram. Além disso, a própria passagem da agulha provoca uma discreta subcisão.
- Laser: a aplicação do laser provoca o fechamento dos pequenos vasos nas estrias avermelhadas e promove a formação de novo colágeno, com diminuição do tamanho das estrias recentes ou antigas.
Estes são procedimentos médicos e apenas os médicos devem realizá-los, indicando o que for melhor de acordo com cada caso. Os melhores resultados costumam aparecer com a associação de mais de um método.
Drª Gisele Cario - Spazio di Medicina Estética»
Fonte:Brasilwiki
Link:http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=8328
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1/13/2009 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Depressão pós-parto e tireoidite

«Há muitos anos que se conhece os sintomas causadores de perturbações psicológicas e psiquiátricas em mulheres logo após o parto. Estas alterações no aspecto emocional vão desde uma insegurança na capacidade de arcar com os deveres da maternidade, medo de enfrentar cuidados com o recém-nascido até a depressão severa -- com rejeição pelo bebê. Em recente estudo publicado pela Universidade de São Paulo verificou-se que, em hospitais públicos, a depressão pós-parto atingia cerca de 35% das mulheres, enquanto em hospitais particulares apenas 7% das mulheres tinha este tipo de alteração psicológica.
A média internacional de depressão pós-parto é de 10 a 15% das mulheres na fase puerperal (no período de semanas após o parto). O fato de encontrar-se tão alto índice em hospitais públicos parece estar ligado a vários fatores - uma gravidez não programada e às vezes não desejada, a ausência do pai da criança, falta de apoio da família, inexistência de estrutura doméstica adequada, e o medo de arcar sozinha com todos os pequenos e grandes problemas da maternidade. Juntando todos estes fatores a mãe se vê desamparada, física e psicologicamente.
A criança também sofre a depressão materna
A rejeição da criança pela mãe é um fato importante e freqüente. Muitas mães com depressão pós-parto amamentam a criança chorando continuamente. A criança sente este sentimento materno, torna-se insegura, menos querida, talvez rejeitada e o conjunto destes sintomas podem trazer conseqüências para o desenvolvimento neuro-psicomotor do bebê. Tais alterações podem refletir na fase futura da criança, com problemas afetivos identificáveis, e muitas vezes, necessitando de intervenção médica.
Os sintomas maternos são de amplitude e grau diversos. Predomina a tristeza, a falta de vontade para cuidar do bebê, muitas vezes ocorre insônia, o choro é freqüente e há sensação de abandono. É importante saber que neste momento a intervenção médica se impõe através de uso de medicamentos.
A tireoidite é comum na depressão pós-parto
Muitas mulheres apresentam disfunções da tireóide logo após o parto. Estas doenças da tireóide são do tipo auto-imunitário, isto é, o sistema imunitário da mulher deixa de reconhecer a glândula tireóide como parte do seu corpo. O corpo a entende como "um tecido transplantado". Nestas circunstâncias, fisiologicamente erradas, o sistema imunitário lança anticorpos contra a tireóide, provocando uma inflamação - tireoidite pós-parto.
O fato de ser na fase logo após ou algumas semanas após o nascimento da criança tem uma explicação. Sabemos que, durante a gravidez, o sistema imunitário materno "baixa" a sua agressividade ao mínimo. Esta diminuição ocorre para que não haja a possibilidade da mãe produzir anticorpos contra a criança. Logo após o parto, o sistema imunitário "acorda" e passa a ser mais agressivo. A tireóide é, freqüentemente, "atacada" por nesta fase (e mesmo até 6 - 10 semanas após o parto).
A tireoidite pós-parto se associa com depressão
A tireoidite pós-parto atinge de 7 a 14% das parturientes, principalmente as que têm história familiar de moléstia de tireoidite na família, já tiveram anticorpos anti- tireóide na fase pré-gravídica, apresentam alterações do volume de tireóide ou que têm genética para doenças tireóideas. Inicia-se, geralmente, por aumento do volume da tireóide (na região cervical anterior) com ou sem sensação dolorosa, pode ter um período de excesso de hormônios tireóideos na circulação, mas mais freqüentemente evolui pela "falta" de hormônios na circulação.
Tal fenômeno é chamado de hipotireoidismo. Os clínicos que detectaram este tipo de doença pós-parto notaram que o hipotireoidismo naturalmente já predispõe a mãe a ser mais quieta, menos comunicante, com menor atividade física, sonolenta, com baixo metabolismo, queda de cabelos, pele seca e áspera, unhas quebradiças. Notaram, também, que a falta de função de tireóide, pela tireoidite pós-parto, pode levar à depressão. Existe conexão entre a falta de função da tireóide e o baixo metabolismo da área cortical. Tal fato, talvez, explique, porque a puérpera com hipotireoidismo possa ser mais facilmente acometida por depressão pós-parto.
Justifica-se, portanto, que o clínico ou psiquiatra que examina a paciente depressiva pós-parto, devem estar atentos não só sob o ponto de vista de medicação antidepressiva, mas também para eventual confirmação do diagnóstico de hipotireoidismo, introduzindo a L-tiroxina para a correção do estado de baixo metabolismo e falta generalizada do importante hormônio da tireóide. A maioria das pacientes apresenta cura da tireoidite pós-parto, mas cerca de 40-50% pode evoluir para tireoidite crônica.»
Fonte:Veja Abril
Link:http://veja.abril.com.br/blog/nutricao-homo-obesus/133505_comentario.shtml
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Paulo Pires
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12/09/2008 09:00:00 a.m.
