
«O número de diagnósticos de síndrome de Down cresceu 71% de 1989 a 2008 na Inglaterra e no País de Gales, segundo estudo publicado no "British Medical Journal" (BMJ). Um dos motivos apontados foi o aumento no número de mulheres mais velhas que decidem ter filhos - mulheres com mais de 40 anos têm uma chance 16 vezes maior de gerar uma criança com a doença do que mães com 25 anos.
No mesmo período, o número de crianças vivas que nasceram com síndrome de Down caiu 1%, pois 92% das mães que optaram pelo exame pré-natal e diagnosticaram a doença realizaram aborto. Segundo projeção dos autores da pesquisa, se não houvesse a alternativa da interrupção da gravidez, o número de crianças que nascem com síndrome de Down nos dois países teria crescido 48% no período, pois aumentou o número de mulheres que optam por atrasar a gravidez.
Em 2001, o Comitê Nacional de Monitoramento, no Reino Unido, determinou que todas as mulheres deveriam ser informadas sobre a disponibilidade de testes pré-natais para diagnóstico de síndrome de Down. A medida surtiu resultados. O porcentual de mulheres com menos de 37 anos que decidiu realizar o teste pré-natal cresceu de 3% em 1989 para 43% em 2008. No entanto, nas mães com mais de 37 anos, a proporção manteve-se constante em 70%, apesar do risco ser maior nesta faixa etária e do aprimoramento dos testes.
Os autores concluem que, com o aumento no número de mulheres que têm filho mais tarde e a permanência de uma parcela considerável que opta por não realizar o diagnóstico pré-natal "haverá ainda um grande número de nascidos vivos com a doença (no Reino Unido)". Por isso, "o monitoramento dos números de bebês nascidos com a síndrome é essencial para assegurar a correspondência adequada às suas necessidades".(AE)»
Fonte:Cruzeiro do Sul
Link:http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=38&id=232412
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Gravidez tardia eleva casos de síndrome de Down
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10/29/2009 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
Londres deixa novos conselhos a grávidas e pais

«O Governo britânico aconselha mulheres grávidas e pais com filhos menores de cinco anos a evitarem multidões e viagens desnecessárias no transporte público para reduzir o risco de contaminação pela Gripe A.
Estas recomendações fazem parte do novo pacote do Ministério da Saúde britânico, avança a imprensa inglesa de hoje.
O Royal College of Midwives (parteiras) e o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists também está a recomendar mudanças no estilo de vida, incluindo ficar em casa, por exemplo, os pais deverão limitar os seus movimentos dos seus outros filhos de forma a não trazer o vírus para casa.
A preocupação sobre os efeitos da gripe em grávidas ou mães de recém-nascidos aumentou desde a morte de Ruptara Miah, de 39 anos, no hospital Whipps Cross, em Londres. As informações são de que o seu bebé estará doente, estando a receber tratamento.
Outro bebé de seis meses de idade morreu em Londres vítima do vírus.
Até agora, 29 pessoas morreram por causa da gripe A no Reino Unido e cerca de 650 doentes deram entrada em hospitais, entre eles, encontram-se 200 crianças.
BA controla passageiros
A British Airways está a aconselhar todos os passageiros que apresentem sintomas de gripe A a não embarcarem nos seus aviões.
A direcção da companhia aérea Britânica já confirmou ter dado indicações aos seus funcionários para estarem atentos a quaisquer sintomas.
Caso seja identificado algum passageiro com sinais de ter contraído o H1N1 será de impedido de embarcar e será enviado para o hospital.»
Fonte:Rádio Renascença
Link:http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=93&did=63389
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7/22/2009 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 13 de maio de 2009
Transportes: Crianças ainda viajam "na bagageira" e "ao colo", revela estudo da Ordem dos Enfermeiros
As conclusões resultam de uma campanha nacional que a Ordem dos Enfermeiros realizou em 2008, a propósito do Dia Internacional da Criança, cujos resultados foram agora ultimados.
A acção foi desenvolvida pela Comissão de Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica (CEESIP) da Ordem dos Enfermeiros e visou avaliar o transporte rodoviário seguro de crianças, contando para o efeito com dez Operações Stop, envolvendo 729 participantes.
Os autores do estudo verificaram que 79,8 por cento das crianças viajavam com Sistema de Retenção para Crianças (SRC). Das que não usavam sistema de retenção, a maioria viajava "à solta" no automóvel (74,6 por cento), "ao colo" (8,4 por cento), ou noutras situações de insegurança, como "na bagageira", o que permite prever "o risco acrescido, perante uma travagem ou colisão".
A investigação verificou que 71 por cento das crianças utilizava o SRC de "uma forma adequada".
Entre os erros encontrados na utilização do sistema de retenção, a Ordem dos Enfermeiros destaca o "viajar à frente sem cinto" (20,9 por cento), "arnês mal colocado" (20,4 por cento), utilização do "SRC não adequado à idade" (19,1 por cento), utilização "incorrecta do cinto de segurança" (14,9 por cento), "indevidamente virado para a frente" (5,9 por cento), "cadeira mal colocada" (4,7 por cento) e "sem apoio de cabeça" (4,1 por cento).
Os autores do estudo identificaram que, por regiões, é em Vila Real que a utilização do SRC é mais adequado (93,8 por cento), seguido da cidade da Horta (92,3 por cento), Coimbra (87 por cento), Lisboa (76,9 por cento), Angra do Heroísmo (66,2 por cento), Funchal e Ponta Delgada (63 por cento) e no Porto e em Faro (61,5 por cento).
A Ordem dos Enfermeiros está preocupada com a situação, que pretende minimizar. Para tal, defende o desenvolvimento de competências neste âmbito, "para participar de forma mais adequada junto das famílias, desde a gravidez, com ênfase nos primeiros dias/meses de vida da criança, intervindo na escola e na comunidade".
"É nossa função contribuir para modificar padrões de conduta culturalmente reforçados por hábitos do quotidiano doméstico", afirma a Ordem dos Enfermeiros, que vai divulgar os resultados desta acção nacional na terça-feira, Dia Internacional do Enfermeiro.
O lema deste ano da efeméride é "servir a comunidade e garantir qualidade: os enfermeiros na vanguarda da inovação nos cuidados".
Pretende esta Ordem "chamar a atenção para formas diferentes de prestar cuidados de enfermagem com o intuito de obter mais ganhos em saúde e responder melhor - muitas vezes de uma forma mais humanizada e personalizada - às necessidades de saúde das populações (incluindo também a prevenção da doença e promoção da saúde)".
SMM.
Lusa/Fim"
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5/13/2009 02:00:00 p.m.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Doenças: Portugal sem sarampo, difteria e poliomielite - DGS
« Lisboa, 09 Abr (Lusa) - Sarampo, difteria e poliomielite estão eliminadas em Portugal, segundo a Direcção-Geral da Saúde (DGS), que considera "muitíssimo positiva" a evolução nas últimas décadas das doenças infantis (0-14 anos) para as quais existem registos e vacinas.
Lusa »
Fonte:Expresso
Link:http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/507987
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4/16/2009 09:00:00 a.m.
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quinta-feira, 9 de abril de 2009
SAÚDE FEMININA: ENTENDA A SÍNDROME DO OVÁRIO POLICÍSTICO

