segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Ser mãe é nunca desistir após aborto espontâneo


«Trauma assusta, mas Silvia e Leidiana comemoram gravidez e filhos

Adriana Alves
Da Agência BOM DIA

Para a funcionária pública Silvia Regina Barbosa, 39 anos, o melhor sinônimo de vitória é Camille. A filha, de 3 anos e 9 meses, veio após duas gestações frustradas por abortos espontâneos.

Na primeira vez, aos 33 anos, em março de 2002, a gestação foi até a sétima semana. “Senti uma dor e, quando levantei, começou a sangrar. É horrível ver aquele sangue no chão e saber que seu bebê está lá no meio”, conta ela, que até hoje chora ao lembra o fato.

Passados três meses, Silvia engravidou novamente, em junho de 2002 – felicidade em dose dupla pela possibilidade de serem gêmeos. Porém, na quinta semana, a notícia. “Quando fui fazer um ultrassom, a médica não encontrou o bebê. Ela disse que certamente havia algum problema e o próprio organismo absorveu o feto”, diz Silvia, que recorreu a terapia para se livrar da depressão.

Silvia decidiu evitar uma nova gravidez até descobrir se tinha algum problema. Alguns exames apontaram suspeita de trombofilia (predisposição a trombose que prejudica o fluxo sangüíneo para a placenta), além de incompatibilidade genética entre ela e o marido. “Me disseram que é como se fôssemos irmãos. Por isso, quando fico grávida, meu organismo rejeita o embrião”, explica.

Informada de que, para casos como o seu, poderia ser feita uma vacina a partir do sangue do parceiro, Silvia começou a buscar essa alternativa – nesse meio tempo, porém, engravidou novamente, em agosto de 2003. “Quando soube do resultado, fiquei com muito medo.”

Mas nem tudo estava perdido. Para prevenir problemas decorrentes de trombofilia, sua ginecologista recomendou injeções diárias de heparina (um anticoagulante) e ingestão de comprimidos de AS infantil (que melhorar o fluxo sangüíneo). No dia 1º de maio de 2004 nasceu Camille.

Grávida novamente, Silvia está mais confiante, mas ainda teme perder o bebê. Mas, se depender do carinho da irmã, o menino pode ficar tranqüilo: Camille beija a barriga da mãe todos os dias e já canta para ele “Bebezinho vai nanar, na caminha vai deitar”.

Davi
Somente quando começou a sentir Davi chutar sua barriga, em setembro, Leidiana, 24, ficou tranqüila. Após sofrer dois abortos espontâneos, em 2004 e 2005, a mulher do atacante do Noroeste Otacílio Mariano Neto, 25, tinha medo de perder o bebê novamente. “Pensava que eu nunca conseguiria ‘segurar’ um filho”, diz.

Dessa vez, nada de tristeza: Leidiana e Davi estão ótimos. “Tudo acontece na hora certa. Se Deus não nos permitiu ser pais antes é porque não estávamos preparados. Agora, estamos de braços abertos para receber o Davi”, diz Otacílio que assistiu o parto ocorrido no dia 6 passado.»

Fonte:Bom Dia
Link:http://www.bomdiasorocaba.com.br/index.asp?jbd=2&id=158&mat=114534

7 comentários:

Elaine disse...

Deve ter sido uma barra mesmo...
Que Deus a abençõe!
Aguenta firme amiga...

sandra1974lima disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
sandra1974lima disse...

Essa semana sofri um aborto espontaneo. Foi uma dor terrivel, tenho tentado essa gravidez por 6 anos, e quando finalmente ele veio ele se foi. Sinto muito triste e as vezes choro, sinto saudades de algo que ainda nem tinha chegado. Meu medico disse que posso tentar outro mas tenho medo, muito medo de perder novamente, acho que eu nao iria suportar.

Anónimo disse...

Confio em Deus! E apesar de ter sofrido um aborto espontâneo com 5 semanas sinto me forte porque sei que o meu anjinho foi muito amada durante estas maravilhosas semnas e que o seu lugarzinho em nossas vidas está sendo preparado com a proteção divina!!!

Elaine disse...

Eu tive um espontâneo e logo depois um tubário...
Mas não desisti e hoje estou com o meu Gabriel que já está com 1ano e 2 meses aprontando pela casa.
Tenha fé e aguenta firme!

isabelle ferraz disse...

Eu tive um aborto espontâneo, meu feto não desenvolveu, foi muito triste chegar na clina para fazer o ultrassom e ver que não tem bebê
fiquei sem chão,mais meu marido e amigos estão do meu lado e estou superando essa dor que não dar para explicar.Daqui alguns meses se for da vontade de DEUS vou tentar novamente

Anónimo disse...

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