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Depressão atinge até 35% das mães

«Pesquisa do Instituto de Psicologia da USP encontrou incidência do transtorno três vezes mais alta em São Paulo
Simone Iwasso
Um outro lado da maternidade, distante do mundo cor-de-rosa dos filmes, dos sonhos adolescentes e dos comerciais de televisão, tem aparecido com maior freqüência na vida de mães e bebês paulistanos, segundo pesquisa do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Ao acompanhar as consultas de pré-natal, o parto e os retornos de mulheres atendidas em hospitais públicos da cidade, aplicando um questionário padrão e uma avaliação, o trabalho encontrou uma incidência de depressão pós-parto em 32% a 35% delas - um número três vezes mais alto do que o identificado na literatura médica internacional, que varia de 10% a 15%.
São mulheres que, em vez dos sorrisos constantes pela felicidade de ter um bebê em casa, como elas e as famílias provavelmente esperavam, se deparam com crises de choro, irritação permanente, dificuldades para dormir e comer, sensação de desamparo e tristeza e falta de apetite sexual - nos casos mais graves, podem ocorrer tentativas de suicídio e atos de violência contra a criança. Além disso, sentem raiva do bebê, o culpam por sua situação e, muitas vezes, acabam sendo negligentes em relação aos cuidados de que a criança necessita, tratando-a como um fardo. Esse conjunto de sintomas pode aparecer nos primeiros dias após o parto e, se não for cuidado, persistir por até um ano.
E não são só as mulheres que sofrem com essa situação. Uma série de pesquisas indica que essa falta de contato com a mãe nas primeiras semanas traz conseqüências para o desenvolvimento físico e neuromotor da criança, persistindo nos anos seguintes: interagem menos com adultos, estabelecem menos relações afetivas e têm níveis mais altos de hormônios relacionados ao stress no organismo. Fazer um mapeamento detalhado desses efeitos e o que eles acarretam na relação entre mãe e filho é um dos objetivos da pesquisa da USP, financiada pela Fapesp e pelo CNPq. O trabalho começou no ano passado e deve se estender pelos próximos dois anos.
“O índice de depressão pós-parto que encontramos nas mulheres atendidas foi realmente alto, três vezes maior do que o descrito na literatura médica, e por isso partimos para análise dos fatores que poderiam influenciar no comportamento dessas mulheres”, explica a pediatra Maria Teresa Zulini da Costa, pós-doutoranda na USP e uma das pesquisadoras do projeto, coordenado pelas psicólogas Emma Otta e Vera Silvia Raad Bussab. “Encontramos, entre mulheres com depressão pós-parto, um número alto de gestações não programadas e não desejadas, falta de estrutura doméstica, ausência do pai da criança. São mães que acabam tendo de arcar sozinhas com a maternidade”, diz.
Outro fator que evidencia a influência do aspecto socioeconômico na depressão pós-parto é o fato de, em um grupo de mulheres atendidas pela pesquisa em hospitais privados de São Paulo, a incidência do transtorno não ultrapassar os 7%. Ressalve-se que, ainda assim, é uma taxa significativa que mostra que a condição econômica e de infra-estrutura não explica, sozinha, o transtorno.
CULPA
O alto índice de depressão pós-parto em mulheres de renda mais baixa também foi constatado em um estudo com um universo menor de mulheres, feito na Universidade Federal da Paraíba pelas pesquisadoras Evelyn de Albuquerque Saraiva e Maria da Penha Coutinho. Ao acompanhar 84 mães usuárias de um serviço público de saúde, perceberam que cerca de 30% delas apresentavam o conjunto de sintomas.
“Apesar da alta incidência e também das múltiplas características desse transtorno depressivo, o seu reconhecimento contraria a sabedoria popular. O senso comum em relação ao período da maternidade aponta para uma crença de que essa vivência proporciona sentimentos agradáveis e prazerosos para todas as mulheres”, afirma Maria da Penha. Ou seja, imersas numa cultura em que ser mãe é a realização máxima da mulher, é muito difícil para as novas mães assumirem que não estão bem e nem se sentem tão felizes como a sociedade espera que elas se sintam.
“É complicado uma mãe assumir que tem sentimentos agressivos em relação ao filho, porque toda a sociedade espera um comportamento diferente. Mas é isso que acontece nesse período. Por isso a importância do acompanhamento médico e psicológico”, explica o médico David Pares, responsável pelo setor de medicina fetal do Laboratório Fleury. “Quando os sintomas e os sentimentos negativos não desaparecem em uma ou duas semanas, tempo em que é normal que eles existam, é preciso a intervenção do psiquiatra e do terapeuta”, explica ele, que reforça a necessidade de apoio por parte da família e do pai da criança.
Atualmente, os médicos receitam antidepressivos para mulheres que amamentam - a substância é transmitida pelo leite para o bebê, mas segundo os médicos seus efeitos não são nocivos para a criança.
A administradora de empresas Helena Corsário, de 29 anos, tomou por mais de um ano um desses remédios. “Eu amamentava chorando”, diz. “E achava que era assim mesmo, que ficaria infeliz. Me sentia muito culpada porque não tinha vontade de cuidar dela, nem de amamentar, nem de dar banho”, afirma ela, que não tinha babá nem família por perto. Ela conta que passou quatro meses nessa situação, alternando estados de humor, até que um dia uma amiga, ao visitá-la, percebeu que alguma coisa estava errada. “Ela viu que eu não estava nem lavando o meu cabelo, estava muito ruim mesmo. E daí marcou a consulta e eu fui.” Seis meses já se passaram e ela conta que está melhorando. “Mas ainda hoje é difícil admitir que ter um filho me deixou deprimida”, conta. “Você acha que ser mãe é tudo maravilhoso, tudo lindo, mas não é assim.”