«A saúde do sistema reprodutivo é um tema de grande interesse para o público feminino e a Síndrome do Ovário Policístico é um dos assuntos que integram esse universo complexo.
Caracterizada pelo aumento do nível de testosterona no corpo da mulher, a doença tem como principais sintomas a irregularidade menstrual, o surgimento de acne, o aumento da gordura corporal e dos pelos. Frequentemente, ela também se manifesta por meio do aparecimento de microcistos no ovário.
Ainda não se sabe exatamente o que provoca a Síndrome do Ovário Policístico. Acredita-se que talvez algumas mulheres tenham uma tendência genética a desenvolver esse problema. Mas, independentemente de qual seja causa, o fato é que 6 a 8% das mulheres em idade reprodutiva no mundo sofrem com a doença.
Para ajudar a sanar as principais dúvidas acerca do assunto, conversamos com a ginecologista Dra. Rosa Maria Neme, do Centro de Endometriose São Paulo, que respondeu a várias questões sobre Ovários Policísticos.
1. Ovário policístico é a mesma coisa que cisto no ovário?
São duas coisas totalmente diferentes. O ovário policístico é uma alteração hormonal no organismo da mulher, a partir de um desequilíbrio hormonal, com maior produção de hormônios masculinos no corpo da mulher. Ele pode se manifestar com a presença de microcistos no ovário, mas não é esse aspecto que faz o diagnóstico do problema.
O diagnostico do ovário policístico é realizado através da identificação dos sintomas clínicos (acne, irregularidade menstrual, aumento de pilificação) e alteração da dosagem de hormônios masculinos.
Cisto no ovário é qualquer formação preenchida por líquido que aparece no ovário. Pode conter sangue (chamado de hemorrágico), líquido como água (chamado de folicular) ou ainda ser um cisto de endometriose.
2. Ele aparece na adolescência?
Ele pode aparecer em qualquer época da vida da mulher, mas tende a ser mais diagnosticado na adolescência.
3. Espinha no queixo é um dos sinais?
Os sintomas são decorrentes do aumento de hormônio masculino (testosterona) no corpo da mulher. Esses sintomas tendem a ter graus variados de acordo com o grau da doença. Assim, sintomas como acne, aumento da gordura corporal, aumento de pelos, queda de cabelo e irregularidade menstrual são os sintomas mais freqüentes.
4. Mulheres gordinhas e com forte incidência de pelos, principalmente no rosto, têm ovário policístico?
Estes podem ser relacionados a uma característica genética da mulher, mas também podem ser sinais da presença da doença. Exames são necessários para um diagnóstico preciso.
5. O ovário policístico provoca aumento na incidência e na intensidade das cólicas?
Em geral, não. Os sintomas mais frequentes do ovário policístico são a irregularidade menstrual, aumento de acne e pilificação.
6. Ele provoca algum tipo de sangramento?
Não. O ovário policístico, normalmente, pode causar ciclos mensais de anovulação (sem produção de óculos) e, consequentemente, a mulher ficar alguns ciclos sem menstruar.
7. Como é feito o diagnóstico da doença?
O diagnóstico é feito pelo relato da paciente dos sintomas clínicos, associado à presença de dosagens hormonais que mostrem aumento dos hormônios masculinos no corpo. Somente a presença de pequenos cistos ovarianos ao ultra-som não faz o diagnóstico da doença.
8. A Síndrome do ovário policístico leva à infertilidade?
Um dos sintomas da síndrome dos ovários policísticos é a infertilidade. Sabe-se que, devido ao aumento dos hormônios masculinos, a mulher tende a ter uma maior quantidade de ciclos não ovulatórios e uma maior resistência dos ovários aos hormônios que dificulta a produção dos óvulos (desde que não tratada). Por isso, é importante que o diagnóstico seja precoce para evitar a infertilidade.
9. Ela pode atrapalhar as relações sexuais?
Não. A manifestação maior de um quadro de ovário policístico não controlado por muito tempo pode ser a infertilidade. Neste caso, isto acontece pela presença constante do hormônio masculino aumentado e da falta de ovulações, decorrente desta alteração.
10. Pode induzir ao aborto?
Pode favorecer, caso não seja realizado acompanhamento. As mulheres que têm ovários policísticos podem ter uma diminuição da produção do hormônio progesterona pelo ovário, que é o que mantém a gravidez nas suas fases iniciais (insuficiência do corpo lúteo ovariano em produzir este hormônio). Assim, toda mulher que engravide com este diagnóstico, deve receber uma suplementação de progesterona nos primeiros três meses de gravidez a fim de não ter um aumento das chances de abortamento quando comparamos com as mulheres sem a doença.
11. Quem toma anticoncepcional precisa suspender o seu uso após o diagnóstico da síndrome? E no caso de utilização de outros métodos anticoncepcionais, como o DIU?
Não. Inclusive, os contraceptivos orais com medicações que diminuam a produção da testosterona (hormônio masculino aumentado nos casos de ovários policístico) são indicados nesses casos. No caso do uso do DIU, recomenda-se a utilização daquele medicado com progesterona para evitar os efeitos maléficos desta alteração ovariana.
12. O Ovário Policístico pode influenciar no atraso da menstruação? Por quê?
Como dito anteriormente, a mulher que tem esta alteração, tem uma deficiência de ovulação e consequentemente na produção de progesterona pelo ovário. Com isso, ela apresenta uma tendência maior a ter ciclos sem menstruação, podendo às vezes a ficar até seis meses sem menstruar.
13. O ovário policístico pode influenciar no aparecimento de um câncer de colo de útero?
Não. O principal fator causador do câncer de colo de útero é a infecção pelo vírus do HPV. O ovário policístico é uma doença hormonal e, portanto, não tem nada a ver com este tipo de câncer.
14. O uso indevido de algum tipo de anticoncepcional pode levar ao aparecimento do ovário policístico?
Não. Acredita-se que exista em algumas mulheres uma tendência genética a desenvolver este problema.
15. O tratamento é feito apenas com cirurgia?
O tratamento é feito basicamente com medicações hormonais que reduzam os hormônios masculinos, como anticoncepcionais ou medicações mais específicas para isso. O tratamento cirúrgico é reservado apenas às mulheres que não respondem a este tratamento.
16. O tratamento de ovário policístico de ser realizado em conjunto com endocrinologista?
Pode e deve. O endocrinologista pode ajudar no controle não só do problema ovariano, mas também no controle de outras manifestações desta doença, como a obesidade.[14]
17. Após o tratamento, a mulher pode desenvolver novamente o ovário policístico?
Pode sim. Não se sabe exatamente porque o ovário policístico se desenvolve, mas é uma doença que deve ser sempre tratada.»
Fonte:Segs
Link:http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=25660&Itemid=1
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4/09/2009 02:00:00 p.m.
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
Meningite: Nova vacina lançada, a nível europeu

«Porto, 02 Abr (Lusa) - O Centro de Congressos da Alfândega, Porto, vai receber sexta-feira, o lançamento europeu de uma nova vacina contra a Doença Pneumocócica Invasiva (DPI), que estará disponível em Portugal a partir de 09 de Abril, foi hoje anunciado.
Porto, 02 Abr (Lusa) - O Centro de Congressos da Alfândega, Porto, vai receber sexta-feira, o lançamento europeu de uma nova vacina contra a Doença Pneumocócica Invasiva (DPI), que estará disponível em Portugal a partir de 09 de Abril, foi hoje anunciado.
A Synflorix, a nova vacina pneumocócica pediátrica, da GlaxoSmithKline (GSK), que obteve quarta-feira a autorização da Agência Europeia do Medicamento (EMEA), irá actuar contra doenças potencialmente fatais como a meningite e a pneumonia bacteriémica, bem como contra infecções do ouvido médio.
De acordo com a GSK, na Europa, em crianças pequenas, cerca de um em cada três casos de doença pneumocócica, não era prevenido uma vez que estas doenças são causadas por serotipos bacterianos não abrangidos pela vacina pneumocócica conjugada actualmente disponível no mercado (Prevenar).
A Synflorix, que será comercializada a um preço idêntico à Prevenar (cerca de 70 euros cada doze), está indicada para a imunização activa contra a doença invasiva e a otite média aguda (OMA) causadas por Streptococcus Pneumoniae em bebés e crianças com idades compreendidas entre as seis semanas e os dois anos de idade.
A nova vacina, que protege contra 10 serotipos da DPI, irá proporcionar uma cobertura contra três das principais estirpes pneumocócicas (serotipos 1, 5 e 7F) além dos sete serotipos (4, 6B, 9V, 14, 18C, 19F, 23F) que tem em comum com a vacina existente (Prevenar).
"Os serotipos 1, 5 e 7F têm um peso sócio-económico significativo e são responsáveis por 5-25 por cento de todos os casos de Doença Pneumocócica Invasiva (DPI), estando directamente associados a surtos e a doença graves em crianças pequenas", salienta a fonte da empresa.
Em comunicado, a GSK acrescenta que "os 10 serotipos incluídos na nova vacina são responsáveis por até 90 por cento de todos os casos de DPI em crianças com idade inferior a cinco anos, em algumas regiões da Europa".
Em declarações à Lusa, a pediatra Carla Novais admitiu que a Synflorix representa uma "mais valia" e é "mais eficaz" do que a Prevenar, que tem uma taxa de cobertura de 65 por cento em relação aos serotipos actuantes em Portugal.
"A nova vacina apresenta 76 por cento de cobertura. Penso que é uma evolução muito significativa", frisou a pediatra.
Carla Novais defende, por isso, que estão criadas as condições para que a ministra da Saúde, em conjunto com a Comissão Técnica de Vacinação, decida inclui-la no Plano Nacional de Vacinação, dando assim "igualdade de oportunidades a todas as famílias".
"O bom senso leva a que todos os pediatras recomendem esta vacina, mas infelizmente nem todas as famílias têm condições económicas para a adquirir", disse Carla Novais, referindo que no total (três doses no primeiro ano e mais uma no segundo), o custo da Prevenar ronda os 280 euros.
Apesar de desconhecer o preço de comercialização da Synflorix, a pediatra acredita que "seja concorrente à Prevenar".
Na apresentação da Synflorix, no Porto, participam entre outros, o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, o microbiologista Melo Cristina da Faculdade de Medicina de Lisboa, e a pediatra Fernanda Rodrigues, do Grupo de Estudos da DPI vigilância de pneumococos.
A sessão repete-se sábado na Torre do Tombo, em Lisboa.
PM.
Lusa/fim»
Fonte:Expresso
Link: http://aeiou.expresso.pt/meningite-nova-vacina-lancada-a-nivel-europeu-sexta-feira-no-porto=f506726
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4/08/2009 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 10 de março de 2009
Estudo vincula fertilidade da mulher com risco menor de Mal de Parkinson

«WASHINGTON, EUA (AFP) — Quanto mais tempo se prolongar a fecundidade de uma mulher, menos risco ela corre de sofrer do Mal de Parkinson, segundo um estudo americano divulgado nesta quarta-feira.
"Esta pesquisa nos leva a pensar que, quanto mais tempo uma mulher estiver exposta a seus próprios hormônios sexuais, mais protegidas as células cerebrais ficarão do Mal de Parkinson", afirmam os autores do trabalho que será apresentado na conferência anual da American Academy of Neurology, que se reunirá no fim de abril em Seattle (Washington).
Segundo o estudo, as mulheres na menopausa que tiveram um período de fertilidade mais prolongado, ou seja, mais de 39 anos, têm 25% menos riscos de desenvolver o Mal de Parkinson do que aquelas cujo tempo fértil durou menos de 33 anos.
Também de acordo com a pesquisa, as mulheres que ficaram quatro ou mais vezes grávidas correm um risco 20% maior de serem afetadas pelo Mal de Parkinson.
A probabilidade de sofrer dessa doença se duplica igualmente para as mulheres que foram submetidas a uma histerectomia (extirpação do útero) e que depois seguiram terapias hormonais. Em compensação, o risco não aumenta entre as mulheres que não tiveram o útero extirpado, mas tomam hormônios.
Foram estudados os dados médicos de mais de 74.000 mulheres que tiveram uma menopausa natural e 7.800 mulheres que sofreram uma histerectomia.
O Mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que causa rigidez muscular, dificultade para iniciar movimentos, falta de equilíbrio e lentidão nas ações voluntárias»
Fonte:AFP
Link:http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5gKTJbgH8AC_--lK2TXIZuUZKwtWw
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3/10/2009 09:00:00 a.m.
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quarta-feira, 4 de março de 2009
Dieta mediterrânea pode prevenir espinha bífida

«A equipa de cientistas holandeses descobriu que as mulheres que comiam mais frutos, vegetais, óleos saudáveis, peixe e cereais tinham uma probabilidade menor de dar à luz um bebé com espinha bífida, uma malformação congénita do tubo neural que resulta de uma falha na formação das vértebras na coluna do feto, falha essa que, abrindo e tornando vulnerável o seu interior, provoca danos, por vezes graves, no sistema nervoso central.
Suplementação através de ácidos fólicos já havia demonstrado que prevenia deficiências no nascimento dos bebés em casos onde as cordas espinais não conseguem fechar-se por completo. Em alguns países, como nos Estados Unidos, existem alimentos ricos nestas substâncias de forma a garantir às mulheres grávidas que recebem todos os nutrientes necessários. No entanto, os investigadores acreditam que a suplementação por si só não chega, sendo necessário adoptar um tipo de dieta adequado também.
Os investigadores estudaram a dieta de 50 mulheres que tinham dado à luz crianças com spina bífida, e 81 mulheres cujos bebés nasceram sem a malformação. Aquelas que tinham uma dieta mais distante da dieta mediterrânea apresentaram uma percentagem 3 vezes superior de ter um bebé com spina bífida, notaram os cientistas, aconselhando este tipo de dieta durante a gravidez para prevenir a malformação.
Pedro Santos»
Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=6659
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3/04/2009 02:00:00 p.m.
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Estria pode atingir 80% das mulheres As estrias são problema estético; tratamento melhora lesão