No caso da estudante Alessandra Aguiar Silva, de 22 anos, foi o namorado quem percebeu o problema. “Ele disse que um dia chegou em casa e me viu quase batendo no nosso filho. Ele fala que eu estava com raiva, tirando a roupa dele com força.” Ela conta que no começo o namorado brigou com ela, a família não entendeu. “Eu não me lembro direito, faz um ano, mas parece mais, parece muito longe agora. Na época, parecia que queria mesmo que ele não tivesse nascido”, diz.
“Hoje, meu namorado não está mais comigo e minha mãe me ajuda. E sei que meu filho é a melhor coisa da minha vida. ”»
Fonte:O estado de São Paulo
Link:http://txt.estado.com.br/editorias/2008/11/23/ger-1.93.7.20081123.6.1.xml
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12/04/2008 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Sintomas de depressão na gravidez podem causar parto prematuro

«Cientistas descobriram a relação entre depressão e parto.
Apoio do companheiro, família e amigos é o remédio indicado.
Nicholas Bakalar Do 'New York Times'
Após controlar partos prematuros e abortos anteriores, posição sócio-econômica, grau de instrução e outras variáveis, os pesquisadores descobriram que mulheres grávidas com sintomas de depressão têm riscos maiores de parto prematuro. O estudo foi publicado na revista científica Human Reproduction.
Para chegar ao resultado, os cientistas elaboraram um questionário de 20 perguntas sobre depressão para entrevistar 791 mulheres no início da gravidez. Os resultados do questionário variavam de 0 a 60. Os valores mais altos indicavam sintomas de depressão mais fortes e freqüentes.
Em relação àquelas mulheres com pontuações inferiores a 16, as grávidas com resultados entre 16 e 21 tinham 60% mais risco de realizar parto prematuro. Mulheres que totalizaram acima de 22 apresentavam mais do que o dobro do risco. “A depressão durante a gravidez é, freqüentemente, ignorada e subdiagnosticada”, diz De-Kun Li, autor principal do estudo e epidemiologista da divisão de pesquisa da Kaiser Permanente na Califórnia (Estados Unidos). “Espero que nosso estudo levante uma bandeira vermelha”.
Li afirma que a segurança do uso de antidepressivos durante a gravidez era desconhecida. Assim, o tratamento não deve envolver nenhuma droga. “O apoio de companheiros, amigos e da família pode ajudar”, conta. “Se realmente precisarmos usar medicamentos, temos que medir os riscos e benefícios junto ao paciente”.»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL852265-5603,00-SINTOMAS+DE+DEPRESSAO+NA+GRAVIDEZ+PODEM+CAUSAR+PARTO+PREMATURO.html
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11/18/2008 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 11 de novembro de 2008
Depressão afeta mulheres em dobro

«Cecilia Minner, JB Online
RIO - Guerreira, a mulher contemporânea luta no mercado de trabalho. Enfrenta com unhas e dentes os problemas dos filhos. E ainda tem de ser uma rainha para o marido. Essas exigências sociais, associadas às alterações hormonais dos ciclos reprodutivos, levam a mulher a quadros depressivos duas vezes mais que o homem, segundo estudo do National Comorbidity Survey. O transtorno, que atinge cerca de 15% das brasileiras, é o que mais causa incapacitação no grupo.
É na pré-menstruação, no pós-parto e na perimenopausa (até quatro anos antes e um após a menopausa) que as mulheres ficam mais vulneráveis a desenvolver um transtorno depressivo, devido a oscilação de hormônio que afeta os neurotransmissores. No entanto, os fatores psicossociais são gatilhos incisivos.
Nos dias que antecedem a menstruação, os sintomas de irritabilidade e humor deprimido podem ser agravados por questões como instabilidade empregatícia e financeira, levando a mulher à depressão leve.
Já na gestação, um aborto espontâneo pode levar a mulher à grave depressão. E até mesmo uma intensa demanda do bebê pode estressar a mãe. Algumas chegam a rejeitar o filho. Mas o quadro depressivo pode ser diagnosticado durante a gestação – o excesso de fadiga pode ser um sintoma.
– Abusos físicos e sexuais na infância e adolescência também podem desencadear uma depressão mesmo 10 anos depois – alerta o psiquiatra Joel Rennó, que acaba de lançar o livro Mentes Femininas.
Na perimenopausa, as mulheres – em torno dos 50 anos – estão ainda mais sensíveis às alterações hormonais. A insatisfação com o corpo, os filhos que saem de casa e o marido que pode apresentar disfunção erétil são gatilhos para o transtorno. Essa fase caracteriza-se por irregularidades menstruais, pelos conhecidos fogachos (calores) e irritabilidade.
Um estudo liderado pela psiquiatra Cláudio Soares levantou que as mulheres na menopausa têm duas vezes mais riscos de desenvolver depressão. E se tiverem fogachos, a probabilidade é ainda maior. Porém, o grande vilão da mulher, o hormônio, pode também beneficiá-la.
– Como a flutuação de hormônio causa a depressão, equilibrando-os, com reposição hormonal pode ser uma solução. Os homens não se valem disso – explica Soares.