«Poucas coisas incomodam tanto as mulheres quanto ter o corpo marcado pelas estrias. De acordo com a dermatologista Juliana Lóis, as estrias são um problema estético que atinge cerca de 80% do público feminino, assim como parte dos homens.
As estrias são atrofias lineares da derme média e profunda, geralmente paralelas, que podem variar de um a vários centímetros de extensão. Surgem principalmente nas coxas, nádegas, abdômen (gravidez), mamas e dorso do tronco (homens).
“Inicialmente as lesões são avermelhadas ou róseas evoluindo mais tarde para uma tonalidade esbranquiçada e de consistência frouxa. Em pessoas de pele morena as estrias podem ser mais escuras”, explica.
Juliana alerta que pacientes com estrias devem ser avaliados pelo médico, recebendo indicação do tipo de tratamento que mais lhe convém. “Cada tipo de estria deve ter um tratamento diferente”, fala.
A causa, segundo ela, ocorre devido a pele não possuir elasticidade suficiente para acompanhar os processos de transformação corporal, como a gravidez, mudanças bruscas de peso, crescimento rápido na adolescência, esportes (musculação e alongamentos excessivos), alterações hormonais, distúrbios nutricionais e vitamínicos, alguns tipos de doenças como Sd. Cushings, entre outros.
Para evitá-las, a médica recomenda a hidratação intensa da pele com cremes e loções, principalmente em pessoas com histórico familiar do problema.
“Em algumas pessoas mesmo com pouca distensão da pele elas podem aparecer. Em outras podem chegar a nem desenvolver, mesmo na gravidez, onde a distensão da pele é muito grande. No entanto, deve-se beber pelo menos oito copos de água por dia e evitar engordar demais e rapidamente, eliminando doces e gorduras da dieta e praticando exercícios físicos regularmente”, frisa.
Nas meninas, na fase da puberdade, estes cuidados são muito importantes, pois é nessa época que costumam surgir as estrias nas nádegas, coxas e mamas. Nos rapazes, a fase do “estirão” pode causar estrias horizontais no dorso do tronco.»
Fonte:Diário de Marilia
Link:http://www.diariodemarilia.com.br/Noticias/66818/Estria-pode-atingir-80-das-mulheres
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3/04/2009 09:00:00 a.m.
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Mapeamento genético de bebês poderá ser feito até 2019

«O código genético dos bebês que nascerão dentro dos próximos dez anos poderá ser mapeado já no nascimento, conforme prevê a empresa líder mundial de estudos do genoma humano, Illumina. Segundo Jay Flatley, executivo da companhia, a leitura completa do DNA deverá ser feita com técnicas acessíveis e mais baratas, o que geraria uma revolução na medicina preventiva. As informações são do site britânicoTimesonline.
De acordo com Flatley, apenas questões jurídicas e sociais deixam o seqüenciamento do genoma suscetível a atrasos para aplicar a técnica, mas ele acredita que, a partir de 2019, se torne rotina mapear o código genético de recém-nascidos.
Com a evolução do procedimento médico e a liberação de sua aplicação, o executivo afirma ainda que será aberta uma nova abordagem para a medicina, pelo meio da qual doenças cardíacas ou como o diabetes poderão ser previstos e evitados com tratamentos seguros e eficazes.
O mapeamento do DNA, no entanto, tem levantado sérias questões com relação à privacidade e ao acesso dos registros genéticos da pessoa mapeada, o que poderia prejudicá-los se tal informação de seu estado de saúde fosse usado contra empregadores ou companhias de seguros. Flatley acredita que muitas pessoas, temerosas por vir a ser renegadas a vagas de emprego ou adesão a seguradoras de saúde por apresentarem preponderância a desenvolver determinada doença, pudessem não querer que o mapeamento fosse feito.
Ainda um procedimento caro, o mapeamento genético poderia ter seus custos reduzidos. O Projeto Genoma Humano, que publicou o seu primeiro estudo bruto de seqüenciamento genético humano em 2001, custou cerca de US$ 4 bilhões. Mas para tornar a técnica acessível financeiramente, a Illumina está preparando o lançamento de um mapeamento mais barato para ser executado dentro de até dois anos.
A companhia calcula que poderia fazer o mapeamento cobrando valores entre US$ 10 mil e 20 mil, a princípio. Mas no último mês, a Illumina anunciou uma parceria que pode ser feita com a Nanopore Oxford, empresa britânica que está desenvolvendo uma nova abordagem de seqüenciamento, o que levaria à redução dos custos.
Em uma entrevista ao Times, Flatley disse que a seqüência do genoma pode ser feita, futuramente, por menos de US $ 1 mil dentro de três a quatro anos. "Acho que esses limites serão rompidos num horizonte de até dez anos", acrescentou.
Flatley explica que o genoma do bebê ao nascer poderia ser mapeado através do teste do pezinho, técnica utilizada hoje em que é retirada uma pequena quantidade de sangue para verificar a preponderância a desenvolver doenças hereditárias, a exemplo da fibrose cística.
Redação Terra»
Fonte: Terra
Link:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3503007-EI238,00.html
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2/26/2009 09:00:00 a.m.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Fumar durante a gravidez reduz fluxo sanguíneo para o feto

«Uma nova investigação sugere que fumar durante a gravidez reduz o fluxo sanguíneo para o feto em desenvolvimento, o que, por sua vez, retarda o seu crescimento. A Dra Malene Rohr Andersen, do Hospital Universitário Gentoffe, na Dinamarca, referiu que se sabe, há cerca de 50 anos, que os bebés de mães que fumaram durante a gravidez têm um peso à nascença mais baixo.
A investigadora acrescentou que este estudo apresenta uma possível explicação relativamente à razão pela qual existe um fluxo sanguíneo reduzido para o feto.
A equipa de investigadores estudou 266 grávidas, das quais 182 eram não fumadoras, 43 eram fumadoras e 41 era ex-fumadoras.
De acordo com o relatório publicado na “Circulation”, os bebés cujas mães eram fumadoras pesavam menos, tinham uma cabeça mais pequena e eram mais pequenos, em comparação com os recém-nascidos cujas mães eram não fumadoras ou ex-fumadoras.
Fumar foi associado, no feto, a uma queda de 47 por cento dos níveis de uma proteína chave que ajuda os vasos sanguíneos a relaxar e o fluxo sanguíneo a aumentar, denominada síntase do óxido nítrico endotelial (eNOS).
A Dra. Andersen referiu que este estudo é um dos primeiros a demonstrar uma medida bioquímica do que se passa para provocar um peso mais baixo à nascença.
Fumar também foi associado a uma redução de 18 por cento dos níveis de bom colesterol no plasma do feto.
Isabel Marques»
Fonte:Farmacia.com.pt
Link:http://www.farmacia.com.pt/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=6602
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2/20/2009 09:00:00 a.m.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Dosagem hormonal pode prever depressão pós-parto