A reposição dos hormônios é, hoje, o tratamento preconizado para mulheres que apresentam o mal na perimenopausa.
– A inserção de hormônios, principalmente do estradiol, estimula a formação de neurotransmissores e melhora o quadro – garante a endocrinologista Odilza Vital.
A chef de cozinha Paulette Veiga, 53 anos, buscou a reposição por sofrer de insônia e cansaço. Ela diz que até seu cabelo melhorou.
Antes da prescrição de qualquer tratamento, o médico deve analisar o histórico da paciente. Caso necessário, há antidepressivos até para a fase pré-menstrual.
– Como os sintomas na TPM são leves, o medicamento têm doses mínimas de antidepressivos – explica a ginecologista Marta Borda. »
Fonte:JB on-line
Link:http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/10/25/e251015067.html
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11/11/2008 02:00:00 p.m.
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Dores na coluna durante a gravidez: como evitar?

«Cerca de 50% das grávidas sentem dores na coluna, segundo o livro Cure sua Coluna (Editora Best Seller), de Arnaldo Libman. A razão é simples: o aumento de peso e, em conseqüência, a modificação da postura, com a mudança do centro de gravidade para a frente do corpo. "Também existe a hipótese de os hormônios atuarem nas articulações, relaxando os ligamentos e causando maior sobrecarga na coluna", diz o ortopedista Cícero Stahnke. Algumas boas dicas:
- O ideal é que a mulher se prepare antes da gravidez, principalmente com exercícios físicos. Os grupos musculares que mais protegem a coluna são os abdominais: se eles estiverem fortes, aliviam a sobrecarga da lombar. Os músculos das costas e da parte posterior das coxas também devem ser trabalhados.
- Se a gravidez já começou, também dá para se exercitar. Consulte seu médico para saber se há contra-indicação e não exagere.
- Evite usar salto alto.
- Se dormir de barriga para cima, coloque um travesseiro debaixo dos joelhos. Se dormir de lado, coloque entre as pernas.
- Cuidado ao se abaixar para pegar um objeto: mantenha a coluna reta e use a força dos joelhos e das pernas.
Jeanne Callegari e Thais Lazzeri, Revista Crescer »
Fonte:Imirante
Link:http://imirante.globo.com/plantaoi/plantaoi.asp?codigo1=180258
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11/11/2008 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Tratamentos ajudam a recuperar o corpo após a gravidez

«Novas técnicas e cosméticos aceleram o fim das estrias, manchas e celulite
A gravidez é um momento de grandes mudanças, não apenas na vida das mulheres mas também em seus corpos.
Exercícios e alimentação balanceada continuam indispensáveis para recuperar a forma após o parto. Mas técnicas modernas e novos tratamentos cosméticos ajudam você a se livrar mais rápido de estrias, manchas, celulite e flacidez que aparecem neste período.
A CLAUDIA listou as melhores práticas para reconquistar seu corpo após a chegada do rebento.
15 dias após o parto
Quanto antes você voltar ao peso, melhor. “Com o tempo, o corpo se ‘acostuma’ à nova forma e o emagrecimento fica mais difícil”, afirma o dermatologista Jardis Volpi, da Sociedade Brasileira de Laser.
Exercícios
Nas primeiras semanas são indicados exercícios leves para fortalecer abdome, pernas e períneo. “O ideal é contar com o acompanhamento domiciliar de um fisioterapeuta”, recomenda o obstetra Victor Bunduki, professor associado da Faculdade de Medicina da USP.
Drenagem linfática
Esta é uma das poucas técnicas permitidas durante a gravidez, e ela continua importante no pós-parto. “Ajuda a reduzir a celulite e a eliminar a gordura pelo sistema linfático”, explica a fisioterapeuta Simone Tayar Jorge, da Clínica Integrada à Saúde. São indicadas pelo menos dez sessões, para o corpo todo – duas por semana.
Depois da quarentena
Esse momento é estratégico para apostar num emagrecimento mais intenso. Cada caso requer uma avaliação individual, mas Volpi recomenda começar com técnicas para flacidez e celulite associadas e, em seguida, combater a gordura localizada.
Exercícios
Quem já praticava alguma atividade deve retomar o treino de forma gradual. Para iniciantes, caminhadas, alongamento, hidroginástica e pilates são boas alternativas. O mais importante é manter uma freqüência de pelo menos três vezes por semana.
Flacidez + Celulite
A endermologia usa o mesmo princípio da drenagem linfática contra a celulite, só que é aplicada por uma máquina. Combinada ao laser, combate a flacidez de grau leve a moderado. São recomendadas de dez a 20 sessões, com manutenção semestral.
Para flacidez de moderada a grave, a melhor opção são os aparelhos de radiofreqüência, como o Accent e o Vela Smooth. O Accent requer no mínimo cinco sessões a intervalos quinzenais. Já o Vela Smooth pede de 12 a 15 sessões, sendo duas por semana.
Só para flacidez
Mais potente que os aparelhos de radiofreqüência, o Titan é um infravermelho que intensifica a produção de colágeno e é indicado para casos graves de flacidez. São indicadas três sessões mensais, com manutenção anual.
Queimando gordura localizada
O aparelho Ultracontour tem sido comparado a uma lipoaspiração. “Suas ondas atingem até 1,5 centímentros de profundidade, rompendo a membrana das células de gordura e destruindo-as”, afirma Volpi.
São aconselhadas em média cinco aplicações a intervalos quinzenais. Recomenda-se, no máximo, três áreas por vez.»
Fonte:Abril.com
Link:http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/tratamentos-ajudam-recuperar-corpo-gravidez-396469.shtml
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11/03/2008 02:00:00 p.m.
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quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Saúde da pele
A pele é o maior órgão do corpo humano e cumpre funções importantes muito para além da simples função estética.
«Dra. Marta A. Pereira
É um importante órgão sensorial e de interacção com o meio ambiente, regula o controlo das perdas de água através da transpiração, tem funções de defesa contra infecções e capacidade de protecção contra agentes irritantes e radiação ultravioleta. Recentemente, a suplementação oral com antioxidantes, nomeadamente os que contêm luteína e vitaminas C e E, tem demonstrado uma importante acção antienvelhecimento, devido aos seus benefícios na manutenção da tensão, brilho e espessura da pele.
A manutenção da saúde da pele passa também por uma rotina de cuidado diário que consiste no uso de um produto de limpeza, seguido de um hidratante.
Na prevenção do envelhecimento, aconselha-se o uso diário de um protector solar, de índice nunca inferior a 15. A partir dos 25 anos podem usar-se cremes de noite com ácidos na sua composição (Lascórbico, glicólico, alfa-hidroxiácidos) ou mesmo retinóides, como a tretinoína, com o objectivo de minorar pequenas rugas, manchas ou irregularidades da pele. Estes produtos devem, preferencialmente, ser aconselhados pelo seu dermatologista.
Na mulher, há três períodos da vida em que a pele experimenta grandes alterações: a gravidez, o pós-parto e a peri-menopausa.Gravidez e pós-parto
Na gravidez observa-se um aumento da pigmentação da pele do rosto (cloasma - popularmente conhecido por "pano" ou "máscara gravídica"), dos mamilos, e dos genitais e um aumento generalizado do pêlo corporal. Pode também observar--se aparecimento de novos "sinais" ou escurecimento dos já existentes. Recomenda-se, por isso, o uso diário de um foto-protector elevado (índice 50+) em toda a pele exposta. No caso da alteração ou do aparecimento de novos "sinais", o esclarecimento do seu médico assistente ou do seu dermatologista é fundamental.As estrias de distensão da pele são provavelmente o problema mais estigmatizante para a grávida. Durante a gestação aconselha-se a aplicação de hidratantes com extracto de centelha asiática ou ácido glicólico na sua composição, nas áreas de maior susceptibilidade - abdómen, coxas e nádegas.
Após o parto, podem realizar-se tratamentos complementares, como luz pulsada ou peelings. Também no pós-parto se podem realizar tratamentos das manchas da pele (com despigmentantes, LASER, peeling, dermabrasão) e da queda de cabelo que caracteristicamente se observa nesta altura, com suplementação oral adequada e produtos capilares específicos.
Peri-menopausa
Na peri-menopausa, as alterações cutâneas têm estreita relação com a diminuição de estrogénios: aumento das rugas, secura e atrofia cutânea (incluindo dos genitais), flacidez, diminuição da capacidade de cicatrização, "calores" e rubor facial. A suplementação com estrogénios pode reverter parcialmente estes efeitos, mas esta terapêutica deve ser discutida individualmente com o médico assistente ou o ginecologista, uma vez que não é isenta de riscos.Actualmente, pode aconselhar-se a suplementação com fitoestrogénios (isoflavonas) em mulheres sem indicação para suplementos de estrogénios, uma vez que produzem benefícios sobreponíveis. Contudo, a sua segurança a longo prazo não é conhecida.
Em relação aos tratamentos dermatológicos, eles são diversificados e devem ser aconselhados de forma individualizada por um profissional da especialidade. Incluem o LASER vascular, o LASER fraccionado, a dermabrasão, os peelings químicos, a radiofrequência, a luz pulsada, as substâncias de preenchimento (como o ácido hialurónico) e a toxina botulínica (Botox®). A combinação acertada das diferentes técnicas é fundamental para o sucesso dos resultados.Dra. Marta A. Pereira,Dermatologista
Centro de Dermatologia Epidermis - Instituto CUF,
Serviço de Dermatologia, Hosp. de S. João, Porto.»
Fonte: Médicos de Portugal
Link: http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2232/?textpage=2
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10/23/2008 02:00:00 p.m.
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Depressão pós-parto leva à interrupção precoce do aleitamento materno, indica pesquisa

«Da Redação*
Uma pesquisa feita na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) indica que crianças de mães com sintomas de depressão pós-parto apresentam risco 80% maior de interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo.
A pesquisa apontou ainda que no primeiro mês de vida a interrupção precoce de aleitamento materno foi cerca de 60% mais alta entre as crianças que moravam em condições ambientais insatisfatórias. O estudo foi publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, editada pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz.
Entretanto, de acordo com Maria Helena Hasselmann, professora do Instituto de Nutrição da Uerj e uma das autoras do artigo, a suspeição de depressão pós-parto foi mais determinante na interrupção da amamentação do que as variáveis socioeconômicas.
De acordo com a pesquisadora, a depressão pós-parto pode representar não somente os perfis psicológico-emocionais maternos, mas também aspectos relacionados a dificuldades em amamentar. Hasselmann explica que a depressão pós-parto pode causar sentimentos de baixa auto-estima, o que faz com que a mãe perca a confiança em seu papel materno e deixe de perceber os benefícios da amamentação.