«Pesquisadores dos EUA estudaram o hormônio liberador de corticotropina.
Níveis elevados da substância a seis meses de gravidez indicam problema.
Luis Fernando Correia Especial para o G1
Avaliar os níveis do hormônio liberador de corticotropina na 24ª semana da gravidez pode ajudar a prever problemas psiquiátricos no pós-parto. A depressão pós-parto pode ocorrer de 4 a 6 semanas após o fim da gravidez e tem graus de intensidade dos sintomas variados.
As estatísticas sobre a ocorrência do problema são também discordantes. Uma recente revisão da literatura médica levantou que cerca de 19% das mulheres podem ter sintomas depressivos pós-parto e 7% depressão grave. Como esse quadro depressivo pode afetar não só a saúde da mãe bem como o futuro desenvolvimento do bebê, o diagnóstico precoce e seu tratamento são cruciais.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia dosaram um hormônio produzido na placenta e que age no sistema nervoso central e no equilíbrio endócrino da mulher. O hormônio liberador de corticotropina é naturalmente produzido pelo corpo humano dentro de estruturas do cérebro. Durante a gravidez também passa a ser produzido pela placenta.
Os cientistas dosaram os níveis desse e outros hormônios cinco vezes entre a 15ª semana de gestação e o parto. Da mesma forma, as gestantes tiveram seu estado psíquico avaliado nessa visitas e duas vezes após o parto. No grupo de mais de mil mulheres estudadas, aquelas que apresentaram depressão pós-parto tinham níveis do hormônio elevados na 24ª semana da gravidez.
Existem outros fatores conhecidos que podem predispor ao aparecimento desse problema como história prévia de depressão, ausência de suporte social e baixa auto-estima. A pesquisa, que está publicada na edição de 3 de fevereiro da revista "Archives of General Psychiatry", chama a atenção para um problema de difícil diagnóstico e abre a perspectiva de teste bioquímico que alerte os médicos para que certas pacientes devam ser acompanhadas psicológicamente no pós-parto.»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL986050-5603,00-DOSAGEM+HORMONAL+PODE+PREVER+DEPRESSAO+POSPARTO.html
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2/17/2009 09:00:00 a.m.
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Alimentação saudável ajuda a prevenir câncer, afima especialista

«No Dia Mundial de Combate à doença, instituições de saúde alertam sobre prevenção.
Agência Brasil
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Brasília - No Dia Mundial de Combate ao Câncer, instituições de saúde alertam para a possibilidade de prevenir a doença por meio de uma alimentação saudável. A campanha da União Internacional de Controle do Câncer (UICC) envolve mais de 90 países e pretende alertar profissionais de saúde, educadores e principalmente familiares para o fato de que estar acima do peso na infância pode levar ao surgimento de câncer na vida adulta. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) apóia a divulgação do tema.
“O primeiro passo é tentar fazer as pessoas entenderem que o câncer é uma doença que pode ser prevenida. Hoje em dia as pessoas já relacionam, por exemplo, doenças do coração com determinados hábitos alimentações, mas ainda não reconhecem essa ligação com o câncer”, explica o nutricionista e analista de programas para controle do câncer do Inca, Fábio Gomes.
A alimentação saudável já começa na amamentação. “Se exclusiva até os seis primeiros meses, a amamentação reduz a chance da criança se tornar obesa em 13%.”
Fábio explica que pessoas com excesso de gordura no corpo têm níves de determinados hormônios mais elevados no sangue. “Isso aumenta a chance de a pessoa ter mais células cancerosas. Além disso, as próprias células de gordura produzem fatores inflamatórios que podem provocar lesões no DNA da célula, possibilitando o desenvolvimento do câncer."
O ganho de peso, segundo e especialista, é influenciado por hábitos que não estão relacionados somente com o que se come. Ele alerta, por exemplo, que quanto menos tempo a criança passar assistindo à televisão, menores a chances de ganhar peso. “Isso porque na frente da TV a criança não está fazendo nenhuma atividade física. Além disso, a criança perde o controle do que está comendo, e acaba comedo em excesso, pois está distraída."
No Brasil, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação vem desenvolvendo o programa Saúde na Escola para facilitar a adesão das crianças à alimentação saudável. Segundo a coordenadora-geral da Política de Alimentação e Nutrição Ministério da Saúde, Ana Beatriz Vasconcellos, o programa pretende implementar ações que valorizam hábitos alimentares saudáveis.“É uma ação importante para formar hábitos alimentares, não só da criança, mas da família”.
De acordo com Ana, o programa Saúde na Escola, disponibiliza materiais diversos para que educadores trabalhem temas referentes à alimentação saudável, ao aumento do consumo de frutas e verduras e à redução de consumo de gorduras, sal e açúcar, também são os mais incentivados. »
Fonte:Diário de canoas
Link:http://www.diariodecanoas.com.br/site/noticias/geral,canal-8,ed-60,ct-196,cd-174515.htm
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2/16/2009 02:00:00 p.m.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Bebês que nascem no verão ou no outono são mais altos Estudo na Amadora identifica os papilomavírus mais comuns

«DIANA MENDES
Cancro do colo do útero. Vacina pode não proteger contra principais estirpes
Região foi escolhida por reunir imigrantes de várias regiões do mundo
Será que as vacinas do cancro do colo do útero disponíveis em Portugal protegem contra os tipos de vírus de alto risco que são mais frequentes na população? Será que se justifica desenvolver novas vacinas contra o papilomavírus humano (HPV) ? Estas duas perguntas têm sido colocadas por Sofia Loureiro, directora do serviço de anatomia patológica do Hospital Amadora-Sintra, que espera dar-lhes resposta em 2010.
A investigadora foi uma das premiadas no Programa de Apoio à Investigação da Fundação AstraZeneca de 2008. A decisão de desenvolver este trabalho surge na sequência de outro estudo, em que comparou dois métodos de identificação dos tipos de HPV em cada amostra. "A população analisada já tinha alterações nas citologias, mas teve de ser testada para se identificar se teria lesões", explica ao DN, Sofia Loureiro.
De qualquer forma, "descobrimos que embora o vírus 16 fosse o mais frequente, havia outros vírus de alto risco muito mais comuns do que o 18", diz.
Este últimovírus é um dos mais associados ao cancro do colo do útero, sendo abrangido pelas vacinas que estão a ser dadas a raparigas de 13 anos nos centros de saúde. Neste estudo de 2007, os vírus mais frequentes eram os 16, 51, 33 e 53 e não os tipos 6,11, 16 e 18 (que estão previstos na vacina quadrivalente), refere o projecto de investigação.
Agora, e durante 18 meses, vão ser investigados os tipos de HPV mais comuns em 500 citologias efectuadas no Hospital Amadora-Sintra e em mais 500 realizadas nos centros de saúde da área da unidade, frisa.
"A actual vacinação é importante. Mas pode fazer sentido investir em vacinas para outros tipos de vírus de alto risco. ", diz Sofia Loureiro.
Além dos tipos mais comuns, o estudo vai permitir avaliar os casos em que há infecção das mulheres por mais de um vírus, bem como a sua relação com as lesões.
O estudo também será importante porque a Amadora é uma área de imigração por excelência. "A população portuguesa incluiu grupos de imigrantes de África, países de Leste, Brasil ou Ásia", o que poderá significar que Portugal terá uma distribuição de tipos de HPV distinto do padrão europeu, lê-se no projecto de estudo.
Calcula-se que os tipos 6,11,16 e 18 sejam responsáveis por 75% dos casos de cancro do colo do útero e 70% das lesões pré-cancerosas»
Fonte:Diário de Noticias
Link:http://dn.sapo.pt/2009/02/06/sociedade/estudo_amadora_identifica_papilomavi.html
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2/12/2009 09:00:00 a.m.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Transferência de células da mãe molda imunidade do bebê ainda no útero