O estudo analisou variáveis demográficas, socioeconômicas, maternas (como número de consultas pré-natais) e condições de nascimento, entre outras. Participaram 429 crianças recém-nascidas no período de junho de 2005 a dezembro de 2006 em Unidades Básicas de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Segundo a pesquisadora, os resultados evidenciam a importância da saúde mental materna para o sucesso do aleitamento materno exclusivo.
*Com informações da Agência Fapesp»
Fonte:Ciência e Saúde
Link:http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2008/10/01/ult4477u1014.jhtm
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10/10/2008 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Fertilidade: Maioria das mulheres desconhece métodos inovadore - Mais contracepção

«Implante subcutâneo (sob a pele), anel vaginal e adesivo contraceptivo são três métodos anticoncepcionais que se encontram disponíveis no mercado nacional, alguns desde 2000, mas que ainda são bastante desconhecidos das mulheres. A pílula e o preservativo são os métodos mais conhecidos e usados.
Para divulgar os métodos contraceptivos inovadores e a saúde sexual e reprodutiva das pessoas com deficiência está a decorrer a 6ª Semana de Esclarecimento Contraceptivo, até domingo, uma iniciativa promovida pela Associação para o Planeamento Familiar (APF).
A ginecologista Maria José Alves, antiga presidente da APF, admite ao CM que ainda existe desconhecimento por parte das mulheres e alguma falta de informação dos profissionais de saúde. "A contracepção é difícil porque implica um ritual e aceitação dos efeitos secundários, que muitas vezes desaparecem com a continuidade, e ainda há mulheres mal aconselhadas."
Para esclarecer melhor as mulheres, salienta Maria José Alves, é preciso "formação contínua dos médicos de Clínica Geral e dos ginecologistas". Só com formação e informação contínuas, os clínicos podem indicar às mulheres qual o método que mais bem se adequa a cada, especialmente se têm alguma doença. As mulheres mais jovens são quem mais ‘convence’ o parceiro a usar o preservativo, por comparação com as mais velhas.
TRÊS MÉTODOS COM ALTO GRAU DE EFICÁCIA
O implante sob a pele é um método contraceptivo de longa duração: o efeito pode prolongar-se de três a cinco anos. É inserido no antebraço por um profissional. O grau de eficácia é muito elevado (99,8 por cento ou 0 a 0,07 gravidezes por ano em cada cem mulheres). Outro método alternativo é o anel vaginal. É colocado pela mulher e deve ser mantido durante três semanas, parando uma semana, período em que vai libertando estrogéneo e progestagéneo, hormonas que entram na corrente sanguínea e inibem a ovulação. O grau de eficácia é elevado (0,4 a 1,2 gravidezes por ano em cada cem mulheres). O terceiro método, o adesivo contraceptivo, tem um grau de eficácia próximo dos 98 por cento. É aplicado no braço, costas, abdómen ou na nádega uma vez por semana, durante três semanas.
DEFICIENTES TÊM DIREITOS
Maria José Alves, ginecologista da Maternidade Alfredo da Costa, considera que as pessoas com deficiência, designadamente deficientes mentais, têm direito a expressar a sua sexualidade. Porém, a especialista faz uma ressalva: "As pessoas com deficiência têm direito à sua sexualidade e devem ter acesso aos métodos contraceptivos de acordo com as suas capacidades e limitações. No entanto, a família ou as pessoas que estão directamente relacionadas ou responsáveis por elas devem ser envolvidas na questão, até porque este assunto – a sexualidade – pode ser perturbador se não for devidamente esclarecido."
APONTAMENTOS
São os grupos maisjovens de mulheres queafirmam não estar suficientemente informadas sobreos métodos contraceptivos disponíveis.
É nas raparigas que predomina o esquecimento da pílula num maior número de ciclos.
O ginecologista é a pessoa mais referida para a opçãopela pílula ou DIU (Dispositivo Intra--Uterino). O preservativo é aconselhado maioritariamente pelas amigas.
Dores de cabeça, instabilidade no ciclo menstrual, náusease variação de humor, infecçãoou irritação são alguns efeitossecundários dos métodoscontraceptivos. Não há métodos isentos de efeitos secundários.
SAIBA MAIS
CONVERSA DE MULHERES
A maioria das mulheres fala sobre contraceptivos com o ginecologista e com amigas.
99,6 Por cento das inquiridas de um estudo das Sociedades Portuguesas de Ginecologia e Medicina da Reprodução conhece a pílula, mas só 70 por cento a usa.
70 por cento das inquiridas que usam a pílula esquece-se de tomar a pílula um a três ciclos por ano.
GRAVIDEZ SUSPEITA
Apesar de usarem a pílula, 37 das inquiridas suspeitou de gravidez.
Cristina Serra»
Fonte:Correio da Manha
Link:http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=1CC3E2C7-B901-45E4-822B-2CAC7B57E62B&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF
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10/01/2008 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
Exercícios para postura podem diminuir as dores após a gravidez

«Nas primeiras semanas depois do nascimento do bebê, a postura da mulher merece atenção especial. Neste período, a musculatura da parte superior das costas e do abdome está enfraquecida. Assim, a tendência é acomodar as costas na posição errada, especialmente para carregar o bebê e amamentar.
O livro "Fique em Forma Depois da Gravidez", editado pela Publifolha, oferece exercícios simples para recuperar a forma física depois da gravidez. Saiba mais sobre o livro
Veja abaixo trecho do livro com a seqüência indicada para corrigir a postura. É uma série de exercícios simples que trabalham a postura de maneira que ela fique correta, diminuindo as dores e afastando o risco de lesões. Os movimentos são suaves e podem ser encaixados em pequenos intervalos livres de tempo.