«Descoberta é empolgante e abre muitas possibilidades de investigação.
Entre os assuntos relacionados, estão doenças autoimunes e transplantes.
Amanda Schaffer Do 'New York Times'
Pesquisadores há muito imaginavam como as mulheres grávidas poderiam moldar o desenvolvimento de seus fetos – protegendo-os contra doenças posteriores, talvez, ou instigando uma apreciação por Mozart.
Agora, um grupo na Califórnia descobriu um surpreendente e novo mecanismo pelo qual as mulheres treinam os sistemas imunológicos iniciantes de seus fetos: as células da mãe atravessam a placenta, entram no corpo do feto e o ensinam a tratar essas células como se fossem suas.
Uma tarefa crucial do sistema imunológico em desenvolvimento é aprender a distinguir entre substâncias externas e internas do corpo. É complicado: o sistema precisa reagir a ameaças de fora, mas não pode ter reações exageradas a estímulos inofensivos ou a tecidos do próprio corpo.
As novas descobertas mostram "como a mãe está ajudando a configurar todo esse sistema bem no início", diz William J. Burlingham, imunologista da Universidade do Wisconsin, que não está envolvido na pesquisa. "É um enorme avanço, muito novo e muito empolgante."
Implicações revelantes
O trabalho pode ter relevância para a pesquisa sobre assuntos tão distintos quando transplantes de órgãos, transmissão de HIV de mãe para filho e doenças autoimunes como diabetes tipo 1.
"Isso mostra o caminho a uma enorme gama de questões biologicamente significativas que merecem ser exploradas", diz Burlingham.
Os pesquisadores, da Universidade da Califórnia, em São Francisco, trabalharam com gânglios linfáticos e baços de fetos abortados no segundo trimestre. Eles também extraíram sangue das mulheres que carregavam esses fetos, para testar reações autoimunes específicas.
A equipe examinou 18 amostras de gânglios linfáticos fetais e descobriu evidências de células maternas em 15 delas.
Pesquisadores já sabem há décadas que algumas células maternas atravessam a placenta e podem ser observadas em tecido fetal. Mas especialistas dizem que o novo trabalho sugere uma frequência arrebatadoramente alta de células maternas.
"Isso nos indica que precisamos prestar mais atenção no que essas células estão fazendo", diz J. Lee Nelson, imunologista do Centro de Pesquisa Fred Hutchinson, em Seattle, que conduziu pesquisas iniciais indicando que as células maternas podem persistir no tecido de adultos normais.
A equipe de São Francisco também observou que células T reguladoras, um tipo particular de célula imunológica, estavam presentes em grandes números nos gânglios linfáticos fetais. As células T reguladoras geralmente agem para suprimir reações imunológicas. Em uma mulher grávida, por exemplo, essas células podem ajudar a evitar que o sistema imunológico trate o feto como uma ameaça externa e o ataque. Os cientistas imaginam se um mecanismo similar poderia funcionar no feto.
"Nós queríamos chegar ao que estava induzindo essas células a proliferar e que papel elas desempenhavam especificamente em tecido fetal", diz Jeff E.Mold, estudante de graduação em imunologia na UCSF.
O grupo conseguiu demonstrar que células maternas fazem diretamente com que o tecido fetal produza mais células T reguladoras. Essas, por sua vez, ajudam a evitar que o sistema imunológico fetal ataque as células da mãe.
Diferenças importantes
O feto é geneticamente distinto da mãe e do pai, já que um pouco de seu DNA vem de cada um. Isso significa que seu sistema imunológico poderia rejeitar células de sua mãe como estranhas, já que essas células possuem algumas características de superfície que não foram herdadas. O trabalho atual pode ajudar a explicar por que isso parece não ocorrer no curso de uma gravidez normal.
"Descobrimos um mecanismo específico de como as células da mãe induzem o sistema imunológico fetal a ser mais tolerante", diz Mold, o primeiro autor do estudo que apareceu na publicação Science, em 5 de dezembro.
Outros especialistas afirmam que a descoberta pode ter importantes implicações para o trabalho de transplantes.
Quando os pacientes recebem órgãos transplantados, eles geralmente precisam usar medicamentos para suprimir seu sistema imunológico e evitar um ataque ao tecido estranho. Porém, esses medicamentos podem estar associados a maior suscetibilidade a problemas nos rins, infecções e fraqueza dos ossos, diz Burlingham, de Wisconsin.
"Gostaríamos de encontrar maneiras de transplantar tecido sem criar uma dependência vitalícia dessas drogas", diz ele. "Isso seria possível se, ao selecionar órgãos para transplantes, os pesquisadores levassem mais em conta os perfis imunológicos das mães dos pacientes".
Ainda nos anos 80, cientistas da Holanda observaram que muitos pacientes que esperavam transplantes de rins, e que tinham formado anticorpos contra os doadores de maior potencial, não reagiram contra os glóbulos brancos de suas próprias mães. Isso sugeria que, durante o desenvolvimento fetal, um processo estava permitindo que os fetos tolerassem tecido com moléculas de superfície como as de suas mães.
A nova pesquisa explica "precisamente como isso acontece", diz o Dr. Jon J. van Rood, professor de medicina interna da Universidade de Leiden, que conduziu a pesquisa original. Ao focar em células T reguladoras em gânglios linfáticos fetais, "eles descobriram a pista crucial.".
A descoberta também pode ser relevante para o estudo de transmissão de doenças infecciosas de mãe para filho.
Quando mulheres grávidas estão infectadas com o HIV, por exemplo, elas muitas vezes não transmitem a doença ao feto, diz o Dr. Joseph M. McCune, o imunologista que dirigiu a equipe da UCSF. Menos da metade de todos os bebês nascidos de mães soropositivas são infectados e, desses, apenas uma pequena fração são infectados no útero, diz ele.
Se o HIV atravessa a placenta da mesma maneira que as células da mãe, e se o feto também suprime uma reação imunológica contra o vírus, é surpreendente que mais fetos não sejam infectados, explica.
McCune imaginava se o mesmo mecanismo que evita um ataque do feto às células maternas também poderia ajudar a protegê-lo da infecção. E também pensa se a tolerância poderia ser central nos dois processos.
"Essas são algumas das principais questões que nos interessam agora", diz ele.
A nova descoberta também pode fortalecer trabalhos de larga amplitude sobre doenças autoimunes.
Pesquisadores já sabem que, durante o desenvolvimento, o sistema imunológico fetal pode dizimar populações específicas de células imunológicas capazes de atacar o tecido do próprio corpo. Mas o novo trabalho sugere outro mecanismo para evitar autoataques indesejados. "Agora temos outra abordagem sobre como o feto pode aprender a distinguir entre ele o que é dele e o que não é", diz McCune. Se ocorrerem problemas com mecanismos de células T reguladoras dentro do útero, isso pode preparar o terreno para algumas doenças autoimunes, diz ele.
Em longo prazo, ele acrescenta, ao manipular as células T reguladoras dos pacientes – talvez modificando o número de atividades dessas células –, os cientistas poderão algum dia desenvolver novos tratamentos para essas doenças.
Grupos de pesquisa em todo o mundo estão estudando a função das células T reguladoras em uma ampla gama de processos básicos e modelos de doenças. "É uma área explosiva", diz Burlingham.
Agora, diz ele, parece que processos críticos foram iniciados, pois, desde o início, "todos nós precisamos aprender a tolerar nossas mães".»
Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL987090-5603,00-TRANSFERENCIA+DE+CELULAS+DA+MAE+MOLDA+IMUNIDADE+DO+BEBE+AINDA+NO+UTERO.html
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2/10/2009 02:00:00 p.m.
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Cancro do colo do útero rastreado

«45 mil mulheres açorianas, com idades compreendidas entre os 24 e os 65 anos, vão ser alvo de um programa de rastreio ao cancro do colo do útero, que deverá avançar no arquipélago até ao final do primeiro semestre deste ano.
O rastreio será desenvolvido pelo centro de Oncologia dos Açores(COA), em articulação com os Centros de Saúde Regionais, embora algumas unidades ainda desconheçam a existência deste programa, segundo apurou o AO online.
Já foi aprovado pela Secretaria Regional de Saúde, estando em “fase de operacionalização” no terreno pelo COA, que será a entidade coordenadora.
Na semana europeia da prevenção do cancro do colo do útero, a Directora Regional da Saúde, Sofia Duarte, está “optimista” quanto ao resultado deste programa prevendo que venha a ter uma taxa de cobertura da ordem dos 75%.
Caberá aos Centros de saúde fornecer os dados relativamente às mulheres que constituam o alvo deste rastreio e o COAprocederá ao seu contacto. O rastreio é feito no Centro de Saúde através da realização de “uma citologia em meio líquido”, segundo avançou Sofia Duarte, que poderá ser executada por um enfermeiro e a recolha será enviada para análise laboratorial, também coordenada pelo COA.
“Caso não tenham meios técnicos , o governo encarregar-se-à de apetrechar o COA desses meios”, garante Sofia Duarte.
O rastreio do cancro do útero, ao contrário do que acontece noutro tipo de neoplasias não visa a detecção do tumor mas a identificação de lesões pré malignas anormais numa altura em que possam ser removidas ou tratadas, antes de evoluirem para cancro.O rastreio mais convencionalfaz-se através da realização de um exame ginecológico, denominado Papanicolau, a ser executado pelo médico de família e consiste na recolha de uma amostra de células do colo do útero da mulher, sendo posteriormente enviada para laboratório a lâmina com a recolha. Oexame que consta do programa regional não será o mesmo que o desenvolvido a nível nacional, embora a Directora Regional afiance “que é mais rigoroso e menos invasivo”, deixando em aberto uma decisão final sobre a escolha. A relevância da opção prende-se com os recursos humanos necessários. O Papanicolau é feito apenas pelo médico de família “que é decisivo e sem eles nem vale a pena falar em programas organizados de rastreio”, garantiu ao Açoriano On Line Carlos Oliveira, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia e Obstectricia e coordenador do programa de rastreio da Região Centro , que há mais de 20 anos vem lutando pela implementação de um programa do género no arquipélago.
A comunidade cientifíca é unânime no reconhecimento de que se trata do método de prevenção primária “mais eficaz”, para evitar o aparecimento do cancro do colo do útero, referiu ao AO online o delegado de saúde de São Miguel, Mário Freitas.
70% das mulheres, durante a sua vida sexual , podem ser infectadas com os quatro tipos mais comuns do vírus do papiloma, transmissível apenas por via sexual. Daí que “comportamentos promíscuos” com vários parceiros ou quando o parceiro é portador do vírus por ter tido uma multiplicidade de relações, “estejam mais vulneráveis” adianta o oncologista Rui San Bento.
Morbilidade elevada em casos malignos
O cancro do colo do útero, sobretudo numa fase avançada, é incurável e a caminhada para a morte é “muito complicada”, garante o oncologista Rui San Bento.
Em causa, está o facto desta neoplasia se desenvolver na cavidade pélvica, levantando inúmeras questões de infecções e reações no organismo que “exigem muita atenção e cuidados”, adianta o especialista.
Segundo dados preliminares do Registo Oncológico dos Açores, entre 2000 e 2002, foram diagnosticados 57 novos casos, um número que se aproxima das médias nacionais.
Na Europa são diagnosticados, anualmente, 33.500 novos casos, registando-se 15 mil mulheres mortas todos os anos. A nível mundial, os números ainda são mais avassaladores: 500 mil novos casos, 250 mil resultam em morte. É o segundo cancro a matar mais mulheres.
Carmo Rodeia »
Fonte:açoriano oriental
Link:http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/178821
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2/09/2009 09:00:00 a.m.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Morre uma portuguesa por dia com cancro do colo do útero