POSTURA
A postura tem a ver com a maneira pela qual você sustenta o corpo. Na postura ideal, o esqueleto é submetido ao mínimo de esforço. A postura correta protege o corpo contra ferimentos, ao passo que a má postura pode resultar em mau jeito e entorses.
Pelve Neutra
Para manter a boa postura na posição neutra é preciso que a resistência das costas e do abdome seja a mesma.
Verifique sua postura num espelho.
1 Em pé, afaste as pernas, alinhando-as ao quadril. Deixe os joelhos ligeiramente flexionados e encontre a posição neutra da pelve: seu corpo não pode estar arqueado para a frente nem para trás. O cóccix deve ficar voltado para o chão.
2 Imagine-se empurrando o umbigo contra a coluna e prendendo-a com um alfinete. Após alguns segundos você sentirá os músculos cansados: isso indica que a execução do exercício está correta. Abra o peito, empurre os ombros para baixo e para trás e alongue o pescoço. Imagine uma corda presa no alto da cabeça, puxando-a na direção do teto. Mantenha-se ereta.
Posição Neutra
Este é o termo utilizado para descrever a curvatura natural da coluna. Nossa coluna tem três curvas: a cervical, no pescoço; a torácica, na altura do peito; e a lombar, na parte inferior das costas. Essas curvas funcionam como amortecedores e dão força às costas. Permanecendo em pé da forma correta, com a pelve na posição neutra, sustentamos a espinha com mais eficácia.
Agachamento de Balé (Plié)
Este movimento de aquecimento abre o peito, alonga os ombros e energiza. Ponha para tocar uma música animada e movimente-se no seu ritmo. Respire profundamente. Mantenha o fluxo do movimento - ele tem seu próprio impulso. Repita o exercício 10-20 vezes.
1 Em pé, flexione um pouco os joelhos; afaste bem os pés e cruze os braços.
2 Flexione os joelhos. Abra os braços paralelamente às coxas e abra o peito.
3 Gire os braços para cima e cruze-os no alto da cabeça, ao mesmo tempo em que estica as pernas e contrai os glúteos. Olhe para as suas mãos.
4 Inverta a ação: deixe os braços caírem enquanto flexiona as pernas; a seguir, estique as pernas. Termine com os braços girando na frente do tronco. »
Fonte:Folha on line
Link:http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u446172.shtml
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9/30/2008 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
Entenda o que é a depressão pós-parto

«Terra
Desejada ou não, o fato é que a gravidez é um momento mais que especial na vida da mulher. São nove meses montando o enxoval e assistindo ao crescimento da barriga. No entanto, depois do parto um turbilhão de mudanças, inclusive hormonais, pode deixá-la com uma sensação nada agradável. Rejeição, desânimo, irritação. Esses são apenas alguns sintomas da depressão pós-parto.
A princípio, esta doença é igual a uma depressão comum. No entanto, é agravada pelo sentimento de culpa. "A nova mamãe não se adéqua a algo que os outros dizem ser natural", diz a psicóloga Sylvia Sabbato. "A mulher fica constrangida em falar que não se sente bem, que está desanimada, e isso pode agravar a situação", explica.
O que muitos não sabem é que a maioria das mulheres irá vivenciar alguns desses sintomas depois do nascimento do bebê: sono, cansaço, falta de apetite, desânimo. Este é o chamado blues post partum.
"O blues é uma condição benigna que se inicia nos primeiros dias após o parto. É de intensidade leve, não requerendo, em geral, uso de medicações. Ele cede espontaneamente", explica a psicóloga Sueli Castillo.
Mas se esses sentimentos se agravarem e forem somados a atitudes como se afastar do filho devido ao medo de não saber como cuidá-lo ou protegê-lo obsessivamente, é hora de procurar um tratamento.
"É preciso de um acompanhamento multidisciplinar com o obstetra, o psicólogo e, às vezes, o psiquiatra", conta o ginecologista Mario Cavagna Neto. "Os medicamentos devem ser reservados a casos extremos, pois eles afetam a amamentação e, nessas circunstâncias, o aleitamento materno deve ser substituído", alerta Cavagna Neto.
De acordo com Sylvia Sabbato, a depressão, ou mesmo o blues, ocorrem com maior freqüência na primeira gravidez. "É mais comum com o primeiro filho porque é quando a mulher passa por uma grande mudança de papéis: deixa de ser apenas filha para se tornar também mãe", afirma.
Psicose puerperal
Em uma escala bem menor, cerca de 0,1% das mulheres podem ser acometidas pela psicose puerperal. Este é um quadro de depressão profunda que pode estar associada a atos violentos.
Segundo a psicóloga Sueli Castillo, os sintomas se manifestam nos três primeiros meses, com episódios psicóticos. "Nesse quadro, podem ocorrer alucinações ou delírios, pensamentos de machucar o bebê, insônia severa, agitação e medo", enumera Sueli.
"Existe o risco potencial de agressões", explica o ginecologista Cavagna Neto. Portanto, é comum que seja recomendado o tratamento por meio da internação. "A criança fica afastada da mãe, mas depois é possível restabelecer este convívio", completa.
Prevenção
"Saber, antes do nascimento do bebê, se a mãe terá ou não depressão após o parto é muito difícil. Mas as mulheres com tendência depressiva anterior à gravidez precisam de mais atenção dos familiares", alerta Sueli.
Segundo a psicóloga, a situação que gerou a gestação também é um fator a ser avaliado. "A gravidez rejeitada pode provocar uma associação do problema com o bebê."
Apoio familiar
A ajuda do pai da criança não deve ocorrer apenas no momento de trocar as fraudas. Apoio e carinho, tanto dele como de familiares e amigos, é fundamental.
"Quanto mais estruturada for a relação familiar da mãe, mais fácil e rápido será o tratamento", afirma Mario Cavagna Neto.
No entanto, nem sempre é esta a situação. Mesmo que a união matrimonial seja instável, ou não exista; mesmo que a mulher não conte com o apoio da mãe ou de uma amiga confidente; é possível vencer a depressão pós-parto.
"Ela pode procurar um hospital, se abrir com o médico e, se for necessário, terá o acompanhamento de um assistente social", indica o ginecologista.»
Fonte:Circuitomt
LINK:http://www.circuitomt.com.br/home/materia/4004
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
A realidade da depressão pós-parto
No plano ideal, a maternidade é uma condição sublime, de perpetuação da espécie, de realização pessoal e de desenvolvimento dos laços afetivos. Mas esse é o ideal, o que não quer dizer que seja regra geral, principalmente quando se têm dados estatísticos segundo os quais cerca de 15% das mulheres são acometidas da depressão pós-parto (DPP).
"Trata-se de um quadro clínico severo e agudo que pode começar na primeira semana após o parto e perdurar até dois anos", explica a psicóloga e psicoterapeuta Vera Iaconelli, mestre em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP).
Incapacidade de cuidar e desinteresse pelo bebê são apenas dois dos sintomas da DPP que prejudicam não apenas a mãe, mas também o filho. Por conta da pressão social segundo a qual a mulher deveria estar com um sorriso nos lábios e "lambendo a cria" depois do parto, muitas mães relutam em admitir para a família ou mesmo para o pai da criança que estão precisando de ajuda. Isso dificulta o diagnóstico precoce e, em conseqüência, o tratamento do problema.
Alguns fatores de risco demonstram correlação com a DPP: mulheres que sofrem de tensão pré-menstrual (TPM), sintomas depressivos durante a gestação, histórico de transtornos afetivos, primeira gestação, carência social e dificuldades na gestação são alguns dos que estão em estudo.
"O acompanhamento do período que engloba gravidez, parto e pós-parto é uma forma de evitar, atenuar ou reduzir a duração da DDP", diz Vera Iaconelli, ressaltando a importância do diagnóstico precoce.
Além dos visíveis problemas para a saúde da mãe, a depressão pós-parto é fator de risco para a saúde mental do bebê e, portanto, requer a atenção de médicos, pacientes e familiares.»
Fonte:Circuito Mato Grosso
Link:http://www.circuitomt.com.br/home/materia/3395
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Paulo Pires
às
9/16/2008 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Após o parto, qual o melhor exercício?

«O bebê acabou de nascer e está mamando bastante, mas você está ansiosa para voltar à boa forma física. Qual a melhor atividade ou quanto tempo deve-se esperar para começar a rotina de exercícios são algumas dúvidas que surgem para quem acabou de dar à luz.
De acordo com o professor de Educação Física Fabiano Piassarollo, o ideal para o retorno às atividades é estar bem de saúde e ter liberação médica. O início da prática deve ser gradativo e com a orientação de um profissional. Confira algumas dicas do educador:
Os cuidados
Quando o parto foi de cesariana, geralmente os médicos recomendam que a mulher faça uma pausa de dois meses para retomar as atividades. Nestes casos, é preciso ter cuidado nos exercícios para o abdômen, pois as camadas deste músculo foram cortadas.
No parto normal a retomada é mais rápida, até duas semanas, mas cada caso depende da liberação do médico a individualidade e de como foi o parto e a gestação. A retomada será sempre mais fácil para mamães que mantiveram os exercícios durante a gravidez.
A roupa ideal
Sempre ao se exercitar procure utilizar uma roupa confortável, que permita amplitude de movimentos.
Atividades físicas mais indicadas
O retorno às atividades é influenciado pela forma como a gestante se comportou durante a gravidez. Caso ela tenha mantido as atividades, o retorno será bem mais fácil, devendo priorizar atividades que tenha afinidade. O ideal é trabalhar a força e resistência muscular (musculação, local, treinamento funcional, pilates), aliada com trabalho aeróbio (caminhada, corrida, natação), equilíbrio e alongamento. Exercícios com bola suíça (Fitball) serão excelentes para o fortalecimento do assoalho pélvico e dos músculos abdominais.
Uma atividade que agrega todas essas capacidades é o treinamento funcional. É possível estimular, inclusive, o exercício funcional com o bebê, em vez de utilizar pesos. Nestes casos, o bebê torna-se a sobrecarga, estimulando o contato entre a mãe e o filho.
Volta ao peso ideal
Para mamães que querem recuperar o peso rapidamente, cuidado para não exagerar na dose. Nas primeiras semanas após o parto a mãe começa a desinchar, perdendo a retenção líquida. É uma fase ótima para o exercício, pois o metabolismo da mamãe está acelerado, principalmente pela amamentação. De acordo com estudos, é possível gastar cerca de 500 calorias por dia somente amamentando. »
Fonte:ClickRBS
Link:http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt§ion=Blogs&post=99290&blog=477&coldir=1&topo=3994.dwt
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Paulo Pires
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9/08/2008 09:00:00 a.m.
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