«Há três novos casos de cancro do colo do útero por dia em Portugal e morre uma portuguesa por dia por causa desta doença. Números que demonstram a urgência de combater o vírus do papiloma humano (HPV), que provoca este cancro.
Vítor Veloso, presidente da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), destacou o programa de vacinação comparticipado pelo Ministério da Saúde, mas salientou que é preciso fazer mais. «Começámos em Outubro de 2008 com as raparigas de 13 anos. Este ano vamos chegar até aos 17 anos. Sabemos que 80 por cento das jovens entre os 18 e os 25 anos queriam ter mais conhecimentos sobre o tema, mas só 25 por cento tem desejo de ser vacinada. Isto tem de mudar», disse.
Teresa Osório, do núcleo nortenho da LPCC, é da mesma opinião e até deixou uma sugestão: «O rastreio tem de ser gratuito. Temos de fazer ver ao Estado que o investimento inicial é maior, mas que depois é pior ter de tratar. E temos de combater estes números vergonhosos que temos!»
Portugal tem mesmo a maior taxa de incidência da Europa Ocidental, com 13,5 mulheres infectadas em cada 100 mil, conforme demonstrou Eduardo Franco, da Universidade McGill, do Canadá. Ainda assim, o professor destacou o «sucesso de Portugal na sensibilização», que trará resultados positivos a longo prazo.
Machado Lopes, director clínico do IPO do Porto, deixou uma promessa às mulheres nortenhas. «Estamos a colaborar com todos os hospitais do Norte para tentarmos centralizar o rastreio aqui no IPO. Estamos a falar de 140 mil exames por ano, pelo que temos de adaptar as nossas capacidades. Mas até Abril contamos ter isto a funcionar», garantiu.
A campanha «Passa a palavra» da LPCC foi um dos destaques do seminário «As vacinas na prevenção do cancro do colo do útero», que decorreu esta sexta-feira, no Instituto Português de Oncologia do Porto. O presidente da LPCC referiu o prémio europeu que reconheceu o seu sucesso.»
Fonte:iol
Link:http://diario.iol.pt/sociedade/hpv-cancro-colo-do-utero-virus-rastreio-vacina/1035815-4071.html
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2/06/2009 02:00:00 p.m.
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Dieta materna gordurosa pode afetar fígado do feto, diz pesquisa

«Redação Central, 19 jan (EFE).- Uma dieta materna com alto teor de gorduras afeta o desenvolvimento do sistema metabólico do feto e pode triplicar seus níveis de triglicerídeos, assim como aumentar a probabilidade de sofrer de doença hepática gordurosa não alcoólica durante a infância.
Em artigo publicado hoje pela revista "Journal of Clinical Investigation", cientistas da Universidade de Saúde e Ciência do Oregon e da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, explicaram que o feto é "altamente vulnerável" ao excesso de lipídios durante a gravidez, independente de a mãe ser gorda ou magra.
Após estudar o efeito que uma dieta rica em gorduras teve em primatas não humanos, os investigadores chegaram à conclusão de que a exposição aos lipídios durante o desenvolvimento fetal pode aumentar o risco de a criança sofrer de doença hepática gordurosa não alcoólica e outras complicações do fígado.A doença hepática gordurosa não alcoólica consiste no acúmulo de gordura nesse órgão, o que pode causar cirrose ou câncer de fígado.
Alguns pesquisadores afirmam que a obesidade da mãe durante a gravidez pode predispor o filho a ser obeso e a ter doenças metabólicas, no entanto não se conhecem os mecanismos pelos quais o excesso de nutrição materna afeta o feto.Agora, esta equipe de cientistas dirigida por Kevin Grove e Jacob Friedman conseguiu estabelecer uma relação entre a ingestão de gorduras por parte da mãe e o desencadeamento de complicações hepáticas nas fases fetal e infantil do filho.
Os fetos das primatas que tinham uma dieta muito rica em gorduras mostraram maior risco de desenvolver doença hepática gordurosa não alcoólica do que os pertencentes ao grupo de controle.A concentração fetal de triglicerídeos hepáticos foi três vezes maior e o percentual de gordura corporal o dobro dos existentes nos fetos de mães com uma dieta equilibrada.
Além disso, houve maiores indícios de estresse oxidativo hepático no terceiro trimestre do desenvolvimento, os níveis fetais de glicerol (um componente dos triglicerídeos e os fosfolipídeos) dobraram e a expressão das enzimas gliconeogênicas (sintetizadas pelo fígado) cresceu.Apesar de tudo, os cientistas se mostram otimistas porque nos casos nos quais a mãe reduziu a quantidade de gorduras ingeridas na segunda gravidez os níveis de triglicerídeos do feto diminuíram, a expressão das enzimas gliconeogênicas foi normalizada e os descendentes mostraram menos sintomas da doença.
A equipe quer chamar a atenção para os efeitos que uma dieta materna com alto teor em gorduras produz nos sistemas metabólicos fetais e lembrar que uma alimentação saudável da mãe é "o mais importante" para evitar que, após o nascimento, os filhos sejam obesos. EFE»Fonte:G1
Link:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL962556-5602,00-DIETA+MATERNA+GORDUROSA+PODE+AFETAR+FIGADO+DO+FETO+DIZ+PESQUISA.html
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1/21/2009 09:00:00 a.m.
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Nasceu o primeiro bebé sem o gene do cancro da mama

«Nasceu o primeiro bebé britânico seleccionado geneticamente para não carregar um dos genes que predispõe o padecimento no futuro de cancro da mama, informou o hospital da University College, em Londres, onde decorreu o parto.
Devido ao elevado número de casos de tumor na família do pai ao longo das últimas três gerações (avó, mãe, irmã e prima), o casal decidiu submeter-se a um diagnóstico genético preimplantacional.
A mãe e a menina estão «bem», referiu a equipa responsável pelo tratamento que impediu que o pai transmitisse à filha o gene BRCA1, que predispõe o padecimento de tumor.
«A menina não terá que enfrentar o risco desta carga genética de cancro da mama ou do ovário quando for adulta», referiu Paul Serhal, director da Unidade de Reprodução Assistida do hospital.
Sem a intervenção da ciência, a menina teria tido uma probabilidade de entre 50% a 80% de contrair cancro. No entanto, o método não apresenta um índice de eficácia de 100%, o que motivou a equipa a escolher apenas embriões que estavam livres do gene.
Segundo o El Mundo, cerca de mil bebés já nasceram a beneficiar deste método de selecção genética para prevenir outras doenças, como a fibrose cística ou a de Huntington (doença neurodegenerativa hereditária). »
Fonte:Diário Digital
Link:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=367082&page=1
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1/15/2009 02:00:00 p.m.
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Praticar exercícios físicos em excesso pode dificultar a gravidez?

«Não há evidências científicas de que a infertilidade prevaleça entre atletas
Agência Estado
Não há evidências científicas de que a infertilidade prevaleça entre atletas. Por outro lado, a disfunção menstrual - também chamada amenorréia - está associada ao excesso de atividades físicas. Além do treinamento excessivo, a baixa ingestão de calorias, cálcio e proteínas também contribui para que as atletas não apresentem menstruação regular.
O problema afeta principalmente as atletas que melhoram a performance quando estão mais magras, como corredoras, ciclistas, bailarinas e ginastas. Mulheres com baixo índice de massa corpórea têm níveis alterados de 'leptina', que é um hormônio fundamental para a manutenção da fertilidade. Além disso, como a amenorréia é uma das causas da infertilidade, há quem relacione a dificuldade de engravidar com o excesso de atividade física. Mas, nem sempre é assim ."»
Fonte:BemParana
Link:http://www.bemparana.com.br/index.php?n=93095&t=praticar-exercicios-fisicos-em-excesso-pode-dificultar-a-gravidez
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1/13/2009 09:00:00 a.m.
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